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Opioides, sexo e gênero; Opioids, sex and gender

PALMEIRA, Cláudia C. de A.; ASHMAWI, Hazem A.; OLIVEIRA JUNIOR, José Oswaldo de; POSSO, Irimar de Paula
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
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37.49%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Sexo é um fator importante na modulação da experiência dolorosa. Evidências significativas têm demonstrado que a experiência à dor difere entre homens e mulheres, bem como na resposta à ativação do sistema opioide e seus efeitos analgésicos. Há evidências que as mulheres têm menor limiar que os homens para alguns estímulos álgicos. Os neurotransmissores opioides e seus receptores estão centralmente envolvidos na resposta ao estresse, na supressão à dor e na ação dos analgésicos opioides. O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre sexo, gênero e sistema opioide e discutir a relevância de um dos aspectos mais intrigantes da fisiologia da dor: a presença da diferença entre sexo e gênero, sistema opioide e as respostas da analgesia por opioides. CONTEÚDO: Uma revisão da literatura sobre opioides, sexo e gênero, cujo objetivo foi mostrar dados atuais sobre a experiência dolorosa entre homens e mulheres, a ativação opioide central e a resposta aos analgésicos opioides. CONCLUSÃO: Os dados disponíveis na literatura, e os trabalhos em andamento indicam que o sexo provavelmente seja responsável pelas diferenças à analgesia opioide em homens e mulheres, mas a direção e a magnitude destas diferenças dependem de variáveis que se interagem. Como fatores importantes que interagem na percepção dolorosa e na resposta analgésica opioide...

Envolvimento de receptores opióides e serotoninérgicos nos processos antinociceptivos induzidos por substância doce; Involvement of opioid and serotonergic receptors in antinociceptives process induced by sweet substance

Rebouças, Elce Cristina Côrtes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/04/2004 PT
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37.43%
Bases: A antinocicepção induzida por substâncias doces tem sido largamente estudada. Contudo, a investigação dos neurotransmissores envolvidos nesse processo antinociceptivo ainda carece de mais estudos, pois é de extrema importância entender o envolvimento desses neurotransmissores no sistema neural que controla este tipo de antinocicepção. Objetivo: O objetivo deste estudo é clarificar o envolvimento dos sistemas opióide e serotoninérgico na antinocicepção induzida por substância doce. Método: O presente trabalho foi realizado em modelo animal (Rattus norvegicus, Rodentia, Muridae), objetivando investigar se a ingestão crônica de solução de sacarose é seguida de antinocicepção. A latência de retirada de cauda após a aplicação de estímulo nocivo térmico foi medida antes e após esse tratamento no teste de retirada de cauda (provavelmente um reflexo espinal). Não houve diferenças estatisticamente significantes entre os valores de linha basal dos diferentes grupos e foi calculado um índice de analgesia da latência de retirada de cauda antes e depois do tratamento. O envolvimento de opióides endógenos e de serotonina neste processo antinociceptivo foi pesquisado com fármacos antagonistas específicos e não-específicos dos receptores opióides e serotoninérgicos. Resultados: O efeito analgésico da ingestão de sacarose depende da concentração da solução de sacarose e do tempo de duração do consumo da mesma. Naltrexona e metisergida diminuíram a antinocicepção induzida por substâncias doce (após 14 dias de ingestão da sacarose). Estes efeitos foram corroborados pela administração periférica de naloxonazina e cetanserina. Conclusões: Os resultados sugerem o envolvimento de opióides endógenos e serotonina no processo antinociceptivo atualmente estudado. Tudo apontando para a participação de receptores opióides µ1 e serotoninérgicos 5-HT2 na regulação central da antinocicepção induzida por substâncias doces.; Rationale: Sweet substance-induced antinociception has been widely studied...

Efeitos da morfina em fases distintas da gestação de ratas: comportamento maternal, desenvolvimento físico e neurocomportamental das proles e biologia molecular dos receptores opióides.; Effects of morphine at different stages of pregnancy in rats: maternal behavior, physical and neurobehavioral development of the offspring and molecular biology of opioid receptors.

