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Avaliação da veia oftálmica superior por meio do Doppler colorido nas diferentes formas e estágios da orbitopatia de Graves; Evaluation of the superior ophthalmic vein by color Doppler in different forms and stages of Graves Orbitopathy

Angotti Neto, Helio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/01/2011 PT
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86.3%
INTRODUÇÃO: A orbitopatia de Graves é uma doença autoimune cujas manifestações clínicas ocorrem por infiltração tecidual inflamatória. Apresenta estágio ativo inicial e estágio sequelar posteriormente, podendo se manifestar nas formas clínicas miogênica ou lipogênica. A inflamação da órbita pode gerar importante congestão, agravando manifestações clínicas e comprometendo o sucesso da terapia específica em alguns pacientes. O objetivo deste trabalho é a avaliação da congestão orbitária feita pelo estudo das características do fluxo sanguíneo na veia oftálmica superior, por meio do Doppler colorido de órbitas, nos grupos de pacientes com orbitopatia de graves em fase ativa, em fase sequelar miogênica e em fase sequelar lipogênica, além do grupo controle. MÉTODOS: Estudo transversal prospectivo realizado entre maio de 2006 e abril de 2008 no Serviço de Órbita do HCFMUSP. Noventa órbitas de 46 pacientes com orbitopatia de Graves foram incluídas, assim como 38 órbitas de 20 pacientes do grupo controle. Foi feito exame oftalmológico completo e avaliação pelo DCO em todos os pacientes. Pacientes com orbitopatia de Graves foram divididos em grupos com doença em atividade e doença em estágio sequelar nas apresentações miogênicas ou lipogênicas. O sentido...

Detecção da neuropatia óptica distireoidiana pela quantificação dos músculos extra-oculares e da gordura orbitária na tomografia computadorizada; Predicting dysthyroid optic neuropathy using computed tomography quantitative analysis of extraocular muscles and orbital fat

Gonçalves, Allan Christian Pieroni
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2012 PT
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66.22%
OBJETIVO: avaliar a capacidade de índices de preenchimento muscular da órbita, calculados a partir de medidas na tomografia computadorizada de multidetectores, detectar a neuropatia óptica distireoidiana em pacientes com orbitopatia de Graves. MÉTODOS: noventa e três pacientes com diagnóstico de orbitopatia de Graves foram prospectivamente estudados. Todos os pacientes foram submetidos a um exame oftalmológico completo e à tomografia computadorizada de multidetectores. Na estação de trabalho do tomógrafo foram calculados índices baseados em medidas lineares, de área e de volume de preenchimento muscular da órbita. O índice linear de Barrett, foi calculado a partir da relação entre a medida dos músculos extra-oculares em cortes coronais no ponto médio do nervo óptico orbitário e o diâmetro da órbita na mesma posição. Nesse mesmo corte coronal uma escala de 0 a 3 foi utilizada para categorizar o grau do preenchimento muscular e de compressão do nervo óptico segundo método descrito por Nugent e colaboradores. Medidas de área foram realizadas de cortes coronais a 12, 18 e 24 mm da linha interzigomática. Três índices de área foram calculados estimando-se a razão entre a área dos músculos extraoculares e a do continente ósseo medidas. Herniação de gordura orbitária pela fissura orbitária superior foi registrada como presente ou ausente conforme método descrito por Birchall e colaboradores. Dois índices volumétricos foram calculados...

