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Ascorbic acid and pectin in different sizes and parts of citric fruits; Ácido ascórbico e pectina em diferentes partes de frutas cítricas de vários tamanhos

YWASSAKI, Larissa Akemi; CANNIATTI-BRAZACA, Solange Guidolin
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Citric fruits - in natura, as frozen pulp or even as juice - are one of the most important Brazilian exportation products. They are a source of ascorbic acid - a potent antioxidant, and pectin, which is used in the food industry and is an important dietary fiber. This project aims to quantify ascorbic acid and pectin contents in citric fruits, commercial oranges and tangerines, comparing them in sizes and varieties. Ascorbic acid amount was measured in juice comparing sizes, varieties and storage conditions, using a tritimetric method with 2.6-dichlorobenzenoindophenol indicator. Total and soluble pectin in each part of the fruits (peel, albedo, pulp and juice) were quantified using the polygalacturonic acid as a standard. Differences were found between the sizes. The highest content of vitamin C was found in the oranges (Bahia variety). Comparing the storage temperatures, the biggest loss was at room temperature. Albedo presented the highest content of pectin in all fruits. In juice, the total and soluble pectin contents increased as fruits size decreased. Oranges and tangerines differed in the amount of pectin; Os produtos de frutas cítricas são de grande importância para as exportações do Brasil in natura, polpa congelada e ainda na forma de suco. São fonte de ácido ascórbico...

Misturas aquosas de pectina/caseína: estudo físico-químico e potencial de uso no tratamento da doença periodontal; Pectin/casein aqueous mixtures: physical-chemical studies and potential use in periodontal disease treatment.

Rediguieri, Camila Fracalossi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/04/2008 PT
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Misturas aquosas de polissacarídeos e proteínas são normalmente instáveis e separam-se em fases devido às interações repulsivas ou atrativas existentes entre os polímeros. O efeito da temperatura, do pH e da concentração polimérica no comportamento de misturas de pectina/caseína foi estudado nesse trabalho. Um diagrama de fases construído em pH 7 revelou que a mistura é estável apenas em baixas concentrações. Concentrações mais elevadas levam à incompatibilidade termodinâmica, governada por forças puramente entrópicas, e ao aparecimento de duas fases: uma rica em caseína (inferior) e outra rica em pectina (superior). A decomposição espinodal pôde ser visualizada nos estágios iniciais da separação de fases e, nos estágios intermediários, observou-se a formação de emulsões água/água. Quando o pH dessas emulsões é reduzido para abaixo de 6, a pectina é atraída para a fase de caseína, resultando na formação de partículas de complexo pectina/caseína que não coalescem e são resistentes à adição de sal (NaCl 100 mM), apresentando um diâmetro médio aproximado de 4 m. As micropartículas de pectina/caseína produzidas por este método demonstraram ser capazes de encapsular com alta eficiência tanto substâncias hidrofóbicas quanto hidrofílicas...

Efeito da radiação gama sobre a viscosidade de soluções de gelatina e pectina utilizadas na indústria de alimentos; Effect of gamma irradiation in the viscosity of gelatin and pectin solutions used in food industry

Inamura, Patrícia Yoko
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/02/2008 PT
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A pectina é uma substância polissacarídica originada de plantas, que pode ser utilizada como agente gelificante, estabilizante de compotas, em bebidas láticas e iogurtes. A gelatina, proteína, nesse caso de origem bovina, é principalmente utilizada como agente gelificante, pois, forma hidrogéis por resfriamento. O processo de irradiação por radiação gama pode causar uma variedade de modificações nas macromoléculas algumas de aplicação industrial, como é o caso de reticulação. A resposta dinâmica de materiais viscoelásticos pode ser usada para dar informação sobre o aspecto estrutural de um sistema a nível molecular. No presente trabalho, pectina com diferentes graus de metoxilação, gelatina e a mistura de ambas foram empregados para estudar a sensibilidade à radiação por meio de medidas de viscosidade. Amostras de soluções de pectina de alto teor de metoxilação (ATM) 1%, pectina de baixo teor (BTM) 1%, gelatina 0,5%,1% e 2%, e a mistura de ambas a 1% e 2% foram irradiadas com raios gama em doses de até 15kGy e taxa de dose em torno de 2kGy/h. Após irradiação, a viscosidade foi medida dentro de um período de 48 h. A viscosidade da pectina ATM e BTM diminuiu drasticamente com o aumento da dose de radiação. A gelatina...

