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Nazismo tropical? O partido Nazista no Brasil; Tropical nazi? The Nazi Party in the Brazil

Dietrich, Ana Maria
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/03/2007 PT
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O partido nazista no Brasil (1928-1938) estava inserido em uma rede de filiais deste partido instaladas em 83 países do mundo e comandadas pela Organização do Partido Nazista no Exterior, cuja sede era em Berlim. O grupo instalado no Brasil teve a maior célula fora da Alemanha com 2900 integrantes sendo estruturado de acordo com regras e diretrizes do modelo organizacional do III Reich. A realidade brasileira interveio nesse processo causando o que chamamos de tropicalização do nazismo. A história do desenvolvimento da ação do partido no Brasil será analisada nos 17 estados brasileiros onde estava presente, tendo como contexto histórico a complexidade das relações Brasil e Alemanha durante o período da Era Vargas, a relação com o integralismo e eventuais conflitos raciais com a população brasileira e com judeus imigrados. Ênfase será dada ao papel do chefe do partido nazista no Brasil, Hans Henning von Cossel, considerado como Führer tupiniquim, tendo como fonte entrevistas com seus familiares. Contém extenso material iconográfico de documentos de época.; The Nazi party in Brazil (1928-1938) was inserted in a branch net spread in 83 countries around the world and headed by the Nazi Party Foreign Organization...

A moral nazista: uma análise do processo que transformou crime em virtude na Alemanha de Hitler; The Nazi moral: an analysis of the process that transformed crime in virtue in Hitler's Germany

Guterman, Marcos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2013 PT
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A Alemanha, sob o nazismo, experimentou um processo de inversão moral que, combinado a outros fatores, como o nacionalismo e o racismo em escala nunca vista, levou o país a cometer crimes sem paralelo na História. A partir da base teórica oferecida por Hannah Arendt e por meio da análise de diários de alemães envolvidos diretamente com o nazismo quer como militantes, quer como simpatizantes, quer como críticos , esta pesquisa procura contextualizar esse processo, discutindo como uma sociedade sofisticada e desenvolvida se deixou envolver pela ideia de que sua sobrevivência, em última análise, dependia da destruição do Outro, isto é, dos povos que não integravam seu ideal de civilização e humanidade. O trabalho dedica-se ainda a observar que a inversão moral foi tão completa e abrangente que envolveu igualmente as vítimas e praticamente impediu que surgisse qualquer forma de resistência organizada. Será dada especial ênfase ao papel do pensamento völkisch, que misturava nacionalismo e romantismo em doses suficientes para tornar a violência um valor positivo, e ao papel da burocracia, que transformou o assassinato numa tarefa como outra qualquer, aliviando consciências e viabilizando o genocídio.; Germany...

The big event: história, memória e identidade na minissérie 'Holocausto'; The big event: history, memory and identity in Holocaust miniseries

Silva, Edson Pedro da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/12/2014 PT
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A presente investigação tem como objetivo estabelecer uma reflexão sobre as relações entre a história e a memória por meio da análise da minissérie Holocausto (1978), produção televisiva veiculada pela rede norte-americana NBC. O enredo de Holocausto está centrado na trágica narrativa sobre uma família judia-alemã no período que vai de 1935 a 1945. Modelo típico de judeus assimilados na Berlim dos primeiros anos do nazismo, a família Weiss testemunha as trágicas mudanças em sua realidade com a ascensão do nazismo e o estabelecimento do antissemitismo como política de estado. A minissérie é apontada como um marco na emergência do interesse sobre o Holocausto na consciência pública norte-americana, apresentando um discurso narrativo a respeito do extermínio dos judeus europeus que está diretamente vinculado à valorização desta mesma memória pela comunidade judaica. Pretende-se apontar que o aspecto comemorativo dessa produção audiovisual e o impacto verificado em sua exibição fora dos Estados Unidos, sobretudo na República Federal Alemã, evidenciam a complexidade da relação entre a história e os discursos de memória.; This investigations purpose is to establish a reflection about the relations between history and memory through the analysis of the miniseries Holocaust (1978)...

