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Rochas calco-silicatadas a norte do Tejo : petrografia, mineralogia e geoquímica

Pinto, António Fernando Ferreira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
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O estudo das rochas calco-silicatadas portuguesas a norte do Tejo permitiu verificar a ocorrência de tipos metagrauváquicos, corneanas cálcicas e escarnitos, estes dois últimos associados a intrusões de natureza granitóide e formados na sua dependência. Não foram provadas diferenças importantes entre as rochas evoluídas em afloramentos do Complexo Xisto- Grauváquico e as englobadas em formações de idade Silúrica, embora seja de assinalar tendência para maior desenvolvimento de escarnitos em áreas do complexo ante-Ordovícico. Este aspecto é particularmente notório na mancha xistosa do Douro, onde as rochas escarníticas se revelam mineralizadas em scheelite (Santo Adrião, Tabuaço, Tarouca). As estruturas zonadas, frequentes nas corneanas cálcicas e escarnitos, indicarão evolução através de processos difusivos associados a mecanismos de infiltração responsáveis pelo desenvolvimento de faixas mineralogicamente distintas. Com efeito, a associação de carbonatos e pelitos atesta existência de gradientes de aH2O e de aCO2 tamponados pelas associações minerais das diferentes rochas; os processos difusivos que se manifestam eliminarão tais gradientes com formação de estruturas zonadas. A mineralização scheelítica acompanha normalmente idocrase e fluorite ou é contida em veios de quartzo e...

SILVA, Maria Manuela da Vinha Guerreiro da - Mineralogia, petrologia e geoquímica de encraves de rochas graníticas de algumas regiões portuguesas. Coimbra, ed. aut., 1995, p.

Silva, Maria Manuela da Vinha Guerreiro da
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
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Tese de doutoramento em Geologia (Mineralogia, Petrologia e Geoquímica) apresentada à Fac. de Ciências e Tecnologia de Coimbra

Mineralogia, Geologia, Metalurgia e Arte de Minas no Ensino Industrial na Cidade do Porto (1864-1974)

Costa, Patrícia
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
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A dissertação aqui apresentada debruça-se sobre a temática do ensino da Mineralogia, da Geologia, da Metalurgia e da Arte de Minas no Instituto Industrial do Porto, desde 1964 até 1974, nas suas várias vertentes: cursos, professores, disciplinas (ensino teórico e prático) e coleções museológicas. Com esta investigação procuramos analisar o desenvolvimento do estudo destas áreas do saber na Escola do Porto e o seu eventual contributo para o progresso científico e tecnológico em domínios aplicados à indústria, incluindo a extrativa e a de transformação de matérias-primas de origem geológica. O ensino industrial em Portugal foi sofrendo diversas alterações estruturais e programáticas, que acompanharam sucessivas políticas decretadas pela tutela, mas também os avanços científicos e tecnológicos que se foram registando nesta área, durante mais de 160 anos. Após um tímido dealbar do desenvolvimento industrial e do ensino prático e aplicado, fomentados pela visão reformista do Marquês de Pombal, figura chave da tutela entre 1750 e 1777, os governantes da primeira metade do séc. XIX não souberam dirigir de forma eficaz o seu esforço, chegando o País a meados de oitocentos sem uma indústria modernizada e a laborar em pleno e sem operários qualificados para tal. Sucessivos períodos de conflito e de forte instabilidade política também a isso ajudaram. Com a criação do Ministério das Obras Públicas...

Mineralogia de um latossolo vermelho distrófico submetido a diferentes manejos por 24 anos; Mineralogy of a red latosol under different management systems for twenty-four years

GONÇALVES, Daniele; LEITE, Wellington Claiton; BRINATTI, André Maurício; SAAB, Sérgio da Costa; IAROSZ, Kelly Cristiane; MASCARENHAS, Yvone Primerano; CARNEIRO, Paulo Irajara Borba; ROSA, Jadir Aparecido
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Atualmente, procuram-se sistemas de manejo que preservem ou melhorem as qualidades do solo, tanto mineralógicas como orgânicas, priorizando maior produtividade. Este trabalho teve como objetivo verificar qualitativamente, por meio das técnicas de fluorescência de raios X, difração de raios X e infravermelho com transformada de Fourier, os efeitos provocados pela utilização dos manejos: plantio convencional, preparo mínimo e plantio direto, por 24 anos, na mineralogia de um Latossolo Vermelho distrófico de Ponta Grossa, PR. Não foram observadas mudanças significativas na mineralogia do Latossolo estudado, por meio das técnicas utilizadas, quanto aos diferentes manejos durante os anos de sua aplicação. Pôde-se verificar, qualitativamente, a presença dos minerais gibbsita, caulinita, haloisita, montmorilonita, hematita, rutilo, anatásio, goethita e quartzo.; The search for management systems that preserve or improve soil qualities, the mineralogical as well as the organic composition, with a view to higher yields, is becoming more and more intense. The objective this study was to qualitatively verify the mineralogical effects of different management types: conventional , minimum and no-tillage for 24 years on a Red Latosol in Ponta Grossa...

