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Misoprostol and teratogenesis in neonates

SILVA, Mariana Beatriz Scabora da; FERREIRA, Aline de Assis; HABR, Soraya Ferreira; BERNARDI, Maria Martha
Fonte: São Paulo Publicador: São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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37.76%
Este trabalho enfoca aspectos relativos à exposição ao misoprostol no período perinatal como abortificante e agente teratogênico, assim como as causas das malformações, considerando-se fatores químicos, físicos e ambientais. A prática do aborto triplicou nas regiões Sul e Nordeste em 15 anos, sendo que entre os métodos mais freqüentes está o uso do medicamento com o princípio ativo do misoprostol. Em 1991 no Brasil, 288.700 mulheres foram socorridas em hospitais devido a complicações por indução de aborto com este medicamento. Isso resultou na proibição do misoprostol em todo país por determinação da portaria 344/98 do Ministério da Saúde, que exige um controle especial, onde sua utilização é permitida apenas em hospitais e com supervisão da vigilância sanitária municipal. Um dos problemas mais graves que a criança não abortada apresenta é uma injúria em seu sistema nervoso central desenvolvendo a Síndrome de Moebius. Esta é uma paralisia congênita e não progressiva do VI e do VII nervos cranianos, freqüentemente bilateral, que produz uma aparência facial pouco expressiva e estrabismo divergente. Neste sentido, mesmo sendo proibido em nosso país, o aborto induzido por misoprostol é praticado ilegalmente e sem uma verdadeira instrução da paciente sobre os efeitos teratogênicos do mesmo para ela e para seu bebê; This paper is focused in some aspects of maternal exposure to misoprostol during perinatal period...

Avaliação da intensidade e característica da dor no trabalho de parto e a ação do misoprostol; Evaluation of intensity and characteristics of labor pain and action of the misoprostol

Bueno, Juliana Villela
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/2006 PT
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37.86%
O uso do misoprostol tem se tornado um procedimento de rotina nos casos de indução do trabalho de parto (TP), pelo seu efeito relaxante sobre o músculo liso do colo, alterando a estrutura do colágeno, particularmente nos casos de pós-datismo. O objetivo deste estudo observacional e comparativo foi avaliar os efeitos do uso do misoprostol no TP em relação à intensidade e à característica da dor manifestada pelas parturientes. Participaram do estudo 40 parturientes, 20 fizeram parte do grupo com indicação de indução do TP com uso de misoprostol, e 20 fizeram parte do grupo de evolução espontânea, todas assistidas em uma maternidade que atende clientela SUS na cidade de Ribeirão Preto-SP. Os grupos foram formados por indicação clínica, atendendo ao protocolo da instituição para resolução da gravidez, e pelos critérios de inclusão. O estudo foi desenvolvido em duas fases. A primeira (fase latente do TP - FLTP), com a participação apenas do grupo I (misoprostol), e a segunda fase (fase ativa do TP - FATP), com ambos os grupos, para comparar a dor manifestada pelas parturientes. A dor foi avaliada por meio dos instrumentos: Diagrama do corpo (DC) para identificação das regiões dolorosas; Estimação de categorias/ ordenação das posições dos descritores de dor (DD) e Escala Analógica Visual (VAS). Para a análise do DC e DD...

Riscos e benefícios para o feto e recém-nascido de medicamentos utilizados na gestação : misoprostol e antianêmicos

