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Avaliação da função e da histopatologia pulmonar em modelo experimental de inflamação pulmonar alérgica crônica: efeitos da redução da função colinérgica em camundongos geneticamente modificados; Evaluation of lung function and histopathology in an experimental model of chronic allergic pulmonary inflammation: effects of reduced cholinergic function in genetically modified mice

Miranda, Claúdia Jeane Claudino de Pontes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/06/2012 PT
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26.84%
INTRODUÇÃO: A Asma Brônquica é caracterizada por obstrução ao fluxo aéreo, reversível ou não, e processo inflamatório pulmonar, caracterizado principalmente por eosinofilia. A persistência da inflamação pode induzir processo de reparo pulmonar associado à redução progressiva da função pulmonar. A recente descrição do sistema colinérgico anti-inflamatório, um mecanismo neural que suprime a resposta imune inata e controla a inflamação por inibição de citocinas proinflammatórias, e a detecção de alguns de seus componentes em células de vias aéreas sugerem uma importante participação deste sistema na fisiopatologia de doenças pulmonares. O principal mediador deste sistema é a acetilcolina (ACh), que é estocada em vesículas sinápticas pelo transportador vesicular de ACh (VAChT), proteína essencial para sua liberação. OBJETIVOS: Avaliar os efeitos da deficiência colinérgica por redução da VAChT nas alterações pulmonares observadas em modelo experimental de inflamação pulmonar induzida pela exposição crônica a ovoalbumina. METODOLOGIA: A redução colinérgica foi induzida pela modificação genética nos níveis de VAChT. Camundongos machos selvagens e mutantes foram submetidos ao protocolo de sensibilização subcutânea com ovoalbumina ou salina nos dias 0...

Efeito do propionato de fluticasona inalatorio na resposta inflamatoria de pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva cronica (DPOC)

Roseli da Rocha Brito
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/02/2001 PT
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27.04%
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença caracterizada pela obstrução crônica ao fluxo aéreo, de caráter progressivo e irreversível. Está relacionada ao consumo excessivo de cigarros e envolve duas doenças; a Bronquite Crônica e o Enfisema Pulmonar. O tabaco produz inflamação no sistema respiratório, com acúmulo de neutrófilose macrófagos nas vias aéreas. A fumaça do cigarro também altera o mecanismo de defesa mucociliar,ocorrendo hipertrofia glandular,com aumento de secreção de muco, porém com características viscoelásticas alteradas. Além disso, a atividade ciliar está alterada, por paralisia e destruição dos cílios, o que facilita o acúmulo de secreções e a colonização por bactérias. A obstrução das pequenas vias aéreas, provavelmente é decorrente de um processo inflamatório crônico induzido por substâncias irritantes, com conseqüente infiltração neutrofilica e com a liberação de substâncias quimiotáticas, tais como a interleucina 8 e o leucotrieno B4, pelos macrófagos. Em função destas alterações, os sintomas que envolvem o DPOC são, decorrentes em parte à inflamação brônquica e à limitação ao fluxo aéreo. As células que envolvem este processo, presentes em lavado broncoalveolar...

Cloridrato de azelastina e budesonida intranasais (isoladas e associadas) : efeito na obstrução nasal e função pulmonar de pacientes com rinopatia alérgica : modelo de estudo farmacodinâmico para drogas intranasais; Intranasal administration of hydrochloride azelastine and budesonide (both in isolation and association) : effects on the nasal obstruction and pulmonary function in patients with allergic rhinitis : model of pharmacodynamic study for intranasal drugs

