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A monocultura do futebol no Brasil: uma análise sociológica; The soccer monoculture in Brazil: a sociological analysis; La monocultura del fútbol en Brasil: un análisis sociológico

Galhardo, William Cloudes; Almeida, Marco Antonio Bettine de
Fonte: Centro de Altos Estudios Latinoamericanos; Buenos Aires Publicador: Centro de Altos Estudios Latinoamericanos; Buenos Aires
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Há quase um século o futebol é o esporte mais praticado e popular no Brasil. Este esporte se popularizou no país na mesma época em que esta modalidade esportiva começou a se difundir pelo mundo, tendo como país de origem a Inglaterra. Começou a ser praticado no Brasil no final do século XIX, principalmente pelas pessoas pertencentes a classes sociais mais abastadas em virtude de ser muito praticado nas escolas de elite. Logo o esporte difundiu-se nas camadas mais pobres, sendo praticado principalmente pelos operários que trabalhavam nas indústrias. No início do século o Brasil era um país sem identidade nacional, recém-saído da escravidão, povoado por vários imigrantes vindos de diversos continentes, principalmente da Europa e África. O futebol foi uma das primeiras ferramentas que deram unidade ao sentimento de nacionalismo brasileiro, pois foi um dos primeiros esportes que fez com que toda a população se unisse na torcida por um time que representava o país internacionalmente. Este trabalho teve como objetivo analisar sociologicamente a influência do futebol na sociedade brasileira, os motivos para esse fenômeno e as conseqüências dessa difusão. Foram analisadas as obras de sociólogos como Norbert Elias...

A Monocultura do eucalipto e a monopolização do território na metade sul do Rio Grande do Sul; The monoculture of eucalyptus and the monopolization of territory in the southern half of Rio Grande do Sul

Morelli, Luiz Alberto da Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Esta pesquisa está inserida no campo das Análises Ambientais. O tema desta tese é a silvicultura do eucalipto. A análise foi realizada em escala regional através da implantação de bases florestais por empresas de celulose na Metade Sul do Rio Grande do Sul. O objetivo é usar as possibilidades analíticas da Geografia para identificar e analisar os discursos no Campo Político, no Campo Econômico, no Campo Técnico, no Campo Social, no Campo Ambiental e no Campo Territorial. O método utilizado foi o da abordagem histórica qualitativa. As fontes de coletas de informações foram baseadas na pesquisa bibliográfica e documental, possibilitando uma análise crítica do processo. A pesquisa documental buscou notícias referentes ao tema da Silvicultura de eucalipto, no período de 1999-2009, publicadas, nos Cadernos e Seções do Jornal Zero Hora, que tratam matérias sobre Política, Economia, Ambiente, Agricultura e Informações Gerais. Estas informações foram pesquisadas e coletadas no período de 2007 a 2010, diretamente nos exemplares dos jornais, disponibilizados e acessados no Museu de Comunicação do Estado - Hipólito da Costa. As notícias selecionadas foram transcritas e resumidas para formarem uma base de dados informacionais para ser analisada nesta tese. Para relacionar e analisar os acontecimentos históricos e o discurso envolvido nas notícias...

Monocultura de milho

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia Color; Monocultura de milho, local não identificado. Década de 70.

Monocultura de milho

Anacleto, Waldemar; Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura de milho, local não identificado. Década de 70.

Monocultura de milho

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura de milho na região oeste do estado. Local não identificado. Entre 1970/1980.

Monocultura de trigo

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
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Fotografia color; Monocultura de trigo. Local e data não identificados

Monocultura

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Cultivo de monocultura no oeste de Santa Catarina. Local não identificado, entre 1970/1980.

Monocultura de trigo

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura de trigo no oeste de Santa Catarina. Local não identificado, entre 1970/1980.

Cultivo de monocultura

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Cultivo de monocultura no oeste de Santa Catarina. Local não identificado, entre 1970/1980.

Monocultura de milho

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura de milho. Data e local não identificados

Monocultura de milho

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
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Fotografia color; Monocultura de milho. Data e local não identificados

Monocultura de arroz

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
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Fotografia color; Monocultura de arroz, local e data não identificados.

