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Reflections on The Free Fare Movement and Other "New Social Movements"; Reflexões sobre o Movimento Passe Livre e outros “Novos Movimentos Sociais”

Ortellado, Pablo
Fonte: Universidade Estadual de Londrina, Departamento de Ciências Sociais, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais; Londrina Publicador: Universidade Estadual de Londrina, Departamento de Ciências Sociais, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais; Londrina
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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On June 6, 2013, the Free Fare Movement (Movimento Passe Livre) began a very aggressive campaign against the rise in bus and metro fares in São Paulo, Brazil. In an ultimately two-week campaign, the movement organized six demonstrations blocking some of São Paulo’s most vital avenues. After the demonstrations became massive (some in excess of one million people), both city and state governments relented and reduced the fares. The June mobilizations were horizontal, non-partisan, and based on direct action. These events are akin to other recent mobilizations such as Occupy Wall Street and the 15M movement in Spain but are different in one important aspect: they had only one demand—a 20-cent reduction in bus and metro fares. This one demand allowed the movement to develop a clear and successful strategy while retaining the horizontality and countercultural creativity of other new movements. Indeed, this series of demonstrations may have provided a model for coordinating a concern for processes with strategically aiming for outcomes.; Em 6 de junho de 2013, o Movimento Passe Livre iniciou um protesto muito agressivo contra o aumento das tarifas de ônibus e metrô em São Paulo, Brasil. Em uma jornada de duas semanas, o movimento organizou seis protestos que bloquearam algumas das avenidas mais importantes de São Paulo. Após os protestos ganharem um caráter massivo (algumas excederam um milhão de pessoas)...

Trabalho em moviment'ação': a formação de movimentos sociais de economia solidária no Brasil e na Argentina pós-90; Trabajo en movimeint'ación': la formación de los movimientos sociales de la economia solidaria en Brasil y Argentina pos-90

Sígolo, Vanessa Moreira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/12/2007 PT
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Após mais de duas décadas de abertura política, os altos níveis de desigualdade social, pobreza, desemprego e violência na América Latina demonstram que os novos regimes democráticos não têm correspondido às expectativas de construção de sociedades efetivamente democráticas. O debate sobre democracia, centrado na preocupação com a estabilidade das instituições e os processos formais do sistema político, coloca em plano secundário os movimentos sociais e as relações entre cultura, política e sociedade. No Brasil e na Argentina, de forma praticamente simultânea nos anos 90, trabalhadores criaram organizações econômicas coletivas e autogestionárias, denominadas organizações de economia solidária, em contexto de reestruturação produtiva e de revisão de projetos revolucionários. Esta dissertação analisa a formação de movimentos sociais de economia solidária nestes dois países, partindo do pensamento de Hannah Arendt, especialmente de sua concepção sobre política e sua centralidade, e de Edward Palmer Thompson, no que se refere à construção histórica das coletividades. Ao aproximar o pensamento destes autores, focando a dimensão política dos processos sociais, investigamos a relação entre as bases materiais e ideológicas da economia solidária...

Fuga para o futuro : novos movimentos sociais rurais e a concepção de gestão publica

Ruda Guedes Moises Salerno Ricci
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/03/2002 PT
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Esta tese tem como tema principal o surgimento, no final do século XX, de movimentos sociais rurais que, a partir de um forte sentimento de abandono social, procuraram construir uma nova institucionalidade pública a partir de um determinado território. Superaram, assim, a tradicional cultura antiinstitucionalizante que marcou os movimentos sociais rurais brasileiros nas últimas décadas. Contudo, tal movimento político continuou prestando contas com o legado da cultura agrária e patrimonialista do mundo rural, o que conferiu uma prática errática ou insegura. Metade deste texto é dedicada à análise do conceito de movimento social, às características das tradições e comportamento político do mundo rural e ao balanço crítico da sociologia rural dos anos 80 do século passado. A outra metade é consagrada à análise do movimento de atingidos por barragens no sul do país e ao movimento de agricultores familiares da Zona da Mata mineira. Tais estudos de caso procuraram dar vida ao tema central da tese que é uma revisão do conceito de movimento social, em especial, oriundo do mundo rural. O conceito aqui defendido parte de alguns princípios: 1. o que une vários movimentos sociais é a mesma motivação (desfiliação social imposta pela abertura de mercados e ausência da presença reguladora do Estado) e ideário (a necessária (re-)construção da institucionalidade pública de um determinado território); 2. são movimentos fragmentados no espaço...