Contribuição ao estudo bioquímico de frutas tropicais e exóticas produzidas no Brasil: pectina, açúcar e proteína

Rodrigues, Luciana Amaro
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 110 f. : il.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Biotecnologia - IQ; O presente trabalho teve como proposta a caracterização de pectina, proteínas e açúcares de frutas tropicais e exóticas produzidas no Brasil, além do desenvolvimento de método de extração de pectina e estudo de sua viabilidade como ingrediente. A pectina, os açúcares e as proteínas, são biomoléculas de grande relevância no processo de fabricação de alimentos como doces, geléias, polpas, sucos, sorvetes, entre outros. Os frutos podem sofrer a ação de enzimas durante seu amadurecimento e processamento e por isso, o conhecimento e controle dessas proteínas são de fundamental importância para garantir a estabilidade do produto final. Outro ponto de interesse é a quantificação e qualificação dos açúcares presentes, pois suas concentrações em conjunto com os ácidos orgânicos estabelecem a qualidade sensorial harmônica da fruta. O conhecimento dessas concentrações e proporções pode ser determinante na avaliação do padrão de qualidade de uma matéria-prima e no preparo de uma formulação. Assim determinou-se o teor de pectina das frutas in natura, que variou de 10,50% na polpa de mangostão até a ausência de pectina na de massala. Desenvolveu-se...

Estudo do perfil de textura instrumental e sensorial em geis de pectina de baixo teor de esterificação, alginato e gelatina

Neuralucia Gonçalves Dias
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em /03/1999 PT
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Textura é um atributo sensorial que é largamente avaliado em alimentos. A padronização da metodologia instrumental e a correlação com medidas sensoriais é imprescindível. A dureza de géis de pectina, alginato e gelatina por compressão e penetração usando TPA (Análise do Perfil de Textura) instrumental foram comparadas a sensorial utilizando compressão e corte com colher, compressão lingua-palato e percepção pós-mastigação. Foi utilizado texturômetro T A-XT2, dispositivo cilíndrico 0.5/R para penetração e P/55 para compressão e ADQ (Análise Descritiva Quantitativa) sensorial com amostras contidas e livres apresentadas em ensaios independentes após identificação de atributos. A dureza instrumental aumentou com aumento da concentração. Foram necessária maior concentração de gelatina e menor de pectina para obter géis de dureza equivalente. Dureza-TPA em penetração variaram de 50 a 275 g, e de 200 a 900 9 na compressão. Curvas de Dureza-TPA X concentração do gel foram independentes no teste de compressão, e superpostas para alginato e pectina na penetração para baixas concentrações de gel. O R2 para as curvas foram mais altos na penetração (0,94 - 0,96) em relação a compressão (0,84 - 0...

Efeito da adição de pectina e frutooligossacarideo como ingredientes funcionais no suco misto de cenoura e laranja

Daniela De Grandi Castro Freitas
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/10/2000 PT
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Foram estudados os efeitos da adição de dois ingredientes funcionais, pectina cítrica e frutooligossacarídeos, no suco misto de cenoura e laranja. A pectina vem demonstrando ter efeito hipocolesterolêmico em ampla variedade de experimentos com animais e em humanos. Os frutooligossacarídeos vem demonstrando o efeito "prebiótico", providenciando benefícios fisiológicos por estimulação seletiva de bifidobactérias no cólon, melhorando em vários aspectos a saúde do hospedeiro, causando melhoria na flora intestinal, supressão na produção de substâncias putrefativas, alívio de constipação e redução de colesterol. Foram avaliadas as propriedades físico-químicas, a aceitação sensorial e sua qualidade nutricional através de um ensaio biológico com hamsters. O suco misto de cenoura e laranja foi adicionado de pectina e frutooligossacarídeo seguindo um planejamento fatorial de 11 ensaios, variando as concentrações de pectina (1 a 3%) e frutooligossacarídeo (5 a 15%). Nos menores níveis de pectina obteve-se produtos de boa aceitação sensorial. O frutooligossacarídeo não apresentou nenhum efeito negativo na aceitação do produto. A redução do colesterol foi de 30% pelo efeito de 3% de pectina no suco porém sensorialmente o produto teve menor aceitação devido a alta consistência e sabor prejudicado. 15% de frutooligossacarídeo no suco providenciou o aumento de 10 vezes no número de bifidobactérias nas fezes dos animais...