Mattos, Renata Ruggier de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/03/2014 PT
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37.49%
Opióides são substâncias de origem endógena ou sintética, referindo-se a todos os compostos relacionados ao ópio, sendo o protótipo dos agonistas opióides, a morfina, conhecida pela sua capacidade de aliviar a dor intensa com eficácia. A morfina se liga a pelo menos três tipos de receptores conhecidos como µ, k e d. Os opióides parecem ter relação a comportamentos reprodutivos, dentre estes o comportamento maternal (CM). O CM é complexo, instintivo e com características espécie-específicas determinadas por modificações fisiológicas que ocorrem pouco antes ou logo após o parto e deve ajustar-se à uma série de variáveis como disponibilidade de alimentos, por exemplo, e influencia diretamente nos desenvolvimentos físico, neurológico e comportamental das proles, garantindo ou não a perpetuação dessas espécies. Trabalhos mostraram que os estados fisiológico, reprodutivo e a manipulação farmacológica com morfina ao final da gestação de ratas, por si só, são capazes de alterar a habilidade materna, comprometendo o desenvolvimento das proles, bem como podem modular a expressão dos genes que codificam para os receptores opióides em regiões implicadas com o controle do CM...

O conhecimento da equipe de enfermagem sobre opióides em um hospital universitário

Schuh, Cristiano Uggeri
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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37.53%
O presente estudo foi pensando após práticas vivenciadas em campo de estágio, pelo autor, e está relacionado ao uso de opióides no manejo da dor. O reconhecimento da dor, principalmente crônica, vem crescendo anualmente. A dor implica conseqüências econômicas e sociais para a sociedade sendo tratada como problema de saúde pública pelo Ministério da Saúde. Os analgésicos opióides são importantes aliados para o manejo da dor, entretanto, alguns efeitos adversos do uso podem surgir. O objetivo deste estudo foi analisar o conhecimento da equipe de enfermagem do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) sobre o uso de opióides em pacientes internados, através de alguns questionamentos. Tratou-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva que utilizou a análise de conteúdo proposta por Bardin (2004). A pesquisa desenvolveu-se nas unidades que compõem o Serviço de Enfermagem em Terapia Intensiva (SETI); Serviço de Enfermagem Médica (SEM); e a unidade de internação neonatal, que pertence ao Serviço de Enfermagem Materno-Infantil (SEMI). A população da pesquisa foi composta por enfermeiros e técnicos de enfermagem que corresponde a 439 profissionais nas áreas pesquisadas. A coleta de dados deu-se através de um questionário com perguntas abertas. Participaram da pesquisa 108 profissionais. Os resultados demonstraram que a equipe está habituada ao uso de opióides no manejo da dor...

O conhecimento da equipe de enfermagem sobre opióides em um hospital universitário : uma abordagem quantitativa

Toss, Letícia
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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37.57%
Introdução: A adoção da dor como 5º sinal vital foi recomendada por diversos órgãos. Os opióides são os fármacos de escolha para o alívio da dor aguda e da dor oncológica intensa, e também são empregados em síndromes dolorosas crônicas não oncológicas. Pela proximidade com os pacientes, os profissionais de enfermagem são os mais aptos a identificar, a avaliar e a notificar a dor, programando a terapêutica farmacológica prescrita, prescrevendo medidas não farmacológicas e avaliando a analgesia. Objetivo: Conhecer o que as equipes de enfermagem do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) sabem sobre fármacos opióides. Metodologia: Estudo exploratório, descritivo, de abordagem quantitativa, desenvolvido nas unidades de internação do Serviço de Enfermagem Clínica (SECLIN) do HCPA. A população do estudo foi composta por 213 enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que, após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, constituíram uma amostra de 122 sujeitos. A coleta de dados deu-se através de um questionário com perguntas fechadas. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e foi aplicado o teste Qui-Quadrado para verificar associações entre variáveis. Resultados: A maioria dos sujeitos respondeu que o opióide pertence à classe farmacológica dos analgésicos potentes. As medidas mais utilizadas para monitorização dos pacientes em uso de opióides foram aplicar escala de avaliação da dor...

