Página 1 dos resultados de 2518 itens digitais encontrados em 0.009 segundos

Arqueologia(s) do poder : espaço público : um projecto político, antropológico e poiético

Bastos, Fernando José Rodrigues Evangelista Machado
Fonte: Porto : [Edição do Autor] Publicador: Porto : [Edição do Autor]
Tipo: Tese de Doutorado
POR
Relevância na Pesquisa
46.17%
Tomando como referência a noção de poder e a forma da sua manifestação no exercício político ao longo da história do pensamento, procura-se, através de um atlas civilizacional pautado por autores de menção incontornável - sofistas, Platão, Aristóteles, S. Agostinho, T. More, Maquiavel, Campanella, Hobbes, J-J Rousseau, Hegel, Marx e Nietzsche - fazer uma arqueologia que seja capaz de desconstruir os artefactos teóricos que formatam as nossas idiossincrasias no espaço público. Arqueologia que, a partir de uma leitura política da filosofia desses autores, tem por objectivo compreender as dinâmicas contemporâneas que ocorrem no espaço público contemporâneo. Tendo em conta as soluções, ou utopias, que o passado convocou, pretende-se olhar as contradições e as tensões entre o individual e o social, entre o círculo totalitário e o horizonte democrático que vão eclodindo num espaço que confronta governantes e governados. A democracia ocidental assenta na ideia de um contrato social e político banalizado pelo tempo e pela história. Tal realidade, em certa medida, favoreceu o esquecimento dos seus princípios genésicos provocando uma clara separação, se não oposição, entre uma democracia formal e uma democracia que...

Estado e relações de poder no pensamento genealógico de Michel Foucault

Kelm, Caroline
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
56.3%
Resumo: Este trabalho tem como meta compreender por que Foucault voltou seu olhar para as relações de poder no âmbito do Estado, tema inicialmente rechaçado e relegado a segundo plano em sua obra. Procurarei explicar como esta temática ganhou relevância no decorrer das análises do autor, sobretudo a partir de suas pesquisas sobre o biopoder e sobre as práticas políticas de cunho liberal. Tais pesquisas o levaram a formular o conceito de "governamentalidade", para designar as novas estratégias políticas desenvolvidas a partir do século XVIII e seu distanciamento do tradicional poder da soberania. Tratar-se-á de examinar como este conceito, bem como a sua compreensão do biopoder, se destinaram à compreensão de diferentes lógicas de poder que atuam na sociedade e no Estado. Nosso recorte se volta sobretudo para a análise das obras e cursos do autor no período comumente designado de genealógico: da série de palestras A Verdade e As Formas Jurídicas (1973), passando por Vigiar e Punir (1975), até o curso Segurança, Território, População (1978). Partindo de uma breve explicação inicial sobre o seu conceito de poder e sobre o seu método de pesquisa, apresentarei e discutirei debates e críticas referentes às suas teorias e concepções. Em particular...

O poder e o sujeito em Michel Foucault: da sociedade disciplinar à sociedade de controle

Santana, Marival Baldoino de
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
Relevância na Pesquisa
46.36%
Esta dissertação trata do problema do poder e da sujeição do sujeito. Procuramos compreender como Michel Foucault entende o poder e suas relações com o saber, que através de seus mecanismos atua como uma força coagindo, disciplinando e controlando os indivíduos. Para Foucault, na modernidade, à medida que foram mudando as relações sociais, políticas e econômicas, também foram sendo produzidas novas relações de poder, mais adequadas a cada época, em cada sociedade. O poder se exerce em rede e faz com que os indivíduos se submetam, sejam sujeitados. Concomitantemente, o poder, segundo Foucault, apresenta-se também de forma positiva, produtiva. Na medida em que os indivíduos transformam-se em uma espécie de correia de transmissão e de reprodução, surge o biopoder. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This thesis addresses the problem of power and subjection of the subject. We seek to understand how Foucault understands power and its relationship with knowledge, which through its mechanisms acts as a force coercing, disciplining and controlling individuals. For Foucault, in modernity, as they were changing the social, political and economic relations, were also being produced new relations of power...