Avaliação do tratamento clínico da doença de Graves

Peixoto,Maria Claudia; Coeli,Claudia Medina; Vaisman,Mário
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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86.41%
O tratamento da doença de Graves (DG) com drogas antitireoidianas (DAT) associa-se à remissão da doença em metade dos indivíduos tratados por no mínimo 6 meses, e o índice de recidiva é alto, variando de 60 a 80%. A presença de fatores prognósticos de sucesso do tratamento medicamentoso da DG é tema de discussão na literatura. Neste estudo avaliamos a incidência de remissão e recidiva em resposta ao tratamento clínico da DG com diferentes esquemas de tratamento com as duas DAT disponíveis no Brasil (propiltiouracil - PTU e metimazol - MMI), bem como determinar a presença de possíveis fatores preditivos de remissão e recidiva da doença e o perfil de efeitos colaterais. Revimos, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), prontuários de todos os pacientes submetidos ao tratamento clínico da DG (sem história de tratamento prévio) por pelo menos 6 meses e seguidos após a suspensão da DAT por no mínimo 12 meses. Foram identificados 127 pacientes (idades de 18 a 88 anos; média 39,3±12,8), nos quais remissão da doença foi observada em 58 (45,7%) e recidiva em 31 deles (53,4%), num período médio de 14,5±16,1 meses. Sexo, idade e tempo de duração dos sintomas antes do tratamento clínico não interferiram significativamente sobre as taxas de remissão e recidiva...

Consenso brasileiro para o diagnóstico e tratamento do hipertireoidismo: recomendações do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Maia,Ana Luiza; Scheffel,Rafael S.; Meyer,Erika Laurini Souza; Mazeto,Glaucia M. F. S.; Carvalho,Gisah Amaral de; Graf,Hans; Vaisman,Mario; Maciel,Lea M. Z.; Ramos,Helton E.; Tincani,Alfio José; Andrada,Nathalia Carvalho de; Ward,Laura S.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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86.09%
INTRODUÇÃO: O hipertireoidismo é caracterizado pelo aumento da síntese e liberação dos hormônios tireoidianos pela glândula tireoide. A tireotoxicose refere-se à síndrome clínica decorrente do excesso de hormônios tireoidianos circulantes, secundário ao hipertireoidismo ou não. Este artigo descreve diretrizes baseadas em evidências clínicas para o manejo da tireotoxicose. OBJETIVO: O presente consenso, elaborado por especialistas brasileiros e patrocinado pelo Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, visa abordar o manejo, diagnóstico e tratamento dos pacientes com tireotoxicose, de acordo com as evidências mais recentes da literatura e adequadas para a realidade clínica do país. MATERIAIS E MÉTODOS: Após estruturação das questões clínicas, foi realizada busca das evidências disponíveis na literatura, inicialmente na base de dados do MedLine-PubMed e posteriormente nas bases Embase e SciELO - Lilacs. A força das evidências, avaliada pelo sistema de classificação de Oxford, foi estabelecida a partir do desenho de estudo utilizado, considerando-se a melhor evidência disponível para cada questão. RESULTADOS: Foram definidas 13 questões sobre a abordagem clínica inicial visando ao diagnóstico e ao tratamento que resultaram em 53 recomendações...

Análise do filme lacrimal e sua relação com a largura da fenda palpebral e a exoftalmia na oftalmopatia de Graves

Brasil,Maria Vitoria Oliveira Moura; Brasil,Oswaldo Ferreira Moura; Vieira,Rodrigo Perez; Vaisman,Mário; Amaral Filho,Octávio Moura Brasil do
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2005 PT
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96.72%
OBJETIVO: Avaliar qualidade do filme lacrimal pelo corante rosa bengala e sua estabilidade por meio do tempo de ruptura, relacionando com a largura da fenda palpebral e a exoftalmia em pacientes com oftalmopatia de Graves. MÉTODOS: Foram estudados 54 olhos de 27 pacientes com oftalmopatia de Graves, tanto em fase inflamatória quanto em fase crônica. A avaliação consistiu de análise qualitativa do filme lacrimal pelo corante rosa bengala por meio da classificação de van Bijsterveld, análise da estabilidade do filme lacrimal pelo tempo de ruptura, medida da largura da fenda palpebral e exoftalmometria. A análise estatística foi realizada com o teste do Qui-quadrado. RESULTADOS: Entre os 27 pacientes estudados, 77,8% eram do sexo feminino e 22,2% do masculino. A idade média foi de 44,26 anos (DP 12,67). O tempo médio de doença foi de 5,85 anos (DP 4,47) e o de oftalmopatia foi de 5,81 anos (DP 5,37). Dos 54 olhos em estudo, 37% apresentaram teste positivo pela escala de graduação de van Bijsterveld, 33,3% tempo de ruptura do filme lacrimal menor que 5 segundos, 57,4% largura da fenda palpebral maior que 11 mm e 55,6% exoftalmometria maior que 19 mm. Quando relacionamos o tempo de ruptura do filme lacrimal menor que 5 segundos com a largura da fenda palpebral maior que 11 mm encontramos odds ratio igual a 11...

