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Plantas medicinais abortivas utilizadas por mulheres de UBS: etnofarmacologia e análises cromatográficas por CCD e CLAE

Souza Maria, N.c.v.; Tangerina, M.m.p.; Silva, V.c; Vilegas, W; Sannomiya, M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 763-773
POR
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The use of medicinal plants corresponds to an ancient practice, either as an alternative medicine for the cure of several diseases, or as a method of abortion. Nevertheless, the population in general does not know the risks involved in the use of medicinal plants. In this sense, the purpose of the study was to evaluate the consumption rate of medicinal plants by women in a Basic Health Unit (BHU), on order to identify which plant species have been most frequently consumed by them, including during the pregnancy. Through an exploratory questionnaire with 48 women, it was observed that most part of the interviewees had children and the most of them cited Peumus boldus, Baccharis trimera and Cassia angustifolia, which were mainly used for stomach aches or digestives (53%), for colds (23%), menstrual cramps (4%) or to menstruate (2%). The remaining part of the study consisted in the visual and chemical analysis of the plant species cited by the interviewees, including other species that have been popularly used as a method of abortion. Comparative visual analysis of medicinal plants (Group A-C) from four different shops showed the absence of quality control concerning packing specifications and the separation of the plant material to be consumed. The analysis of the chemical profiles of these samples by thin layer chromatography (TLC) and high performance liquid chromatography (HPLC) indicated that those species belonging to the Group C were significantly different from those plants having the same identification...

Efeito embriotóxico, teratogênico e abortivo de plantas medicinais

Rodrigues,H.G.; Meireles,C.G.; Lima,J.T.S.; Toledo,G.P.; Cardoso,J.L.; Gomes,S.L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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86.78%
O uso milenar de plantas medicinais mostrou ao longo dos anos, que determinadas plantas apresentam substâncias potencialmente perigosas. Do ponto de vista científico, algumas pesquisas mostraram que muitas dessas plantas possuem substâncias agressivas e por essa razão devem ser utilizadas com cuidado, respeitando seus riscos toxicológicos. Os efeitos mais preocupantes do uso indiscriminado de plantas medicinais são embriotóxico, teratogênico e abortivo, uma vez, que os constituintes da planta podem atravessar a placenta, chegar ao feto e gerar um desses efeitos. Este estudo objetiva fornecer uma listagem das principais plantas medicinais que tenham efeitos embriotóxicos, teratogênicos e abortivos comprovados, conhecendo as partes da planta utilizadas e seus respectivos nomes científicos, com a finalidade de alertar gestantes quanto aos riscos de seu uso. Realizou-se buscas nas bases eletrônicas de dados SciELO, PubMed, MEDLINE, LILACS, CAPES e Google acadêmico. Nos resultados encontrados, plantas como Arnica (Arnica montana), Artemísia (Artemisia vulgaris), Arruda (Ruta chalepensis/ Ruta graveolens), Barbatimão (Stryphnodendron polyphyllum), Boldo (Vernonia condensata) dentre outras, podem vir a gerar um desses efeitos. A partir deste estudo comprova-se que para a maioria das plantas medicinais não há dados a respeito da segurança de seu uso durante a gravidez.

Aplicações da cultura de tecidos em plantas medicinais

Morais,T.P.; Luz,J.M.Q.; Silva,S.M.; Resende,R.F.; Silva,A.S
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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Esta revisão tem por objetivo levantar dados de literatura sobre o histórico e a situação atual das técnicas de cultura de tecidos em plantas medicinais. Para tanto, foi realizada uma revisão de publicações do período de 1976 a 2009. A cultura de tecidos é muito utilizada em pesquisas envolvendo plantas medicinais, com destaque para a técnica de micropropagação. A aplicação das técnicas de cultura de tecidos em plantas medicinais tem como perspectivas a obtenção de germoplasma competitivo e adaptado a diversos métodos de cultivo, escolha de novas espécies que servirão como fonte de compostos biologicamente ativos e aprimoramento da produção de fitofármacos, a fim de assegurar exploração sustentável destas espécies.

