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Resistência de populações da planta daninha Digitaria ciliaris (Retz.) Koel. a herbicidas inibidores da acetil coenzima A carboxilase (ACCase); Resistance of populations of the weed Digitaria ciliaris (Retz.) Koel. to acetyl coenzyme A carboxylase (ACCase) inhibitor herbicides

López Ovejero, Ramiro Fernando
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/04/2006 PT
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56.48%
Com o objetivo de estudar populações resistentes (R) e suscetíveis (S) de Digitaria ciliaris aos herbicidas inibidores da ACCase, no estado do Paraná-Brasil, região dos Campos Gerais foi desenvolvida a presente pesquisa para: (a) confirmar a resistência de biótipos R aos herbicidas inibidores da ACCase por meio de curvas de dose-resposta, bem como estabelecer o grau de resistência cruzada destes biótipos; (b) avaliar a suscetibilidade comparativa de dois biótipos (R4 e S) a herbicidas com mecanismo de ação de inibição de ACCase, ALS e síntese de carotenos, portanto o grau de resistência múltipla; (c) comparar a adaptabilidade ecológica e competitividade dos biótipos R4 e S e; (d) avaliar a eficácia de herbicidas alternativos aplicados em condições de pré e pós-emergência na cultura de soja no controle de biótipos R. A avaliação das populações suspeitas de resistência: R1 – Castro; R2 - Ponta Grossa; R3 – Carambeí; e R4 - Piraí do Sul, e uma população suscetível (S – Ponta Grossa) em condições de casa-de-vegetação, através de curvas de dose resposta permitiu concluir que as populações R1, R2, R3 e R4 apresentaram-se como biótipos resistentes aos herbicidas inibidores da ACCase com diferentes níveis de resistência cruzada aos herbicidas com este mecanismo de ação. No experimento onde foram avaliados herbicidas inibidores da ACCase: fluazifop-p-butil...

Biologia e manejo da planta daninha Borreria densiflora DC.; Biology and management of the weed Borreria densiflora DC.

Martins, Bianca Assis Barbosa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2008 PT
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46.89%
A planta daninha vassourinha-de-botão (Borreria densiflora DC.) está apresentando aumento na sua infestação em áreas cultivadas com cana-de-açúcar e soja, respectivamente nos estados do Maranhão, Goiás e Tocantins. Observações de campo têm relatado a deficiência de controle químico sobre esta espécie, quando ocorre em estádio de crescimento avançado. Sendo assim, este trabalho objetivou classificar botanicamente B. densiflora DC., analisar a influência da luz e da temperatura na germinação desta espécie, seu crescimento, desenvolvimento e estruturas reprodutivas, sua susceptibilidade a herbicidas em condições de pré e pósemergência, e a influência da interação entre a profundidade de enterrio e a presença de palha em diferentes quantidades sobre a superfície do solo sobre a emergência desta planta daninha. A classificação botânica foi realizada na Facultad de Ciencias Exactas y Naturales y Agrimensura - UNNE / IBONE, Argentina; o experimento que analisou a germinação sob diferentes condições foi realizado no Laboratório de Análise de Sementes, do Departamento de Produção Vegetal da USP / ESALQ, e todos os demais experimentos foram conduzidos em casa-de-vegetação, do mesmo departamento. Todos os trabalhos foram conduzidos entre 2006 e 2007. Constatou-se que a planta daninha vassourinha-de-botão se trata da espécie Borreria densiflora DC....

