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Etnobotânica do Parque Natural de Montesinho. Plantas, tradição e saber popular num território do nordeste português

Carvalho, Ana Maria
Fonte: Universidad Autónoma de Madrid Publicador: Universidad Autónoma de Madrid
Tipo: Tese de Doutorado
SPA
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46.31%
O Parque Natural de Montesinho é uma área protegida localizada no nordeste de Portugal, que faz fronteira com a província espanhola de Zamora. Durante cerca de qua-tro anos (2000 a 2004) foram realizadas entrevistas semiestruturadas a uma centena de pessoas, maioritariamente mulheres, que vivem em trinta aldeias desse território, perten-centes aos concelhos de Bragança e Vinhais, com o objectivo de compilar, descrever e analisar o saber etnobotânico da população em estudo. Os dados foram condensados num catálogo etnobotânico que apresenta 364 espécies de plantas vasculares, das quais 55% são silvestres, 19 espécies de fungos e um líquen, a que correspondem 848 usos organizados em dez categorias principais e 626 nomes vulgares. Registaram-se elevados índices de consenso (0,93), apesar de muitos dos usos descritos já não estarem vigentes. No herbário da Escola Superior Agrária, encontram-se depositadas as respectivas pranchas de herbário e amostras de plantas secas, recolhidas durante o trabalho de campo. As espécies de uso medicinal (166 taxa), alimentar (120) e industrial (80) foram as mais citadas e aquelas a que foi atribuído maior número de finalidades. No entanto, tanto o número de plantas utilizadas no folclore (cerimónias religiosas...

Efeito de período de controle de plantas daninhas na cultura de amendoim

Pitelli, R.A.; Gavioli, V.D.; Gravena, R.; Rossi, C.A.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 389-397
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36.47%
Dois experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes períodos de controle das plantas daninhas, sobre algumas características produtivas da cultura do amendoim. Os experimentos foram instalados no município de Taquaritinga-SP, em duas épocas de semeadura, sendo uma no cultivo das secas, semeada durante o mês de março, e outra no cultivo das águas, semeada durante o mês de setembro. Os tratamentos foram períodos de controle das plantas daninhas entre 017, 0-31, 0-45, 0-59, 0-73, 17-31, 17-45, 17-59, 17-73, 31-45, 31-59, 31-73, 45-59, 45-73 e 59-73 dias após a emergência da cultura. Foram mantidas duas testemunhas, uma sem controle e outra com controle das plantas daninhas durante todo o ciclo da cultura. A principal planta daninha, nos dois experimentos, foi Digitaria horizontalis. A comunidade infestante e a cultura foram influenciadas pela época de semeadura, modificando suas relações de interferência. No cultivo da época das águas, os efeitos da convivência da comunidade infestante foram mais drásticos, afetando com maior intensidade a produtividade da cultura. Dentre as características produtivas avaliadas, o número de vagens por planta foi o principal fator na redução da produtividade. No cultivo das águas...

Absorção e mobilidade do boro em plantas de tomate e de beterraba

Gondim, Ancélio Ricardo de Oliveira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: iv, 76 f. : il.
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36.49%
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV; Objetivou-se estudar os efeitos nutricionais da omissão de boro, doses de boro via foliar, tempo de absorção e a sua mobilidade em plantas de tomate e beterraba cultivadas em ambiente protegido. Para isto, foram realizados na Unesp Câmpus Jaboticabal, quatro experimentos com as plantas do tomate e da beterraba cultivadas em vasos. Estudou-se no primeiro a omissão de boro em plantas de tomate e beterraba. No segundo experimento, estudou-se as doses de boro via foliar nas duas hortaliças. No terceiro experimento, estudou-se a absorção foliar de B ao longo do tempo nas plantas de tomate e beterraba. Comparou-se no quarto experimento, a mobilidade do boro absorvido pelas raízes e pelas folhas, para as partes novas da planta. Em todos os experimentos, avaliaram-se as variáveis de crescimento, nutrição e de produção de matéria seca das plantas. Verificou–se, no primeiro experimento, que o prejuízo da deficiência de boro ficou evidente no final do ciclo das hortaliças (terceiro estádio de desenvolvimento), causando maior diminuição nos órgãos reprodutivos do tomate (frutos) e da beterraba (raiz tuberosa). No segundo experimento...

