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O aluno e a infância: a propósito do pedagógico

Masschelein,Jan
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 PT
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16.01%
A partir de alguns textos de Rancière, este artigo procura estabelecer uma diferença entre a pedagogia e o pedagógico. Esta diferença condiciona uma outra, entre o aluno e a infância - pela qual a infância designaria o vácuo que separa o aluno de si mesmo. Esse vácuo é entendido como potência de movimento e como ex-posição - carga de resposta que se põe em marcha. Pode-se, então, definir a pedagogia como uma viagem que leva à des-carga, ao esquecimento da carga. Por sua vez, o pedagógico, ou o espaço pedagógico, abre-se com a interrupção da pedagogia e a manifestação da infância. Apenas nesse espaço poderá o mestre aparecer, e aparecer justamente como aquele que, em certo sentido, mantém o homem na infância, ao colocar sua própria infância em jogo.

Tornando queer a educação ambiental

Russel,Constance; Sarick,Tema; Kennely,Jackie
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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25.84%
O presente artigo propõe uma discussão em torno das possibilidades de uma educação ambiental queer. Tornar queer a educação ambiental significa mais que simplesmente adicionar conteúdo gay/lesbiano/bissexual/transgênero à educação ambiental, mas visa, em seu projeto, problematizar a heteronormatividade, a essencialização das identidades e a heterossexualização de nossas teorias e práticas. Apresentamos neste trabalho uma breve introdução à pedagogia queer e apontamos como a educação ambiental pode contribuir de maneira singular para a interrupção da heteronormatividade e para a problematização da identidade e da experiência. Também exemplificamos esforços por um ambientalismo queer em novos movimentos sociais e produções culturais.

Quem tem medo da pedagogia?: contributos da teoria contemporânea da educação para resistir ao "regresso ao básico"

GOMES,ELISABETE XAVIER
Fonte: Editora Autores Associados Publicador: Editora Autores Associados
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 PT
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56.13%
RESUMOEste artigo parte dos ataques à pedagogia e assume a sua apologia. Refere modos infantis de pensar a (teoria da) educação em defesa de uma pedagogia pobre, de uma educação fraca e de uma infância estranha. Introduz um conjunto de abordagens teóricas que fazem a apologia de uma educação mais humana e menos humanista. Jacques Rancière (2002) e o modo como a aventura de Jacotot - o mestre ignorante - permite questionar um lugar-chave da educação: a explicação e a necessária desigualdade que caracteriza o acto educativo; Jorge Larrosa (2002), cujo conceito de experiência questiona a actividade como lugar sagrado da pedagogia moderna; e Gert Biesta (2006, 2010a), que ataca a necessidade da continuidade e do fim à vista dos processos educativos, propondo uma pedagogia da interrupção.

Intermitências da educação de crianças: escolarização do social e interrupção do escolar

Gomes, Elisabete Xavier; Escola Superior de Educação de Lisboa Universidade Nova de Lisboa – UIED
Fonte: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 22/05/2014 POR
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56.07%
Este artigo trata das possibilidades educadoras da educação formal e não formal de crianças nas cidades contemporâneas. Trabalha com a concetualização de «cidade educadora» proposta por Trilla (1990, 1999) como conceito integrador de educação formal e não formal. A partir de um estudo de caso desenvolvido com uma turma do 1º Ciclo do Ensino Básico de uma escola pública do centro de Lisboa foca o modo como diferentes contextos institucionais (p. ex.: escola, museus, bibliotecas) e os profissionais que neles trabalham contribuem para a educação (formal e não formal) de crianças nas cidades (Gomes, 2011). Identificam-se e caracterizam-se quatro modos distintos e sobreponíveis de fazer uso da cidade no âmbito dos processos de educação formal de crianças: uso instrumental: cidade recurso de educação; uso potenciador: cidade experiência; uso lúdico: cidade recreio; e uso socializador: cidade representação do socialmente aceite. As conclusões são organizadas em duas dimensões. A primeira é relativa aos mecanismos de “escolarização do social” (Ferreira, 2003). A segunda reflete sobre as possibilidades de “interrupção” (Larrosa, 2002; Biesta, 2006 e 2010) da ordem escolar pela saídas e frequência de instituições e dinâmicas não escolares. Ilumina a relevância dos acontecimentos trazidos pela linguagem da cidade e da educação não-formal (lugares do não dito...

Benjamin and Brecht: the pedagogy oh the gesture; Benjamin e Brecht: a pedagogia do gesto

Gatti, Luciano
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2008 POR
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25.81%
The paper analyses the interpretation of Bertolt Brecht’s epic theatre elaborated by Walter Benjamin in his essay “What is epic theatre?” (1931). After pointing out the demand of critical reconfiguration of the traditional theatre in view of the instruction of the public and of his association to a broader movement of social transformation, the difficulties and presuppositions of a pedagogical theatre, so as it is presented by Brecht in his play.A man is a man, are presented. Benjamin’s perspective of analysis is then finally discussed, particularly its emphasis on the critical and ant-illusionistic potential of theatrical proceedings such as the production of gestures by the interruption of action.; O artigo examina a interpretação do teatro épico de Bertolt Brecht elaborada por Walter Benjamin em seu ensaio “O que é o teatro épico?”, de 1931. A partir da exigência de reconfiguração crítica do teatro tradicional, em vista do esclarecimento do público e de sua vinculação a um movimento mais amplo de transformação social, são apresentados os pressupostos e as dificuldades de um teatro pedagógico, tal como apresentado por Brecht em sua peça Um homem é um homem. Com isso, discute-se a perspectiva de análise de Benjamin...

Tornando queer a educação ambiental; Queering Environmental Education

Russel, Constance; Lakehead University, Canada; Sarick, Tema; York University, Canada; Kennely, Jackie; Youth Net Vancouver, Canada
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2011 POR
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15.81%
http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2011000100016O presente artigo propõe uma discussão em torno das possibilidades de umaeducação ambiental queer. Tornar queer a educação ambiental significa mais que simplesmenteadicionar conteúdo gay/lesbiano/bissexual/transgênero à educação ambiental, mas visa, emseu projeto, problematizar a heteronormatividade, a essencialização das identidades e aheterossexualização de nossas teorias e práticas. Apresentamos neste trabalho uma breveintrodução à pedagogia queer e apontamos como a educação ambiental pode contribuir demaneira singular para a interrupção da heteronormatividade e para a problematização daidentidade e da experiência. Também exemplificamos esforços por um ambientalismo queerem novos movimentos sociais e produções culturais.; We wish to initiate discussion on the possibilities for queering environmental education.As a verb, “to queer” means more than simply adding gay/lesbian/bisexual/transgendered contentto environmental education. Rather, queering has, at its heart, the project of problematizingheteronormativity, essentialized identities and the heterosexualization of our theories andpractices. In this paper, we provide a brief introduction to queer pedagogy...