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Ação genotóxica e antiproliferativa de Polygonum punctatum Elliott (Polygonaceae) sobre o ciclo celular de Allium cepa L.

PASTORI,T.; KUHN,A.W.; TEDESCO,M.; HOFFMANN,C.E.; NEVES,L.A.S.; CANTO-DOROW,T.S.; TEDESCO,S.B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 PT
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36.17%
RESUMO: A espécie Polygonum punctatum Elliott (Polygonaceae) é amplamente utilizada pela população como planta medicinal. O objetivo deste trabalho é o de avaliar o potencial genotóxico e mutagênico de P. punctatum utilizando raízes de bulbos e radículas em sementes germinadas de Allium cepa através do teste in vivo, e realizar comparações da extração do material vegetal por calor (infusões) e extração a frio (extrato). Para isso, foram preparadas dois tipos de soluções, infusões e extratos foliares de P. punctatum, em duas concentrações 0,4 g mL-1 e 2,4 g mL-1. A infusão foi preparada pela adição das folhas secas em água destilada fervente (100ºC), permanecendo por 10 minutos enquanto o extrato foi preparado através da maceração das folhas secas em água destilada fria. Para o teste em A. cepa foram utilizados, para cada tratamento, seis grupos de quatro bulbos e seis caixas gerbox com 50 sementes em cada caixa. Duas lâminas para cada tratamento foram obtidas através da técnica de esmagamento das raízes e coradas com orceína acética 2%. Foram contadas 2000 células por grupo de bulbos e 3000 células por grupo de sementes...

An?lise da composi??o qu?mica, atividade citot?xica e inibi??o de citocinas in vitro de prepara??es de partes a?reas da planta ageratum fastigiatum

Freitas, Beth?nia Alves de Avelar
Fonte: UFVJM Publicador: UFVJM
Tipo: Tese de Doutorado
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36.16%
ABSTRACT Ageratum fastigiatum is a plant used in folk medicine as topical anti-inflammatory and analgesic agent. However, few studies have been conducted with this plant in order to detail the molecular mechanisms involved in its biological activities. Therefore, main purpose of the present study was to investigate the anti-inflammatory activity of the essential oil and leaf rinse dichloromethane of A. fastigiatum extract. The cytotoxicity of the compounds was assessed by means of trypan blue exclusion. The essential oil at 5x10-3 e 1x10-2 ?L/ did not present cytotoxic activity. These two concentrations were used for investigating the anti-inflammatory potential of the essential oil, by analyzing the pro-inflammatory (TNF-? and IFN-?) and anti-inflammatory (IL-10) cytokine profiles on human leukocyte cultures stimulated and non-stimulated with PMA (phorbol myristate acetate). The data obtained by flow cytometry demonstrated that both concentrations decreased the percentage of lymphocytes ?TNF-? + on the cell cultures stimulated with PMA. In the non-stimulated cell cultures there were no changes in the percentage of IL-10+ cells. The gas phase chromatography coupled with mass spectrometry analysis (GC/MS) revealed that the main compounds present in oil samples were: ?-pinene (7.51%)...

Intoxica??o por Ipomoea asarifolia em ovinos e bovinos na Ilha de Maraj?

TORTELLI, F?bio Py; BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; DUARTE, Marcos Dutra; CERQUEIRA, Val?ria Duarte; OLIVEIRA J?NIOR, Carlos Alberto de; RIET-CORREA, Franklin; CORREA, Gabriela Riet
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.01%
Para estudar as intoxica??es por plantas que ocorrem na Ilha de Maraj? foram visitadas 7 fazendas. Em todas as fazendas visitadas as pastagens eram constitu?das de campo nativo, tinham pouco ou nenhuma disponibilidade de forragem e estavam severamente invadidas por Ipomoea asarifolia. Nas 5 propriedades foi relatada a ocorr?ncia da intoxica??o por esta planta em ovinos. Animais jovens s?o mais afetados do que adultos. Em duas dessas propriedades foram observados ovinos com sinais cl?nicos. Em 4 fazendas, os propriet?rios relataram a ocorr?ncia da intoxica??o por I. asarifolia em bovinos e, em uma dessas, foram observados bovinos com sinais cl?nicos em duas visitas realizadas, uma no per?odo seco e outra no in?cio do per?odo chuvoso. Em bovinos as mortes ocorrem principalmente quando s?o afetados bezerros. A doen?a ? observada todos os anos, com morbidade vari?vel e baixa mortalidade. Os sinais cl?nicos foram caracter?sticos de uma doen?a tremog?nica. Um bovino e um ovino, que apresentavam sinais cl?nicos acentuados e foram eutanasiados e necropsiados, n?o apresentavam altera??es macrosc?picas nem histol?gicas de significa??o. Em todas as fazendas visitadas eram criados bubalinos juntamente com bovinos e/ou ovinos e em 3 propriedades eram criados caprinos...