Efeito do sal no crescimento e metabolismo de plantas de Glycine max L., cv. IAC 17; Effect on salt in the groth and metabolism of Glycine max L., cv. IAC 17

Helena Muller Queiroz
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/03/2007 PT
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36.52%
A salinidade inibe o crescimento das plantas e interfere na produtividade de espécies cultivadas. Com o objetivo de verificar alterações no crescimento e metabolismo, plantas de soja, Glycine max (L) Merr., cv. IAC 17, foram cultivadas na presença de NaCI, nas concentrações de 50 mM, 100 mM e 200 mM. A análise dos parâmetros de crescimento revelou que as raízes de plantas de soja são menos afetadas pelo sal do que a parte aérea. O comprimento e a massa fresca das raízes não foram afetados em concentrações elevadas de sal. Dados na literatura relatam que a manutenção do crescimento normal das raízes sob condições adversas de cultivo demonstra que a planta pode apresentar tolerância ao sal. Sob salinidade houve aumento do conteúdo de água das raízes, o que pode estar relacionado com a maior tolerância ao estresse salino, pois, desta forma, a planta conseguiria diminuir a concentração de sais no citoplasma. Observou-se um decréscimo gradativo na área foliar, massas secas e secas livres de cinzas de folhas, caules e raízes com o aumento da salinidade. O teor de proteínas em folhas de plantas de soja não foi alterado significativamente pela salinidade, em relação ao controle, uma explicação para o fato é a possibilidade de ter havido aumento na síntese de proteínas específicas de estresse. Outra possibilidade é que a duração do experimento não tenha sido suficiente para que fossem observadas alterações na concentração de proteínas. Não houve uma relação clara entre a concentração de açúcares solúveis totais nas raízes e a concentração de NaCl no meio de cultivo...

Extreme drought effects on the phenology, growth and ecophysiology performance of campos rupestres species; Efeitos de secas extremas na fenologia, crescimento e desempenho ecofisiológico de espécies nativas de campo rupestre

Grazielle Sales Teodoro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/07/2014 PT
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36.42%
Eventos de secas extremas têm ocorrido com frequência nos últimos anos em regiões tropicais. Plantas em montanhas tropicais são particularmente sensíveis a mudanças no clima e pouco se sabe sobre a resistência e resiliência de comunidades vegetais ricas em espécies, como os campos rupestres, a condições climáticas extremas. Nosso objetivo foi avaliar as respostas fenológicas e ecofisiológicas e o crescimento de seis espécies abundantes de campo rupestre sob condições de seca extrema, sendo duas rosetas (Vellozia nivea e Vellozia aff. variabilis) e quatro arbustivas (Campomanesia pubecens, Eremanthus seidelii, Mimosa clausenii e Vernonia warmingiana). Para simular eventos de seca extrema, realizamos um experimento de exclusão de chuva, constituído por 12 parcelas (4x4 metros), sendo quatro controle e oito de exclusão, em uma area de campo rupestre no Parque Nacional da Serra da Canastra. Avaliamos o desempenho ecofisiológico das plantas submetidas a condições climáticas contrastantes mediante um conjunto de atributos morfofisiológicos, incluindo: trocas gasosas, composição isotópica do carbono (?13CCELL) e oxigênio (?18OCELL) da celulose foliar (medidas integradoras da assimilação de carbono e condutância estomática)...

Plantas medicinais como alternativa para o controle de Haemonchus contortus em ovinos : testes in vitro e in vivo; Use of medicinal plants as an alternative for controlling Haemonchus contortus in sheep : in vitro and in vivo tests