Preparação e caracterização de partículas coloidais de pectina cítrica e de peptonas vegetais para aplicação em cosméticos; Preparation and characterization of colloidal particles of citrus pectin and vegetable peptones for use in cosmetics

Renata Miliani Martinez
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/07/2013 PT
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O uso de matérias-primas sustentáveis, biodegradáveis e biocompatíveis é de grande interesse em aplicações farmacêuticas e cosméticas. O mercado cosmético situa-se em pleno processo de desenvolvimento, principalmente na área de produtos capilares, apresentando vendas expressivas no Brasil. Esse crescimento acarreta na necessidade de produtos inovadores, polivalentes e seguros para oferecimento aos consumidores. Neste âmbito, as partículas poliméricas coloidais têm ocupado posição de destaque no cenário mundial, marcando a presença da nanotecnologia em produtos cosméticos. Uma grande variedade de matérias-primas naturais ou sintéticas são polieletrólitos, cuja reticulação eletrostática em condições controladas produz partículas coloidais. A pectina cítrica e as peptonas vegetais fazem parte dos polieletrólitos, cuja origem vegetal tem sido preferida para as aplicações em cosméticos, em substituição a produtos de origem animal ou inorgânica. Neste trabalho, foi estudada a produção de partículas coloidais de pectina cítrica e das peptonas de soja e trigo, reticuladas com cloreto de cálcio e goma guar quaternizada. Em todos os casos, a produção das partículas foi realizada em processo descontínuo...

Complexos dos polieletrólitos quitosana e pectina para obtenção de sistemas carreadores de compostos bioativos; Polyelectrolyte complex chitosan and pectin for obtaining carriers systems of bioactive compounds

Vinicius Borges Vieira Maciel
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/05/2015 PT
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Complexos de polieletrólitos (PEC) podem ser obtidos a partir de polímeros que apresentam cargas opostas, como quitosana e pectina. A inovação deste trabalho foi desenvolver sistemas carreadores de compostos bioativos (antocianina (ATH) e insulina), na forma de membranas e nanocomplexos (NCXs) obtidos a partir da interação eletrostática existente entre os polímeros naturais quitosana e pectina. Quitosana é um polímero linear catiônico composto por N-glucosamina e N-acetilglucosamina, e apresenta diferentes graus de acetilação (GA). Pectina é um polímero linear aniônico composto principalmente por ácido D-galacturônico com uma fração dos grupos carboxilas sendo metoxilados. Membranas PEC foram desenvolvidas para incorporar a ATH formando um dispositivo inteligente indicador de pH, com alteração visual e reversível da cor. NCXs foram elaborados na forma de micro/nanopartículas carregadas de insulina (pI = 5,3) para avaliar a liberação controlada do fármaco, via oral, em sistemas in vitro. Membranas PEC foram estudadas usando quitosana e pectina em diferentes pH (3,0, 4,0, 5,0 e 5,5) e relações molares pectina:quitosana. Soluções de pectina e quitosana, ambas de 0,50 g/100 g de solução e mesma força iônica foram misturadas e homogeneizadas. As membranas PEC apresentaram superfície rugosa e parcialmente homogênea. A máxima formação do PEC foi em pH 5...

Comportamento de doce em massa, adicionado de gelatina em substituição a pectina industrial

Buss, Jane
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: [51]p.| il., + anexos
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias Agrarias; Como o doce em massa necessita alcançar uma textura adequada tal, que ao esfriar gelatinize, dependendo do equilíbrio entre açúcar, acidez e pectina, e ser esta última, difícil de aquisição por produtores rurais, pretende-se neste trabalho, substituir a pectina industrial por gelatina. O experimento foi conduzido objetivando substituir a pectina industrial por gelatina, sem alterar acentuadamente a composição dos mesmos no que diz respeito às características físico-químicas de pH, sólidos, solúveis, textura e sensorial (aparência, cor, aroma, sabor e textura). Os tratamentos foram realizados com adição de 1% e 2% de gelatina, sem adição de geleificante e 1% de pectina industrial (padrão). Utilizando-se as frutas banana Musa paradisiaca, goiaba psidium guayava, e pêssego Prunus persica, as quais, possuem diferentes percentuais de pectina. Os doces foram processados, buscando o máximo de similaridade em todos os passos. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com 4 tratamentos e 5 repetições. Analisando o efeito dos tratamentos da bananada, na análise fisico-química a pectina industrial poderia ser substituída pela gelatina. Na análise sensorial...

