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A multidão diante do herói na Ilíada; The crowd before the heroes in the Iliad

Oliveira, Gustavo Junqueira Duarte
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/04/2010 PT
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Na Ilíada, a multidão exerce um papel fundamental para a contrução da trama. Ela ajuda a ambientar a epopéia em um cenário de guerra épica, além de ser necessária na própria definição daqueles que são as figuras centrais do poema: os heróis. Nesse sentido, procurou-se discutir justamente a função da multidão, massa, ou coletividade, em um poema em que o enfoque recai em outro elemento. Para tal, foi preciso estabelecer os aspectos próprios que caracterizam a multidão, além de apresentar de que forma ela garante que o herói seja mostrado de maneira épica. Em primeiro lugar foi proposta uma discussão acerca das fontes. Discutiu-se a questão da oralidade nos poemas homéricos e suas implicações para o estudo da História, com ênfase especial para a tradição. Questionou-se a validade do uso de tais poemas para o estudo da História. A sugestão proposta é considerar os textos como veículos de uma tradição que tem uma validade histórica por transmitir valores ideais. A partir de tal concepção refletiu-se, no presente trabalho, acerca das características próprias da coletividade, massa ou multidão, começando pela quantidade, o elemento mais básico e necessário para a própria existência de tais manifestações. A partir dela...

Transfotografia : o pixel em multidão

Kirst, Patrícia Beatriz Argôllo Gomes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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A presente tese foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação-UFRGS e está filiado a linha de pesquisa “Interfaces Digitais em Educação, Arte, Linguagem e Cognição” “Transfotografia: O Píxel em Multidão” circunscreve o conceito de trans com vistas a problematizar a fotografia digital, em processo de manipulação, bem como os sujeitos, que operam tal processo em interação criativa, entendidos sob a luz do conceito de multidão (NEGRI; HARDT, 2005). A tentativa de produzir conhecimento em torno da fotografia digital em seu estado instituinte aponta para uma dimensão múltipla e ambígua e, pode assim, movimentar-se para além de coordenadas lineares: eis o movimento transversal que atravessa toda a discussão proposta. O estudo da imagem fotográfica digital presta-se à transdisciplinariedade localizada, aqui, entre a Psicologia Social, a Informática na Educação e a Filosofia. Colocar a imagem em emergência, em seus universos conceituais e, em sua imanência, requer pensá-la no limite. Tal limite situa-se em cada píxel que abriga a molecularidade que, quando acionada, pode tornar-se diferença e potência para passagem de uma imagem à outra. Pensar a imagem fotográfica digital em estado processual e molecular segue as marcas da subversão da forma...

A multidão e a televisão : representações contemporâneas da efervescência colectiva

Torres, Eduardo Cintra, 1957-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2010 POR
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Tese de doutoramento, Ciências Sociais (Sociologia Geral), Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, 2010; A multidão ocupou desde sempre um lugar no pensamento político-social do Ocidente, mas não originou paradigmas consistentes, devido à diversidade de representações teóricas e ao seu carácter efémero. Todavia, a multidão é uma das mais tenazes formas sociais, necessária à vida social. Considerada na sua repetição e diversidade, a multidão adquire um carácter estrutural. Ocupando o espaço público para apresentar ou reavivar ideias e colectivos maiores, a multidão tem intenção de representação, constituindo-se como uma prática de comunicação, como imagem. A multidão não serve apenas para gerar satisfação dos indivíduos participantes, mas também para gerar sentidos colectivos, construções simbólicas da sociedade. É para ser vista. Nela coincidem a realidade do número e a representação simbólica. Na sociedade contemporânea, a multidão normalizou-se enquanto forma de comunicação, mas mantém a dualidade expressa desde as obras de Aristóteles e Platão: um dos seus rostos olha para o sistema vigente, o outro para a sua substituição; um para o líder, outro para o seu derrube; um para a ordem...