Germanismo e nazismo na colônia alemã de Presidente Venceslau (1923-1945)

Soares, Bruno Pinto
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 139 f. : il.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em História - FCLAS; A presente pesquisa discute a imigração alemã e a influência do nazismo na cidade de Presidente Venceslau entre os anos de 1923 e 1945. A inserção do colono teuto e as múltiplas maneiras de recriar o novo espaço, muitas vezes relacionadas à cultura alemã, lançaram as bases para o fortalecimento dos laços com a pátria de origem. O uso diário da língua materna e a construção da Escola alemã, voltada exclusivamente para a comunidade, criaram um vínculo permanente com a Alemanha, fortalecido por meio do discurso nacionalista da década de 1930. A propagação da ideologia nazista ganhou contornos identitários no seio colonial, pois a comunidade ostentava os símbolos do regime e reverenciava seu líder, tal qual ocorria na própria Alemanha. A idéia de “perigo alemão” se delineou no início de 1940, legitimada pela política repressiva do Estado Novo, momento em que a boa relação dos colonos alemães com a sociedade venceslauense deteriorou-se, sendo os mesmos vigiados, perseguidos e atacados na imprensa local.; This research discusses about the German immigration and the Nazism influences in Presidente Venceslau between 1923 and 1945. The insertions of the German immigrant and the multiple ways of recreating the space...

Uma aposta arriscada: o Jornal Meio-Dia e o Nazismo (1939-1942)

Franzolin, João Arthur Ciciliato
Fonte: Cultura Acadêmica Publicador: Cultura Acadêmica
Tipo: Livro
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Como poderia ter existido no Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial, um jornal que propagandeava o regime nazista, uma vez que o país é formado por uma população miscigenada, distante dos princípios de pureza racial defendidos por Hitler? Que tipo de apoio o periódico teria prestado aos alemães? Que motivos levaram seu proprietário a aderir ao nazismo? Estas são algumas das questões que motivaram o historiador João Arthur Ciciliato Franzolin a pesquisar a trajetória do jornal Meio Dia, que circulou de 1939 a 1942, e seu cirador, o escritor Joaquim Inojosa. Inojosa foi figura conhecida nos meios literários por manter vínculos com alguns dos protagonistas da Semana de Arte Moderna de 1922 e por se tornar um divulgador do modernismo no Nordeste do Brasil, a começar por sua terra natal, Pernambuco. O Meio Dia surgiu no contexto do Estado Novo. Desde o seu início exaltou o regime e Getúlio Vargas e passou a receber dinheiro da agência de notícias alemã Transocean e da Embaixada da Alemanha, apoio que o levou a estampar propaganda e textos glorificadores do Terceiro Reich e suas conquistas na guerra. No entanto, após análise aprofundada, o autor identificou fases distintas na trajetória do periódico: em 1939...

A Alemanha no período entre-guerras: um estudo sobre a hiperinflação e a ascensão do nazismo

Sbrocco, Fernando Moreira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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Este trabalho tem como finalidade estudar a situação econômica vivida pela Alemanha entre as duas guerras mundiais, compreendendo, portanto, o intervalo entre os anos de 1918 e 1939. No início é apresentada uma visão histórica do período, mostrando o caminho percorrido pelo povo germânico até a formação da atual Alemanha. O desencadeamento da Primeira Guerra Mundial e seu trágico fim para o povo alemão, teve como resultado principal o Tratado de Versalhes, extremamente prejudicial para a economia alemã, pondo fim ao império e iniciando-se a República de Weimar. O trabalho também trata das razões que levaram à hiperinflação, uma das maiores e mais fenomenais de toda a História, como, por exemplo, a ocupação do vale do Ruhr por tropas francesas, e seu desfecho, com a introdução de uma nova moeda chamada Rentenmark. Em seguida explora os Planos Dawes e Young, bem como a crise da bolsa de Wall Street em Nova Iorque, no ano de 1929 e suas conseqüências para a Alemanha, como o terrível índice de desemprego em 1932, que chegou a seis milhões de trabalhadores. A partir de então, a ascensão do Nazismo torna-se o assunto central, devido, principalmente, à crise enfrentada pela Alemanha após o ano de 29, sob o comando de Adolf Hitler...

