Página 1 dos resultados de 4634 itens digitais encontrados em 0.037 segundos

Enfermagem e planejamento em saúde: relatório de gestão como instrumento

Farias,Sharon Martins; Beck,Carmem Lúcia Colomé; Colomé,Clara Marques
Fonte: Associação Brasileira de Enfermagem Publicador: Associação Brasileira de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 PT
Relevância na Pesquisa
95.99%
Este estudo teve como principal objetivo o envolvimento do futuro enfermeiro na construção do Relatório de Gestão das Ações de Saúde de um município no interior do Rio Grande do Sul. A estratégia metodológica constou de reuniões envolvendo coordenadores e responsáveis técnicos das unidades sanitárias, a Diretora Geral e equipe de planejamento de saúde do município, participação na coleta de dados e elaboração do referido relatório. A revisão de literatura contemplou: políticas de saúde, relatório de gestão como instrumento de planejamento em saúde, educação continuada e o papel do enfermeiro no fortalecimento do SUS. O trabalho realizado contribuiu para o aprimoramento do relatório de gestão municipal da saúde, com vistas ao planejamento e implementação de ações efetivas e resolutivas.

Modelo de avaliação da gestão municipal para o planejamento em saúde

Berretta,Isabel Quint; Lacerda,Josimari Telino de; Calvo,Maria Cristina Marino
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2011 PT
Relevância na Pesquisa
96.06%
Este artigo apresenta um modelo de avaliação da gestão municipal para o planejamento em saúde. Trata-se de pesquisa metodológica cuja construção da matriz avaliativa utilizou o referencial teórico de planejamento em saúde, a compreensão de organização e funcionamento delineado pelo PlanejaSUS e definições de responsabilidades para a área em nível municipal do Pacto de Gestão. Os indicadores e medidas foram validados por técnica de consenso, com especialistas em planejamento e avaliação. Sua aplicabilidade foi testada em 271 municípios de Santa Catarina, Brasil, considerando o porte populacional. O modelo proposto tem duas dimensões avaliativas, que refletem o compromisso do gestor municipal com o planejamento: a garantia de recursos e de relações internas e externas necessárias ao desenvolvimento das atividades. Os dados foram analisados com a utilização de indicadores, subdimensões e dimensões. Concluiu-se que o modelo é viável e adequado para avaliar o empenho da gestão municipal para o planejamento em saúde.

Avaliação das ações de planejamento em saúde empreendidas por equipes de saúde da família

Sarti,Thiago Dias; Campos,Carlos Eduardo Aguilera; Zandonade,Eliana; Ruschi,Gustavo Enrico Cabral; Maciel,Ethel Leonor Noia
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
Relevância na Pesquisa
106.05%
Ações de planejamento em saúde adaptadas ao contexto local são fundamentais no cotidiano da Estratégia Saúde da Família (ESF). Este trabalho visa avaliar as práticas de planejamento empreendidas pelas equipes de saúde da família do Espírito Santo, Brasil. Trata-se de um estudo ecológico com análise dos dados secundários de 241 equipes de saúde de 46 municípios deste estado que utilizam a Avaliação para Melhoria da Qualidade da Estratégia Saúde da Família (AMQ-ESF). Foram estabelecidos critérios de avaliação das respostas dos profissionais de saúde aos padrões de qualidade dos instrumentos do AMQ-ESF e elencados os indicadores que versam sobre planejamento em saúde. As respostas foram estratificadas por porte populacional do município, tempo de implantação e cobertura populacional da ESF. Encontraram-se no geral baixas médias de adequação dos processos de trabalho das equipes aos padrões de qualidade do AMQ, sendo que não houve influência das variáveis de estratificação nas práticas de planejamento local. Ações específicas neste campo são necessárias para a qualificação do trabalho da ESF.

O planejamento em saúde sob o foco da hermenêutica

Campos,Rosana Teresa Onocko
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
Relevância na Pesquisa
105.97%
Este artigo investiga a constituição do campo do planejamento em saúde no Brasil a partir de uma análise hermenêutica de documentos da Abrasco da década de 1980. Com essa finalidade, realiza-se uma fundamentação teórica e ensaia-se uma análise dos textos para elucidar os dilemas da área neste início de século. No final, propõe-se a utilização de alguns conceitos teóricos para subsidiar uma reconstituição do campo do planejamento em saúde.