Desobediência civil e novos movimentos sociais

Lucas, Doglas Cesar
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas. Programa de Pós-Graduação em Direito; O presente estudo pretende demonstrar que a desobediência civil e os novos movimentos sociais se consubstanciam em mecanismos alternativos de exercício da cidadania no contexto de crise das instituições jurídico-políticas da modernidade, capazes de radicalizar a democracia com a criação de espaços não-institucionais de participação popular e de resistência à injustiça da lei e das medidas governamentais. Para tanto, a pesquisa bibliográfica resgata a natureza histórica e os fundamentos da desobediência civil com o objetivo de demonstrar que a resistência à opressão é uma constante na história da humanidade, bem como destacar a existência de elementos específicos que diferenciam a desobediência civil de outras formas de resistência. O estudo percorre as justificativas correntemente apresentadas para legitimar a desobediência à lei, sugerindo que o problema da desobediência civil só é pertinente quando transcendido o paradigma positivista e admitido que as justificativas do Estado ultrapassam a fronteira de seu ordenamento jurídico e reconhecem os princípios morais...

Movimentos sociais e formação política :

Naujorks, Carlos José
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas.; Estudo sobre a pertinência do uso combinado das categorias ação estratégica e identidade para a compreensão das ações de formação política desenvolvidas por organizações do movimento de defesa dos direitos da criança em Santa Catarina. Este estudo procura relacionar duas tradições teóricas distintas, qual seja, a Teoria da Mobilização de Recursos e a Teoria dos Novos Movimentos Sociais, e argumenta que para a compreensão das ações de formação política dos movimentos sociais a Teoria Dual dos Movimentos sociais apresenta-se como possibilidade. Empriricamente, referencia-se o trabalho nas ações de quatro organizações não-governamentais de Santa Catarina.

A cultura instituinte dos novos movimentos sociais frente a cultura juridica

Pinto, Joao Batista Moreira
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias Juridicas; Este trabalho, intitulado "A cultura instituinte dos novos movimentos sociais frente à cultura jurídica", tem como objeto de estudo a percepção e relação dos novos movimentos sociais com a cultura jurídica instituída". Para pensar essa realidade, fizemos uma "pesquisa de campo" entre o final de 1988 e início de 1990 nas regiões sul e sudeste do Brasil, utilizando no possível os princípios da "pesquisa participante" com lideranças e assessores jurídicos das comunidades Eclesiais de Base (CEBs), do Novo Sindicalismo e da Comissão Pastoral Operária (CPO), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTRST) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), do Movimento de Mulheres, do Movimento Negro, do Movimento Ecológico e entidades de Direito humanos. Buscamos apreender a percepção que esses movimentos têm da justiça, das leis, do Direito, dos juristas, do Judiciário, enfim, do "mundo jurídico", e constatamos o prevalecimento de um descrédito marcante frente a este. Percebemos nos integrantes desses movimentos a consciência de que suas atuações extrapolam ou são contrárias à lei, atuações essas que se fazem com base em novos valores sócio-culturais e jurídico-políticos...