Monocultura de milho

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura de milho. Década de 70

Monocultura

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura, local não identificado. Década de 70

Campo para cultivo de monocultura

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
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Fotografia color; Campo para cultivo de monocultura. Década de 1960/1970

Campo para cultivo de monocultura

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
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Fotografia color; Campo para cultivo de monocultura. Década de 1960/1970

Monocultura

Anacleto, Waldemar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia color; Monocultura. Local não identificado. Década de 70

Abelhas Euglossina (Hymenoptera, Apidae) coletadas em uma monocultura de eucalipto circundada por Cerrado em Urbano Santos, Maranhão, Brasil

Mendes,Fernanda N.; Rêgo,Márcia M. C.; Carvalho,Cristiane C. de
Fonte: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul Publicador: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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Machos de Euglossina foram coletados por meio de iscas-odores de benzoato de benzila, eucaliptol, eugenol, salicilato de metila e vanilina em uma monocultura de eucalipto circundada por cerrado, no município de Urbanos Santos, Maranhão. As coletas foram realizadas mensalmente, de abril de 2001 a abril de 2002, entre 8h e 16h, totalizando 96 horas de amostragem. Foram coletados 58 indivíduos de 3 gêneros e 10 espécies. Euglossa Latreille, 1802 foi o gênero mais abundante, seguido por Eufriesea Cockerell, 1909 e Eulaema Lepeletier, 1841. As espécies mais freqüentes foram Euglossa cordata (Linnaeus, 1758), Euglossa gaianii Dressler, 1982 e Euglossa modestior (Dressler, 1982). Eucaliptol foi a essência mais atrativa. As maiores freqüências de visitas ocorreram no período da manhã e as maiores abundâncias em setembro, no período de estiagem, e em dezembro, no período chuvoso.

A monocultura informática; A monocultura informática

Cazeloto, Edílson
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 23/06/2008 POR
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This article is dedicated to a preliminary exploration about the tension between the apparent diversity of contemporary cultural practices and the production conditions uniformity, expressed in a notion called "Informatics Monoculture". The problem is: given that the standardization (in the production procedures, but also in the cultural practices), is always acapitalism need, the plurality and the polyphony found in the web could be seen as a counter-hegemonic force? The developed idea is that the fragmented social scene runs upon a unitary logic (the "informatics logic"), determined by the ascending of the compi.Iter to the role of privileged intermediary in the culture creation and transmission. So, the diversity is, in fact, reducible to the uniformity. The proliferation of practices occurs over a basic standardization: the necessity of digital technologies, with their protocols, interdictions and hierarchy.; Este artigo dedica-se a uma exploração preliminar da tensão entre a aparente pluralidade das práticas culturais contemporâneas e a uniformidade das condições de produção destas mesmas práticas, expressa na noção de "monocultura informática". O problema apresentado é que, dado que a padronização (dos procedimentos produtivos e das práticas culturais) é uma necessidade constante do capitalismo...

Rendimientos de maíz y soja en sistemas de cultivos en franjas y monocultura: efectos de la orientación de la siembra

Leguizamón,E.S.; Verdelli,D.V.
Fonte: Agriscientia Publicador: Agriscientia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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La asociación de cultivos de verano puede ser una alternativa de intensificación en los sistemas productivos de la región pampeana. En un experimento conducido en Monte Buey (Argentina) se evaluó el rendimiento de los sistemas en franjas de maíz-soja, comparados con sus respectivas monoculturas; en el mismo experimento, se evaluó también si diferentes orientaciones de siembra impactan en el rendimiento de ambos sistemas. La intercepción de radiación fotosintéticamente activa (IRFA) en las franjas de maíz sembradas en dirección este-oeste fue mayor y condujo a mayor rendimiento en grano. Las franjas orientadas norte-sur, noreste-suroeste y noroeste-sureste, tuvieron mayor rendimiento que la monocultura, aunque no se evidenció claramente mayor IRFA. En los tratamientos de monocultura de maíz el efecto de la orientación de siembra no produjo cambios en la IRFA y tampoco en el rendimiento. El cultivo de soja en franjas tuvo menor IRFA y menor rendimiento que los tratamientos con monocultura, independientemente de la orientación de siembra. En todos los casos, la asociación de cultivos tuvo valores de eficiencia en el uso de la tierra mayores a 1. El índice de agresividad en todos los casos fue mayor a 0, lo que indica que el maíz tuvo mayor habilidad competitiva que la soja.