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Caracterização físico-química e sensorial de doces de pêssego com diferentes teores de açúcar

Feijó, Licínia
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Dissertação de Mestrado
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36.29%
Os doces de fruta são uma alternativa interessante de aproveitamento de fruta excedente ou que não cumpre os requisitos para ser comercializada, como por exemplo o reduzido tamanho. Os doces são também uma forma de consumir fruta fora da sua época de produção. Além disso, a busca por uma alimentação mais saudável tem gerado uma procura crescente de produtos que apresentem na sua formulação uma menor quantidade de açúcar. Desse modo, o presente estudo pretendeu dar resposta a este desejo e teve como objetivo principal desenvolver um doce de pêssego com baixo teor de açúcar e boa aceitabilidade por parte dos consumidores. Nesse sentido, numa primeira etapa do presente trabalho, avaliaram-se as características físicas dos pêssegos utilizados na elaboração dos doces. Posteriormente, confecionaram-se oito doces de pêssego com diferentes teores de açúcar que foram caracterizados em termos físico-químicos, designadamente, cor, pH, acidez titulável, teor de sólidos solúveis totais, atividade da água, teores de humidade e cinzas, Capacidade Redutora Total e atividade antioxidante (efeito bloqueador dos radicais livre de DPPH e Poder Redutor). Adicionalmente procedeu-se à avaliação sensorial de três doces de pêssego em relação à sua aceitabilidade...

Modos de vida e heterogeneidade das estratégias de produtores familiares de pêssego da região de Pelotas

Paredes Peñafiel, Adriana Paola
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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36.25%
A dissertação analisa de que maneira as unidades de produção familiar estão reorganizando as atividades de produção e comercialização e alterando os seus modos de vida diante das transformações nos mercados, durante a década de 1990. A observação dos modos de vida é uma das recentes interpretações sobre os atores sociais, a agricultura e o meio rural por parte das Ciências Econômicas e da Sociologia. Essa abordagem teórica proporciona elementos analíticos para examinar a unidade de produção familiar e sua capacidade de alterar ou reproduzir o repertório de práticas de produção conforme as formas de acesso aos recursos sociais e econômicos que lhes permitem gerar meios de vida para sobreviver no meio rural. O estudo de campo foi realizado nos municípios de Pelotas, Morro Redondo e Canguçu, localizados ao extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Analisaram-se estabelecimentos familiares dedicados à produção e comercialização de pêssego. O objetivo do trabalho consiste em entender as estratégias de reprodução social como superação de obstáculos que permitem às unidades de produção familiar mudar ou produzir um modo de vida que gere um bem-estar aos agricultores familiares. A hipótese principal é que os persicultores estão se adaptando às condições de mercado...

Avaliação do potencial antioxidante e anti-inflamatório da variedade de pêssego Maciel (prunus persica L. BATSH) e seus produtos liofilizados em modelo in vitro, ex vivo e in vivo

Gasparotto, Juciano
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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36.37%
O presente estudo investigou o potencial antioxidante e anti-inflamatório em modelos in vitro, ex vivo e in vivo dos extratos de pêssego in natura, casca in natura, pêssego em calda (compota) e a calda da compota. Nos testes in vitro, os extratos do pêssego e a casca in natura apresentaram atividade antioxidante e inibição de glicação de proteínas, assim como altas concentrações de polifenois e carotenoides. O pêssego em calda também desempenhou resultados semelhantes, porém em menor proporção. Fatias de fígado, rim e córtex cerebral de ratos foram utilizadas como modelo ex vivo. Os extratos do pêssego in natura, casca in natura e o pêssego em calda foram capazes de proteger o dano lipídico e proteico induzidos pela reação de Fenton, assim como inibir a produção de citocinas pró-inflamatórias. Como o pêssego é ingerido regularmente na dieta, os efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios dos extratos foram investigados in vivo. Ratos machos Wistar receberam tratamento intragástrico dos diferentes extratos (200 e 400 mg/kg) durante 30 dias, no último dia de tratamento uma dose de CCl4 (3 mL/kg, i.p.) foi administrada. Os efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios dos extratos foram avaliados em soro, fígado e rim. Os ratos que receberam pré-tratamentos com os extratos demonstraram dano hepático e renal menor em comparação com aqueles que receberam somente CCl4...