Mecanismos opióides centrais envolvidos no efeito protetor da testosterona no desenvolvimento da dor da ATM em ratos; Central mu- kappa opioid receptor cooperativity mediates the protective effect of testosterone on temporomandibular joint nociception development in rats

Cristina Gomes de Macedo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2012 PT
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37.6%
Disfunções temporomandibulares são condições dolorosas que envolvem a articulação temporomandibular e os músculos mastigatórios com maior prevalência, severidade e duração no sexo feminino. Recentemente foi demonstrado que a testosterona apresenta um efeito protetor ao diminuir o risco de ratos desenvolverem dor na Articulação Temporomandibular (ATM), o que explica pelo menos em parte, a menor prevalência de dor no sexo masculino. No entanto, o mecanismo através do qual a testosterona induz o efeito protetor em machos não é conhecido. Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar se o efeito protetor da testosterona é mediado pela ativação do sistema opióide endógeno no sistema nervoso central e quais os subtipos de receptores opióides estão envolvidos nesse efeito protetor sobre o desenvolvimento de dor na ATM em ratos. Para o procedimento experimental foram usados ratos machos Wistar (230-300 g), intactos, gonadectomizados (Gx) e sham gonadectomizados (sham Gx) e a injeção de formalina 0,5% na ATM foi usada como estímulo nociceptivo. Para testar o envolvimento de um mecanismo neural central dependente da ativação do sistema opióide, os animais receberam injeção de naloxona, antagonista não seletivo de receptores opióides...

Analgesia pós-operatória em pacientes pediátricos: estudo comparativo entre anestésico local, opióides e antiinflamatório não esteróide

Menezes,Miriam Seligman; Gozzani,Judymara Lauzi
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento da dor pós-operatória em crianças tem merecido atenção especial nas últimas décadas. O propósito deste estudo foi analisar a analgesia pós-operatória de crianças no que se relaciona à qualidade e à duração da analgesia, à confiabilidade dos métodos de avaliação e à incidência de efeitos colaterais decorrentes das diferentes técnicas de analgesia utilizadas. MÉTODO: Participaram do estudo 100 crianças com idades entre 2 e 12 anos alocadas em 5 grupos de 20 crianças cada, que receberam, logo após a indução da anestesia, os seguintes tratamentos de analgesia: grupo B, bupivacaína a 0,25%, com vasoconstritor, 0,5 a 1 ml.kg-1; grupo F, fentanil, 1,5 µg.kg-1; grupo M, morfina, 30 µg.kg-1, grupo S, sufentanil, 0,3 µg.kg-1, todos por via peridural caudal e o grupo D, que recebeu diclofenaco potássico (1 mg.kg-1) por via retal. A dor foi avaliada por 2 métodos distintos: um predominantemente comportamental, objetivo e o outro de auto-avaliação, subjetivo, durante as primeiras 4 horas e a partir deste momento até a 24ª hora. Efeitos colaterais foram observados e tratados. RESULTADOS: Nas primeiras 4 horas os pacientes dos grupos B, F, M e S apresentaram comportamentos semelhantes...

Uso e rotação de opioides para dor crônica não oncológica

Kraychete,Durval Campos; Sakata,Rioko Kimiko
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 PT
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37.53%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Para o tratamento da dor crônica existe a possibilidade de uso prolongado de opioides. Os opioides são eficazes para praticamente todas as síndromes dolorosas crônicas não oncológicas, porém podem causar dependência. O objetivo deste texto é fazer uma revisão sobre o uso e rotação de opioides para dor crônica não oncológica. CONTEÚDO: O uso de opioides potentes é controverso e não são recomendados como medicamentos de primeira linha devido à possibilidade de dependência. Foi descrita tolerância, vício, fatores de risco para vício, rotação ou troca, regras gerais para administração, tabelas de conversão e dicas para prescrição de opioides. CONCLUSÕES: Os opioides são fármacos com eficácia comprovada para dor crônica não oncológica, porém sua prescrição deve ser feita respeitando alguns critérios para reduzir a incidência de efeitos adversos e vício.