Pectina da casca do maracujá amarelo (Passiflora edulis flavicarpa)

Pinheiro, Eloísa Rovaris
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: [80] f.| grafs., tabs.
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias Agrarias. Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos; A pectina, utilizada como geleificante ou estabilizante, pode ser extraída da casca de maracujá amarelo (Passiflora edulis flavicarpa), resíduo agroindustrial da produção de sucos. Geralmente, as pectinas são extraídas das cascas de frutas cítricas e de bagaço de maçã com ácidos minerais fortes, acarretando em algumas desvantagens, como poluição ambiental, corrosão e degradação da pectina extraída. Visando desenvolver um processo alternativo, utilizando ácido orgânico como agente extrator, o objetivo deste trabalho foi otimizar a extração de pectina de alto grau de esterificação com ácido cítrico. As cascas sem flavedo foram desidratadas e moídas até obtenção de farinha. Esta farinha foi caracterizada quimicamente e utilizada como matéria-prima para extração de pectina. A metodologia de superfície de respostas foi utilizada para determinar as condições ótimas de extração para obtenção de pectina de alto grau de esterificação. A pectina extraída na condição otimizada (HEP) foi caracterizada quanto às suas propriedades físico-químicas e comparada à pectina cítrica comercial (HMP). A farinha da casca de maracujá amarelo apresentou um alto teor de fibras alimentares totais (57...

Propriedades térmicas, mecânicas e estabilidade de filmes de pectina cítrica e poli(4-estirenossulfonato de sódio)

ANDREANI, Larissa
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 39 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Química.; O interesse pelo estudo de polímeros e pela obtenção de novos materiais, resultantes da mistura física de dois ou mais polímeros, tem aumentado nos últimos anos. Tendo isso em vista, no presente trabalho foram preparadas e analisadas as propriedades térmicas, mecânicas e espectroscópicas de filmes formados pela mistura física de pectina cítrica e poli(4-estirenossulfonato de sódio) (PSS) com adição ou não de plastificante (sorbitol). Os dados obtidos por calorimetria exploratória diferencial indicam miscibilidade parcial entre o PSS e a pectina, com a diminuição das temperaturas de transição vítrea (Tg) das misturas comparadas com a dos polímeros puros. Nos filmes com sorbitol houve o surgimento de uma nova Tg relacionada ao sorbitol e devido à presença de diferentes eventos térmicos nas blendas, não se observou nenhuma alteração significativa na Tg comparada com as blendas sem adição de sorbitol. Nos resultados de termogravimetria observou-se que a adição de PSS aumentou proporcionalmente a estabilidade térmica da pectina, enquanto a presença de sorbitol teve um efeito contrário. Na espectroscopia de infravermelho foi possível observar que ocorreram interações entre a pectina e o PSS...

Comparação entre o efeito do resíduo do abacaxizeiro (caules e folhas) e da pectina cítrica de alta metoxilação no nível de colesterol sangüíneo em ratos

Piedade,Juliana; Canniatti-Brazaca,Solange Guidolin
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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O presente trabalho visou a investigar o efeito da ingestão do resíduo do abacaxizeiro no nível do colesterol total, HDL-colesterol e LDL-colesterol em ratos em comparação com a pectina cítrica, e verificar o comportamento dos animais em relação ao consumo alimentar e ao ganho de peso nos períodos de 15, 30 e 45 dias. As dietas do resíduo proporcionaram um maior consumo alimentar quando comparadas às dietas de pectina. O maior ganho de peso foi observado nas dietas: controle e com 10% de resíduo aos 15 e 30 dias, e aos 45 dias somente a dieta controle. O resíduo proporcionou um ganho de peso intermediário e a pectina, o menor ganho de peso. Os tratamentos com a pectina foram mais efetivos na redução do colesterol total; no entanto, aos 15 dias, as dietas com 10% e 15% de resíduo, aos 30 dias a dieta com 10% de resíduo, e todas as dietas contendo resíduo aos 45 dias. A concentração plasmática do HDL-colesterol foi aumentada em quase todas as dietas, com exceção da dieta com 25% de pectina, que reduziu este nível aos 15 dias, e aos 30 dias o manteve igual ao da dieta- controle; e as dietas do resíduo que proporcionaram redução e manutenção do teor do HDL-colesterol aos 45 dias quando comparada a dieta controle. O LDL-colesterol foi reduzido em todos os tratamentos...