Oliveira, Luciana Dinato Rosa de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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46.27%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2013.; Objetivou-se com este trabalho avaliar a eficácia in vitro e in vivo de quatro plantas medicinais com uso das folhas de cajuzinho-do-cerrado (Anacardium humile), jamelão (Syzygium cumini), jenipapo (Genipa americana) e lobeira (Solanum lycocarpum), como alternativa para o controle de Haemonchus contortus. O teste in vitro utilizado foi de eclodibilidade de ovos (TEO) utilizando-se concentrações crescentes (3,12 mg/mL, 6,25 mg/mL, 12,5 mg/mL, 25 mg/mL, 50 mg/mL e 100 mg/mL) de extrato aquoso (EA) das plantas sobre os ovos de H. contortus. O EA de A. humile apresentou o menor valor da CL50 (concentração letal) de 4,14 mg/mL, seguido por 12,35 mg/mL do S. cumini. No TEO do S. lycocarpum, na concentração máxima testada, houve inibição de 14,20 % na eclodibilidade, e da G. americana, inibição de 18,27 %, assim a CL50 destas plantas foi muito superior às demais. Para os testes in vivo, 30 animais borregos, machos e fêmeas, mestiços Santa Inês, naturalmente infectados, foram divididos em 5 tratamentos, sendo um controle negativo (sem uso de planta), e outros quatro que receberam 30 g das respectivas plantas secas e moídas a saber: tratamento caju (folha de cajuzinho-do-cerrado)...

Biogás a partir de plantas aquáticas

Paula, José Elias de
Fonte: Conselho Nacional do Petróleo Publicador: Conselho Nacional do Petróleo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.15%
Apresenta artigo de testes para obtenção de biogás foram feitos com plantas secas de duas espécies de Monocotiledônea:Eleocharis elegans Roem. & Schult e Pontederia cordata L. var. ovalis (Mart.) Solms. Para cada espécie, foram realizados dois testes: um no período de temperatura mais baixa (entre maio e agosto) e o outro no período de temperatura mais alta (entre dezembro e março). Também foi analisada a estrutura interna do caule e da folha das duas espécies.

Composição terpénica e actividade anti-oxidante de plantas e infusões

Santos, Magda Raquel Mota dos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.3%
Para este estudo foram seleccionadas 25 espécies de plantas, que normalmente são utilizadas pela população Portuguesa para a preparação de infusões. Com vista à sua valorização, procurando em especial compostos/extractos com potenciais efeitos benéficos para a saúde, estas foram estudadas relativamente à sua composição em compostos terpénicos (C10 e C15) e actividade anti-oxidante. A composição terpénica das plantas e respectivas infusões foi estudada por recurso à técnica de micro-extracção em fase sólida, combinada com a cromatografia em fase gasosa com detecção por espectrometria de massa com quadrupolo (HS-SPME/GC-qMS). De forma a avaliar a actividade anti-oxidante utilizou-se o método do DPPH•. Com vista a optimizar a eficiência extractiva relativamente aos compostos terpénicos em C10 e C15, foram testados três tipos de revestimento de fibras de SPME (PA, DVB/CAR/PDMS e PDMS). Verificou-se que o DVB/CAR/PDMS foi o revestimento que apresentou uma maior área cromatográfica e um maior número de compostos identificados, com a excepção dos sesquiterpenos oxigenados. Como os sesquiterpenos oxigenados são componentes minoritários das amostras estudadas, conclui-se que o DVB/CAR/PDMS apresenta uma maior eficiência extractiva relativamente aos analitos de interesse. Com recurso à análise multivariada foram estudadas as fontes de variabilidade relativamente aos compostos terpénicos das plantas secas e das respectivas infusões. Verificou-se a formação de grupos relacionados essencialmente com os compostos maioritários de cada espécie. Desta forma...

Composição terpénica e actividade antioxidante de plantas e óleos

Tavares, Ângela Paula Martinho
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.65%
Os efeitos benéficos para a saúde humana associados ao uso de plantas, assim como dos seus óleos essenciais ou extractos, têm sido reconhecidos desde a antiguidade. Actualmente tem-se verificado um interesse crescente em conhecer quais os compostos responsáveis por esses efeitos. O interesse pelos compostos bioactivos das plantas tem crescido devido à ideia, generalizada, de que os produtos naturais apresentam menor toxicidade e efeitos colaterais relativamente aos produtos de síntese. Estes efeitos benéficos para a saúde podem ser explicados por um ou vários constituintes das plantas, entre estes destacam-se alguns metabolitos secundários, como os compostos terpénicos em C10 e C15. A actividade antioxidante é um dos efeitos muito explorado nos estudos sobre produtos naturais, dado que actualmente se tem dado muita importância aos antioxidantes naturais presentes em fontes vegetais devido ao seu suposto papel na protecção do corpo humano contra um grande número de doenças degenerativas. Esta actividade é o resultado da presença e/ou interacção entre vários constituintes das plantas. Compostos fenólicos, carotenóides, compostos terpénicos, entre outros, podem estar na base da actividade antioxidante associada às plantas. Com vista a uma futura valorização das plantas como possíveis fontes de compostos bioactivos...