Fotossensibiliza??o hepat?gena em eq?inos pela ingest?o de Brachiaria humidicola (Gramineae) no estado do Par?

BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger; PEIXOTO, Paulo Fernando de Vargas
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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45.95%
S?o apresentados os aspectos cl?nico-patol?gicos e epidemiol?gicos de doen?a, caracterizada por fotossensibili-za??o, que ocorre em eq?inos no nordeste do Estado do Par?. De um total de 40 animais examinados clinicamente, sete foram necropsiados, e tiveram fragmentos de ?rg?os examinados microscopicamente. Em virtude das les?es caracter?sticas encontradas, sobretudo nas partes despigmentadas da pele, das le-s?es hep?ticas macro e microsc?picas, e sabendo-se que as brachi?rias, de uma maneira geral, encerram saponinas com propriedades t?xicas, que causam altera??es hep?ticas e fo-tossensibiliza??o em bovinos e ovinos, conclui-se, que essa doen?a fotossensibilizante foi determinada pelo pastoreio de Brachiaria humidicola, alimenta??o exclusiva dos animais enfermos.; ABSTRACT: Data on the clinical-pathological aspects and on the epidemioloy of a disease in horses, characterized by phototsensitization, which occurs in northeastern of Par?, Brazil, are presented. Of a total of 40 horses examined clinically, post-mortem examination was performed on seven. Due to the characteristic lesions found on the non-pigmented skin, the macroscopic and histological alterations in the liver, and knowing that Brachiaria grasses contain saponins with toxic properties...

Intoxica??es experimental e natural por Ipomoea asarifolia (Convolvulaceae) em b?falos e outros ruminantes

BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; DUARTE, Marcos Dutra; PEIXOTO, Paulo Fernando de Vargas; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.05%
Atrav?s de experimentos por via oral, verificou-se que o b?falo ? t?o sens?vel quanto o bovino ? intoxica??o por Ipomoea asarifolia R. et Schult., planta respons?vel por ocasionais surtos de intoxica??o em bovinos, ovinos e caprinos. Uma a quatro doses di?rias de 10-20g/kg provocaram o aparecimento de sintomas acentuados e bastante semelhantes em ambas as esp?cies, consistindo principalmente em incoordena??o, tremores musculares e balan?o da cabe?a, inclusive da parte anterior do corpo (movimento pendular). Em b?falos, os sintomas de incoordena??o eram um pouco menos acentuados, com tend?ncia de os animais permanecerem em dec?bito esternal. Embora n?o haja nenhum relato de intoxica??o natural por I. asarifolia em b?falos, ? poss?vel que casos de intoxica??o nessa esp?cie estejam passando despercebidos.; ABSTRACT: Ipomoea asarifolia R. et Schult. is a plant responsible for occasional outbreaks of poisoning in cattle, sheep and goats. Its oral administration to cattle and buffalos showed that the buffalo is as susceptible as cattle. One to 4 daily doses of 10-20g/kg caused similar symptoms in both species, as incoordination, muscular twiching and swaying of the head and anterior part of the body (pendular movement). In buffaloes the signs of incoordination were observed to a smaller extent. There is no report yet on natural poisoning by I. asarifolia in buffaloes...

Aspectos epidemiol?gicos e cl?nico-patol?gicos comparados da intoxica??o por Arrabidaea bilabiata (Bignoniaceae) em b?falos e bovinos

TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger; BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; BRITO, Marilene de Farias; OLIVEIRA, Roseane Borner de; BARBAS, Luiz Andr? Luz
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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56.55%
Atrav?s de estudo experimental, verificou-se que, embora o quadro cl?nico-patol?gico seja essencialmente o mesmo, o b?falo ? pelo menos duas vezes mais resistente que o bovino ? a??o t?xica de Arrabidaea bilabiata (Sprague) Sandw. Os experimentos demonstraram tamb?m, que as folhas novas desta planta s?o duas vezes (em outubro, fim da ?poca de seca) ou uma vez e meio (em maio, fim da ?poca de chuva) mais t?xicas do que as folhas maduras, e que a planta ? mais t?xica em outubro. Esses dados indicam que a menor incid?ncia de intoxica??o por plantas do grupo das que causam morte s?bita, em b?falos na Amaz?nia, deva-se, em parte, ? maior resist?ncia dessa esp?cie animal. Tamb?m parece importante a coincid?ncia do habitat preferencial dos b?falos (v?rzea) com o habitat de A. bilabiata, planta menos t?xica que Palicourea marcgravii St.Hil., encontrada em terra firme que ? o habitat preferido pelos bovinos.; ABSTRACT: Experiments showed that the clinical and pathological pictures were essentially the same, but the buffalo was at least twice more resistant than the bovine to the toxic effect of Arrabidaea bilabiata (Sprague) Sandw. It was also shown that the young leaves are twice (October, end of the dry season) or one and a half (May, end of the rainy season) more toxic than the mature leaves...

