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Levantamento e análise fitossociológica das principais espécies de plantas daninhas de pastagens da região de Selvíria (MS)

Carvalho, S.L.; Pitelli, R.A.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 25-32
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O presente trabalho trata do levantamento e análise fitossociológica de espécies de plantas daninhas, tóxicas ou não, infestantes de pastagens, no município de Selvíria, Estado de Mato Grosso do Sul. Para tanto, foram realizadas visitas periódicas às áreas infestadas, tendo sido coletadas excicatas para identificação botânica em dez fazendas da região. O levantamento foi tanto de natureza quantitativa como também de natureza qualitativa. Foram identificadas 73 espécies de plantas, havendo poucas espécies com distribuição generalizada. A família MALVACEAE foi a que apresentou o maior número de indivíduos e a maior densidade, enquanto que as famílias ASTERACEAE e LEGUMINOSAE apresentaram maior número de espécies nas áreas estudadas. As espécies mais abundantes foram Sida rhombifolia var. typica K. Schum e Sida cordifolia L., ambas classificadas como indivíduos solitários (sol). A espécie com maior freqüência foi S. cordifolia L. com 64,5% em relação à área total estudada. O coeficiente de similaridade para as localidades estudadas variou de 21,6% até 80%, com média de 55,8 ± 1,95% (desvio padrão da média). Foram também identificadas diversas espécies tóxicas ou suspeitas de intoxicação ao gado.; In the present work...

Caracterização morfológica e citogenética de sementes e plântulas de algumas espécies de plantas tóxicas

Andrade, Débora Aparecida Verde de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vii, 44 f. : il.
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56.5%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas) - FCAV; Este trabalho teve como objetivo caracterizar morfologica e citogeneticamente as especies de plantas toxicas: Crotalaria lanceolata E. Mey., Ricinus communis L., Cassia occidentalis L. , Canavalia ensiformis D.C. e Amaranthus spinosus L.. Para a morfologia utilizou-se sementes e plantulas que foram esquematizadas com auxilio de estereomicroscopio equipado com camara clara.Para a citogenetica utilizou-se pontas de raizes, hidroxiquinoleina e coloracao Giemsa. Crotalaria lanceolata E. Mey. apresenta sementes com variados tons de castanhos. A germinacao e epigea e fanerocotiledonar. O embriao e cotiledonar e o endosperma mucilaginoso. Apresenta numero cromossomico 2n = 16 cromossomos, com comprimento medio geral de 3,340 Êm } 0,689. Ricinus communis L. possui sementes com testa mesclada em tons castanhos, com caruncula visivel localizada na parte inferior da semente, germinacao epigea e fanerocotiledonar.O embriao e cotiledonar e o endosperma oleaginoso. O numero cromossomico 2n = 10 cromossomos, com comprimento cromossomico medio de 1,123 Êm } 0,327. Cassia occidentalis apresenta sementes com tons marrom-escuro...

Plantas tóxicas do município de Cananéia: um enfoque etnobotânico

Oler, Juliana Rodrigues Larrosa
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 52 f.
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Among several sites in Brazil, where the local human community develop a consistent knowledge on the environment they live, there is Cananeia local authority in south coast of Sao Paulo. The history of Cananeia is presented as an ancient human occupation, which, nowadays, culminates in 12000 habitants that survive from tourism and fishing. Considering the great importance of the knowledge about plant toxicity, the objective of this work is to develop a study with the residents and its focus is their acquaintance with toxic plants, which occur on contiguous areas. After a preliminary recognition field work, the local authority under study was subdivided into two areas for sampling, characterized by the different levels of human occupation: (A) Island area, more occupied, and (B) Continental area, less occupied. The semi-structured interviews were conducted in both areas according to the “snow ball” method, due to the specifically interest of making comparisons. The plant species cited in the interviews were collected, herborized and identified. One proceeded quali- and quantitative analysis in order to elucidate differences between the studied areas, to establish relations among age/sex of the habitants, the cited species diversity and the practice of knowledge transmission. Were carried out 90 interviews (47 in island...