Análise isotópica da variabilidade natural do carbono-13 e avaliação energética em néctares de pêssego – Prunus persica (L.) Batsch

Nogueira, Andressa Milene Parente
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xiii, 77 f. : il. color., grafs., tabs.
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36.33%
Pós-graduação em Agronomia (Energia na Agricultura) - FCA; O presente trabalho teve como objetivo desenvolver uma metodologia de análise isotópica para quantificação do carbono proveniente de plantas dos ciclos fotossintéticos C3 (pêssego) e C4 (cana-de-açúcar) com o propósito de detectar possíveis adulterações em néctares de pêssego comercializados no Brasil, além de verificar a veracidade dos valores energéticos informados nos rótulos desses produtos. Para isso, foram produzidos néctares de pêssego, em laboratório, conforme os padrões de identidade e qualidade estabelecidos pela legislação brasileira (bebidas-padrão) e produtos adulterados (com quantidade insuficiente de polpa), nos quais foram calculadas as concentrações de carbono C3, de forma teórica. Esses néctares foram analisados físico-quimicamente para °Brix, pH, acidez titulável e ratio, além da análise isotópica, na qual foi mensurado o enriquecimento isotópico relativo da bebida como um todo e de suas frações (açúcares purificados e sólidos insolúveis). Com base nestes resultados, estimou-se a quantidade de fonte C3 prática nessas bebidas. Os resultados práticos foram comparados com os teóricos para avaliar a precisão do método isotópico ( 13C). Também foi avaliada a influência do uso de aditivos permitidos por lei e das equações de diluição isotópica (simples e com fator de correção) na quantificação de fonte C3. Posteriormente...

Caracterização parcial da polifenoloxidase e avaliação de compostos fenolicos e antioxidantes em pessego (cv. Biuti); Parcial characterization of polyphenoloxidase and antioxidants and phenolic compounds evaluation in peach (cv. Biuti)

Ana Silvia Fidelis Belluzzo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/02/2008 PT
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36.39%
O pêssego é uma das frutas que vêm ganhando destaque na produção nacional. Dentre as principais variedades produzidas, a biuti é uma das mais cultivadas, sendo utilizada tanto para o consumo in natura quanto para a indústria. A indústria de processamento de pêssego encontra muita dificuldade na manutenção da qualidade de seus produtos devido às alterações orgnolépticas que ocorrem durante sua vida de prateleira. A principal causa dessas alterações são as enzimas peroxidase (PDO) e polifenoloxidase (PPO), as quais catalisam reações de escurecimento enzimático, causando também mudanças indesejáveis no sabor e textura dos alimentos. O objetivo deste trabalho foi investigar as características bioquímicas da PPO de pêssego biuti, propor um tratamento térmico eficiente para a inativação da PPO e quantificar os compostos fenólicos e antioxidantes do pêssego congelado, pêssego em calda e polpa de pêssego. A PPO apresentou atividade ótima a 20°C em pH 5,5. A enzima se mostr ou estável após 30 minutos de tratamento térmico na faixa de 15 a 40°C. Na fa ixa de pH 7,0 a 8,0 a atividade ainda se manteve a níveis de 70 a 90% de atividade. A ação dos inibidores mostrou que os mais eficientes foram: ácido ascórbico...

Determinação do perfil sensorial descritivo, perfil tempo-intensidade e estudo de consumidor de néctar de pêssego (Prunus persica (L.) Batsch) adoçado com sacarose e diferentes edulcorantes; Determination of descriptive sensory profile, time-intensity profile and study of peach nectar (Prunus persica (L.) Batsch)consumers sweetened with sucrose and different sweeteners