Efeito de período de controle de plantas daninhas na cultura de amendoim

Pitelli,R.A.; Gavioli,V.D.; Gravena,R.; Rossi,C.A.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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36.47%
Dois experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes períodos de controle das plantas daninhas, sobre algumas características produtivas da cultura do amendoim. Os experimentos foram instalados no município de Taquaritinga-SP, em duas épocas de semeadura, sendo uma no cultivo "das secas", semeada durante o mês de março, e outra no cultivo "das águas", semeada durante o mês de setembro. Os tratamentos foram períodos de controle das plantas daninhas entre 017, 0-31, 0-45, 0-59, 0-73, 17-31, 17-45, 17-59, 17-73, 31-45, 31-59, 31-73, 45-59, 45-73 e 59-73 dias após a emergência da cultura. Foram mantidas duas testemunhas, uma sem controle e outra com controle das plantas daninhas durante todo o ciclo da cultura. A principal planta daninha, nos dois experimentos, foi Digitaria horizontalis. A comunidade infestante e a cultura foram influenciadas pela época de semeadura, modificando suas relações de interferência. No cultivo da época "das águas", os efeitos da convivência da comunidade infestante foram mais drásticos, afetando com maior intensidade a produtividade da cultura. Dentre as características produtivas avaliadas, o número de vagens por planta foi o principal fator na redução da produtividade. No cultivo "das águas"...

Potencial de espécies utilizadas como adubo verde no manejo integrado de plantas daninhas

Erasmo,E.A.L.; Azevedo,W.R.; Sarmento,R.A.; Cunha,A.M.; Garcia,S.L.R.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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46.25%
O presente trabalho foi conduzido na Estação Experimental da Universidade Federal do Tocantins, Gurupi-TO, Brasil. O experimento foi instalado com o objetivo de avaliar durante 60 dias, em campo, a interferência de oito espécies utilizadas freqüentemente como adubos verdes (Mucuna aterrima, Mucuna pruriens, Crotalaria ochroleuca, Crotalaria spectabilis, Canavalia ensiformis, Cajanus cajan, Pennisetum americanum e Sorghum bicolor, híbrido BR304) sobre a comunidade infestante. As espécies de plantas daninhas mais freqüentes na área do experimento foram: Digitaria horizontalis, Hyptis lophanta e Amaranthus spinosus. Foram realizadas amostragens aos 15, 30, 45 e 60 dias após a formação da cobertura, utilizando um quadrado de amostragem equivalente a 0,25 m². As plantas daninhas foram devidamente identificadas, coletadas, secas e pesadas. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado e constou de nove tratamentos, com quatro repetições cada. Verificou-se que as espécies C. spectabilis, S. bicolor, C. ochroleuca, M. aterrima e M. pruriens reduziram significativamente o número e o peso da matéria seca da população das plantas daninhas avaliadas (D. horizontalis, H. lophanta e A. Spinosus), principalmente as duas últimas...

Uso da água por plantas de arroz em competição com biótipos de Echinochloa crusgalli resistente e suscetível ao herbicida quinclorac

