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Aspectos relacionados à presença de fungos toxigênicos em uvas e ocratoxina A em vinhos

Welke, Juliane Elisa; Hoeltz, Michele; Noll, Isa Beatriz
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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A colonização dos Aspergillus da secção Nigri nas uvas durante o cultivo é a principal fonte de ocratoxina A (OTA) nos vinhos. A. carbonarius e A. niger são os principais produtores desta micotoxina em uvas e são fungos oportunistas que, se desenvolvem, principalmente, nas bagas danificadas durante seu amadurecimento. A produção de OTA em uvas é influenciada pelas condições climáticas e áreas geográficas, bem como pela variedade de uva, pelo sistema de cultivo e pelos danos causados nas uvas por insetos, infecção fúngica ou excesso de irrigação e chuva. As medidas para o controle de fungos toxigênicos devem considerar esses pontos críticos de controle. A OTA presente nas uvas é transferida para o vinho durante o processo de vinificação, sendo que um aumento na concentração de OTA ocorre após a maceração das uvas. Durante o envelhecimento do vinho, observa-se que a toxina permanece estável, pois a mesma concentração de OTA é encontrada no vinho após um ano de armazenamento. Boas práticas de produção, como, por exemplo, a seleção e separação dos cachos de uva com desenvolvimento fúngico visível auxilia, consideravelmente, na redução dos níveis de contaminação por fungos produtores de OTA...

Ocratoxina A em alimentos e bebidas: uma revisão bibliográfica

Duarte, Thamara de Lemos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Micotoxinas são metabólitos secundários produzidos por fungos filamentosos em diferentes etapas dos manejos pré e pós-colheita. Entre as micotoxinas conhecidas atualmente, destaca-se a ocratoxina A, pela sua característica carcinogênica, nefrotóxica e teratogênica em animais, além de um possível carcinógeno humano. A sua presença em qualquer alimento ou bebida é indesejável, tanto do ponto de vista da saúde quanto economicamente. O Brasil é um grande produtor e consumidor de alimentos e bebidas comumente contaminados por esta micotoxina, destacando-se o café, a uva e seus derivados e alguns cereais. Além da questão da saúde pública, a contaminação desses produtos constitui um sério problema para as exportações uma vez que, países importadores têm limites regulatórios definidos, os quais até o momento, o Brasil não dispõe. Uma das características marcantes da ocratoxina A é sua estabilidade à maioria dos processamentos utilizados na fabricação dos mais variados alimentos e bebidas e sua eliminação total é impraticável. Por isso, a prevenção da contaminação fúngica e conseqüente formação da micotoxina é a principal forma de evitar possíveis problemas econômicos e para a saúde dos consumidores.

Determinação de ocratoxina A em vinhos da região sul do Brasil através da cromatografia em camada delgada com detector de carga acoplada

Teixeira, Tádzio Ribeiro
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O desenvolvimento de fungos do gênero Aspergillus e Penicillium em uvas destinadas a produção de vinho pode levar a contaminações por Ocratoxina A (OTA), uma micotoxina internacionalmente conhecida como nefrotóxica e possivelmente carcinogênica para humanos. O experimento realizado avaliou a presença de ocratoxina A, através da Cromatografia em Camada Delgada (CCD) com Detector de Carga Acoplada (DCA), em 88 vinhos da região Sul do Brasil, referentes à safra 2009. As amostras estavam divididas em 75 oriundas do Rio Grande do Sul, 9 de Santa Catarina e 4 do Paraná, 56 da variedade Cabernet Sauvignon e 32 da variedade Merlot. A OTA foi determinada através de imagens adquiridas sob luz UV e quantificada através da utilização do software ImageJ. Duas formas de limpeza foram testadas para recuperação. A média de recuperação com coluna de imunoafinidade foi de 82,33%. Recuperação média para análise com limpeza por NaHCO3 1,25% foi de 76,95%. Os limites de quantificação e detecção foram 0,8 μg/L e 0,2 μg/L, respectivamente. Os resultados apresentaram 5 amostras contaminadas por OTA, com incidência de 5,68%. A variedade Cabernet Sauvignon apresentou 3 amostras positivas e a Merlot 2 amostras. A maior concentração encontrada foi de 0...