Estudo comparativo da toxidez de Palicourea juruana (Rubiaceae) para b?falos e bovinos

OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; MAC?DO, Raquel Soares Cavaleiro de; BRITO, Marilene de Farias; PEIXOTO, Paulo Fernando de Vargas; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.06%
O estudo foi realizado com os objetivos de estabelecer a sensibilidade dos b?falos a Palicourea juruana e agregar novos dados sobre a toxidez dessa planta para bovinos. Embora os quadros cl?nico-patol?gicos tenham sido semelhantes, a compara??o das doses letais para b?falos (entre 1 e 2 g/kg) e para bovinos (0,25 g/kg) estabelece o b?falo como pelo menos quatro vezes mais resistente. Em experimentos realizados 10 anos antes - com amostras de P. juruana coletadas na mesma fazenda no Par?, em julho de 1993, in?cio da ?poca de seca, portanto apenas 2 meses mais tarde do que os agora realizados em maio de 2003 - a dose letal para bovinos foi de 2 g/kg. N?o encontramos explica??o para a toxicidade extremamente elevada da planta verificada nesse estudo.; ABSTRACT: An experimental study was performed to establish the toxicity of Palicourea juruana for buffaloes and to add new data on the toxicity of this plant for cattle. The clinical and pathological pictures were similar, but a comparison of the lethal doses for buffaloes (1-2g/kg) and cattle (0.25g/kg) shows that the buffalo is at least 4 times more resistant. In experiments performed 10 years earlier with the fresh leaves - collected on the same farm in July, at the beginning of the dry season...

Compara??o da sensibilidade de bovinos e b?falos ? intoxica??o por Palicourea marcgravii (Rubiaceae)

BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger; RIET-CORREA, Franklin
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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66.62%
O presente estudo foi realizado para verificar se b?falos s?o mais resistentes do que bovinos ? a??o t?xica de Palicourea marcgravii, mediante a administra??o da planta por via oral, simultaneamente, a bovinos e a b?falos. Foram usados sete b?falos e tr?s bovinos. Verificou-se que em b?falos doses de 0,5 g/kg, 1,0 g/kg e 2,0 g/kg n?o causaram sintomas de intoxica??o. As doses de 3,0 g/kg, 4,0 g/kge 6,0 g/kg causaram a morte dos b?falos. Em bovinos, a dose de 0,25g/kg n?o causou sinais cl?nicos de intoxica??o, enquanto que doses de 0,5 g/kg e 2,0 g/kg causaram a morte. A influ?ncia do exerc?cio sobre o aparecimento dos sintomas, o prazo decorrido desde o come?o da administra??o da planta at? o in?cio de sintomas, e os pr?prios sintomas, foram semelhantes nas duas esp?cies animais. O curso cl?nico foi mais longo nos b?falos. Enquanto nos bovinos o per?odo entre o aparecimento dos sintomas graves e a morte foi de 9 a 17 minutos, nos b?falos variou de 10 minutos a 1 hora e 28 minutos. Pode se concluir que os bubalinos s?o aproximadamente seis vezes mais resistentes do que os bovinos ? a??o t?xica de P. marcgravii. O menor ?ndice de mortes pela a??o de plantas t?xicas na Amaz?nia em b?falos ?, pelo menos em parte, devido ? maior resist?ncia do b?falo ? intoxica??o por essa planta. Outro fator respons?vel pelo menor n?mero de mortes em b?falos pela intoxica??o por plantas...