O governo dos homens na contemporaneidade: laicização do poder e subjetivação massificante; Government of men in contemporaneity: secularization of power and massifying subjetification

Barbosa, Aelton Leonardo Santos
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Filosofia (FAFIL); Faculdade de Filosofia - FAFIL (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Filosofia (FAFIL); Faculdade de Filosofia - FAFIL (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
46.2%
The objective is to determine the manner in which government of men is exercised in contemporary society. Nowadays, nations are organized according to the structure of liberal democracy, a late formation of the liberal discursive practice. Searching for contemporary liberal governmentality specificity, the text makes use of the genealogical method, thus breaking research on provenance and emergence of the object of study. Relying on the analysis of Friedrich Nietzsche and Michel Foucault - respectively, founder and improver of genealogical critique – it verifies what appear to unify its research hypotheses: first, the idea that power as exercised in modernity is the displacement and secularization of a originally religious natured relationship, and secondly, the assertion that, the historically identifiable process of subjects production, is a massification process; modernity would be marked, in an apparent paradox, by the fact that it has a massifying subjectification. The two genealogist philosophers express these theses with the complementary concepts of "herd morality", in the German case, and "pastoral power", in the French case, which refer respectively to the formation of the individual's psychological type of modernity and the incidence mechanisms of power over the bodies subject to it. Foucault notes...

El castigo en Michel Foucault, el control de los sujetos y las relaciones intersubjetivas como mecanismo para ejercer el poder: En búsqueda de una salida a la tensión desde la libertad de los sujetos

Bustamante Posada, Francisco Javier
Fonte: Universidad Tecnológica de Pereira; Facultad de Bellas Artes y Humanidades Publicador: Universidad Tecnológica de Pereira; Facultad de Bellas Artes y Humanidades
Tipo: Tese de Doutorado Formato: PDF
SPA
Relevância na Pesquisa
46.22%
El objetivo que mueve este trabajo es pensar la resistencia y la crítica en Michel Foucault como elementos fundamentales para la posibilidad de la des-sujeción del individuo de las redes del poder-saber. En este sentido, abrir la posibilidad de pensar un ejercicio de la libertad dentro de la estructura misma del poder en el pensador francés, es el fin fundamental en este trabajo de investigación. Para ello se ha utilizado método analítico, dicho método es importante debido al hecho que el mismo Foucault nos presenta una analítica del poder, es decir, el propio pensador francés afirma que su interés no es proponer una forma diferente de poder, sino un análisis para que los individuos puedan ejercer su propia posición crítica frente a las formas como el poder se ejerce. Sólo cuando el poder se describe mediante el análisis de sus diferentes formas y manifestaciones, de su sus maneras de ejercicio y trasformaciones es posible realizar una posición crítica frente al mismo. Por ello, no se puede entender la resistencia y la misma crítica como elementos que están en una relación de exterioridad al poder, sino que se mueven en el mismo circuito de su funcionamiento. Lo anterior, da a entender que la crítica y la resistencia se dan desde espacios particulares...

Filosofía y libertad de expresión en Colombia : una aproximación

Forero Corchuelo, Luis Alberto
Fonte: Pontificia Universidad Javeriana; Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales; Carrera de Filosofía Publicador: Pontificia Universidad Javeriana; Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales; Carrera de Filosofía
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; Trabajo de Grado; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf; 41 p.
SPA
Relevância na Pesquisa
46.21%
La Libertad de Expresión, como derecho fundamental que profesa toda persona cuando expresa sus ideas, no importando si estas son filosóficas, políticas o religiosas, se constituye en una de las bases de cualquier democracia1 y está garantizada y respaldada por el apoyo de instituciones internacionales como la ONU, y también amparada en la Constitución Política en su artículo 20. Como tal, se constituye en un derecho colectivo e individual, que está relacionado estrechamente con la libertad de opinar y de informar. Hoy, se nos presenta a todos un nuevo escenario que se infiere desde el diario vivir y es lo que representan los medios de comunicación, para las sociedades modernas. Así pues, los medios de información y comunicación, se constituyeron en un poder que tiene injerencia en los gobiernos de todo el mundo, con unas consecuencias en el momento impredecibles para los diferentes Estados y para los ciudadanos que han visto cómo en muchas oportunidades se tergiversan y falsean las noticias. No obstante, hay que reconocer que el auge de la prensa en el mundo, la ha llevado a ser considerada como el cuarto poder después de los tradicionales poderes ejecutivo, legislativo y judicial. Se considera en la historia que el calificativo de cuarto poder ha sido dado por la sociedad civil como parte de la democracia y con el fin de equilibrar el impacto de los otros tres poderes y garantizar la libertad...

