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Labirintos da memória: os espaços para a reconstrução da infância em El Archipiélago de Victoria Ocampo, Cuadernos de infancia de Norah Lange e Infância de Graciliano Ramos; Memory labyrinths: spaces for the reconstruction of childhood in El archipiélago by Victoria Ocampo, Cuadernos de infancia by Norah Lange and Infância by Graciliano Ramos

Santos, Tatiane Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/04/2013 PT
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Esta dissertação tem como objetivo o estudo comparativo entre três textos de memórias de infância: dois argentinos, El archipiélago, de Victoria Ocampo (1979) e Cuadernos de infancia, de Norah Lange (1937), e outro brasileiro: Infância de Graciliano Ramos (1945). A análise sobre a configuração das narrativas nestes livros indaga como a recuperação do espaço delineia a reconstrução do passado com enfoque nas temáticas comuns às memórias de infância escola, família, nascimento e morte e os questionamentos das crianças e adultos sobre estes assuntos.; This work aims to a comparative study among three texts of childhood memories: two Argentinians, El Archipiélago (1979), from Victoria Ocampo and Cuadernos de infancia (1937), from Norah Lange and another Brazilian: Infância (1945), from Graciliano Ramos. The analysis of the narrative configuration in these books ask the space recovery outlines the reconstruction of the past with a focus on the common themes of the childhood memories - school, family, birth and death - and the questioning of children and adults about these issues.

Derrubando mitos - Alfonsina Storni e a reconstrução da identidade feminina no início do século XX

Da Rocha Oliveira, Karine; Nogueira Rodrigues, Lucila (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Entre os séculos XIX e XX, a sociedade argentina vivenciou um período de mudanças em diversos setores. Dentro das praticas culturais, a modernidade proporcionou a diminuição do analfabetismo, mudanças na estrutura dos jornais e revistas (que agora também eram lidos pelas massas urbanas) e a profissionalização do ato de escrever poemas e romances. No entanto, estas alterações não afetavam de maneira igual aos homens e mulheres. Entre estas, poucas tinham acesso a universidade, suas leituras eram vigiadas e escrever ainda era um ato que colocaria em perigo a honra da mulher. Apesar destas dificuldades, alguns nomes femininos começaram a surgir: Victoria Ocampo, Nydia Lamarque, Norah Lange e Alfonsina Storni. Nossa pesquisa tem como foco a poesia de Alfonsina Storni, por conta de sua capacidade de transgressão. Membro de uma família de imigrantes arruinados, Storni lutou contra as adversidades econômicas e conseguiu se formar como professora. Feminista confessa, criou sozinha seu filho na cidade de Buenos Aires, onde começou a escrever versos e crônicas que denunciavam as injustiças sexogenêricas do patriarcalismo. Na vertente de combate de sua obra poética podemos ler o chamado da modernidade e do feminismo para uma consciência mais ampla das mulheres...

Referencias bibliográficas: Tretas del hábil. Género, humor e imagen en las páginas ultraístas y postultraístas de Norah Lange / Marisa Martínez Pérsico

Gatti, Giuseppe
Fonte: Murcia: Universidad de Murcia, Editum Publicador: Murcia: Universidad de Murcia, Editum
Tipo: Revisão Formato: application/pdf
SPA
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Losing women along the path to safe motherhood: why is there such a gap between women’s use of antenatal care and skilled birth attendance? A mixed methods study in northern Uganda

Anastasi, Erin; Borchert, Matthias; Campbell, Oona M. R.; Sondorp, Egbert; Kaducu, Felix; Hill, Olivia; Okeng, Dennis; Odong, Vicki Norah; Lange, Isabelle L.
Fonte: BioMed Central Publicador: BioMed Central
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 04/11/2015 EN
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La enunciación de las niñas: el relato de infancia en la narrativa autobiográfica de María Flora Yáñez y Norah Lange

Castro Pulido, Esteban
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
ES
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Tesis para optar al grado de Magíster en Estudios Latinoamericanos; En la presente investigación, se analizarán dos textos autobiográficos con características afines: Cuadernos de infancia (1937), de la escritora argentina Norah Lange (1905-1972); y Visiones de infancia (1947), de su par chilena María Flora Yáñez (1898-1982). Ambos textos presentan, como sus títulos lo indican, la infancia, como eje temático en la escritura autobiográfica, y que si bien resulta un tema quizás inmanente y evidente en cuanto a su presencia, es relevante el hecho de que ambos se focalicen exclusivamente en esta etapa de la vida del sujeto, en la medida que la tradición autobiográfica suele despreciar esta época tanto como tema a desarrollar, como con mayor razón el funcionar como eje exclusivo en la composición autobiográfica. Al mismo tiempo, ambos textos dan cuenta de un periodo que coincide con el Centenario de las nuevas naciones latinoamericanas, y que constituye un momento relevante de influencias culturales provenientes de Europa, junto a la aparición de nuevas voces discursivas en el ámbito local.

Mujer, infancia y autobiografía en “Cuadernos de Infancia” de Norah Lange

Rodríguez  Ávila,Yildret 
Fonte: Universidad Pedagógica Experimental Libertador Publicador: Universidad Pedagógica Experimental Libertador
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 ES
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Este trabajo propone, como lo indica su título, una lectura del texto Cuadernos de Infancia (1932) de la escritora argentina Norah Lange en dos perspectivas fundamentales: una específicamente referida a los discursos de género, obviamente femenino, por supuesto; y la otra perspectiva, relacionada con la autobiografía como género literario con unas características particulares, adscrita a las especificidades de la autobiografía escrita por mujeres. Con respecto a esto último es interesante apuntar cómo Cuadernos de infancia constituye un texto de vanguardia para el período histórico en el cual se desarrolla, pues corresponde a un género poco cultivado para ese entonces en Latinoamérica.