Levantamento das principais plantas tóxicas de interesse pecuário para bovinos no município de Rio Verde-GO

Francischini, Cristiane Raquel Dias
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xi, 40 p. : il.
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Pós-graduação em Medicina Veterinária - FCAV; In Brazil ingestion of toxic plants cause substantial economic losses in extensive cattle ranching. It is known that the study of plants in areas with little research enables the inclusion of plants that occur in a given region to cause poisoning of the cattle. This increases the need to monitor the plant species in a given geographic region. The objective was to determine the toxic plants of interest that occur livestock in pastures and edges of savanna in Rio Verde -GO. Analyzed a total of 13,630 hectares, equivalent to 8 % of pastures in the county in focus. These areas were inspected them and plant material collected for later identification. Of these , based on the frequency of the dry season , the main plants found were Crotalaria spectabilis , Senna obtusifolia , Lantana camara , Pteridium aquilinum , mollis Dimorphandra , Enterolobium contortisiliquum and , in the rainy season , those with the greatest frequency were Crotalaria spectabilis , Lantana camara , Pteridium aquilinum , Senna obtusifolia . The householders were unable to associate the presence of toxic plants in pastures with possible signs of disease in the herd. Concludes that the study needs of educational campaigns and extension so that there is awareness of the toxicity of weeds found so that they can be eradicated from the pastures or precautions taken mainly in the dry season where there is scarcity of pasture and municipality where some of these plants that are typical savanna trees...

Avaliação da toxicidade de plantas ornamentais frente ao teste com artemia salina leach

MACHADO, Karina Zaia
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 48 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Química.; Plantas tóxicas podem causar sérios danos a seres humanos e animais, com prejuízos significativos a saúde pública e a pecuária. Segundo o Centro de Informação Toxicológica do estado de Santa Catarina (CIT-SC), um número restrito de plantas ornamentais está relacionado com a maioria das intoxicações, sendo que comigo-ninguém-pode responde sozinho por 30% dos casos. Outras plantas como aroeira, arruda, copo-de-leite, coroa-de-cristo, espada-de-são-jorge e espirradeira, que serão estudadas neste trabalho, seguem a lista das principais plantas tóxicas. O bioensaio que utiliza A. salina apresenta boa correlação com ensaios de toxicidade em geral e anti-tumorais. Sendo assim, este trabalho utiliza o bioensaio de A. salina na avaliação do grau de toxicidade de algumas plantas ornamentais, notoriamente tóxicas. Por este bioensaio, toma-se como base para considerar uma planta tóxica, o valor de DL50 < 1000 ppm. As espécies ornamentais foram identificadas no Departamento de Botânica-UFSC. O material botânico foi submetido a secagem com posterior maceração em etanol. Os extratos obtidos foram concentrados em evaporador rotativo e avaliados quanto a toxicidade frente a A. salina em concentrações de 50-1000 ppm. Os testes foram feitos em triplicata...

Plantas tóxicas para ruminantes e eqüídeos no Seridó Ocidental e Oriental do Rio Grande do Norte

Silva,Durval M. da; Riet-Correa,Franklin; Medeiros,Rosane M.T; Oliveira,Odaci F. de
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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56.64%
Para determinar a ocorrência de diferentes intoxicações por plantas na região do Seridó Ocidental e Oriental do Rio Grande do Norte foram entrevistadas 82 pessoas, entre produtores e técnicos em 17 municípios. De acordo com esse inquérito as duas intoxicações mais importantes são as por Ipomoea asarifolia, que causa sinais nervosos em ovinos, caprinos e bovinos, e por Aspidosperma pyrifolium que, segundo os entrevistados, causaria abortos em caprinos, ovinos e bovinos. O efeito abortivo desta última planta foi comprovado em caprinos, mas não em bovinos e ovinos. Alguns entrevistados mencionaram, também, a intoxicação por A. pyrifolium como causa de sinais nervosos em bovinos e eqüídeos, o que ainda não foi comprovado. Intoxicações por plantas cianogênicas, incluindo Manihot spp, Anadenanthera colubrina var. cebil (=Piptadenia macrocarpa), Sorghum bicolor e Sorghum halepense são importantes na região. São importantes, também, as intoxicações por Prosopis juliflora em bovinos e, com menor freqüência, em caprinos, por Crotalaria retusa em eqüinos, ovinos e bovinos e por Mascagnia rigida em bovinos. As intoxicações por Brachiaria decumbens e Enterolobium contortisiliquum ocorrem esporadicamente. Outras intoxicações menos importantes são as causadas por Indigofera suffruticosa...