Auto-estima na forma inativa da oftalmopatia de Graves

Magalhães,Carlos Henrique de Toledo; Pereira,Max Domingues; Manso,Paulo Góis; Veiga,Daniela Francescato; Novo,Neil Ferreira; Ferreira,Lydia Masako
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 PT
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106.77%
OBJETIVOS: Avaliar a auto-estima dos pacientes com oftalmopatia de Graves na fase inativa. MÉTODOS: Foram avaliados 30 pacientes portadores de oftalmopatia de Graves, eutireoideanos, na fase inativa, com idade variando entre 26 e 65 anos, média 43 ± 11,0 anos, denominado grupo estudo e 39 indivíduos que não apresentavam oftalmopatia de Graves, com idade variando entre 18 e 67 anos, média de 41 ± 13,4 anos, selecionados na população geral denominado grupo controle. Para avaliar a auto-estima foi utilizada a escala de auto-estima Rosenberg Unifesp-EPM aplicada por meio de entrevista. Os valores dos escores de auto-estima nos dois grupos estudados foram comparados pelo teste não paramétrico de Mann-Whitney. O mesmo teste foi aplicado com objetivo de comparar os resultados obtidos no grupo oftalmopatia de Graves considerando a gravidade da doença. RESULTADOS: Não foi observada alteração com significância estatística na auto-estima dos pacientes com oftalmopatia de Graves (p=0,057). O grupo estudo apresentou, em média, valores inferiores de auto-estima, comparado ao grupo controle. Não houve diferença da auto-estima entre os pacientes dos subgrupos leve e moderado-grave (P=0,2710). CONCLUSÃO: A oftalmopatia de Graves na fase inativa não afetou a auto-estima dos pacientes...

Prolapso de gordura orbitária e oftalmopatia de Graves

Teixeira,Kim-Ir-Sen Santos; Feres,Rachel Campêlo; Pereira,Gustavo Maurílio do Nascimento Garcia; Moreira,Marise Amaral Rebouças; Andrade,Dorislay Barbosa de Sousa Camargo
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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116.72%
Relatam-se dois casos clínicos de prolapso de gordura orbitária, sendo um associado à oftalmopatia de Graves. Os pacientes apresentavam em comum exame clínico com elevação na região temporal da órbita direita e aumento da gordura intraorbitária na tomografia computadorizada de órbitas. No caso da paciente com oftalmopatia de Graves observou-se também aumento do volume da musculatura orbital no exame de imagem. O trabalho busca incluir a oftalmopatia de Graves, quando nesta ocorre aumento da gordura orbital como diagnóstico diferencial do prolapso de gordura orbitária.

Espessamento do tendão muscular na oftalmopatia de Graves

Abreu,Elvira Barbosa
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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106.72%
OBJETIVO: Estudar a frequência do espessamento do tendão muscular em pacientes com oftalmopatia de Graves buscando estabelecer correlações com as diferentes formas clínicas da doença. A diversidade clínica e laboratorial na oftalmopatia de Graves pode levar à confusão quanto ao diagnóstico, conduta e prognóstico. Os achados radiológicos variam desde o aumento isolado do tecido adiposo até o espessamento da musculatura extraocular, caracteristicamente poupando os tendões. Em 2004,no entanto, Ben Simon descreveu o espessamento do tendão muscular na oftalmopatia de Graves. MÉTODOS: Foram avaliados 20 pacientes, de ambos os sexos, com idades entre 20 e 80 anos, com formas clínicas designadas como :forma benigna (retração palpebral),forma intermediária (diplopia na posição primária do olhar) e forma maligna ou infiltrativa (sinais de comprometimento do nervo óptico).Todos os pacientes foram submetidos à tomografias computadorizadas de órbita. Os pacientes estavam eutiroideanos, há pelo menos um ano. Os padrões tomográficos foram estudados e divididos em dois grupos: com e sem espessamento dos tendões da musculatura extraocular. RESULTADOS: Uma relação estatisticamente significativa entre espessamento do tendão e a forma clínica intermediária foi encontrada (p <0...

