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Um exame dos fluxos financeiros do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento (2003-2005), segundo a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde

Silva,Rondineli Mendes da; Caetano,Rosangela
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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105.9%
O trabalho mapeou a aplicação dos recursos financeiros em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) pelo Ministério da Saúde no período 2003-2005, conforme a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS), estabelecida em 2004. Utilizaram-se dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar esses fluxos de investimento no período. Foi computado apenas o financiamento direto e efetivamente pago em pesquisas, excluindo-se dispêndios com salários. As pesquisas foram categorizadas segundo as 24 subagendas da ANPPS por dois pesquisadores independentes, com as discordâncias resolvidas por consenso. Foram aplicados cerca de R$ 409,7 milhões, com uma concentração nas subagendas: doenças transmissíveis, complexo produtivo da saúde, pesquisa clínica, assistência farmacêutica e doenças não-transmissíveis (79% do total). Todas as subagendas receberam algum financiamento no período. O estudo estabelece um marco zero para avaliações do potencial indutor deste instrumento e da aproximação entre os investimentos em P&D/S e as necessidades sanitárias.

Análise do sistema de pesquisa em saúde do Brasil: o ambiente de pesquisa

Noronha,José; Silva,Telma Ruth da; Szklo,Fernando; Barata,Rita Barradas
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 PT
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105.92%
OBJETIVO: conhecer a percepção dos formuladores de política científica, pesquisadores e usuários dos resultados da pesquisa em saúde sobre o ambiente da pesquisa em saúde no país. Método: estudo descritivo com dados obtidos por meio de questionário padronizado aplicado a uma amostra probabilística de líderes de grupos de pesquisa de instituições do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Distrito Federal; e, amostra intencional de formuladores de política científica e usuários dos resultados de pesquisa. Questionários desenvolvidos e testados por equipe da Organização Mundial de Saúde (OMS), utilizados em 12 estudos-pilotos em países de renda média e baixa. RESULTADOS: os entrevistados consideram a motivação para a produção e utilização da pesquisa em saúde melhor em suas instituições do que no país. Os aspectos do ambiente de pesquisa considerados prioritários foram: relevância dos problemas investigados, incentivo à carreira do pesquisador e transparência no financiamento. Os aspectos mais bem avaliados foram: acesso às informações científicas, oportunidades para comunicação e publicação dos resultados e treinamento dos pesquisadores. As piores avaliações foram feitas para: salários...

A pesquisa em saúde e os objetivos do milênio: desafios e oportunidades globais, soluções e políticas nacionais

Morel,Carlos M.
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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105.84%
Saúde, ciência e tecnologia são requisitos para o desenvolvimento econômico e social. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU para 2015 representam um imenso desafio para os países em desenvolvimento. Esses países terão de organizar sistemas de pesquisa em saúde baseados em prioridades sanitárias e assegurar a incorporação dos resultados às políticas e ações de saúde. Avanços na área biomédica, em particular em genômica, abrem novas oportunidades, mas impõem desafios adicionais. O Brasil, possuidor de um forte parque industrial e uma vigorosa comunidade científica, tem capacidade para desenvolver um sistema de pesquisas em saúde capaz de contribuir efetivamente para o cumprimento das metas da ONU.

Bases para uma política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde

Guimarães,Reinaldo
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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95.9%
O texto discute as bases para uma Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTI/S) como elemento estruturador do esforço brasileiro de pesquisa em saúde. Pelo menos desde a fundação do CNPq, em 1951, esse imenso esforço, que no Brasil se traduz por um conjunto de quase 18.000 pesquisadores atuantes em 4.900 grupos de pesquisa, não se sustenta em uma política pública explícita de pesquisa em saúde. O texto adota o ponto de vista de que o organismo adequado para constituir essa política é o Ministério da Saúde, de resto como ocorre na maioria dos países com tradição em pesquisa. Uma PNCTI/S necessita ser respaldada em uma agenda de pesquisa prioritária, cuja construção deve ser pactuada entre os atores mais relevantes, quais sejam os pesquisadores e os gestores de saúde. Deve também prever novos canais e fontes de fomento. A PNCTI/S deve ser extensiva no que se refere à cadeia do conhecimento e inclusiva no que toca aos pesquisadores e instituições de pesquisa. Por fim, deve sustentar-se na busca da eqüidade em saúde e na prática de padrões éticos de pesquisa.