Alessandra Cazelatto de Medeiros Lins da Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/04/2014 PT
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36.43%
O estudo teve como objetivo elaborar a formulação do néctar de pêssego, verificar a equivalência de doçura de cada edulcorante em relação à sacarose e traçar o perfil sensorial e o comportamento do consumidor diante desse produto, utilizando a análise sensorial com ferramenta de estudo, para determinar o melhor substituto para a sacarose. Na caracterização físico-química da polpa de pêssego obteve-se 1,26% de ácido cítrico para acidez titulável, 6,25mg de ácido ascórbico para 100g de polpa, 8,00 °Brix para sólidos solúveis; 3,65 para pH; e com relação à cor, 50,87 para L*, 9,67 para a* e 30,85 para b*. A quantidade de sacarose em néctar de pêssego considerada ideal pelos consumidores pelo teste de determinação da doçura ideal foi de 8,6 %. A concentração equivalente de cada edulcorante para substituir a sacarose no néctar de pêssego foi: 0,0169 % de sucralose; 0,0018 % de neotame; 0,1055 % de estévia com 40 % de rebaudiosídeo A; 0,1055 % de estévia com 95 % de rebaudiosídeo A; e 0,0332 % de blend de acessulfame-k, sucralose e neotame (100:50:1). A análise descritiva quantitativa descreveu as amostras de néctar de pêssego utilizando 20 termos descritores com relação a aparência (cor amarela...

Caracterização química da farinha microencapsulada de sementes de pêssego (Prunus persica)

Pelentir, Norberto
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 1 v.| il., tabs., grafs.
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36.29%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos.; A semente do pêssego é um resíduo agroindustrial que corresponde a cerca de 10% do peso da fruta. Através do presente trabalho foi produzida a farinha de semente de pêssego, mediante secagem nas temperaturas de 45, 55 e 65 ºC, com e sem a adição de maltodextrina, em um processo acessível para as pequenas agroindústrias. Foram construídas as curvas de secagem e as farinhas caracterizadas quanto ao teor de proteínas, extrato etéreo, perfil de ácidos graxos, fibras brutas, umidade e cinzas. A presença de maltodextrina interfere no regime de secagem, mas o efeito das temperaturas é significativo, com e sem maltodextrina. As farinhas das sementes de pêssego apresentaram valores de extrato etéreo entre 23,86 ± 0,03 a 27,15 ± 0,47 g/100g. A composição em ácidos graxos do óleo de caroço de pêssego possui características únicas, pois contém quantidades altas dos ácidos graxos: oléico ( -9) e linoléico ( -6) (cerca de 50% de cada), fato muito raro nos óleos vegetais. O conteúdo de cinzas foi de 4,62 ± 0,08 a 6,52 ± 0,17 g/100g. O teor de proteínas foi de 17,11 ± 0...

Óleo de amêndoa de pêssego

Mezzomo, Natália
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 1v.| il., grafs., tabs.
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36.35%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos.; A prensagem das amêndoas de pêssego resulta na obtenção de 32 % a 45 % de óleo que possui importantes propriedades terapêuticas e é muito atrativo nutricionalmente devido à baixa composição em ácidos graxos saturados e alta em ácido oléico. A técnica de extração empregada na obtenção de compostos de produtos naturais é fundamental para a definição da qualidade do produto. A extração supercrítica (ESC) é uma tecnologia alternativa que vem ganhando espaço devido aos fatores ambientais e de qualidade envolvidos. O estudo da cinética de ESC e dos efeitos causados pelas variáveis operacionais do processo permitem a definição do volume do extrator e da vazão de solvente. O estudo da ampliação de escala (AE) é de fundamental importância para a aplicação industrial de ESC, entretanto há uma grande dificuldade na definição do método de AE. O objetivo foi estudar o processo de ESC do óleo de amêndoa de pêssego, avaliando a técnica, a qualidade dos extratos, cinética e modelagem de ESC, a fim de propor métodos de AE do processo, realizando a estimativa de custos do processo. Caroços de pêssego provenientes de indústrias de conservas do estado do Rio Grande do Sul foram separados em casca e amêndoa. Esta última foi encaminhada para extrações soxhlet com diferentes solventes...