Cromatografia em camada delgada com detector de carga acoplada na determinação de Ocratoxina A em vinhos nacionais e importados

Monezzi, Laurita Pinto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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A ocratoxina A (OTA) é um metabólito secundário produzido por espécies de fungos filamentosos pertencentes aos gêneros Penicillium e Aspergillus. Essa micotoxina tem demonstrado efeitos tóxicos em animais, dentre eles a nefrotoxicidade e é classificada pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) como possivelmente carcinogênica para humanos. Vários estudos em diferentes partes do mundo têm mostrado que os vinhos podem conter essa substância. O nível máximo de OTA permitido pela legislação Europeia e estabelecido no Brasil pela RDC nº7 de 2011 em vinhos é de 2 μg/l. A exposição à OTA através de alimentos contaminados traz problemas à saúde dos consumidores, além de acarretar grandes perdas econômicas ao setor produtivo. A presença da micotoxina em vinhos produzidos na América do Sul foi determinada através da técnica de Cromatografia em Camada Delgada com Detector de Carga Acoplada. O método se mostrou suficientemente sensível para análise da micotoxina em vinho, com recuperação de 84,48% para vinhos tintos e 93,33% para vinhos brancos. Os limites de detecção e quantificação foram 0,13 μg/l e 0,4 μg/l, respectivamente. Nenhuma das 181 amostras analisadas apresentou contaminação por OTA. Essa baixa ocorrência contribui...

Determinación de ocratoxina-a por hplc con detección por fluorescencia (hplc-fl) : un nuevo método estandarizado para muestras de trigo; Ochratoxin-a determination by hplc with Fluorescence detection (hplc-fl) : a new Standardization method for wheat samples

Teixeira, Mário Lettieri; Pertuzzatti, Daiane; Leite, Débora Carneiro; Oliveira, Luis Flavio Souza de; Fuentefria, Alexandre Meneghello
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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37.4%
El objetivo principal de este estudio fue evaluar la presencia de Ocratoxina-A (OTA) en los granos del trigo y harina del trigo realizadas por un nuevo método de determinación que usa la cromatografía líquida de alta resolución (CLAR) acoplada al descubridor del fluorimetrio. El experimento usó seis muestras de grano de trigo del lugar del almacenamiento diferente a la industria local de Chapeco (SC), Brasil Sur, en agosto, 2008. El extracto de OTA era llevado a cabo usando el acetonitrila:agua (120:80 v/v) como solventes. Después el suprenadante fue filtrado, y aplicado en la columna del inmunoafinidad específica a OTA. Además, la columna se lavó con agua y la toxina era el eluido con el metanol. La determinación del OTA se realizó por detección de fluorescencia acoplado al aparato de HPLC. Los volúmenes de OTA en los granos del trigo y harina del trigo eran entonces los determínate y los resultados mostraron una concentración de OTA menor que los límites exigidos por la legislación internacional.; The main objective of this study was to evaluate the presence of Ochratoxin A (OTA) in wheat grains and wheat flour samples using a new high performance liquid chromatography (HPLC) method. The experiment used six wheat grain samples from different industry storage place from Chapeco (SC)...

Efeitos de Produto de Exclusão Competitiva na Prevenção dos Efeitos Tóxicos da Ocratoxina A em Frangos

Santin, E; Maiorka, A; Gama, NMSQ; Dahlke, F; Krabbe, EL; Paulillo, AC
Fonte: Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas Publicador: Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 185-191
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Esse experimento foi realizado com o objetivo de avaliar a ação de produto de exclusão competitiva (EC) sobre os efeitos da ocratoxina A (OA). As aves alimentadas com 2 ppm de OA na dieta reduziram significativamente o consumo de ração e ganho de peso, além de apresentarem pior conversão alimentar quando comparadas às aves não expostas à OA na dieta. O emprego da EC no primeiro dia de vida não minimizou esses efeitos, bem como não afetou os parâmetros zootécnicos estudados. Aves alimentadas com OA apresentaram diminuição nos títulos vacinais contra o vírus da doença de Newcastle, evidenciando-se assim a interferência dessa micotoxina na resposta imune humoral de frangos de corte. de outra forma, a EC não interferiu na resposta imune humoral de frangos de corte vacinados contra a doença de Newcastle. Tanto a AO como a EC não alteraram os dados de altura de vilo, profundidade de cripta e relação vilo:cripta nas aves aos sete dias de idade quando comparados àqueles do grupo controle na mesma idade; This experiment aimed at evaluating the action of competitive exclusion (CE) on the effects of ochratoxin A (OA). Birds fed 2ppm OA in the diet had significant lower feed intake, weight gain, and feed conversion than birds not exposed to OA in the diet. The use of CE on the first day of age did not minimize these effects nor the performance parameters studied. Birds fed OA has lower vaccinal titers of Newcastle disease virus...

