Página 1 dos resultados de 63 itens digitais encontrados em 0.005 segundos

Quantificação de danos e controle pós-colheita de podridão parda (Monilinia fructicola) e podridão mole (Rhizopus spp.) em pêssegos; Damage quantification and postharvest control of brown rot (Monilinia fructicola) and soft rot (Rhizopus spp.) in peaches

Abreu, Fabiana Marchi de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/04/2006 PT
Relevância na Pesquisa
66.07%
O objetivo desse trabalho foi quantificar e caracterizar danos pós-colheita em pêssegos comercializados na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo - CEAGESP e testar produtos sanificantes no controle de podridão parda (Monilinia fructicola) e podridão mole (Rhizopus spp.). Para tanto, foram realizadas vinte avaliações semanais, entre as safras de 2003 e 2004, amostrando-se 1% do total de caixas de pêssegos em cinco permissionários que comercializam esta fruta. As amostragens foram estratificadas por variedade, calibre e produtor. Em todos os frutos de cada amostra foram quantificados os danos abióticos e as doenças pré e póscolheita. Os patógenos Monilinia fructicola e Rhizopus spp. foram cultivados em meio de cultura para realização dos experimentos de controle in vitro e in vivo utilizando cloreto de benzalcônio, dióxido de cloro, Ecolife40® e hipoclorito de cálcio, realizados de forma curativa e preventiva, além do gás ozônio aplicado somente curativamente. A incidência média de frutos danificados foi de 42% em 2003 e 32% em 2004, sendo subdivididos em injúrias mecânicas pré-colheita 18 e 12% em 2003 e 2004, respectivamente, e pós-colheita 12% em 2003 e 13% em 2004; doenças pré-colheita 3 e 1% em 2003 e 2004...

Valoração de atributos de qualidade no preço de pêssegos do estado de São Paulo; Evaluation of quality attributes in the prices of peaches in the state of São Paulo

Lima, Lilian Maluf de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/04/2008 PT
Relevância na Pesquisa
56.21%
Foram especificados modelos econométricos para estimativas de preços implícitos de atributos selecionados de qualidade em pêssegos comercializados no estado de São Paulo, em três elos da cadeia: produtor, atacado e varejo. Os dados referentes aos preços de venda de pêssegos e às características de qualidade dos frutos (como cor, tamanho, tipos de variedade/espécie e tipos de danos) foram obtidos a partir de cortes seccionais no tempo, classificados da seguinte forma: Produtores: período compreendido entre os anos de 2003 e 2006 para os produtores de uma cooperativa no município de Holambra - SP; Atacadistas: período compreendido entre os anos de 2005 e 2006 para atacadistas da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo - CEAGESP; Varejistas: ao ano de 2006 para dois varejistas selecionados no município de Piracicaba - SP. O Modelo de Preços Hedônicos foi proposto para valoração das características ao longo desse sistema de pós-colheita para os três elos. Os resultados obtidos permitiram identificar potenciais ganhos nos três elos da cadeia a partir do aprimoramento de atributos de qualidade dessa fruta. Para a análise dos resultados definiu-se que para cada elo há um pêssego-base, com características consideradas "padrão" de qualidade pelo mercado e pela literatura. Logo...

Antracnose do abacateiro: danos pós-colheita, caracterização do agente causal, quantificação de parâmetros da pré-penetração e monocíclicos e controle químico; Avocado anthracnose: post-harvest damages, characterization of the causal agent, quantification of prepenetration and monocyclic parameters and chemical control.

Tozze Junior, Hugo José
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/12/2011 PT
Relevância na Pesquisa
66.27%
O Brasil é um dos principais países produtores de abacate. A competitividade do país no comércio internacional desta fruta demanda a minimização de danos pós-colheita, especialmente os causados pela antracnose. Este trabalho objetivou: (i) identificar e quantificar os danos pós-colheita em abacates Fuerte e Hass; (ii) identificar e caracterizar isolados de Colletotrichum do abacateiro, comparando-os com isolados de outras frutíferas; (iii) avaliar o efeito de temperatura e período de molhamento sobre a germinação de conídios e formação de apressórios, bem como, sobre a infecção e colonização de Colletotrichum gloeosporioides em abacates; (iv) avaliar o efeito de fungicidas e sanitizantes no controle da antracnose do abacateiro em pós-colheita. As incidências da antracnose e de outros danos póscolheita foram avaliadas periodicamente em abacates amostrados em três etapas do beneficiamento em packinghouse e revelaram que a antracnose foi a principal doença póscolheita, com incidências média de 45,7% para o abacate Fuerte e 68,7% para Hass. Identificação, caracterização e análise comparativa foram realizadas para 93 isolados obtidos de abacate, manga, maracujá e pêssego, por meio do aspecto da colônia e taxa de crescimento em diferentes temperaturas...