Influência da adição de pectina e farelo de soja sobre a digestibilidade aparente de nutrientes, em eqüinos

Oliveira,Gabriel Jorge Carneiro de; Lima,José Augusto de Freitas; Araújo,Kleber Vilela; Fialho,Elias Tadeu; Bertechini,Antônio Gilberto; Pérez,Juan Rámon Olalquiaga; Freitas,Rilke Tadeu F.
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2002 PT
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O trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar a influência da adição de pectina e farelo de soja sobre a digestibilidade aparente de nutrientes, em eqüinos. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 4x2, sendo qautro níveis de pectina (0, 1, 2 e 3% da MS do feno de coastcross consumido) e a adição ou não de farelo de soja, totalizando oito tratamentos, com quatro repetições. As variáveis estudadas foram os coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca (CDAMS), proteína bruta (CDAPB), fibra em detergente neutro (CDAFDN), fibra em detergente ácido (CDAFDA), hemicelulose (CDAHEM), energia bruta (CDAEB) e a energia digestível (ED). A adição de pectina não afetou o CDAMS, CDAFDN, CDAFDA, CDAEB e nem a ED; porém melhorou o CDAPB, no nível de 1,25%, e o CDAHEM, em todos os níveis utilizados. Concluiu-se que a adição de 1,25% de pectina à dieta melhorou a digestibilidade aparente da PB e a adição de 3% de pectina proporcionou a melhor digestibilidade aparente da hemicelulose. A adição de farelo de soja à dieta, com o intuito de aumentar o aproveitamento da fibra bruta dos alimentos como fonte de energia, não é aconselhavel, uma vez que não houve melhora da digestibilidade aparente da FDN e da FDA.

Conversão de pectina citrica a ácido D-Galacturônico usando pectinases produzidas por fermentação no estado sólido

Stock, Daniele
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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37.81%
Resumo: A biomassa de resíduos agroindustriais ricos em pectina, como a polpa cítrica, é bastante abundante em alguns países e pode ser explorada para a produção do ácido D-galacturônico por hidrólise química ou enzimática. Este açúcar ácido e seus derivados, ácidos meso-galactárico e L-galactônico, têm aplicações na indústria alimentícia, como agentes acidificantes, e na indústria química como surfactantes e agentes quelantes. Os processos enzimáticos de hidrólise da pectina possuem vantagens em relação aos processos químicos, principalmente a não-degradação dos produtos de hidrólise, a possibilidade de utilizar temperaturas brandas, além de não gerarem efluentes tóxicos. Entretanto, a limitação dos processos enzimáticos está no custo das enzimas, que pode inviabilizar a sua implantação industrial. O principal objetivo deste trabalho foi desenvolver um processo de hidrólise da pectina para produção do ácido D-galacturônico utilizando sólidos fermentados com atividade pectinolítica, produzidos a partir de resíduos agroindustriais. Inicialmente, a produção de pectinases por diversos fungos foi comparada. O sistema selecionado envolve o crescimento de Aspergillus oryzae CPQBA 394-12 DRM 01...

Efeito das condições de extração sobre rendimento e características da pectina obtida de diferentes frações de goiaba CV Pedro Sato; Effect of extraction conditions on yields and characteristics of the pectin obtained from different fractions of guava CV Pedro Sato

MUNHOZ, Claudia Leite
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos; Ciencias Agrárias - Agronomia Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos; Ciencias Agrárias - Agronomia
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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37.59%
The objectives of this study were to characterize the raw material in nature, the flours of fractions of guava cv Pedro Sato and to optimize the factors that influence the yields of pectin extraction of flour of the guava pulp and pulp with peel. As characterize pectins obtained in optimal points on the degree of esterification, comparing them with the commercial pectin. Fruits were used for pectin.extraction. The fruits were divided in peel, pulp, pulp with peel and flesh, dry in stove with circulation of air. Samples in nature and drought were characterized physically and chemically. The central rotation composed design with four axial points and three replicates in the central point was used to optimize the extraction of pectin of flour of the guava pulp and pulp with peel. The extraction was performed in 4 g of flour to 200 mL of solution of citric acid at different concentrations and at different times of extraction, at temperature of 97 ° C. The esterification degree of extracted pectins was compared to commercial pectin one. The highest yields in the extractions of pectin of flour of the guava pulp and pulp with peel were obtained with citric acid solution at 5 g (100 g)-1 and the extraction time of 60 min. Pectins showed up with low esterification...