Incidência de ocratoxina A em café torrado e moído e em café solúvel consumido na cidade de Belo Horizonte, MG

PRADO,Guilherme; OLIVEIRA,Marize Silva de; ABRANTES,Fabiana Moreira; SANTOS,Luciana Gonçalves dos; VELOSO,Thaís; BARROSO,Rita Elaine de Souza
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2000 PT
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A ocorrência de ocratoxina A foi verificada em amostras de café solúvel e café torrado e moído, comercializados em Belo Horizonte/MG, no período de outubro/1998 a maio/1999. O método usado para a determinação de ocratoxina A foi a cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) em combinação com cromatografia de imunoafinidade. Os valores de recuperação e coeficiente de variação de ocratoxina A foram superiores a 73% e inferiores 15%, respectivamente. As amostras de café solúvel e café torrado e moído, continham níveis de ocratoxina A entre 0,31 e 1,78ng/g e 0,99 e 5,87ng/g, respectivamente. Os resultados revelaram que o café não apresenta níveis de contaminação significativos.

Incidência de fumonisina B1, aflatoxinas B1, B2, G1 e G2, ocratoxina A e zearalenona em produtos de milho

Kawashima,Luciane Mie; Valente Soares,Lucia Maria
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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Levantamentos de ocorrência de micotoxinas em alimentos foram realizados nas últimas duas décadas nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Levantamentos em alimentos comercializados em outras regiões têm-se limitado a aflatoxinas em amendoim e castanhas do Brasil. O presente trabalho pesquisou a presença de fumonisina B1, aflatoxinas B1, B2, G1 e G2, ocratoxina A e zearalenona em 74 amostras de produtos a base de milho adquiridas no comércio da cidade de Recife, PE, durante o período de 1999 a 2001. Fumonisina B1 foi determinada por cromatografia líquida de alta eficiência com detecção por fluorescência e as demais toxinas foram determinadas por cromatografia em camada delgada. Fumonisina B1 foi encontrada em 94,6% das amostras em concentrações variando de 20 a 8600 µg/kg. Apenas 5 amostras continham aflatoxina B1 e o teor máximo encontrado foi 20 µg/kg. Duas amostras ultrapassaram o limite de 20 µg/kg para a somatória das aflatoxinas B1, B2, G1 e G2 (farinha de milho pré-cozida com 21,5 µg/kg e quirera (xerém) com 23,3 µg/kg). As aflatoxinas G1 e G2, ocratoxina A e zearalenona não foram detectadas em nenhuma das amostras. Todas as amostras contaminadas com aflatoxinas também apresentaram fumonisina B1.

Implicações do fungo Aspergillus niger var. niger sobre o crescimento de isolados de Aspergillus da seção Circumdati e produção de Ocratoxina a

Nasser,Patrícia Prado; Souza,Sara Maria Chalfoun de; Batista,Luís Roberto; Mercer,Juliane Rezende
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 PT
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37.59%
Buscando esclarecimento a respeito da inibição ou estímulo na produção de ocratoxina A (OTA) e no crescimento dos fungos ocratoxigênicos por fungos que também ocorrem naturalmente associados aos grãos de café, com o presente estudo avaliou-se o efeito inibitório do fungo Aspergillus niger var. niger EcoCentro 1181-01(“inibidor”) e seu filtrado, sobre o crescimento de isolados de Aspergillus da seção Circumdati e produção de ocratoxina A. O isolado atoxigênico do fungo “inibidor”, selecionado como possível antagonista para espécies toxigênicas do gênero Aspergillus da seção Circumdati, apresentou um efeito positivo inibidor sobre os índices de velocidade de crescimento micelial em relação aos demais isolados testados. A ação antagonista do fungo “inibidor” associado a grãos de café pode ser um dos fatores responsáveis pelos níveis reduzidos de OTA detectados nas amostras analisadas.