Anemia hemol?tica causada por Indigofera suffruticosa (Leg. Papilionoideae) em bovinos

BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; PEIXOTO, Paulo Fernando de Vargas; BARBOSA, Imke Barbara Pfeifer; ?VILA, Sandra Cristina de; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.11%
As partes a?reas de Indigofera suffruticosa Mill. (fam?lia Leg. Papilionoideae), planta incriminada pelos criadores de diversas ?reas do Nordeste por doen?a caracterizada por hemoglobin?ria em bovinos, foram administradas por via oral a seis bovinos, em doses di?rias repetidas de 10 a 40 g/kg, Todos os animais experimentais apresentaram hemoglobin?ria, por?m passageira, apesar continuidade da administra??o da planta. Dois desses bovinos n?o apresentaram manifesta??es adicionais, um terceiro animal evidenciou manifesta??es leves, e os tr?s outros, sintomas adicionais de intensidade moderada: apatia, mucosas vis?veis de colora??o esbranqui?ada, p?los arrepiados, anorexia, diminui??o da freq??ncia e intensidade dos movimentos ruminais, taquicardia, pulso venoso positivo e dispn?ia. Antes da crise hemol?tica a urina apresentava colora??o verde azulada. Nenhum animal experimental morreu, por?m um foi sacrificado durante a fase hemoglobin?rica. ? necropsia observaram-se anemia, bexiga contendo urina cor de vinho tinto, rins aumentados de volume com colora??o marrom-escura, f?gado, na superf?cie e ao corte, de colora??o azulada com lobula??o percept?vel. As principais altera??es histol?gicas foram verificadas no f?gado, sob forma de necrose coagulativa e tumefa??o e/ou microvacuoliza??o citoplasm?tica dos hepat?citos...

Intoxica??o por Cestrum laevigatum (Solanaceae) em bubalinos

BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; PINHEIRO, Cleyton Prado; LOPES, Cinthia T?vora de Albuquerque; MARQUES, D?bora Maria Marquiori; BRITO, Marilene de Farias; YAMASAKI, Elise Miyuki; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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56.16%
Com base no hist?rico e em dados cl?nico-patol?gicos, bem como a inspe??o das pastagens, foi estabelecido o diagn?stico de intoxica??o por Cestrum laevigatum Schlecht. em uma mortandade de b?falos no munic?pio de Itagua?, RJ. A intoxica??o foi reproduzida em dois b?falos. Amostras de folhas dessecadas de C. laevigatum foram administradas manualmente por via oral a quatro bubalinos da ra?a Murrah, em doses ?nicas correspondentes a 20g/kg e 40g/kg da planta fresca. A dose correspondente a 40g/kg provocou o aparecimento dos sinais cl?nicos que consistiram principalmente em apatia, anorexia, aus?ncia dos movimentos ruminais, dismetria, excita??o e agressividade, e levaram ? morte os dois animais em at? 65 horas ap?s a administra??o da planta. Dos outros dois bufalos que receberam a dose correspondente a de 20g/kg da planta fresca, um apresentou sinais cl?nicos, caracterizados principalmente por diminui??o dos movimentos ruminais, e recuperou-se em 97h22min ap?s a administra??o da planta; o outro n?o apresentou sinais cl?nicos. Os exames laboratoriais para avalia??o bioqu?mica indicaram les?o hep?tica. Em um b?falo que morreu, as principais altera??es macrosc?picas foram f?gado de cor alaranjada, com superf?cie externa e de corte com n?tido aspecto de noz moscada; no outro...

Sinais cl?nicos, les?es e altera??es produtivas e reprodutivas em caprinos intoxicados por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (Convolvulaceae) que deixaram de ingerir a planta

OLIVEIRA J?NIOR, Carlos Alberto de; RIET-CORREA, Franklin; DUARTE, Marcos Dutra; CERQUEIRA, Val?ria Duarte; ARA?JO, Cl?udio Vieira de; CORREA, Gabriela Riet
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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56.14%
O objetivo deste trabalho foi acompanhar a evolu??o cl?nica, o desempenho produtivo e reprodutivo e descrever as les?es de caprinos intoxicados por Ipomoea carnea subsp. fistulosa ap?s a retirada dos locais onde ocorre a planta. Para isso foram utilizados 37 caprinos, divididos em 4 grupos. O Grupo 1 era composto por 14 caprinos adquiridos em uma propriedade onde ocorria a planta e que apresentavam condi??o corporal ruim e sinais cl?nicos nervosos da intoxica??o, que variavam de discretos a acentuados. O Grupo 2 era composto por 10 cabras adquiridas em uma propriedade onde n?o ocorria a planta e tamb?m apresentavam condi??o corporal ruim. O Grupo 3 era composto por dois caprinos com sinais cl?nicos da intoxica??o, que foram abatidos na fazendo onde tinham se intoxicado. O Grupo 4 era composto por 11 caprinos que serviram como controle para o estudo das les?es macrosc?picas e histol?gicas. Os animais dos Grupos 1 e 2 foram avaliados por um per?odo de 12 meses em uma propriedade localizada no munic?pio de Castanhal, onde n?o ocorre a planta. Durante esse per?odo os animais recebiam o mesmo manejo. Seis meses ap?s, os animais do Grupo 1 continuavam com condi??o corporal ruim, pelo ?spero, maior susceptibilidade ? infesta??es por parasitas gastrintestinais e permaneciam com sinais nervosos. Nos animais que apresentavam sinais nervosos discretos houve diminui??o desses sinais...