Concenço,G.; Ferreira,E.A.; Aspiazu,I.; Silva,A.F.; Galon,L.; Ferreira,F.A.; Silva,A.A.; Andres,A.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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36.32%
Objetivou-se com este trabalho avaliar as características associadas à eficiência de uso da água por plantas de arroz irrigado, quando sob competição com biótipos de capim-arroz resistente ou suscetível ao herbicida quinclorac, em diferentes densidades. O experimento foi realizado em casa de vegetação, em delineamento de blocos casualizados e esquema fatorial 2 x 6 (dois biótipos e seis densidades de infestação), com quatro repetições. Os tratamentos consistiram em manter uma planta de arroz no centro da unidade experimental, competindo com 0, 1, 2, 3, 4 ou 5 plantas do biótipo resistente ou suscetível na periferia. Aos 50 DAE (dias após a emergência) foram avaliadas a condutância estomática de vapores de água, a pressão de vapor na câmara subestomática, a temperatura da folha e a taxa transpiratória, sendo calculada ainda a eficiência do uso da água. As plantas foram coletadas junto à superfície do solo, acondicionadas em sacos de papel e secas em estufa (70 ± 1 ºC) com circulação forçada de ar até massa constante, para obtenção da massa seca de planta. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F; em caso de significância, aplicou-se o teste de Duncan para avaliar o efeito da densidade de plantas e o teste da Diferença Mínima Significativa (DMS) para diferenças entre as influências dos biótipos resistente e suscetível sobre as plantas de arroz. Plantas de arroz foram afetadas pelo aumento no número de plantas de capim-arroz competindo com a cultura...

Espaçamentos entre plantas e cobertura do solo com cama-de-frango na produção da bardana (Arctium lappa L.)

Munarin,E.E.O; Herediazárate,N.A; Vieira,M.C; Rosa,Y.B.C.J; Rodrigues,E.T
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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46.27%
O objetivo do trabalho foi estudar o crescimento, o desenvolvimento e a produção da bardana em resposta a cinco espaçamentos entre plantas (40,0; 47,5; 55,0; 62,5 e 70,0 cm) e ao uso (CCF) ou não (SCF) de cobertura de solo com cama-de-frango semidecomposta. Os dez tratamentos foram arranjados como fatorial 5x2, no delineamento experimental blocos casualizados, com quatro repetições. As plantas foram propagadas inicialmente em berços de isopor e, posteriormente, em canteiros, arranjadas em fileiras duplas, espaçadas de 0,50 m entre fileiras simples e 1,0 m entre fileiras duplas. As avaliações de altura foram feitas a partir de 30 dias até 180 dias quando foi feita a colheita. As médias de altura (172 cm) e área foliar (20.704 cm-2) das plantas e as médias de comprimento (23,6 cm) e diâmetro das raízes (16,2 mm) não foram influenciadas significativamente pelos espaçamentos nem pela cobertura ou não do solo. Os maiores e menores valores para massas fresca (25.676 kg ha-1 e 15.217 kg ha-1) e seca (1.941,02 kg ha-1 e 1.104,61 kg ha-1) de folhas, para o número de raízes (490.750 ha-1 e 272.120 ha-1) e para as massas fresca (5.080,35 kg ha-1 e 3.546,25 kg ha-1) e seca (1.448,91 kg ha-1 e 1.051,31 kg ha-1) de raízes foram encontrados com os espaçamentos de 40...

Determinação de óleos essenciais de alfavaca (Ocimum gratissimum L.), orégano (Origanum vulgare L.) e tomilho (Thymus vulgaris L.)

Borges,A.M.; Pereira,J.; Cardoso,M.G.; Alves,J.A.; Lucena,E.M.P.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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36.53%
O presente trabalho teve como objetivo a caracterização de plantas frescas e secas (comerciais) de alfavaca, orégano e tomilho, a obtenção dos óleos essenciais através do método de arraste a vapor e a quantificação dos compostos químicos por CG/EM. As plantas frescas e as secas comerciais foram submetidas às análises de umidade, extrato etéreo, proteína, fibra bruta, cinzas, extrato não nitrogenado, valor calórico, teor de óleo essencial e identificação dos compostos majoritários através da cromatografia gasosa-espectrometria de massas. Dentre a caracterização obtida os resultados na base seca mostraram-se promissores, sendo o teor de proteína e de cinzas na alfavaca seca comercial com 17,34 g 100 g-1 e 8,12 g 100 g-1, respectivamente; a fibra bruta no orégano seco comercial com 15,65 g 100 g-1; o extrato etéreo, o extrato não nitrogenado e o valor calórico no tomilho seco comercial com 9,30 g 100 g-1, 52,72 g 100 g-1 e 356,74 Kcal 100 g-1, respectivamente. Obteve-se o maior rendimento de óleo essencial na alfavaca seca comercial com 1,02%, enquanto a alfavaca fresca apresentou o menor rendimento, com apenas 0,13%. Na alfavaca fresca encontrou-se 87,38% de eugenol e 6,27% de timol, enquanto na alfavaca seca comercial observou-se redução no eugenol (71...