Dal Pizzol, Tatiane da Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.7%
Foi investigada a associação entre a utilização pré-natal de medicamentos com finalidade profilática, terapêutica e não-terapêutica e desfechos adversos da gravidez. Foram analisadas as evidências sobre o potencial teratogênico do misoprostol, por meio de revisão sistemática e metanálise de estudos de caso-controle. A partir da base de dados do Estudo Brasileiro de Diabetes Gestacional (EBDG), uma coorte multicêntrica de gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde em seis capitais brasileiras, foi analisada a associação entre o uso referido de medicamentos para induzir a menstruação e desfechos adversos perinatais, incluindo anomalias congênitas, morte intra-uterina e nascimento pré-termo. O uso referido e prescrito de sais de ferro, isolado ou associado a vitaminas, foi analisado quanto aos riscos e benefícios da utilização profilática ou terapêutica em relação a nascimento pré-termo e baixo peso ao nascer. Quatro estudos envolvendo 4899 casos de anomalias congênitas e 5742 controles foram incluídos na revisão sistemática de acordo com os critérios de seleção. Nenhum estudo analisou outros efeitos adversos do misoprostol no resultado da gestação. Foi estimado um risco aumentado de anomalia congênita associada ao uso de misoprostol para qualquer defeito congênito (RC= 3...

Avaliação prospectiva de 147 gestações com exposição ao misoprostol no Brasil

Kath, Cristina Rojas
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.8%
O misoprostol é um análogo da prostaglandina E1, que inicialmente foi comercializado para o tratamento de ulceras gástricas. Estudos prévios já identificaram este fármaco como um teratógeno responsável por morte fetal e anomalias congênitas no embrião exposto, como defeitos de redução de membros e Seqüência de Möbius, porém ainda não se conhece o risco exato desta exposição. Atualmente, a comercialização no Brasil está proibida e seu uso é restrito ao ambiente hospitalar em situações obstétricas, por promover a contratilidade uterina, sendo útil na indução do parto com feto vivo, interrupção da gravidez com o feto morto e retido, aborto terapêutico e, em alguns casos de aborto incompleto e hemorragia pós-parto. Mesmo com a venda restrita, é popularmente usado em tentativas de aborto, uma vez que esta prática não é legalizada no Brasil. O objetivo deste estudo foi o de verificar a incidência de defeitos congênitos maiores em uma amostra de bebês expostos intra-útero ao misoprostol. Foram avaliadas 147 gestantes, no período de 1990-2007, que fizeram contato com três SIATs no Brasil (Sistema Nacional de Informação sobre Agentes Teratogênicos - serviço gratuito que fornece informações atualizadas sobre os riscos relacionados a exposições a agentes potencialmente teratogênicos na gestação) pelo uso do misoprostol durante a gravidez. Comparando os bebês expostos e não expostos...

Misoprostol sublingual versus vaginal para indução do parto

Francisco Edson de Lucena Feitosa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2005 PT
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37.86%
Objetivo - Comparar a eficácia e segurança da utilização do misoprostol sublingual versus vaginal na indução do parto a termo. Sujeitos e métodos: Realizou-se um ensaio clínico controlado, randomizado e duplo-cego, em dois hospitais-escola (Maternidade-Escola Assis Chateaubriand, da Universidade Federal do Ceará, e Instituto Materno-Infantil de Pernambuco), no período de de 1º. de junho de 2004 a 30 de março de 2005. Para atingir diferença mínima entre os grupos de 20%, erro alfa de 5% e um poder (1 - ß) de 80%, randomizaram-se 150 gestantes, das quais 75 receberam 25mcg de misoprostol sublingual e placebo vaginal a cada 6 horas e 75 receberam 25mcg de misoprostol vaginal e placebo sublingual a cada 6 horas. O desfecho primário avaliado foi freqüência de parto vaginal. A análise estatística utilizou o teste qui-quadrado de associação, teste exato de Fisher e de Mann-Whitney, calculando-se a razão de risco com intervalo de confiança de 95%. Utilizou-se nível de significância de 5%. Resultados: Os grupos do misoprostol sublingual e vaginal foram similares e comparáveis. A proporção de partos vaginais foi de 57,3% no grupo sublingual e 69,3% no grupo vaginal (RR= 1,2; IC95%= 0,8-1,8). A média de intervalo de tempo entre a indução e o parto foi de 18h e 48minutos no grupo sublingual (SL) e 18h e 15 minutos no grupo vaginal (V). Não houve diferença significante na freqüência de partos vaginais após uma única dose de misoprostol (SL 21...