Incidência de ocratoxina A em diferentes frações do café (Coffea arabica L.): bóia, mistura e varrição após secagem em terreiros de terra, asfalto e cimento

Batista,Luís Roberto; Chalfoun,Sara Maria
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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A incidência de ocratoxina A foi estudada em café mistura, bóia e varrição secas em três tipos de terreiro: terra, cimento e asfalto. Foram analisadas 238 amostras coletadas em 11 municípios da região sul do Estado de Minas Gerais, sendo 35 bóia, 97 - mistura e 106 varrição. Das amostras analisadas, em 40% não foi detectada a presença de ocratoxina A, em 31%, foram detectadas a presença de ocratoxina A em níveis que variaram de 0,1 a 5,0 µg/Kg de café. Estes resultados demonstram que 169 amostras (71%) analisadas estariam dentro dos limites em estudo da Legislação Européia que regulamenta a concentração máxima de ocratoxina A em grãos de café torrado. As espécies de Aspergillus identificadas como produtoras de ocratoxina A foram Aspergillus ochraceus, A. sclerotiorum e A. sulphureus. Os níveis de contaminação de ocratoxina A em grãos de café foram maiores na fração varrição e nas frações bóia e mistura, secas em terreiro de terra. Os resultados deste estudo concluem que o terreiro de terra aumenta o risco de contaminação com ocratoxina A em grãos de café. A fração varrição devido aos riscos de exposição a ocratoxina A, deve ser reduzida através da adoção de boas práticas agrícolas e não ser utilizada para fins de consumo humano e animal.

Ocratoxina A: análise da qualidade de vinhos brasileiros e importados

Hoeltz,Michele; Monezzi,Laurita Pinto; Manfroi,Vitor; Noll,Isa Beatriz; Dottori,Horacio Alberto
Fonte: Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL Publicador: Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2012 PT
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Estudos em diferentes partes do mundo mostraram que o vinho pode conter Ocratoxina A, uma micotoxina com propriedades nefrotóxicas e carcinogênicas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a presença de Ocratoxina A em vinhos brasileiros e importados, utilizando-se a técnica de cromatografia em camada delgada com detector de carga acoplada. Foram analisadas 63 amostras de vinhos tintos brasileiros, argentinos, uruguaios e chilenos. O método se mostrou suficientemente sensível para análise da micotoxina em vinho, com recuperação de 99%. Os limites de detecção e quantificação foram 0,2 e 0,4 µg.L- 1, respectivamente. Não foi constatada a presença de Ocratoxina A em nenhuma das 63 amostras analisadas. A baixa ocorrência dessa micotoxina registrada neste estudo está de acordo com trabalhos semelhantes já realizados e contribui, de certa forma, para a comprovada qualidade do vinho, produzido principalmente no sul do Brasil, além de garantir a saúde da população consumidora desses produtos.

Influência do processamento e defeitos do café na incidência e ocorrência de Ocratoxina A.

VARGAS, E. A.; SILVA, F. B.; SANTOS, E. A.; SOUZA, S. M. C.; SOUZA, S. E.; CORRÊA, T. B. S.; FRANÇA, R. C. A.; AMORIM, S. S.; PFENNING, L. H.; BATISTA, L. R.; PEREIRA, R. T. G.; NOGUEIRA, M. D.; NACIF, A. P.; CESAR JUNIOR, P.
Fonte: In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 4., 2005, Londrina. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2005. Publicador: In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 4., 2005, Londrina. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2005.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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37.59%
762 amostras de café (1kg) ? em sua maioria café arábica processado (beneficiado) oriundos de diferentes estágios da pré e pós colheita ? foram coletados em diferentes regiões do Brasil de acordo com um questionário sobre o histórico da amostra. 60 amostras, entre as 762, foram classificadas e separadas por defeitos, de acordo com a Classificação Brasileira, em 1317 tipos de defeitos: preto, ardido, brocado, brocado azulado, malformado, concha e miolo de concha, verde, melado, dentre outros. Todas as 762 amostras e as frações de defeitos (446 subamostras) foram analisadas para ocratoxina A e a influência e o impacto do processamento do café e a presença de defeitos na contaminação de ocratoxina A foram determinados.; 2005