Intoxica??o por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (Convolvulaceae) em caprinos na Ilha do Maraj?, Par?

OLIVEIRA J?NIOR, Carlos Alberto de; BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; DUARTE, Marcos Dutra; CERQUEIRA, Val?ria Duarte; RIET-CORREA, Franklin; TORTELLI, F?bio Py; CORREA, Gabriela Riet
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.11%
Ipomoea carnea subsp. fistulosa ? uma planta que cont?m swainsonina causando doen?a de dep?sito lisossomal em ruminantes, principalmente em caprinos na regi?o Nordeste do Brasil. Para o estudo das plantas t?xicas da Ilha de Maraj?, foram visitadas sete propriedades rurais na Ilha de Maraj?, seis localizadas no munic?pio de Cachoeira do Arari e uma no munic?pio de Soure. Em todas as propriedades visitadas as pastagens eram constitu?das de campo nativo, tinham pouca disponibilidade de forragem e I. carnea subsp. fistulosa encontrava-se em grande quantidade. Nas tr?s propriedades onde eram criados caprinos foram observados animais com sinais nervosos, incluindo tremores de inten??o, aumento da base de sustenta??o quando em esta??o, ataxia, hipermetria, nistagmo, paresia esp?stica ou debilidade, altera??es posturais, perda de equil?brio e quedas. Em duas fazendas a preval?ncia foi de 32% (23/71) e 100% (32/32) e em outra havia um animal com sinais acentuados e o resto do rebanho, de 19 caprinos, n?o foi examinado clinicamente. Bovinos, ovinos e bubalinos n?o foram afetados. Foram eutanasiados e necropsiados seis caprinos que apresentavam sinais cl?nicos acentuados. Macroscopicamente n?o foram observadas altera??es. Na histologia observou-se vacuoliza??o do peric?rio de neur?nios e do citoplasma de c?lulas epiteliais da tire?ide...

Evolu??o e reversibilidade das les?es neurol?gicas e card?acas em ovinos intoxicados experimentalmente por Ateleia glazioviana e Tetrapterys multiglandulosa

ALMEIDA, Milton Begeres de; PRIEBE, Amanda Pantale?o da Silva; RIVERO, Beatriz Riet Correa; CORREA, Gabriela Riet; FISS, Let?cia; RAFFI, Margarida Buss; SCHILD, Ana Lucia
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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56.34%
Para determinar a reversibilidade das les?es neurol?gicas e card?acas nas intoxica??es por Ateleia glazioviana e Tetrapterys multiglandulosa, as duas plantas foram administradas por via oral a 3 grupos de quatro ovinos cada. Nos Grupos 1, 2 e 3, quando os animais apresentaram sinais neurol?gicos de intoxica??o com agravamento substancial do quadro cl?nico e possibilidade de morte, suspendeu-se a administra??o da planta. O Grupo 4 com dois ovinos foi utilizado como controle. Os ovinos do Grupo 1, que receberam A. glazioviana fresca colhida no outono na dose de 10g/kg por dia durante 6 dias e foram eutanasiados aos 8, 11, 16 e 21 dias ap?s o in?cio do experimento, apresentaram regress?o dos sinais nervosos e progress?o das les?es card?acas. Os ovinos do Grupo 2, que receberam a mesma dose de A. glazioviana fresca, colhida na primavera por 8 dias e foram eutanasiados aos 9, 23, 38 e 68 dias apresentaram regress?o dos sinais nervosos e n?o apresentaram les?es card?acas, sugerindo que a planta ? menos t?xica na primavera do que no outono. Os ovinos do Grupo 3, que receberam T. multiglandulosa seca e mo?da misturada ? ra??o na dose de 10 g/kg durante 11 dias e foram eutanasiados aos 33, 33, 92 e 92 dias, apresentaram regress?o dos sinais nervosos e as les?es card?acas aos 92 dias foram menos severas que aos 33 dias. Esses resultados demonstraram que as les?es do sistema nervoso central s?o revers?veis ap?s o fim da ingest?o. Pelo contr?rio as les?es card?acas s?o progressivas ap?s o fim da ingest?o...