Períodos de interferência de maria-pretinha sobre tomateiro industrial

Hernandez, Daniel D; Alves, Pedro Luís CA; Pavani, Maria do Carmo MD; Parreira, Mariana C
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 199-204
POR
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46.68%
Determinou-se os efeitos da convivência com plantas de maria-pretinha sobre a produtividade do tomateiro industrial, híbrido Heinz 9992, em um experimento com dois grupos de tratamentos: no primeiro, o tomate permaneceu livre da competição (60 mil plantas ha-1 de maria-pretinha) do transplantio até 15; 30; 45; 60; 75; 90; 105 e 120 dias (colheita); no segundo, a cultura permaneceu em competição com a maria-pretinha do transplantio até os mesmos períodos citados. Utilizaram-se blocos casualizados, três repetições e parcelas de quatro linhas. Altura, área foliar e massa seca da parte aérea da maria-pretinha foram obtidas a partir de amostras de dez plantas. A área foliar das plantas de maria-pretinha cresceu até 75 dias de convivência com as plantas de tomate (1.588 dm² planta-1), a altura até 60 dias de convivência (85 cm) e a massa seca da parte aérea até 120 dias de convivência (31,7 g planta-1). As produtividades mais alta (108,6 t ha-1 ou 87,6% da produção total de frutos) e mais baixa (14,2 t ha-1; 59,0%) de frutos maduros de tomate foram observadas quando a convivência entre tomate e maria-pretinha ocorreu respectivamente apenas nos 15 primeiros dias e ao longo de todo o ciclo do tomate. Nestes tratamentos...

Crescimento e desenvolvimento da planta daninha capim-camalote

Carvalho,Saul Jorge Pinto de; Moreira,Murilo Sala; Nicolai,Marcelo; López Ovejero,Ramiro Fernando; Christoffoleti,Pedro Jacob; Medeiros,Daniel
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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O capim-camalote (Rottboelia exaltata L.f.) é uma planta daninha com rápida disseminação nas áreas canavieiras do Brasil, causando significativas perdas de produtividade na cultura. Assim, esta pesquisa teve por objetivo avaliar o crescimento, o desenvolvimento vegetativo e a capacidade reprodutiva do capim-camalote, como mecanismo de melhoria do manejo a ser adotado. O experimento foi desenvolvido em casa de vegetação da ESALQ/USP, entre julho e outubro de 2004, quando foram realizadas 14 avaliações periódicas de crescimento, determinando-se: massa fresca e seca (total, parte aérea e raízes), área foliar e fenologia das plantas. Realizou-se a contagem do número de rácemos florais de 16 plantas e do número de sementes de 100 rácemos após florescimento. Pôde-se observar um rápido crescimento inicial das plantas, de tal forma que o início do florescimento ocorreu aos 49 dias após a semeadura. No fim do ciclo, verificaram-se nas plantas valores próximos a 120 g, 25 g e 1.600 cm² de massa fresca total, massa seca total e área foliar, respectivamente. Na ocasião das contagens, as plantas haviam emitido, em média, o total de 163 rácemos com 12 sementes cada uma, o que corresponde a mais de 2.000 sementes por planta. Pelos resultados alcançados verifica-se elevada capacidade de crescimento e habilidade reprodutiva do capim-camalote...

Capacidade de absorção de nutrientes do capim-mMarandu (Brachiaria brizantha) e da planta daninha malva (Urena lobata) em função do pH

Souza Filho,A.P.S.; Veloso,C.A.C.; Gama,J.R.N.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
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46.83%
A capacidade competitiva entre plantas daninhas e cultivadas é influenciada por vários fatores, entre eles o pH do meio onde as plantas crescem. Dessa forma, analisaram-se os efeitos da variação do pH sobre o desenvolvimento e os teores dos nutrientes fósforo, potássio, cálcio e magnésio acumulado na parte aérea e nas raízes do capim-marandu (Brachiaria brizantha) e da planta daninha malva (Urena lobata). Para isso, foram preparadas soluções nutritivas com os seguintes valores de pH: 3,5; 4,5; 5,5; e 6,5. Os trabalhos foram conduzidos em casa de vegetação, por um período experimental de 42 dias. A gramínea forrageira e a planta daninha responderam diferentemente à variação do pH. O capim-marandu apresentou maior sensibilidade às variações do pH, tendo sido a produção de matéria seca da parte aérea e das raízes sempre crescente em função do aumento do pH. Por sua vez, a produção de matéria seca das duas frações da planta daninha não foi influenciada pela variação do pH. Comparativamente, o capim-marandu apresentou maior habilidade para absorver nutrientes em pH 6,5, enquanto a malva apresentou maior habilidade em condições de pH extremo (3,5 e 6,5). Independentemente do pH da solução nutritiva e da parte da planta analisada...