Fungos endofíticos associados a plantas medicinais

Mussi-Dias,V; Araújo,A.C.O.; Silveira,S.F.; Rocabado,J.M.A.; Araújo,K.L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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Com a utilização de plantas medicinais em infusões, xaropes, tinturas, ungüentos, dentre outras formas, pressupõe-se que fungos endofíticos, presentes no interior das plantas, mas sem causar doença, possam tornar-se um componente destes produtos, principalmente quando utilizados in natura. Além disso, os fungos endofíticos podem também produzir substâncias tóxicas aos usuários ou mesmo alterar o metabolismo vegetal, modificando a composição e as propriedades medicinais, assim como, a qualidade do produto armazenado e comercializado. Neste sentido, objetivou-se isolar e identificar a flora fúngica endofítica de onze espécies medicinais escolhidas ao acaso. Obtiveram-se culturas-puras dos fungos Phomopsis, Colletotrichum, Pestalotia, Trichoderma, Fusarium, Nigrospora e Glomerella ocorrendo endofiticamente em Plectranthus barbatus, Vernonia condensata, Pfaffia paniculata, Foeniculum vulgare, Cymbopogon citratus, Cymbopogon nardus, Cordia curassavica, Maytenus ilicifolia, Punica granatum, Morus nigra e Bauhinia forficata. As espécies vegetais em que se identificaram o maior número de fungos endofíticos foram Vernonia condensata, Punica granatum e Morus nigra. Todos os fungos recuperados neste trabalho apresentaram características estritamente endofíticas...

Levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pelos moradores do povoado de Manejo, Lima Duarte - MG

Oliveira,E.R; Menini Neto,L
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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O objetivo deste estudo foi o levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pela população do povoado de Manejo, Lima Duarte (MG). O estudo foi realizado mediante visitas às casas dos moradores que responderam a questionário relacionado às espécies de plantas que são cultivadas, respectivas partes utilizadas, bem como as formas de preparo e quais doenças são tratadas com as plantas. Foram realizadas 41 visitas resultando em citações de 100 diferentes espécies medicinais, sendo a maioria cultivada nos quintais e outras nativas da região, as quais também são utilizadas pelos moradores. Exemplares foram coletados e depositados no herbário CESJ, da Universidade Federal de Juiz de Fora. As espécies mais citadas foram Mentha sp., Lippia alba (Mill.) N. E. Brown, Foeniculum vulgare Mill., Achyrocline satureioides (Lam.) DC., Bidens pilosa L., Mentha pulegium L., Mikania glomerata Spreng., Rosa sp. e Plantago major L. As doenças mais tratadas com as plantas medicinais em Manejo são gripes e resfriados, problemas estomacais, cólicas menstruais e infecções no útero, verminose, problemas renais, ansiedade e estresse. As partes mais utilizadas são as folhas, e a forma de preparo mais comum das plantas são os chás por infusão. A construção de horta comunitária no povoado pode valorizar o emprego das plantas medicinais...

Problemas associados ao uso de plantas medicinais comercializadas no Mercadão de Madureira, município do Rio de Janeiro, Brasil

Bochner,R.; Fiszon,J.T.; Assis,M.A.; Avelar,K.E.S.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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O uso de plantas medicinais pela população brasileira é prática tradicional, sendo muitas vezes o único recurso utilizado na atenção básica de saúde. O uso terapêutico dessas plantas envolve várias etapas da cadeia produtiva, sendo a procedência, coleta, secagem, armazenamento, comércio, modo de preparo pelo usuário e uso. O objetivo desse trabalho documental, de caráter exploratório, foi levantar a produção científica existente sobre os problemas associados a cada uma dessas etapas e discutir as questões relacionadas à carência de estudos para comprovar a eficácia farmacológica e a ausência de riscos toxicológicos, bem como a prática de autodiagnóstico. As vinte plantas mais comercializadas em grande mercado do município do Rio de Janeiro em agosto de 2007 serviram de base para o levantamento documental do presente estudo. Dessas, seis apresentaram propriedades tóxicas comprovadas dependendo do preparo e uso, a arnica (Solidago chilensis Meyen), aroeira (Shinus terebinthifolius Raddi.), arruda (Ruta graveolens L.), babosa (Aloe vera L.), confrei (Symphytum officinale L.) e poejo (Mentha pulegium Lam. & DC.). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aponta contra indicações para boldo-do-Chile (Peumus boldus Molina)...