Crescimento e produção de cumarina em plantas de chambá (Justicia pectoralis Jacq.) tratadas com isoterápico

Andrade,F.M.C.; Casali,V.W.D.; Cecon,P.R.C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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46.2%
Este trabalho teve por objetivo avaliar a resposta a dinamizações do isoterápico Justicia no crescimento e na produção de cumarina em Justicia pectoralis. O experimento foi conduzido na Universidade Federal de Viçosa. O delineamento estatístico foi inteiramente casualizado, com quatro repetições e seis tratamentos, totalizando 24 parcelas experimentais, sendo cada parcela constituída de uma planta por vaso. Os tratamentos foram constituídos das dinamizações 3CH, 6CH, 12CH, 18CH, 24CH e 30CH, do isoterápico Justicia. A aplicação dos tratamentos iniciou após o plantio das mudas, sendo pulverizada a parte aérea, em intervalos semanais. Após quatro meses do plantio as plantas foram colhidas. Foram avaliadas a matéria fresca e seca das folhas e caules a matéria fresca e seca da inflorescência, e a matéria fresca e seca total. Foram pesadas amostras de 200 mg das folhas e caules das plantas secas. As amostras foram devidamente armazenadas até a realização das análises químicas. A quantificação da cumarina (1-2 benzopirona) nas amostras foi feita em Cromatógrafo Líquido de Alta Eficiência. A matéria fresca de folhas e caules, a matéria fresca total e o rendimento de cumarina variaram em função das dinamizações do isoterápico. Os resultados confirmam o efeito de preparações homeopáticas na planta demonstrando que a homeopatia nos vegetais...

Atividade antifúngica de extratos de plantas a Colletotrichum gloeosporioides

Celoto,Mercia Ikarugi Bomfim; Papa,Marli de Fátima Stradioto; Sacramento,Luis Vitor Silva do; Celoto,Fernando Juari
Fonte: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM Publicador: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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46.2%
O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito fungitóxico de extratos vegetais sobre o crescimento micelial e a germinação de esporos de Colletotrichum gloeosporioides. Os extratos foram obtidos a partir de plantas secas e moídas, utilizando-se água e etanol como meio extrator. Foram utilizadas 22 espécies de plantas para a obtenção dos extratos. Os extratos foram avaliados por meio da incorporação de 20% do extrato em meio BDA, antes ou após a autoclavagem do mesmo. Determinou-se a percentagem de inibição do crescimento micelial (PIC). Utilizando-se extrato na proporção de 50% e suspensão de esporos, determinou-se a percentagem de inibição da germinação de esporos (PIG). Verificou-se que os extratos hidroetanólicos proporcionaram maior PIC de C. gloeosporioides, enquanto maior PIG foi obtido com os extratos aquosos. Extratos não autoclavados foram mais eficientes na redução do crescimento micelial de C. gloeosporioides que os extratos autoclavados. Os extratos aquoso e hidroetanólico de melão-de-são-caetano e extrato hidroetanólico de eucalipto proporcionaram maiores PIC. Os extratos aquosos de Luffa acutangula, Eucalyptus citriodora, Chenopodium ambrosioides e Bauhinia, e os extratos hidroetanólicos de Ruta graveolens...

Efeito de perturbações antrópicas sobre comunidades de plantas lenhosas e formigas na CAATINGA.