Danos mecânicos e seus efeitos na qualidade pós-colheita de frutos de caroço; Mechanical injuries and its effects on the postharvest quality of stone fruits

Camillo, Maristela Fiess
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
76.03%
Este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos dos danos mecânicos na qualidade pós-colheita de pêssegos das cultivares Maciel, Eragil e Chiripá em estádio de maturação “verde” e “maduro” e em duas temperaturas de polpa: refrigerada (5ºC) ou equivalente à temperatura ambiente (25ºC). Avaliar também os efeitos de danos mecânicos na qualidade pós-colheita de ameixas da cultivar Gulfblaze em estádio de maturação “maduro” em duas temperaturas de polpa: refrigerada (5ºC) ou equivalente à temperatura ambiente ambiente (25ºC). Para a análise do efeito dos danos mecânicos, foram realizadas colheitas de forma muito cuidadosa, onde os frutos eram retirados da planta com todo o cuidado e transportados diretamente ao Laboratório de Pós-colheita da UFRGS. Os pêssegos foram submetidos a quedas de 40cm ou 80cm sob uma superfície plana e rígida. Já as ameixas foram submetidas a quedas de 40cm, 60cm ou de 80cm e no tratamento de compressão as ameixas, com a ajuda de um macaco hidráulico, foram submetidas a compressões de 25N ou 50N por um período de 1 minuto. Para a aquisição dos dados de compressão, foi utilizada uma esfera instrumentada equipada por molas extensoras em três anéis com extensômetros. Após uma semana de aplicação dos tratamentos...

Controle alternativo de podridão parda em pêssegos na pós-colheita; Postharvest alternative control treatments for brown rot on peaches

Nascimento, Fernanda Varela
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
55.92%
Os pêssegos são frutos bastante sensíveis e, quando não manuseados adequadamente, podem estar sujeitos ao ataque de fitopatógenos. A podridão parda, causada pelo fungo Monilinia fructicola (G. Winter) Honey é a doença mais importante da cultura do pessegueiro no Brasil. O tratamento com fungicidas sintéticos é o principal método de controle empregado, entretanto, o seu uso pode selecionar estirpes resistentes do patógeno e, eventualmente, acarretar na presença de resíduos químicos nos frutos comercializados. A fim de desenvolver medidas alternativas, realizou-se esse trabalho com o objetivo de avaliar a eficiência de tratamentos com radiação UV-C, metassilicato de sódio (MS), oxicloreto de cálcio (OC) e Bacillus subtilis (BS), no controle da podridão parda em pêssegos. Foram realizados testes in vitro, para avaliar o efeito sobre os conídios do fungo, e a aplicação dos tratamentos nos frutos após a colheita, tanto em condições experimentais controladas como em uma linha de seleção comercial. Nos testes in vitro, a germinação dos conídios de dois isolados submetidos aos tratamentos com UV-C, MS e OC ficou abaixo de 4% enquanto nas testemunhas foi acima de 94%. Com relação ao número de unidades formadoras de colônias...

O pessegueiro em pomar compacto: X. Comportamento de cultivares e seleções sob poda de encurtamento dos ramos pós-colheita

BARBOSA,WILSON; CAMPO-DALL’ORTO,FERNANDO ANTONIO; OJIMA,MÁRIO; NOVO,MARIA DO CARMO DE SALVO SOARES; CARELLI,MARIA LUIZA CARVALHO; AZEVEDO FILHO,JOAQUIM ADELINO DE
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
Relevância na Pesquisa
56.11%
Pesquisou-se o comportamento vegetativo e reprodutivo de 14 cultivares e seleções de pêssego e nectarina, cultivados no sistema de pomar compacto, em espaçamento de 4 m x 1,5 m (1.667 plantas.ha-1), sob poda de encurtamento dos ramos, em pós-colheita. Essa poda, caracterizada pelo corte dos ramos produtivos a 20-30 cm de sua inserção, foi realizada no final de novembro, logo após a colheita de frutos do ciclo anterior. A partir dos resultados obtidos no biênio 1997-98, verificou-se que os cultivares e seleções mais produtivos foram (média bienal do número e kg de frutos por planta respectivamente): Aurora-1 (161, 13,9); IAC 680-13 (142, 12,4); Régis (156, 12,2); Talismã (128, 11,9) e IAC 680-178 (130, 10,1). Os cultivares Delicioso Precoce, Jóia-1, Tropical, Flordaprince e IAC 2380-55, com produção intermediária, obtiveram índices entre 6,0 e 8,8 kg de frutos por planta. Durante os dois anos do experimento, as váriáveis fisiológicas analisadas - área de secção transversal do tronco, volume da copa, número e massa dos frutos por cm² de tronco - apresentaram diferenciação estatística entre cultivares e seleções. A poda de encurtamento dos ramos, em pós-colheita, evitou a alternância de produção dos cultivares e seleções pesquisados.

