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Fontes de gordura e utilização de monensina nos parâmetros ruminais e protozoários ciliados de bovinos da raça Nelore; Fatty sources and utilization of monensin on rumen parameters and ciliate protozoa of Nellore cattle

Valinote, Amaury Camilo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/01/2004 PT
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37.74%
Foram utilizados quatro novilhos Nelore, com fistulas ruminais e peso de 502 ± 32 kg em um experimento em delineamento Quadrado Latino 4x4, com o propósito de avaliar o caroço de algodão e o sal de cálcio de ácidos graxos como fontes de gordura, sobre os parâmetros ruminais e protozoários ciliados, assim como o efeito da monensina dietas com caroço de algodão. O experimento foi conduzido no Campus Administrativo de Pirassununga, Estado de São Paulo, na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo. Os tratamentos experimentais foram: dieta controle (CRTL), dieta com sal de cálcio de ácidos graxos (SC), dieta com caroço de algodão (CA), dieta com caroço de algodão sem monensina (CASM). Os parâmetros avaliados foram degradabilidade ruminal in situ do volumoso e da dieta total, concentração de ácidos graxos voláteis, concentração de nitrogênio amoniacal, pH ruminal, taxa de passagem líquida, turnover e volume ruminal, e identificação e contagem de protozoários ciliados. Cada período experimental foi subdividido em dezesseis dias de adaptação e seis dias de colheita, perfazendo um total de 22 dias por período experimental. Foram mensurados os coeficientes de degradabilidade nos períodos de incubação 0...

Avaliação do uso de monensina sódica em rações de vacas leiteiras: desempenho produtivo e resíduos no leite; Evaluation of use of sodic monensin in dairy cows rations: Productive performance and milk residues

Gandra, Jefferson Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/06/2009 PT
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38.08%
Objetivou-se avaliar diferentes níveis de utilização de monensina sódica na ração de vacas em lactação e seus efeitos sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e dos nutrientes, produção e composição do leite, fermentação ruminal, síntese de proteína microbiana, parâmetros sanguineos e resíduos de monensina no leite. Foram utilizadas 12 vacas da raça Holandesa, distribuídas em quatro quadrados latinos 3x3 balanceados, alimentadas com as seguintes rações: 1) Controle (C), composto por ração basal sem adição de monensina, 2) Monensina 24 (M24), adição de 24 mg/kg MS de monensina na ração, adicionada ao concentrado, e 3) Monensina 48 (M48), adição de 48 mg/kg MS de monensina, adicionada ao concentrado. Diariamente foram realizadas pesagens das quantidades dos volumosos e concentrados fornecidos e das sobras de cada animal, para estimativa do consumo. Nas amostras de sobras e alimentos fornecidos foram determinados os teores dos principais nutrientes para posterior cálculo do consumo. Na determinação da digestibilidade aparente total dos nutrientes a quantidade total de matéria seca fecal excretada foi estimada pela concentração de fibra em detergente ácido indigestível (FDAi). As fezes foram coletadas no 13º e 16º dias de cada período experimental...

Desempenho produtivo e resíduos no leite de vacas suplementadas com monensina sódica nas rações; Productive performance and milk residues in dairy cows supplemented of sodic monensin in the rations

Santos, Mayara Clepf Bailoni
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/12/2011 PT
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38.08%
O objetivo deste estudo foi avaliar diferentes concentrações de monensina sódica na ração de vacas em lactação e seus efeitos sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e dos nutrientes, produção e composição do leite, fermentação ruminal, síntese de proteína microbiana, parâmetros sanguíneos e resíduos de monensina no leite. Foram utilizadas 12 vacas da raça Holandesa, distribuídas em três quadrados latinos 4x4 balanceados, alimentadas com as seguintes rações: 1) Controle (C), composto por ração basal sem adição de monensina, 2) Monensina 12 (M12), adição de 12 mg/kg MS de monensina na ração, adicionada ao concentrado, 3) Monensina 24 (M24), adição de 24 mg/kg MS de monensina na ração, adicionada ao concentrado e 4) Monensina 48 (M48), adição de 48 mg/kg MS de monensina, adicionada ao concentrado. A produção de leite e o consumo de matéria seca foram mensurados diariamente durante todo o período experimental. As amostras utilizadas para análise da composição do leite foram coletadas no 16o dia de cada período experimental, sendo provenientes das duas ordenhas diárias. As amostras de sangue foram coletadas em tubos vacuolizados por punção da veia e/ou artéria coccígea. As amostras de líquido ruminal foram coletadas com a utilização de sonda esofágica três horas após a alimentação matinal. A digestibilidade foi determinada por meio de indicador interno FDAi. Houve efeito linear decrescente do consumo de matéria seca...