O trabalho e a pesquisa em saúde: notas sobre a invisibilidade do trabalho técnico

Teixeira,Márcia de Oliveira
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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105.89%
Nas últimas décadas a investigação das diferentes formas de trabalho em saúde tornou-se uma destacada temática do campo da pesquisa social (em saúde). Este adensamento, em parte, relaciona-se com as propostas de reorganização dos serviços de saúde, com o surgimento de novas profissões e com a identificação de alterações significativas no conteúdo do trabalho em saúde. Muitos apontam correlações entre essas alterações e a aceleração do processo de incorporação de tecnologias nos serviços de saúde, estabelecendo, assim, aproximações com o campo temático da ciência e da tecnologia em saúde. Em detrimento dessas aproximações, poucos estudos exploraram as possíveis interfaces entre a dinâmica do trabalho em saúde e a da pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Nesse sentido, para efeito de análise social, os técnicos e os pesquisadores não figuram, usualmente, entre os trabalhadores da saúde. Partindo da descrição do trabalho realizado por uma técnica, discuto, neste texto, a invisibilidade do trabalho técnico em laboratórios de pesquisa em saúde. O intuito é explorar as relações entre as formas assumidas pela invisibilidade e as alterações no modo de organização do trabalho em um espaço determinado.

Análise dos investimentos do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento do período 2000-2002: uma linha de base para avaliações futuras a partir da implementação da agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde

Caetano,Rosângela; Vianna,Cid Manso de Mello; Sampaio,Mariana Miranda Autran; Silva,Rondineli Mendes da; Rodrigues,Rodolfo Rego Deusdará
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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95.9%
O trabalho examinou os investimentos em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) do Ministério da Saúde (MS) durante 2000-2002, buscando confrontá-los com os itens da Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde, de modo a estabelecer uma linha de base que possibilite posteriores avaliações de seu papel indutor. Utilizaram-se os dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar os recursos investidos em P&D/S no país no período, sendo considerados apenas os investimentos oriundos do próprio MS. As pesquisas foram categorizadas, independentemente, por dois pesquisadores, segundo as 24 subagendas que compõem a agenda. O volume de recursos aplicados no período foi de R$ 199,3 milhões. A maior proporção de dispêndios esteve relacionada a pesquisas nas áreas de doenças transmissíveis (31,5%), sistemas e políticas de saúde (16,3%), e comunicação e informação em saúde (8,6%). Condições que representam significativa carga de doença (doenças não transmissíveis, saúde mental, violência, acidentes e traumas) receberam volumes relativamente pequenos de financiamento. O trabalho pretende estabelecer um marco zero, a partir do qual os gestores da política científico-tecnológica possam avaliar a progressiva capacidade indutora da agenda e a redução dos desequilíbrios identificados.

Técnicos em laboratório de pesquisa em saúde e o trabalho na contemporaneidade: prolegômenos sobre um trabalho(ador) sob a neblina

Teixeira,Márcia de Oliveira; Murito,Mônica Caminha
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Publicador: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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95.88%
Este texto tem como horizonte a discussão do trabalho em saúde na contemporaneidade, em sua complexa relação com a educação profissional. Partiu da problematização do processo de produção dos conhecimentos tecnocientíficos em saúde, de suas práticas e espaços para destacar o trabalho técnico. O intuito é estabelecer aproximações, ainda que tímidas, com a discussão do trabalho na contemporaneidade. A elaboração da pesquisa de campo se iniciou com a escolha de um laboratório de pesquisa em saúde, situado no município do Rio de Janeiro e vinculado a uma das principais instituições públicas de pesquisa em saúde do país.