Natalia Eliza Zanellato Fabbri
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2014 PT
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26.98%
Apesar das diversas terapias disponíveis para o tratamento da rinite alérgica (RA), muitos pacientes não obtêm alívio dos sintomas com uso de um único fármaco e apresentam frequentemente queixa da manutenção dos sintomas mesmo sob tratamento. Estudos clínicos aleatorizados compararam a eficácia de anti-histamínicos e corticoides intranasais, isolados e associados e demonstraram que as terapias com drogas combinadas apresentam melhores resultados. A RA é um fator de risco para o desenvolvimento de obstrução de VAI e estudos clínicos com pacientes asmáticos demostraram redução da responsividade brônquica e sintomas de asma apenas com tratamento tópico nasal. O objetivo do presente estudo foi avaliar (1) o efeito do tratamento tópico nasal com azelastina (AZE), budesonida (BUD) e combinação AZE/BUD na obstrução nasal e sintomas de RA; (2) o efeito do estímulo nasal inespecífico com histamina na função pulmonar; e (3) o efeito dos tratamentos tópicos nasais na função pulmonar de pacientes com RA. O desenho do presente trabalho foi aleatorizado, cruzado e cego composto por 3 tratamentos. 28 pacientes participaram do estudo, com tratamento tópico nasal de 30 dias e intervalo de 7 dias entre os tratamentos. Os pacientes foram submetidos ao protocolo de TPN com histamina...

Prevalência de Obstrução numa População Exposta ao Fumo do Tabaco - Projecto PNEUMOBIL

Reis Ferreira, JM; Matos, MJ; Rodrigues, F; Belo, A; Brites, H; Cardoso, J; Simão, P; Moutinho dos Santos, J; Almeida, J; Gouveia, A; Bárbara, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 POR
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36.52%

Tratamento da Hipertensão Arterial nos Doentes com Obstrução Brônquica

Coelho, SS; Marques da Silva, P
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1996 POR
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57.25%
A hipertensão arterial e a obstrução brônquica são doenças muito comuns na população, não sendo raro portanto que coexistam no mesmo indivíduo. É fundamental tratar cada uma delas sem agravar a outra. No que respeita ao tratamento anti-hipertensor existem de facto medicamentos que agravam ou causam obstrução brônquica pelo que devem ser usados com precauções acrescidas ou ser contra-indicados. Consideramos neste trabalho que na obstrução brônquica os anti-hipertensores indicados são os antagonistas do cálcio, os antagonistas serotoninérgicos, os diuréticos e os antagonistas alfa-1-adrenérgicos. Os anti-hipertensores contra-indicados são os antagonistas beta-adrenérgicos. Os anti-hipertensores a usar com precauções acrescidas são os inibidores do enzima de conversão da angiotensina e os agonistas alfa-2-adrenérgicos.

Prevalência de Obstrução numa População Exposta ao Fumo do Tabaco - Projecto PNEUMOBIL

Reis Ferreira, JM; Matos, MJ; Rodrigues, F; Belo, A; Brites, H; Cardoso, J; Simão, P; Moutinho dos Santos, J; Almeida, J; Gouveia, A; Bárbara, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 POR
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36.52%

Tratamento da Hipertensão Arterial nos Doentes com Obstrução Brônquica

Coelho, SS; Marques da Silva, P
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1996 POR
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57.25%
A hipertensão arterial e a obstrução brônquica são doenças muito comuns na população, não sendo raro portanto que coexistam no mesmo indivíduo. É fundamental tratar cada uma delas sem agravar a outra. No que respeita ao tratamento anti-hipertensor existem de facto medicamentos que agravam ou causam obstrução brônquica pelo que devem ser usados com precauções acrescidas ou ser contra-indicados. Consideramos neste trabalho que na obstrução brônquica os anti-hipertensores indicados são os antagonistas do cálcio, os antagonistas serotoninérgicos, os diuréticos e os antagonistas alfa-1-adrenérgicos. Os anti-hipertensores contra-indicados são os antagonistas beta-adrenérgicos. Os anti-hipertensores a usar com precauções acrescidas são os inibidores do enzima de conversão da angiotensina e os agonistas alfa-2-adrenérgicos.