Avaliação de modelos químicos e microbiológicos para o estudo de (bio)transformações do antibiótico monensina A; Evaluation of microbiological and chemical models for the study of (bio)transformations of the antibiotic monensin A

Rocha, Bruno Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/05/2014 PT
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38.07%
Neste trabalho foram investigados sistemas modelos do citocromo P450 para o estudo do metabolismo da monensina A empregando três estratégias de abordagem: a) utilização de metaloporfirinas e complexos salen como catalisadores para a oxidação da monensina A por diferentes oxidantes e meios reacionais; b) utilização de fungos de diferentes cepas para estudos de biotransformação deste antibiótico e c) emprego de microssomas de fígado de ratos e humanos para o estudo do metabolismo in vitro da monensina A. Os produtos obtidos nestes três sistemas foram comparados com os metabólitos formados em estudos in vivo relatados na literatura. Os resultados obtidos com os sistemas envolvendo os catalisadores mostraram que a formação dos produtos é dependente da escolha do meio reacional e do oxidante empregado. Os estudos de biotransformação da monensina A empregando microssomas de fígado e os fungos Aspergillus awamori, Beauveria bassianna, Cunninghamella echinulata, Cunninghamella elegans, Fusarium oxysporum, M61, Mucor rouxii e Penicillium brevicompactum mostraram que estes sistemas são viáveis nos processos de biotransformação deste fármaco nas condições empregadas. Os produtos obtidos nas reações e/ou meios de cultura com os diferentes sistemas foram identificados por espectrometria de massas sequencial e também por comparação com padrões obtidos anteriormente. Foram obtidos três principais metabólitos: (i) 3-O-desmetil-monensina A...

Desempenho, avaliação ruminal e perfil metabólico sanguíneo de bovinos jovens confinados suplementados com monensina sódica ou anticorpos policlonais

Millen, Danilo Domingues
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: iv, 131 f. : grafs., tabs.
POR
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37.35%
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Zootecnia - FMVZ; Esse estudo, conduzido no confinamento experimental da UNESP – Botucatu, foi realizado para testar anticorpos contra as bactérias ruminais S. bovis e F. necrophorum e várias cepas de bactérias proteolíticas sobre o desempenho e incidências de paraqueratose ruminal (IPR) e abscesso hepático em bovinos jovens com diferentes graus de sangue Zebu. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em arranjo fatorial 3X2 em parcelas subdivididas com três repetições (4 animais/baia), aonde três grupos genéticos (24 Tri-Cross (TC) - ½ Brangus, ¼ Angus, ¼ Nelore; 24 Canchim (CC) - ⅝ Charolais, ⅜ Nelore e 24 Nelores (NE)) e dois aditivos alimentares (anticorpos policlonais – 10 ml/cabeça/dia (AP) e monensina sódica – 30 mg/kg de dieta (MN)) foram as variáveis estudadas em três períodos de coleta de dados, correspondentes as três dietas com níveis crescentes de concentrado (73, 82 e 85%). Não houve interação (P>0,05) entre os grupos genéticos e os aditivos alimentares estudados. Animais suplementados com AP apresentaram similares (P>0...

Própolis ou monensina sódica como aditivo para cordeiros terminados em confinamento

Itavo, Camila Celeste Brandão Ferreira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: iv, 58 f. : tabs.
POR
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37.74%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Zootecnia - FMVZ; Objetivou-se avaliar os efeitos dos aditivos própolis verde, própolis marrom e monensina sódica sobre o comportamento ingestivo, consumo de matéria seca e fibra em detergente neutro e desempenho produtivo de cordeiros terminados em confinamento. Foram utilizados 32 cordeiros, machos, sem raça definida, com oito animais por tratamento. O confinamento teve duração de 64 dias, no qual utilizou-se dieta com relação volumoso:concentrado de 50:50, a base de feno de capim-Tifton 85 (Cynodon spp.) e concentrado comercial. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, pelo critério de peso, e os animais distribuídos aleatoriamente entre os tratamentos: (1) controle, dieta sem aditivo; (2) própolis verde, (3) própolis marrom e (4) monensina sódica. Para ruminação e ócio, houve efeito de tratamento, com menor tempo de ruminação e maior de ócio, no tratamento própolis verde. Os cordeiros apresentaram semelhante eficiência de alimentação. Os consumos de matéria seca e fibra em detergente neutro, em porcentagem do peso vivo e em g/kg de peso metabólico, foram maiores para tratamento controle. Os valores de ganho de peso foram superiores para tratamentos controle; entretanto...