Extração da pectina da casca da laranja-pera (Citrus sinensis L. Osbeck) com solução diluída de ácido cítrico; Extraction of pectin from 'pera' sweet orange peel (Citrus sinensis L.Osbeck) with dilute citric acid solution

Karine Zanella
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2013 PT
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A laranja é utilizada no Brasil principalmente no processamento de suco, o qual gera entre 40-60% (em peso) de resíduos líquidos e sólidos, que posteriormente são utilizados na produção de subprodutos. A casca da laranja é composta por flavedo (porção colorida) e albedo (porção branca e esponjosa) que, quando desidratados são utilizados no processo de extração da pectina, utilizada principalmente em indústrias alimentícias e farmacêuticas. Este trabalho teve como objetivo estudar a influência das variáveis operacionais da secagem convectiva, temperatura (40, 55 e 70 °C) e velocidade do ar (0,1, 0,2 e 0,3 m.s-1), no rendimento, na qualidade e nas características da pectina extraída da casca da laranja-pera (Citrus sinensis L. Osbeck). Os experimentos foram realizados em secador de leito fixo e os dados cinéticos foram avaliados através da modelagem matemática por aplicação dos modelos de Page, Henderson e Pabis e de Midilli. Este último foi o que melhor ajustou os dados experimentais, tanto para a secagem do albedo quanto do flavedo. As condições operacionais utilizadas na extração da pectina, do albedo e do flavedo foram: temperatura (80°C), velocidade de agitação (650 rpm) e pH (2,5). O agente extrator utilizado para o processo de extração foi a mistura entre água e ácido cítrico. Os maiores valores de rendimento obtido foram de 38...

Desarrollo de un proceso a escala laboratorio para la obtención de pectina y taninos a partir de la algarroba (Hymenaea Courbaril-L), para ser utilizados en la industria alimenticia y la del cuero, respectivamente

Álvarez Ramírez, Erika María
Fonte: Ingeniería de Procesos; Escuela de Ingeniería. Departamento de Ingeniería Procesos Publicador: Ingeniería de Procesos; Escuela de Ingeniería. Departamento de Ingeniería Procesos
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de grado; acceptedVersion
SPA
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37.59%
En este trabajo se encontraron y analizaron algunas condiciones para el proceso de producción de pectina a partir de la pulpa de la Algarroba, y también, se estudiaron las semillas y la vaina de dicha fruta para detectar la existencia o no de taninos en dichas partes. El proceso de producción de pectina a partir de la Algarroba, cuenta con una etapa crítica llamada hidrolisis, en la cual la protopectina se transforma en pectina. El ácido utilizado en esta etapa fue ácido muriático (ácido clorhídrico comercial) por su bajo costo, no carboniza la materia orgánica y es menos oxidante que el ácido nítrico.; 121 p.; Contenido parcial: La Hymenaea Courbaril -- El árbol -- La resina -- Las semillas -- Pectina -- Taninos -- Metodología para la obtención de pectina -- Metodología para la obtención de taninos -- Balance preliminar económico.

Efecto de una pectina comercial sobre la interacción entre proantocianidinas de semilla de Vitis vinifera var. Carménère y la proteína salival