Brachiaria spp. poisoning of ruminants in Brazil

RIVERO, Beatriz Riet Correa; CASTRO, M?rcio Botelho de; LEMOS, Ricardo Ant?nio Amaral de; CORREA, Gabriela Riet; MUSTAFA, Vanessa da Silva; RIET-CORREA, Franklin
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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46.01%
Brachiaria spp. s?o as forrageiras mais importantes para a pecu?ria brasileira. Entretanto, um fator limitante para sua utiliza??o ? a sua toxicidade. A maioria dos surtos de fotossensibiliza??o hepat?gena ? causada por Brachiaria decumbens; por?m, B. brizantha, B. humidicola e B. ruziziensis podem tamb?m causar intoxica??o. A intoxica??o afeta bovinos, ovinos, caprinos e bubalinos. Os ovinos s?o mais suscept?veis que as outras esp?cies, e os animais jovens s?o mais suscept?veis que os adultos. Existem diferen?as na susceptibilidade entre animais da mesma esp?cie e tem sido sugerido que esta resist?ncia ? gen?tica. Sugere-se, tamb?m, que b?falos e provavelmente alguns ovinos s?o resilientes (quando intoxicados apresentam les?es histol?gicas e aumento das concentra??es s?ricas de GGT, mas n?o apresentam sinais cl?nicos). Em geral, a concentra??o de saponinas ? maior nas plantas em crescimento, mas surtos ocorrem durante todo o ano, provavelmente por aumento da concentra??o de saponinas na planta por alguma causa ainda desconhecida. Uma s?ndrome cl?nica com progressiva perda de peso e morte, sem fotossensibiliza??o, tem sido descrita em bovinos intoxicados por B. decumbens. As principais medidas preventivas s?o baseadas na sele??o de animais resistentes ou resilientes e o desenvolvimento de esp?cies ou variedades de Brachiaria com menores concentra??es de saponinas.; ABSTRACT: Brachiaria species are the most important grasses for cattle production in Brazil. However...

Intoxica??o natural e experimental por Metternichia princeps (Solanaceae) em caprinos

PRADO, Juliana da Silva; BRITO, Marilene de Farias; CALDAS, Saulo Andrade; YAMASAKI, Elise Miyuki; BARBOSA NETO, Jos? Diomedes; MAIA, Diogo dos Santos; TOKARNIA, Carlos Maria Ant?nio Hubinger
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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46.44%
Entre os anos de 2007 e 2009 ocorreu uma doen?a nefrot?xica de evolu??o subaguda com alta mortandade em caprinos em uma propriedade no munic?pio de Itagua?, estado do Rio de Janeiro. Levantou-se a suspeita de que Metternichia princeps, planta pertencente ? fam?lia Solanaceae, seria a causa. Atrav?s de experimenta??o em caprinos o quadro cl?nico-patol?gico de intoxica??o por esta planta e a dose letal foram estabelecidos. Na experimenta??o foram utilizados 12 caprinos de diferentes ra?as, de ambos os sexos, jovens a adultos, com pesos acima de 15 kg. Os animais que receberam as doses de 30g/kg em 5 dias, 15g/kg em 3 dias, doses ?nicas de 10g/kg e de 5g/kg, morreram. Dos tr?s animais que receberam as doses ?nicas de 2,5g/kg, dois morreram e um n?o apresentou sinais cl?nicos e o animal que recebeu a dose ?nica de 1,25g/kg, tamb?m n?o apresentou sinais cl?nicos. O in?cio dos sinais cl?nicos ap?s a administra??o da planta variou entre 7h e 46h45min. A evolu??o variou entre 3h6min e 126h40min. Os primeiros sinais cl?nicos apresentados foram inapet?ncia, adipsia, apatia e relut?ncia ao movimento. Em seguida os animais entravam em dec?bito esternal e ao serem colocados em esta??o, mantinham os membros anteriores flexionados, apoiavam apenas os posteriores no ch?o at? evolu?rem para flex?o dos quatro membros e seguia-se o dec?bito lateral. ? necropsia destacaram-se o edema de tecido adiposo perirrenal...

Intoxica??o experimental por Cestrum laevigatum em bubalinos (Bubalus bubalis)