A informação e sua dimensão política na agenda de pesquisa em saúde no Brasil: uma análise a partir da produção acadêmica da Fiocruz

Martins, Eduardo Vieira
Fonte: Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia; BR; Ciência da Informação; Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação; UFRJ/ECO - IBICT Publicador: Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia; BR; Ciência da Informação; Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação; UFRJ/ECO - IBICT
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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105.93%
Science s accentuated development since 1950 resulted in a new structure of scientific research, which switched from an individual to a multidisciplinary activity, using more sophisticated technologies. The transformation of the scientific enterprise increased significantly the costs of scientific research in a way that, by the end of the 20th century, it is financed either by governments or large financial groups. The economic environment established in the world since the late 80s replace the international economic system s based in a model of material goods, which was predominant since the beginning of the capitalism, to a model based on immaterial goods, where a nation s wealth is measured by its capacity to generate knowledge and technology. This new knowledge based model is called Knowledge Society or Information Society since the basic instrument for its feasibility is the Information. In this context, the formulation of research agendas became, since the last decades of the 20th century, an essential issue for governments and research institutions that give important resources to scientific and technological research. In Brazil some enterprises have been trying, since the 90s, to establish research agendas. In the health sector these enterprises...

Agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde. 2. ed.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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95.82%
68 p.; Apresenta a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS), composta por 24 subagendas de pesquisas em saúde. A articulação em torno da ANPPS é a ação mais importante na legitimação deste instrumento na Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde no País, e permitirá que prioridades de pesquisa em saúde estejam em consonância com os princípios do SUS.

Pesquisa para saúde: desenvolvimento e inovação para o SUS : 22 a 24 de outubro de 2007: relatório fi nal

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Relatório
POT
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105.84%
179 p., il.; O evento "Pesquisa para Saúde: Desenvolvimento e inovação para o SUS", realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde, avaliou a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, apresentou proposta para revisão da Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde e discutiu o Sistema Nacional de Inovação e o Complexo Industrial da Saúde no Brasil. Esta publicação apresenta os principais tópicos debatidos em cada uma das reuniões ocorridas durante o préevento, além do relato das plenárias dos três dias do evento.

Pesquisas estratégicas para o sistema de saúde - PESS

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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95.85%
94 p., il.; Esse documento se caracteriza como uma ferramenta de gestão da política pública de pesquisa em saúde fundada em bases mais institucionais. Ele não objetiva substituir a ANPPS, que continua a direcionar os esforços de pesquisa em saúde da comunidade científica em todo o país, mas fazer convergir os temas de pesquisa com as prioridades da Política Nacional de Saúde, dentre elas o Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade de Rede de Atenção à Saúde – QualiSUS-Rede e o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde - Proadi-SUS.

Por que pesquisa em saúde?

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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115.83%
18 p.; O texto a seguir, originalmente editado em conjunto pelo Global Forum for Health Research e pelo Council on Health Research for Development, versa sobre a importância de transformar a pesquisa em saúde em pesquisa para a saúde, ou seja, direcionada às necessidades de saúde das pessoas.

Prioridades de pesquisa em saúde: Ministério da Saúde - Decit 2006: caderno 1 - editais temáticos

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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95.84%
Documento em HTML.; Registra os resultados da Oficina de Prioridades de Pesquisa em Saúde, realizada em Brasilia, nos dias 08 e 09 de março. A oficina de trabalho discutiu prioridades de pesquisa nas áreas de Comunicação e Informação em Saúde; Gestão do Trabalho; Gestão da Educação; Avaliação de Tecnologias em Saúde; Kits Diagnóstico; Genética Clínica; Saúde e Ambiente; Saúde da População Negra; Saúde da Pessoa com Deficiência; Envelhecimento Populacional e Saúde da Pessoa Idosa; Saúde da População Masculina; Determinantes Sociais e Fármacos. Este caderno 1 trata dos editais temáticos.