Alternativas de controle pós-colheita da podridão-parda e da podridão-mole em frutos de pessegueiro

Carvalho,Vicente Luiz de; Cunha,Rodrigo Luz da; Chalfun,Nilton Nagib Jorge; Moura,Pedro Henrique Abreu
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
Relevância na Pesquisa
65.95%
As exigências do consumidor são cada vez maiores com relação à qualidade de produtos in natura. As podridões, além de causar perdas na produção, reduzem a qualidade final do fruto, interferindo significativamente na comercialização. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a eficiência de produtos alternativos, aplicados na pós-colheita, no controle da podridão-parda (Monilinia fructicola) e da podridão-mole (Rhizopus spp.) em pêssegos. O experimento foi conduzido no município de Nepomuceno-MG, em talhão de pessegueiro da cultivar Diamante, com 10 anos de idade. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com 7 tratamentos e 3 repetições. Para o estudo, foram selecionados frutos sem lesões e sem sintomas das doenças. Os frutos foram mergulhados por 30 segundos em solução contendo os seguintes tratamentos: 1-Óleo de cravo 0,01%; 2-Dióxido de cloro 0,1%; 3-Dióxido de cloro 0,05%; 4-Cloreto de benzalcônio 0,25%; 5-Dicloran 0,12%; 6-Iprodione 0,15% e 7-Testemunha (somente água). Após os tratamentos, os frutos, em número de 10, foram colocados em bandejas esterilizadas, em três repetições. O experimento foi conduzido em condições de ambiente não controlado, sendo feitas avaliações do desenvolvimento das doenças aos 3 e aos 5 dias após os tratamentos em 2005 e aos 3; 6 e aos 9 dias após o tratamento em 2006. O iprodione controlou a incidência e a severidade de M. fructicola e Rhizopus spp. O dicloran foi o tratamento mais eficiente para o controle do Rhizopus spp. e intermediário para M. fructicola. Os tratamentos com óleo de cravo e dióxido de cloro...

Quantificação de danos pós-colheita em pêssegos no mercado atacadista de São Paulo

Martins,Marise C.; Lourenço,Silvia A.; Gutierrez,Anita S. D.; Jacomino,Angelo P.; Amorim,Lilian
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 PT
Relevância na Pesquisa
66.03%
A ocorrência de distúrbios pós-colheita em pêssegos (Prunus persicae) é considerada uma importante causa de desvalorização do produto por ocasião da comercialização. Este trabalho teve por objetivo quantificar e caracterizar os danos pós-colheita em pêssegos na CEAGESP, o maior entreposto atacadista do Estado de São Paulo. Foram realizados levantamentos da incidência de danos em 1% dos frutos comercializados na CEAGESP, em cada data de avaliação, nos períodos de outubro de 2001 a janeiro de 2002 e de outubro de 2002 a janeiro de 2003. A amostragem foi estratificada por variedade de pêssego. Todos os frutos da amostra foram avaliados na própria CEAGESP, onde foram quantificados os danos bióticos e abióticos. Frutos com início de podridões, sem a ocorrência de sinais dos patógenos, foram incubados por 48 h em câmara úmida, período após o qual procedeu-se à identificação do agente causal. Foram amostrados em média 1.835 frutos por avaliação. Os danos pós-colheita variaram de 4,9 a 44,5% dos frutos amostrados. Danos provocados por fungos variaram de 2,4 a 15,2%. Foram constatados fungos dos gêneros Rhizopus, Monilinia, Geotrichum, Cladosporium, Fusarium e Alternaria, além de bactérias e de fungos leveduriformes. Esses últimos foram constatados em todas as datas de amostragem em uma representativa fração (até 46%) dos frutos que apresentavam podridões associadas a ferimentos. Não foi constatada diferença na suscetibilidade das variedades mais comercializadas. Não houve diferença no nível de danos nos frutos comercializados em diferentes embalagens. O nível de dano esteve relacionado unicamente à procedência do fruto.