MARQUES, D?bora Maria Marquiori
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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46.09%
O objetivo deste trabalho foi determinar a toxicidade de Cestrum laevigatum para bubalinos e caracterizar o quadro cl?nico-patol?gico da intoxica??o. Foram utilizados 4 bubalinos da ra?a Murrah, divididos em dois grupo. O Grupo 1 (b?falos 1 e 2) recebeu 20g/Kg de folhas dessecadas de Cestrum laevigatum, via oral; enquanto que o Grupo 2 (b?falos 3 e 4) recebeu 40g/Kg de peso vivo. O b?falo 1 (grupo 1), apresentou sinais cl?nicos discretos, caracterizados por diminui??o dos movimentos ruminais e recuperou-se 60 horas ap?s o in?cio dos sinais cl?nicos. O b?falo 2 (grupo 1) n?o apresentou sinais cl?nicos. Os b?falos 3 e 4 (Grupo 2) apresentaram os primeiros sinais cl?nicos 26h 05min. e 37 h 22 min. ap?s o fim da administra??o da planta, respectivamente. Os sinais cl?nicos da intoxica??o foram apatia, anorexia, diminui??o ou aus?ncia dos movimentos ruminais, sialorreia, dificuldade respirat?ria, andar cambaleante, dismetria, excita??o, agressividade, constipa??o, com fezes ressecadas contendo muco e sangue, gemidos, focinho seco, sonol?ncia, dec?bito lateral, movimentos de pedalagem e morte em 44h11min. (b?falo 3) e 60h 39min (b?falo 4) ap?s a administra??o da planta. Na necropsia o b?falo 3 revelou superf?cie capsular e de corte do f?gado de colora??o marrom/laranja...

Intoxica????o por Senecio spp. : padr??es morfol??gicos hep??ti-cos em bovinos e resist??ncia adquirida em ovinos; Intoxication by Senecio spp.: hepatic morphologic patterns in cattle and aquired resistance in sheep

GRECCO, Fabiane Borelli
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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This study him to characterize liver morphological patterns of the intoxication by Senecio spp. observed in cattle in Southern Rio Grande do Sul State, Brazil between 2000-2008 and to text the acquireal resistance in sheep to Senecio brasiliensis poisoning. The patterns observed were correlated with climate changes occurred in the period. Two outbreaks Senecio spp. In sheep were described. It was tested if repeated doses of S. brasiliensis induce resistance to the intoxication in sheep. The macroscopic and histological lesions of cattle dead by Senecio spp. toxicosis submitled to Regional Diagnostic Laboratory of Pelotas University were analyzed. The lesions were classified in seven different patterns. The outbreaks prevalence and climate changes concerning accumulated rain and temperature mean in different seasons of year were analyzed. To determine if repeated doses of S. brasiliensis induce resistance to the intoxication in sheep, doses that cause acute intoxication was determined. The green plant was administered by gavage to 3 sheep in doses of 60, 80, 90 and 100 g/kg of body weight (bw). The doses (100gkg of bw) that caused acute poisoning were divided in 2, 5 and 10 doses and administered daily in 2, 5 and 10 days to observe if chronic lesion would develop. Sheep that received 10g/kg of bw was challenged with 100g/kg of bw after 45 days the last doses of 10g. Doses of 15 g/kg of bw were administered by gavage for 30 days and 10 g/kg of bw for 10 days to three sheep. Two of them were challenged 24 hours after the last doses of 30g/kg of bw. One sheep was challenged 15 days after the last doses of 30g/kg of bw. The results of macroscopic and histological analyze of liver showed that the diffuse liver fibrosis and nodular regeneration were the most common lesions induced by Senecio spp. intoxication in cattle. Although between 2007 and 2008 the pattern with little fibrosis and histological subacute lesion had been observed. In outbreaks of spontaneous Senecio spp. poisoning in sheep jaundice...

Sinais clínicos e patologia da intoxicação crônica experimental de caprinos por Palicourea marcgravii

Barbosa,Edson de F.G.; Cardoso,Saulo P.; Salomon Cabral Filho,Sérgio L.; Borges,José Renato Junqueira; Mendes de Lima,Eduardo M.; Riet-Correa,Franklin; Castro,Márcio B.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Palicourea marcgravii é considerada a principal planta tóxica de interesse pecuário no Brasil, porém, até o momento, é conhecido apenas o quadro agudo da intoxicação. Esse estudo avaliou as alterações clínico-patológicas de 10 caprinos cronicamente intoxicados por P. marcgravii. Os animais receberam, diariamente, 0,2g/kg de peso corporal da planta fresca por 6 a 38 dias. Os caprinos apresentaram como principais sinais clínicos anorexia, apatia, taquicardia, arritmia, pulso venoso jugular positivo e decúbito. Nas necropsias, os achados macroscópicos foram hidropericárdio, palidez dos rins e do miocárdio, atrofia gelatinosa da gordura cardíaca, evidenciação do padrão lobular hepático e edema pulmonar. Os principais achados microscópicos foram tumefação e vacuolização de cardiomiócitos, necrose de fibras cardíacas e infiltrado inflamatório mononuclear no miocárdio. Nos rins foi encontrada marcante degeneração hidrópico-vacuolar difusa. Os achados demonstraram nos caprinos cronicamente intoxicados, quadro clínico-patológico com características distintas do observado na forma aguda da intoxicação por P. marcgravii. Essas observações comprovam o risco para caprinos da ingestão da planta...