Martínez Fuentealba, Mario Alejandro
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
ES
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Memoria para optar al título profesional de Ingeniero Agrónomo; Las proantocianidinas son compuestos fenólicos presentes en frutas y bebidas tales como el vino tinto. Estas interactúan con las proteínas de la saliva en la cavidad oral generando agregados insolubles los que al precipitar obstruyen la lubricación de las superficies orales causando una sensación de sequedad, rugosidad y aspereza conocida comúnmente como astringencia. Esta interacción es altamente dependiente del pH del medio, contenido de alcohol, tipo de proteína, concentración y tamaño de las proantocianidinas y de la presencia de polisacáridos en solución. En este estudio se evaluó el efecto de un polisacárido comercial de origen vegetal (pectina), sobre la interacción entre proantocianidinas de semilla de Vitis vinifera var. Carménère y la proteína salival mediante ensayos de difusión y precipitación sobre una membrana de celulosa. Según las condiciones descritas en este estudio, la pectina tiene afinidad e interactúa tanto con las proteínas de las distintas fracciones de la saliva humana (fracción difusible y no difusible), como con las proantocianidinas de Vitis vinifera var. Carménère Por su parte, al mezclar pectina con extracto de proantocianidinas de semilla Vitis vinifera var. Carménère y adicionar saliva después de 10 min...

Obtención y caracterización de pectina a partir de la cáscara de parchita (Passiflora edulis f. flavicarpa Degener)

D´Addosio,R; Páez,G; Marín,M; Mármol,Z; Ferrer,J
Fonte: Facultad de Agronomía. Universidad del Zulia Publicador: Facultad de Agronomía. Universidad del Zulia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2005 ES
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37.71%
Se analizó la influencia del estado de coloración (verde-blanco, verde-amarillo y amarillo) y del agente de extracción (HCl, H3PO4, H3PO4-(NaPO3) 6) sobre la pectina de la corteza seca de parchita. El contenido de pectina se determinó por el método de hidrólisis ácida, a las condiciones de extracción pH: 3.0, temperatura: 90-95ºC y tiempo de calentamiento: 90 minutos. La calidad de la pectina se evaluó mediante análisis de humedad, cenizas, peso equivalente, metoxilo, ácido anhidrourónico, grado de esterificación, tiempo de gelificación, viscosidad relativa, espectros de infrarrojo y los minerales calcio (Ca), magnesio (Mg) y sodio (Na). El rendimiento máximo de pectina obtenido fue 18,45% al usarse como extractante H3PO4-(NaPO3) 6; mientras que la pectina de mejor calidad fue extraída con HCl, con un contenido de ácido anhidrourónico y de metoxilo de 78% y 9,9%, respectivamente. La corteza de la parchita en el estado de madurez amarillo presentó el mayor contenido de pectina, mientras que la extraída en el estado de madurez verde-blanco exhibió las mejores propiedades gelificantes. La espectrometría de IR confirmó que la pectina tiene alto contenido de metoxilo. El análisis de los minerales arrojó los siguientes resultados: calcio 0...

Extracción de pectina a partir de la cáscara de plátano (Musa AAB, subgrupo plátano) clon Hartón

Vasquez,R; Ruesga,L; D'addosio,R; Páez,G; Marín,M
Fonte: Facultad de Agronomía. Universidad del Zulia Publicador: Facultad de Agronomía. Universidad del Zulia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 ES
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El presente estudio tuvo como objetivo la extracción y caracterización de la pectina a partir de la cáscara de plátano (Musa AAB subgrupo plátano, clon Hartón), la cual constituye una materia prima de alta disponibilidad en el mercado nacional y que actualmente está siendo sub-aprovechada. La cáscara fue obtenida de la receptora Comercializadora Selecta ubicada en el Sur del Lago de Maracaibo. El aislamiento del material péctico se realizó mediante el método de hidrólisis ácida utilizando HCl como agente extractante. Se ensayaron dos condiciones de pH (2,0 y 3,0) durante 60 minutos a 85ºC. La calidad de la pectina extraída se evaluó mediante las variables: contenido de humedad, cenizas, ácido anhidrourónico y metoxilo, tiempo de gelificación, viscosidad relativa, espectroscopía de infrarrojo y se elaboró mermelada de manzana con la pectina extraída para evaluar sus propiedades organolépticas. La extracción a pH 2,0 presentó la composición máxima en base seca (20,68% m/m) y a pH 3,0 se obtuvo la pectina de mejor calidad, cuyos contenidos de ácido anhidrourónico y metoxilo fueron de 12,72 y 2,22%, respectivamente, con un tiempo de gelificación de 9,43 minutos y mayor aceptación en la evaluación sensorial. Los resultados de la espectrometría de infrarrojo confirmaron que la pectina obtenida en ambas condiciones de pH es de bajo metoxilo. La pectina evaluada se clasifica de gelificación lenta de acuerdo al contenido de metoxilo y acido anhidrourónico. La pectina obtenida a pH 3...