Thomas Mann: um escritor contra o nazismo

Dayan-Herzbrun,Sonia
Fonte: Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1997 PT
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O combate que Thomas Mann travou contra o nazismo a partir de 1922 é exemplar, pois é o de um escritor apaixonado pela liberdade e não o de um militante. Ele privilegia a ficção e o mito como meios de luta contra o fascínio exercido pelo nazismo e afirma a permanência de uma Alemanha cultural, cosmopolita, fonte de uma universalidade estranha a todos os particularismos étnicos. Goethe, com quem ele se identifica e no qual se projeta, é a figura de proa dessa Alemanha.

A interpretação do nazismo, na visão de Norbert Elias

Fausto,Boris
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS-Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS-Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1998 PT
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Este trabalho analisa um dos temas centrais do último livro de Norbert Elias: a significação do nazismo. Refere-se às razões da perplexidade das correntes liberal e marxista para dar conta do fenômeno, pelo menos em um primeiro momento. A partir dessa constatação, expõe o ponto de vista de Elias, que se aparta de uma história-progresso, no rumo de um processo civilizatório cada vez mais aperfeiçoado. Procura-se demonstrar como a interpretação de Elias está fundada na análise de longa duração da história alemã, dando relevância à constituição do habitus como um conceito explicativo original que não se confunde com o de caráter nacional. O ensaio discute também o peso secundário, embora não irrelevante, que Elias atribui à conjuntura dos anos 20 e princípios dos anos 30 na implantação do nazismo. Indaga-se, por último, se, na opinião de Elias, o nazismo foi um fenômeno datado e específico e, em função da resposta, quais as possibilidades de sua reemergência no quadro atual.

Notas sobre o tratamento das pessoas atingidas pela violência institucionalizada

Rauter,Cristina
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 PT
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A violência institucionalizada teve como grande laboratório o fenômeno histórico do nazismo, que não deve ser visto como retorno à barbárie, mas como portador de mecanismos e práticas em ação na sociedade em que vivemos hoje. O tratamento dos atingidos pela violência do Estado é analisado a partir de uma reflexão sobre o nazismo, sobre os usos da memória e sobre a capacidade de reconstrução de territórios existenciais, levando a uma reflexão sobre a subjetividade contemporânea.

Na via do Behemoth

Rabinovitch,Gérard
Fonte: Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Publicador: Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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O momento nazista permanece um enigma impensado de que a cultura contemporânea continua cativa. O autor levanta a hipótese de que a persistência desse enigma e seus estragos duráveis se devem à insistência dos pensamentos político, sociológico e filosófico em construírem o nazismo à luz da metáfora hobbesiana do Leviatã. Propõe retomar a questão do nazismo sob a perspectiva do Behemoth, antônimo do Leviatã. Para tanto, sugere a necessidade de retornar a Freud e à psicanálise, balizas de um possível novo pensamento do político que escrutine a destrutividade nazista. Propõe ainda sondar as homologias entre nazismo, corjas e máfias, com base na figura da " heroicização da violência" que lhes seria comum. E avança um modelo " econômico" : a quimera, suscetível de capturar o caráter heterotópico e heterocrônico de sua construção criminosa.

Entre a suástica e a cruz

Maske, Wilson
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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Resumo: Nesta tese, analisarei a conexão entre religião e política entre os alemães menonitas do Paraguai. Originários da Reforma Protestante do século XVI na Suíça, os menonitas se destacaram das outras linhagens protestantes por seu radicalismo, por seu auto-isolamento, por sua rejeição ao envolvimento de cristãos na cena política, por sua adesão irrestrita ao pacifismo não-resistente e por não prestarem juramentos. Essa opção resultou em uma série de perseguições e fugas que os levou da Suíça, seu lar ancestral, à Holanda, à Prússia, à Rússia, aos Estados Unidos, ao Canadá, ao Brasil e ao Paraguai. Nesse último país, as contradições internas dos menonitas, principalmente relacionadas a questões étnicas e a política de extremadireita, e em especial, quando se inicia a influência do movimento nacional-socialista que arrebata parte dos menonitas residentes na colônia de Fernheim, entre 1933 e 1945, resultam no surgimento de dois grupos antagônicos: os völkisch (étnicos populares, adeptos do nazismo) e os wehrlos (pacifistas cristãos conservadores, contrários ao nazismo), que se lançam num embate pelo poder como jamais se viu na história da irmandade menonita. As razões do confronto, porém...