Características sensoriais de compotas de pêssego light elaboradas com sucralose e acesulfame-K

Mendonça,Carla R. B.; Zambiazi,Rui C.; Gularte,Márcia A.; Granada,Graziele G.
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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36.11%
O trabalho objetivou realizar uma caracterização sensorial de compotas de pêssego com reduzidas calorias. As compotas foram elaboradas pela substituição parcial de açúcar pelos edulcorantes sucralose, acesulfame-K e sucralose+acesulfame-K. Além desta caracterização, investigou-se a vida-de-prateleira destes produtos durante um período de 90 dias. Para isto, foram avaliados os atributos de aparência geral, cor, brilho, maciez, sabor geral e acidez, logo após o processamento, aos 30, 60 e 90 dias de estocagem. Ao término do período de estocagem executou-se, ainda, um teste de preferência. De acordo com a avaliação sensorial dos diferentes atributos, detectou-se diferenças significativas entre as quatro formulações de compota, especialmente em relação aos atributos de sabor e acidez. As formulações com acesulfame-K e sucralose+acesulfame-K mostraram valores inferiores às demais. Durante o período de armazenamento não se constatou expressivas alterações nas características sensorias das compotas. Os resultados do teste de preferência mostraram que não houve distinção na preferência dos consumidores por qualquer das formulações.

Teores de carotenóides em mamão e pêssego determinados por cromatografia líquida de alta eficiência

Sentanin,Michelle Andriati; Rodriguez Amaya,Delia B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2007 PT
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36.25%
Os carotenóides são pigmentos naturais, responsáveis pela cor em muitos alimentos como frutas e vegetais, gema de ovo, pele e músculo de alguns peixes. Porém, sua importância também está relacionada a funções ou ações biológicas nos seres humanos, como atividade pró-vitamínica A, fortalecimento do sistema imunológico, diminuição do risco de doenças degenerativas como câncer, doenças cardiovasculares, degeneração macular e catarata. A determinação da composição de carotenóides em alimentos, portanto, é considerada prioritária mundialmente. O objetivo do presente estudo foi analisar quantitativamente, por cromatografia líquida de alta eficiência, os principais carotenóides presentes em três cultivares de mamão (Formosa, Golden e Sunrise) e três cultivares de pêssego (Xiripá, Coral e Diamante). Para cada cultivar, foram analisados cinco lotes durante o ano para mamão e durante a safra para pêssego. Os três cultivares de mamão apresentaram composição parecida com as médias dos conteúdos totais de licopeno, beta-criptoxantina e beta-caroteno variando de 18,5 a 23,9, 8,2 a 11,7 e 0,5 a 1,2 µg.g -1, respectivamente. Em relação ao pêssego, os cultivares Coral e Xiripá tiveram níveis muito baixos de carotenóides. O cultivar Diamante teve um teor total médio de 6...

Determinação das constantes cinéticas de degradação do ácido ascórbico em purê de pêssego: efeito da temperatura e concentração

Toralles,Ricardo Peraça; Vendruscolo,João Luiz; Vendruscolo,Claire Tondo; Del Pino,Francisco Augusto Burkert; Antunes,Pedro Luiz
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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36.19%
O ácido ascórbico, vitamina C, é usado extensivamente na indústria de alimentos, não só devido ao seu valor nutricional, mas devido a suas contribuições funcionais na qualidade do produto. Existem muitos estudos sobre a estabilidade cinética do ácido ascórbico em bebidas, mas nenhum estudo foi encontrado sobre as constantes cinéticas de degradação do ácido ascórbico adicionado em purê de pêssego. Neste trabalho, estudou-se a cinética de degradação do ácido ascórbico em purê de pêssego da cultivar Jade, em condições anaeróbicas e na faixa de 70 a 90 °C. As concentrações de purês testadas foram 12, 22 e 32 °Brix. A análise cinética dos dados sugere que a degradação foi significativamente representada pelos modelos cinéticos de zero e primeira ordem. A velocidade de degradação do ácido ascórbico foi dependente da temperatura. A energia de ativação média foi de 45 kJ.mol-1 e independente da concentração de sólidos solúveis.

