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Modos de vida e heterogeneidade das estratégias de produtores familiares de pêssego da região de Pelotas

Paredes Peñafiel, Adriana Paola
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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A dissertação analisa de que maneira as unidades de produção familiar estão reorganizando as atividades de produção e comercialização e alterando os seus modos de vida diante das transformações nos mercados, durante a década de 1990. A observação dos modos de vida é uma das recentes interpretações sobre os atores sociais, a agricultura e o meio rural por parte das Ciências Econômicas e da Sociologia. Essa abordagem teórica proporciona elementos analíticos para examinar a unidade de produção familiar e sua capacidade de alterar ou reproduzir o repertório de práticas de produção conforme as formas de acesso aos recursos sociais e econômicos que lhes permitem gerar meios de vida para sobreviver no meio rural. O estudo de campo foi realizado nos municípios de Pelotas, Morro Redondo e Canguçu, localizados ao extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Analisaram-se estabelecimentos familiares dedicados à produção e comercialização de pêssego. O objetivo do trabalho consiste em entender as estratégias de reprodução social como superação de obstáculos que permitem às unidades de produção familiar mudar ou produzir um modo de vida que gere um bem-estar aos agricultores familiares. A hipótese principal é que os persicultores estão se adaptando às condições de mercado...

Fatores determinantes da emergência dos sistemas de produção frutícola

Senna, Ana Júlia Teixeira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Os estudos dos sistemas agrícolas em geral, incluindo os sistemas de produção frutícola, com freqüência abordam a sua configuração e dinâmica numa ótica ex-post à sua origem e formação. Neste trabalho os sistemas agrícolas foram analisados numa ótica ex-ante. As variáveis determinantes da emergência dos sistemas de produção frutícola foram identificadas, com vistas à construção de um modelo de emergência destes sistemas. Inicialmente, por meio de entrevistas com experts, foram identificadas as variáveis percebidas como determinantes da emergência de um sistema de produção frutícola consolidado, localizado no Vale do Rio São Francisco, na Região Nordeste do Brasil. A seguir, estas variáveis foram avaliadas, quanto à sua importância, na emergência de oito sistemas de produção frutícola menos desenvolvidos, localizados no estado do Rio Grande do Sul, sendo que destes, cinco sistemas são focalizados na citricultura e três na persicultura. Assim foi possível determinar um conjunto de variáveis que representam as condições básicas para a emergência de sistemas de produção frutícola. As condições edafoclimáticas, a demanda do mercado, o apoio tecnológico, a existência de mão-de-obra especializada...

Cultivares, variaves de processo, reuso do xarope de sacarose e viabilidade economica da pre-secagem osmotica de pessegoa; Cultivars, process variables, reuse syrup and economicv feasibility of the osmotic pre-driyng of peaches

Silvia Pimentel Marconi Germer
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/02/2010 PT
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O presente estudo teve por objetivo avaliar a industrialização de cultivares da persicultura paulista na forma de fruta passa empregando-se processo combinado de pré-secagem osmótica (PSO) e secagem convencional com ar quente (SC). Avaliou-se a aptidão das cultivares Douradão, Régis, Aurora-1 e Diamante na PSO com xarope de sacarose (65 °Brix, 45 °C, 6 h), seguida de SC (65 °C, 1,5 m/s). As cultivares Regis e Aurora-1 apresentaram melhores desempenhos globais (facilidade no preparo, bom rendimento de processo e boa aceitação sensorial). Empregando-se o delineamento central composto rotacional, investigou-se a influência da temperatura (30 / 50 ºC) e da concentração do xarope (45 / 65 °Brix) na PSO da cultivar Aurora-1 (fatias e metades). Pesquisaram-se as variações físicas e químicas das frutas, os parâmetros perda de massa (PM) e perda de água (PA), e o desempenho sensorial dos produtos. Modelaram-se os resultados usando a metodologia de Superfície de Resposta, obtendo-se os seguintes modelos matemáticos significativos (p<0,05) e preditivos: teores de sólidos solúveis, teores de açúcares totais e não redutores, acidez titulável, L* de cor e PA para as fatias; e dos teores de sólidos solúveis, L* de cor...

Produtividade e qualidade de pêssegos obtidos nos sistemas de produção integrada e convencional

Fachinello,José Carlos; Tibola,Casiane Salete; Picolotto,Luciano; Rossi,Andrea de; Rufato,Leo
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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O projeto de Produção Integrada de Pêssego (PIP) iniciou no ano de 1999, em quatro áreas representativas da persicultura no Rio Grande do Sul (Pelotas, Serra Gaúcha, Grande Porto Alegre e Região da Campanha), com o objetivo de avaliar agronomicamente o sistema de produção integrada (PI) comparado com o sistema de produção convencional (PC). O presente trabalho foi realizado na região de Pelotas-RS, no período de 1999 a 2003, e as avaliações realizadas foram: produção, número de frutos por planta, tipificação baseada nos índices oficiais para pêssego de indústria, de acordo com as categorias: CAT I: > 57 mm; CAT II: 47 - 57 mm e CAT III: 44 - 47mm. Na análise da produção/planta média, no sistema PI, encontraram-se 34,65kg, sendo maior que a obtida na área com PC, onde a produção média foi de 28,88kg. Da mesma forma, quanto ao número de frutos/planta a média de produção na PI foi de 372,86 e na PC foi de 355,64. A média de frutas classificadas na categoria I e na categoria II, no sistema PI, foi 57,06% e 40,37%, respectivamente. No sistema PC, em todas as safras analisadas, a média de frutas na categoria I foi 37,52% e na categoria II foi 54,53%. A avaliação conjunta dos resultados demonstra uma superação do sistema PI...