Anticorpos policlonais e monensina sódica na alimentação de bovinos jovens confinados com dietas de alto concentrado

Millen, Danilo Domingues
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: v, 171 f.: grafs., tabs.
POR
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37.35%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Zootecnia - FMVZ; O objetivo deste estudo foi estudar os efeitos da suplementação do preparado de anticorpos policlonais (PAP) ou monensina sódica (MON) sobre o desempenho, características de carcaça, perfil metabólico sanguíneo, flutuação da ingestão de matéria seca (IMS) e incidências de rumenites e abscessos de fígado. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em arranjo fatorial 2 × 2, com seis repetições por tratamento, nos quais 48 bovinos machos inteiros de cada grupo genético (GG) avaliado [Brangus (BR) ou Nelore (NE)] foram alimentados com dietas contendo MON ou PAP fornecidos diariamente nas doses de 30 e 300 mg/kg de MS, respectivamente. Os animais passaram por três fases durante o estudo: adaptação (ADAP), crescimento, e terminação. As dietas fornecidas nestes períodos continham 55, 70 e 85% de concentrado, respectivamente. Não foi observado (P > 0,05) efeito principal dos aditivos alimentares (AA) sobre a maioria das características de desempenho, com exceção à IMS em quilos e em porcentagem do peso vivo, onde bovinos recebendo MON apresentaram (P < 0,05) menores IMS. Foi observado (P < 0,01) efeito principal dos AA e dos GG sobre as concentrações de bicarbonato...

Intoxicação experimental por monensina em eqüinos

Bezerra Jr,Pedro Soares; Ilha,Marcia Regina Silva; Langohr,Ingeborg Maria; Barros,Claudio S.L.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2000 PT
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37.93%
Sete eqüinos foram tratados experimentalmente com monensina sódica. Dois desses animais receberem 3-4 kg/eqüino/dia de uma ração comercial sabidamente implicada em surtos naturais da intoxicação por monensina em eqüinos e que continha 180 ppm±20 da droga. Um eqüino recebeu uma única dose de 5 mg/kg e um outro recebeu 4 doses diárias de 1 mg/kg de monensina sódica originária de um premix. Esses quatro eqüinos morreram ou foram sacrificados in extremis, 3-8 dias após o início da administração da droga. Um quinto eqüino recebeu dose única de 5 mg/kg de monensina, ficou levemente doente e se recuperou. Dois eqüinos não desenvolveram sinais da intoxicação. Um desses eqüinos tinha recebido 40 doses diárias de 0,5 mg/kg de monensina e o outro recebeu 3 kg/dia de uma ração da mesma marca que a usada nas fazendas onde surtos de intoxicação por monensina foram detectados (mas de uma outra partida, mais tarde determinada como contendo menos de 5 ppm de monensina). O aparecimento dos sinais clínicos ocorreu de 2 a 5 dias após a administração da droga e a duração do quadro clínico variou de 24 a 76 horas. Os sinais clínicos incluíam taquicardia, arritmia, gemidos, incoordenação, sudorese, decúbito esternal...