Modelos empíricos de predição de perdas de rendimento da cultura de feijão em convivência com Brachiaria plantaginea

Passini,T.; Christoffoleti,P.J.; Dourado Neto,D.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 PT
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46.81%
Três modelos empíricos foram comparados quanto à eficiência em predizer as perdas de rendimento (PRR) da cultura de feijão (Phaseolus vulgaris) devido à convivência desta com o capim-marmelada (Brachiaria plantaginea). A população de capim-marmelada foi descrita em termos de densidade (Npd), índice de área foliar relativa (Fpd) e cobertura relativa do solo (Spd). Os coeficientes dos modelos foram estimados a partir de dados obtidos com um experimento conduzido em área experimental da USP/ESALQ, de outubro de 1999 a janeiro de 2000, em Piracicaba-SP. O experimento foi delineado em blocos ao acaso, e os tratamentos em parcelas subdivididas, com três repetições. O tratamento de parcelas foi a época de semeadura da planta daninha (oito dias antes, no dia, cinco e dez dias depois da semeadura da cultura), e o de subparcelas, a densidade da planta daninha (0, 25, 50, 100 e 200 plantas m²). As perdas do rendimento de grãos de feijão em relação ao tratamento com densidade zero de B. plantaginea foram comparadas às preditas pelo ajuste dos dados aos modelos. Enquanto o modelo que tem Npd como variável não ajustou os dados devido às épocas de semeadura [PRR=0,0114.Npd/(1+0,0114. Npd), r²=0,03], aqueles que têm Fpd ou Spd como variável os ajustaram [PRR=6...

Crescimento, desenvolvimento e produção de sementes da planta daninha capim-branco (Chloris polydactyla)

Carvalho,S.J.P.; Pereira silva,R.F.; López-Ovejero,R.F.; Nicolai,M.; Christoffoleti,P.J.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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46.76%
O presente trabalho teve por objetivo caracterizar o crescimento, o desenvolvimento e a produção de sementes da planta daninha capim-branco (Chloris polydactyla). Para isso, foram realizadas 16 avaliações periódicas de crescimento, quantificando-se fenologia, área foliar e massa seca (total, parte aérea e raízes) das plantas. Foram, também, calculadas as taxas de crescimento absoluto (G) e relativo (R). Quantificaram-se o número de racemos florais de 28 plantas, o comprimento de 100 racemos aleatórios e o número de sementes presentes em 100 unidades de 10 mm de racemo, após o florescimento. Observou-se que o capim-branco é uma espécie com desenvolvimento e crescimento iniciais lentos, uma vez que iniciou o florescimento e a posterior produção de sementes apenas aos 112 dias após a semeadura. Trata-se de uma espécie com grande potencial final de crescimento e produção de sementes, uma vez que um único perfilho e toda a planta foram capazes de produzir mais de 3.000 e 30.000 sementes, respectivamente. O crescimento inicial lento dessa planta daninha pode desfavorecer a competição interespecífica no interior dos campos agrícolas, em especial na cultura da cana-de-açúcar, onde é encontrada com maior freqüência...

Alternativas de manejo químico da planta daninha Digitaria ciliaris resistente aos herbicidas inibidores da ACCase na cultura de soja