Estudo randomizado, duplamente mascarado, placebo controlado do uso do misoprostol versus placebo para histeroscopia diagnostica em mulheres na pos-menopausa

Aurelio Antonio Ribeiro da Costa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2006 PT
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37.82%
a histeroscopia é um dos procedimentos mais realizados em ginecologia. Muitos ensaios controlados sugerem vantagens no uso prévio de misoprostol para diminuir a resistência da cérvix uterina; entretanto este tipo de estudo ainda é escasso quando se compara o uso do misoprostol prévio à histeroscopia diagnóstica em mulheres na pós-menopausa. avaliar os efeitos intra e pós-operatórios em mulheres na pós-menopausa, submetidas à histeroscopia diagnóstica, sem anestesia, com uso prévio de misoprostol para amadurecimento do colo uterino. Sujeitos e métodos: foi realizado um estudo tipo ensaio clínico, duplamente mascarado, randomizado, em pós-menopausadas que se submeteram à histeroscopia diagnóstica sem anestesia no IMIP e no hospital Barão de Lucena, em Recife, Pernambuco. Foram incluídas 120 pacientes alocadas aleatoriamente em dois grupos, sendo 60 com uso de 200µg de misoprostol via vaginal e 60 com uso de 200µg de placebo. Foram estudadas as seguintes variáveis: tempo do procedimento, freqüência e intensidade da dor durante o exame, necessidade de dilatação cervical adicional, efeitos colaterais (sangramento genital, náuseas, vômitos, diarréia, hipertermia) e complicações (perfuração uterina, falso pertuito...

Misoprostol sublingual versus vaginal para indução do parto a termo

Moraes Filho,Olímpio Barbosa de; Albuquerque,Rivaldo Mendes de; Pacheco,Álvaro José Correia; Ribeiro,Renata Holanda; Cecatti,José Guilherme; Welkovic,Stefan
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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37.7%
OBJETIVO: comparar efetividade e segurança de uso de comprimido sublingual de 25 µg de misoprostol com o comprimido vaginal de 25 µg do misoprostol na indução do parto com idade gestacional e > 37 semanas e colo uterino desfavorável. MÉTODOS: realizou-se ensaio clínico controlado e aleatorizado, não cego, na Maternidade Monteiro de Morais (CISAM-UPE), em Recife, no período de outubro de 2003 a fevereiro de 2004. Participaram do estudo 123 gestantes com idade gestacional e > 37 semanas, índice de Bishop <8 e fora de trabalho de parto, que apresentavam indicação para interrupção da gravidez. As gestantes aleatoriamente receberam 25 µg de misoprostol sublingual ou 25 µg de misoprostol vaginal a cada seis horas, até uma dose máxima de oito comprimidos (200 µg). Para verificar diferenças entre os grupos foram utilizados média, desvio padrão, teste t de Student, c² para tendência e teste de Mann-Whitney. O valor de significação estatística adotado foi de 5%. RESULTADOS: não houve diferença significativa entre o número de mulheres que tiveram parto por via vaginal no grupo do misoprostol sublingual e no vaginal (65,5% vs 75,8%, p=0,22). Também não foi significativa a diferença do intervalo de tempo entre o início da indução e o parto (24 horas e 42 minutos vs 20 horas e 37 minutos...