Conditioned food aversion to control poisoning by Ipomoea carnea subsp. fistulosa in goats

OLIVEIRA J?NIOR, Carlos Alberto de; CORREA, Gabriela Riet; TAVARES, Carla; SOUZA, Elda Ely Gomes de; CERQUEIRA, Val?ria Duarte; PFISTER, James A.; COOK, Daniel; RIET-CORREA, Franklin
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Para testar a t?cnica de avers?o alimentar condicionada como m?todo de controle para a intoxica??o por I. carnea, foram realizados 3 experimentos administrando cloreto de l?tio (LiCl) na dose de 175-200mg kg-1 ap?s a ingest?o da planta por caprinos. No primeiro, foram induzidos ? avers?o 10 caprinos que tinham o h?bito de ingerir a planta e com sinais cl?nicos da intoxica??o. Apesar da realiza??o de diversos tratamentos aversivos, ap?s os animais ingerirem a planta, a avers?o n?o foi eficiente, demonstrando que a t?cnica n?o ? eficiente em caprinos que j? est?o habituados a ingerir a planta. No segundo experimento, 14 caprinos foram adaptados a ingerir a planta na pastagem e, ap?s ingerirem a planta a campo, foram induzidos ? avers?o com LiCl. Neste grupo, a avers?o persistiu at? o fim do Experimento, 2 anos e 8 meses ap?s a avers?o. Em outro experimento, 20 caprinos foram adaptados a consumir I. carnea e, em seguida, induzidos ? avers?o com LiCl. Esses animais foram transferidos para uma propriedade na Ilha de Maraj?, onde foram realizadas 9 visitas com intervalos de 2-3 meses para verificar a dura??o da avers?o. Ap?s 2 anos de observa??es, nenhum animal voltou a ingerir a planta na pastagem e n?o foram observados casos de intoxica??o...

Conditioned food aversion to Ipomoea carnea var. fistulosa induced by Baccharis coridifolia in goats

ADRIEN DELGADO, Mar?a de Lourdes; CORREA, Gabriela Riet; OLIVEIRA J?NIOR, Carlos Alberto de; PFISTER, James A.; COOK, Daniel; SOUZA, Elda Ely Gomes de; RIET-CORREA, Franklin; SCHILD, Ana Lucia
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Baccharis coridifolia ? uma planta t?xica que possui forte poder aversivo em ruminantes. Os objetivos deste trabalho foram induzir avers?o condicionada a Ipomoea carnea avar. fistulos em caprinos utilizando B. coridifolia como agente aversivo e comparar a efici?ncia desta avers?o com a avers?o induzida por cloreto de l?tio (LiCl). Treze cabras foram divididas em dois grupos: o Grupo 1 com seis cabras foi avertido com 175mg/kg de peso corporal (pc) de LiCl e o Grupo 2, com sete cabras, foi avertido com 0,25g/kg de pc de B. coridifolia seco. Todas as cabras foram avertidas no dia 1 logo ap?s a ingest?o de I.carnea. A avers?o foi repetida nos dias 2, 3 e 7 nos caprinos que ingeriram qualquer quantidade de I. carnea, utilizando-se o mesmo procedimento do dia 1. Os caprinos de ambos os grupos foram desafiados nas baias nos dias 23 e 38 ap?s o ?ltimo dia da avers?o e desafiados na pastagem nos dias 11, 15, 18, 20, 22, 25, 27 e 29 ap?s o ?ltimo dia da avers?o. Posteriormente os caprinos foram desafiados a cada 15 dias na pastagem at? o 330? dia ap?s o ?ltimo dia da avers?o (7? dia). Duas cabras do Grupo 1 ingeriram I. carnea no primeiro dia do desafio na pastagem, quatro dias ap?s o ultimo dia da avers?o nas baias. Al?m disso, outra cabra do mesmo grupo reiniciou a ingest?o da planta no 18? dia e outras duas no 20? dia. Uma cabra do Grupo 1 que nunca havia ingerido a planta ap?s a avers?o morreu no 55? dia. Uma cabra do Grupo 2 come?ou a ingerir I. carnea no primeiro dia de desafio na pastagem e uma segunda reiniciou o consumo da planta no 182? dia. No final do experimento no 330? as cinco cabras avertidas com B. coridifolia permaneciam sem ingerir a planta. Estes resultados sugerem que B. coridifolia ou algum princ?pio ativo dessa planta pode ser utilizado para induzir avers?o condicionada a plantas t?xicas. A utiliza??o de B. coridifolia como agente aversivo ? aparentemente mais barato e mais f?cil de ser utilizado do que o LiCl...