Movimentos sociais e a questão de classe : um olhar sobre o movimento dos atingidos por barragens

Zen, Eduardo Luiz
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, 2007.; Neste trabalho fazemos análise sobre as relações existentes entre os movimentos sociais contemporâneos e as classes sociais. A partir de uma leitura crítica da teoria dos novos movimentos sociais e do debate com autores que tem discutido a questão de classe, procuramos construir um entendimento destes conceitos que fossem adequados aos dias de hoje. Para tanto, elegemos como objeto empírico de análise o Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB, um movimento social contemporâneo que não está organizado diretamente em torno do mundo do trabalho, mas que de acordo com nossa pesquisa possui uma identidade de classe, com os trabalhadores. A peculiaridade do objeto empírico reveste-se no fato de que este se organiza a partir de uma problemática que atinge indistintamente territórios onde estão localizados, como em todos os outros locais, relações econômicas, sociais, culturais em toda a sua diversidade. Dessa forma, sua demanda é “aparentemente” transversal do ponto de vista das classes sociais. Ao mesmo tempo, estudamos as contradições presentes no setor elétrico brasileiro, buscando analisar de forma ampla as questões envolvidas na construção de hidrelétricas para assim...

Movimentos em movimento : uma visão comparativa de dois movimentos sociais juvenis no Brasil e Estados Unidos

Saraiva, Adriana Coelho
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
POR
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas, 2010.; Esta tese está centrada na observação e compreensão de movimentos sociais juvenis urbanos da contemporaneidade que adotam uma perspectiva radical de luta social. Para isso, apoiou-se em uma pesquisa etnográfica sobre o Movimento Passe Livre–DF – um movimento que foca sua luta na questão dos transportes e na concepção do direito à cidade – comparando-o com o movimento estadunidense Baltimore Algebra Project, um ‘programa- movimento’, concebido por um ex-ativista da luta por direitos civis, voltado para a educação pública de qualidade e com foco na questão identitária negra. Em Baltimore, esse programa desenvolveu características radicais, ao enfrentar uma crise fiscal que se abateu sobre a cidade. Enquanto na parte brasileira, foram utilizados os recursos habituais da pesquisa etnográfica, no caso do movimento norte-americano, dado o curto período de tempo para realizar a etnografia, os dados foram complementados por pesquisa documental. Para analisar os movimentos, são recuperadas parte da literatura referente aos Novos Movimentos Sociais, perspectivas teóricas sobre juventude...

A apropriação da internet, como meio de comunicação, pelos movimentos sociais de mobilidade urbana no Brasil

Araújo, Luisa Maranhão de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Programa de Pós-Graduação em Comunicação, 2014.; Esta dissertação tem como objeto de pesquisa a pergunta: “como os manifestantes dos movimentos sociais se apropriam da internet, enquanto meio de comunicação?”. O trabalho se divide em quatro etapas: a primeira busca estabelecer o conceito de movimentos sociais, de acordo com autores da Teoria dos Novos Movimentos Sociais; a compreensão de meios de comunicação está embasada em autores da Teoria do Meio; e a relação entre estes dois eixos temáticos. A segunda se foca no estudo sobre internet e na constituição de um conceito para a rede mundial de computadores, o qual se diferencia de outros termos, como on-line, virtual, cibercultura e web. A terceira parte relaciona o tema internet aos movimentos sociais; assim ela se centra em entender como se efetiva a participação política na rede mundial de computadores, no espaço físico brasileiro; em seguida definir o conceito de ciberativista e conhecer ilustrações de movimentos decorridos, como o EZLN, no México; a Primavera Árabe, no Egito; e o 15-M/Indignados, na Espanha. O quarto capítulo é a análise dos movimentos sociais brasileiros que questionam o sistema de mobilidade urbana no país...