Avaliação de riscos teratogênicos em gestações expostas ao misoprostol

Opaleye,Emérita Sátiro; Coelho,Helena Lutéscia Luna; Schüler-Faccini,Lavínia; Almeida,Paulo César de; Santos,Elaine Cavalcante dos; Ribeiro,Ana Júlia Velozo; Costa,Fabrício da Silva
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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37.73%
OBJETIVOS: a tentativa de aborto mal sucedida com o uso do misoprostol (Cytotec®) sem indicação médica tem sido associada a malformações congênitas. Este estudo teve por objetivo identificar, em recém-nascidos malformados e controles normais, a frequência de exposição ao misoprostol e o espectro de malformações associadas. MÉTODOS: estudo de caso-controle desenvolvido em 2005 nas quatro principais maternidades públicas de Fortaleza (CE). Através de busca ativa diária, foram identificados recém-nascidos com diagnóstico de malformação fetal (caso) e controles saudáveis de mesmo sexo nascidos em seguida na mesma maternidade (pareamento 1:1). A amostra foi de 252 parturientes entrevistadas por equipe treinada utilizando questionário estruturado com base no Estudo Colaborativo Latino-Americano de Malformações Congênitas (ECLAMC). Além de abordar questões sociodemográficas e histórico familiar de malformação, o questionário objetivou identificar exposições diversas durante a gestação, incluindo o misoprostol. A análise bivariada com teste do χ2 comparou os grupos quanto às características e fatores associados à malformação e foi calculada a Odds Ratio para verificar a razão de chances de o Grupo Caso apresentar malformação em relação ao Grupo Controle com relação à exposição ao misoprostol. RESULTADOS: não houve diferenças significativas entre os grupos caso e controle quanto à maioria dos fatores de riscos investigados para malformações. O relato de tentativa de aborto foi de 6...

Eficácia de dinoprostone e misoprostol para indução do trabalho de parto em nulíparas

Oliveira,Tenilson Amaral; melo,Elisa Matias Vieira de; Aquino,Márcia Maria Auxiliadora de; Mariani Neto,Corintio
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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37.7%
OBJETIVO: verificar a eficácia e a segurança de dinoprostone e misoprostol para indução do parto vaginal, com ou sem o uso de ocitocina em nulíparas. MÉTODOS: realizou-se estudo retrospectivo, observacional, envolvendo 238 pacientes que foram submetidas à indução do parto de janeiro de 2008 a fevereiro de 2010 com uso de misoprostol 25 mcg via vaginal ou pessário contendo 10 mg de dinoprostone. Desse grupo, foram selecionadas 184 pacientes, que apresentavam as seguintes características: nulíparas, gestação entre 37 e 42 semanas, feto único, apresentação cefálica, membranas íntegras e índice de Bishop < 3. Os resultados obstétricos e neonatais foram analisados e comparados entre ambos os grupos. A análise estatística foi realizada com o teste t, Chi quadrado e exato de Fisher, adotando-se como nível de significância valores p<0,05. RESULTADOS: a taxa de parto vaginal não foi estatisticamente diferente em pacientes que utilizaram misoprostol e dinoprostone (43,2 versus 50%, p=0,35), respectivamente. O amadurecimento do colo foi superior no grupo com misoprostol (87,3 versus 75,6%, p=0,04). Foi necessária a utilização da ocitocina em 58,8% no grupo com misoprostol e 57,3% no grupo com dinoprostone após o amadurecimento do colo. Falha de indução foi a principal indicação do parto cesárea em ambos os grupos...

Induction of labor with titrated oral misoprostol solution versus oxytocin in term pregnancy: randomized controlled trial

Aalami-Harandi,Rezvan; Karamali,Maryam; Moeini,Aida
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 EN
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37.73%
PURPOSE: To evaluate the effectiveness and the safety of orally administered misoprostol in comparison to intravenously infused oxytocin for labor induction in term pregnant women. METHODS: Between 2008 and 2010, a total of 285 term pregnant women whom were candidate for vaginal delivery were assessed for eligibility to enter the study. Twenty five patients were excluded for different reasons; and 260 included women were randomly assigned to one of the two groups according to the method of treatment, misoprostol or oxytocin. The misoprostol group received 25 µg every 2 hours for up to 24 hours for induction. The oxytocin group received an infusion of 10 IU which was gradually increased. The time from induction to delivery and induction to the beginning of the active phase and successful inductions within 12, 18, and 24 hours were recorded. The trial is registered at irct.ir, number IRCT2012061910068N1. RESULTS: Failure of induction, leading to caesarean section was around 38.3% in the oxytocin group and significantly higher than that of the misoprostol group (20.3%) (p<0.001). Despite the more prevalent failure in the oxytocin group, the mean time intervals from induction to active phase and labor of this group were both significantly less than the misoprostol group (10.1±6.1 and 13.2±7.7 versus 12.9±5.4 and 15.6±5.1 hours respectively...