Controle da podridão parda do pessegueiro com fungicidas e fosfitos avaliados em pré e pós-colheita

Moreira,Luciene Martins; May-de Mio,Louise Larissa
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
Relevância na Pesquisa
55.92%
A podridão parda é a doença mais importante para a cultura do pessegueiro, entretanto, no Brasil são escassos os trabalhos realizados a campo visando o seu controle. Objetivou-se, neste trabalho, selecionar fungicidas em laboratório e avaliar a sua eficiência e de fosfitos a campo, para o controle da podridão parda monitorando as fases de desenvolvimento de frutos e pós-colheita, além de avaliar as características qualitativas dos frutos. O experimento de campo foi realizado com seis tratamentos e quatro repetições: três fungicidas pré-selecionados in vitro (iminoctadine tris albesilate, myclobutanil e iprodione), dois fosfitos (CaB e de K) e testemunha. Foi avaliada a incidência de infecções latentes de Monilinia fructicola em frutos em desenvolvimento e em frutos maduros após a colheita. Para os frutos em desenvolvimento observou-se maior incidência nas duas últimas coletas. No campo, o iprodione e o iminoctadine mostraram eficiência no controle da doença durante as avaliações. Após três dias no ambiente o iminoctadine foi melhor que os demais tratamentos mantendo a incidência da podridão parda em 1,0% contra 31,4% no tratamento com iprodione e 91,2% na testemunha. O fosfito de CaB não mostrou diferença em relação à testemunha no decorrer das avaliações...

Agentes conservantes na preservação da qualidade pós-colheita de pêssego cv. eldorado minimamente processado armazenado por diferentes períodos.

RIBEIRO, J. A.; LEITE, T. B.; SILVE, M. M. da.; MORENO, M. B.; FLORES CANTILLANO, R. F.
Fonte: In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 22.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 15., 2013, Pelotas. [Anais.]. Pelotas: UFPel, 2013. Publicador: In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 22.; ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 15., 2013, Pelotas. [Anais.]. Pelotas: UFPel, 2013.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
Relevância na Pesquisa
45.92%
2013

Características fitotécnicas e comportamento de cultivares de pessegueiro em relação à podridão parda e à ferrugem na Lapa/PR

Alves, Giselda
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
46%
Resumo: O trabalho teve como objetivo avaliar cultivares comerciais de pessegueiro considerando o desempenho produtivo e fenologico e o comportamento a podridao parda e a ferrugem, para estudo de adaptabilidade na Lapa, principal regiao produtora de pessegos do Parana. O pomar foi implantado em 2004 com as cultivares: Aurora I, Chimarrita, Chiripa, Coral, Eldorado Granada, Leonense, Maciel, Marli Premier e Vanguarda, manejado em sistema de producao integrada. A unidade experimental foi composta de tres plantas sendo a planta central considerada util. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com 11 tratamentos e tres repeticoes. Os comportamentos fenologico e produtivo das cultivares foram avaliados nas safras 2008/09 a 2010/11. Verificou-se que o maior numero de horas de frio abaixo de 7,2 (media de 92,5) e maior precipitacao (media de 218 mm) durante a floracao provocaram atraso da colheita, em quase um mes, para cultivares de floracao precoce. A frutificacao efetiva da Chimarrita foi maior (81 %) e mais constante. A cv. Premier apresentou o ciclo mais curto e a Maciel o mais longo, 105 e 145 dias, respectivamente. As cultivares Chimarrita, Vanguarda, Eldorado e Marli foram as mais produtivas (acima de 30 t/ha). A menor produtividade foi na cultivar Chiripa (10 t/ha em media). A podridao parda foi avaliada nas safras 2007/08 a 2010/11. Verificou-se a incidencia de Monilinia fructicola na flor...