Época de florescimento e horas de frio para pessegueiros e nectarineiras

Pedro Júnior,Mario José; Barbosa,Wilson; Rolim,Glauco de Souza; Castro,Jairo Lopes de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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Avaliou-se a época de florescimento de 41 acessos de pessegueiros e nectarineiras existentes no Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de Frutas de Caroço, em Capão Bonito-SP. As datas de abertura espontânea de 70% das flores (sem indução por produtos químicos) foram observadas e relacionadas com o número de horas de frio (NHF) abaixo de 7,2 e 13ºC. O NHF foi estimado, utilizando-se de equações de regressão múltipla em função das temperaturas máximas e mínimas diárias. Os acessos do referido BAG foram separados por meio de análise de "cluster", resultando na identificação de quatro grupos distintos para pessegueiros, em relação a épocas de florescimento (até 10-07; 11-07 a 20-07; 21-07 a 31-07 e após 1º-08), e três para nectarineiras (até 10-07; 11-07 a 20-07 e após 20-07). Dentre esses grupos, o mais precoce apresentou florescimento antes de 10 de julho, com exigência inferior a 40 e 500 NHF abaixo de 7,2 e 13ºC, respectivamente, para pêssego (IAC 2485-6, IAC 680-13 e Régis) e nectarina (IAC N 785-9). O grupo mais tardio para pêssegos (Eldorado, Diamante, Arlequim, Bolão e Marli) apresentou florescimento após 1º de agosto, necessitando de mais de 70 e 650 NHF abaixo de 7,2 e 13ºC, respectivamente. As principais cultivares de pêssego da persicultura paulista (Aurora-1...

Desidratação osmótica de pêssegos em função da temperatura e concentração do xarope de sacarose

Germer,Sílvia P. M; Queiroz,Marlene R. de; Aguirre,José M; Berbari,Shirley A. G; Anjos,Valéria D
Fonte: Departamento de Engenharia Agrícola - UFCG Publicador: Departamento de Engenharia Agrícola - UFCG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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A desidratação osmótica pela qual passa a produção de fruta, é uma alternativa para o aproveitamento dos excedentes da persicultura. Neste trabalho se avaliou a influência da temperatura e da concentração do xarope de sacarose na desidratação osmótica de pêssegos, e se investigaram variações de propriedades físicas, químicas e dos parâmetros da desidratação osmótica (perda de massa e de água; incorporação de sólidos). O delineamento central composto rotacional foi utilizado variando-se a temperatura (30 a 50 ºC) e a concentração (45 a 65 °Brix) da solução osmótica e se fixando a razão mássica xarope:fruta 4:1, tempo de processo 4 h, e formato dos pedaços (metades). Na análise sensorial empregou-se o método de aceitação avaliando-se os atributos aparência, sabor, textura, cor e qualidade geral. Modelaram-se os resultados com o programa Statistica (v 6.0), através da Metodologia de Superfície de Resposta. Os seguintes modelos matemáticos resultaram significativos (p < 0,05) e preditivos: adimensionais dos teores de sólidos solúveis e do parâmetro L* de cor, parâmetros perda de água e perda de massa. A temperatura é o efeito preponderante. As condições de processo de 50 a 54,1 ° C e 55 a 65 °Brix...

Intensidade de poda verde em pessegueiro para controle da ferrugem Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov; Rust Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel and Litvinov control by green pruning in peach

RODRIGUES, Alessandro; SCARPARE FILHO, João Alexio; ARAÚJO, João Paulo Campos de; GIRARDI, Eduardo Augusto; SCARPARE, Fábio Vale
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Com o objetivo de se avaliar o controle da ferrugem [Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov] em pessegueiro 'Flordaprince' [Prunus persica (L.) Batsch], duas intensidades de poda verde foram realizadas aos 45 dias após a colheita: poda leve e poda de renovação. O experimento foi realizado em condições de campo, no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ-USP, em Piracicaba-SP, entre novembro de 2004 e janeiro de 2005. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, com dois tratamentos e doze réplicas. A parcela experimental correspondeu a duas plantas em espaçamento 3,0 x 1,2 m e conduzidas sob sistema de líder central. A avaliação de incidência e severidade de ferrugem foi realizada em folhas de quatro brotações por parcela, sendo duas por planta. As avaliações foram conduzidas de 33 a 81 dias após a poda verde, em intervalos de sete dias, utilizando-se de escala diagramática adaptada para a ferrugem. Os dados referentes à incidência e severidade de ferrugem foram submetidos, respectivamente, ao teste exato de Fisher e ao teste de Wilcoxon. A incidência e a severidade de ferrugem aumentaram com a idade das folhas, independentemente do tipo de poda verde empregada, atingindo, respectivamente...