Quando a multidão e o amor se encontram na literatura

Cintra, Eduardo Torres
Fonte: CIES-ISCTE / CELTA Publicador: CIES-ISCTE / CELTA
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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No âmbito da sociologia da literatura, este ensaio percorre textos literários em que se encontra uma conjugação da multidão com o amor erótico. Começamos pela Madame Bovary e por textos de Baudelaire e de De Quincey para chegarmos a dois contos portugueses, “A Ruiva”, de Fialho de Almeida, e “Amor de Outrora”, de Florbela Espanca. Todos os textos narram amores socialmente reprováveis e neles os protagonistas beneficiam do anonimato da multidão, de que recebem uma carga erótica, para iniciarem uma relação amorosa como se ela fosse aceite pela sociedade.Emtodos os textos, porém, está directa ou indirectamente presente a impossibilidade de os amores proibidos serem aceites pela multidão enquanto símbolo da sociedade. Todos os textos terminam com separações ou morte. Desta forma, a multidão erotizada é ambivalente: ela proporciona a relação erótica, mas não a sua aceitação. Ela dá ou representa quer o que há de bom na vida em sociedade — a sociabilidade, o amor — quer a coacção dos valores colectivos sobre os indivíduos.; Within the framework of the sociology of literature, this essay examines the literary texts in which the crowd and erotic love intermix. We begin with Madame Bovary and texts by Baudelaire and De Quincey to arrive at two Portuguese stories...

Sociedade digital : o poder da multidão participativa

Silva, Vanessa Toste Soares da
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
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Actualmente estamos a trasformar-nos numa sociedade cada vez mais ligada ao mundo digital, nas suas mais diversas formas, através dos dispositivos avançados que a tecnologia disponibiliza no mercado. Este tipo de sociedade, exactamente por viver no digital grande parte da sua vida, irá também atribuir um grande valor e importância aos conteúdos. Os conteúdos modificam-se constantemente, mas são a base da Web 2.0 e, por isso, são o que a define e aos seus utilizadores; de tal modo que acabam por influenciar culturas e a forma como o utilizador escolhe relacionar-se com os seus pares. Esta troca de conteúdos e informações entre diversos utilizadores de diferentes culturas é potencializada pelo aparecimento das Redes Sociais, que juntam em comunidades online uma enorme quantidade de indivíduos ávidos por produtos e serviços que incluam “personalização”, “proximidade” e “participação”. A Web 2.0, com todos os seus meios de divulgação e produção democratizados e as suas Redes Sociais deu origem a práticas de trabalho e produção em conjunto, que vieram mudar a forma como são hoje desenvolvidos variados projectos. O “conteúdo gerado por utilizador”, a “angariação de multidão” (“crowdsourcing”) e o “financiamento por parte da multidão” (“crowdfunding”) são algumas das actividades melhor sucedidas neste novo panorama. O conteúdo devolve o papel de produtor ao utilizador...

O que é a Multidão? Questões para Michael Hardt e Antonio Negri

Brown,Nicholas; Szeman,Imre
Fonte: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento Publicador: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2006 PT
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Multidão, livro mais recente de Michael Hardt e Antonio Negri, é uma tentativa de nomear e compreender as condições que envolvem a dinâmica social do século xxi. Na entrevista a seguir, Hardt e Negri discorrem sobre as possibilidades de constituição da multidão como agente político, discutem os fundamentos do livro e defendem conceitos que consideram determinantes para a compreensão dos novos tempos, tais como biopolítica e biopoder.