Intoxicações por plantas e micotoxinas associadas a plantas em bovinos no Rio Grande do Sul: 461 casos

Rissi,Daniel R.; Rech,Raquel R.; Pierezan,Felipe; Gabriel,Adriane L.; Trost,Maria E.; Brum,Juliana S.; Kommers,Glaucia D.; Barros,Claudio S.L.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2007 PT
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56.5%
Foi realizado um levantamento nos arquivos do Laboratório de Patologia Veterinária (LPV) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e revisados os laudos de necropsias de bovinos realizadas entre 1990 e 2005. Foram revisados 2.912 casos referentes a necropsias realizadas por membros do LPV ou a materiais de necropsias realizadas por veterinários de campo que enviaram amostras para avaliação histológica no LPV. Em 461 (15,83%) das necropsias, a causa da morte foi atribuída à ingestão de plantas tóxicas. Em ordem decrescente de freqüência, intoxicações pelas seguintes plantas foram diagnosticadas: Senecio spp (56,14%), Pteridium aquilinum (12,06%), Ateleia glazioviana (10,31%), Solanum fastigiatum (5,04%), Baccharis coridifolia (3,29%), Xanthium cavanillesii (3,07%), Senna occidentalis (2,63%), Ramaria flavo-brunnescens (2,41%), Amaranthus spp (2,19%), Vicia villosa (1,54%), Ipomoea batatas, Prunus sellowii e polpa cítrica (0,44% cada), Cestrum parqui, Claviceps paspali, Claviceps purpurea, Brachiaria spp e Lantana sp (0.22% cada). Em um determinado surto o número de bovinos afetados era substancialmente maior que o número de necropsias realizadas. São discutidos os aspectos relacionados à distribuição geográfica...

Intoxicações por plantas em ruminantes e equídeos no Sertão Paraibano

Assis,Tales S.; Medeiros,Rosane M.T.; Araújo,José Allan S. de; Dantas,Antônio F.M.; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 PT
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56.54%
Foi realizado um levantamento das intoxicações por plantas em 20 municípios do Sertão Paraibano, onde foram entrevistados 50 produtores e 11 médicos veterinários. De acordo com o levantamento realizado, Ipomoea asarifolia e Mascagnia rigida são as intoxicações mais importantes. Indigofera suffruticosa, as plantas cianogênicas (Sorghum vulgare, Piptadenia macrocarpa e Manihot spp.), Mimosa tenuiflora, Aspidosperma pyrifolium e Crotalaria retusa são plantas importantes como causa de intoxicações na região. Os entrevistados relataram casos esporádicos de intoxicação por Ricinus communis, Enterolobium contortisiliquum, Prosopis juliflorae Brachiaria decumbens. Ziziphus joazeiro, Passiflora sp., Caesalpina ferrea e Crescentia cujete foram mencionadas como causa de abortos em ruminantes. Frutos de Crescentia cujete foram administrados a duas cabras prenhes causando mortalidade perinatal e abortos. As cascas de feijão (Phaseolus vulgaris e Vigna unguiculata) e as folhas de Licania rigida (oiticica) são associadas à sobrecarga ruminal em bovinos. As frutas de Mangifera indica (manga)e Anacardium occidentale (cajú) são responsabilizadas por causarem intoxicação etílica. Dalechampia sp. e Croton sp. foram citadas pelos entrevistados como possíveis plantas tóxicas...

Plantas tóxicas para ruminantes e eqüídeos no Norte Piauiense

Mello,Gustavo W.S.; Oliveira,Diego M.; Carvalho,Ciro J.S.; Pires,Lidiany Viana; Costa,Francisco A. L.; Riet-Correa,Franklin; Silva,Silvana M.M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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66.8%
Este trabalho teve por objetivo realizar um levantamento sobre as plantas tóxicas para ruminantes e equídeos na Mesorregião Norte do Piauí. Foram feitas 71 entrevistas a médicos veterinários, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas e produtores de 16 municípios, entrevistando pelo menos quatro pessoas por município. As plantas comprovadamente tóxicas que foram apontadas com maior frequência na região estudada foram Ipomoea asarifolia, que causa intoxicações em pequenos ruminantes em todas as áreas visitadas. Stryphnodendron coriaceum pelas mortes que ocasiona é, aparentemente, a planta que causa maiores perdas econômicas na mesorregião estudada. Enterolobium contortisiliquum também foi citada como causa importante de sinais digestivos, abortamentos e fotossensibilização em bovinos da região. Os entrevistados confirmaram a ocorrência de surtos de intoxicação em bovinos por Thiloa glaucocarpa no inicio do período chuvoso. Manihot spp. e Piptadenia macrocarpa são plantas cianogênicas apontadas como causa de mortes superagudas em bovinos. Outras plantas relatadas como tóxicas pelos entrevistados, mas sem que haja comprovação de sua toxicidade, foram Buchenavia tomentosa, Caesalpinia sp., Brunfelsia sp....