Petrografia e mineralogia de granitos peralcalinos: o Plúton Papanduva, Complexo Morro Redondo (PR/SC); Petrography and mineralogy of peralkaline granits: the Papanduva Pluton, Morro Redondo (PR/SC)

Vilalva, Frederico Castro Jobim
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/11/2007 PT
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O Complexo Morro Redondo, com cerca de 250 Km2, é uma das ocorrências mais importantes de granitos de tipo-A da Província Graciosa, uma importante província póscolisional neoproterozóica (ca. 580 Ma) na região sul-sudeste do Brasil. O Complexo aflora nas proximidades de Tijucas do Sul (PR) e Garuva (SC). É formado pelos Plútons Papanduva e Quiriri, em que afloram, respectivamente, rochas graníticas das associações alcalina e aluminosa de granitos de tipo-A, respectivamente; e por rochas vulcânicas ácidas e básico-intermediárias contemporâneas. O Plúton Papanduva, objeto deste trabalho, aflora na porção norte do Complexo, estendendo-se por uma área de cerca de 100 Km2. Constitui-se essencialmente de álcalifeldspato granitos hipersolvus leucocráticos a hololeucocráticos, de granulação média a fina. De acordo com suas estrutruras, texturas e mineralogia, foram individualizadas quatro unidades distintas, denominadas informalmente de A, B, C e D. As Unidades A e B afloram junto às bordas NE e N do plúton, e nas proximidades de zonas de cisalhamento mais importantes. São caracterizadas por teores modais moderados a altos de quartzo (50-60 % modal) e por texturas deformacionais desde cataclásticas (Unidade B) até protomiloníticas (Unidade A)...

Aspectos da Mineralogia, Geoquímica, Gêneses e Potencialidade Econômica do Campo Pegmatítico de Marilac, Minas Gerais

Gandini, Antonio Luciano
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/03/2000 PT
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A região de estudo deste trabalho, Campo Pegmatítico de Marilac (CPM), localiza-se a 25 km NW da cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais. Ela está inserida no Distrito Pegmatítico de Governador Valadares (DPGV), um dos segmentos da grande Província Pegmatítica Oriental do Brasil (PPOB). Essa província possui uma forma lenticular alongada no sentido NS, embora sua maior parte esteja localizada no Estado de Minas Gerais, e seus limites situam-se nos Estados do Rio de Janeiro, Espirito Santo e Sul da Bahia. A PPOB é produtora de minerais industriais, sendo a principal região de minerais-gemas do País e, ao mesmo tempo, uma das principais províncias gemológicas do mundo no tocante à variedade e volume de minerais gemológicos produzidos. O Campo Pegmatítico de Marilac possui cerca de uma centena de pegmatitos, dos quais 44 foram selecionados para estudo. Foram amostrados cristais de feldspatos, micas, berilos e nióbio-tantalatos de várias zonas dos pegmatitos. Quanto à estrutura dos corpos, estes são zonados simples ou complexos, sendo que suas dimensões médias estão entre 10 a 20m de espessura e 20 a 100m de comprimento. As formas mais comuns dos pegmatitos são lenticulares, seguidas das tabulares, sendo estes corpos encaixados de maneira concordante...

A influência de fósforo, enxofre e estrôncio na mineralogia do clínquer portland

Pecchio, Marcelo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/2013 PT
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Em função de aspectos de sustentabilidade, a indústria de cimento tem utilizado, cada vez mais, combustíveis e matérias -primas não convencionais, que têm apor tado ao clínquer portland uma maior variabilidade de elementos químicos. O presente estudo tem por objetivo analisar o efeito de elementos menores selecionados (S, P e Sr) sobre a mineralogia do clínquer portland. Esses elementos passaram a fazer parte da composição de clínqueres industriais de modo mais expressivo na última década. O enxofre está relacionado ao uso intensivo de coque de petróleo (75 a 80% da matriz energética da indústria de cimento nacional), o fósforo é resultante das ações de coproces samento de farinha animal, resíduos de curtume entre outros ; enquanto o estrôncio está presente em teores expressivos em carbonatitos e fosforitos que podem ser usados como matéria-prima para a fabricação de cimento. Foram analisadas amostras de clínqueres experimentais , sintetizados em laboratório a partir de matérias -primas puras com teores crescentes e controlados dos elementos químicos dopantes: 0,25; 0,50; 1,00; 1,50 e 2,00% em peso dos seus respectivos óxidos ('SO IND.3', 'P IND.2'O IND.5' e SrO). Todos os materiais (matérias -primas...