Planejamento estratégico em saúde com base em determinantes: o caso do município de Campo Bom (RS). Uma proposta metodológica para a gestão descentralizada

González,Martín Maximino León
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
Relevância na Pesquisa
96.05%
Com o objetivo de analisar o modelo de planejamento estratégico em saúde com base em determinantes, utilizado na experiência do município de Campo Bom, realizou-se estudo observacional, qualitativo, de análise documental e avaliação de novas tecnologias de processo na gestão local de saúde. O estudo contém uma análise de coerência metodológica e de aplicabilidade do modelo, a partir da revisão dos planos municipal e locais. Nele, apresenta-se o caso de Campo Bom, no qual foi possível integrar e aplicar, em nível local, um modelo estratégico de planejamento em saúde orientado às novas conceituações da saúde, considerando elementos dos diferentes desenvolvimentos teóricos, sendo viável responder às necessidades e situações locais prevalentes. Identificam-se etapas evolutivas do planejamento em saúde e analisam-se elementos integradores do modelo e limitações na sua aplicação, salientando-se a necessidade de apoiar o aprofundamento do estudo e o desenvolvimento do campo.

Avaliação da gestão para o planejamento em saúde em municípios catarinenses

Lacerda,Josimari Telino de; Calvo,Maria Cristina Marino; Berretta,Isabel Quint; Ortiga,Ângela Maria Blatt
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
Relevância na Pesquisa
106.01%
Este artigo apresenta os resultados da avaliação da gestão para o planejamento em saúde em municípios catarinenses. Foi aplicado um modelo de avaliação desenvolvido e validado a partir do referencial teórico de planejamento em saúde, complementado por orientações de organização e funcionamento do PlanejaSUS (pesquisa nacional de 2007) e por definições de responsabilidades municipais preconizadas no Pacto de Gestão. A matriz de avaliação aplicada tem duas dimensões: a garantia de recursos e a garantia de relações internas e externas, com seis subdimensões e doze indicadores. Os dados foram coletados por meio de formulário eletrônico desenvolvido no FormSUS, encaminhado e respondido por 100% dos municípios catarinenses. A classificação de "bom desempenho" foi observada em 113 municípios na avaliação geral, 96 na dimensão garantia de recursos, e 43 na garantia das relações. Os percentuais com classificação "ruim" foram altos em alguns indicadores, principalmente os de recursos humanos e de articulação com a população. Os resultados sugerem a necessidade de reforçar as ações vinculadas à dimensão de garantia das relações.

Identificação de prioridades em saúde: uma alternativa técnica de apoio à tomada de decisão

Battesini,Marcelo; Fischmann,Airton; Weise,Andreas Dittmar
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
Relevância na Pesquisa
96.01%
O objetivo deste estudo é propor e discutir a aplicação de um Índice de Priorização em Saúde (IP Saúde). O IP Saúde é um critério objetivo que evidencia a magnitude de problemas e determinantes de saúde em situações de planejamento. O IP Saúde foi utilizado na identificação de prioridades de saúde nas diferentes nas regiões de administrativas do Rio Grande do Sul (RS), durante o desenvolvimento do Plano Estadual de Saúde 2009-2011. O cálculo do IP Saúde permitiu expressar os indicadores analisados em um mesmo intervalo (0 a 1) utilizado na identificação de prioridades regionais (insuficiente, 0 a 0,4; médio, 0,41 e 0,69; e adequado, 0,7 a 1). A aplicação do Índice auxiliou na identificação da magnitude relacional de problemas de saúde com base em uma referência interna aos territórios analisados. O emprego do índice representou uma opção técnica na identificação de prioridades que proporcionou uma simplificação na linguagem utilizada para expressar problemas e determinantes de saúde. Sua capacidade discricionária e a singeleza intuitiva de sua leitura demonstraram que o IP Saúde é uma ferramenta promissora, ao proporcionar respostas objetivas a questões frequentemente postas em contextos de planejamento em saúde.