Infâncias em Educação Infantil

Abramowicz,Anete; Levcovitz,Diana; Rodrigues,Tatiane Cosentino
Fonte: UNICAMP - Faculdade de Educação Publicador: UNICAMP - Faculdade de Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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Este artigo, por sua natureza teórica, trabalha com noções tais como infâncias, crianças, multidão e experiência, no intuito de pensar uma educação cujas práticas educativas possibilitem o exercício da infância. O artigo refaz um caminho no qual a infância e a criança são percebidas "em sua dimensão singular", de modo a recuperar, no fim do percurso, o caráter plural que as noções de criança e infância encerram. O referencial teórico parte de Deleuze, Guattari, Agamben, entre outros autores, e busca colocar a infância numa temporalidade múltipla, em detrimento da temporalidade fundada em visões da história e da psicologia, que privilegiam etapas e sucessões cronológicas. Ao afirmarmos a infância como atravessada pela experiência, pela inventividade e pelo desarazoamento, propomos pensar uma educação na direção da multidão.

O acalanto e o clarim (Literatura, tirania, expressão): ensaio sobre a multidão literária

Beck,Philippe
Fonte: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ Publicador: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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O artigo introduz o problema da multidão literária de maneira conceitual-polêmica, esboçando uma análise do individualismo expressivo e do elã expressivo que o funda. Sua questão mais importante certamente está ligada ao sentido de nossa ambivalência em relação à escrita. O problema da expressão é o problema do movimento pelo qual cada um se autoriza a formular publicamente o que traz em si, que o atravessa ou trabalha.

A potência oralizante da multidão: por que os estudos culturais ajudam a compreender a experiência dos muitos na literatura contemporânea

Justino,Luciano Barbosa
Fonte: Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea; Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade de Brasília (UnB) Publicador: Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea; Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade de Brasília (UnB)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Meu objetivo neste artigo é fazer um triplo movimento, tendo sempre como horizonte de partida e de chegada o conceito de multidão: i) compreender como as questões abertas pelos estudos culturais transformam os espaços de legitimação da literatura na medida em que são sintomas de transformações sociais importantes no pós-guerra e no próprio conceito de cultura; ii) demonstrar que a autonomia da literatura baseada em valores estético-identitários não consegue dar conta dos muitos devires do contemporâneo; e iii) considerar a literatura brasileira contemporânea como um espaço aberto para uma multiplicidade de formas de vida que têm na oralização da literatura seu processo de semiotização mais significativo.

Hardt, Negri e a organização do desejo; Hardt, Negri and the organization of desire

Fonseca, Thiago Silva Augusto da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/07/2015 PT
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Esta pesquisa vai às obras filosóficas de Michael Hardt e Antonio Negri a fim de investigar possibilidades de organização de lutas contra o presente estado de coisas, ou seja, de lutas revolucionárias. Hardt e Negri desenvolvem o tema a partir de uma apreensão do leninismo, entendido não como fórmula de organização de um partido de vanguarda, mas como adequa-ção da composição política dos trabalhadores (forma da organização) à sua composição técni-ca (forma hegemônica da produção). Nesta chave, acompanhamos a investigação que fazem das novas formas de produção, chamadas por alguns de pós-fordistas e, por eles, recorrendo à terminologia foucaultiana, de produção biopolítica, que consiste num trabalho socializado que produz o que chamam de comum. Esse novo paradigma da produção tem por sujeito e objeto a vida, cuja principal força é o desejo. Posto isso, a questão que eles nos oferecem e que tomamos como central para nossa pesquisa é: como organizar o desejo? Seguimos sua trilha em busca dessa renovação do leninismo, a fim de compreender o que entendem por de-sejo tal que possa ser organizado, e o resultado disso, que vem a ser o conceito de multidão. A multidão, como desejo organizado, luta contra o presente estado de coisas...