Comercialização de plantas medicinais no contexto da cadeia produtiva em Minas Gerais

Souza,M.R.M.; Pereira,R.G.F.; Fonseca,M.C.M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS) contribuiu para o incremento do uso e conhecimento das plantas medicinais brasileiras, incentivando e respaldando o cultivo por agricultores familiares e a inserção no mercado. O Programa de Desenvolvimento de Plantas Medicinais prioriza ações em toda a cadeia produtiva do cultivo à distribuição. O conhecimento da demanda e dos padrões de qualidade adequados permite que distribuidores e consumidores possam tomar decisões sobre a aquisição e oferta dos produtos medicinais. Entretanto, há carência de informações e tecnologias na cadeia produtiva, o que desfavorece o seu pleno desenvolvimento, condizente com o potencial de geração de renda e promoção da saúde. O objetivo deste trabalho foi identificar e analisar o padrão atual de obtenção e comercialização de plantas medicinais no Mercado Central de Belo Horizonte. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com amostra representativa de 9 comerciantes das 23 lojas de plantas medicinais do Mercado Central, de acordo com o critério de acessibilidade descrito por Berquó. Os resultados demonstraram a precariedade desse setor quanto à obtenção das plantas medicinais...

Utilização de plantas medicinais com atividade antimicrobiana por usuários do serviço público de saúde em Campina Grande - Paraíba

Souza,C.M.P; Brandão,D.O.; Silva,M.S.P.; Palmeira,A.C.; Simões,M.O.S.; Medeiros,A.C.D.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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O estudo avalia a utilização de plantas medicinais com atividade antimicrobiana pelos usuários do Sistema Único de Saúde do município de Campina Grande- PB, Brasil. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, com abordagem quantitativa, cuja amostra constituiu-se de 220 usuários conduzido no período de Agosto de 2008 a Janeiro de 2009. A pesquisa foi realizada através de um roteiro de entrevistas não estruturada. Dentre os participantes do estudo, 65,0% utilizavam plantas medicinais, das quais Punica granatum L., Anacardium occidentale L., e Stryphnodendron adstringens foram as mais citadas. Observou-se que houve prevalência do gênero feminino na utilização. A maioria dos indivíduos obtém plantas medicinais no comércio local utilizando-as por indicação de familiares. Foi observado que 5,0% dos entrevistados afirmam já ter sofrido algum evento adverso decorrente do uso de plantas medicinais. Assim sugere-se que as informações sobre o uso da flora medicinal adquiridas nas comunidades locais, combinadas a estudos químicos/farmacológicos realizados em laboratórios especializados e a capacitação da equipe de saúde favorecerá a implementação da Portaria nº 971/2006, que tem como objetivo a garantia de acesso a plantas medicinais e fitoterápicos com segurança...

Levantamento etnobotânico de plantas medicinais na cidade de Ipameri - GO

Zucchi,M.R.; Oliveira Júnior,V.F.; Gussoni,M.A.; Silva,M.B.; Silva,F.C.; Marques,N.E.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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Os objetivos deste trabalho foram: identificar as espécies vegetais utilizadas com fins medicinais pela comunidade de Ipameri (Estado de Goiás); investigar as preferências com relação à produção e comercialização dessas plantas; e diagnosticar o perfil de gênero e as faixas etárias e salariais de seus usuários. Para isso, foram realizadas entrevistas estruturadas com 200 famílias da cidade e coletadas as plantas visando-se a sua correta identificação. O material foi herborizado, identificado e depositado no Herbário da Universidade Estadual de Goiás (HUEG). Das 200 famílias entrevistadas, 75 disseram não fazer uso de plantas com fins medicinais (37,5%), enquanto 125 afirmaram fazê-lo (62,5%). O grupo que utiliza relacionou 35 espécies mais empregadas: hortelã-rasteira (Mentha x villosa L.), boldo-sete-dores (Plectranthus barbatus Andrews.), capim-cidreira (Cymbopogon citratus (DC.) Stapf.), quebra-pedra (Phyllanthus niruri L.), camomila (Chamomilla recutita (L.) Rauschert.), poejo (Mentha pulegium L.), guaco (Mikania glomerata Spreng.), mentrasto (Ageratum conyzoides L.), alfavacão (Ocimum gratissimum L.), losna (Artemisia canphorata Vill.), bálsamo (Eysenhardtia platycarpa Mich.), carqueja (Baccharis trimera (Less.) DC.)...