Processo de definição de prioridades de pesquisa em saúde: a experiência brasileira

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento técnico
POT
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115.81%
44 p.; Esta publicação apresenta a experiência brasileira, liderada pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia, em definir prioridades de pesquisa em saúde. A sistematização desse exercício busca descrever detalhadamente o processo desenvolvido, identificando as lições aprendidas e os desafios que ainda precisam ser superados. O presente relatório foi publicado também em inglês e espanhol contribuindo, assim, com o esforço internacional.

Análise do sistema de pesquisa em saúde do Brasil: o ambiente de pesquisa; Health research system analysis: the research environment

Noronha, José; Silva, Telma Ruth da; Szklo, Fernando; Barata, Rita Barradas
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2009 POR
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105.91%
OBJETIVO: conhecer a percepção dos formuladores de política científica, pesquisadores e usuários dos resultados da pesquisa em saúde sobre o ambiente da pesquisa em saúde no país. Método: estudo descritivo com dados obtidos por meio de questionário padronizado aplicado a uma amostra probabilística de líderes de grupos de pesquisa de instituições do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Distrito Federal; e, amostra intencional de formuladores de política científica e usuários dos resultados de pesquisa. Questionários desenvolvidos e testados por equipe da Organização Mundial de Saúde (OMS), utilizados em 12 estudos-pilotos em países de renda média e baixa. RESULTADOS: os entrevistados consideram a motivação para a produção e utilização da pesquisa em saúde melhor em suas instituições do que no país. Os aspectos do ambiente de pesquisa considerados prioritários foram: relevância dos problemas investigados, incentivo à carreira do pesquisador e transparência no financiamento. Os aspectos mais bem avaliados foram: acesso às informações científicas, oportunidades para comunicação e publicação dos resultados e treinamento dos pesquisadores. As piores avaliações foram feitas para: salários...

O trabalho e a pesquisa em saúde: notas sobre a invisibilidade do trabalho técnico

Teixeira,Márcia de Oliveira
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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105.89%
Nas últimas décadas a investigação das diferentes formas de trabalho em saúde tornou-se uma destacada temática do campo da pesquisa social (em saúde). Este adensamento, em parte, relaciona-se com as propostas de reorganização dos serviços de saúde, com o surgimento de novas profissões e com a identificação de alterações significativas no conteúdo do trabalho em saúde. Muitos apontam correlações entre essas alterações e a aceleração do processo de incorporação de tecnologias nos serviços de saúde, estabelecendo, assim, aproximações com o campo temático da ciência e da tecnologia em saúde. Em detrimento dessas aproximações, poucos estudos exploraram as possíveis interfaces entre a dinâmica do trabalho em saúde e a da pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Nesse sentido, para efeito de análise social, os técnicos e os pesquisadores não figuram, usualmente, entre os trabalhadores da saúde. Partindo da descrição do trabalho realizado por uma técnica, discuto, neste texto, a invisibilidade do trabalho técnico em laboratórios de pesquisa em saúde. O intuito é explorar as relações entre as formas assumidas pela invisibilidade e as alterações no modo de organização do trabalho em um espaço determinado.

Bases para uma política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde

Guimarães,Reinaldo
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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95.9%
O texto discute as bases para uma Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTI/S) como elemento estruturador do esforço brasileiro de pesquisa em saúde. Pelo menos desde a fundação do CNPq, em 1951, esse imenso esforço, que no Brasil se traduz por um conjunto de quase 18.000 pesquisadores atuantes em 4.900 grupos de pesquisa, não se sustenta em uma política pública explícita de pesquisa em saúde. O texto adota o ponto de vista de que o organismo adequado para constituir essa política é o Ministério da Saúde, de resto como ocorre na maioria dos países com tradição em pesquisa. Uma PNCTI/S necessita ser respaldada em uma agenda de pesquisa prioritária, cuja construção deve ser pactuada entre os atores mais relevantes, quais sejam os pesquisadores e os gestores de saúde. Deve também prever novos canais e fontes de fomento. A PNCTI/S deve ser extensiva no que se refere à cadeia do conhecimento e inclusiva no que toca aos pesquisadores e instituições de pesquisa. Por fim, deve sustentar-se na busca da eqüidade em saúde e na prática de padrões éticos de pesquisa.