Desenvolvimento e validação de metodologia na detecção e quantificação de ocratoxina a no café verde e torrado utilizando cromatografia líquida acoplada aespectrometria de massas aplicando os conceitos da metrologia química

Bandeira, Raquel Duarte da Costa Cunha
Fonte: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Publicador: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Tipo: Tese
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37.8%
120 f. : il., tab.; O café constitui uma matriz extremamente complexa e tem importante papel na economia mundial, especialmente nos países produtores e exportadores como o Brasil. No entanto tem sido alvo de barreiras técnicas devido a uma substância denominada ocratoxina A, micotoxina potencialmente nefrotóxica e nefrocarcinogênica encontrada em muitos alimentos inclusive o café. O presente trabalho tem como objetivo implantar os conceitos da metrologia química no desenvolvimento, e validação do método para identificação e quantificação de ocratoxina A no café verde e café torrado estimando a incerteza da medição e utilizando a técnica de Cromatografia Líquida acoplada a Espectrometria de Massas em série (CLAE-EM/EM) seguindo os critérios da diretiva EC-657/2002 e o documento orientativo do Inmetro (DOCCGCRE- 2010). A metodologia de extração baseou-se em Pittet (1998) e os parâmetros cromatográficos foram: fluxo de 0,3 mL/min, fase móvel 80:20 água ácido trifluoroacético 0,05%: metanol ácido trifluoroacético 0,05 %, volume de injeção de 50 PL, com o modo de injeção Full loop e sistema de eluição isocrático. A coluna utilizada foi Synergi Hydro C18. As condições do espectrômetro de massas foram otimizadas e a transição selecionada de acordo com suas energias de colisão foram m/z 404 >358 (-10...

Implicações do fungo Aspergillus niger var. niger sobre o crescimento de isolados de Aspergillus da seção Circumdati e produção de Ocratoxina a

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
PT
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Buscando esclarecimento a respeito da inibição ou estímulo na produção de ocratoxina A (OTA) e no crescimento dos fungos ocratoxigênicos por fungos que também ocorrem naturalmente associados aos grãos de café, com o presente estudo avaliou-se o efeito inibitório do fungo Aspergillus niger var. niger EcoCentro 1181-01( inibidor ) e seu filtrado, sobre o crescimento de isolados de Aspergillus da seção Circumdati e produção de ocratoxina A. O isolado atoxigênico do fungo inibidor , selecionado como possível antagonista para espécies toxigênicas do gênero Aspergillus da seção Circumdati, apresentou um efeito positivo inibidor sobre os índices de velocidade de crescimento micelial em relação aos demais isolados testados. A ação antagonista do fungo inibidor associado a grãos de café pode ser um dos fatores responsáveis pelos níveis reduzidos de OTA detectados nas amostras analisadas.

Incidência de ocratoxina A em diferentes frações do café (Coffea arabica L.): bóia, mistura e varrição após secagem em terreiros de terra, asfalto e cimento

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
PT
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A incidência de ocratoxina A foi estudada em café mistura, bóia e varrição secas em três tipos de terreiro: terra, cimento e asfalto. Foram analisadas 238 amostras coletadas em 11 municípios da região sul do Estado de Minas Gerais, sendo 35 bóia, 97 - mistura e 106 varrição. Das amostras analisadas, em 40% não foi detectada a presença de ocratoxina A, em 31%, foram detectadas a presença de ocratoxina A em níveis que variaram de 0,1 a 5,0 µg/Kg de café. Estes resultados demonstram que 169 amostras (71%) analisadas estariam dentro dos limites em estudo da Legislação Européia que regulamenta a concentração máxima de ocratoxina A em grãos de café torrado. As espécies de Aspergillus identificadas como produtoras de ocratoxina A foram Aspergillus ochraceus, A. sclerotiorum e A. sulphureus. Os níveis de contaminação de ocratoxina A em grãos de café foram maiores na fração varrição e nas frações bóia e mistura, secas em terreiro de terra. Os resultados deste estudo concluem que o terreiro de terra aumenta o risco de contaminação com ocratoxina A em grãos de café. A fração varrição devido aos riscos de exposição a ocratoxina A, deve ser reduzida através da adoção de boas práticas agrícolas e não ser utilizada para fins de consumo humano e animal.