Reconhecimento e uso de plantas medicinais pelos idosos do Município de Marmeleiro - Paraná

Balbinot,S.; Velasquez,P.G.; Düsman,E.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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86.82%
O consumo de plantas medicinais tem base na tradição familiar e tornou-se prática generalizada na medicina popular. Neste sentido, este trabalho teve como objetivo verificar o grau de reconhecimento e uso de espécies medicinais utilizadas por 35 idosos do município de Marmeleiro - Paraná. Os resultados das entrevistas mostraram que todos os idosos conheciam, das vinte plantas medicinais apresentadas, a babosa, a camomila, a erva-cidreira, a macela, a malva, a manjerona, a noz-moscada, a pata-de-vaca e a sálvia. Além disso, 94% dos mesmos faziam o uso de plantas medicinais, sendo que 71,4% destes, utilizavam frequentemente, enquanto 94,2% foram influenciados principalmente pelos familiares (pais e avós). As plantas medicinais consumidas diariamente pelos idosos eram a erva-cidreira (48,6%), a malva (34,3%), o quebra-pedra (34,1%), a sálvia (25,7%), a camomila (22,9%), o guaco (20%), a carqueja e a macela (14,3%), a pata-de-vaca e o alecrim (8,6%) e a babosa (2,9%), preparadas na forma de chá (decocção) ou infusão. Vale destacar que a forma de obtenção das plantas medicinais era principalmente em plantações próprias (88,6%). Desta forma, informações acerca das plantas medicinais devem retornar para a população...

Levantamento de plantas medicinais nativas da Fazenda Azulão em Dourados-MS

Bratti,C.; Vieira,M. C; Zárate,N. A. H.; Oliveira,A. P. A.; Marafiga,B. G.; Fernandes,S.S. L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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O presente trabalho teve por objetivo identificar as espécies medicinais nativas em um fragmento de mata situada na Fazenda Azulão, em Dourados/MS, baseando-se no conhecimento popular de mateiros da região, com intuito de gerar subsídios para perpetuar a preservação, a diversidade e variabilidade das espécies, bem como, incentivar populações locais a valorizar e preservar esses recursos naturais, retardando o impacto sobre a biodiversidade. Partes das plantas indicadas como medicinais foram coletadas, as quais foram identificadas mediante literaturas especializadas e por comparações com plantas depositadas no Herbário da Cidade Universitária de Dourados. Foram identificadas 61 espécies distribuídas em 35 famílias e 53 gêneros. As famílias Asteraceae (9), Fabaceae (5) e Piperaceae (4) foram as que apresentaram o maior número de espécies. Dentre as formas de vida encontradas na vegetação nativa do local, as espécies medicinais de hábito arbustivo (39,34%) foram as que apresentaram os maiores valores, seguido pelas herbáceas (27,86%), arbóreas (24,6%), e lianas (8,2%). As partes das plantas mais utilizadas são as folhas, seguidas da raiz e casca. Com base nos resultados obtidos nesse estudo, as indicações da utilização das plantas medicinais podem fornecer subsídios para estudos bioquímicos e farmacológicos...

