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Atitudes e percepções das elites e da população em geral sobre a política externa brasileira nos anos 90; Attitude and perceptions of the elites and of the Brazilian population on the foreign policy of Brazil in the 90' s

Holzhacker, Denilde Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/04/2006 PT
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O objetivo desta tese é investigar, de forma comparativa, as diferenças e semelhanças entre as percepções e orientações da elite e da opinião pública de massa a respeito da política externa brasileira. Para isso, foram analisados os resultados do survey "Percepções das Elites e da População brasileira sobre as Relações Externas do País", realizado em 1998 e 2001, pelo Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais da Universidade de São Paulo. Além disso, foram utilizados depoimentos coletados entre membros da elite brasileira no âmbito da pesquisa "A Alca nas Visões das Elites" (2003), NUPRI-ILDES. A hipótese central do trabalho é que as elites e a massa apresentam padrões de atitudes similares a respeito dos diferentes aspectos da inserção internacional brasileira a partir dos anos 90. No entanto, os resultados indicaram que não há na sociedade brasileira um consenso sobre os efeitos da globalização sobre o País, existindo três padrões de atitudes quanto à globalização: alienação, afluência e participação conflituosa. Essas posições indicaram visões distintas sobre os resultados da globalização, que influenciam diretamente a posição brasileira no sistema internacional. Essas visões...

Autonomia, universalismo e alinhamento na política externa brasileira do século XX e suas implicações nos processos de integração regional

Faverão, Gustavo de Mauro
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 227 f.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Ciências Sociais - FFC; A observação da política externa brasileira, numa perspectiva de longo prazo, certamente oferece elementos de grande valia para a compreensão do atual do modelo de inserção internacional adotado pelo Brasil. Nesse sentido, o presente trabalho procura responder às seguintes questões: a política externa brasileira apresenta um padrão de comportamento diplomático de longo prazo? Caso sim, sob quais bases esse paradigma está estruturado? Como essa matriz de inserção internacional se desenvolve ao longo do século XX? E qual sua correlação com os processos de integração regional em que o Brasil teve (ou tem) participação efetiva? Os conceitos de autonomia, universalismo e (não)alinhamento são apontados como centrais nessa análise. Entende-se que essa tríade conceitual alicerça o paradigma de inserção internacional do Brasil, e assim, deve ter seu desenvolvimento visto de perto. Num segundo momento, utiliza-se as reflexões oriundas dessa análise paradigmática na tentativa de melhor compreender a postura brasileira frente aos processos de integração regional em que o Brasil atua ao longo do século XX...

Política externa brasileira e coalizações do Sul: o fórum de diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBSA)

Bueno, Adriana Mesquita Corrêa
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 128 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Relações Internacionais (UNESP - UNICAMP - PUC-SP) - FFC; Este trabalho desenvolve análise da relação da política externa brasileira com as coalizões do Sul, especificamente por meio do estudo de caso do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBSA). A agenda da Política Externa Brasileira do governo Lula (2003-2010) privilegiou a cooperação Sul-Sul como consequência da nova situação internacional multilateral dos anos 1990 e da inserção internacional realizada pelo Ministério das Relações Exteriores brasileiro. Neste contexto, o Brasil buscou uma posição de líder do Sul, organizando a ação coletiva e cooperando com outros países em desenvolvimento...; This dissertation builds up an analysis about the relationship between the Brazilian foreign policy and coalitions of the South, specifically throught the case study of the India-Brazil_/south Africa Dialogue Forum (IBSA). The Brazilian foreign policy agenda of the Lula administration (2003-2010) has privileged the South-South cooperation as a consequence of international multilateral scenario of the 19990s and the international insertions carried out by the Brazilian Foreign Policy Ministry. In the context...

As estratégias de cooperação Sul-Sul nos marcos da política externa brasileira de 1993 a 2007

Saraiva,Miriam Gomes
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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O objetivo do artigo é analisar as duas vertentes da cooperação sul-sul adotadas pela política externa brasileira entre 1993 e 2007. Por um lado, o artigo examina a política externa brasileira em face da América do Sul: o Mercosul e a cooperação sul-americana em termos mais gerais que, dentro do arco das atuações externas do país, é o tipo de cooperação sul-sul identificada como prioritária. Por outro lado, dedicará também algumas reflexões para a cooperação do Brasil com outros países considerados emergentes e system-affecting, em outros continentes, como é o caso da África do Sul, Índia, China e, em diferente medida, da Rússia.