Intoxicações por plantas diagnosticadas em ruminantes e equinos e estimativa das perdas econômicas na Paraíba

Assis,Tales S.; Medeiros,Rosane M.T.; Riet-Correa,Franklin; Galiza,Glauco J.N.; Dantas,Antônio F.M.; Oliveira,Diego M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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56.56%
Foi realizado um levantamento dos surtos de intoxicações por plantas em ruminantes e equinos diagnosticados no Laboratório de Patologia Veterinária (LPV), do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Patos, Paraíba, no período de 2000-2007. Em bovinos 7,4% dos diagnósticos realizados pelo LPV foram intoxicações por plantas. Foram diagnosticadas intoxicações por Centhraterum brachylepis (um surto), Brachiaria spp. (um surto), Crotalaria retusa (dois surtos), Ipomoea batatas (um surto), Marsdenia sp. (um surto), gramíneas contendo nitratos e nitritos (um surto por Echinochloa polystachya e dois surtos por Pennisetum purpureum), Palicourea aeneofusca (um surto), Prosopis juliflora (três surtos), Nerium oleander (um surto) e Mimosa tenuiflora (sete surtos). Na espécie ovina 13% dos diagnósticos foram intoxicações por plantas. Os surtos foram causados por Ipomoea asarifolia (quatro surtos), Brachiaria spp. (três surtos), Crotalaria retusa (dois surtos), Tephrosia cinerea (dois surtos), Panicum dichotomiflorum (um surto), Mascagnia rigida (um surto) e malformações associadas à ingestão de Mimosa tenuiflora (20 surtos). Nos caprinos, 6,4% dos diagnósticos corresponderam à intoxicação por plantas. Sete surtos foram causados por Mimosa tenuiflora...

Importância econômica, epidemiologia e controle das intoxicações por plantas no Brasil

Pessoa,Clarice R.M.; Medeiros,Rosane M.T.; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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56.81%
A importância econômica, epidemiologia e controle das intoxicações por plantas em animais domésticos no Brasil são revisadas. Com os dados dos laboratórios de diagnóstico de diferentes regiões do país, as perdas anuais por mortes de animais foram estimadas em 820.761 a 1.755.763 bovinos, 399.800 a 445.309 ovinos, 52.675 a 63.292 caprinos e 38.559 equinos. No Brasil, atualmente, o número de plantas tóxicas é de 131 espécies e 79 gêneros e aumenta permanentemente. No entanto, a maioria das perdas são causadas por poucas plantas, incluindo Palicourea marcgravii, Amorimia spp., Senecio spp., Pteridium aquilinum, Ateleia glazioviana e Cestrum laevigatum em bovinos, Brachiaria spp em bovinos e ovinos, Nierembergia veitchii, Mimosa tenuiflora e Ipomoea asarifolia em ovinos, plantas que contêm swainsonina (Ipomoea carnea, Turbina cordata e Sida carpinifolia) em caprinos e Brachiaria humidicola e Crotalaria retusa em equinos. Os principais fatores epidemiológicos relacionados às intoxicações por plantas incluem palatabilidade, fome, sede, facilitação social, desconhecimento da planta, acesso a plantas tóxicas, dose tóxica, período de ingestão, variações de toxicidade e resistência/susceptibilidade dos animais às intoxicações. Quanto aos métodos de controle e profilaxia descrevem-se os resultados obtidos no Brasil com métodos recentemente desenvolvidos...