Plantas medicinais abortivas utilizadas por mulheres de UBS: etnofarmacologia e análises cromatográficas por CCD e CLAE

Souza Maria,N.C.V.; Tangerina,M.M.P.; Silva,V.C; Vilegas,W; Sannomiya,M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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86.78%
O emprego de plantas medicinais refere-se a uma prática milenar, seja na medicina alternativa para cura de diversas doenças, ou como método abortivo. No entanto, a população em geral desconhece os grandes riscos que a cometem. Neste sentido este trabalho teve como objetivo avaliar o índice de consumo de plantas medicinais por mulheres de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), na tentativa de identificar quais as espécies mais frequentemente ingeridas inclusive em período gestacional. Através de um questionário de caráter explorativo com 48 mulheres observou-se que a maioria das entrevistadas tinha filhos e as plantas medicinais mais citadas foram "boldo" (Peumus boldus), "carqueja" (Baccharis trimera) e "sene" (Cassia angustifolia), as quais eram empregadas principalmente em dores estomacais ou como digestivos (53%), para resfriados (23%), cólicas menstruais (4%) ou para menstruar (2%). Outra parte do trabalho constituiu a análise visual e química de espécies de plantas medicinais citadas pelo público feminino entrevistado, bem como, outras utilizadas popularmente com propriedades abortivas. Análises visuais comparativas de amostras de plantas medicinais de quatro estabelecimentos comerciais diferentes denominadas Grupo A-C...

Levantamento sobre o uso de plantas medicinais com a terapêutica anticâncer por pacientes da Unidade Oncológica de Anápolis

Oliveira,L.A.R.; Machado,R.D.; Rodrigues,A.J.L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 PT
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Este estudo teve por objetivo conhecer o perfil dos pacientes em tratamento contra o câncer da Unidade Oncológica de Anápolis quanto ao uso de plantas medicinais. Foram entrevistados 59 pacientes (42,12% da população estudada) por meio de questionários avaliativos enfatizando características sócio-demográficas e dados referentes à utilização de plantas medicinais. Evidenciou-se o uso indiscriminado de plantas medicinais entre os pacientes. A maioria dos entrevistados compartilha a opinião errônea de que plantas medicinais não fazem mal. A orientação sobre a forma de utilização das plantas ocorre, principalmente, pela informação de familiares ou amigos, e os profissionais da saúde muitas vezes são ignorados neste processo. Constatou-se que as plantas medicinais são utilizadas para o tratamento de enfermidades de baixa a alta gravidade, como o câncer. Dentre as 14 espécies usadas pelos pacientes com finalidade antineoplásica as mais mencionadas foram as popularmente conhecidas como noni, babosa, graviola e romã. Apesar de alguns estudos relatarem atividade antineoplásica ou quimiopreventiva para algumas espécies vegetais, muitas delas podem ser tóxicas ou apresentar potencial risco quando usadas concomitantemente ao tratamento convencional. Desta forma...

Pesquisa e atividades de extensão em fitoterapia desenvolvidas pela Rede FitoCerrado: uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos por idosos em Uberlândia-MG

Machado,H.L.; Moura,V.L.; Gouveia,N.M.; Costa,G.A.; Espindola,F S.; Botelho,F.V.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2014 PT
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Este estudo objetivou realizar atividades de extensão em fitoterapia, a partir de um levantamento de dados sobre as plantas medicinais, fitoterápicos e medicamentos convencionais utilizados por 292 idosos frequentadores de um programa de Atividades Físicas e Recreativas para a Terceira Idade (AFRID), na cidade de Uberlândia-MG, utilizando como instrumento de investigação, um questionário semiestruturado. Dentre os entrevistados verificamos que 88% utilizavam medicamentos prescritos, principalmente para o controle da hipertensão. O uso de plantas medicinais foi relatado por 76,7% dos idosos, sendo as mais citadas: Cymbopogon citratus, Mentha sp., Rosmarinus officinalis, Plectranthus barbatus, Ocimum gratissimum, e Matricaria chamomilla. Dezesseis (5,5%) idosos utilizavam fitoterápicos, principalmente preparados a partir de extratos de Ginkgo biloba, Aesculus hippocastanum e Passiflora incarnata em associação com Crataegus oxyacantha e Salix alba. O uso concomitante de plantas medicinais e fitoterápicos com medicamentos convencionais foi relatado por 86,2% e 81,3% dos idosos, respectivamente. Após a análise dos dados percebemos a necessidade do desenvolvimento de ações educativas para informar e conscientizar os idosos sobre o uso da fitoterapia. Elaboramos uma caderneta e uma cartilha para promoção da difusão dessas informações e o aprimoramento do uso da fitoterapia entre os idosos e...