Opioides e o sistema imunológico: relevância clínica

Garcia,João Batista Santos; Cardoso,Mirlane Guimarães de Melo; Dos-Santos,Maria Cristina
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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37.57%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: O crescente uso de opioides para o tratamento da dor é uma realidade em vários países. Com o aumento do uso aparecem questionamentos menos usuais, como a influência dos opioides nas respostas imunológicas. O presente estudo tem como objetivo detalhar a resposta imunológica explorando as influências dos efeitos dos opioides sobre a resposta inflamatória em situações experimentais e clínicas, bem como sua importância para a prática diária. CONTEÚDO: Após revisão de artigos publicados em revistas indexadas no Medline, foi descrita a resposta imunológica de forma geral, especialmente em seu aspecto celular. Após essa abordagem, foram identificados os mecanismos de liberação dos opioides endógenos e a modulação da resposta imune aos opioides exógenos na dor aguda e crônica, sempre finalizando com as implicações clínicas e sua aplicabilidade na rotina de atendimento. CONCLUSÕES: Embora vários estudos apontem para um efeito imunodepressor dos opioides, a relevância clínica dessas observações continua incerta e serve apenas como um prerrequisito para que novas investigações nessa área sejam conduzidas. Recomendações definitivas para a aplicação de opioides, nas mais variadas situações da prática clínica em relação às consequências imunológicas desses fármacos...

Opióides e a cognição de doentes com dor crônica: revisão sistemática

Kurita,Geana Paula; Pimenta,Cibele Andrucioli de Mattos; Nobre,Moacyr Roberto Cuce
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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OBJETIVO: A crescente utilização de opióides em doentes com dor crônica de etiologias variadas e os possíveis efeitos desses fármacos em atividades diárias suscitam a importância de se avaliar tais efeitos. Com essa finalidade, desenvolveu-se este estudo de revisão sistemática que avaliou a influência de opióides nas funções cognitivas de doentes com dor crônica. MÉTODOS: Onze bases de dados foram analisadas utilizando-se os descritores opioids, opiates, narcotics, cognitive impairment, cognitive dysfunction, cognitive disorders e pain. Os critérios de inclusão foram: ensaios clínicos ou relatos de caso de dor crônica em tratamento com opióides, testes específicos para avaliação cognitiva e publicação em inglês, espanhol ou português. RESULTADOS: Dezesseis pesquisas, publicadas entre 1980 e 2004, atenderam aos critérios: seis ensaios controlados, sendo dois deles randomizados, e dez estudos de menor força de evidência científica. Os ensaios de melhor qualidade, no contexto clínico do doente com dor crônica, principalmente na dor de origem não oncológica, mostraram que o uso de opióides não prejudica a função cognitiva. CONCLUSÃO: A ausência de prejuízo cognitivo com uso de opióides precisa ser confirmada em novos ensaios randomizados com número maior de pacientes com dor crônica.

Diretrizes para o tratamento de pacientes com síndrome de dependência de opióides no Brasil

Baltieri,Danilo Antonio; Strain,Eric C; Dias,João Carlos; Scivoletto,Sandra; Malbergier,André; Nicastri,Sérgio; Jerônimo,Cláudio; Andrade,Arthur Guerra de
Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP Publicador: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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37.49%
Existe uma prevalência relativamente baixa do uso de ópioides no Brasil, em particular envolvendo o uso não médico da codeína e de xaropes que contêm opióides. No entanto, a síndrome de dependência apresenta um significativo impacto total na mortalidade e morbidade. Nos últimos 20 anos, o avanço científico tem modificado nosso entendimento sobre a natureza da adição aos opióides e os variados tratamentos possíveis. A adição é uma doença crônica tratável se o tratamento for realizado e adaptado tendo em vista as necessidades do paciente específico. Há, de um fato, um conjunto de tratamentos que podem efetivamente reduzir o uso da droga, ajudar a gerenciar a fissura pela droga, prevenir recaídas e recuperar as pessoas para o funcionamento social produtivo. O tratamento da dependência de drogas será parte de perspectivas de longo prazo do ponto de vista médico, psicológico e social. Esta diretriz almeja fornecer um guia para os psiquiatras e outros profissionais de saúde que tratam de pacientes com Síndrome de Dependência de Opióides. Ela tece comentários sobre o tratamento somático e psicossocial que é utilizado nesses pacientes e revisa as evidências científicas e seu poder. Da mesma forma, os aspectos históricos...