Sociedade digital : o poder da multidão participativa

Silva, Vanessa Toste Soares da
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
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Actualmente estamos a trasformar-nos numa sociedade cada vez mais ligada ao mundo digital, nas suas mais diversas formas, através dos dispositivos avançados que a tecnologia disponibiliza no mercado. Este tipo de sociedade, exactamente por viver no digital grande parte da sua vida, irá também atribuir um grande valor e importância aos conteúdos. Os conteúdos modificam-se constantemente, mas são a base da Web 2.0 e, por isso, são o que a define e aos seus utilizadores; de tal modo que acabam por influenciar culturas e a forma como o utilizador escolhe relacionar-se com os seus pares. Esta troca de conteúdos e informações entre diversos utilizadores de diferentes culturas é potencializada pelo aparecimento das Redes Sociais, que juntam em comunidades online uma enorme quantidade de indivíduos ávidos por produtos e serviços que incluam “personalização”, “proximidade” e “participação”. A Web 2.0, com todos os seus meios de divulgação e produção democratizados e as suas Redes Sociais deu origem a práticas de trabalho e produção em conjunto, que vieram mudar a forma como são hoje desenvolvidos variados projectos. O “conteúdo gerado por utilizador”, a “angariação de multidão” (“crowdsourcing”) e o “financiamento por parte da multidão” (“crowdfunding”) são algumas das actividades melhor sucedidas neste novo panorama. O conteúdo devolve o papel de produtor ao utilizador...

A multidão do crowdfunding na economia do virtual : um estudo do site Catarse

Sbeghen, Bárbara Marques
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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O tema deste trabalho gira em torno do crowdfunding e seu funcionamento na economia do virtual. O crowdfunding é um modelo de financiamento que, através da Internet, possibilita que as pessoas busquem investimento para seus projetos na multidão. Através de um estudo do site Catarse, tem-se como objetivo principal analisar como a multidão do financiamento coletivo atualiza a economia do virtual e se relaciona com os conceitos da mesma. Para tanto, foram estudados os fenômenos que possibilitaram o surgimento do crowdfunding, como capitalismo cognitivo, web 2.0, inteligência coletiva, cultura da participação, crowdsourcing, entre outros. . Como recorte do objeto de estudo, o site Catarse é detalhado, expondo o seu histórico, funcionamento e seus dados. Com esse estudo percebeu-se a relevância deste modelo de financiamento dentro do capitalismo cognitivo, assim como a importância do trabalho imaterial nas relações desenvolvidas pelos realizadores que utilizam o site.; The subject of this work revolves around crowdfunding and its operation in the virtual economy. Crowdfunding is a funding model that, through the internet, enables people to look for investments for their projects in the crowd. By studying the site Catarse...

The Journeys of June: a reading in four concepts for Information Science; Jornadas de Junho: uma leitura em quatro conceitos para a Ciência da Informação

Ferreira, Rubens da Silva
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 02/10/2015 POR
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The work has as objective to contribute for the understanding of the recent street manifestations in Brazil, the called Journeys of June. In this direction, it has done a theoretical exercise of discussion in the field of Information Science, using the concepts of information, networking, affects and multitude, accurately to be able to the big media of a reality that reveals disappointing to the governments, to the big media, to the economic agents and the own society. Generally, the work points to the importance of the digital networks in the construction of the infocommunicative strategies oriented to the political action of individuals and groups, both in the streets and/ or in the Internet. In the mass, these singularities that meet themselves in the street manifestations compose a multitude that finds power in the digital networks, where potentiate actions in the perspective of the campaign for better conditions of life in the country, expressing the political sense of the information.; O trabalho tem como objetivo contribuir para o entendimento das manifestações recentes no Brasil, as chamadas Jornadas de Junho. Nesta direção, faz-se um exercício teórico de discussão no campo da Ciência da Informação, empregando os conceitos de informação...