Fuegos cruzados: la genealogía del poder de Michel Foucault y el marxismo

Santucho, Marcos Ariel
Fonte: Facultad de Filosofía y Humanidades - UNC Publicador: Facultad de Filosofía y Humanidades - UNC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:ar-repo/semantics/artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
SPA
Relevância na Pesquisa
56.31%
Las relaciones teóricas entre Michel Foucault y el marxismo fueron confusas, algunas caracterizadas por una actitud de acercamiento y afinidad, otras por un distanciamiento y rechazo. En nuestro trabajo abordaremos estas relaciones en el periodo genealógico de la producción foucaultiana, desarrollado durante la década del ’70; etapa en la que se propone investigar las relaciones entre poder y saber, objeto de estudio que lo conducirá a un enfrentamiento con el marxismo. Deleuze, Poster, Dreyfus y Rabinow han identificado y explicitado las críticas parciales a la concepción marxista del sujeto, de la ideología y del poder, que generalmente son recogidas y presentadas en conjunto como los motivos por los cuales Foucault impugna el marxismo. Sin embargo, no se ha explorado aún en profundidad si existe un argumento fundamental por el cual el pensador francés rechazaría el marxismo de manera completa, un argumento desde donde sea posible comprender e integrar todas aquellas críticas parciales. A fin de afrontar este problema, sostenemos las siguientes hipótesis de trabajo: en principio, mantenemos que es posible delinear en Foucault una posición teórica definida y argumentada de completo rechazo del marxismo, vinculada con la pretensión de presentar su genealogía del poder como una matriz válida y eficaz de análisis de las relaciones de poder; por otra parte...

Metate. Periódico de la Facultad de Filosofía y Letras. Ciudad Universitaria. Año I. Número 1. Agosto de 2005

Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Periodico
ES
Relevância na Pesquisa
56.21%
Comienza otro año escolar en la Facultad de Filosofía y Letras Tatiana Sule, 1; Entrevista a Norma de los Ríos. América Latina en un momento crucial, Rosalía Carrasco, 2; El estado del tiempo en CU, Francisco Hernández, 3; El que a buen árbol se arrima, María Stoopen, 4; Editorial, Ambrosio Velasco Gómez, 5; Entrevista a Cecilio Martínez, Tania Gómez, 6; La fiesta novohispana, Mariflor Aguilar 7; Cátedra extraordinaria, Gulliermo y Alejandro de Humboldt, Hane Welver; 8; Un caso de abuso de poder y corrupción, Adriana de Teresa Ochoa, 9; El teatro educa y divierte, Carmen Rivero, 10; El futuro de la religión, Lorena García Caballero, 11; Revista Evohé, Mónica Hernández Rejón, 12; El servicio social, oportunidad de poner en práctica la vocación, Patricia Eva Monge, 13; Elecciones y partidos: democracia ausente, César Navarro, 14; Sondeo de Opinión, Rafael Muñozcano, 15; Del nombre real de Don Quijote, Guillermo Quintero, 16; Sobre literatura y verdad, Efren Herrera Caballero, 16; Nuestra facultad en la televisión, Ximena Franco, 17; La Muerte de Narciso, fusión de tradiciones occidentales, Alberto Díaz, 18; Genóma humano y dignidad humana, Juliana González Valenzuela, 19; Martín Heidegger, Daniel España España...