Mecanismos de inflamação brônquica resultantes da exposição a factores ambientais

Martins, Pedro Miguel Carvalho Diogo Carreiro 
Fonte: Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012 POR
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36.56%
RESUMO Tratando-se a asma de uma doença respiratória, desde há várias décadas que tem sido abordada a hipótese de que factores ambientais, nomeadamente os relacionados com a qualidade do ar inalado, possam contribuir para o seu agravamento. Para além dos aeroalergenos, outros factores ambientais como a poluição atmosférica estarão associados às doenças respiratórias. O ar respirado contém uma variedade de poluentes atmosféricos, provenientes quer de fontes naturais quer de origem antropogénica, nomeadamente de actividades industriais, domésticas ou das emissões de veículos. Estes poluentes, tradicionalmente considerados como um problema de foro ambiental, têm sido cada vez mais encarados como um problema de saúde pública. Também a qualidade do ar interior, tem sido associada a queixas respiratórias, não só em termos ocupacionais mas também em exposições domésticas. Dentro dos principais poluentes, encontramos a matéria particulada (como as PM10), o O3, NO2, e os compostos orgânicos voláteis (COVs). Se é verdade que os três primeiros têm como principais fontes de exposição a combustão fóssil associada aos veículos automóveis, já os COVs (como o benzeno, tolueno, xileno, etilbenzeno e formaldeído) são poluentes mais característicos do ar interior. Os mecanismos fisiopatológicos subjacentes à agressão dos poluentes do ar não se encontram convenientemente esclarecidos. Pensa-se que após a sua inalação...

Escarro induzido em crianças e adolescentes com asma: segurança, aplicabilidade clínica e perfil de células inflamatórias em pacientes estáveis e durante exacerbação

Palomino,Addy L. M.; Bussamra,Maria Helena C. F.; Saraiva-Romanholo,Beatriz M.; Martins,Milton A.; Nunes,Maria do Patrocínio T.; Rodrigues,Joaquim C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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26.9%
OBJETIVOS: Verificar a segurança da indução de escarro em crianças e adolescentes asmáticos. Caracterizar a citologia do escarro durante a estabilidade clínica e exacerbação. Correlacionar a citologia do escarro com os eosinófilos no sangue periférico, IgE sérica e grau de obstrução brônquica. MÉTODOS: Foram recrutados 96 pacientes asmáticos, de 6 a 18 anos, para um estudo transversal. Foi realizada espirometria antes e, após, broncodilatador. A seguir, foi coletado o escarro, espontaneamente ou após indução com inalação de solução salina em concentrações crescentes. Foi coletada amostra de sangue para quantificar a IgE sérica e os eosinófilos. RESULTADOS: Obtiveram-se amostras adequadas de escarro para análise em 68 (70,8%) dos pacientes recrutados. Não houve broncoconstrição relevante durante a indução. A presença de maior número de eosinófilos no escarro de acordo com a maior gravidade clínica da asma não foi estatisticamente significante. Não houve correlação entre o grau de obstrução brônquica medido pelo VEF1 e as células inflamatórias do escarro. O mesmo foi observado em relação aos eosinófilos no sangue periférico e à IgE sérica. No grupo com exacerbação da asma, observou-se uma quantidade maior de neutrófilos (p < 0...

Má percepção da limitação aos fluxos aéreos em pacientes com asma moderada a grave

SOUZA-MACHADO,ADELMIR; CAVALCANTI,MANUELA N.; CRUZ,ÁLVARO A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2001 PT
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37.03%
Introdução: Este estudo avaliou a percepção da obstrução das vias aéreas em pacientes ambulatoriais com asma moderada a grave e a capacidade da ausculta torácica em identificar a limitação aos fluxos aéreos. Métodos: Trinta e três pacientes foram avaliados em sete visitas semanais usando escores de sintomas por meio de escala visual analógica de sintomas (EVAS, 0-100mm), índice clínico de hiper-reatividade brônquica (1-10), a classificação clínica de gravidade da asma (GINA, 1-4) e um escore de ausculta torácica (EAT, 0-5), espirometria e pico de fluxo expiratório (PFE), que foram correlacionados por meio do coeficiente de Spearman. Os pacientes foram classificados como percebedores (--1 £ r < 0) e não percebedores (0 <= r <= 1) através das correlações entre a EVAS para dispnéia e o VEF1. A correlação entre a ausculta e a obstrução brônquica foi considerada acurada quando um r <= --0,5 (EAT vs. VEF1) era observado. Resultados: Dezessete asmáticos (51,5%) não perceberam acuradamente o grau de obstrução das vias aéreas (não-percebedores). Nenhuma característica clínica pôde distinguir os grupos. Apenas 39,4% das correlações individuais entre EAT e VEF1 indicaram discriminação acurada pela ausculta. Asma grave não foi associada com ausculta não-acurada ou com má percepção neste estudo. Conclusão: Uma proporção significativa desta amostra de asmáticos não percebeu acuradamente a obstrução das vias aéreas. Além disso...