Descompressão endoscópica orbitária na oftalmopatia de Graves

Lima,Wilma Terezinha Anselmo; Perches,Mateus; Valera,Fabiana Cardoso Pereira; Demarco,Ricardo Cassiano
Fonte: ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial Publicador: ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2006 PT
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86.15%
A orbitopatia de Graves pode levar à exoftalmia significativa com alterações cosméticas até à própria perda visual. O tratamento cirúrgico desta doença era então realizado através de descompressão orbitária por via externa. Entretanto, técnicas minimamente invasivas através da descompressão orbitária por via endoscópica agora são possíveis, possibilitando a remoção da parede medial e inferior da órbita sem a realização de incisões cutâneas ou gengivais, permitindo a redução média da proptose comparável com as técnicas externas. Este artigo de revisão tem por objetivo descrever os passos técnicos em detalhe, enfocando suas vantagens e desvantagens. A descompressão orbitária por via endoscópica é um procedimento seguro e efetivo para o tratamento da exoftalmia tireoideana.

Apresentação atípica da oftalmopatia de Graves

Rodrigues,Flávia Marques; Fonseca Junior,Nilson Lopes da; Rehder,José Ricardo Carvalho Lima; Fernandez,Celso Lopez; Sugano,Debora Mayumi
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 PT
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106.61%
RESUMO A oftalmopatia de Graves é a doença orbitária mais comum e acomete 25 a 50% dos pacientes portadores da Doença de Graves e é mais frequente no sexo feminino, entre a segunda e quinta décadas de vida. A doença apresenta uma fase aguda e uma crônica, evoluindo lenta e progressivamente até estabilizar, sendo raros os casos de resolução espontânea. O tratamento dependerá da fase em que a doença se encontra e está baseado principalmente na corticoterapia via oral e endovenosa e/ou radioterapia, sendo a colchicina empregada em casos isolados. No seguinte relato de caso, abordaremos uma forma atípica de manifestação clínica da Oftalmopatia de Graves em paciente eutireoideia com anticorpos negativos na sua apresentação inicial.

Radiation therapy for Graves' ophthalmopathy: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials; Radioterapia para oftalmopatia de Graves: uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados e controlados

Viani, Gustavo Arruda; Boin, André Campiolo; De Fendi, Ligia Issa; Fonseca, Ellen Carrara; Stefano, Eduardo Jose; Paula, Jayter Silva de
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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96.36%
PURPOSE: To evaluate the efficacy of radiotherapy (RT) with total dose of 20 Gy (RT 20 Gy) in the treatment of Graves' ophthalmopathy. METHODS: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials was performed comparing RT 20 Gy with or without glucocorticoid to clinical treatments for Graves' ophthalmopathy. The MEDLINE, EMBASE, Cochrane Library databases and recent relevant journals were searched. Relevant reports were reviewed by two reviewers. Response to radiotherapy was defined as clinical success according to each trial. We also evaluated the quality of life and whether RT to produce fewer side effects than other treatments. RESULTS: A total of 8 randomized controlled trials (439 patients) were identified. In the subgroup analysis, the overall response to treatment rates was better for: RT 20 Gy plus glucocorticoid vs glucocorticoids alone, OR=17.5 (CI95% 1.85-250, p=0.04), RT 20 Gy vs sham RT, OR= 3.15 (CI95%1.59-6.23, p=0.003) and RT 20Gy plus intravenous glucocorticoid vs RT 20Gy plus oral glucocorticoid, OR=4.15(CI95% 1.34-12.87, p=0.01). There were no differences between RT 20 Gy versus other fractionations and RT 20 Gy versus glucocorticoid alone. RT 20 Gy with or without glucocorticoids showed an improvement in diplopia grade...