Intoxicação experimental por monensina em búfalos e bovinos

Rozza,Daniela B.; Corrêa,André M. Ribeiro; Leal,Juliano S.; Bandarra,Paulo M.; Guagnini,Fábio S.; Raymundo,Djeison L.; Driemeier,David
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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37.9%
Sinais clínicos e lesões característicos de intoxicação por monensina foram induzidos em búfalos dosados (1 dia) com 15, 10, 7,5 e 5mg/kg de monensina. Apenas os búfalos dosados com 2,5 (1 dia) e 1 mg/kg (7 dias) de monensina não morreram. Os sinais clínicos iniciaram cerca de 6 h após dosagem com monensina e incluíram apatia, anorexia, diarréia, sialorréia, fraqueza muscular, taquicardia, dificuldade locomotora, dispnéia, distensão da jugular, decúbito e morte. As dosagens de creatinina quinase (CK) dos búfalos aumentaram acentuadamente após dosagem com monensina. As alterações macroscópicas foram ascite, hidrotórax, hidropericárdio, cardiomegalia, hepatomegalia e áreas pálidas focais no miocárdio e nos músculos esqueléticos. Degeneração e necrose de miofibras foram os principais achados histopatológicos. Por outro lado, nenhuma evidência de doença, nem mesmo alteração nos níveis de CK, foram observados nos bovinos dosados com as mesmas dosagens de monensina, confirmando observações preliminares que esses animais são mais resistentes à monensina que os búfalos.

Intoxicação acidental por monensina em ovinos no Estado do Rio de Janeiro

França,Ticiana N.; Nogueira,Vivian A.; Yamasaki,Elise M.; Caldas,Saulo A.; Tokarnia,Carlos H.; Peixoto,Paulo V.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 PT
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37.65%
Descreve-se um surto de intoxicação por monensina em ovinos no Estado do Rio de Janeiro, no qual de 180 animais, oito morreram após serem alimentados com ração contendo o ionóforo. A enfermidade, de evolução variável, caracterizou-se clinicamente por apatia, arritmia cardíaca, mioglobinúria, incoordenação, incapacidade de se levantar, decúbito esternal; uma ovelha abortou. As lesões macroscópicas consistiram de áreas pálidas no miocárdio, hidroperitônio, hidrotórax e edema pulmonar. O exame histopatológico evidenciou alterações degenerativo-necróticas no coração e na musculatura esquelética. No miocárdio, as lesões eram mais marcadas e caracterizavam-se por necrose multifocal com substituição das miofibras por tecido conjuntivo fibroso e inflamação intersticial mononuclear. Adicionalmente, verificaram-se proliferação de células satélite e reação inflamatória mononuclear em músculos esqueléticos. Ao que tudo indica, a adição excessiva de monensina sódica, talvez associada à homogeneização inadequada da droga ao alimento, tenha determinado a ingestão de grande quantidade de monensina por parte dos animais.

Surto de intoxicação por monensina em avestruzes e equinos no sul do Brasil

Pavarini,Saulo P; Wouters,Flademir; Bandarra,Paulo M; Souza,Felipe S; Dalto,André G.C; Gomes,Danilo C; Cruz,Cláudio E.F; Driemeier,David
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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37.53%
Descreve-se um surto de intoxicação por monensina em avestruzes e equinos em uma propriedade no Rio Grande do Sul. Oito dias antes do aparecimento dos primeiros sinais clínicos, uma ração comercial formulada para bovinos, cuja composição incluía monensina (177ppm), foi introduzida na dieta dos animais. Três equinos manifestaram dificuldade de movimentação, cólica, sudorese e decúbito permanente; dois morreram em 48 horas após o inicio dos sinais. Três avestruzes adoeceram, dois apresentaram decúbito esternal permanente, o outro estava apático e relutante ao movimento. Dois avestruzes morreram 15 e 30 dias após o início dos sinais. Nas necropsias dos equinos, observou-se miocárdio com palidez multifocal, hemorragia no endocárdio e no epicárdio (principalmente ao redor dos vasos coronarianos) e musculatura esquelética com áreas branco-amareladas bilaterais e focalmente extensas. Essas alterações corresponderam histologicamente, à miopatia e cardiomiopatia necróticas. Nos avestruzes, músculos esqueléticos difusamente pálidos e com múltiplos pequenos pontos brancos corresponderam à necrose segmentar polifásica, com alterações necróticas e regenerativas

Alimentação de vacas F1 Holandês x Zebu com suplementos nitrogenados e monensina sódica: avaliação do consumo, parâmetros ruminais e produção de leite