Dispnéia aguda e morte súbita em paciente com má percepção da intensidade da obstrução brônquica

SOUZA-MACHADO,ADEMIR; ALCOFORADO,GUSTAVO; CRUZ,ÁLVARO A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2001 PT
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47.2%
Asmáticos com doença grave e má percepção da intensidade da obstrução brônquica provavelmente apresentam risco elevado de morte por asma. Os autores descrevem o caso de uma mulher de 52 anos com asma, cujos testes, em um estudo prospectivo para identificação de pacientes com percepção alterada da intensidade da obstrução brônquica, haviam mostrado o escore mínimo da escala visual analógica na presença de VEF1 e PFE matinal reduzidos. Após o estudo, a paciente voltou ao ambulatório sem queixas e com exame físico normal, relatando estar sem uso de nenhuma medicação e, abruptamente, ainda no ambulatório, desenvolveu dispnéia não reversível. A má percepção da intensidade da obstrução brônquica provavelmente concorreu para a insuficiência respiratória aguda e a morte da paciente.

Efeito do índice de massa corpórea na gravidade da asma e na reatividade brônquica induzida pelo exercício em crianças asmáticas com sobrepeso e obesas

Rodrigues,Joaquim Carlos; Takahashi,Aneliza; Olmos,Fabiana Monte A.; Souza,Juliana Bragança de; Bussamra,Maria Helena F.; Cardieri,Joselina Magalhães A.
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 PT
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36.7%
OBJETIVO: Analisar a relação entre o grau de obesidade ou sobrepeso medido pelo índice de massa corpórea (IMC) de crianças e adolescentes asmáticos com a gravidade clínica e funcional da doença e com a intensidade do broncoespasmo induzido pelo exercício (BIE). MÉTODOS: 20 pacientes com idade entre seis e 18 anos, asma persistente e sobrepeso ou obesidade foram submetidos ao teste padronizado com exercício em bicicleta ergométrica e avaliação seriada dos parâmetros espirométricos, realizada aos 3, 6, 10, 15, 20 e 30 minutos após o exercício. BIE foi definido como a queda do volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) >10% e/ou do fluxo médio expiratório forçado medido entre 25 e 75% da capacidade vital forçada (FEF25-75%) >26% em relação aos valores pré-teste. Foram avaliadas as freqüências de positividade do teste e as maiores quedas de VEF1 e FEF25-75% após o término do exercício. RESULTADOS: A gravidade clínica da asma foi considerada leve, moderada e grave em dez, cinco e cinco pacientes, respectivamente. Houve BIE em 50% dos pacientes testados. Não houve correlação significativa entre os seguintes parâmetros confrontados: valores de IMC e valores basais do VEF1 e FEF25-75% percentuais em relação ao previsto; valores do IMC e as maiores quedas do VEF1 e do FEF25-75% em relação aos valores basais; valores do IMC e gravidade da asma. A melhor correlação ocorreu entre o IMC e as maiores quedas do FEF25-75% em relação ao basal. CONCLUSÕES: O IMC não teve influência no grau de hiperresponsividade brônquica induzida pelo exercício em crianças asmáticas com sobrepeso e obesas e na gravidade da obstrução basal medida pelo VEF1 e FEF25-75%.

