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"Jornada de Omágua e Dorado": crônicas e representações

Schell, Deise Cristina
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência Formato: application/pdf
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Different histories, different results : the origin and development of two amazonian languages

Cabral, Ana Suelly Arruda Câmara
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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ABSTRACT: Tupinambá, a member of branch III of the Tupi- Guarani linguistic family of the Tupi linguistic stock (Rodrigues 1984/ 1985) is – in so far as it is known – the only Brazilian indigenous language that has had an important role in the development of two Amazonian languages, namely Kokáma/ Omágua and Amazonian Língua Geral or Nheengatú. These are two languages that originated in contact situations and, even though having Tupinambá in common as a source language, have become typologically different in several aspects due to the peculiarities of the social histories of their speakers. With regard to Kokáma/Omágua, there are three concurring hypotheses on its origin: (a) it is simply another language of the Tupi-Guarani genetic family, (b) it is a descendant of the Amazonian Língua Geral, or (c) it developed from contact between speakers of Tupinambá and speakers of other languages, including an Arawakan one, and is not the continuity of any particular language. With regard to the Amazonian Língua Geral, some scholars treat it as a creole language, but to others it is a continuation of Tupinambá spoken outside the indigenous villages, subjected to external influences over the course of time. In this paper I present arguments in favor of the different development possibilities of both Kokáma/Omágua and Amazonian Língua Geral...

Natureza e direções das mudanças linguísticas observadas entre os últimos falantes do Kokáma nativos do Brasil

Viegas, Chandra Wood
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguistica, Português e Línguas Clássicas, 2010.; Esta dissertação trata das reduções estruturais em uma língua indígena sul-americana obsolescente, falada antigamente no Peru, na Colômbia e no Brasil, mas que presentemente é falada como primeira língua apenas no Peru. Trata-se da língua Kokáma, a qual possui três variedades conhecidas como Kokáma, Kokamilla e Omágwa. Esta última tem apenas lembradores no Brasil. O presente estudo segue a abordagem dada à obsolescência linguística por Dorian (1981), Hill (1981), Campbell e Muntzel (1989) e Thomason (2001), todos os quais consideram fatores sociais e linguísticos nos processos de obsolescência. O principal objetivo deste estudo é o uso dos resultados em favor do ensino da língua Kokáma em programas de revitalização que objetivam o reviver do Kokáma no Brasil, mesmo que seja como segunda língua, uma vez que para os Kokáma a língua nativa de seus pais e avós é a principal expressão de sua identidade. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT; This thesis is about structural reductions in Kokama, an obsolescent South American Indian language once spoken in Peru...

Colonizar la conquista: la América de Felipe II

Lucena Giraldo, Manuel
Fonte: Real Sociedad Económica Matritense de Amigos del País Publicador: Real Sociedad Económica Matritense de Amigos del País
Tipo: Artículo Formato: 1196433 bytes; application/pdf
SPA
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En 1561 un famoso y controvertido personaje, Lope de Aguirre, escribió una carta a Felipe 11 que ha sido considerada uno de los primeros escritos que alumbran la independencia del Nuevo Mundo"'. La fortuna historiográfica del tirano Aguirre ha sido muy variada, ya que aunque él mismo creyó que era un peregrino del hono?; sus contemporáneos lo tacharon de loco y de traidor a su rey. Ya en nuestro siglo, ha habido historiadores que lo han llegado a presentar como uno de los primeros héroes del nacionalismo vasco(2). Sobreviviente del tiempo del hierro de la conquista de América y participante en la terrible jornada de Omagua y El Dorado por el Amazonas, antes de pagar sus crímenes en la horca Aguirre cometió un acto digno de una tragedia griega, ya que mató a su hija mestiza para evitar que cayera en manos de sus enemigos.; Peer reviewed

Omaguas, cataclismo amazónico

Cabrero i Miret, Ferran
Fonte: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2015 SPA
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L'objectiu d'aquesta tesi és comprendre el passat amazònic i especialment la suposada nació omagua per poder avançar investigacions futures en arqueologia de camp. Els/les suposats/des omagues varen ser un dels majors grups precolombins de l'Amazònia. Haurien dominat el curs mitjà del riu Amazones, el curs mitjà del riu Napo, i la confluència d'aquest riu amb el Coca, ja a la selva de muntaña. En arqueologia se'ls ha vinculat amb la Fase policroma Amazònica, concretament amb la Subtradició Miracanguera (després inserida a la Guarita), i en especial amb la Fase Napo. Fonts etnohistòriques els citen com a bons canoers, amb una flota fluvial que els permetia dominar les principals xarxes d'intercanvi; amb característiques similars com la deformació cranial, l'ús de vestimenta de cotó amb dibuixos geomètrics multicolors, arracades, anells de nas, i pitreres d'or, l'ús d'armes com la llançadora de javelina, la "macana", escuts, grans caps polítics i tinença d'esclaus. Tot això fa pensar que tenien una estructura social que podria associar-se a la categoria evolucionista de "cacicazgue", amb cacics o caps el poder polític dels quals abastaria més d'un poblat. L'esplendor d'aquesta suposada nació decau amb la colonització europea...

Em busca do maravilhoso americano: a rebelião nos escritos da jornada de Omangua e Dorado

Schell, Deise; Martins, Maria Cristina
Fonte: Em tempo de histórias Publicador: Em tempo de histórias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 02/02/2011 POR
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A  Jornada, que desceu o rio Amazonas em busca das riquezas e maravilhas do Reino de Omagua e do El Dorado entre 1560 e 1561, faz parte de uma série de viagens que, com o mesmo objetivo, exploraram o interior do Novo Mundo. No entanto, diferentemente das outras expedições de Conquista, esta teve sua finalidade transformada durante o seu percurso: os exploradores, depois de uma série de desavenças internas, declaram-se rebeldes à Coroa Espanhola e ao comando do grupo. Nomes como os de Lope de Aguirre, Pedro de Ursua e Fernando Guzmán compõem o quadro de personagens da expedição que se movimentam num ambiente de conflito, traições e assassinatos. Para melhor compreender os violentos desdobramentos da Jornada de Omagua e Dorado, este artigo intenta captura o universo cognitivo - as visões do “maravilhoso” (Giucci, 1992; Greenblatt, 1993) - dos conquistadores espanhóis e o contexto que envolve a organização da viagem (o vice-reinado Peruano e as guerras civis). Além disto, analisamos a documentação primária da Jornada - as Relaciones de Pedrarias de Almesto e de Francisco Vázquez, ambos participantes da viagem - , sob a perspectiva dos conceitos de “discursos da rebelião" (Pastor, 1988).