Avaliação do perfil sensorial de chá light sabor pêssego

Osawa,Cibele Cristina; Ferrari,Cristhiane Caroline; Siqueira,Priscila Becker; Brito,Carlos Alexandre Koguishi de; Sanvido,Gustavo Braga; Botelho,Adriana Prais; Alves,Leonardo Rangel; Cardoso,Cláudio Fernandes; Moais,Viviane Helena Ferreira; Melo,Lauro Lu
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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36.25%
No presente estudo foi determinado o perfil sensorial e a aceitação de três marcas comerciais de chá light sabor pêssego, denominadas A, B e C, acondicionadas em embalagem PET e adquiridas no comércio local. O perfil sensorial foi determinado por Análise Descritiva Quantitativa (ADQ) utilizando-se uma equipe de 11 provadores rigorosamente selecionados e treinados. A aceitação dos produtos foi avaliada por 33 consumidores representativos do público alvo. Os resultados da ADQ foram submetidos à Análise de Variância (ANOVA), Teste de Média de Tukey e Análise de Componentes Principais. As amostras comerciais apresentaram perfis semelhantes em alguns termos descritores e diferenças significativas em outros. A amostra A caracterizou-se principalmente pelos atributos aroma e sabor de banana passa; a amostra B por aroma artificial de pêssego e refrescância; e a amostra C por aroma natural de pêssego e doçura. O Teste Afetivo, analisado por ANOVA e Teste de Média de Tukey, indicou maior aceitação para a amostra C. A cor das amostras foi avaliada pelo método Cielab L*a*b*, sendo que a amostra C se destacou das demais pela cor vermelha.

Produção integrada de frutas como estratégia para a cadeia produtiva do pêssego no Rio Grande do Sul.

CHAVES, R. de Q.; MAGALHÃES, A. M.; BENEDETTI, O. I. S.; BLOS, A. L. F.; SILVA, T. N. da.
Fonte: Revista Perspectiva, Erechim, v. 33, n. 123, p. 79-95, set. 2009. Publicador: Revista Perspectiva, Erechim, v. 33, n. 123, p. 79-95, set. 2009.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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36.19%
O mercado internacional de produtos agrícolas tem passado por muitas modificações nos últimos anos. Um exemplo é o aumento na demanda por produtos certificados, com garantia de origem e qualidade. Os consumidores estão cada vez mais exigentes quanto à qualidade dos produtos consumidos. Para manterem-se no mercado, as empresas têm recorrido à reorganização de seus sistemas de produção, comercialização e distribuição, como forma de aumentar a competitividade. A adoção da Produção Integrada de Frutas (PIF) representa uma inovação no sistema produtivo que poderá tornar-se fonte de competitividade para os produtores de pêssego e para as agroindústrias conserveiras. O objetivo deste trabalho é analisar os riscos e oportunidades advindos da adoção da PIF para a cadeia produtiva do pêssego do Rio Grande do Sul. A metodologia consistiu em visita orientada a uma agroindústria conserveira e a uma unidade de pesquisa de PIF, além de revisão da literatura para embasar a análise. O ponto que fica evidente, neste estudo, é que, a partir da identificação do novo comportamento do consumidor em relação à segurança e qualidade dos alimentos que compra, a adoção da PIP (Produção Integrada de Pêssegos) trará...

Extratos de brássicas e termoterapia no controle de podridão parda em pós-colheita de pêssego

Pazolini, Kelly
Fonte: Pato Branco Publicador: Pato Branco
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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36.25%
Brown rot (Monilinia fructicola) is the major disease of stone fruits, causing pre and postharvest losses. The objectives of this study were to evaluate different forms of extraction of canola and indian mustard extracts to control brown rot, assess the best way of application of extracts of these plants associated with thermotherapy to control brown rot and compare the best result of these studies with chemical control. Initially, tests were made with different forms of extraction of canola and indian mustard extracts. For this, brassica species were collected in full bloom, oven dried and ground to obtain a powder. For the simple extraction mode, the powder was mixed with water and filtered. For maceration extraction, the extract was filtered only after a time of 8 hours of booking. To infusion extract, was used water heated to 100 °C and after 20 min the solution was filtered. Simple extracts from each plant were selected to be tested in different combinations with the thermotherapy treatment by immersion in hot water (50 °C for 30 s). The treatments tested for canola and indian mustard were: 1- Application of the respective extract and inoculation of fruits (EI); 2- inoculated fruits and implementation of its extract (IE); 3- Inoculation of fruit and application of thermotherapy (IT); 4- Application of the respective extract...