Möbius Syndrome: Misoprostol Use and Speech and Language Characteristics

Guedes,Zelita Caldeira Ferreira
Fonte: Fundação Otorrinolaringologia Publicador: Fundação Otorrinolaringologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 EN
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37.7%
Introduction Möbius syndrome (MS; VI and VII palsy) is a rare disease that in Brazil has a great frequency because of the use of misoprostol during pregnancy. Objective Verify if the speech and language performance of children with MS whose mothers reported use of misoprostol (Cytotec, Pfizer, Connecticut, USA) are different from the performance of children of mothers who did not report use. Methods The stomatognathic system beyond receptive and expressive language and speech was evaluated in children with MS, and their mothers were questioned whether they used misoprostol during the pregnancy. Results During the interview, 61.11% of mothers reported that they took misoprostol during the pregnancy. Most of the subjects (83.3%) whose mothers took misoprostol presented bilateral palsy beyond bad mobility of the tongue (90.9%) and speech disorders (63.6%). Conclusion The number of mothers who took misoprostol without knowing the risk for MS was great. The lack of facial expressions and speech disorders were common characteristics of the individuals with MS, whether the mothers took misoprostol during the pregnancy or not.

Misoprostol as an Adjunct to Standard Uterotonics for Treatment of Post-Partum Haemorrhage : A Multicentre, Double-Blind Randomised Trial

Widmer, M.; Blum, J.; Hofmeyr, G. J.; Carroli, G.; Abdel-Aleem, H.; Lumbiganon, P.; Nguyen, T. N.; Wojdyla, D.; Thinkhamrop, J.; Singata, M.; Mignini, L. E.; Abdel-Aleem, M. A.; Tran, S. T.; Winikoff, B.
Fonte: Banco Mundial Publicador: Banco Mundial
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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37.7%
BACKGROUND: Post-partum haemorrhage is a leading cause of global maternal morbidity and mortality. Misoprostol, a prostaglandin analogue with uterotonic activity, is an attractive option for treatment because it is stable, active orally, and inexpensive. We aimed to assess the effectiveness of misoprostol as an adjunct to standard uterotonics compared with standard uterotonics alone for treatment of post-partum haemorrhage. METHODS: Women delivering vaginally who had clinically diagnosed post-partum haemorrhage due to uterine atony were enrolled from participating hospitals in Argentina, Egypt, South Africa, Thailand, and Vietnam between July, 2005, and August, 2008. Computer-generated randomisation was used to assign women to receive 600 microg misoprostol or matching placebo sublingually; both groups were also given routine injectable uterotonics. Allocation was concealed by distribution of sealed and sequentially numbered treatment packs in the order that women were enrolled. Providers and women were masked to treatment assignment. The primary outcome was blood loss of 500 mL or more within 60 min after randomisation. Analysis was by intention to treat. This study is registered, number ISRCTN34455240. FINDINGS: 1422 women were assigned to receive misoprostol (n=705) or placebo (n=717). The proportion of women with blood loss of 500 mL or more within 60 min was similar between the misoprostol group (100 [14%]) and the placebo group (100 [14%]; relative risk 1.02...

Misoprostol versus cervagem for the induction of labour to terminate pregnancy in the second and third trimester: a systematic review