Planejamento em Saúde

Nachif, Maria Cristina Abrão; Andrade, Sonia Maria Oliveira
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
95.93%
O Planejamento em Saúde, entendido como ação social, é um processo que visa à transformação de uma situação em outra melhor, por isso pode ser um forte aliado da Equipe de Saúde da Família e do Gestor, uma vez que disponibiliza ferramentas e tecnologias importantes para a identificação dos problemas e na definição de intervenções eficientes e eficazes. Esperamos oferecer material de leitura, oportunidades de reflexão junto com os companheiros de caminhada e atividades práticas que permitam intervenções críticas que visam à transformação. Sabemos que no dia a dia de trabalho estudar, muitas vezes, exige um enorme esforço. Organize-se para fazer o melhor uso possível do seu tempo. Compartilhe com sua equipe o conhecimento e a experiência acumulados; a solidariedade fortalecerá vínculos e tornará o caminhar mais agradável e menos solitário. Seu tutor está preparado para apoiá-lo; tenha iniciativa para questioná-lo e manter um diálogo crítico, assim você colherá bons frutos no seu trabalho como membro da Equipe de Saúde da Família.

Planejamento e Avaliação de Ações de Saúde

Núcleo de Educação em Saúde Coletiva da Medicina - UFMG; Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
96.1%
Discute o processo de planejamento em saúde, desde a identificação dos problemas até a elaboração de um plano de ação capaz de intervir na realidade. Propõe mudanças e oferece subsídios teóricos para a reorganização dos processos de planejamento e avaliação de ações de saúde. Reflete sobre o planejamento em saúde, com o objetivo de discutir a importância do planejamento e a necessidade de trabalhá-lo enquanto um processo, contando, para tal, com um método de planejamento. Argumenta sobre aspectos gerais do planejamento em saúde, citando as principais diferenças entre os métodos de planejamento até então utilizados pela equipes da Estratégia de Saúde da Família.

Gestão da Assistência Farmacêutica: módulo transversal 1: unidade 2: planejamento em saúde - parte 1

Barreto, Joslene Lacerda; Veber, Ana Paula; Lacerda, Josimari Telino de; Calvo, Maria Cristina Marino
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
96.02%
O conteúdo apresenta a discussão sobre a importância do planejamento nas organizações, em especial na Assistência Farmacêutica e traz o planejamento estratégico situacional como possibilidade para o planejamento em saúde. Discute os momentos do planejamento estratégico situacional, onde são abordados a classificação, identificação e priorização dos tipos de problemas; a descrição e explicação dos problemas e a identificação de fluxos e as relações entre causas e consequências de um problema.

Gestão da Assistência Farmacêutica: módulo transversal 1: unidade 2: planejamento em saúde - parte 1

Barreto, Joslene Lacerda; Veber, Ana Paula; Lacerda, Josimari Telino de; Calvo, Maria Cristina Marino
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Texto Formato: Texto com 29 páginas no formato pdf
PT_BR
Relevância na Pesquisa
96.06%
O conteúdo apresenta a discussão sobre a importância do planejamento nas organizações, em especial na Assistência Farmacêutica e traz o planejamento estratégico situacional como possibilidade para o planejamento em saúde. Discute os momentos do planejamento estratégico situacional, onde são abordados a classificação, identificação e priorização dos tipos de problemas; a descrição e explicação dos problemas e a identificação de fluxos e as relações entre causas e consequências de um problema.; 1.0; Ministério da Saúde

Planejamento em Saúde

Nachif, Maria Cristina Abrão; Andrade, Sonia Maria Oliveira
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Material Multimídia em HTML, encapsulado em arquivo ZIP. Para visualizar, extraia e abra o arquivo capa.html
PT_BR
Relevância na Pesquisa
95.98%
O Planejamento em Saúde, entendido como ação social, é um processo que visa à transformação de uma situação em outra melhor, por isso pode ser um forte aliado da Equipe de Saúde da Família e do Gestor, uma vez que disponibiliza ferramentas e tecnologias importantes para a identificação dos problemas e na definição de intervenções eficientes e eficazes. Esperamos oferecer material de leitura, oportunidades de reflexão junto com os companheiros de caminhada e atividades práticas que permitam intervenções críticas que visam à transformação. Sabemos que no dia a dia de trabalho estudar, muitas vezes, exige um enorme esforço. Organize-se para fazer o melhor uso possível do seu tempo. Compartilhe com sua equipe o conhecimento e a experiência acumulados; a solidariedade fortalecerá vínculos e tornará o caminhar mais agradável e menos solitário. Seu tutor está preparado para apoiá-lo; tenha iniciativa para questioná-lo e manter um diálogo crítico, assim você colherá bons frutos no seu trabalho como membro da Equipe de Saúde da Família.