Novos movimentos sociais: enquadramento e acção

Nunes, Joana Carolina Cardoso
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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Tese de mestrado, Cultura e Sociedade na Europa, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2010; O presente estudo aborda a associação UMAR, actualmente conhecida como União de Mulheres Alternativa e Resposta, cujo trabalho está vocacionado para a luta em defesa dos direitos das mulheres. Criada em 1976, sob a designação de União de Mulheres Anti-Fascistas e Revolucionárias e com algumas influências de um partido político, UDP (União Democrática Popular), a UMAR sofre alterações de nome, embora mantendo o mesmo acrónimo. É por isso uma associação cuja luta, enquadrada em contextos sociais muito diversos, tem sido um longo processo constituído por várias etapas e subordinado a diferentes perspectivas. Para o assunto a investigar, formulámos a questão, definimos objectivos e recorremos a entrevistas realizadas a cinco membros que, ao longo do tempo, têm acompanhado a vida da associação. Partimos para um percurso, com a finalidade de perceber como se processa a vida desta associação não governamental, focalizando a nossa atenção nas implicações que advieram da transformação da UMAR em ONG. O trabalho desenvolve-se em três partes. Na primeira parte, a ênfase será dada aos conceitos fundamentais sobre os quais assenta o nosso estudo. A segunda parte desenvolve...

Ação Coletiva, Cultura e Sociedade Civil: Secularização, atualização, inversão, revisão e deslocamento do modelo clássico dos movimentos sociais

Alexander,Jeffrey C.
Fonte: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS Publicador: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 PT
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O artigo se apóia numa discussão da obra do sociólogo francês Alain Touraine para encaminhar uma conceituação da relação entre movimentos sociais e sociedade civil nos quadros do neofuncionalismo. Desafiando o modelo marxista clássico e outros que de algum modo compartilham com ele supostos utilitários, embora nem sempre teleológicos, o autor enfatiza o elemento simbólico e cultural na constituição dos movimentos sociais e o papel da contingência no desenho da história, criticando ainda a idéia de que os "novos movimentos sociais" teriam um caráter revolucionário. Alternativamente, postula que os movimentos sociais são uma tradução da sociedade civil, dentro da qual inclusões e exclusões da vida social, a própria idéia de comunidade, são definidas. Estes movimentos operam uma articulação, em grande medida de caráter discursivo, dos problemas de esferas institucionais particulares da sociedade com a metalinguagem da sociedade civil.

Movimentos sociais na América Latina: elementos para uma abordagem comparada

Goirand,Camille
Fonte: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas Publicador: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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A análise das mobilizações a partir da categoria "novos movimentos sociais", construída na Europa, continua sendo dominante na abordagem dos movimentos latino-americanos. Este artigo lembra, na sua primeira parte, as especificidades dos movimentos "de base" nascidos durante os anos 1970 na América Latina. Em seguida, mostra as diferenças entre os debates e as abordagens das mobilizações, de um continente para o outro. Quando, sobre a América Latina, se insistiu muito sobre os valores, as mudanças culturais e as identidades, nos Estados Unidos o enfoque foi para a análise das organizações, das estratégias e das práticas. A terceira parte do artigo mostra as consequências dessa divergência científica para a observação dos processos de institucionalização dos movimentos sociais, assim como para a análise da contestação na América Latina nos anos 2000.

A agenda global dos movimentos sociais

Sodré,Francis
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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Os movimentos sociais globais da saúde marcaram a década de 90. O debate sobre a Saúde Global é parte constitutiva deste artigo visando compreender as novas lutas sociais no campo da saúde coletiva. A formação de movimentos sociais que atuam de forma global propiciam uma revisão crítica sobre a saúde pública, através da articulação e organização de causas globais trazidas por ativistas do campo da saúde. No Brasil, o foco de análise centra-se no Fórum Social Mundial da Saúde - um movimento que se organizou a partir do somatório de outras lutas sociais globais e que ganhou destaque na América do Sul. Tais movimentos demarcaram um perfil da política de saúde pública para o Estado na última década e trouxeram questionamentos sobre a organização dos novos movimentos sociais.