Eficácia das terapias convencionais (Pentoxifilina e Nicotinamida/Alopurinol) comparadas a metilprednisolona intravenosa no tratamento da oftalmopatia de Graves

Fernandes, Leonardo Parr dos Santos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 139 f.
POR
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96.58%
Pós-graduação em Fisiopatologia em Clínica Médica - FMB; A oftalmopatia de Graves (OG) se constitui em uma das manifestações clínicas mais marcantes da Doença de Graves. Mais freqüente em mulheres, pode atingir qualquer faixa etária e produzir alterações negativas na qualidade de vida dos pacientes acometidos. Trata-se de doença auto-imune cuja fisiopatologia centra-se em atividade inflamatória desencadeada por diversos antígenos presentes nos tecidos extra-ocular, com infiltrado linfocitário importante, adipogênese e produção de glicosaminoglicanos levando ao aspecto típico de inflamação e proptose. Os casos mais leves podem ser tratados com medidas locais, enquanto que casos mais graves, frequentemente, recebem terapia com glicocorticoides, particularmente pulsoterapia com metilprednisolona. O objetivo deste estudo foi comparar o uso de dois esquemas terapêuticos (associação de nicotinamida/alopurinol ou pentoxifilina por via oral) com a terapia padrão (corticóide em pulsoterapia). Foram recrutados pacientes portadores de OG classificados como moderada ou moderadamente grave e em atividade (definidos pelo NO SPECS e CAS) , distribuídos em três grupos de tratamento, a saber : G1- Pentoxifilina , G2- Nicotinamida/Alopurinol e G3- Metiprednisolona em pulsoterapia...

Perfil genetico de risco para doença de Graves e para a oftalmopatia de Graves em uma população brasileira; Genetic profile of risk to Graves' disease and Graves' ophthalmology in a Brazilian population

Roberto Bernardo dos Santos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2009 PT
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106.85%
A Doença de Graves é um processo imunológico em que a combinação de fatores genéticos e ambientais é fundamental. Vários genes têm sido propostos como envolvidos no desenvolvimento da doença, particularmente os genes do sistema HLA e os polimorfismos do gene CTLA-4. Com relação à Oftalmopatia de Graves, além dos fatores genéticos, o tabagismo é conhecido como um importante fator de seu desenvolvimento. Nós previamente demonstramos que a herança de polimorfismos em genes relacionados ao metabolismo e detoxificação de xenobióticos, além de genes relacionados a apoptose celular, como TP53, tem uma importante ação na suscetibilidade para essas doenças. Nosso objetivo foi determinar as relações entre o polimorfismo do gene CTLA-4 região promotora -318, CYP1A1m1, GSTP1 e 72TP53 e os riscos para Doença de Graves e Oftalmopatia de Graves. Avaliar a relação entre fatores clínicos (idade, sexo, etnia, tabagismo, tamanho do bócio), laboratoriais (TSH, T4livre, T3total, ANTITPO, antiTg, TRAb), de imagem (captação tiroidiana com tecnécio ou iodo131) e de tipo de tratamento (radioiodo, drogas antitiroidianas e cirurgia) . Estudamos um total de 193 pacientes com Doença de Graves comparados com 200 indivíduos-controle...