Dodd, J.; Crowther, C.
Fonte: Elsevier Sci Ireland Ltd Publicador: Elsevier Sci Ireland Ltd
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2006 EN
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37.85%
Aims to compare the benefits and harms of misoprostol to induce labour in the second and third trimester of pregnancy with cervagem. Methods MEDLINE was searched using the terms abortion, induced; abortifacient agents; pregnancy, second trimester; pregnancy, third trimester; misoprostol; cervagem; and gemeprost to identify randomised controlled trials in which misoprostol was compared with cervagem, for induction of labour to terminate pregnancy in the second or third trimester. Outcomes included vaginal birth not achieved within 24 h; induction to delivery interval; analgesia requirements; blood loss; blood transfusion; surgical evacuation of the uterus; maternal death or serious maternal morbidity; side effects. Results Six randomised trials were included. Five compared vaginal misoprostol with cervagem [el Refaey H, Hinshaw K, Templeton A. The abortifacient effect of misoprostol in the second trimester: a randomized comparison with gemeprost in patients pre-treated with mifepristone (RU486). Hum Reprod 1993;8(10):1744–6; Ho PC, Chan YF, Lau W. Misoprostol is as effective as gemeprost in termination of second trimester pregnancy when combined with mifepristone: a randomised comparative trial. Contraception 1996;53(5):281–3; Nuutila M...

Misoprostol for second and third trimester termination of pregnancy: A review of practice at the Women's and Children's Hospital, Adelaide, Australia

Dodd, J.; O'Brien, L.; Coffey, J.
Fonte: Blackwell Publishing Asia Publicador: Blackwell Publishing Asia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2005 EN
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37.76%
Aims: To assess clinical outcomes for women undergoing induction of labour either for fetal anomaly or following intrauterine fetal death using intravaginal misoprostol. Methods: Between January 1999 and December 2002, clinical outcomes for women who were admitted to the delivery suite of the Women's and Children's Hospital, South Australia, were prospectively collected and entered onto a database by the attending midwife. The effect of cumulative dose of misoprostol, indication for induction of labour, parity and gestational age were assessed. Results: One hundred and ninety nine women were admitted during the study period. Women who required in excess of 800 µg of misoprostol were more likely to have side-effects (57/78 women dose > 800 µg misoprostol versus 71/121 women dose ≤ 800 µg, RR 0.80 95% CI 0.66–0.98), in particular diarrhoea (12/78 women dose > 800 µg misoprostol versus 5/121 women dose ≤ 800 µg, RR 0.27 95% CI 0.10–0.73) and elevated temperature (46/78 women dose > 800 µg misoprostol versus 36/121 women dose ≤ 800 µg, RR 0.50 95% CI 0.36–0.70). Women with an intrauterine fetal death (IUFD) were less likely to require in excess of 800 µg of misoprostol to effect the termination (10/56 women IUFD versus 70/143 women fetal anomaly...

Misoprostol for the induction of labour at term.

Dodd, Jodie Michele
Fonte: Universidade de Adelaide Publicador: Universidade de Adelaide
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 1607873 bytes; 121083 bytes; application/pdf; application/pdf
Publicado em //2005 EN
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37.84%
Background: The aims of this randomised, double blind, placebo controlled trial were to compare vaginal PGE2 gel with oral misoprostol in the induction of labour at term. Methods: Women randomised to the oral misoprostol group received 20mcg oral misoprostol solution at two hourly intervals and placebo vaginal gel, and those in the vaginal prostaglandin group received vaginal PGE2 gel at six hourly intervals and oral placebo solution. The primary outcome measures were vaginal birth not achieved in 24 hours, uterine hyperstimulation with associated fetal heart rate changes, and caesarean section. Women were asked about their preferences for care, and a cost comparison was performed for the two methods of induction of labour. A nested randomised trial compared health outcomes for the woman and her infant related to morning or evening admission for commencing induction of labour. Results: A total of 741 women were randomised, 365 to the misoprostol group and 376 to the vaginal PGE2 group. There were no differences between women in the oral misoprostol group and women in the vaginal PGE2 group, for the outcomes vaginal birth not achieved in 24 hours (Misoprostol 168/365 (46.0%) versus PGE2 155/376 (41.2%); RR 1.12 95% CI 0.95-1.32; p=0.134)...