Plantas medicinais como opção terapêutica em comunidade de Montes Claros, Minas Gerais, Brasil

Pires,I.F.B.; Souza,A.A.; Feitosa,M.H.A.; Costa,S.M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 PT
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86.72%
Este trabalho objetivou identificar a importância de plantas medicinais como primeira linha de ação para enfermidades em população residente no território da Estratégia Saúde da Família (ESF) de Montes Claros/MG, Brasil. A pesquisa foi transversal e descritiva, realizada em 2010, sendo a coleta de dados obtida por questionário semi-estruturado. O cálculo amostral do cenário do estudo embasou-se no número de famílias da ESF. O tratamento estatístico considerou o nível de significância p<0,05. Para cada família (N=253) foi entrevistada uma pessoa. Dos entrevistados, 75,5 % utilizam plantas medicinais; sem associação com renda, cor de pele, escolaridade e sexo (p>0,05). Quase a metade dos entrevistados (45,1 %) informou que utiliza mais de uma planta por vez. No caso de doença, após consulta e prescrição médica, uma parcela importante dos usuários de plantas (48,7 %) usa apenas o medicamento alopático. Concluiu-se que a utilização de plantas medicinais como recurso terapêutico independe de escolaridade e renda familiar, sugerindo incorporação cultural da prática integrativa na comunidade nortemineira estudada.

Uso popular de plantas medicinais e perfil socioeconômico dos usuários: um estudo em área urbana em Ouro Preto, MG, Brasil

MESSIAS,M.C.T.B.; MENEGATTO,M.F.; PRADO,A.C.C.; SANTOS,B.R.; GUIMARÃES,M.F.M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Este trabalho teve por objetivo identificar as plantas medicinais de uso popular e o perfil socioeconômico de seus usuários em área urbana de Ouro Preto, MG. O levantamento utilizou entrevistas semiestruturadas e amostragem aleatória, perfazendo 10% das residências. O grau de conhecimento sobre plantas medicinais foi medido pelo número de espécies citadas. Analisou-se a relação entre o saber popular sobre as plantas medicinais e características socioeconômicas dos entrevistados (renda, escolaridade, sexo, idade e forma de aquisição do conhecimento). Foram questionadas 6.713 pessoas, onde mais de 90% usam plantas medicinais para se tratarem. Identificou-se 342 espécies, reunidas em 94 famílias. Para cada espécie foram referidos os nomes populares, hábito, procedência, uso medicinal, parte usada, e forma de preparo. As principais moléstias tratadas com plantas foram: diarreia, insônia, gripe, hidropisia, distúrbios hepáticos, renais e do trato respiratório. Há um grande número de espécies nativas utilizadas. Dentre as exóticas, a maioria é de origem europeia. O uso místico de espécies, embora presente na cultura popular do município...

Análises das embalagens de plantas medicinais comercializadas em farmácias e drogarias do município de Ijuí/RS

COLET,C.F.; DAL MOLIN,G.T.; CAVINATTO,A.W.; BAIOTTO,C.S.; OLIVEIRA,K.R.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 PT
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86.72%
RESUMO: O objetivo deste estudo foi analisar as embalagens de plantas medicinais comercializadas em farmácias e drogarias do município de Ijuí/RS, a partir das legislações vigentes sobre o tema. A coleta de dados foi realizada na primeira quinzena do mês de dezembro de 2011 em 13 estabelecimentos farmacêuticos localizados na região central do município, através de formulário elaborado a partir da legislação. Foram selecionadas para análise, plantas medicinais acondicionadas em diferentes tipos de embalagens e marcas. Foram avaliadas 44 embalagens de plantas medicinais, das quais 71% estavam irregulares no que se refere a indicação terapêutica e ao modo de preparo, considerando o preconizado pela RDC 10/10. Embora nem todas as drogas vegetais analisadas estivessem notificadas nesta Resolução, considerou-se o mesmo critério para todas as amostras analisadas. Além disso, 16% dos produtos analisados não apresentavam segurança quanto ao acondicionamento. A nomenclatura popular estava presente em todas as amostras, enquanto a nomenclatura botânica em apenas 75%. Conclui-se que todas as embalagens analisadas apresentaram alguma irregularidade em relação ao que estabelece a RDC nº10/2010...

