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Sobre a dissensão com a metafísica da música schopenhaueriana: contextualizando a anotação 12[1] na filosofia do jovem Nietzsche; Reflections on the dissension with Schopenhauer’s metaphysics of music : the status of the posthumous fragment 12[1] within the young Nietzsche’s philosophy

Garcia, André Luis Muniz
Fonte: Grupo de Trabalho Nietzsche (GT-Nietzsche) da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF) em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Publicador: Grupo de Trabalho Nietzsche (GT-Nietzsche) da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF) em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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47.31%
O presente artigo é parte levemente modificada do segundo capítulo da dissertação de mestrado do autor, defendida em abril de 2008 junto ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Estadual de Campinas, sob orientação do professor Oswaldo Giacoia Jr.; O presente artigo tem por objetivo interpretar o contexto no qual se insere a famosa anotação 12[1], na qual Nietzsche teria esboçado não só uma dissenção com a metafísica da música de Schpenhauer, mas, sobretudo, uma nova concepção de linguagem, agora não mais enquanto elemento mediador da expressão, pela arte, do “em si” do mundo. Para tanto, pretendemos mobilizar alguns argumentos presentes não apenas no material póstumo do jovem Nietzsche (o assim chamado Nachlass), mas também na sua primeira obra, O Nascimento da Tragédia, perseguindo assim três tópicos temáticos: (i) a relação entre música e representação em torno do conceito de “ideia poética”; (ii) a vontade como “objeto” da música, a fim de caracterizar a dissensão “não publicada” com Schopenhauer e (iii) interpretação d’O Nascimento da Tragédia a partir de uma metafísica da música enquanto investigação sobre o estatuto da linguagem musical como produto prefigurado artisticamente pela natureza. ______________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; The present article aims to analyze the context in which the famous posthumous fragment 12[1] was written. In that fragment...

Observações sobre a recepção de Nietzsche em Portugal: passando por Pessoa até finais da década de noventa do século XX

Marques,António
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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47.08%
Este artigo procura analisar a recepção da filosofia de Nietzsche em Portugal. Percorrendo um amplo espectro, visa a apontar as fortes marcas do pensamento nietzschiano na cultura portuguesa.

O questionamento de Nietzsche

van Tongeren,Paul
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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47.26%
Quando Nietzsche é chamado de um filósofo radical, é (dentre outras razões) porque pretende pôr em questão o que outros pensadores tomam por certo. No artigo, concentro-me no modo pelo qual Nietzsche pergunta suas questões e em como elas (e o vocabulário que utiliza para expressá-las) se desenvolvem ao longo de seus escritos. O artigo aponta como Nietzsche gradativamente descobre suas questões adequadas e como essa busca atinge seu clímax por volta de 1886. Essa questão adequada se torna uma questão prática ou existencial: "Em que medida a verdade pode suportar a incorporação?" (FW/GC 110, KSA 3.471).

Reconciliação no pensamento de Nietzsche?

Wienand,Isabelle
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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47.31%
O artigo procura responder à questão se a ideia de reconciliação encontra-se articulada no pensamento de Nietzsche. Esta abordagem é feita em três passos. A primeira parte apresenta a crítica de Nietzsche à motivação e aos objetivos da reconciliação (ou autorreconciliação) presentes em concepções religiosas, sociais e filosóficas. A segunda parte defende que Nietzsche desenvolve uma forma alternativa de reconciliação: a autossuperação. A terceira e última parte discute em que medida a insistência de Nietzsche no eu na autossuperação pode subtrair a figura do outro e assim borrar a linha entre autossuperação e auto-ilusão.

A questão da criação em Nietzsche e em Bergson

Dias,Rosa Maria
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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47.08%
O artigo tem por objetivo confrontar a filosofia de Nietzsche - da vontade criadora - com a filosofia de Bergson - da duração. Procura perscrutar a compreensão que este filósofo tem da noção de duração, pensada como criação, isto é, como movimento contínuo que traz o passado e gera o futuro no presente: "jorro ininterrupto de novidade".

Nietzsche leitor de Shakespeare

Süssekind,Pedro
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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47.18%
O artigo analisa, a partir de referências feitas por Harold Bloom em seu estudo Shakespeare: a invenção do humano, passagens nas quais Nietzsche propõe interpretações de duas tragédias de Shakespeare. Uma dessas passagens, retirada de Aurora, defende uma compreensão de Macbeth que escape da avaliação moralista do protagonista. A outra passagem é do primeiro livro de Nietzsche, O nascimento da tragédia, e diz respeito a uma das questões mais debatidas na recepção de Hamlet: o motivo da hesitação do príncipe, sua demora em agir diante das circunstâncias que lhe são apresentadas no primeiro ato da tragédia.

Os pintores de Schopenhauer e Nietzsche

Barboza,Jair
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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47.08%
O artigo mostra como Schopenhauer e Nietzsche recorrem à pintura e à poesia para figurar os principais conceitos de suas filosofias. Aproximam assim filosofia e arte.