Carcinoma mucoepidermoide da traqueia mimetizando asma brônquica

Mussi,Ricardo Kalaf; Toro,Ivan Felizardo Contrera; Pereira,Mônica Corso
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
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37.04%
Em casos de asma de início recente em que o controle clínico com tratamento habitual (corticosteroide e broncodilatador) é insatisfatório, é importante considerar outros diagnósticos, tais como insuficiência cardíaca congestiva, refluxo gastroesofágico ou outras formas de obstrução das vias aéreas. Relatamos o caso de uma paciente do sexo feminino com carcinoma mucoepidermoide da traqueia mimetizando um quadro de asma brônquica. A paciente apresentava tosse e sibilância, bem como espirometria anormal com padrão obstrutivo responsivo a broncodilatador. Após um ano, apresentou deterioração clínica e espirométrica. Nenhuma anormalidade foi encontrada no radiograma de tórax. A TC revelou lesão vegetativa, a 1 cm da carina, reduzindo a luz traqueal. A fibrobroncoscopia mostrou imagem semelhante a tumor carcinoide brônquico. O diagnóstico anatomopatológico após a ressecção cirúrgica foi carcinoma mucoepidermoide de baixo grau, sem envolvimento linfonodal. Embora a curva fluxovolume não fosse sugestiva de obstrução de vias aéreas superiores, a espirometria realizada após a cirurgia mostrou redução significativa do grau de obstrução e maior reversibilidade com broncodilatador. Não houve evidência de recidiva da doença ou retorno dos sintomas após dois anos de seguimento.

Obstrução brônquica máxima induzida em crianças asmáticas: análise dos indicadores de susceptibilidade brônquica aumentada à metacolina

Gamboa, Teresa; Neuparth, Nuno; Pinto, José Rosado; Rendas, António Bensabat
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1997 POR
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47.36%
Rev. Port. de Pneumologia. 1997,1:p. 5-37.; Neste trabalho, efectuaram-se testes de provocação brônquica máxima com metacolina em 17 crianças asmáticas, com dois dos métodos de administração de aerossóis mais frequentemente usados, dosimétrico e de volume corrente, com os objectivos de: I) avaliar a reprodutibilidade dos indicadores de susceptibilidade brônquica aumentada: P020/PC20 FEV15 declive da curva de dose-resposta (COR)e grau de redução máxima do FEV1(MFEV,) ou plateau; 2) verificar se a fórmula de cálculo do declive e a tilização de diferente numero de pontos se traduzem por valores semelhantes, para o que se compararam, na mesma COR, os declives calculados por regressão linear: entre si, em diferentes fases da curva de dose-resposta e também com os calculados pela fórmula simplificada de O'CONNOR; 3) determinar se o valor do declive de uma prova de obstrução máxima pode ser extrapolado a partir dos testes de provocação recomendados para a clíníca (que terminam imediatamente após o limiar de 20% de redução do FEV, ler sido atingido); e 4) comparar os declives e os valores do grau de obstrução máxima induzidos pelo método do dosimetro com os obtidos pelo método do volume corrente. Para esse efeito...

Contributo dos músculos respiratórios para a fisiopatologia da hipercápnia na doença pulmonar crónica estabilizada: parte 1 = The role of the respiratory muscles in the pathophisiology of chronic hypercapnia in clinically stable chronic obstructive pulmonary diseases: part 1

Bárbara, Cristina; Carmo, Miguel Mota; Gonçalves, Isabel; Rendas, António Bensabat; Ávila, Ramiro; Correia, Iolanda; Santos, Rosa; Canteiro, Maria Camila
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 POR
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27.28%
Rev Port Pneumol. VII(2): 191-208, 2001; Este trabalho resultou de um projecto de parceria entre o Departamento de Pneumologia do Hospital de Pulido Valente e o Departamento de Fisiopatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa e constituíu a dissertação de doutoramento do seu primeiro autor. Debruça-se sobre a importância dos músculos respiratórios no ecodir da hipercápnia crónica na fase avançada da história natural da doença pulmonar obstrutiva crónica. (...)]. Os doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) podem desenvolver hipercápnia crónica em dado momento da sua história natural, correspondendo o aparecimento desta condição a uma fase de maior gravidade clínica. Os mecanismos fisiopatológicos que levam à hipercápnia crónica são ainda hoje incompletamente compreendidos. Apesar da retenção de CO2 estar na dependência da gravidade da obstrução das vias aéreas, existe uma variabilidade considerável na relação entre os valores de PaCO2 e o volume expiratório forçado em um segundo (FEV1). Existem outros factores, como alterações de ventilação-perfusão, perturbações do comando ventilatório, fraqueza dos músculos respiratórios, o próprio padrão respiratório e a hiperinsuflação pulmonar...