Análise de Política Externa e Política Externa Brasileira: trajetória, desafios e possibilidades de um campo de estudos

Salomón,Mónica; Pinheiro,Letícia
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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No artigo é apresentada uma visão panorâmica da subdisciplina Análise de Política Externa (APE), na tentativa de refletir a diversidade que caracteriza a prática e a pesquisa nesse campo. Também mostra como a APE está se desenvolvendo no Brasil. Na primeira seção se apresenta de maneira sucinta a evolução da subdisciplina. Na segunda seção são assinalados os vínculos entre as principais aproximações teóricas das Relações Internacionais (RI) e da APE. Na terceira revisamos como os instrumentos da APE têm sido usados para analisar a Política Externa Brasileira.

Política externa brasileira: capital social e discurso democrático na América do Sul

Villa,Rafael Duarte
Fonte: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS Publicador: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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A idéia de democracia e democratização, com objetivo de gerar capital social positivo e confiança entre o Brasil e seus vizinhos sul-americanos, revelou-se tanto para as elites brasileiras como para os formuladores de política externa um "mapa do caminho" em termos de segurança e integração regional e de política de desarmamento. Assim, sob o impacto de idéias sugeridas por novas visões de mundo, a política externa brasileira transformou um fator de política interna - a organização democrática do sistema político - em condição e recurso de sua política externa sul-americana. O resultado foi uma melhoria na imagem e na credibilidade na política regional sul-americana, ou seja, um incremento na "confiança". Este é o argumento desenvolvido aqui, baseado numa metodologia que aproveita trechos extraídos do discurso diplomático dos próprios formuladores da política externa brasileira contemporânea e nas reconstruções históricas de relações diplomáticas do Brasil com dois países sul-americanos, Venezuela e Argentina, nas décadas de 1980 e 1990.

A crise da Liga das Nações de 1926: realismo neoclássico, multilateralismo e a natureza da política externa brasileira

Baracuhy,Braz
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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O artigo analisa a natureza da política externa brasileira na crise da Liga das Nações (1926), a partir de modelo teórico do realismo neoclássico. As dinâmicas por posições de poder nos tabuleiros geopolítico e multilateral do sistema internacional e as percepções e estratégias diplomáticas da elite de política externa brasileira são consideradas no estudo teórico.

Política externa brasileira: os desafios de sua caracterização como política pública

Milani,Carlos R. S.; Pinheiro,Leticia
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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Partindo da perspectiva de que a política externa é uma política pública (o Estado e o governo em ação no plano internacional), este artigo discute os desdobramentos conceituais e políticos da nova configuração da política externa brasileira. Ao considerarmos a política externa como política pública, rompemos sua associação automática com as versões mais cruas do realismo e a trazemos para o terreno da politics, ou seja, reconhecemos que sua formulação e implementação se inserem na dinâmica das escolhas de governo que, por sua vez, resultam de coalizões, barganhas, disputas, acordos entre representantes de interesses diversos. Portanto, retiramos a política externa de uma condição inercial vinculada a supostos interesses nacionais autoevidentes e/ou permanentes (protegidos das injunções conjunturais de natureza político-partidária) e a despimos das características geralmente atribuídas (ou preconcebidas) ao que se chama de política de Estado. Por fim, sugerimos caminhos de investigação inovadores, tais como: avançar no debate sociológico, organizacional e institucional sobre o papel da agência diplomática, seu processo de aprendizado e de transformação, bem como a necessidade de definir novos arranjos institucionais; repensar o lugar da agência diplomática na administração pública; e incorporar a perspectiva comparada no tempo e no espaço...

Uma análise das limitações estruturais do Mercosul a partir das posições da política externa brasileira

Mariano,Marcelo Passini; Ramanzini Júnior,Haroldo
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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O objetivo deste trabalho consiste em analisar a construção do que chamamos de "modelo de Mercosul" presente na política externa brasileira, desde o início da década de 1990 até a segunda metade da década de 2000. Partindo do pressuposto de que as posições do Brasil têm um papel relevante na definição do arcabouço do processo de integração, a hipótese é que o padrão de comportamento brasileiro limita a amplitude do bloco, principalmente no que se refere à questão do seu aprofundamento, pois envolve questões como o comprometimento com as decisões tomadas, a legitimidade dos mecanismos institucionais criados, a coordenação das expectativas dos diversos atores domésticos e, principalmente, o alcance das medidas propostas para solucionar ou diminuir as assimetrias existentes entre os estados. As posições brasileiras são fundamentadas na lógica da intergovernamentalidade e são mais adaptadas à expansão do bloco do que propriamente ao seu aprofundamento. O artigo aborda os aspectos formadores do padrão de comportamento externo do Brasil e, em seguida, procura identificar as principais linhas de atuação do país em relação ao bloco no período analisado. Um dos argumentos principais do artigo diz respeito às sucessivas crises institucionais do Mercosul...