Theoría. Revista del Colegio de Filosofía. Núm. 10 junio de 2000

Colegio de Filosofía, Facultad de Filosofía y Letras
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Revista
ES
Relevância na Pesquisa
56.03%
Publicación completa; ARTÍCULOS; Carmen Trueba Atienza, El error poético en Aristóteles 11; Martha Robles, El símbolo de Atenea 23; Greta Rivara, María Zambrano y la actitud filosófica 43; Pedro Enrique García Ruiz, Ética y fenomenología en Emmanuel Levinas 49; NIETZSCHE; Diego Sánchez Meca, Nietzsche en Deleuze: hacia una genealogía del pensamiento crítico 65; Giuliano Campioni, Nietzsche, Wagner y el Renacimiento italiano 85; Paulina Rivero Weber, Locura y muerte de Dios en la filosofía de Nietzsche 107; Rebeca Maldonado, Nietzsche: creación y sacrificio 117; DISCUSIÓN; Humberto Schettino,Comentario al artículo «Derecho y poder en la crisis de la soberanía» 129; Antonella Attili, Notas al comentario de H. Schettino 137; RESEÑAS Y NOTAS; Bolívar Echeverría, Hacia una ética disruptiva 145; Josu Landa, La dignidad epistémica de la anécdota 149; Ana María Martínez de la Escalera, Decir el nombre propio 157; ABSTRACTS 163; COLABORADORES 169

Boletín de la Facultad de Filosofía y Letras. UNAM. Núm. 15-16, enero-abril de 1998

Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Periodico
ES
Relevância na Pesquisa
56.21%
La digitalización y versión electrónica de este boletín fue realizada por el Lic. Filiberto García Solís, encargado de las Colecciones especiales y Fondo reservado Manuel de Ezcurdia de la Biblioteca Samuel Ramos de la Facultad de Filosofía y Letras. //// Índice; Al pie de la letra: Arturo Souto Alabarce, El 98, 3; Horacio López Suárez, El centenario de la generación del 98, 7; Federico Álvarez, ¿Qué recuperar del 98?, 9; Federico Patán, A Unamundo lo conocí en la avenida Hidalgo, 12; Federico Patán, Octavio Paz, 15; Raquel Luzárraga Alonso, Segunda generación novelística de la posguerra: la temática J. Marsé, J. Goytisolo, J. Benet, 18; María Rosa Palanzón, Un discurso libertario no interrumpido, 22; Carmen Galindo, En la obra de José Luis González. La magnífica diversidad de Puerto Rico, 24; Entrevista: Boris Berenzon Gorn a Miguel León Portilla, 27; Jano: El poder y el valor, Luis Villoro y Ambrosio Velasco, 32; Caja de tipos: -Novedades- Juliana González y Josu Landa (coords.), Los valores humanos en México; Cristina Gómez Álvarez, El alto clero poblano y la revolución de Independencia, 1808-1821, 35; Joaquín Sánchez MacG régor, Tiempo de Bolívar, Una filosofía de la historia latinoamericana; Lizbeth Sagols...

Metate. Periódico de la Facultad de Filosofía y Letras. Ciudad Universitaria. Año IV. Número 26. Noviembre-diciembre de 2008

Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Periodico
ES
Relevância na Pesquisa
56.19%
La dignidad recuperada Editorial,1; Aime Césaire el africano Fabián Adono, 2; Perredismo: ¿alguien sabrá que significa pensar? Gerardo de la Fuente Lora, 3; Mujeres guerreras en el desierto de Ciudad Juárez Araceli Campos M., 4; Asimetría: erómenos-erastés Rose-Marie Mariaca Fellmann, 5; Atisbos a Desde el umbral, de Graciela Bellon Mauricio Molina, 6; III Festival de Poesía: Las lenguas de América Darío Camacho Leal, 7; Mircea Eliade: de la antropología de lo sagrado a la pregunta de Parsifal Darío Camacho Leal, 8; Pensar el ensayo Liliana Weingberg, 9; El poder identificarse sin glorificar Juan Aurelio Meza, 10; A propósito del premio Norman Sverdlin Carla Merino Rajme, 11; XII Congreso Nacional de Pedagogía, 12. //// Directoras: Dra. Mariflor Aguilar Rivero, Lic. Martha Cantú. Consejo Editorial: Dr. Ambrosio Velasco Gómez, Dra. Tatiana Sule, Dr. Raúl Alcalá, Mtra. Claudia Lucotti, Lic. Pedro Joel Reyes. Consejo de Redacción: Concepción Rodríguez Rivera, Lic. Laura López Talavera. Editora: Concepción Rodríguez Rivera. Asistente de Dirección: Mónica Hernández Rejón. Diseño Original: Elizabeth Díaz Salaberría, Víctor Manuel Juárez Balvanera, Alejandra Torales Morales. Formación: Elizabeth Díaz Salaberría.; Metate es el nombre del nuevo periódico de la Facultad de Filosofía y Letras (2005) ...