Análise dos investimentos do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento do período 2000-2002: uma linha de base para avaliações futuras a partir da implementação da agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde

Caetano,Rosângela; Vianna,Cid Manso de Mello; Sampaio,Mariana Miranda Autran; Silva,Rondineli Mendes da; Rodrigues,Rodolfo Rego Deusdará
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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O trabalho examinou os investimentos em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) do Ministério da Saúde (MS) durante 2000-2002, buscando confrontá-los com os itens da Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde, de modo a estabelecer uma linha de base que possibilite posteriores avaliações de seu papel indutor. Utilizaram-se os dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar os recursos investidos em P&D/S no país no período, sendo considerados apenas os investimentos oriundos do próprio MS. As pesquisas foram categorizadas, independentemente, por dois pesquisadores, segundo as 24 subagendas que compõem a agenda. O volume de recursos aplicados no período foi de R$ 199,3 milhões. A maior proporção de dispêndios esteve relacionada a pesquisas nas áreas de doenças transmissíveis (31,5%), sistemas e políticas de saúde (16,3%), e comunicação e informação em saúde (8,6%). Condições que representam significativa carga de doença (doenças não transmissíveis, saúde mental, violência, acidentes e traumas) receberam volumes relativamente pequenos de financiamento. O trabalho pretende estabelecer um marco zero, a partir do qual os gestores da política científico-tecnológica possam avaliar a progressiva capacidade indutora da agenda e a redução dos desequilíbrios identificados.

A pesquisa em saúde e os objetivos do milênio: desafios e oportunidades globais, soluções e políticas nacionais

Morel,Carlos M.
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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Saúde, ciência e tecnologia são requisitos para o desenvolvimento econômico e social. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU para 2015 representam um imenso desafio para os países em desenvolvimento. Esses países terão de organizar sistemas de pesquisa em saúde baseados em prioridades sanitárias e assegurar a incorporação dos resultados às políticas e ações de saúde. Avanços na área biomédica, em particular em genômica, abrem novas oportunidades, mas impõem desafios adicionais. O Brasil, possuidor de um forte parque industrial e uma vigorosa comunidade científica, tem capacidade para desenvolver um sistema de pesquisas em saúde capaz de contribuir efetivamente para o cumprimento das metas da ONU.

Um exame dos fluxos financeiros do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento (2003-2005), segundo a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde

Silva,Rondineli Mendes da; Caetano,Rosangela
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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O trabalho mapeou a aplicação dos recursos financeiros em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) pelo Ministério da Saúde no período 2003-2005, conforme a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS), estabelecida em 2004. Utilizaram-se dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar esses fluxos de investimento no período. Foi computado apenas o financiamento direto e efetivamente pago em pesquisas, excluindo-se dispêndios com salários. As pesquisas foram categorizadas segundo as 24 subagendas da ANPPS por dois pesquisadores independentes, com as discordâncias resolvidas por consenso. Foram aplicados cerca de R$ 409,7 milhões, com uma concentração nas subagendas: doenças transmissíveis, complexo produtivo da saúde, pesquisa clínica, assistência farmacêutica e doenças não-transmissíveis (79% do total). Todas as subagendas receberam algum financiamento no período. O estudo estabelece um marco zero para avaliações do potencial indutor deste instrumento e da aproximação entre os investimentos em P&D/S e as necessidades sanitárias.