Atividade de polifenoloxidase após vibração e impacto em pêssego 'douradão'; Polyphenoloxidase activity after vibration and impact in 'Douradão' peach

Tiago Bassani Hellmeister Dantas
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/07/2010 PT
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36.19%
Estima-se que as perdas pós-colheita de frutas e hortaliças variam de 15 a 40% em relação ao total da produção brasileira. Uma das etapas em que ocorrem tais perdas é o transporte, envolvendo o meio de transporte, condições das rodovias brasileiras e embalagens, dentre outros fatores. Dentre as principais dificuldades encontradas no acondicionamento de frutas e hortaliças, destacam-se os parâmetros do ensaio de vibração, utilizado como ferramenta no desenvolvimento de embalagens, e a forma de avaliação do desempenho físico-mecânico do conjunto produto-embalagem. Os parâmetros de vibração sugeridos em normas de ensaio como ABNT e ASTM não se aplicam à realidade de frutas e hortaliças, sendo excessivamente severos a tais produtos. Além disso, grande parte dos estudos nessa área é baseada em avaliações visuais de danos mecânicos e índices fisiológicos tradicionais, apresentando assim resultados pobres quanto ao conhecimento das reais alterações ocasionadas no produto. Assim, o presente trabalho teve por objetivo estudar as respostas bioquímicas do tecido vegetal em função de solicitações mecânicas por vibração e impacto, estabelecendo-se a seguinte hipótese: As alterações bioquímicas no tecido vegetal dependem dos níveis dos esforços vibracionais e por impacto. Amostras de pêssego 'Douradão' foram submetidas aos dois tipos de solicitação mecânica...

Composição de carotenoides e valor da vitamina A em tomate, milho, pessego e seus produtos processados

Cassia Aparecida Tavares
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/07/1991 PT
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26.39%
Devido a suas funções fisiológicas e tecnológicas, os carotenóides continuam a ser alvo de intensa investigação. No presente trabalho, três alimentos brasileiros foram analisados para determinar as suas composições completas de earotenóides. Baseado nos resultados de 10 lotes analisados individualmente a composição média de carotenóides, em /jg/g, no tom»te "in natura", cultivar "Santa Cruz", estádio maduro, foi definida como: trans-licopeno, 31,1 ± 28,2; trans-β-caroteno, 5,1 ± 1,1; cis-fitoflucno, 3,7 ±1,1; cis-licopeno, 3,0 ±2,4; trans-γ-caroteno, 0,7 ±0,2; trans-ς-caroteno, 0,4 ±0,2. Os isômeros eis de β-caroteno, não detectados nas amostras "in natura" apareceram nos produtos processados (suco, puré, extrato e catcnsrp de duas marcas comerciais num total de 39 amostras) indicando que o processamento provocou isomerização. O produto que recebeu tratamento térmico mais ameno, o suco, apresentou apenas 0,01-0,02 ftg/g de 13-cis-β-caroteno. Nos purês e extratos, os teores variaram de 0,1 a 3,8 μg/g de 13-çis-/í-caroteno e de não detectado a 1,1 μg/g de 9-cis-β-caroteno. No catelmp detectou-se 0,2-0,6 de 13-β-caroteno e 0,4-0,8 /μg/g de 9-cis-ff-caroteno. Os valores de vitamina A foram provenientes apenas de /S-caroteno...

Estudo experimental da obtenção de pêssego desidratado (Var. Marli e Springcrest) por desidratação osmótica e secagem complementar

Boeira, Janessa Buaes
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: viii, 68 f.| il., grafs., tabs.
POR
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36.25%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos; O pêssego é uma fruta altamente perecível, com grandes perdas entre a colheita, comercialização e consumo. A desidratação osmótica (DO) como técnica de pré-tratamento para a obtenção de frutas desidratadas ("passa") pode ser uma alternativa viável e inovadora para a diminuição dessas perdas e para agregação de valor a esse produto. A desidratação osmótica de alimentos consiste na imersão de um produto em uma solução hipertônica, onde ocorre simultaneamente perda de água e ganho de sólidos pelo mesmo. Neste trabalho, estudou-se o uso da DO como método de pré-tratamento, para desidratação de pêssegos. Estudou-se a influência da concentração da solução hipertônica, da temperatura da solução, do tempo de tratamento, da agitação e da aplicação de vácuo na desidratação e ganho de sólidos pelo pêssego. Também foram estudados dois processos complementares de secagem, através da estufa e aquecimento em forno de microondas seguido por pulsos de vácuo. As frutas desidratadas foram avaliadas sensorialmente através do teste de aceitação. A utilização de vácuo intensificou o ganho de sólidos pelo pêssego...