A MINUSTAH como um ponto de inflexão da política externa brasileira na área de segurança internacional

Fonseca Neto, Jovino Pereira da
Fonte: FEUC Publicador: FEUC
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Este trabalho pretende demonstrar que a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH) representa uma viragem, ou inflexão, da política externa brasileira na área de segurança internacional, porque esta é a ação de maior escala já implantada pelo Governo brasileiro nessa área, depois da criação da Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso será analisada a política externa brasileira com enfoque na área de segurança internacional, cujo pragmatismo histórico foi revisto nos últimos anos, especialmente em relação à postura da não intervenção em assuntos internos de outros países, respeitando a soberania dos Estados. Por isso, sempre defendeu apenas intervenções armadas consentidas, amparadas no capítulo VI da Carta da ONU (CNU) e não aquelas sem consentimento interno, amparadas no capítulo VII, como é o caso da missão no Haiti. Pela primeira vez o Brasil assumiu o comando de uma Missão de Paz, fato que tem grande significado por si só e pela correspondência com a área geográfica da operação, o Caribe, região de forte presença dos Estados Unidos. Dessa forma, a missão está carregada de simbolismo, pois pode ser considerada a maior ação de política externa brasileira na atualidade. Um balanço dos impactos da missão nesta década de funcionamento torna-se importante para a construção de argumentos acerca de sua centralidade na nova política externa brasileira na área de segurança internacional...

A política externa brasileira (2003 - 2010) para a América do Sul analisada a partir do jornal paraguaio ABC color: pontos de entrave e desconfiança nas relações internacionais regionais

Dias, Danilo Borges
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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O presente artigo destaca, em sua primeira etapa, uma analise da política externa brasileira para a América do Sul no período correspondente aos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Para tanto, Cervo e Bueno (2011), Vigevani (2011), Couto (2009) e Gehre (2009) darão o referencial teórico estipulado para a análise proposta. Na segunda etapa, foi feita uma análise de três reportagens destacando a impressão que o diário paraguaio tem da atuação da política externa do governo Lula na região. Para tanto, Rolon (2011), Kellner (2001) e Sodré (2009) serviram de suporte teórico para complementar as análises propostas. Com isso, conclui-se que a América do Sul foi uma região prioritária para a projeção internacional brasileira, tendo o governo Lula como incentivador e patrocinador de ações que integrassem a região como um todo. No entanto, tal ênfase das ações do Brasil provocaram desconfianças e acusações de atitudes hegemônicas e imperialistas por parte, por exemplo, da mídia paraguaia representada por periódicos de ideologia esquerdista como o popular ABC Color.; Relações Internacionais e Diplomáticas da América do Sul

Um novo arranjo institucional para a política externa brasileira; Texto para Discussão (TD) 1521: Um novo arranjo institucional para a política externa brasileira; Texto para Discussão Cepal Ipea 3: Um novo arranjo institucional para a política externa brasileira; A new institutional arrangement for Brazilian foreign policy

Silva, Elaini Cristina Gonzaga da; Spécie, Priscila; Vitale, Denise
Fonte: Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL); Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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As políticas públicas nacionais, particularmente a política externa, enfrentam novos desafios para que possam responder aos princípios de atuação externa e à posição que o Brasil tem ocupado no cenário mundial. Entre o conjunto de desafios, destaca-se a percepção de um novo arranjo no processo decisório para formulação e execução da política externa brasileira, evidenciado pela “horizontalização”, ou “descentralização horizontal”, deste processo no próprio Poder Executivo, a partir do momento em que o Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE), ou Itamaraty, deixa de atuar isoladamente na condução dessa política. Do ponto de vista metodológico, a verificação dessa hipótese deve compreender, tanto uma análise normativa da competência dos diversos órgãos constituintes do Executivo federal, quanto uma pesquisa empírica que abranja também a dimensão da práxis política. Este artigo busca contribuir para a análise desse fenômeno por meio da identificação das instituições do Poder Executivo federal brasileiro que tem competência legal para participação nesse processo; e apresentação dos principais eixos da evolução da estrutura organizacional do MRE, tal como prevista normativamente...