Guimar?es Rosa e Martin Heidegger: duas vis?es sobre o Nazismo

SILVA, Leonardo Castro da
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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No ano de 1970 houve a publica??o da obra p?stuma Ave, palavra de Guimar?es Rosa (1908-1967) que re?ne alguns textos do autor, desta colet?nea de textos se faz a escolha das cr?nicas ?O mau humor de Wotan?, ?A velha? e ?A senhora dos segredos?, que giram em torno do contexto do Nazismo alem?o e exp?em uma posi??o contraria ao Nacional Socialismo. Num primeiro momento o trabalho busca mostrar como Benedito Nunes (1929-2011) se guiou por uma tend?ncia interpretativa concebida por comentadores heideggerianos antes das obras completas [Gesamtausgabe] (2001), tal tend?ncia postula que n?o h? na Filosofia de Martin Heidegger (1889-1976) um v?nculo entre o pensamento pol?tico e o filos?fico. O passo seguinte exp?e a no??o heideggeriana em Ser e Verdade (2001) em que o fil?sofo alem?o prop?e uma fundamenta??o ideol?gica para o Nazismo, sendo favor?vel a este com certas ressalvas. Assim, mostra-se como as obras completas exp?em argumentos que apontam uma limita??o em rela??o aos comentadores que produziram antes de sua publica??o sobre a Pol?tica e a Filosofia em Heidegger. No subcap?tulo sobre O local da diferen?a (2005), trata-se do trauma e do testemunho como conceitos centrais que o autor coloca para teorizar as Literaturas do s?culo XX nos contextos de guerra e de regimes autorit?rios. Ap?s...

EL simbolismo biográfico: Sophie Scholl (2005); Biographical symbolism: Sophie Scholl (2005)

Barrenetxea Marañón, Igor
Fonte: T&B editores Publicador: T&B editores
Tipo: info:eu-repo/semantics/publishedVersion; info:eu-repo/semantics/conferenceObject Formato: application/pdf
Publicado em //2011 SPA
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27.32%
El filme Sophie Scholl (2005) de Marc Rothemund es la historia de una mujer que se comprometió, junto a su hermano y un grupo de amigos, a revelarse contra el nazismo en una época marcada por la violencia, por la supresión de la libertad y, sobre todo, por la perversión que se hizo del Estado alemán y de la conciencia por parte del nazismo. La película, también, viene unida al incisivo impulso dado por la historiografía en la comprensión de esta etapa, y la sujeción que tiene el cine en la representación de la memoria colectiva. Aún así, el cine no trata de sustituir a la Historia sino de completarla como otra manera de entender el pasado. Sophie Scholl se nos presenta, en suma, como un marco de reflexión social y humano con intensas connotaciones emocionales que establece una lección histórica y visual en contra de los totalitarismos.; Marc Rothemund’s film Sophie Scholl (2005) is the story of a woman who, with her brother and a group of friends, undertook to rise up against Nazism in a time marked by violence, the suppression of freedom and, above all, the perversion by the Nazis of the German state and conscience. The film is also linked to the incisive boost given by historiography to our understanding of this period and the power of cinema to influence a representation in our collective memory. Even so...

O Nazismo, Neonazismo e Outras Espécies de Discriminação no Sistema Penal Brasileiro