Planejamento e Avaliação de Ações de Saúde

Núcleo de Educação em Saúde Coletiva da Medicina - UFMG; Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde - UFC
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Arquivo compactado em formato .zip contendo texto em versão .pdf e .html, material complementar, atividades pedagógicas (tema para discussão em fórum e questionários para auto-avaliação). Contém vídeos com apresentação de conteúdista e do mód
PT_BR
Relevância na Pesquisa
96.12%
Discute o processo de planejamento em saúde, desde a identificação dos problemas até a elaboração de um plano de ação capaz de intervir na realidade. Propõe mudanças e oferece subsídios teóricos para a reorganização dos processos de planejamento e avaliação de ações de saúde. Reflete sobre o planejamento em saúde, com o objetivo de discutir a importância do planejamento e a necessidade de trabalhá-lo enquanto um processo, contando, para tal, com um método de planejamento. Argumenta sobre aspectos gerais do planejamento em saúde, citando as principais diferenças entre os métodos de planejamento até então utilizados pela equipes da Estratégia de Saúde da Família.; Versão 2.0; Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS)

Diretrizes nacionais da vigilância em saúde

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
Relevância na Pesquisa
105.83%
108 p.; A publicação deste caderno da série Pactos pela Saúde busca a capilarização das novas diretrizes estratégicas para a Vigilância em Saúde para todos os envolvidos na construção, elaboração e execução das políticas de saúde, em particular da vigilância em saúde, incentivando as discussões e o aprimoramento do tema.

Avaliação da gestão para o planejamento em saúde em municípios catarinenses

Lacerda,Josimari Telino de; Calvo,Maria Cristina Marino; Berretta,Isabel Quint; Ortiga,Ângela Maria Blatt
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
Relevância na Pesquisa
106.01%
Este artigo apresenta os resultados da avaliação da gestão para o planejamento em saúde em municípios catarinenses. Foi aplicado um modelo de avaliação desenvolvido e validado a partir do referencial teórico de planejamento em saúde, complementado por orientações de organização e funcionamento do PlanejaSUS (pesquisa nacional de 2007) e por definições de responsabilidades municipais preconizadas no Pacto de Gestão. A matriz de avaliação aplicada tem duas dimensões: a garantia de recursos e a garantia de relações internas e externas, com seis subdimensões e doze indicadores. Os dados foram coletados por meio de formulário eletrônico desenvolvido no FormSUS, encaminhado e respondido por 100% dos municípios catarinenses. A classificação de "bom desempenho" foi observada em 113 municípios na avaliação geral, 96 na dimensão garantia de recursos, e 43 na garantia das relações. Os percentuais com classificação "ruim" foram altos em alguns indicadores, principalmente os de recursos humanos e de articulação com a população. Os resultados sugerem a necessidade de reforçar as ações vinculadas à dimensão de garantia das relações.

Modelo de avaliação da gestão municipal para o planejamento em saúde

Berretta,Isabel Quint; Lacerda,Josimari Telino de; Calvo,Maria Cristina Marino
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2011 PT
Relevância na Pesquisa
96.06%
Este artigo apresenta um modelo de avaliação da gestão municipal para o planejamento em saúde. Trata-se de pesquisa metodológica cuja construção da matriz avaliativa utilizou o referencial teórico de planejamento em saúde, a compreensão de organização e funcionamento delineado pelo PlanejaSUS e definições de responsabilidades para a área em nível municipal do Pacto de Gestão. Os indicadores e medidas foram validados por técnica de consenso, com especialistas em planejamento e avaliação. Sua aplicabilidade foi testada em 271 municípios de Santa Catarina, Brasil, considerando o porte populacional. O modelo proposto tem duas dimensões avaliativas, que refletem o compromisso do gestor municipal com o planejamento: a garantia de recursos e de relações internas e externas necessárias ao desenvolvimento das atividades. Os dados foram analisados com a utilização de indicadores, subdimensões e dimensões. Concluiu-se que o modelo é viável e adequado para avaliar o empenho da gestão municipal para o planejamento em saúde.