Opioides, sexo e gênero

Palmeira,Cláudia C. de A.; Ashmawi,Hazem A.; Oliveira Junior,José Oswaldo de; Posso,Irimar de Paula
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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37.49%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Sexo é um fator importante na modulação da experiência dolorosa. Evidências significativas têm demonstrado que a experiência à dor difere entre homens e mulheres, bem como na resposta à ativação do sistema opioide e seus efeitos analgésicos. Há evidências que as mulheres têm menor limiar que os homens para alguns estímulos álgicos. Os neurotransmissores opioides e seus receptores estão centralmente envolvidos na resposta ao estresse, na supressão à dor e na ação dos analgésicos opioides. O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre sexo, gênero e sistema opioide e discutir a relevância de um dos aspectos mais intrigantes da fisiologia da dor: a presença da diferença entre sexo e gênero, sistema opioide e as respostas da analgesia por opioides. CONTEÚDO: Uma revisão da literatura sobre opioides, sexo e gênero, cujo objetivo foi mostrar dados atuais sobre a experiência dolorosa entre homens e mulheres, a ativação opioide central e a resposta aos analgésicos opioides. CONCLUSÃO: Os dados disponíveis na literatura, e os trabalhos em andamento indicam que o sexo provavelmente seja responsável pelas diferenças à analgesia opioide em homens e mulheres, mas a direção e a magnitude destas diferenças dependem de variáveis que se interagem. Como fatores importantes que interagem na percepção dolorosa e na resposta analgésica opioide...

Opioides para el tratamiento del estreñimiento inducido por el uso crónico de opioides; Opioids for treating chronic opioid-induced constipation

Abellán Galdón, José Javier
Fonte: Universidade de Cantabria Publicador: Universidade de Cantabria
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
SPA
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37.63%
El estreñimiento inducido por opioides (OIC, “opioid-induced constipation”) es uno de los efectos adversos más frecuente y grave producidos por la terapia con opioides, con una prevalencia estimada de un 15 hasta un 90%. La calidad de vida de los pacientes con OIC se ve disminuida de manera considerable y solo el 44% de los pacientes afirman estar satisfechos con el tratamiento para el OIC. Los opioides alteran la función intestinal, la secreción y la función fisiológica de los esfínteres. La alta densidad de los receptores-μ en el sistema nervioso entérico parece mediar la mayoría de los efectos gastrointestinales de los agonistas opioides, reduciendo el tono del intestino y la contractilidad, lo que prolonga el tiempo de tránsito, contribuyendo a la dificultad en la evacuación rectal característica del OIC. El tratamiento del OIC consiste en modificaciones del estilo de vida, el uso de laxantes y fármacos antagonistas opioides como la metilnaltrexona, la naloxona, el naloxegol o el alvimopan. Actualmente las líneas de investigación están encaminadas al desarrollo de antagonistas opioides del receptor-μ de acción periférica para evitar interferir con el efecto analgésico mediado centralmente por los opioides.; Grado en Medicina

Farmacología de los opioides

Alvarez García, Yolanda; Farré Albaladejo, Magí
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2005 SPA
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37.67%
En los últimos años se ha avanzado en el conocimiento de la farmacología de los opioides. Los opioides endógenos y exógenos se unen a receptores específicos. Existen cuatro tipos de receptores opioides; mu, kappa, delta y nociceptina. Todos ellos pertenecen a la familia de receptores de membrana acoplados a proteína G. Los opioides se clasifican según su afinidad y eficacia en agonistas puros, agonistas-antagonistas, agonistas parciales y antagonistas. Los principales efectos farmacológicos tras la administración de un agonista son sedación, euforia, analgesia, náusea y vómito, miosis, supresión de la tos, depresión respiratoria, rigidez, estreñimiento, enrojecimiento facial y prurito, retención urinaria y la posibilidad de dependencia (tolerancia y abstinencia). La tolerancia y dependencia física parecen deberse a una regulación por incremento de la adenilciclasa y aumento del AMPc. Los opioides además producen efectos duraderos que parecen relacionados con un aumento de la concentración de factores de transcripción como el CREB y ΔFosB y que son relevantes para las recaídas. Se revisan la farmacocinética de los principales opioides, las interacciones farmacológicas y su utilización en terapéutica; Endogenous and exogenous opioid bind to specific receptors. There are four different types of opioid receptors: mu...