Crowd: sphinx of public health, place of inflection, ideas of common asset; Multidão: esfinge da saúde pública, lugar de inflexão, ideias do bem comum

Merhy, Emerson Elias
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/06/2015 POR; ENG
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Public health emerges and acquires a unique expressiveness in many places, albeit under different forms, according to the power games to which they were submitted. One trace makes itself present: domination, through a certain savoir-faire (just like a biopower), of the life dynamics of the population groups, to be able to act upon it and thus also dominate the crowds in their movements: whoever escaped would be monitored, captured and excluded. This is savoir-faire power about how many people die, how many are born, what they die of, and how to avoid it. How to enter and control this game, this is the sanitary obsession and paranoia. This article starts a conversation about thinking of the crowd as a kind of sphinx that the public health system must unearth to be able to control it, just like certain ways of governing others, both individuals and groups. Making it a population is always its strategy of central power. In the contingency of Rio de Janeiro, which some time ago raised the street issue intensely, added to the city's presence in the key world events, the FIFA World Cup and the Summer Olympics, the situation of street signals has been acquiring highly specific expressions regarding the relationship between a crowd and public health...

A multidão e o comum da comunicação: Cordel dos Sem

Szaniecki, Barbara
Fonte: Revista ECO-Pós Publicador: Revista ECO-Pós
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 08/01/2013 POR
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Em sua trilogia (estou me referindo a Império, Multidão e Commonwealth, este último ainda não traduzido para o português), Antonio Negri e Michael Hardt apresentam suas ferramentas conceituais para apreender e lutar no atual contexto imperial erguido sob um tripé: a bomba, o dinheiro e o éter. Na globalização, a comunicação – o éter – adquiriu uma enorme importância a ponto de se confundir com o próprio processo imperial. Não há paz ou guerra que se sustente sem a comunicação. Não há boom ou crise econômica que não seja amplificada pela comunicação. Neste artigo pretendo desenhar um rápido panorama de como o tema da comunicação aparece na trilogia de Hardt e Negri para, uma vez analisado o contexto imperial e a constituição da multidão em luta, abordar mais especificamente a questão do “comum na comunicação” e pensar na constituição ou composição de uma alter-narrativa, ou seja, de uma narrativa dos movimentos urbanos como os dos Sem Teto, Sem Trabalho e Sem Mídia ou, como prefiro, Sem Máquinas Expressivas. Um SEM, contudo, que é um COM, ou seja, potência constituinte e não ausência ou falta: um Cordel dos Sem.

Identidade heroica e identidade da multidão na Ilíada

Oliveira, Gustavo Junqueira Duarte
Fonte: Portal de Periódicos da Ufes Publicador: Portal de Periódicos da Ufes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 19/04/2014 POR
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Na Ilíada, a multidão exerce um papel fundamental para a construção da trama. Ela ajuda a ambientar a epopeia em um cenário de guerra épica, além de ser necessária na própria definição daqueles que são as figuras centrais do poema: os heróis. Nesse sentido, procurou-se discutir justamente a função da multidão, massa, ou coletividade, em um poema em que o enfoque recai em outro elemento. Para tal, foi preciso estabelecer a forma com que ela garante que o herói seja mostrado de maneira épica. Utilizando o conceito de identidades, este artigo procura definir a maneira como estes dois elementos interagem na Ilíada. Conclui-se que a multidão ambienta e define a ação do herói, sendo um elemento essencial para a compreensão do poema homérico.

A multidão contra o Estado: rumo a uma comunidade inapropriável - DOI: 10.9732/P.0034-7191.2014v108p145

Soares de Moura Costa Matos, Andityas
Fonte: RBEP Publicador: RBEP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2014 POR
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O presente artigo dialoga com uma proposta de Giorgio Agamben contida na obra A Comunidade Que Vem, consistente num convite para se pensar uma comunidade inapropriável, ou seja, uma comunidade integrada por indivíduos ontologicamente indeterminados e que por isso mesmo não podem ser apropriados pelos aparatos de poder. Nesse sentido, o texto tenta demonstrar de que maneira essa formação social ideada por Agamben pode dialogar com as tradições da multidão (Michael Hardt e Antonio Negri) e dos povos sem Estado (Pierre Clastres). Para tanto, na primeira seção são traçadas as semelhanças entre comunidade e multidão. Na segunda seção se discute o papel individualizante do direito e da política ocidentais, entendidos enquanto mecanismos hierárquicos cuja função é exatamente impedir o surgimento da multidão. Por fim, na terceira seção são apresentadas algumas estruturas societárias radicalmente diferentes do Estado, apontando não para uma antipolítica, mas para uma despotencialização da política opressiva que caracteriza as sociedades atuais.