López-Ovejero,R.F.; Penckowski,L.H.; Podolan,M.J.; Carvalho,S.J.P.; Christoffoleti,P.J.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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46.73%
Com o objetivo de avaliar a eficácia dos herbicidas inibidores da ACCase sobre uma população de capim-colchão (Digitaria ciliaris) com histórico de falha de controle, bem como propor herbicidas alternativos a serem aplicados em condições de pré e pós-emergência na cultura de soja, foram conduzidos dois experimentos a campo no município de Palmeira-PR, durante o ano agrícola 2003/2004. No primeiro experimento, foi avaliada a eficácia dos tratamentos envolvendo herbicidas com mecanismo de ação de inibição da ACCase (g ha-1): sethoxydim (230), clethodim (108), butroxydim (75), tepraloxydim (100), fluazifop-p-butil (187,5), haloxyfop-r (60), propaquizafop (125), cyhalofop-butyl (225), fenoxaprop-p-ethyl + clethodim (50 + 50), além de testemunha sem herbicidas. No segundo experimento, os tratamentos constaram de herbicidas com mecanismos de ação alternativos, visando também o teste de eficácia de controle da planta daninha (g ha-1): trifluralina (2.700), clomazone (1.000), smetolachlor (1.920), sulfentrazone (600), trifluralina + sulfentrazone (2.100 + 400), clomazone + sulfentrazone (600 + 400), S-metolachlor + sulfentrazone (768 + 400) aplicados em condições de pré-emergência da planta daninha e da cultura e testemunha sem controle de plantas daninhas; os tratamentos apresentavam-se com ou sem complementação de controle através do herbicida imazethapyr (100)...

Períodos de interferência de maria-pretinha sobre tomateiro industrial

Hernandez,Daniel D; Alves,Pedro Luís CA; Pavani,Maria do Carmo MD; Parreira,Mariana C
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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46.68%
Determinou-se os efeitos da convivência com plantas de maria-pretinha sobre a produtividade do tomateiro industrial, híbrido Heinz 9992, em um experimento com dois grupos de tratamentos: no primeiro, o tomate permaneceu livre da competição (60 mil plantas ha-1 de maria-pretinha) do transplantio até 15; 30; 45; 60; 75; 90; 105 e 120 dias (colheita); no segundo, a cultura permaneceu em competição com a maria-pretinha do transplantio até os mesmos períodos citados. Utilizaram-se blocos casualizados, três repetições e parcelas de quatro linhas. Altura, área foliar e massa seca da parte aérea da maria-pretinha foram obtidas a partir de amostras de dez plantas. A área foliar das plantas de maria-pretinha cresceu até 75 dias de convivência com as plantas de tomate (1.588 dm² planta-1), a altura até 60 dias de convivência (85 cm) e a massa seca da parte aérea até 120 dias de convivência (31,7 g planta-1). As produtividades mais alta (108,6 t ha-1 ou 87,6% da produção total de frutos) e mais baixa (14,2 t ha-1; 59,0%) de frutos maduros de tomate foram observadas quando a convivência entre tomate e maria-pretinha ocorreu respectivamente apenas nos 15 primeiros dias e ao longo de todo o ciclo do tomate. Nestes tratamentos...

Métodos de manejo de aveia preta para evitar sua ressurgência como planta daninha em trigo

Fontaneli,Renato Serena; Faganello,Antonio; Sattler,Arcênio; Vargas,Leandro
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
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66.87%
A aveia preta é a cultura de cobertura de inverno importante no sul do Brasil. Entretanto, a aveia preta, do mesmo modo que o azevém anual, é uma planta daninha em culturas comerciais de inverno. Dois experimentos em blocos casualizados foram conduzidos na Embrapa Trigo, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul (RS), para estudar métodos de manejo de aveia preta em dois estádios de desenvolvimento, antese e grão leitoso, que evitem a transformação dessa espécie em planta daninha, em trigo cultivado em sucessão com soja. As parcelas tiveram área útil de 60m². Nove métodos de manejo foram estudados: dessecação; rolagem e dessecação; fenação; ensilagem; roçada; trituração; rolagem, mediante uma operação com rolo faca; gradagem; colheita mecânica de grãos. A biomassa média acumulada na antese foi de 5.016kg MS ha-1 e em grão leitoso, de 6.050kg MS ha-1. Durante o verão, a soja não foi afetada pelos métodos de manejo de aveia e teve produtividade média de 2.080kg ha-1. Na safra de inverno do ano seguinte, os métodos de manejo aplicados na antese tiveram produtividade média de grãos de trigo de 2.472kg ha-1, e a densidade de espigas foi de 355 espigas m-2, nas parcelas que foram dessecadas antes da semeadura da cultura de trigo...