Comportamento do pessegueiro (Prunus persica L. Batsch) cv. Chimarrita em diferentes sistemas de condução

Giacobbo,Clevison Luiz; Faria,João Luiz Carvalho; Conto,Oberdan de; Barcellos,Roberto Fossa de; Gomes,Fernando Rogério Costa
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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A persicultura, no Brasil, é praticada há bastante tempo, porém poucos estudos foram realizados visando alternativas de manejo nos pomares para aumento de produtividade. Este trabalho teve por objetivo avaliar o desenvolvimento anual do diâmetro do tronco e produção nos terceiro e quarto anos, em pessegueiro cv. Chimarrita, enxertado sobre o porta-enxerto Capdeboscq. Foram avaliados quatro sistemas de condução: I - espaçamento de 0,5 m entre plantas, conduzido em 'Áxis colunar'; II e III - 1,0 m e 2,0 m, respectivamente, conduzidos em 'Y' e IV - 4,0 m em 'Vaso' (sistema tradicional). Entre as linhas de plantio o espaçamento foi constante de 5,0 m para todos os sistemas de condução. O pomar foi implantado em julho de 1997 na Fazenda experimental do Centro Agropecuário da Palma, propriedade da Universidade Federal de Pelotas, localizada no município de Capão do Leão, RS. Avaliou-se a taxa de crescimento anual do diâmetro do tronco, produtividade, qualidade físico-química das frutas e ocorrência de podridão parda. Os resultados obtidos na taxa de crescimento foram semelhantes em ambos os anos, porém observou-se maior incremento relativo no período 2000/2001, no sistema de condução I. A produtividade foi superior no sistema I e II diferindo do sistema IV...

Intensidade de poda verde em pessegueiro para controle da ferrugem Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov

Rodrigues,Alessandro; Scarpare Filho,João Alexio; Araújo,João Paulo Campos de; Girardi,Eduardo Augusto; Scarpare,Fábio Vale
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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Com o objetivo de se avaliar o controle da ferrugem [Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov] em pessegueiro 'Flordaprince' [Prunus persica (L.) Batsch], duas intensidades de poda verde foram realizadas aos 45 dias após a colheita: poda leve e poda de renovação. O experimento foi realizado em condições de campo, no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ-USP, em Piracicaba-SP, entre novembro de 2004 e janeiro de 2005. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, com dois tratamentos e doze réplicas. A parcela experimental correspondeu a duas plantas em espaçamento 3,0 x 1,2 m e conduzidas sob sistema de líder central. A avaliação de incidência e severidade de ferrugem foi realizada em folhas de quatro brotações por parcela, sendo duas por planta. As avaliações foram conduzidas de 33 a 81 dias após a poda verde, em intervalos de sete dias, utilizando-se de escala diagramática adaptada para a ferrugem. Os dados referentes à incidência e severidade de ferrugem foram submetidos, respectivamente, ao teste exato de Fisher e ao teste de Wilcoxon. A incidência e a severidade de ferrugem aumentaram com a idade das folhas, independentemente do tipo de poda verde empregada, atingindo, respectivamente...

AVALIAÇÃO DE PESSEGUEIROS E NECTARINEIRAS INTRODUZIDOS NO BRASIL, PROCEDENTES DA FLÓRIDA, EUA

BARBOSA,W.; OJIMA,M.; DALL'ORTO,F.A.C.; MARTINS,F.P.; DE CASTRO,J.L.; DOS SANTOS,R.R.
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1997 PT
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Avaliou-se o comportamento vegetativo e reprodutivo de vinte e dois pessegueiros e treze nectarineiras introduzidos no Brasil, provenientes da Universidade da Flórida, Gainesville, EUA. O material foi avaliado por três anos na Estação Experimental de Jundiaí, do IAC(23o08'S; 46o55'W), anotando-se as características: número de nós de gemas por metro de ramo e de gemas vegetativas e floríferas por nó; porcentagem de frutificação efetiva; ciclo de maturação dos frutos; coloração da película e polpa; textura e acidez da polpa e época de colheita. Verificou-se que os cinco cultivares e seleções que apresentaram grande quantidade de gemas foram: Sungem; Fla 3-4N; Fla 6-4; Fla 84-16N e Okinawa, com 51,1; 50,8; 45,8; 45,2 e 44,2 nós de gemas por metro de ramo respectivamente. Considerando o nº de gemas por nó, observou-se que Desertgold (2,36), Sunwright (2,32), Rubro-sol (2,24), Sunlite (2,21), Newbelle (2,16) e Sundowner (2,13) foram os cultivares com maior potencial de desenvolvimento de folhas e flores. As melhores frutificações ocorreram em `Okinawa'(66,3%), `TropicBeauty' (51,1%), `Flordastar'(50,0%), Fla 84-4(48,5%) e `Flordaprince'(41,5%). Os pêssegos `Flordadawn', Fla 84-5, Fla 84-4, `Flordastar' e Oro A constituiram-se nos mais precoces...