Movimentos sociais na academia : um olhar sobre as teses e dissertações produzidas na UNICAMP e USP entre 1970-1995

Samira Kauchakje
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/11/1997 PT
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Faz-se, nesta tese, um mapeamento e uma análise das dissertações e teses sobre movimento social, realizadas na Universidade Estadual de Campinas e na Universidade de São Paulo, no período de 1970 a 1995. Particularmente, são consideradas as pesquisas sobre os seguintes movimentos: dos trabalhadores; popular; novos movimentos sociais; messiânico e ligado a seitas e religiões; estudantil; político-partidário e de elites econômicas. Os objetivos principais deste estudo são: propiciar o conhecimento e divulgação desta produção, contribuir para o conhecimento sobre os movimentos sociais no período considerado e fornecer elementos para a formulação de subsídios teórico ? metodológicos sobre o tema. Para o mapeamento das dissertações e teses, utilizamos, como fontes de pesquisa, os catálogos manuais dos Institutos e Faculdades das Universidades mencionadas e seus arquivos informatizados. A leitura e análise das pesquisas seguiram um roteiro no qual eram registradas as seguintes informações: dados gerais de catalogação (título da tese, nome do autor e do orientador, data e local da defesa, número de páginas); métodos e técnicas utilizadas; participação ou não do pesquisador no movimento que estudou e matriz teórica que orientou o trabalho; This thesis charts out and analyzes the dissertations on social movements presented from 1970 to 1994...

BETWEEN THE NEWS AND THE INSTITUTIONALIZATION OF HOUSING SOCIAL MOVEMENTS; ENTRE A NOVIDADE E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS DE MORADIA

Jesus, Patricia Maria de
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2013 POR
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A discussão apresentada é parte de investigação sobre uma política de habitação no Brasil, denominada Programa Minha Casa Minha Vida e de suas relações com os movimentos sociais de moradia neste país. Nosso trabalho de campo e a revisão bibliográfica revelaram que os movimentos sociais de moradia fazem parte de diferente momento histórico e consequentemente de diferente concepção do que são e para que servem. Esses movimentos, juntamente com outros, são considerados “novos movimentos sociais”. Atentos à recorrência com que nos deparávamos com essa qualificação nos debruçamos sobre o sentido desta novidade e suas implicações práticas para a mobilização desses agentes. O que nos remeteu forçosamente à buscar compreender as dinâmicas de cooptação e institucionalização dos movimentos sociais. Eis os objetivos deste texto.; The presented discussion is part of an investigation about a Brazilian housing policy known as Minha Casa Minha Vida (My Home My Life) and its relations to the housing social movements in Brazil. Our fieldwork and literature review revealed that housing social movements are part of a different historical moment and, therefore, of a different conception of what they are and what they were made for. These movements...

Os novos movimentos sociais e as jornadas de junho no Brasil

Krohling, Aloísio; Lacerda, Moara Ferreira
Fonte: Anais da Semana de Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo Publicador: Anais da Semana de Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 11/11/2014 POR
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76.42%
O presente trabalho visa apontar os principais desafios teóricos presentes no estudo dos novos movimentos sociais, tomando com base principal as manifestações de rua que ocorrem em junho no Brasil. Para tanto, a primeira parte da produção consiste em um estudo contextual, comparando os movimentos sociais clássicos com os novos movimentos sociais. A segunda parte faz uma análise crítica sobre as principais teorias aplicadas para a análise desses movimentos sociais. Já a terceira parte busca contribuir para a análise das manifestações de junho no Brasil, além de identificar os vazios teóricos ainda existentes para esse estudo e os principais questionamentos que faltam ser respondidos para que se tenha uma compreensão holística desse fenômeno histórico ocorrido no país. Para tanto, utilizaremos a metodologia histórico-dialética e partiremos pela compreensão de que os movimentos sociais tradicionais se diferenciam dos novos movimentos sociais começando pela realidade social diferenciada no qual eles se inseriam.