Metate. Periódico de la Facultad de Filosofía y Letras. Ciudad Universitaria. Año III. Número 22. Abril de 2008

Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Periodico
ES
Relevância na Pesquisa
56.19%
En el caso Ecuador: mentira y manipulación informativa Tatiana Sule Fernández, 1; De Zongolica a Cancún y de ahí a la Suprema Corte… Carmen Aristegui, 2; Gandhi y la lucha social no violenta activa Pietro Ameglio Patella, 3; Fernando Mendoza Estrada, 12 años de servicio en la UNAM Rosario Orta, 4; Entrevista a Francisco Prieto Liliana Martínez Capaceta, 5; Alberto Athié Gallo: la lucidez en la indignación Liliana Martínez Capaceta, 6; El doctor José Barba exige justicia Julieta Lizaola, 7; Sexo, mentiras y poder: invitación a la lectura Prueba de fe Carlos Andrés Aguirre Álvarez, 8; Walter Benjamin: terreno en construcción Darío Camacho Leal, 9; Marcial Maciel y los Legionarios de Cristo Sergio Rubén Maldonado, 10; Sobre Pensadores del acontecimiento de Cesáreo Morales Óscar Martiarena, 11; Algo oscuro y maldito Eduardo Buendía Reséndiz, 12; El obsceno suplemento secreto Carlos Oliva Mendoza, 13; Carmen Aristegui, Sanjuana Martínez y Guadalupe Blanco en CU Darío Camacho Leal, 14.//// Directoras: Dra. Mariflor Aguilar Rivero, Lic. Martha Cantú. Consejo Editorial: Dr. Ambrosio Velasco Gómez, Dra. Tatiana Sule, Dr. Raúl Alcalá, Mtra. Claudia Lucotti, Lic. Pedro Joel Reyes.Consejo de Redacción: Concepción Rodríguez Rivera...

Theoría. Revista del Colegio de Filosofía. Núm. 7 diciembre de 1998

Colegio de Filosofía, Facultad de Filosofía y Letras
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Revista
ES
Relevância na Pesquisa
56.03%
Publicación completa; ARTÍCULOS; Sergio Pérez Cortés, Cartas en la antigüedad. Desde la Grecia clásica hasta san Jerónimo 11; Antonella Attili, Derecho y poder en la crisis de la soberanía 29; EN FAVOR DE GADAMER; Mariflor Aguilar, Presentación 51; Ambrosio Velasco Gómez, La relevancia del pensamiento de Gadamer en la filosofía: más allá de la modernidad y la posmodernidad 55; María Rosa Palazón, Hermenéutica e historicismo 67; Carlos Oliva Mendoza, La permanencia del pasado: lo clásico en el tiempo 79; DISCUSIÓN; Carmen Trueba Atienza, Sobre el criterio de legitimidad de las leyes 101; Pedro Stepanenko, Comentario al artículo «Kant y el conocimiento de sí mismo» 107; RESEÑAS Y NOTAS; Paulette Dieterlen, La razón política de un clásico contemporáneo 115; Isabel Cabrera, La religiosidad maya 123; Elisabetta Di Castro, Amartya Sen. Premio Nobel de Economía 1998 127; ABSTRACTS 133; COLABORADORES 139