Extratos vegetais no controle de podridão parda (Monilinia fructicola) em pêssego

Flores, Mariana Faber
Fonte: Pato Branco Publicador: Pato Branco
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
46.01%
The brown rot [Monilinia fructicola (Winter) Honey] is the most important disease in peach, causing damage to flowers and fruits in pre and post-harvest. The use of pesticides in agriculture has caused risks to human health and the environment. In the search for alternative methods for control brown rot in postharvest, experiments were performed in order to evaluate the efficiency of different plant extracts to control M. fructicola. Two experiments were conducted in vitro and four experiments in vivo. In the experiment 1, in vitro, was assessed the germination of conidia in Elisa plate containing five treatments: aqueous extract of canola, alcoholic, maceration, infusion and control with five repetitions. For mycelial growth were evaluated different concentrations (0, 2.5, 5.0, 7.5 and 10%) of the aqueous extract of canola with seven repetitions. The four in vivo experiments were performed in a completely randomized design consisting of four replications, represented by plastic trays containing five fruits each. Mechanical damage were made in equatorial portion of each fruit and then applied treatments (extracts) by dipping. Thereafter, the fruits were inoculated with a spore suspension of 105 mL-1 of M. fructicola, and after four days...

Extratos de brássicas e termoterapia no controle de podridão parda em pós-colheita de pêssego

Pazolini, Kelly
Fonte: Pato Branco Publicador: Pato Branco
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
56.22%
Brown rot (Monilinia fructicola) is the major disease of stone fruits, causing pre and postharvest losses. The objectives of this study were to evaluate different forms of extraction of canola and indian mustard extracts to control brown rot, assess the best way of application of extracts of these plants associated with thermotherapy to control brown rot and compare the best result of these studies with chemical control. Initially, tests were made with different forms of extraction of canola and indian mustard extracts. For this, brassica species were collected in full bloom, oven dried and ground to obtain a powder. For the simple extraction mode, the powder was mixed with water and filtered. For maceration extraction, the extract was filtered only after a time of 8 hours of booking. To infusion extract, was used water heated to 100 °C and after 20 min the solution was filtered. Simple extracts from each plant were selected to be tested in different combinations with the thermotherapy treatment by immersion in hot water (50 °C for 30 s). The treatments tested for canola and indian mustard were: 1- Application of the respective extract and inoculation of fruits (EI); 2- inoculated fruits and implementation of its extract (IE); 3- Inoculation of fruit and application of thermotherapy (IT); 4- Application of the respective extract...

Controle da podridão parda do pessegueiro com fungicidas e fosfitos avaliados em pré e pós-colheita

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
PT
Relevância na Pesquisa
55.92%
A podridão parda é a doença mais importante para a cultura do pessegueiro, entretanto, no Brasil são escassos os trabalhos realizados a campo visando o seu controle. Objetivou-se, neste trabalho, selecionar fungicidas em laboratório e avaliar a sua eficiência e de fosfitos a campo, para o controle da podridão parda monitorando as fases de desenvolvimento de frutos e pós-colheita, além de avaliar as características qualitativas dos frutos. O experimento de campo foi realizado com seis tratamentos e quatro repetições: três fungicidas pré-selecionados in vitro (iminoctadine tris albesilate, myclobutanil e iprodione), dois fosfitos (CaB e de K) e testemunha. Foi avaliada a incidência de infecções latentes de Monilinia fructicola em frutos em desenvolvimento e em frutos maduros após a colheita. Para os frutos em desenvolvimento observou-se maior incidência nas duas últimas coletas. No campo, o iprodione e o iminoctadine mostraram eficiência no controle da doença durante as avaliações. Após três dias no ambiente o iminoctadine foi melhor que os demais tratamentos mantendo a incidência da podridão parda em 1,0% contra 31,4% no tratamento com iprodione e 91,2% na testemunha. O fosfito de CaB não mostrou diferença em relação à testemunha no decorrer das avaliações...

Pós-colheita de morangos Camarosa e pêssegos Eldorado produzidos em sistema orgânico e convencional armazenados em atmosfera controlada.