Levantamento e análise fitossociológica das principais espécies de plantas daninhas de pastagens da região de Selvíria (MS)

Carvalho,S.L.; Pitelli,R.A.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1992 PT
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56.64%
O presente trabalho trata do levantamento e análise fitossociológica de espécies de plantas daninhas, tóxicas ou não, infestantes de pastagens, no município de Selvíria, Estado de Mato Grosso do Sul. Para tanto, foram realizadas visitas periódicas às áreas infestadas, tendo sido coletadas excicatas para identificação botânica em dez fazendas da região. O levantamento foi tanto de natureza quantitativa como também de natureza qualitativa. Foram identificadas 73 espécies de plantas, havendo poucas espécies com distribuição generalizada. A família MALVACEAE foi a que apresentou o maior número de indivíduos e a maior densidade, enquanto que as famílias ASTERACEAE e LEGUMINOSAE apresentaram maior número de espécies nas áreas estudadas. As espécies mais abundantes foram Sida rhombifolia var. typica K. Schum e Sida cordifolia L., ambas classificadas como indivíduos solitários (sol). A espécie com maior freqüência foi S. cordifolia L. com 64,5% em relação à área total estudada. O coeficiente de similaridade para as localidades estudadas variou de 21,6% até 80%, com média de 55,8 ± 1,95% (desvio padrão da média). Foram também identificadas diversas espécies tóxicas ou suspeitas de intoxicação ao gado.

Estudo da atividade mutagênica das plantas, Euphorbia milii Des Moulins e Ricinus communis L através do teste de Allium cepa

Silva,Sueli A. da; Ribeiro,Samuel G.; Bender,Ana Elisa N.; Timm,Fabiana C.; Garcias,Gilberto de Lima; Martino-Roth,Maria da Graça
Fonte: Sociedade Brasileira de Farmacognosia Publicador: Sociedade Brasileira de Farmacognosia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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56.42%
O objetivo deste trabalho foi avaliar a mutagenicidade e o grau de toxicidade de duas plantas tóxicas, a "mamona" (Ricinus communis) e a "coroa-de-cristo" (Euphorbia milii), utilizando infusões das sementes de mamona e o látex da coroa-de-cristo, em células meristemáticas de Allium cepa. Foram analisados: o índice mitótico (IM), as anomalias do ciclo mitótico (ACM), anomalias interfásicas, (AI) e o total de anomalias (TA). As soluções testes foram preparadas em três concentrações: MT1 - 0,5 g/l, MT2 - 1,0 g/l, MT3 - 2,0 g/l, e MT4 como controle. Da coroa-de-cristo extraiu-se o látex e dissolveu-se em água destilada nas concentrações CT1 -0,5 ml/l, CT2 - 1,0 ml/l, CT3 - 2,0 ml/l, e CT4 controle. Os resultados constataram que somente a mamona aumentou a freqüência de anomalias do ciclo mitótico, assim como, as anomalias interfásicas, demonstrando, dessa forma, uma ação tóxica para o material genético, através do teste de Allium cepa.

Plantas tóxicas para suínos

Timm,Cláudio Dias; Riet-Corrrea,Franklin
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1997 PT
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56.42%
Revisam-se as intoxicações por plantas que ocorrem em suínos no Brasil, Uruguai e Argentina. Descrevem-se a intoxicação por sementes de Senna occidentalis, que causa necrose muscular segmentar e lesões hepáticas, e a intoxicação por sementes de Aeschynomene sp., caracterizada por áreas de degeneração focais e simétricas na substância branca do cerebelo. Mencionam-se, também, a intoxicação por Wedelia glauca e Xantium spp., que causam necrose centrolobular no fígado; a intoxicação por Amaranthus spp., que produz necrose tubular tóxica; a intoxicação por Solanum malacoxylon, caracterizada por calcificação dos tecidos moles; a intoxicação por frutos maduros de Melia azedarach, que causa sinais nervosos, digestivos e musculares; e a intoxicação por Crotalaria spectabilis, estudada experimentalmente no Brasil como causa de hepatite crônica.