Identificação de prioridades em saúde: uma alternativa técnica de apoio à tomada de decisão

Battesini,Marcelo; Fischmann,Airton; Weise,Andreas Dittmar
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
Relevância na Pesquisa
96.01%
O objetivo deste estudo é propor e discutir a aplicação de um Índice de Priorização em Saúde (IP Saúde). O IP Saúde é um critério objetivo que evidencia a magnitude de problemas e determinantes de saúde em situações de planejamento. O IP Saúde foi utilizado na identificação de prioridades de saúde nas diferentes nas regiões de administrativas do Rio Grande do Sul (RS), durante o desenvolvimento do Plano Estadual de Saúde 2009-2011. O cálculo do IP Saúde permitiu expressar os indicadores analisados em um mesmo intervalo (0 a 1) utilizado na identificação de prioridades regionais (insuficiente, 0 a 0,4; médio, 0,41 e 0,69; e adequado, 0,7 a 1). A aplicação do Índice auxiliou na identificação da magnitude relacional de problemas de saúde com base em uma referência interna aos territórios analisados. O emprego do índice representou uma opção técnica na identificação de prioridades que proporcionou uma simplificação na linguagem utilizada para expressar problemas e determinantes de saúde. Sua capacidade discricionária e a singeleza intuitiva de sua leitura demonstraram que o IP Saúde é uma ferramenta promissora, ao proporcionar respostas objetivas a questões frequentemente postas em contextos de planejamento em saúde.

Planejamento estratégico em saúde com base em determinantes: o caso do município de Campo Bom (RS). Uma proposta metodológica para a gestão descentralizada

González,Martín Maximino León
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
Relevância na Pesquisa
96.05%
Com o objetivo de analisar o modelo de planejamento estratégico em saúde com base em determinantes, utilizado na experiência do município de Campo Bom, realizou-se estudo observacional, qualitativo, de análise documental e avaliação de novas tecnologias de processo na gestão local de saúde. O estudo contém uma análise de coerência metodológica e de aplicabilidade do modelo, a partir da revisão dos planos municipal e locais. Nele, apresenta-se o caso de Campo Bom, no qual foi possível integrar e aplicar, em nível local, um modelo estratégico de planejamento em saúde orientado às novas conceituações da saúde, considerando elementos dos diferentes desenvolvimentos teóricos, sendo viável responder às necessidades e situações locais prevalentes. Identificam-se etapas evolutivas do planejamento em saúde e analisam-se elementos integradores do modelo e limitações na sua aplicação, salientando-se a necessidade de apoiar o aprofundamento do estudo e o desenvolvimento do campo.

O planejamento em saúde sob o foco da hermenêutica

Campos,Rosana Teresa Onocko
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
Relevância na Pesquisa
105.97%
Este artigo investiga a constituição do campo do planejamento em saúde no Brasil a partir de uma análise hermenêutica de documentos da Abrasco da década de 1980. Com essa finalidade, realiza-se uma fundamentação teórica e ensaia-se uma análise dos textos para elucidar os dilemas da área neste início de século. No final, propõe-se a utilização de alguns conceitos teóricos para subsidiar uma reconstituição do campo do planejamento em saúde.

Avaliação das ações de planejamento em saúde empreendidas por equipes de saúde da família

Sarti,Thiago Dias; Campos,Carlos Eduardo Aguilera; Zandonade,Eliana; Ruschi,Gustavo Enrico Cabral; Maciel,Ethel Leonor Noia
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
Relevância na Pesquisa
106.05%
Ações de planejamento em saúde adaptadas ao contexto local são fundamentais no cotidiano da Estratégia Saúde da Família (ESF). Este trabalho visa avaliar as práticas de planejamento empreendidas pelas equipes de saúde da família do Espírito Santo, Brasil. Trata-se de um estudo ecológico com análise dos dados secundários de 241 equipes de saúde de 46 municípios deste estado que utilizam a Avaliação para Melhoria da Qualidade da Estratégia Saúde da Família (AMQ-ESF). Foram estabelecidos critérios de avaliação das respostas dos profissionais de saúde aos padrões de qualidade dos instrumentos do AMQ-ESF e elencados os indicadores que versam sobre planejamento em saúde. As respostas foram estratificadas por porte populacional do município, tempo de implantação e cobertura populacional da ESF. Encontraram-se no geral baixas médias de adequação dos processos de trabalho das equipes aos padrões de qualidade do AMQ, sendo que não houve influência das variáveis de estratificação nas práticas de planejamento local. Ações específicas neste campo são necessárias para a qualificação do trabalho da ESF.