SCHÜNEMANN, Ana Paula Pereira
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de Pós-Graduação em Agronomia; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de Pós-Graduação em Agronomia; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
45.92%
The objective of this study was to evaluate the effect of controlled atmosphere (CA) on the physico-chemical and sensory quality strawberry Camarosa‟ and peach 'Eldorado', produced under conventional (CS) and organic (OS) system during the storage. We applied the statistical technique of principal component analysis (PCA) between the sensory variables in strawberry Camarosa‟ and peach 'Eldorado', to select the variables most representative of the variability of the data and characterize homogeneous groups of samples as storage system under refrigeration or under different conditions of CA and production system SC and SO. The strawberries were stored at a temperature of 1.5 º C RH 90-95%, and made the following treatments: cold storage (CS) - 21% O2 and 0.03% CO2, 4% O2 + 5% CO2 (AC1) 4% O2 + 10% CO2 (AC2). The fruits were kept under storage for a period of 3, 6 and 9 days to 1.5 ° C plus one day of simulated commercialization (SC) at 20 ° C. The peaches were stored at a temperature of 1.5 º C relative humidity of 90-95%, and made the following treatments: control 21% O2 + 0.03% CO2 (AR), 2% O2 + 5% CO2 (AC1), 2% O2 + 10% CO2 (AC2), 2% O2 + 15% CO2 (AC3). The fruits were stored for a period of 15, 30 and 45 days at 1.5 ° C over three days in SC at 20 ° C. A completely randomized design was used for the physic-chemical analyzes...

Controle químico pós-colheita de podridão parda e seu efeito nas características físico-químicas e sensoriais de pêssego Eldorado in natura; Chemical postharvest control of brown rot and its effect on physical chemistry and sensory characteristics of in natura peach "Eldorado"

MACHADO, Nicácia Portella
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de Pós-Graduação em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de Pós-Graduação em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
76.17%
The objective of this work was to assess the efficiency of the products dichloran, chlorine dioxide, brassinolide, melaleuca oil and chlorhexidine digluconato on the post-harvest control of Monilinia fructicola and their influence on physicochemical and sensorial characteristics of 'Eldorado' peach fruits, stored for two and four days at environmental conditions (20±2°C and 65-70% RH). Peach fruits harvested in incipient maturation stage, selected by size, and without presence of lesions. They were artificially inoculated with spores of Monilinia fructicola, at the ratio of 2x105 conidia per millilitre (2x105 conidium.mL1). It was tested the following treatments: T1 - Control (disinfestation + inoculation); T2 - T1 and Dicloran; T3 - T1 and chlorine dioxide (ClO2); T4 - T1 and Brassinolide; T5 - T1 and melaleuca oil; T6 - T1 and Chlorhexidine digluconato. After treatment application, all fruits were stored for two and four days at environmental conditions (20±2°C and 65-70% RH), and then it was evaluated the physicochemical and sensorial characteristics. For the physical and chemical analysis, it was used a completely randomized design with 4 replications with 20 fruits per plot, and for the sensorial characteristics it was used a randomized block design with four replications. Each block was correspondent to 20 fruits per treatment. Subsequently...

Caracterização de isolados de Colletotrichum spp. associados às frutíferas no Estado de São Paulo

Tozze Júnior,Hugo José; Firmino,Ana Carolina; Fischer,Ivan Herman; Furtado,Edson Luiz; Massola Júnior,Nelson Sidnei
Fonte: Grupo Paulista de Fitopatologia Publicador: Grupo Paulista de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 PT
Relevância na Pesquisa
46.12%
RESUMOO Estado de São Paulo é um dos maiores produtores de frutas no Brasil. A competitividade no comércio internacional de frutas demanda a minimização de danos pós-colheita, especialmente os causados pela antracnose. Para o controle eficaz da antracnose em uma região é necessário conhecer quais espécies estão associadas a cada hospedeiro e qual a variabilidade dos agentes causais. Este trabalho objetivou caracterizar e identificar isolados de Colletotrichum de frutíferas cultivadas no Estado de São Paulo, Brasil. Foram analisados 93 isolados obtidos de abacate, manga, maracujá e pêssego, por meio de morfometria de conídios e colônias e análise molecular (amplificação por PCR com oligonucleotídeos espécie-específicos e análise de sequências de nucleotídeos das regiões ITS e β-tubulina). Alta variabilidade morfométrica foi observada entre os isolados. A análise molecular indicou que, no Estado de São Paulo, as antracnoses do abacate, manga, maracujá e pêssego podem ser causadas por diferentes espécies do complexo C. gloeosporoides, revelando também a presença de C. boninense associada à antracnose do maracujá e de espécies não identificadas dos complexos C. acutatum e C. gloeosporioides causando antracnose em pêssego.