MARCHERI, Pedro Lima
Fonte: Centro Universitário Eurípedes de Marília Publicador: Centro Universitário Eurípedes de Marília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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O estigma do nazismo como apanágio das doutrinas de ódio sempre esteve presente na história da humanidade, especialmente com o surgimento acelerado de grupos neonazistas nos dias atuais. No Brasil a situação não é diferente, o preconceito e a discriminação racial baseados nos mesmos preceitos do nacional-socialismo ainda estão em voga. Diante deste panorama, a Lei 7.716/1989 apresenta em artigo 20, §1º norma que incrimina a divulgação do nazismo por meio da suástica. Procura-se atingir os objetivos propostos por meio da revisão crítica da bibliografia, jurisprudência e legislação, além do rigor metodológico na análise jurídica dos índices apresentados. No contexto da linha de pesquisa construção do saber jurídico, busca-se aferir a congruência entre o referido tipo penal e a teoria geral dos crimes, além de identificar os parâmetros de sua eficácia em coibir as práticas discriminatórias no contexto brasileiro. Deste modo, partindo-se de um estudo histórico-social sobre os movimentos nazista e neonazista, da simbologia e meios de disseminação do ódio, até se alcançar a questão dos crimes de discriminação, a análise do panorama constitucional e da legislação estrangeira. Concluiu-se que o crime de divulgação do nazismo denota aplicabilidade incipiente em razão de falhas na metodologia legislativa aplicada e consequente construção formal do delito. A vinculação do delito ao uso da suástica e ao nazismo obsta a tipificação de relevantes condutas discriminatórias. Ao final propôs-se uma nova metodologia e um tipo penal alternativo que suprem as falhas apontadas.

Um momento perigoso : Jung e o nazismo

Ulianov Reisdorfer
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/08/2003 PT
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37.49%
o envolvimentode Jung com o Nazismo na década de 30 é um tema que não encontra respostas definitivas. Numa tentativa de interpretação desta relação, no que diz respeito aos aspectos teóricos da psicologia junguiana, procuraremos analisar uma possível conexão teórica entre a psicologia analítica e a ideologia nazista. Para tal fim, analisaremos o que acreditamos ser uma dupla filiação filosófica dos aspectos da psicologia junguiana que se referem à relação entre indivíduo e sociedade: filiam-se por um lado aos filósofos românticos alemães, e por outro lado a Nietzsche. Cremos que uma análise desta relação nos fornecerá elementos suficientes para compararmos teoricamente Jung e a ideologia nazista. A relação orgânica entre indivíduo e comunidade presente na teoria psicológica de Jung (expressa em idéias como "participação mística", libido familiar e relação mente-corpo-terra) constitui-se em um traço romântico de seu pensamento; mas acreditamos que esta tendência, que poderia vinculá-lo, de certa forma, ao Nazismo, é contrabalançada por uma tendência ainda mais forte de diferenciação do indivíduo em relação ao todo social (seja família, nação, Estado, povo, etc.), a qual manifesta-se por meio de um processo de autodesenvolvimento e auto-educação denominado processo de individuação (e aqui Jung recebe influências de Nietzsche); Jung's involvement with the Nazism in the Thirties is a theme that doesn't find conclusive answers. In an attempt to interpret this relation...

Sistema trágico coercitivo de Aristóteles e nazismo : a construção da tragédia nazista

Kern, Nathália Lunardi
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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Esta monografia tem como objetivo principal a construção de um diálogo entre o Sistema Trágico Coercitivo de Aristóteles e o Nazismo. Entendemos que os conceitos utilizados na concepção do sistema proposto pelo filósofo grego, assim como as etapas estabelecidas são, congruentes à ideologia nazista e a acontecimentos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial na Alemanha. O estudo desenvolvido é de cunho teórico, tem como metodologia a revisão bibliográfica acerca dos temas Sistema Trágico Coercitivo de Aristóteles e Nazismo, bem como assuntos relacionados a estes: história da Segunda Guerra, a vida de Adolf Hitler, a propaganda nazista, argumentação na comunicação, utilização da persuasão no campo político, entre outros. Houve, também, pesquisa documental com o intuito de identificar filmes que possibilitassem a ilustração dos princípios nazistas destacados na monografia. A coleta de todas estas informações possibilitou, além da construção do diálogo proposto, a criação de uma hipótese acerca da inspiração nazista quanto ao seu método de organização e manipulação da sociedade. O estudo entende que o sistema nazista teve como inspiração a metodologia teatral proposta por Aristóteles, visto que ambos tinham como objetivo despertar o sentimento de empatia entre o “espectador” e o protagonista/Hitler...

El nazismo como religión de violencia.