Os legisladores do futuro: a afinidade dos projetos políticos de Platão e de Nietzsche

Constantinidès,Yannis
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.08%
o presente texto busca desconstruir o lugar-comum de que Platão é, tão somente, o principal adversário de Nietzsche. Ao analisarmos o percurso da reflexão nietzschiana, veremos que o filósofo, desde sua juventude, e com o progressivo auxílio das ferramentas de análise fisiológica e psicológica, jamais confundiu o platonismo com o homem e legislador político que foi Platão, recebendo dele, inclusive, a influência decisiva no projeto da "grande política". Veremos, paralelamente, que apesar de se considerar como o único herdeiro crítico do filósofo grego, considerado como um criador de novos valores, existem diferenças nos projetos políticos de ambos os filósofos, sobretudo no derradeiro período da reflexão nietzschiana, por meio do pensamento do eterno retorno do mesmo e da leitura do Código de Manu.

Quando a potência dá prova de espírito: origem e lógica da justiça segundo Nietzsche

Wotling,Patrick
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.08%
Contrapondo-se à concepção tradicional de justiça, esse trabalho visa a expor a maneira pela qual Nietzsche interpreta esta noção, tendo como parâmetro avaliativo a doutrina da vontade de potência.

Mapeando o sujeito em Nietzsche: a distinção entre o Ich e o Selbst

Marques,António
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.08%
O artigo visa a analisar o estatudo do sujeito em Nietzsche. Para tanto, investiga o dispositivo de uma auto-observação exercida pelo "eu" que consiste num mapeamento do "si mesmo"; perscruta um "recuo", em relação a Kant, no plano teórico, quanto à dissolução do sujeito da tradição metafísica; e avança a tese de que o sujeito é a articulação entre o Ich e o Selbst, de modo que a compreensão do sujeito permite jogar luz sobre a relação específica entre essas duas realidades.

Nietzsche no Rio da Prata (1900-1950)

Sánchez,Sergio
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.31%
Minha atual pesquisa concentra-se nos primeiros leitores do Rio da Prata de Nietzsche, entre o final do séc. XIX até meados do séc. XX. Tenho me ocupado com a recepção de seu pensamento na margem oriental do Rio da Prata, mais especificamente no contexto do modernismo. O romancista Carlos Reyles e o ensaísta José Enrique Rodó, são dois exemplos claros das questões e interesses que motivaram a leitura de Nietzsche em 1900 na costa uruguaia, num contexto em que a crise europeia de fin-de-siècle encontrava significativos ecos nestas latitudes. Ao mesmo tempo na margem Argentina, entre os muitos leitores do filósofo, me interessa em especial Jorge Luis Borges, a quem dedico agora minha pesquisa, reconstruindo os segmentos pertinentes da sua "biblioteca ideal". Desta forma, minha exposição centra-se, em precisar as características comuns e específicas desta recepção de Nietzsche, assim como, os pressupostos (metodológicos, de enfoque, etc.) do meu trabalho no contexto dos estudos sobre Nietzsche

Há espaço para uma concepção não moral da normatividade prática em Nietzsche?: notas sobre um debate em andamento

Lopes,Rogério
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.26%
Este artigo está estruturado em três seções. Na primeira procuro mostrar como a busca por uma concepção alternativa de normatividade prática na filosofia moral contemporânea guarda afinidades com o projeto nietzschiano de crítica da moralidade. Na segunda seção examino os méritos e as limitações da tentativa de Brobjer de filiar Nietzsche à tradição grega da ética das virtudes. Na terceira seção examino as distintas motivações da crítica de Nietzsche à solução moral para o problema da normatividade prática e defendo a tese de que esta diversidade de motivações torna sua posição instável, oscilando entre uma versão consequencialista e uma não consequencialista do perfeccionismo. Não discuto exaustivamente, mas sugiro que a versão não consequencialista é mais consistente com alguns compromissos importantes da filosofia de Nietzsche.

Mentira, erro, ilusão, falsidade: sobre Nietzsche e Wittgenstein

Carvalho,Marcelo
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.18%
Os trabalhos de Nietzsche e Wittgenstein apresentam contatos e possibilidades de aproximação que se revelam bastante fecundas para a interpretação de ambos. Apresenta-se aqui uma destas possibilidades, explicitando o terreno no qual ambos os autores situam o debate sobre a verdade e sua relação com a linguagem. Para isto, é feita uma breve apresentação de Sobre a verdade e a mentira em um sentido extra-moral, de Nietzsche, e se procura explicitar sua relação com a concepção de linguagem de Wittgenstein nas Investigações Filosóficas e em Sobre a Certeza.