Biologia e preferência da lagarta do girassol, Chlosyne lacinia saundersii (Lepidoptera: Nymphalidae) na planta daninha losna branca, Parthenium hysterophorus (Asteraceae)

Justus,Cláudia M.; Pasini,Amarildo; Oliveira,Émerson D.M. de
Fonte: Sociedade Entomológica do Brasil Publicador: Sociedade Entomológica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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O objetivo deste trabalho foi estudar a biologia de Chlosyne lacinia saundersii Doubleday, sobre losna branca, Parthenium hysterophorus (Asteraceae), bem como avaliar sua preferência em relação ao girassol e à planta daninha. Os ovos foram coletados no campo sobre plantas de P. hysterophorus. A criação das lagartas foi realizada sob condições controladas de temperatura (25 ± 2ºC) e fotoperíodo (12 h L:12h E). A duração média da fase de ovo foi de sete dias; da fase larval de 18,9 dias, com 75% de sobrevivência e da fase pupal de 6,1 dias, com 65% de sobrevivência. C. lacinia saundersii preferiu alimentar-se de girassol, comparativamente à losna branca. A planta daninha P. hysterophorus constitui hospedeiro alternativo para a lagarta do girassol, permitindo que a mesma complete o ciclo biológico naquela planta.

Estrutura do capim-braquiária em relação à planta daninha

Santos,Manoel Eduardo Rozalino; Fonseca,Dilermando Miranda da; Gomes,Virgilio Mesquita; Pimentel,Roberson Machado; Silva,Guilherme Portes; Albino,Ronan Lopes
Fonte: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM Publicador: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 PT
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46.93%
O objetivo foi avaliar as características estruturais da Brachiaria decumbens cv. Basilisk em relação à planta daninha Solanum sisymbrifolium no pasto. Os tratamentos foram dois locais no mesmo pasto, quais sejam, próximo e distante da planta daninha. O delineamento foi em blocos ao acaso com três repetições. O pasto foi manejado sob lotação contínua, com bovinos e com altura média de aproximadamente 25 cm. Foram quantificadas as densidades populacionais das categorias de tamanho dos perfilhos, a altura, a interceptação de luz, as massas e as densidades volumétricas dos componentes morfológicos do pasto. No local distante da planta daninha houve maior ocorrência de perfilhos com tamanho inferior a 20 cm. Já no local próximo da planta daninha, predominaram perfilhos com tamanho superior a 40 cm. A presença da planta daninha ocasionou aumento na altura do pasto e incremento na interceptação de luz pelo dossel. As massas e as densidades volumétricas de lâmina foliar viva, colmo vivo e material morto foram inferiores no local próximo da planta daninha em relação ao local distante. A ocorrência da planta S. sisymbrifolium provoca variabilidade espacial da vegetação no pasto de B. decumbens manejado sob lotação contínua com bovinos.

Levantamento fitossociológico de plantas daninhas em áreas de produção de cana-de-açucar.

OLIVEIRA, A. R.; FREITAS, S. P.
Fonte: Planta Daninha, Viçosa, v. 26, n. 1, p. 33-46, 2008. Publicador: Planta Daninha, Viçosa, v. 26, n. 1, p. 33-46, 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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56.56%
O estudo trata da análise fitossociológica de plantas daninhas em áreas cultivadas com cana-de-açúcar em três usinas de açúcar e álcool no município de Campos dos Goytacazes, na região Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, considerando-se três relevos: baixada (relevo plano com altitude de no máximo 30 m), tabuleiro (relevo plano com altitude variando de 30 a 50 m) e morro (relevo ondulado, com altitude superior a 50 m), dois tipos de cultivo (cana-planta e cana-soca) e dois períodos (primavera-verão e outono-inverno). O levantamento em cana-planta foi realizado até 30 dias após o plantio e, em cana-soca, no período de 30 a 45 dias após a colheita. Avaliaram-se as freqüências, densidades e dominâncias, absolutas e relativas, e o índice de valor de importância (IVI), o qual expressa, numericamente, a importância de uma determinada espécie em uma comunidade, sendo determinado por meio da soma de seus valores de densidade, freqüência e dominância, expressos em porcentagem. Foram identificadas 95 espécies de plantas daninhas, distribuídas em 74 gêneros e em 30 famílias. A família mais representativa foi a Poaceae, seguida por Asteraceae, Euphorbiaceae, Malvaceae, Papilionoideae e Amaranthaceae. A espécie Cyperus rotundus apresentou o maior índice de valor de importância...