Breve historiografía del Poder: Una visión crítica de la Ley y del Estado

Gallo Montoya, Franco
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
Relevância na Pesquisa
46.21%
El breve trabajo que sigue es el resultado de una investigación que quiso ser seria, y quizás la más amplia que haya llevado adelante nunca. Lo anterior no quiere decir que aquella se encuentre totalmente resuelta, pues, como se verá más adelante, se trata de una de esas tematizaciones que nunca terminan. El Poder, comprendido como el dominio general de un ser vivo sobre otro, ha sido tratado antes con suma amplitud, y siempre se puede ir más allá. En ningún momento he querido situar mi labor en la misma línea de tantos filósofos e historiadores grandiosos, que por siglos han llenado las cabezas de los jóvenes con sublimes ideas, pues estoy cierto de no encontrarme en la capacidad ni los conocimientos.

Literatura en la década de los sesenta y comienzo de los setenta en la obra de Michel Foucault: una condición de posibilidad para el método arqueológico y la reflexión sobre el poder

Farías Becerra, Rafael
Fonte: Universidad de Chile; CyberDocs Publicador: Universidad de Chile; CyberDocs
Tipo: Tesis
ES
Relevância na Pesquisa
46.25%
Tesis para optar al grado de Magíster en Filosofía mención en Axiología y Filosofía Política; Esta tesis problematiza los vínculos existentes entre literatura y filosofía en la obra de Michel Foucault. Para ello, nuestra investigación centra su atención en aquellos textos desarrollados por este autor durante la década de los sesenta y comienzo s de los años setenta, debido a que es en este período donde se encuentran con cierta continuid ad, la mayoría de sus reflexiones acerca del ser del lenguaje y la literatura. Dichos textos, tales como reseñas, artículos, entrevistas, lecciones, entre otros, han sido reorganizados y releídos por nuestra investigación, en base a una lectura que busca desprenderse de aquellos análisis que sólo conciben a la literatura en Michel Foucault como una mera referencia, un gesto estético o en el mejor de los casos una reflexión filosófica particular, por lo que ésta siempre ha sido vista como un material comp lementario a la discusión filosófica desarrollada en torno al saber y , posteriormente en relación al poder, durante dicho período en que se centra nuestro análisis. De este modo, la principal problemática que se plantea nuestra investigación es: ¿Cuál es el rendimiento que presenta la reflexión literaria en el discurso filosófico desarrollado por Foucault durante la década de los sesenta y comienzos de los setenta? Ante esta interrogante...

Aportes de la teoría feminista a la filosofía: En torno al tema del poder

Donoso Alcántara, Laura
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
Relevância na Pesquisa
46.22%
En el trabajo que a continuación desarrollaré “Aportes de la teoría feminista a la filosofía en torno al tema del poder”, revisaré textos de algunas filósofas que han tenido por preocupación su condición de mujeres y que en ese contexto han abordado el tema del poder, cada una desde su propia perspectiva. Estas obras se inscriben dentro de la tradición feminista, siendo el feminismo un movimiento teórico - práctico que tiene como meta la emancipación de la mujer de la sujeción patriarcal, que surge como heredero directo de la Ilustración del siglo XVIII.

Violencia, poder y palabra: una aproximación filosófica al pensamiento de Pierre Clastres

Uribe Gajardo, Fernanda
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
ES
Relevância na Pesquisa
46.21%
Informe de Seminario para optar al grado de Licenciada en Filosofía; Considerando la separación entre sociedades sin Estado y sociedades con Estado, se califican las dos formas respectivas de poder y de violencia que Pierre Clastres desarrolla para cada una de ellas. De este modo, es posible dar cuenta de la función de la palabra política –como discurso oral y como escritura- que en ambos espacios está operando a partir de la oposición en la concepción del poder, centralizado o colectivizado, en tanto se nos presenta la posibilidad de referirnos, en oposición a un discurso coercitivo propio de las sociedades estatales, a un discurso de carácter político en las sociedades primitivas que no es autoritario pues promueve la ley de indivisión que impide que el poder se separe de la comunidad. Del mismo modo, la escritura en el cuerpo funciona como una decisión política que busca neutralizar todo germen autoritario que pueda afectar la organización de la sociedad primitiva pasando a ser, antes que sin escritura, contra la escritura.