Subaltern and the speech as resistance: a double subordination, poor and imprisoned; O subalterno e o discurso como resistência: uma dupla subalternidade, pobre e preso

Cantalice Neto, Abdias Correia de; UEPB
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 21/05/2015 POR
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This article analyzes the work Memoirs of a Survivor, Luiz Alberto Mendes, to have been produced on the prison experience; he puts himself in testimonial literature condition, the author assumes a condition of subaltern. The construction of this work it is performed by memory resources and fits what is denominated testimonial literature. Is therefore literary work propitious TO STUDY Memory and sociology, as preserves itself, Beyond the Own Literary Feature, numerous other interpretive possibilities. It brings the memory and the author's own life story elements, telling the critical moments experienced by him in childhood, suffocated by his father as a teenager, enclosed in reformatories , and his adulthood, in a prison in São Paulo. Moments of strong relations of subalternities.  Discuss nuances of memory and subordination, adopting a new nomenclature: a double subordination, because it is a poor writer, so subordinate in the attached condition, that is, double subordinate. This study also address the resistance against the dominant discourse through the testimony of a writer prisoner. We bring questions about the crowd and in what prisoner represents among many in the construction of space and speech. Therefore, attempts to adapt the concept of literary work produced in prison with the concept of the multitude of literature. Writing of many. Positioning and repositioning of the subaltern in the literary field.; http://dx.doi.org/10.5007/2175-7917.2015v20n1p32O presente artigo analisa Memórias de um sobrevivente...

A multidão religiosa de Lourdes em Zola e Huysmans

Torres,Eduardo Cintra
Fonte: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa Publicador: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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Em Lourdes (1894), Émile Zola estabelece o modelo da multidão pacífica disponível para uma «nova religião» de justiça e felicidade, mas também disponível para um meneur conservador. Pioneiro no estudo da multidão por este prisma, Zola antecipa uma mudança de tom dos estudiosos da multidão do final do século XIX, como G. Tarde e G. Le Bon. Em Multidão de Lourdes (1906), J.-K. Huysmans consolida o conceito, mas integra-o no catolicismo. Este ensaio pretende devolver à multidão religiosa da sociedade industrial e cosmopolita o lugar que lhe coube na reflexão da época sobre o fenómeno da multidão.

Quando a multidão e o amor se encontram na literatura

Torres,Eduardo Cintra
Fonte: Editora Mundos Sociais Publicador: Editora Mundos Sociais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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No âmbito da sociologia da literatura, este ensaio percorre textos literários em que se encontra uma conjugação da multidão com o amor erótico. Começamos pela Madame Bovary e por textos de Baudelaire e de De Quincey para chegarmos a dois contos portugueses, “A Ruiva”, de Fialho de Almeida, e “Amor de Outrora”, de Florbela Espanca. Todos os textos narram amores socialmente reprováveis e neles os protagonistas beneficiam do anonimato da multidão, de que recebem uma carga erótica, para iniciarem uma relação amorosa como se ela fosse aceite pela sociedade. Em todos os textos, porém, está directa ou indirectamente presente a impossibilidade de os amores proibidos serem aceites pela multidão enquanto símbolo da sociedade. Todos os textos terminam com separações ou morte. Desta forma, a multidão erotizada é ambivalente: ela proporciona a relação erótica, mas não a sua aceitação. Ela dá ou representa quer o que há de bom na vida em sociedade - a sociabilidade, o amor - quer a coacção dos valores colectivos sobre os indivíduos.