Ribeiro Neto, José Domingos; Leal, Inara Roberta (Orientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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36.32%
As perturbações antrópicas são, atualmente, as maiores responsáveis pela crise de extinção de espécies. A perda de habitat, poluição e as consequências decorrentes desses processos modificam as condições ambientais em nível global, ameaçando até mesmo os organismos em partes dos ecossistemas ainda não diretamente perturbadas. Os diferentes grupos de organismos respondem de maneira diferente a essas perturbações ambientais, o que propicia a identificação de espécies indicadoras de perturbação. Alguns grupos, como formigas e árvores, são, em conjunto, considerados como bons indicadores da diversidade de diversos outros grupos de organismos tanto em ecossistemas de Caatinga quanto em ecossistemas de Floresta Atlância. Entretanto, não se conhecem ainda detalhes da resposta desses dois grupos de organismos às perturbações antrópicas, especialmente em ambientes de Caatinga. Assim, o objetivo deste trabalho foi testar a hipótese de que ecossistemas de Caatinga sob níveis de perturbação mais alto retém menos diversidade de plantas e formigas. Nossas expectativas são que, conforme aumenta o nível de perturbação antrópica: (1) diminui a riqueza de espécies de plantas e formigas; (2) ocorrem modificações na composição de espécies de plantas e formigas; (3) ocorrem modificações na composição funcional de plantas e formigas; 2 (4) como as plantas são alvos diretos da perturbação...

Teor e composição do óleo essencial de patchouli (Pogostemon cablin (Blanco) Benth.) após diferentes tempos de secagem em estufa e temperatura ambiente

STORCK,R. C.; DESCHAMPS,C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 PT
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36.42%
RESUMOPatchouli é uma espécie aromática pertencente à família Lamiaceae que possui óleo essencial com alto valor comercial devido à aplicação nas indústrias de higiene, cosméticos e perfumarias. Considerando as características voláteis e estruturas de armazenamento em diferentes órgãos das plantas aromáticas, a determinação de métodos de secagem é de extrema importância e pode afetar tanto o rendimento como a composição do óleo essencial. Este trabalho teve como objetivo principal avaliar o teor e a composição do óleo essencial de patchouli após secagem por diferentes períodos em estufa e a temperatura ambiente. O experimento foi realizado durante o mês de fevereiro de 2011 em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial 2X6, correspondente a dois métodos de secagem (estufa 65ºC e temperatura ambiente) e seis tempos para o início da extração do óleo essencial após a (0, 2, 4,6,8 e 10 dias após a colheita),com três repetições. O óleo essencial foi extraído por meio hidrodestilação em aparelho graduado de Clevenger e os constituintes do óleo essencial foram analisados por cromatografia em fase gasosa acoplada à espectrometria de massas. Houve interação significativa entre os métodos e tempos de secagem tanto para o teor como para a composição do óleo essencial. A secagem das plantas por dois dias em estufa a 65ºC aumentou o teor de óleo essencial...

Espaçamentos entre plantas e número de fileiras no canteiro na produção de ervilha

Gassi,Rosimeire P; Zárate,Néstor Antonio Heredia; Vieira,Maria do Carmo; Gomes,Hellen Elaine; Munarin,Elaine Eva O; Rech,Jerusa
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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A ervilha é consumida na forma de grãos verdes ou enlatados, sendo considerada uma opção de produção para atender às novas demandas do mercado, principalmente de produtos supergelados. O presente trabalho teve por objetivo avaliar o crescimento e a produção da ervilha de grãos verdes 'Luciana nº 50', cultivada sob quatro e cinco fileiras no canteiro e três espaçamentos entre plantas dentro da fileira (5,0; 7,5 e 10,0 cm), em Dourados-MS. Os tratamentos foram arranjados como fatorial 2x3, no delineamento experimental de blocos casualizados, com cinco repetições. A altura das plantas não foi influenciada significativamente pela interação número de fileiras no canteiro e espaçamentos entre plantas nem pelos fatores isoladamente, sendo a média de 105,6 cm. Houve interação significativa para as produções de massas frescas e secas da parte aérea, sendo as maiores (10,49 t ha-1 e 2,31 t ha-1) das plantas cultivadas sob quatro fileiras e 7,5 cm entre plantas e as menores (7,52 t ha-1 e 1,98 t ha-1, respectivamente), daquelas sob cinco fileiras e 5,0 cm entre plantas para massa fresca e quatro fileiras e 10,0 cm entre plantas para massa seca. A produção de vagem comercial obtida sob quatro fileiras de plantas superou em 1...

Herbário ICN; Conhecendo a UFRGS

Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Vídeo Formato: video/mp4; 22m16s
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O Herbário ICN da UFRGS é ligado ao curso de ciências biológicas e é o maior acervo de plantas secas do Rio Grande do Sul.