'Centenário': nova seleção de pêssego amarelo

Campo Dall'Orto,Fernando Antonio; Ojima,Mário; Barbosa,Wilson; Martins,Fernando Picarelli; Rigitano,Orlando
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1987 PT
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'Centenário' (IAC 1880-30) é uma nova seleção de pêssego obtida no programa de melhoramento varietal do Instituto Agronômico de Campinas. Provém da polinização livre do pêssego 'Ouromel-2' (IAC 171-5) e tem como características principais a alta produtividade das plantas e o excelente sabor dos frutos (Brix, 16° e pH, 4,5). Estes são graúdos, globoso-oblongos, de ótimo aspecto e maturação precoce (95 a 115 dias). A polpa é amarela, o caroço bem pequeno, solto, e a película bem vermelha (80%) sobre fundo amarelado. Pode ser caracterizado como pertencente aos tipos 'Ouromel' e 'Dourado', e assim comercializado.

'Dourado- 1' e 'Dourado-2': novos cultivares de pêssego amarelo para mesa

Ojima,Mário; Dall'Orto,Fernando Antonio Campo; Barbosa,Wilson; Tombolato,Antonio Fernando Caetano; Rigitano,Orlando; Scaranari,Hélio José; Martins,Fernando Picarelli; Santos,Rui Ribeiro dos
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1985 PT
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'Dourado-l' (IAC 976-6) e 'Dourado-2' (IAC 976-11) são dois novos cultivares de pêssego, obtidos no Instituto Agronômico, mediante o cruzamento 'Tutu' (IAC 1353-1) x 'Maravilha' (Fla. 13-72). Trata-se de pêssegos de tamanho grande, bela aparência, polpa amarela e sabor doce-acidulado bem agradável. As plantas são vigorosas e de alta produtividade; 'Dourado-l', de maturação precoce, e 'Dourado-2, semiprecoce, oferecem novas opções para a escolha do material a ser cultivado nas condições de inverno brando do Estado de São Paulo.

Eficácia e tolerância de Imunoterapia sublingual com Pru p 3 em doentes com alergia grave ao pêssego: evolução clínica e imunológica ao longo de 12 meses

Costa,Ana Célia; Melo,Alcinda; Duarte,Fátima; Pereira-Barbosa,Manuel; Santos,M Conceição Pereira
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Introdução: A alergia ao pêssego é prevalente, persistente e potencialmente grave, sendo as proteínas de transferência lipídica (LTPs) - Pru p 3 e as profilinas - Pru p 4, os principais alergénios envolvidos.A presença oculta de Pru p 3 em produtos alimentares pode desencadear reacções acidentais graves, incluindo anafilaxia e os doentes podem reagir a outros alimentos que contêm LTPs (síndrome LTP). Este tipo de alergia pode ser considerado um alvo importante para imunoterapia (IT) a alergénios. Objectivo: Demonstrar a eficácia e segurança da IT sublingual (SLIT) com Pru p 3 (SLIT-Pru p 3) em doentes com reacções sistémicas (RS) associadas à ingestão de pêssego, através da avaliação de parâmetros clínicos e imunológicos, ao longo de 12 meses. Material e métodos: Oito doentes (7F,1M; média de idades -25,6;19-41 anos) com história de alergia ao pêssego, confirmada por Prova de Provocação Oral (excepto se anafilaxia e evidência de sensibilização) submetidos a SLIT -Pru p 3 (Alk -Abelló) durante 1 ano. Todos os doentes tiveram RS (75% anafilaxia) associadas à ingestão de pêssego (62,5% referiam sintomas com outros alimentos com LTP). Realizaram testes cutâneos por picada (TCP) com bateria de aeroalergénios...