Exposure to misoprostol and hormones during pregnancy and risk of congenital anomalies; Exposição ao misoprostol e hormônios durante a gravidez e risco de anomalia congênita

Dal Pizzol, Tatiane da Silva; Sanseverino, Maria Teresa Vieira; Mengue, Sotero Serrate
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
ENG
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37.76%
Este estudo avalia a associação do uso do misoprostol e de outros produtos utilizados para induzir a menstruação com anomalia congênita. Foram arroladas consecutivamente 4.856 mulheres com vinte anos de idade ou mais, procedentes de serviços de pré-natal do Sistema Único de Saúde em seis capitais brasileiras. Dados sócio-demográficos e o uso de medicamentos foram obtidos por meio de entrevista, entre a 21a e a 28a semanas de gestação. Outros dados, incluindo informações sobre o parto e o diagnóstico de anomalia congênita, realizado pelo médico que assistiu o recém- nascido, foram obtidos no prontuário. Potenciais confundidores foram ajustados por meio de regressão logística. O uso de produtos para induzir a menstruação foi relatado por 707 gestantes (14,6%), das quais 120 (17%) referiram-se ao misoprostol. Após ajustamento para o centro de realização da pesquisa, foi verificada uma associação positiva entre misoprostol e anomalias congênitas (RC = 2,64; IC95%: 1,03-6,75); para hormônios sexuais também foi verificada uma associação positiva (RC = 2,24; IC95%: 1,06-4,74). Os resultados sugerem que o uso de misoprostol ou hormônios sexuais durante a gravidez aumenta o risco de anomalia congênita.; This study evaluated the association between use of misoprostol and other drugs to induce menstruation...

Misoprostol and teratogenesis in neonates

Silva, Mariana Beatriz Scabora da; Ferreira, Aline de Assis; Habr, Soraya Ferreira; Bernardi, Maria Martha
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2009 ENG
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37.78%
Este trabalho enfoca aspectos relativos à exposição ao misoprostol no período perinatal como abortificante e agente teratogênico, assim como as causas das malformações, considerando-se fatores químicos, físicos e ambientais. A prática do aborto triplicou nas regiões Sul e Nordeste em 15 anos, sendo que entre os métodos mais freqüentes está o uso do medicamento com o princípio ativo do misoprostol. Em 1991 no Brasil, 288.700 mulheres foram socorridas em hospitais devido a complicações por indução de aborto com este medicamento. Isso resultou na proibição do misoprostol em todo país por determinação da portaria 344/98 do Ministério da Saúde, que exige um controle especial, onde sua utilização é permitida apenas em hospitais e com supervisão da vigilância sanitária municipal. Um dos problemas mais graves que a criança não abortada apresenta é uma injúria em seu sistema nervoso central desenvolvendo a Síndrome de Moebius. Esta é uma paralisia congênita e não progressiva do VI e do VII nervos cranianos, freqüentemente bilateral, que produz uma aparência facial pouco expressiva e estrabismo divergente. Neste sentido, mesmo sendo proibido em nosso país, o aborto induzido por misoprostol é praticado ilegalmente e sem uma verdadeira instrução da paciente sobre os efeitos teratogênicos do mesmo para ela e para seu bebê.; This paper is focused in some aspects of maternal exposure to misoprostol during perinatal period...

Efecto teratogénico del misoprostol: un estudio prospectivo en Argentina

Barbero,Pablo; Liascovich,Rosa; Valdez,Rita; Moresco,Angélica
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 ES
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Introducción. El misoprostol se emplea popularmente en la Argentina para intentar la interrupción del embarazo, pero cierta proporción de los embarazos continúa. Asimismo, diferentes informes mostraron asociación entre el misoprostol y defectos congénitos. Objetivos. Estimar el riesgo de anomalías congénitas en niños expuestos prenatalmente al misoprostol y conocer su forma de consumo durante la gestación. Método. Estudio de cohortes que comparó la frecuencia de aborto y de anomalías congénitas mayores en la descendencia de embarazadas expuestas al misoprostol (94) y de un grupo de embarazadas no expuestas (401), ambos grupos consultantes a un servicio de información sobre agentes teratogénicos. Resultados. Entre las mujeres expuestas al misoprostol solo el 8,2% lo compró con receta; el 81,5% se enteró de su efecto abortivo por una amiga, vecina o pariente; la dosis promedio fue 1439 mg; el 77,2% lo usó tanto por vía oral como vaginal; la edad gestacional promedio de consumo fue a los 48,5 días y el 35,2% empleó un agente abortivo adicional. Las mujeres expuestas al misoprostol presentaron una frecuencia significativamente mayor de abortos (expuestas: 17/94= 18,1%; no expuestas; 29/401= 7,2%; RR= 2,27; IC 95%:1...