Atividade alelopática de substâncias químicas isoladas do capim-marandu e suas variações em função do pH.

SANTOS, L. S.; SANTOS, J. C. L.; SOUZA FILHO, A. P. S.; CORRÊA, M. J. C.; VEIGA, T. A. M.; FREITAS, V. C .M.; FERREIRA, I. C. S.; GONÇALVES, N. S.; SILVA, C. E.; GUILHON, G. M. S. P.
Fonte: Planta daninha, Viçosa-MG, v. 26, n. 3, p. 531-538, 2008. Publicador: Planta daninha, Viçosa-MG, v. 26, n. 3, p. 531-538, 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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56.52%
Este trabalho teve por objetivos isolar, identificar e caracterizar a atividade alelopática de substâncias químicas produzidas pela Brachiaria brizantha cv. Marandu e determinar as variações na atividade dessas substâncias em função da variação do pH da solução. A atividade alelopática foi realizada em bioensaios de germinação e desenvolvimento da radícula e do hipocótilo, utilizando as plantas daninhas malícia (Mimosa pudica) e mata-pasto (Senna obtusifolia) como receptoras. Os efeitos do pH foram analisados na faixa de 3,0 a 9,0. Os triterpenos pentacíclicos friedelina e epifriedelinol isolados da parte aérea de B. brizantha apresentaram baixa atividade inibitória na germinação de sementes e no desenvolvimento da radícula e do hipocótilo das duas plantas daninhas. As duas substâncias apresentaram comportamento diferenciado em relação à variação do pH da solução, com inibições mais marcantes em relação à planta daninha mata-pasto.; 2008; Disponível também on-line.

Análise comparativa dos efeitos alelopáticos das substâncias químicas titonina e titonina acetilada.

SOUZA FILHO, A. P. S.; BORGES, F. C.; SANTOS, L. S.
Fonte: Planta daninha, v. 24, n. 2, p. 205-210, abr./jun. 2006. Publicador: Planta daninha, v. 24, n. 2, p. 205-210, abr./jun. 2006.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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46.65%
Este trabalho teve por objetivo estabelecer as variações na atividade alelopática da substância química titonina, em função da acetilação de sua molécula. Bioensaios de germinação (25 oC de temperatura constante e fotoperíodo de 12 horas) e de desenvolvimento da radícula e do hipocótilo (25 oC de temperatura constante e fotoperíodo de 24 horas) foram desenvolvidos. Como planta receptora, utilizou-se a planta daninha Mimosa pudica (malícia). Análise de espectros RMN 1H e 13C e técnicas de RMN bidimensionais foram realizadas na molécula acetilada. O processo de acetilação produziu a molécula 3?-acetil-7,4?-dimetoxiflavona, que diferiu da molécula original, identificada como 3?-hidroxi-7,4?-dimetoxiflavona. A estrutura da titonina-Ac foi confirmada pelos espectros de RMN 1H, 13C, DEPT, COSY e HETCOR. A titonina foi acetilada com anidrido acético em piridina. A análise comparativa da atividade alelopática das duas substâncias revelou que titonina-Ac apresentou maior potencial para inibir tanto a germinação das sementes como o desenvolvimento da radícula e do hipocótilo da planta daninha malícia. A intensidade dos efeitos alelopáticos das duas substâncias esteve positivamente associada à concentração. O conjunto das informações obtidas permite sugerir a possibilidade de se aumentar a atividade alelopática de uma substância química sem comprometer suas peculiaridades biológicas desejáveis à natureza e aos interesses da sociedade; 2006

Aleloquímico produzido pela gramínea forrageira Brachiaria humidicola.