Laguna,J.G.; Rodrigues,A.N.; Saturnino,H.M.; Ruas,J.R.M.; Coelho,S.G.; Reis,R.B.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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37.74%
Avaliaram-se suplementos nitrogenados contendo ou não monensina sódica, adicionados à silagem, sobre o consumo de matéria seca (CMS), a digestibilidade da MS (DMS) e a produção de vacas F1 Holandês x Zebu. Vacas (n=15) com 21 dias em lactação, produzindo 19,2kg/dia, foram distribuídas em um delineamento quadrado latino 5X5, com três vacas por tratamento (T). Os T foram: 1- concentrado durante as ordenhas e silagem de milho após as ordenhas (C.SM); 2- C.SM + nitromineral (C.SMNM); 3- C.SM + nitroproteico (C.SMNP), 4- C.SMNM + monensina (C.SMNM+MO) e 5- C.SMNP + monensina (C.SMNP+MO). Os suplementos NP e NM adicionados à SM, (C.SMNP e C.SMNM) aumentaram o CMS (P<0,05). A adição de monensina não alterou o CMS nem a DMS (P>0,05). A suplementação proteica não aumentou o acetato (P>0,05), mas aumentou o propionato e o butirato (P<0,05). A adição de MO ao T C.SMNP reduziu o propionato e o butirato (P<0,05) em relação ao T C.SMNP. A concentração de nitrogênio amoniacal aumentou (P<0,05) no T C.SMNM em relação ao T C.SM e não diferiu dos demais. As produções de leite nos T C.SMNP e C.SMNPMO foram maiores do que no T C.SM (P<0,05). Vacas do T C.SM foram mais eficientes produzindo leite do que as do T C.SMNM (P<0...

Efeito da monensina na fermentação da proteína de algumas fontes de alimentos

Lana,Rogério de Paula; Cunha,Luciane Tavares da; Borges,Arnaldo Chaer
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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37.8%
Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar o efeito da monensina sobre a degradação protéica do farelo de soja, farelo de trigo e fubá de milho. Utilizou-se o líquido de rúmen de um novilho fistulado recebendo 40% de ração concentrada. As incubações foram feitas anaerobicamente a 39ºC, utilizando-se 100 mg de alimentos em 14,7 mL de líquido ruminal e 0,3 mL de etanol contendo ou não monensina dissolvida (5µM de monensina como concentração final nos tubos de incubação). O farelo de soja, comparado ao farelo de trigo e fubá, apresentou maiores valores de produção de amônia, proteína microbiana, pH final e atividade específica de produção de amônia (AEPA). A maior produção de amônia foi atribuída ao alto teor de proteína e alta degradabilidade do farelo de soja e ao maior pH do meio, que aumenta a atividade de desaminação. O farelo de trigo, por sua vez, apresentou maiores valores de pH final e AEPA que o fubá de milho, demonstrando que o milho é um alimento de menor degradabilidade. A monensina diminuiu a AEPA e a degradabilidade da proteína, embora tenha sido mais efetiva em reduzir a degradação da proteína em maiores valores de pH no meio. A monensina proporciona maior eficiência na utilização da proteína pelos ruminantes...

Interações entre monensina sódica, óleo de soja e fontes de nitrogênio no desempenho de novilhos Aberdeen Angus em confinamento

Lana,Rogério de Paula; Fox,Danny G.
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2001 PT
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37.8%
Quarenta novilhos Aberdeen Angus foram usados para avaliar o efeito da monensina, óleo de soja e fontes de nitrogênio (farelo de soja ou uréia) sobre o desempenho de novilhos em dietas com 90% de concentrado. A monensina diminuiu o consumo de matéria seca em dietas contendo farelo de soja e o peso corporal aos 56 e 112 dias. O óleo diminuiu o ganho de peso nos períodos de 57-112 dias e 1-112 dias, enquanto a monensina diminuiu o ganho de peso nestes períodos nas dietas contendo farelo de soja como fonte de nitrogênio. O óleo de soja piorou a eficiência alimentar em todos os períodos e o farelo de soja, comparado com dietas com uréia, nos períodos de 57-112 dias e 1-112 dias. A monensina melhorou a eficiência alimentar em 7,4% para as dietas contendo farelo de soja, na ausência de óleo de soja, mas não alterou a eficiência alimentar para as dietas contendo uréia. Por outro lado, a monensina piorou a eficiência alimentar em 13% para as dietas contendo farelo de soja e óleo de soja.