Gúzman Castro, Gustavo
Fonte: Universidad de Chile; Universidad de Chile. Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Universidad de Chile. Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
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Para intentar una respuesta, nos interesa preguntar lo que dicen las fuentes primarias del nazismo, enfrentarlas, interrogarlas, dejarlas hablar. Así, nuestro objetivo inmediato consistirá en adentrarnos en el lenguaje utilizado por los teóricos y caudillos del nazismo, lo que nos permitirá, a su vez, aproximarnos a otros dos importantes objetivos: reconocer el nivel de convencimiento de los adeptos a su suerte de “guerra santa”, pero sobre todo, identificar los valores, ideales y faltas generales del nacionalsocialismo susceptibles de ser considerados religiosos, es decir, que dan un soporte sacral a las teorías y acciones intentadas por Hitler y los suyos. Estos valores son inseparables del fenómeno nazi.

Nazismo, antisemitismo y jerarquía eclesiástica española

Andrés-Gallego, José
Fonte: Consejo Superior de Investigaciones Científicas (España) Publicador: Consejo Superior de Investigaciones Científicas (España)
Tipo: Capítulo de libro Formato: 127984 bytes; application/pdf
SPA
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[ES] Estudio de las actitudes de la jerarquía eclesiástica española ante el nazismo y el antisemitismo. Se examina la oposición de los obispos al convenio cultural hispanoalemán de 1938 y las pastorales de los obispos de León y Calahorra sobre el nazismo y los judíos.; [EN] Study of Spanish bishops’ attitudes in front of Nazism and Antisemitism. It is reviewed bishops’ opposition to the Spanish- German cultural treaty of 1938 and León y Calahorra bishops’ writtings about Nazism and Jews.; Peer reviewed

Protección y negación de la vida: la tanatopolítica bajo el nazismo

Micieli, Cristina
Fonte: Páginas de Filosofía Publicador: Páginas de Filosofía
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 23/04/2011 SPA
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Según Foucault, a partir del siglo XVIII la cuestión de la vida fue conectándose con la esfera de la acción política. La política del nazismo adopta los procesos biológicos como criterio rector de las acciones. Según Roberto Esposito, lo fundamental del nazismo es la vida, su sujeto es la raza y su léxico la biología. Al exterminio de judíos, y de los tipos humanos asimilables a éste, se le asignará una finalidad terapéutica. En su esencia biocrítica, el nazismo permanece mudo para la filosofía política clásica. Heidegger, no obstante haber apoyado al Führer, llevó a cabo un enfrentamiento filosófico con el nazismo al constatar la pérdida de la capacidad explicativa de las categorías clásicas de la filosofía. According to Foucault, since the XVIII century, the topic of life started to be connected with politics. Nazism politics takes biological processes as main criteria to take action. According to Roberto Esposito, the fundamental issue for Nazism is the life, its subject is the race and its lexicon is the biology. The killing of Jews - and other human types similar to them – is taken as a therapeutic aim. In its bio-critical essence, Nazism remains silent for the classic political philosophy.Even if Heidegger has supported the Führer...

Franz Neumann e o nazismo como a destruição do estado

Ramos, Diogo; UFSC
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2012 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/1677-2954.2012v11n3p299Apresentamos no presente artigo a tese de Franz Neumann segundo a qual não haveria propriamente um Estado na Alemanha nacional socialista. Apesar de hoje relativamente pouco conhecido, Neumann foi um importante teórico do direito da chamada Escola de Frankfurt e membro ativo da promotoria dos julgamentos de Nuremberg; sua principal obra, Behemoth: estrutura e prática do nacional socialismo, publicada já em 1942, é o primeiro tratado sistemático sobre o tema, muito influente sobre diversos estudos posteriores, e de uma riqueza de intuições ainda hoje relevante. Neumann desenvolve sua tese da inexistência de um Estado nacional socialista a partir de seus estudos sobre o desenvolvimento do império da lei e da soberania na modernidade, características fundamentais do chamado Rechtsstaat, e que lhe permite concluir ser (ou parecer ser) o regime nazi algo muito mais próximo do Beemote hobbesiano do que de seu Leviatã. Por isso, apresentamos na primeira parte deste trabalho sua discussão sobre o Estado e o direito modernos, para só na segunda parte discutir propriamente sua compreensão do nazismo.