SOUZA FILHO, A. P. S.; PEREIRA, A. A. G.; BAYMA, J. C.
Fonte: Planta Daninha, Viçosa, MG, v. 23, n. 1, p. 25-32, jan./mar. 2005. Publicador: Planta Daninha, Viçosa, MG, v. 23, n. 1, p. 25-32, jan./mar. 2005.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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66.6%
Os métodos usuais de controle de plantas daninhas não atendem mais as atuais e futuras exigências da sociedade em relação à preservação dos recursos naturais e da qualidade de vida. Uma alternativa para essa questão seriam os metabólitos secundários produzidos pelas plantas, que apresentam pouco risco para o ambiente e para os interesses da sociedade. Os objetivos deste trabalho foram isolar, identificar e caracterizar a atividade alelopática de substâncias químicas produzidas pela gramínea forrageira Brachiaria humidicola. Analisaram-se os efeitos alelopáticos dos extratos, frações e substâncias isoladas sobre a germinação e o desenvolvimento da radícula das invasoras malícia, fedegoso e mata-pasto, em bioensaios monitorados em períodos de 10 dias, em condições de 25 oC e fotoperíodo de 12 horas, para a germinação, e 24 horas, para o desenvolvimento da radícula. A partir do extrato hidrometanólico, foi isolado e identificado o ácido p-cumárico. Os efeitos alelopáticos estiveram positivamente relacionados à concentração do ácido, à espécie de planta daninha e à característica da espécie analisada. Comparativamente, fedegoso e malícia se mostraram mais sensíveis aos efeitos alelopáticos. A germinação e o desenvolvimento da radícula do mata-pasto não foram afetados pelo ácido p-cumárico nas concentrações de 1...

Capacidade de absorção de nutrientes do capim-marandu (Brachiaria brizantha) e da planta daninha Malva (Urena lobata) em função do pH.

SOUZA FILHO, A. P. S.; VELOSO, C. A. C.; GAMA, J. R. N. F.
Fonte: Planta Daninha, v. 18, n. 3, p. 443-450, 2000. Publicador: Planta Daninha, v. 18, n. 3, p. 443-450, 2000.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE) Formato: il.
PT_BR
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76.92%
A capacidade competitiva entre plantas daninhas e cultivadas é influenciada por vários fatores, entre eles o pH do meio onde as plantas crescem. Dessa forma, analisaram-se os efeitos da variação do pH sobre o desenvolvimento e os teores dos nutrientes fósforo, potássio, cálcio e magnésio acumulado na parte aérea e nas raízes do capim-marandu (Brachiaria brizantha) e da planta daninha malva (Urena lobata). Para isso, foram preparadas soluções nutritivas com os seguintes valores de pH: 3,5; 4,5; 5,5; e 6,5. Os trabalhos foram conduzidos em casa de vegetação, por um período experimental de 42 dias. A gramínea forrageira e a planta daninha responderam diferentemente à variação do pH. O capim-marandu apresentou maior sensibilidade às variações do pH, tendo sido a produção de matéria seca da parte aérea e das raízes sempre crescente em função do aumento do pH. Por sua vez, a produção de matéria seca das duas frações da planta daninha não foi influenciada pela variação do pH. Comparativamente, o capim-marandu apresentou maior habilidade para absorver nutrientes em pH 6,5, enquanto a malva apresentou maior habilidade em condições de pH extremo (3,5 e 6,5). Independentemente do pH da solução nutritiva e da parte da planta analisada...

Acúmulo de nutrientes em soja convencional e soja RR em diferentes tipos de controle de planta daninha.