Prevalência de obstrução numa população exposta ao fumo do tabaco – Projecto PNEUMOBIL; Prevalence of bronchial obstruction in a tobacco smoke exposed population – The PNEUMOBIL project

Ferreira, J.M.; Matos, Maria João; Rodrigues, Fátima; Belo, Aurora; Dias, Hermínia Brites; Cardoso, João; Simão, Paula; Moutinho dos Santos, J.; Almeida, João; Gouveia, António; Bárbara, Cristina
Fonte: Elsevier Publicador: Elsevier
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2009 POR
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46.76%
A espirometria não atingiu ainda a divulgação que se justificaria em patologia respiratória, ou indivíduos que se encontram em risco relativamente a esta patologia, cujo diagnóstico é insuficiente, havendo um escasso conhecimento, e consequente controlo, dos custos atribuíveis a estas doenças, com destaque para a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). O PNEUMOBIL, iniciativa que visa esta divulgação entre fumadores e ex-fumadores, foi reactivado, após 10 anos de aplicação em Portugal, revelando agora, numa amostra de 5324 indivíduos, em que cerca de 50% ainda mantêm os hábitos tabágicos, sejam do sexo masculino ou feminino, que houve uma elevada prevalência de obstrução detectada por espirometria (30% e 25%, respectivamente) nas pessoas rastreadas perto de centros de saúde (grupo público) e em empresas (grupo privado). Este risco não se explica em regra por exposição ocupacional, nem se relaciona com a maioria dos sintomas respiratórios, muito frequentes nos rastreados. Apenas a dispneia (OR = 1,28; p = 0,02) e os episódios frequentes de expectoração (OR = 1,21; p = 0,008) ou de bronquite aguda (OR = 1,31; p = 0,05) revelam alguma relação com a obstrução. O reconhecimento prévio da DPOC é muito reduzi-do e a presença de obstrução não se correlaciona (p = 0...

Os fenótipos da doença pulmonar obstrutiva crónica e a sua relevância clínica

Celli,BR
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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27.33%
O fenótipo da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) pode ser definido como a manifestação física exteriorizada pelos doentes com DPOC, ou seja, tudo o que faça parte da estrutura, função ou comportamento, que possa ser observado. A caracterização do doente com DPOC tem vindo a ser modificada, deixando de se limitar ao grau da obstrução brônquica para passar a incluir as manifestações de diferentes fenótipos da doença. Estes incluem, entre outros, a hipoxemia persistente, a hiperinsuflação com enfisema de distribuição heterogénea, os doentes com múltiplas exacerbações e os doentes com disfunção dos músculos periféricos. Cada um destes fenótipos obriga a diferentes abordagens terapêuticas e implica diferentes prognósticos. A limitação dos débitos aéreos: o elemento definidor O grau de obstrução definido pelo volume expiratório máximo no primeiro segundo (FEV1) apresentado por Fletcher e Peto tem permitido o estadiamento da gravidade da DPOC, orientando as intervenções terapêuticas de acordo com cada estádio. O estadiamento espirométrico da DPOC pode prever o estado de saúde, o uso dos recursos de saúde, a ocorrência de exacerbações e a mortalidade. Contudo, embora se trate de uma ferramenta diagnóstica e prognóstica útil...