Actualizaciones en el manejo clínico de los opioides espinales en el dolor agudo postoperatorio

Mugabure Bujedo,B.; González Santos,S.; Uría Azpiazu,A.; Torán García,L.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2012 SPA
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37.57%
Los opioides son los fármacos más potentes utilizados en el tratamiento del dolor. En los últimos 40 años, tras el descubrimiento de los receptores opioides medulares, la práctica clínica ha conllevado el uso de opioides espinales con el propósito de producir una intensa analgesia metamérica desprovista de los efectos adversos de su utilización sistémica. Existe el concepto erróneo de que la administración epidural o intratecal de opioides producirá siempre una analgesia selectiva espinal junto con un menor riesgo de secundarismos, como la depresión respiratoria. Esta creencia no es cierta, ya que varios de ellos pueden alcanzar los centros cerebrales por redistribución sanguínea o vía líquido cefalorraquídeo (LCR), produciendo tanto analgesia supraespinal como efectos adversos. Los estudios demuestran que la liposolubilidad es inversamente proporcional a su selectividad medular, siendo esta mayor para el fármaco más hidrosoluble, la morfina. Su administración epidural liposomal retardada (MELR) ofrece buena analgesia sin la necesidad de un catéter epidural. El fentanilo es el opioide más recomendable en cirugía ambulatoria y parece producir un mayor efecto espinal tras su administración epidural en forma de bolos...

Eficacia de los opioides tópicos como analgésicos en enfermedades dolorosas cutáneas: revisión de la literatura científica y propuesta metodológica para su evaluación clínica

Carvajal Valdy,G.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2015 SPA
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37.65%
Introducción: aunque se trata de una práctica frecuente en algunos centros, es aún poca la evidencia que justifica el uso de formulaciones tópicas a base de opioides en el tratamiento analgésico de enfermedades dolorosas cutáneas y en mucosas. Objetivos: realizar una revisión actualizada sobre la literatura científica disponible de la evidencia que justifica el uso de opioides tópicos en el tratamiento de enfermedades cutáneas y orales dolorosas. Evaluar la eficacia analgésica reportada y los efectos adversos de los opioides tópicos en el tratamiento de enfermedades cutáneas y orales dolorosas. Métodos: se realizó una búsqueda electrónica utilizando las siguientes bases de datos y motores de búsqueda: EMBASE, Medline, SCIELO, LATINDEX, Current Controlled-Trials y Google académico, para identificar la literatura sobre opioides tópicos en el tratamiento de enfermedades dolorosas de la piel y la mucosa oral. El método propuesto para la selección de la muestra de trabajos está basado en la combinación de diferentes perfiles de búsqueda electrónica compuestos por descriptores referentes a opioides tópicos y tratamiento del dolor. Se construyeron diferentes sintaxis de búsqueda, considerándose ortodoxo utilizar términos obtenidos del vocabulario MeSH. Los términos de búsqueda utilizados fueron: "opioides"...

Fisiología y farmacología clínica de los opioides epidurales e intratecales

Mugabure,B.; Echaniz,E.; Marín,M.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2005 SPA
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37.6%
La historia de la anestesia intratecal y epidural ha discurrido en paralelo al desarrollo de la anestesia general. La primera reseña publicada sobre el uso de opioides para anestesia intradural la realizó un cirujano rumano, que presentó su experiencia en 1901 en París. Ha pasado casi un siglo hasta conseguir la utilización de opioides por vía epidural. En nuestros días, el uso de opioides intradurales y epidurales constituye una práctica clínica habitual para conseguir analgesia intra y postoperatoria. En los últimos 30 años, el uso de opioides epidurales se ha convertido en rutinario para el tratamiento del dolor del trabajo del parto y del manejo tanto del dolor agudo como crónico. Ha sido ampliamente asumido que cualquier opioide depositado en el espacio epidural o intratecal producirá una analgesia altamente selectiva medular y que esta será superior a la conseguida por otras técnicas analgésicas o vías de administración. Desafortunadamente esto simplemente no es verdad. De hecho, en multitud de ocasiones, los opioides son utilizados vía perimedular a pesar de que la evidencia clínica nos demuestra que no producen un efecto específico medular, o que la analgesia producida no es superior a la conseguida tras su administración intravenosa. Para realizar un uso apropiado de los opioides espinales...