Efeitos da monensina sobre a fermentação e sensibilidade de bactérias ruminais de bovinos sob dietas ricas em volumoso ou concentrado

Lana,Rogério de Paula; Russell,James B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2001 PT
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37.8%
Objetivou-se avaliar os efeitos da monensina sobre as mudanças nos padrões de fermentação e resistência à perda do potássio intracelular das bactérias ruminais provenientes de quatro bovinos recebendo dietas ricas em volumoso ou concentrado. As bactérias obtidas por centrifugação diferencial foram resuspensas em um meio pobre em potássio, no qual foi medida a perda do potássio intracelular, em 10 minutos de incubação, pelo uso de nível crescente de monensina. Os produtos de fermentação foram obtidos após 24 horas de incubação da cultura com feno de gramínea (100 mg/10 mL). As bactérias obtidas de animais recebendo dieta com 90% de concentrado produziram metade do metano e apresentaram metade da relação acetato propionato que as bactérias de animais recebendo forragem. Mais monensina foi requerida para diminuir a produção de metano e a relação acetato:propionato em bactérias de animais alimentados com 90% de concentrado que naquelas de animais recebendo forragem. A quantidade de monensina necessária para causar metade da perda máxima de potássio intracelular em bactérias de animais recebendo 90% de concentrado foi 12 vezes maior que aquela necessária em bactérias de animais recebendo forragem. Uma vez que as bactérias de animais recebendo forragem são mais sensíveis à monensina que aquelas de animais recebendo dietas ricas em concentrado...

Efeitos da monensina no desempenho de bezerras leiteiras em crescimento

Salles,Márcia Saladini Vieira; Zanetti,Marcus Antonio; Conti,Renata Maria Consentino; Lima,César Gonçalves de
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2001 PT
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37.65%
Foi estudado o efeito da suplementação de monensina sobre o desempenho de 32 novilhas Holandesas em crescimento, com peso médio de 84 kg, durante quatro meses . Os animais suplementados com monensina apresentaram maior peso e perímetro torácico aos 90 e 120 dias de experimentação, maior ganho de peso, mostrando um valor de 26,56% maior do que os animais controle. Não foi observada diferença no comprimento corporal e glicose sangüínea, enquanto a altura na cernelha apresentou tendência a valores mais altos nos animais suplementados. Concluiu-se que a suplementação de monensina resultou em maior desenvolvimento dos animais, podendo proporcionar precocidade reprodutiva e produtiva de novilhas leiteiras de reposição.

Efeito da monensina e da própolis sobre a atividade de fermentação de aminoácidos in vitro pelos microrganismos ruminais

Oliveira,Juliana Silva de; Queiroz,Augusto César de; Lana,Rogério de Paula; Mantovani,Hilário Cuquetto; Generoso,Rafaela Antônia Ramos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 PT
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37.74%
Foram estudados os efeitos in vitro dos inibidores monensina e própolis sobre a fermentação ruminal de aminoácidos. Utilizou-se líquido ruminal de um novilho em pastejo, acrescentado de solução de tripticase, em três tratamentos (controle, monensina e própolis). Na 1ª fase do experimento, foram feitas transferências diárias de inóculos para novos tubos com os mesmos tratamentos até o 10º dia e, no 11º dia, iniciou a 2ª fase, efetuando-se as combinações dos tratamentos da 1ª fase (C, M, P), no total de nove, com transferência diária e incubação por mais nove dias. Do 1º ao 10º dia de incubação (1ª fase), o ionóforo e a própolis não aumentaram significativamente a produção de amônia em comparação ao controle. A própolis foi mais eficiente em dimiuir a produção de amônia que a monensina na 1ª fase e ainda reduziu a produção de amônia e a atividade específica de produção de amônia (AEPA) na 2ª fase, independentemente do tratamento aplicado na 1ª fase. Quando os inibidores estavam ausentes na 1ª fase, a monensina foi tão eficiente quanto a própolis na 2ª fase. Verificou-se que, ao remover os inibidores na 2ª fase no tratamento monesina, houve aumento significativo na produção de amônia...

Monensina sódica no controle da eimeriose em caprinos leiteiros.