Manifestaciones clínicas de la oftalmopatía tiroidea

Fernández-Hermida,R. V.; Pinar,S.; Muruzábal,N.
Fonte: Anales del Sistema Sanitario de Navarra Publicador: Anales del Sistema Sanitario de Navarra
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2008 SPA
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76.7%
La oftalmopatía es una manifestación común de la enfermedad tiroidea autoinmune. El edema periorbitario, la retracción palpebral, el exoftalmos y las alteraciones visuales son signos y síntomas frecuentes. De un 25 a un 50% de los pacientes con hipertiroidismo de Graves tendrán algunas manifestaciones de oftalmopatía. Todos los síntomas clínicos visuales significativos y los hallazgos de los pacientes con oftalmopatía de Graves pueden ser englobados dentro de dos fenómenos: el engrosamiento del espacio retrobulbar debido al depósito de glicosaminoglicanos (GAG) o a la restricción de la motilidad extraocular, que se atribuye a un engrosamiento inicial y posterior fibrosis. Los pacientes con enfermedad de Graves típicamente se quejan de dolor ocular o periocular, lagrimeo, fotofobia, visión borrosa, diplopia, o percepción cromática alterada. A la exploración, muestran congestión orbitaria, proptosis, neuropatía óptica, restricción de la motilidad ocular extrínseca, ejes visuales divergentes, exposición corneal, retracción palpebral y edema periorbitario. En este trabajo se describen las principales manifestaciones clínicas de la oftalmopatía de Graves con el objetivo de establecer unas clasificaciones medibles y reproducibles que puedan ser empleadas en la clínica diaria para objetivar cambios y guiar y adecuar la terapia. Finalmente...

Exacerbación de orbitopatía tiroidea después de una anestesia retrobulbar

Asensio Sánchez,VM; Narros Giménez,A; Carrasco,E
Fonte: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología Publicador: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/11/2004 SPA
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86.55%
Caso clínico: Se describe el caso de una paciente de 71 años con oftalmopatía tiroidea estable que desarrolló una forma grave de Graves después de una anestesia retrobulbar para cirugía de catarata. Discusión: En un paciente con oftalmopatía de Graves, la presión local en el compartimento retrobulbar puede agravar la oftalmopatía.

Tratamiento de la enfermedad de graves con análogos de la somatostatina: caso clínico

Coloma-González,I.; Mengual-Verdú,E.; Domínguez-Ecribano,J.R.; Hueso-Abancens,J.R.
Fonte: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología Publicador: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2007 SPA
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86.37%
Caso clínico: Se presenta la evolución de un paciente con oftalmopatía de Graves (OG) tratado con análogos de la somatostatina, así como las indicaciones, pauta y resultados obtenidos. Discusión: Son pocas las opciones terapéuticas efectivas para el manejo de la oftalmopatía asociada a disfunción tiroidea de origen autoinmune. Los análogos de la somatostatina inhiben la proliferación y activación de los linfocitos, y se acumulan en el tejido orbitario durante la fase activa de la enfermedad oftálmica. Así, nos permitieron en el caso presentado llegar a la fase inactiva de la enfermedad sin secuelas importantes.

Gammagrafía con octreótido en la orbitopatía distiroidea

Aguirre-Balsalobre,F.; Mengual-Verdú,E.; Muñoz-Acosta,JM.; Martínez-Caballero,A.; Caballero-Carpena,O.; Hueso-Abacens,J.R.
Fonte: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología Publicador: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2007 SPA
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66.49%
Introducción: La enfermedad de Graves es una enfermedad de base autoinmune en la cual existe una infiltración por linfocitos activados en el tejido retroorbitario. Estos linfocitos activados se caracterizan por aumentar la expresión de receptores de somatostatina en su superficie que median la respuesta inflamatoria. Objetivo: Valorar la efectividad de la gammagrafía con 111In-octreótido en la identificación de actividad orbitaria en la Enfermedad de Graves y valorar qué pacientes son subsidiarios de recibir tratamiento con análogos de la somatostatina, así como su evolución con el tratamiento, según un protocolo establecido con el Servicio de Medicina Nuclear. Métodos: Se estudió un grupo de dieciocho pacientes con oftalmopatía tiroidea sintomática de dos meses a cuatro años de evolución. Se les inyectó 6 mCi de 111In-octreótido vía endovenosa siendo estudiados mediante SPECT a las cuatro y veinticuatro horas. Cuatro enfermos, todos en fase activa, mostraron captación orbitaria, por lo que fueron tratados con lanreotida 60 mg cada quince días. Se controló a estos pacientes a los tres meses con un nuevo estudio clínico-gammagráfico. Resultados: En nuestra serie, de los cuatro pacientes que presentaron receptores...