Aspergillus section Nigri em bulbos de cebola : ocorrência, identificação e produção de fumonisina B2 e ocratoxina A; Aspergillus section Nigri in onion bulbs : occurrence, identification and fumonisin B2 and ochratoxin A

Rachel Bertoldo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/09/2015 PT
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38.03%
A cebola é atacada por várias doenças fúngicas no campo e pós-colheita, podendo persistir durante transporte, armazenamento e comercialização. No Brasil, as perdas anuais podem chegar a 50%. Uma das doenças é a do mofo preto, relacionada com os Aspergillus negros. Estes são comumente encontrados em alimentos. Algumas espécies de Aspergillus section Nigri são capazes de produzir micotoxinas, tais como ocratoxina A e fumonisina B2. A ocratoxina A é considerada nefrotoxica, teratogênica e imunotoxina e a fumonisina pode causar edema pulmonar e hidrotórax em suínos, leucoencefalo-malácia em eqüinos e câncer de esôfago em humanos. Este trabalho teve como objetivo isolar e identificar espécies de Aspergillus section Nigri produtores de ocratoxina A e fumonisina B2 em cebola e solo. Foram analisadas 82 amostras: 40 de pós-colheita, 23 de campo e 19 de solo. Para o isolamento dos fungos, foi realizado o plaqueamento direto de 50 pedaços da cebola e casca, em ágar Dicloran 18% Glicerol (DG18), após desinfecção com hipoclorito de sódio. Para as amostras de solo, foi realizada diluição e plaqueamento em superfície em meio DG18. O potencial toxigênico para produção de ocratoxina A pelas espécies foi avaliado em meio Extrato de Levedura Sacarose (YESA)...

Perfil leucocitário de frangos de corte tratados com ocratoxina A

Moura, Marcos de Assis; Departamento de Protozoologia, Laboratório de Toxoplasmose, Instituto Oswaldo Cruz – FIOCRUZ.; Machado, Carlos Henrique; Departamento de Patologia Clínica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).; Pereira, Elizabe
Fonte: Universidade Federal Fluminense Publicador: Universidade Federal Fluminense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; PACV; Artigo Original; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 18/10/2013 POR
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Alterações leucocitárias provocadas pela administração única de baixa dose de ocratoxina A foram avaliadas em 120 pintos deum dia da linhagem comercial de corte Hiyeld/Rezende. Os animais foram separados em três grupos experimentais: grupo 1(n=40) sem tratamento; grupo 2 (n=40) tratado com 40mg/Kg ocratoxina A e grupo 3 (n=40) tratado com solução salinatamponada. As amostras de sangue foram obtidas e analisadas no dia da aplicação, aos sete, 14 e 21 dias de vida. Foiobservada uma redução significativa (p<0,01) de leucócitos mononucleares (linfócitos e monócitos) nas aves tratadas comocratoxina A, caracterizando toxidez aguda decorrente da exposição à baixa dose da micotoxina em aves neonatas, após umaúnica exposição.