Um olhar sobre os movimentos sociais no campo no Brasil

Foschiera, Atamis Antonio
Fonte: Revista Interface (Porto Nacional) Publicador: Revista Interface (Porto Nacional)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2012 POR
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O presente artigo visa apresentar uma síntese de ações que marcaram a atuação popular coletiva no Brasil, dando ênfase às orientações colocadas para e pelos movimentos sociais no campo, que passaram a surgir a partir de meados da década de 70, denominados Novos Movimentos Sociais. O artigo é fruto de uma pesquisa bibliográfica que destaca um perfil histórico geral dos movimentos sociais, bem como as características mais específicas dos Novos Movimentos Sociais. Esses ao se estabelecerem no campo fazem frente a forma de exploração capitalista implementada no meio rural. Desse modo, os Novos Movimentos Sociais passam a se metamorfosear na mesma velocidade que o próprio sistema capitalista.

Políticas e Subjetividades nos “Novos Movimentos Culturais”

Goldman, Marcio; Museu Nacional/UFRJ
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropolgia Social da UFSC Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropolgia Social da UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 POR
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O ponto de partida deste volume foi a percepção de que, ao longo dos últimos anos, um grande número de antropólogos vem se dedicando ao estudo de um certo tipo de fenômeno para o qual diferentes nomes foram oferecidos e em relação ao qual distintas perspectivas teóricas e metodológicas foram adotadas. Trata-se, à primeira vista, daquilo que, já há bastante tempo, vem sendo designado como “novos movimentos sociais”, expressão que costuma designar um conjunto algo heteróclito de lutas que, nas décadas de 1960 e 1970, pareciam estar substituindo o “velho” movimento operário. Por outro lado, ao longo dos anos 1990, foi reforçada uma tendência para que a noção de “cultura” passasse a ocupar o centro de discursos e práticas de um sem número de grupos, o que nos levou a sugerir a designação de “novos movimentos culturais” para essa modulação sofrida pelos novos movimentos sociais. Nesse sentido, nos pareceu que as categorias analíticas adequadas para o estudo desse fenômeno ainda se encontram em fase de elaboração...

IDENTIDADES, BIOGRAFICIDADES, MOVIMENTOS SOCIAIS: novos olhares outros desafios

Rodrigues, Ana Cláudia da Silva; Silva, Cláudio Cesar da
Fonte: Universidade Federal da Paraíba/Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias Publicador: Universidade Federal da Paraíba/Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2012 POR
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No presente texto apresentamos algumas reflexões sucintas acerca do tema modernidade, identidade, biograficidade e movimentos sociais do campo, com o intuito de proporcionar ao leitor uma visão de como os temas se relacionam e quais suas repercussões na vida individual e coletiva daqueles que buscam a formação da identidade camponesa. Partimos do tema da modernidade e da globalização discutidos atualmente pelas diversas áreas, principalmente pelas humanas e sociais e de que forma estão contribuindo para a formação da identidade pessoal e social, uma vez que estas vêm sendo modificadas nas últimas décadas a partir da estruturação da experiência subjetiva dos indivíduos e da transformação que se reflete numa nova experiência em relação ao tempo e na necessidade de reconstrução mais freqüente dessas identidades. Em seguida, apresentamos os temas: a formação da identidade camponesa no Brasil e a contribuição dos movimentos sociais do campo para constituição dessa identidade camponesa, esclarecendo a relevância do tema para a condução de um processo emancipatório do homem e para a resistência social.

A agenda global dos movimentos sociais

Sodré,Francis
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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Os movimentos sociais globais da saúde marcaram a década de 90. O debate sobre a Saúde Global é parte constitutiva deste artigo visando compreender as novas lutas sociais no campo da saúde coletiva. A formação de movimentos sociais que atuam de forma global propiciam uma revisão crítica sobre a saúde pública, através da articulação e organização de causas globais trazidas por ativistas do campo da saúde. No Brasil, o foco de análise centra-se no Fórum Social Mundial da Saúde - um movimento que se organizou a partir do somatório de outras lutas sociais globais e que ganhou destaque na América do Sul. Tais movimentos demarcaram um perfil da política de saúde pública para o Estado na última década e trouxeram questionamentos sobre a organização dos novos movimentos sociais.