La enfermedad de Graves, signos y síntomas

Young,P.; Finn,B. C.; Bruetman,J. E.
Fonte: Anales de Medicina Interna Publicador: Anales de Medicina Interna
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2007 SPA
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76.19%
La enfermedad de Graves es la causa más común de hipertiroidismo, es de patogenia autoinmune. Se distingue clínicamente de otras formas de hipertiroidismo por la presencia de bocio difuso, oftalmopatía y ocasionalmente mixedema pretibial. En este artículo describimos la vida y obra de Robert Graves, realizando posteriormente una revisión de los signos y síntomas de la enfermedad. En el mundo de la medicina actual, en donde la tecnología juega un rol preponderante, queremos recordar la importancia de la anamnesis y el examen físico como herramienta indispensable del clínico.

Oftalmopatía distiroidea asociada a hipotiroidismo

Maciá-Bobes,C.; Ronzón-Fernández,A.
Fonte: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología Publicador: Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2007 SPA
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66.59%
Caso clínico: La oftalmopatía por enfermedad de Graves (exoftalmos, infiltración muscular y palpebral) se asocia casi sistemáticamente a hipertiroidismo. Paciente diagnosticada de hipotiroidismo subclínico y tratada adecuadamente con tiroxina oral. Unos meses después desarrolla un exoftalmos bilateral y simultáneamente presenta anticuerpos séricos anti-receptor de TSH positivos. Se suspende entonces el tratamiento con tiroxina, y se comprueba que el hipotiroidismo ha progresado hasta hacerse primario. Se establece el diagnóstico de enfermedad de Graves hipotiroidea. Discusión: El diagnóstico se basó en la existencia de la oftalmopatía y los anticuerpos positivos, ambos específicos de la enfermedad de Graves. La coexistencia de hipotiroidismo es excepcional, pero posible.

Características clínicas, perfil hormonal y marcadores de autoinmunidad de pacientes con enfermedad de Graves.

Cieza Diaz,Deysy; Centeno Clemente,Carmen; Pinto Valdivia,Miguel
Fonte: Revista Medica Herediana Publicador: Revista Medica Herediana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 ES
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66.16%
Objetivo: Describir las características clínicas, el perfil hormonal y los marcadores de autoinmunidad de pacientes con enfermedad de Graves (EG), atendidos en el servicio de endocrinología de un hospital general. Material y métodos: Estudio descriptivo, retrospectivo de pacientes con diagnóstico de EG atendidos en el servicio de endocrinología del Hospital Nacional Cayetano Heredia durante el año 2005. Los pacientes fueron identificados utilizando el Registro Diario de Atención y Otras Actividades del consultorio externo. Para el análisis estadístico se utilizó el programa SPSS versión 12,0. Resultados: Se revisaron 111 historias clínicas. La edad promedio fue de 40,6 ± 14 años. El 71,2% eran mujeres. El 20,7% tenía antecedente familiar de otra enfermedad autoinmune. El tiempo de enfermedad promedio antes de la consulta fue 18,9 ± 30,4 meses. Los síntomas más frecuentes fueron: tremor, piel delgada, palpitaciones y baja de peso. El peso promedio de la glándula tiroides estimado por palpación fue 69 ± 27,5 gr, 38,7% presentaba exoftalmos y 18,9% mixedema pretibial. El perfil hormonal mostró TSH suprimida, T4 libre y T3 total elevados. El 86,7% de los casos tenía autoanticuerpos anti-peroxidasa tiroidea (anti-TPO) positivo. En 95...