Avaliação da função respiratória: Comparação entre valores de referência percentuais fixos e o 5.º percentil para diagnóstico de obstrução das vias aéreas

Borrego,Luís Miguel; Couto,Mariana; Almeida,Isabel; Pimenta,Lara; Matos,Sara; Morais-Almeida,Mário
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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46.8%
Introdução: Têm sido utilizados critérios fixos para avaliação funcional de doentes com patologia respiratória. É actualmente recomendado pelas orientações internacionais a utilização preferencial do limite inferior (LLN) ou superior da normalidade (inferior ou superior ao 5.º percentil). Objectivo: Comparar os resultados das provas de função respiratória (PFR), utilizando os valores percentuais fixos versus 5.º percentil (método de referência) como limites da normalidade, no diagnóstico funcional de obstrução das vias aéreas. Métodos: Análise retrospectiva dos registos de PFR (espirometria e pletismografia corporal) efectuados pelos autores em 2011. Foi avaliada a concordância entre os dois métodos na amostra global, sendo os doentes distribuídos por faixas etárias.Posteriormente foram seleccionadas as PFR com razão FEV1/VC (volume expiratório máximo no 1.º segundo/capacidade vital) < LLN. Nestas, foram analisados os parâmetros FEV1, FVC (capacidade vital forçada), TLC (capacidade pulmonar total) e RV (volume residual) quando considerados o 5.º percentil versus valores percentuais fixos. A análise estatística for realizada com SPSS 20.0, com recurso ao teste Kappa de Cohen. Resultados: Em 2011...

Acalasia do esófago: Diagnóstico diferencial de asma brônquica

Bacellar,Patrícia; Silva,Marta; Tinoco,Nélia; Costa,Francisco
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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37.12%
O megaesófago secundário à acalasia é uma causa rara, porém potencialmente fatal de obstrução da via aérea. A etiologia permanece pouco esclarecida. O quadro clínico habitual consiste em disfagia, regurgitação, emagrecimento progressivo, sendo que em alguns casos a distensão esofágica pode ser assintomática e em raros casos os doentes apresentam como queixa principal estridor e dificuldade respiratória. Os autores apresentam um caso clínico de uma jovem de 19 anos, com tosse, dispneia e dificuldade respiratória, em tratamento para asma brônquica. Devido a persistência da sintomatologia, foi efectuado novo estudo da função respiratória, compatível com obstrução intratorácica. A esofagomanometria confirmou o diagnóstico de volumosa acalasia do esófago. Após a correcção cirúrgica, a sintomatologia desapareceu e houve uma melhoria significativa das provas funcionais respiratórias posteriormente realizadas. A acalasia do esófago deveria ser considerada como um dos diagnósticos diferencias de obstrução da via aérea.

Prevalência de obstrução numa população exposta ao fumo do tabaco: Projecto PNEUMOBIL

Ferreira,JM Reis; Matos,Maria João; Rodrigues,Fátima; Belo,Aurora; Brites,Hermínia; Cardoso,João; Simão,Paula; Santos,J Moutinho dos; Almeida,João; Gouveia,António; Bárbara,Cristina
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
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46.76%
A espirometria não atingiu ainda a divulgação que se justificaria em patologia respiratória, ou indivíduos que se encontram em risco relativamente a esta patologia, cujo diagnóstico é insuficiente, havendo um escasso conhecimento, e consequente controlo, dos custos atribuíveis a estas doenças, com destaque para a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). O PNEUMOBIL, iniciativa que visa esta divulgação entre fumadores e ex-fumadores, foi reactivado, após 10 anos de aplicação em Portugal, revelando agora, numa amostra de 5324 indivíduos, em que cerca de 50% ainda mantêm os hábitos tabágicos, sejam do sexo masculino ou feminino, que houve uma elevada prevalência de obstrução detectada por espirometria (30% e 25%, respectivamente) nas pessoas rastreadas perto de centros de saúde (grupo público) e em empresas (grupo privado). Este risco não se explica em regra por exposição ocupacional, nem se relaciona com a maioria dos sintomas respiratórios, muito frequentes nos rastreados. Apenas a dispneia (OR=1,28; p=0,02) e os episódios frequentes de expectoração (OR=1,21; p=0,008) ou de bronquite aguda (OR=1,31; p=0,05) revelam alguma relação com a obstrução. O reconhecimento prévio da DPOC é muito reduzido e a presença de obstrução não se correlaciona (p=0...