Patrones de uso de los opioides mayores en el dolor de origen neuropático

Ribera,Mª V.; Gálvez,R.; Vidal,M. A.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2007 SPA
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37.53%
Introducción: El dolor neuropático tiene una gran repercusión sobre los pacientes que lo padecen. Es uno de los síndromes dolorosos más complejos y su origen es diverso. Suele presentarse con una clínica de dolor quemante, pulsante, afilado, como hormigueo. que puede acompañarse de hiperalgesia o alodinia. El dolor suele presentar también alteraciones del estado de ánimo, e incluso depresión, con un gran impacto sobre la actividad social y laboral del paciente y una notable disminución de la calidad de vida. El tratamiento es difícil y, a menudo, refractario a la terapia convencional. La eficacia de los opioides ha sido controvertida aunque estudios recientes demuestran que éstos son efectivos en el tratamiento del dolor neuropático. Objetivos: Conocer los patrones de uso de los opioides mayores en el tratamiento del dolor de origen neuropático. Material y métodos: Estudio epidemiológico, transversal, descriptivo y multicéntrico realizado por 107 especialistas de Unidades de Dolor de España, en pacientes afectos de dolor neuropático. El estudio constaba de un cuestionario que recogía los datos demográficos del paciente, el motivo de la consulta, la patología base del dolor, el tiempo transcurrido desde el diagnóstico...

Opioides en el dolor raquídeo: Relación riesgo/beneficio y estrategia apropiada para su utilización

Caramés,M.A.; Robaina,F.J.; Clavo,B.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2010 SPA
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37.49%
En los últimos años se ha observado un incremento notable en el uso de los opioides en España, por lo que queda ampliamente superada nuestra tradicional posición en el furgón de cola de los prescriptores de opioides en Europa. Este crecimiento se ha reflejado también en el tratamiento de uno de los síndromes dolorosos de mayor prevalencia: el dolor raquídeo. Sin embargo, la eficacia de los opioides administrados de forma crónica para el tratamiento del dolor raquídeo no está clara, aunque cada vez sí son más patentes los riesgos que hemos de asumir: adicción, conductas aberrantes, probable incremento en el tiempo de incapacidad laboral y múltiples efectos secundarios, como la hiperalgesia o el estreñimiento rebelde al tratamiento. Teniendo en cuenta una relación riesgo/beneficio estrecha para este tratamiento, planteamos que estos fármacos sólo los han de prescribir facultativos que puedan realizar un seguimiento atento de los pacientes, pacientes en los que se han agotado otras opciones terapéuticas, incluidas diferentes técnicas antiálgicas y a los cuales habremos informado ampliamente de su correcta utilización y posibles efectos secundarios.

Participación de los sistemas endógenos de péptidos opioides en los mecanismos de reforzamiento y dependencia al alcohol

Méndez,Milagros
Fonte: Instituto Mexicano de Psiquiatría Ramón de la Fuente Publicador: Instituto Mexicano de Psiquiatría Ramón de la Fuente
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 ES
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Evidencias bioquímicas y conductuales indican que el sistema dopaminérgico mesolímbico cumple un papel fundamental en los mecanismos de reforzamiento y recompensa del alcohol (etanol) y otras drogas de abuso. Se ha propuesto también que la actividad de la vía dopaminérgica nigroestriatal determina la sensibilidad cerebral a etanol, lo que parece estar directamente relacionado con los procesos de adicción a la droga. Además de la dopamina, varios neurotransmisores y neuromoduladores están implicados en los mecanismos de reforzamiento del etanol, entre ellos, el ácido gama-aminobutírico (GABA), el glutamato, la serotonina, la acetilcolina y los péptidos opioides (encefalinas, endorfinas y dinorfinas). El alcohol y los opioides comparten características farmacológicas y exhiben efectos similares sobre el comportamiento en animales y en el hombre. Éstos y otros estudios sugieren que las propiedades reforzadoras del etanol se deben, al menos parcialmente, a la activación de los sistemas endógenos de péptidos opioides, proceso que es inducido por el propio alcohol. Esta activación podría, a su vez, aumentar el valor hedónico y los efectos reforzadores de la droga. Los cambios inducidos por etanol sobre la transmisión de opioides podrían contribuir de manera importante a los procesos de intoxicación y a las respuestas neuronales adaptativas que produce el consumo prolongado de la droga. La transmisión opioidérgica puede ser afectada por etanol a distintos niveles...