Trajetória do Mercosul e mudança de paradigmas e de posições da política externa brasileira : começo virtuoso e crise recente - possíveis interpretações; Texto para Discussão (TD) 2125 : Trajetória do Mercosul e mudança de paradigmas e de posições da política externa brasileira : começo virtuoso e crise recente - possíveis interpretações

Florêncio, Sergio Abreu e Lima
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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O texto parte da premissa de que o Mercosul enfrenta uma crise nos últimos quatro anos, cujos sintomas seriam: perda de prioridade no contexto da política externa brasileira (PEB); resultados comerciais modestos; perfurações da tarifa externa comum (TEC); baixa internalização de decisões do Mercosul nos ordenamentos jurídicos internos; e incapacidade de negociar acordos de preferências comerciais/acordos de livre comércio (ALCs) com economias de grande porte. A crise é examinada tendo como parâmetros as mudanças de paradigmas e de posições da PEB e seus efeitos sobre a prioridade do Mercosul para o Brasil. As cinco seguintes interpretações destinadas a explicar as causas da crise são estudadas, tendo esse referencial teórico (paradigmas) e empírico (posições políticas): i) adoção do modelo intergovernamental em lugar da supranacionalidade; ii) mudança do paradigma americanista/institucionalista pragmático (FHC) para o autonomista (Lula/Dilma); iii) criação da Unasul como fonte de fragilização do Mercosul e de politização da Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA); iv) modelo atípico do Mercosul, ausência de um padrão hub and spoke; e v) a crise seria resultante do divórcio entre a PEB e a Argentina na era Menem/Fernando Henrique e da confluência de políticas intervencionistas nas presidências do casal Kirchner e de Lula – 2º mandato/Dilma. A conclusão aponta para o forte poder explicativo das interpretações i)...

Contribución de Gilberto Freyre en la construcción de una política exterior brasileña en defensa del colonialismo portugués (1950-1960); Contribuições de Gilberto Freyre para a construção de uma política externa brasileira em defesa do colonialismo português (1950-1960); Contributions of Gilberto Freyre to the construction of a Brazilian foreign policy in defense of Portuguese colonialism (1950-1960)

Luna de Oliveira, Sarah
Fonte: Universidade de São Paulo, Universidade de Salamanca e Universia Publicador: Universidade de São Paulo, Universidade de Salamanca e Universia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 17/03/2015 SPA
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Gilberto Freyre defendió la positividad del mestizaje en la formación étnico-cultural de Brasil, un proceso que en su concepción resultó de las capacidades de adaptación e integración del carácter luso con otros pueblos en las regiones tropicales. Como es bien sabido, el desarrollo teórico de las tesis “lusotropicalistas” de Freyre fue utilizado por los ideólogos de la dictadura de Salazar contra las presiones de descolonización de los EEUU, la URSS y de la ONU. Por lo tanto, nuestro objetivo será analizar cómo el sociólogo de Recife ayudó a elaborar una política exterior brasileña capaz de justificar las estrategias de autodefensa del Imperio portugués.; Gilberto Freyre reclamou a positividade da mestiçagem na formação étnico-cultural brasileira, processo que em sua concepção resultou das capacidades de adaptação e integração do gênio lusitano com outros povos em regiões tropicais. Como se sabe, o desenvolvimento de suas teses lusotropicalistas foi oportunamente apropriado pelos ideólogos do regime chefiado por Salazar contra as pressões descolonizadoras dos EUA, URSS e da própria ONU. Deste modo, é nosso objetivo dimensionar de que modo o sociólogo recifense contribuiu para a elaboração de uma política externa brasileira favorável às estratégias autodefensivas do Império lusitano.; Gilberto Freyre defended the positive nature of miscegenation in the ethnic formation of Brazil...