ZOBIOLE, L. H. S.; OLIVEIRA JUNIOR, R. S.; CONSTANTIN, J.; OLIVEIRA JUNIOR, A.; CASTRO, C.; OLIVEIRA, F. A.; KREMER, R. J.; MOREIRA, A.; ROMAGNOLI, L. M.
Fonte: Planta Daninha, Viçosa, MG, v. 30, n. 1, p. 75-85, 2012. Publicador: Planta Daninha, Viçosa, MG, v. 30, n. 1, p. 75-85, 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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RESUMO - O cultivo da soja - Glycine max (Roundup Ready® ? RR) tem aumentado, e pouco tem sido relatada a influência do glyphosate sobre o estado nutricional das plantas. O objetivo deste trabalho foi comparar o acúmulo de nutrientes em diferentes estádios fenológicos entre os cultivares BRS 184 (convencional) e BRS 243 RR (transgênico), com mesmo ciclo vegetativo e reprodutivo, sob diferentes sistemas de manejo de plantas daninhas (capina e herbicida). O acúmulo de nutrientes e matéria seca na soja convencional foi superior ao da soja RR tratada com glyphosate, indicando que um nível maior de nutrientes pode ser requerido pelos cultivares RR para atingir a eficiência fisiológica e, provavelmente, uma nova recomendação de adubação para as culturas RR deve ser levada em consideração devido à redução da eficiência nutricional imposta pelo glyphosate. Nutrient Accumulation in Conventional and Glyphosate-Resistant Soybean under Different Types of Weed Control. ABSTRACT - The cultivation of soybean-Glycine max (Roundup Ready® ? RR) has increased and little has been reported on the influence of glyphosate on the nutritional status of the plants. The aim of this work was to compare nutrient accumulation at different phenological stages between the cultivars BRS 184 (conventional) and BRS 243 RR (transgenic)...

Período anterior à interferência de corda-de-viola em cana-planta

Piza, Caio Spada de Toledo
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vi, 39 p. : il.
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Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV; Sugarcane has undergone a major change in the environment with the adoption of mechanized harvesting. One of the changes resulting from the presence of straw on the ground was the change in weed profile. In this scenario Ipomoea hederifolia L. grown in importance. The presence of this weed in the areas of mechanical harvesting can contribute to the occurrence of infestations after the reform of the sugarcane plantation. There is still no information about the interference that this kind of morningglory can have on cane plant cycle. The aim of this study was to determine the Period Prior to Interference (PAI) of a weed community that contains I. hederifolia as the main weed in relation to sugarcane variety 'SP81-3250’ in the cane plant cycle. Moreover, the goal was to determine the possible loss of productivity change and technological parameters (Pol and ATR). Phytosociological analysis of the weed community was performed with determination of parameters relative density (Der), relative frequency (FeR), relative dominance (DoR), importance value index (IVI) and relative importance (IR) with the objective to confirm the predominance of mornigglory. The experimental treatments consisted of increasing periods of presence in the early sugarcane cycle with a weed community with predominance of mornigglory...

Diferenças entre Chenopodium quinoa e a planta daninha Chenopodium album; Differences between Chenopodium quinoa and the weed Chenopodium album

Spehar, Carlos Roberto; Santos, Roberto Lorena de Barros; Nasser, Luiz Carlos Bhering
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A experimentação pioneira com Chenopodium quinoa Willd tem demonstrado sua adaptabilidade à produção de grãos no cerrado. Seus frutos, do tipo aquênio, são cilíndricos, achatados e germinam rapidamente na presença de umidade, após a maturação fisiológica. Na fase inicial do seu desenvolvimento, a quinoa pode ser confundida com a planta daninha Chenopodium album, conhecida no Brasil como ançarinha-branca. As diferenças básicas entre as duas espécies se tornam mais visíveis após o florescimento: ramificação profusa, com rácemos axilares e terminais em C. album, em contraste com C. quinoa, na qual as panículas são terminais, à semelhança do sorgo; o pericarpo é claro e contrasta com o preto em C. album. A quinoa BRS Piabiru, primeiro cultivar para o Brasil, apresenta plantas com 190 cm, nas quais a panícula ocupa 45 cm; maturação fisiológica aos 145 dias; resistência ao acamamento; peso de grãos de 2,42 g 1.000-1; rendimento de 2,8 t ha-1; e biomassa total de 6,6 t ha-1. As sementes de C. album são muito pequenas (0,52 g 1.000-1), germinam gradativamente e permanecem no solo por muitos anos, infestando os cultivos. As diferenças no número de cromossomos, impedindo a polinização cruzada entre as duas espécies e as morfológicas...