La ocratoxina A en alimentos de consumo humano: revisión

Ravelo Abreu,A.; Rubio Armendáriz,C.; Gutiérrez Fernández,A. J.; Hardisson de la Torre,A.
Fonte: Nutrición Hospitalaria Publicador: Nutrición Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2011 SPA
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Introducción: La Ocratoxina A (OTA) es una micotoxina neurotóxica, inmunosupresora, genotóxica, carcinógena y teratogénica de gran actualidad que contamina alimentos de consumo humano, principalmente cereales y derivados, bebidas alcohólicas y productos de molienda (café, cacao). Los niveles de Ocratoxina A en los alimentos están estrechamente relacionados con las condiciones de producción y conservación. Objetivo: Esta revisión tiene como objetivo evaluar la presencia de OTA en diferentes grupos de alimentos, así como actualizar el conocimiento sobre su toxicidad, mecanismo de acción, métodos de análisis utilizados para su detección y cuantificación, y diferentes aspectos sobre su legislación. Método: Se buscaron y seleccionaron, en base a unos criterios de inclusión, artículos y publicaciones relacionados con los mecanismos de acción, toxicidad, análisis y legislación de la OTA en alimentos, publicados en las bases de datos de MEDLINE/PubMed, Scielo, Science Direct, Ebscohost. Resultados: La presencia de OTA sigue observándose en diferentes grupos de alimentos. Los niveles detectados son inferiores a los permitidos por la legislación vigente. Sin embargo, se observa como prácticas agrotecnológicas de producción poco adecuadas y la incorrecta conservación de algunos alimentos siguen constituyendo puntos de control crítico para evitar los riesgos tóxicos derivados de la exposición humana a esta toxina. Conclusiones: Se recomienda fomentar el uso correcto de prácticas agrotecnológicas sobre las materias primas y productos transformados...

Determinación de ocratoxina A en plasma humano y en café de Costa Rica por un método de ELISA

Quintana Guzmán,Eugenia María; Antillón Guerrero,Florencia; Azofeifa Chaves,Jessica
Fonte: Sociedad Latinoamericana de Nutrición Publicador: Sociedad Latinoamericana de Nutrición
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 ES
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Costa Rica no es la excepción en cuanto a la prevalencia de ocratoxina A en plasma, ya que en este estudio se obtuvo la presencia de la micotoxina en el 95% de las 149 muestras estudiadas. También se estudió la presencia de la ocratoxina A en 110 muestras de diferentes marcas de café tostado y molido de las 12 torrefactoras más importantes del país y de 7 supermercados. A excepción de una muestra de café que dio resultados negativos, el resto de muestras analizadas presentaron la micotoxina en cantidades menores a 4000 ng/L o kg. Se trató de encontrar una asociación entre el consumo de café y la presencia de la ocratoxina A en el plasma así como del consumo de cerveza, sin embargo no hubo diferencia estadísticamente significativa en el valor promedio de la micotoxina entre los tomadores y no tomadores de café y tampoco entre los bebedores y no bebedores de cerveza

Niveles de Ocratoxina A y Aflatoxinas totales en cafés de exportación de Panamá por un método de ELISA

Franco,Heriberto; Vega,Aracelly; Reyes,Stephany; De León,Javier; Bonilla,Alexis
Fonte: Sociedad Latinoamericana de Nutrición Publicador: Sociedad Latinoamericana de Nutrición
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 ES
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Se realizó un estudio de las condiciones del procesamiento del café de exportación en 15 beneficios, ubicados en Chiriquí, región occidental de Panamá. Además se analizaron 21 muestras de café procesado (grano verde), provenientes de los beneficios. Las muestras fueron analizadas microbiológicamente y se cuantificaron las Aflatoxinas totales (B1, B2, G1 y G2) y Ocratoxina A (OTA), mediante el método de inmunoafinidad ELISA. Se determinó un límite de detección de 0,017 ng/mL, para la Ocratoxina A, lo que equivale a una concentración de 0,829 μg/kg en la muestra, y un límite de detección de 0,027 ng/mL, para las Aflatoxinas totales, lo que equivale a una concentración de 1,350 μg/kg de Aflatoxinas totales. En la muestra, se encontró que cuatro de las 21 (19%) resultaron positivas a la presencia de Ocratoxina A y tres, a la presencia de Aflatoxinas totales (14%). Las muestras presentaron niveles de Ocratoxina A en el rango de 4,90-37,73 μg/kg; sólo tres de ellas superaron el límite máximo permitido por la Unión Europea, para la concentración de Ocratoxina, que es de 5,0 μg/kg. Las Aflatoxinas totales se encontraron en el rango de 1,51- 1,93 μg/kg, por debajo de los 10 μg/kg, que es el límite máximo permitido en el café por la Unión Europea. Los resultados nos indican que el procesamiento de café producido en Panamá cumple satisfactoriamente con los estándares internacionales de manejo poscosecha...