Eficacia y seguridad del Misoprostol frente a Metotrexato más Misoprostol para el manejo médico del aborto en Bogotá (Colombia): estudio clínico aleatorizado

Arreaza-Graterol,Mortimer; Rodríguez-O,Jorge A
Fonte: Revista Colombiana de Obstetricia y Ginecología Publicador: Revista Colombiana de Obstetricia y Ginecología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 ES
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Objetivo: evaluar la eficacia y seguridad del misoprostol frente al metotrexato más misoprostol para el manejo médico de pacientes con aborto retenido o embarazo anembrionado. Materiales y métodos: se realizó un estudio clínico aleatorizado en el que se incluyeron pacientes con embarazo anembrionado o aborto retenido de hasta 63 días y diagnosticado por ecografía. Estas fueron aleatorizadas a metotrexato 50 mg intramuscular más misoprostol 800 mcg intravaginal (grupo 1) u 800 mcg de misoprostol intravaginal (grupo 2). A continuación se evaluó la tasa de aborto completo, incluyendo las pacientes que requirieron un segundo ciclo de rescate con sus respectivas complicaciones. Resultados: un total de 52 pacientes fueron aleatorizadas al grupo de terapia combinada y 66 al grupo de monoterapia. 92% de las pacientes en el grupo de misoprostol más metotrexato presentaron aborto completo por ecografía frente a 86% de las pacientes en el grupo de misoprostol (p=0,24). Por otro lado, dos de las pacientes del grupo de terapia combinada (6%) requirieron dosis de rescate en comparación con cinco en el grupo de misoprostol (11%), (p=0,348). De igual modo, tres pacientes requirieron legrado uterino obstétrico en el grupo de terapia combinada frente a cinco pacientes en el grupo de monoterapia con misoprostol (p=0...

Misoprostol sublingual en el tercer periodo del parto: estudio clínico doble ciego, con asignación aleatoria, controlado con placebo en el Hospital de Maternidad Rafael Calvo de Cartagena

Angarita Peñaranda,William; Rodríguez Yances,Benjamín; Borré Arrieta,Orlando
Fonte: Revista Colombiana de Obstetricia y Ginecología Publicador: Revista Colombiana de Obstetricia y Ginecología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 ES
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Objetivos Determinar la seguridad y eficacia del misoprostol sublingual en el manejo activo del alumbramiento. Materiales y métodos La presente investigación es un estudio a doble ciego, prospectivo, con asignación aleatoria y controlado contra placebo. Se administró una dosis de 100 µg de misoprostol sublingual o placebo durante el tercer período de parto inmediatamente después del pinzamiento del cordón. Se cuantificó estrictamente el sangrado en un recipiente calibrado, la duración del alumbramiento, los signos vitales y los efectos colaterales. Resultados El sangrado promedio en el grupo de misoprostol fue 599,4 + 426,9 mL y en el grupo placebo fue 670,3 + 482,5 mL (p >0,05). Aunque se observó una disminución del sangrado en el grupo de misoprostol, la diferencia no fue estadísticamente significativa (p>0,05). La duración promedio del alumbramiento en el grupo de misoprostol fue de 431 + 231,8 seg y en el grupo placebo 517,6 + 412,7 seg. Aunque se observó una disminución del tiempo de alumbramiento en el grupo de misoprostol, la diferencia no fue estadísticamente significativa (p > 0,05). Los signos vitales tuvieron características similares en ambos grupos. No se presentaron efectos colaterales. Conclusión La dosis de 100 µg de misoprostol administrada vía sublingual en el tercer período del parto reduce el sangrado...