CONOCIMIENTO Y SUBJETIVIDAD: Una mirada arqueológica y genealógica a las relaciones entre poder y saber

Núñez Verdejo, Rocío Javiera
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
Relevância na Pesquisa
46.24%
El presente trabajo expone el planteamiento de F. Nietzsche acerca del tema del conocimiento, presente a lo largo de su obra, y que se liga con temáticas fundamentales de toda su filosofía. También el trabajo aborda las reflexiones filosóficas de M. Foucault acerca del conocimiento y del saber, tanto en su etapa arqueológica, en donde se ocupa del análisis de los discursos, como en la etapa genealógica, en la que estudia las relaciones de saber-poder. Como resultado de la investigación se establece la relación que une a ambos filósofos, ya en su desprendimiento de los universales Razón, Historia, Sujeto, como en las analogías entre voluntad de verdad-voluntad de poder y las relaciones saber poder.

Introducción a los fundamentos de la doctrina de la intencionalidad de la conciencia en la filosofía de E. Husserl

Novoa Artigas, Nicolás
Fonte: Universidad de Chile; CyberDocs Publicador: Universidad de Chile; CyberDocs
Tipo: Tesis
ES
Relevância na Pesquisa
46.19%
El presente trabajo busca constituir una introducción al concepto de “intencionalidad de la conciencia” en la filosofía de E. Husserl. En la medida en que este concepto juega un rol principal en la filosofía de su autor, es posible comprender la tarea de este trabajo como la de una introducción a ciertos aspectos esenciales de la posición filosófica general que se expresa en la Filosofía Trascendental de Husserl. Con este objetivo, el trabajo se divide, en su parte principal, en cuatro capítulos, que pretenden abarcar los elementos decisivos de los fundamentos de la intencionalidad. Cada uno de ellos hace tema de un aspecto de esa trama de fundamentos. En el primer capítulo, se trata de una introducción general a la posición filosófica de Husserl. En él se busca aclarar el sentido general de la empresa husserliana, a luz de ciertos momentos esenciales y fundamentales de la misma. El segundo capítulo trata del concepto de intencionalidad en la filosofía de Brentano, en la medida en que representa el contexto desde donde Husserl recibe el concepto en cuestión. El capítulo tercero busca dar cuenta de la recepción por parte de Husserl del planteo brentaniano, trayendo a la luz tanto lo que rescata de dicho planteo...

O Sentido da Filosofia na Escola: (Não) É O Que Não Pode Ser

Oliveira, Paula Ramos de; Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
Fonte: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação Publicador: Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 14/10/2011 POR
Relevância na Pesquisa
46.37%
Qual o lugar da filosofia na escola? Qual a liberdade que a filosofia encontra na escola para poder ser o que quer? A escola sustenta-se em modelos, busca a padronização, o igual; já a filosofia procura aquilo que nem mesmo ela é para poder continuar sendo filosofia. A filosofia pode incomodar a estrutura de poder da escola e colaborar com a construção de um espaço mais humano, mas também estimular o seu inverso ao não enfrentar as relações de poder nesta instituição, preservando o que deveria ser eliminado. Em diversos textos - ―Educação após Auschwitz‖, ―Tabus a respeito do professor‖, ―Educação contra a barbárie‖, entre outros - Adorno aponta a necessidade de a escola opor resistência à barbárie, que é o contrário da formação (Bildung). Assim, a escola deve servir à desbarbarização da humanidade, mas para isto deve libertar-se dos tabus. Que papel tem o professor de filosofia neste contexto? Sua postura frente ao conhecimento, as relações que estabelece com os alunos e com o conteúdo, marcam uma postura política e uma concepção de educação que podem afirmar ou negar a própria filosofia. Como fazer efetivamente filosofia na escola? Se a filosofia levasse a cabo discussões consideradas pedagógicas...