Produtividade, crescimento vegetativo, doenças e qualidade pós-colheita de pessegueiro adensado com manejos de adubação nitrogenada e de poda verde

Dolinski, Marcos Antonio
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
66.17%
Resumo: O balanço entre a adubação nitrogenada e a prática de poda pode estimular o desenvolvimento reprodutivo, o crescimento vegetativo, alterar a suscetibilidade a doenças e a qualidade dos frutos produzidos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de doses de adubação nitrogenada, combinadas com duas intensidades de poda verde, em pomar de pessegueiro 'Chimarrita' adensado. Testaram-se, em experimento fatorial, doses de N (0, 40, 80, 120, 160, 200 e 240 kg ha-1 ano-1) na forma de ureia e duas intensidades de poda verde, poda verde anual (uma vez por safra) e poda verde contínua (quatro vezes por safra). Foram avaliados a produção, o crescimento vegetativo, a incidência e a severidade de ferrugem, a incidência de podridão parda em flores, na colheita e na pós-colheita, e as variáveis químicas, físicas e sensoriais de qualidade dos frutos. A adubação nitrogenada determinou o aumento de produção em pessegueiro adensado, com média de 29 kg de frutos por hectare para cada kg de N aplicado. A maior quantidade de N aplicada aumentou o número de frutos produzidos e o número de frutos raleados. O N teve influência no crescimento vegetativo, aumentando a massa da poda verde, o índice de área foliar, os ramos produtivos e a circunferência do tronco...

Armazenamento de pêssego 'Chimarrita' em atmosfera controlada e sob absorção de etileno

Brackmann,Auri; Steffens,Cristiano André; Giehl,Ricardo Fabiano Hettwer
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
Relevância na Pesquisa
45.93%
Foram conduzidos dois experimentos com o objetivo de avaliar o efeito de duas formas de absorção de etileno e de condições de atmosfera controlada (AC) sobre a qualidade do pêssego 'Chimarrita'. Os tratamentos do experimento 1 foram: testemunha com armazenamento refrigerado (AR); 1kPa de O2/3kPa de CO2; e 5kPa de O2/10kPa de CO2. No experimento 2, os mesmos tratamentos foram combinados com a absorção de etileno; absorção de etileno por filtro; e absorção de etileno por sache e sem absorção (testemunha). Tanto no experimento 1 como no experimento 2, os frutos foram armazenados na temperatura de -0,2ºC. As avaliações realizadas após 45 dias de armazenamento refrigerado + 2 dias em temperatura ambiente demonstraram que o uso de AC manteve os frutos com maior acidez titulável e reduziu a incidência de podridões e esporulação de fungos. Após os dois dias a 20ºC, os frutos armazenados em AC apresentaram-se mais firmes e com menor incidência de podridões e esporulação de patógenos. Os frutos mantidos na atmosfera de 5kPa de O2/10kPa de CO2 apresentaram maior incidência de lanosidade. No experimento 2, a absorção de etileno não foi eficiente na manutenção da qualidade do pêssego 'Chimarrita', mas após dois dias a 20ºC reduziu a incidência de podridões.

Caracterização do desenvolvimento de pêssegos 'Aurora-1' e sua conservação pós-colheita em dois estádios de maturação

Cunha Júnior, Luis Carlos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: v, 131 f. : il.
POR
Relevância na Pesquisa
55.98%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Produção Vegetal) - FCAV; O objetivo deste trabalho foi caracterizar o ponto de colheita de pêssegos da cv. Aurora-1, pela curva de maturação dos frutos, e sua conservação póscolheita, quando colhidos em dois estádios de maturação, empregando-se temperaturas e embalagens. Em 2005 foi realizado experimento para caracterizar os estádios de maturação “de vez” e maduro, através da curva de maturação. Está curva de maturação demonstrou que dos 90-97 dias os frutos encontravam-se “de vez” (maturidade fisiológica), dos 97 aos 104 dias encontravam-se maduros e que dos 104 aos 111 dias estavam “sobremaduros”. Em 2006, foram realizados os experimentos de armazenamento dos frutos nos estádios “de vez” e maduro, às temperaturas de 2°C, 6°C, 12°C e 22°C, utilizando-se diferentes embalagens (controle; PD-900®; PVC e PET). Os pêssegos colhidos no estádio “de vez” e armazenados sob condições controladas de ambiente (22±2ºC e 71± 7% UR) apresentaram maior vida de prateleira (8 dias) e plenas condições de atingir a maturação comercial, quando comparados aos frutos maduros (2 dias). O armazenamento refrigerado demonstrou que os pêssegos ‘Aurora-1’ não são sensíveis ao frio nas temperaturas testadas...