Nietzsche belle époque: decadência e performatividade

Lemos,Fabiano
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.18%
A apropriação de Nietzsche em torno do termo décadence - e seus conexos - nos textos redigidos entre 1887 e 1888 pode nos mostrar não apenas seu interesse de por um léxico típico da literatura e da fisiologia da belle époque, mas o modo como o uso desse vocabulário lhe permitiu, ao mesmo tempo, se colocar diante de seu tempo e estabelecer novas estratégias de escrita. Partindo, portanto, do horizonte decadentista e de seus procedimentos narrativos, entre 1871 e 1914, o artigo pretende analisar os tensionamentos envolvidos na inscrição de Nietzsche no período que se estende de seus últimos escritos até sua primeira recepção.

Linguagem e verdade: a relação entre Schopenhauer e Nietzsche em Sobre verdade e mentira no sentido extramoral

Moreira,Fernando de Sá
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.18%
Pretendemos investigar a compreensão dos conceitos de verdade e linguagem no primeiro período de Nietzsche e demonstrar como a crítica à linguagem se relaciona com os conceitos de vontade, intelecto, intuição e razão de Schopenhauer. Segundo nossa interpretação, em oposição a Schopenhauer, o jovem Nietzsche identifica os conceitos de razão e linguagem e interpreta o intelecto como um processo pulsional. Tal alteração resultou na rejeição da proposta de uma metafísica da vontade e provocou mudanças significativas na interpretação dos papéis da arte, da ciência e da filosofia em relação aos propostos por Schopenhauer.

Entre a memória e a política: Nietzsche e Arendt na atualidade

Barrenechea,Miguel Angel de; Dias,Mário José
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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47.31%
Neste artigo a nossa proposta é pensar, a partir de filosofias tão diversas como as de Nietzsche e Arendt, questões relevantes do campo teórico da memória social, vinculadas à problemática da política na atualidade. Para tanto, partimos da tese de que Nietzsche e Arendt, embora não sejam autores vinculados diretamente à memória social, apresentam ideias que podem contribuir de forma fecunda a este campo discursivo. Justifica esta tese a constatação de que os pensadores colocam o problema da memória e do esquecimento no centro de sua reflexão sobre a sociedade e sobre a política. Para nos aproximarmos dessas ideias sobre memória e política em Nietzsche e Arendt, como proposta metodológica nos concentramos no estudo daqueles que consideramos os escritos mais importantes de cada um deles - Genealogia da moral e Origens do totalitarismo, respectivamente - nos quais esses conceitos são tematizados de forma lapidar. Em ambos os livros a memória e o esquecimento são interpretados, de formas distintas, como fenômenos sociais que surgem num contexto de violência, de coerção. Os filósofos em questão reconhecem que a memória e o esquecimento são processos sociais instaurados com dor e violência. Para eles, o desafio é estudar os processos elaborados pela violência que controla e instaura o poder em diversas configurações sociais...

O Nietzsche tardio e a tese da falsificação

Riccardi,Mattia
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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A maioria dos interpretes atribuem a Nietzsche a tese de que a nossa experiência do mundo é, de algum modo, errônea ou distorcida - em suma, advogam a "tese da falsificação". Em seu influente livro, Maudemarie Clark veio questionar esse consenso, afirmando que o Nietzsche tardio abandonou essa tese epistemológica chave em favor de uma versão de realismo empirista. O objetivo do meu artigo é de responder aos argumentos de Clark mostrando que não há razões para concluir que, nas suas últimas obras, Nietzsche rejeitou a tese da falsificação.

Um Nietzsche diferente

Veríssimo,José
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Artigo publicado em 1903, na primeira página do Correio da Manhã. Nele, o autor examina algumas das últimas publicações francesas das ideias de Nietzsche, bastantes conhecidas na época, inclusive no Brasil. Igualmente, procura avaliar a maneira como a filosofia nietzschiana começa a se tornar uma verdadeira moda na cena intelectual brasileira. E estabelece uma crítica que tende a ser negativa, tanto a respeito da recepção das ideias de Nietzsche na França quanto no Brasil, considerando o pensador ora como filósofo, ora como poeta.

Frederico Nietzsche

Ribeiro,João
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Artigo publicado em 1904, no Almanaque Garnier. Nele, o autor trata de vários temas da filosofia nietzschiana sem perder de vista o contexto cultural brasileiro. O artigo, segundo o autor, foi motivado pelo falecimento da mãe de Nietzsche. É ainda um dos primeiros textos escritos sobre a filosofia de Nietzsche no Brasil.

Nietzsche no Uruguai, 1890-1910

Drews,Pablo
Fonte: Grupo de Estudos Nietzsche Publicador: Grupo de Estudos Nietzsche
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Este artigo mostra a recepção e a influência de Nietzsche no Uruguai durante os anos de 1890 a 1910. Para tal, o artigo se divide em três partes. Em primeiro lugar, se expõem as diferentes vias pelas quais se introduz Nietzsche, como chega? como era lido? quem o lia? A segunda parte investiga as traduções francesas e espanholas que chegaram ao Uruguai. E, por ultimo, se expõem as diferentes revistas culturais da época que abordaram Nietzsche.