Plantas tóxicas para ruminantes e equídeos da microrregião do Cariri Cearense

Bezerra,Cícero Wanderlô Casimiro; Medeiros,Rosane Maria Trindade de; Rivero,Beatriz Riet Correa; Dantas,Antônio Flávio Medeiros; Amaral,Franklin Riet Correa
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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66.77%
Em um levantamento, feito no período de agosto de 2009 a novembro de 2010, sobre as plantas tóxicas para ruminantes e equídeos no Cariri Cearense (municípios de Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Missão Velha), foram realizadas 21 entrevistas a produtores, médicos veterinários, engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários. As intoxicações por Ipomoea asarifolia, mencionada por 38% e 19% dos entrevistados como tóxicas para bovinos e ovinos, respectivamente, e Enterolobium contotisiliquum, mencionada como tóxica para bovinos (47,6% dos entrevistados) e ovinos (4,7%) foram as mais frequentemente mencionadas. Ocorrem, também, na região, intoxicações por Mascagnia rigida (mencionada por 38% do entrevistados), Anadenanthera colubrina var. cebil (=A. macrocarpa) (14%), Ricinus communis (14%), Thiloa glaucocarpa (9%) e Sorghum halepense (4%) em bovinos, Brachiaria decumbens em ovinos e bovinos (38%), Mimosa tenuiflora em ovinos, caprinos e bovinos (38%), Manihot spp. em bovinos e caprinos (28%) e Leucaena leucocephala em ovinos e equinos (4%). Seis plantas não conhecidas anteriormente como tóxicas, mas mencionadas como causa de intoxicação pelos entrevistados, foram testadas experimentalmente em diferentes doses. Somente Casearia commersoniana resultou tóxica para caprinos na dose diária de 20g kg-1 de peso vivo por 2-4 dias. Os sinais clínicos...

Inquérito epidemiológico sobre plantas tóxicas das mesoregiões Central e Oeste do Rio Grande do Norte

Geraldo Neto,Severino Antonio; Sakamoto,Sidnei Miyoshi; Soto-Blanco,Benito
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2013 PT
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56.59%
Foi realizado um estudo para determinar as plantas tóxicas incriminadas como de interesse zootécnico em 35 municípios das mesorregiões Central e Oeste do estado do Rio Grande do Norte (RN). Foram entrevistados 180 produtores, 20 médicos veterinários, 12 técnicos agrícolas e 5 agrônomos. Os dados obtidos nas entrevistas foram compilados e analisados com auxílio do programa Epi Info versão 6.04. As plantas tóxicas relatadas pelos entrevistados como causadoras de diversos surtos foram Ipomoea asarifolia, Aspidosperma pyrifolium, Indigofera suffruticosa, Manihot carthaginensis subsp. glaziovii, Amorimia septentrionalis, Tephrosia cinerea, Anadenanthera colubrina var. cebil, Marsdenia megalantha, Anacardium occidentale, Cnidoscolus quercifolius, Crotalaria retusa, Froelichia humboldtiana, Ipomoea carnea, Leucaena leucocephala, Manihot esculenta, Mimosa tenuiflora, Nerium oleander, Prosopis juliflora, Ricinus communis, Sorghum bicolor, Sorghum halepense e Urochloa (Brachiaria) decumbens.

Intoxicação por Amorimia spp. em ruminantes

Duarte,Amélia Lizziane; Medeiros,Rosane Maria Trindade; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2013 PT
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46.72%
No Brasil, um dos grupos mais importantes de plantas tóxicas é o das que causam morte súbita associada ao exercício. Integram esse grupo, plantas das famílias Rubiaceae, Bignoniaceae e Malpighiaceae. A nomenclatura de algumas plantas da família Malpighiaceae designadas anteriormente como Mascagnia foram reclassificadas dentro do gênero Amorimia. Dentre as espécies tóxicas de Amorimia no Brasil, encontram-se Amorimia amazonica, Amorimia exotropica, Amorimia pubiflora, Amorimia rigida, Amorimia septentrionalis, Amorimia sp. (complexo Mascagnia rigida; Mascagnia aff. rigida) e uma planta identificada como Mascagnia sepium, que provavelmente se trata de Amorimia amazonica. Em todas essas espécies, foi determinado que o princípio ativo é o monofluoroacetato de sódio (MFA). Outra espécie tóxica, Amorimia concinna, causa morte súbita em bovinos na Colômbia, mas não tem sido estabelecido que contenha MFA. Atualmente, as únicas alternativas para o controle da intoxicação são a utilização de herbicidas, a remoção manual das plantas ou o uso de cercas para evitar que os animais tenham acesso às plantas. Pesquisas demonstraram a possibilidade de utilizar a técnica de aversão condicionada para evitar que os animais ingiram A. rigida. Foi demonstrado que caprinos aumentam consideravelmente a resistência à intoxicação mediante a ingestão de quantidades não tóxicas de A. septentrionalis ou por transfaunação de conteúdo ruminal de animais resistentes para animais susceptíveis. Bactérias que hidrolisam MFA foram isoladas do solo...