Plantas medicinais da Bacia do Rio das Velhas: avaliação das condições para produção e uso em saúde pública

RICARDO,L.M.; GOULART,E.M.A.; BRANDÃO,M.G.L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
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86.79%
RESUMO O desenvolvimento de projetos que contemplem o cultivo e beneficiamento de plantas medicinais, com qualidade, é urgente e necessário, especialmente quando se considera a expansão da oferta desses produtos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta pesquisa, foi avaliada a existência de iniciativas que produzem e disponibilizam plantas medicinais de interesse do SUS, em municípios que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (BHRV), em Minas Gerais. Foram visitados 45 municípios da Bacia buscando informações sobre atividades já existentes de produção e uso coletivo de plantas medicinais. Os dados sobre plantas medicinais já existentes foram posteriormente confrontados com informações epidemiológicas, como as principais causas de internações hospitalares e cobertura de equipes da Estratégia da Saúde da Família (ESF). A pesquisa evidenciou a existência de atividades filantrópicas e comerciais, relativas à utilização coletiva de plantas medicinais, apenas em Belo Horizonte, Capim Branco, Curvelo, Lassance, Nova Lima e Sete Lagoas. Vinte e sete espécies, nativas e exóticas...

Investigação do uso de plantas medicinais no tratamento de indivíduos com diabetes melito na cidade de Herval D' Oeste - SC

Rosa,R.L.; Barcelos,A.L.V.; Bampi,G
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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86.77%
O diabetes melito é uma doença crônica caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia), sendo considerada um distúrbio do metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas, devido à ausência de insulina produzida pelo pâncreas e/ou pela diminuição de sua ação. Tal patologia é a sexta causa de internação como diagnóstico primário e contribui em até 50% para outras causas como cardiopatias, acidente vascular cerebral e hipertensão arterial, entre outras. Uma alternativa de tratamento que nos últimos anos vem recebendo aumento de pesquisas e interesse de uso é a fitoterapia, a qual pode ser igualada e somada à terapia convencional. Com isso, o presente estudo teve por objetivo investigar o uso de plantas medicinais no tratamento de indivíduos com diabetes melito na cidade de Herval D'Oeste-SC e também apresentar a importância da ingestão segura de plantas medicinais. Os resultados obtidos mostram que esse consumo de plantas medicinais ocorre de maneira errônea, onde apenas 19% das plantas citadas tiveram comprovação científica na terapêutica do diabetes. Além disso, grande parte dos usuários de plantas medicinais (89,4%) escolhe as espécies vegetais através da cultura familiar. Portanto...

Uso empírico de plantas medicinais para tratamento de diabetes

Santos,M.M; Nunes,M.G.S; Martins,R.D
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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Diabetes é alvo interessante para a busca de novos métodos de tratamento com a possibilidade de uso de várias espécies de plantas medicinais. Este trabalho objetivou descrever a prevalência do uso de plantas medicinais consideradas hipoglicemiantes por pacientes diabéticos em Vitória de Santo Antão. O estudo foi do tipo descritivo transversal realizado com 158 pacientes diabéticos atendidos pelo programa HIPERDIA nos PSF's da cidade entre julho de 2009 a maio de 2010, com a coleta de dados realizada por meio de formulário estruturado. Entre os entrevistados, 36% relatavam uso de plantas medicinais consideradas hipoglicemiantes. Foram citadas 35 plantas diferentes pertencentes à 24 famílias, sendo as mais freqüentes: Asteraceae (12,5%) e Myrtaceae (9,37%). A planta medicinal mais prevalente foi a pata de vaca (Bauhinia sp), com 16,8%, seguida por azeitona roxa (Syzygium jambolanum DC.) e insulina (Cissus sicyoides L.). A maioria dos indivíduos (58%) cultivava a planta medicinal que usavam e, entre aqueles que adquiriam, a principal fonte foi a de raizeiros (28,16%).