A ANÁLISE DE CONTEÚDO DE PRONUNCIAMENTOS OFICIAIS COMO METODOLOGIA INTERPRETATIVA DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

Costa da Silva, Danielle; Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ); Ribeiro, Renata Albuquerque; Instituto de Estudos Sociais e Políticos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ); Carval
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2015 POR
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A Política Externa brasileira tem entrado cada vez mais no cotidiano da sociedade, passando a ser entendida como política pública. Nesse sentido, com o objetivo de contribuir com métodos de pesquisa para uma maior apropriação da política externa enquanto objeto de análise, o presente artigo, por meio da análise do conteúdo de pronunciamentos oficiais, oferece mais um modelo analítico possível para a área. Apesar de ainda pouco explorada, a ferramenta aqui sugerida pretende analisar semelhanças ou contradições na fala dos líderes políticos que representam a política externa brasileira. Para isso foi criado um extenso banco de dados dos pronunciamentos oficiais dos presidentes brasileiros, a fim de investigar como as mudanças na política externa brasileira repercutem nos discursos oficiais em diferentes tópicos. Por meio do método aqui proposto, tem-se a intenção de tornar pública a ação e/ou intenção dos governos, bem como facilitar e estimular o uso da interpretação dos pronunciamentos oficiais para fins de pesquisa acadêmica. Inicialmente, são apresentados a perspectiva teórica utilizada, os conceitos aplicados e a construção da análise. Na parte empírica, ilustramos nosso argumento com um exemplo de aplicação do método...

As transformações matriciais da Política Externa Brasileira recente (2000-2010)

Reis da Silva, André Luiz; Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Fonte: Meridiano 47; Meridiano 47 Publicador: Meridiano 47; Meridiano 47
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 29/07/2010 POR
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Este artigo tem como objetivo analisar as transformações da política externa brasileira da última década (2000-2010), a partir do conceito de matriz de inserção internacional. Identifica as linhas de ruptura e continuidade na política externa dos governos Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).

A construção do horizonte e o futuro do estudo da política externa brasileira

Ramanzini Junior, Haroldo; UFU/CEDEC/INCT-INEU; Souza Farias, Rogério de
Fonte: Meridiano 47; Meridiano 47 Publicador: Meridiano 47; Meridiano 47
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 22/05/2013 POR
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Há uma crescente literatura sobre o que se considera um processo de “horizontalização” da política externa brasileira. No presente texto, busca-se discutir algumas bases dessa tese de modo a contribuir para o adensamento teórico e metodológico do campo de estudos.  There is a growing literature on what is considered a process of “horizontalization” of Brazilian Foreign Policy. This paper aims to discuss some bases of this thesis in order to contribute theoretically and methodologically for the strengthening of the field.

Política externa brasileira: padrões e descontinuidades no período republicano

Fonseca Jr.,Gelson
Fonte: IPRI-UNL e Tinta da China Publicador: IPRI-UNL e Tinta da China
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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Existe um razoável consenso, entre historiadores, de que a continuidade é um dos traços característicos da política externa brasileira. Nesse sentido, o artigo analisa a política externa brasileira partindo de uma compreensão da noção de continuidade, para depois serem apresentados alguns dos principais cenários de actuação diplomática do Brasil desde a República, como sejam, a América do Sul, as relações com os Estados Unidos, o multilateralismo assim como as relações com a Europa ou África.

A política externa brasileira da democracia: O paradoxo da mudança na continuidade?

Fonseca,Carmen
Fonte: IPRI-UNL e Tinta da China Publicador: IPRI-UNL e Tinta da China
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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O artigo analisa a evolução da política externa brasileira e identifica as linhas de continuidade e mudança, entre 1985 e 2010. O nosso argumento é que as linhas de força da política externa brasileira foram formuladas antes da democratização, incluindo o período do regime militar; porém as prioridades têm vindo a ser hierarquizadas de forma diferente levando, consequentemente, à implementação de diferentes estratégias, em função das transformações internas e externas. A política externa da democracia é por isso caracterizada pelas mudanças na continuidade.

Continuidade e mudança na política externa brasileira: As especificidades do comportamento externo brasileiro de 2003 a 2010

Saraiva,Miriam Gomes
Fonte: IPRI-UNL e Tinta da China Publicador: IPRI-UNL e Tinta da China
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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O objetivo do artigo é analisar a política externa brasileira do Governo de Lula da Silva tomando como foco seus graus de continuidade e mudança. Com este objetivo, apresenta inicialmente um debate sobre continuidade e mudança na política externa brasileira, assim como examina as correntes de pensamento que influenciaram em seu processo de formulação. Apresenta em seguida um breve histórico da política externa do Governo de Cardoso com vistas a marcar o grau de continuidade desta política em relação à de seu antecessor. O artigo concentra sua análise na política externa do Governo de Lula da Silva, destacando suas diferenças entre o primeiro e o segundo mandato. Sua conclusão orienta-se para questões de continuidade e mudança.