Características Epidemiológicas e Clínicas das Intoxicações Provocadas por Espécies Vegetais em Seres Humanos no Estado de Pernambuco - Brasil

Baltar, Solma Lúcia Souto Maior de Araújo; Maia, Maria Bernadete de Sousa (Orientadora); Pereira, Rita de Cássia Araújo (Coorientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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As intoxicações por espécies vegetais são motivo de atendimentos médicos emergenciais, tornando-se um problema de saúde pública em Pernambuco. Face à escassez de informações clínico-epidemiológicas que possam auxiliar no diagnóstico, tratamento e/ou prevenção das mesmas, este estudo teve como objetivos: i) identificar e catalogar as espécies vegetais tóxicas relatadas nos prontuários médicos do Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco (CEATOX) de 1992 a 2009; ii) verificar as características epidemiológicas e clínicas das intoxicações humanas ocasionadas por essas espécies e, iii) investigar os aspectos clínicos destas intoxicações relacionando os compostos bioativos presentes e a parte tóxica das espécies utilizadas. O estudo é transversal, retrospectivo, com abordagem quantitativa e descritiva, sendo o protocolo experimental aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital da Restauração (HR-PE). Para elaboração do artigo 1, considerou-se a amostragem total das intoxicações (214 casos) e para o artigo 2, apenas as famílias de maior ocorrência (140 casos). De acordo com os prontuários analisados no CEATOX, foram identificados 214 casos de intoxicação por plantas tóxicas no Estado de Pernambuco. Estas plantas foram catalogadas e distribuídas em 10 famílias botânicas (Apocynaceae...

Intoxicações por plantas em ruminantes e equídeos na região central de Rondônia

Schons,Sandro Vargas; Lopes,Tiago Vaz; Melo,Taciane Leticia de; Lima,João Padovani; Riet-Correa,Franklin; Barros,Miguel Ângelo de Brito; Schild,Ana Lucia Pereira
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
Relevância na Pesquisa
56.81%
Foi realizado um levantamento em 12 municípios da região central de Rondônia sobre a presença de plantas tóxicas e ocorrência de surtos de intoxicação em ruminantes e equídeos. O trabalho foi desenvolvido mediante a utilização de um questionário aplicado a médicos veterinários, agrônomos, zootecnistas e produtores rurais, com o objetivo de identificar as principais plantas tóxicas que ocorrem na região. Trinta e quatro entrevistados relataram casos de intoxicação por uma ou mais plantas comprovadamente tóxicas como: Palicourea marcgravii (12 surtos), Palicourea grandiflora e Enterolobium contortisiliquum (sete surtos cada) e Palicourea juruana, Brachiaria radicans, Brachiaria brizantha e Manihot esculenta (dois surtos cada). Em ovinos, foram relatados dois surtos de fotossensiblização por Brachiaria decumbens e um surto de mortalidade por Palicourea grandiflora. Dos 34 surtos relatados em bovinos pelos entrevistados, 374 (8,9%) animais foram afetados e 311 (7,4%) morreram, de um total de 4.192 de ambos os sexos sob risco. De um total de 250 ovinos sob risco, três surtos de intoxicação por plantas foram relatados e afetaram 28 animais, dos quais 20 morreram. Amorimia sp., previamente desconhecida como tóxica...

Plantas tóxicas para ruminantes do Sudoeste de Goiás

Sant'Ana,Fabiano José Ferreira de; Reis Junior,Janildo Ludolf; Freitas Neto,Argemiro Pereira; Moreira Junior,Carlos Alberto; Vulcani,Valcinir Aloisio Scalla; Rabelo,Rogério Elias; Terra,Juliano Pereira
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2014 PT
Relevância na Pesquisa
56.66%
Com o objetivo de verificar quais são as plantas incriminadas como tóxicas para ruminantes do Sudoeste de Goiás, foram realizadas 108 entrevistas com produtores rurais, médicos veterinários, zootecnistas e agrônomos de 18 municípios da região. Foram apontadas como tóxicas para ruminantes: Brachiaria spp., Enterolobium contortisiliquum, Dimorphandra mollis, Palicourea marcgravii, Pteridium aquilinum e Sorghum vulgare. Adicionalmente, foram informadas intoxicações menos frequentes por Senna occidentalis, Stryphnodendrum obovatum e Manihot esculenta. Casos isolados de intoxicação em bovinos por Asclepias curassavica e Pterodon emarginatus foram descritos por alguns entrevistados. Este trabalho demonstra que intoxicações por plantas tóxicas são frequentes na região avaliada e representam importante causa de prejuízos econômicos aos pecuaristas locais.