VIEIRA, L. da S.; LOBO, R. N. B.; BARROS, N. N.; PORTELA, C. H. da P.; SIMPLÍCIO, A. A.
Fonte: Ciência Animal, v. 15, n. 1, p. 25-31, 2005. Publicador: Ciência Animal, v. 15, n. 1, p. 25-31, 2005.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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A eficácia de drogas para o controle da eimeriose caprina é limitada quando já há sintomas clínicos, sendo o tratamento preventivo mais eficaz que o curativo. Desta forma, foi avaliado o uso da monensina no controle da eimeriose em caprinos leiteiros. Foram utilizadas 48 fêmeas, 32 da raça Anglo-nubiana e 16 da raça Saanen, com idade entre três e quatro meses, distribuídas aleatoriamente por sorteio em dois tratamentos. O tratamento I, constituído por 24 animais, sendo 16 Anglo-nubiana e oito Saanen, não foram medicadas (controle) e o tratamento II, formado por 24 animais, 16 Anglo-nubiana e oito Saanen, foram medicadas diariamente com 0,5mg/kg de monensina durante 234 dias. O número médio de oocistos por grama de fezes (OOPG) durante todo o experimento do grupo controle foi superior ao do grupo medicado (P<0,05). Não houve diferença estatística (P>0,05) na média geral de OOPG entre as duas raças. O padrão da curva de OOPG dos animais da raça Anglo-nubiana diferiu entre os tratamentos (P<0,05), com maior decréscimo nos animais do tratamento I, na fase inicial, e maior crescimento na fase final. Para a raça Saanen, o padrão da curva de OOPG foi igual entre os dois tratamentos. Os animais da raça Anglo-nubiana não medicados apresentaram peso médio inferior (P<0...

Processamento de milho e suplementação com monensina para bezerros leiteiros pré e pós desmama precoce.

NUSSIO, C. M.B.
Fonte: 2002 Publicador: 2002
Tipo: Teses/dissertações (ALICE) Formato: 104p.
PT_BR
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Tanto a administração de monensina quanto o processamento de grãos alteram o padrão de fermentação ruminal de forma a aumentar a disponibilidade de energia e proteína para o animal, resultando em melhor desempenho. Dois trabalhos foram conduzidos com o objetivo de avaliar o efeito de concentrados contendo milho laminado a vapor ou floculado, com ou sem a adição de monensina, no consumo de MS, ganho de peso e parâmetros sanguíneos e ruminais de bezerros leiteiras, antes e após a desmama realizada a sexta semana de vida. No primeiro experimento foram utilizadas 32 bezerras holandesas do nascimento a 12 semanas de vida, em um delineamento experimental do tipo blocos ao acaso, com arranjo fatorial 2x2. Do nascimento a desmama os animais receberam concentrado ad libitum até o consumo de 2 kg/d , quatro litros diários de leite e tiveram acesso livre à água. Após a desmama, realizada na sexta semana de vida, os animais continuaram recebendo 2 kg de concentrado e passaram a ter acesso a feno picado ad libitum. O tipo de processamento de grão ou a adição de monensina não afetou o consumo médio de concentrado ou feno monensina (P=O,O8). Houve efeito significativo da idade animal nas concentrações plasmáticas de glicose (P

Par??metros Metab??licos e Ruminais de Ovelhas Induzidas ?? Acidose Ruminal Sub-Cl??nica, Suplementadas com Probi??tico, Monensina e Sel??nio Levedura; Ruminal and metabolic parameters of sheep induced to sub-acute ruminal acidosis and fed with probiotic, monensin and selenium yeast

SCHWEGLER, Elizabeth
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The aim of this study was to observe the efficiency of probiotics, monensin and selenium yeast fed to sheep induced to sub-acute ruminal acidosis (SARA) on the maintenance of normal ruminal and metabolic parameters. Thirty six sheep that averaged 12 months old and 31 ?? 8 kg of body weight were used. The sheep were kept in a confinement system, receiving a diet based on tifton hay (Cynodon sp.) and concentrate. The sheep were divided in six groups, each one containing six animals. The treatments were: CO group, control, receiving the diet without any supplement; CS, with the addition of 1.5 g/animal/day of Sel-Plex?? (selenium yeast); CM, with the addition of 11 ppm/kg of diet dry matter (DM) of monensin; CSM, with the addition of 11 ppm/kg of diet DM of monensin and 1.5 g/animal/day of Sel-Plex??; CY, with the addition of 3 g/animal/day of Yea-Sacc?? (probiotic Saccharomyces cerevisiae); CSY, with the addition 3 g/animal/day of Yea-Sacc?? and 1.5 g/animal/day of Sel-Plex??. The sheep receive this diet for 21 days before the start of the experiment. After the adaptation period the sheep were submitted to 2 days of fasting, receiving just the supplement and water ad libitum. After this, the sheep were submitted to 4 days of induced SARA...