Contribuição ao estudo da mineralogia e geoquímica de pegmatitos da região de Governador Valadores, Minas Gerais; Not available.

Marciano, Vitória Régia Péres da R. Oliveiros
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/09/1985 PT
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Os corpos pegmatíticos daslavras do Olhos de Gato, Ferreirinha, Boi e Faria encontram-se localizados na Província Pegmatítica Oriental, distando 30 km a noroeste, da cidade de Governador Valadares, Minas Gerais; encaixados em biotita-xistos. Fez-se estudo mais detalhado nos dois primeiros corpos, nos quais a coleta de amostra foi realizada segundo perfis, que permitem a visualização do zoneamento interno, como também da evolução interna e a distribuição dos elementos alcalinos, alcalinos terrosos e outros, nos minerais das diferentes zonas. Os objetivos principais destes trabalho foram: (1) a caracterização morfológica, mineralógica e geoquímica de alguns pegmatitos; (2) definição do posicionamento geológico e estratigráfico desses corpos; (3) descoberta de evidências da evolução interna capazes de auxiliar o estudo petrogenético deles. A metodologia empregada para alcançar os objetivos já referidos foram: microscopia ótica, difração de raios-x, espectrografia por absorção de infravermelhos, microssonda eletrônica e datação de minerais através do método Rb/Sr. Os corpos estudados possuem mineralogia bastante simples, apresentando-se zoneados (na provável sequência de formação) : zona marginal com uma característica assembléia mineral: albita + quartzo + moscovita + turmalina (exceto na lavra do Ferreirinha que não possue turmalinas); zona mural com albita + microclina pertitizada + quartzo + berilo; zona intermédia com grandes cristais de quartzo e microclima pertitizada; núcleo de quartzo e corpos de substituição com formas irregulares e mineralogia variada. Além dos minerais acima citados ocorrem óxidos...

Geoquímica e mineralogia de argilas do Cretácio de Taveiro e Aveiro, Portugal

Marques, Rosa Maria Salgueiro Marques
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Neste trabalho realiza-se um estudo mineralógico e geoquímico detalhado de níveis argilosos do Cretácico Superior da região de Taveiro (Reveles e S. Pedro) e de Aveiro (Bustos). Realizaram-se análises granulométricas, e recorreu-se à DRX para a caracterização mineralógica, e aos métodos FRX e AAN para a caracterização química. O estudo realiza-se quer na rocha total, quer em diferentes fracções granulométricas (fracção≥ 125 μm, 63-125 μm, 20-63 μm, 2-20 μm e fracção <2 μm). Os objectivos gerais são: (i) aprofundar os conhecimentos sobre a mineralogia e a geoquímica de níveis argilosos da bacia Lusitaniana e (ii) um melhor conhecimento da geoquímica de elementos traço, em especial as terras raras, em depósitos sedimentares e a sua correlação com a mineralogia, em particular os minerais argilosos. Os níveis argilosos de Reveles são constituídos essencialmente por quartzo, feldspatos alcalinos e filossilicatos estando estes em maior quantidade na amostra com maior percentagem de finos. Ainda na região de Taveiro, São Pedro distingue-se por ter menor quantidade de feldspatos alcalinos e pela presença de hematite. Em Bustos, os níveis estudados apresentam granulometria muito mais fina que as amostras de Taveiro...

Mineralogia de um Argissolo Vermelho-Amarelo da zona úmida costeira do Estado de Pernambuco

Lima,Júlio Guilherme da Costa; Schulze,Sheila Maria Bretas Bittar; Ribeiro,Mateus Rosas; Barreto,Sandra de Brito
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 PT
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A mineralogia do solo constitui uma excelente ferramenta para o conhecimento e a avaliação da gênese do solo e do seu comportamento físico e químico, além de ser um dos parâmetros utilizados na distinção de classes do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos e um indicativo da reserva potencial mineral de nutrientes para as plantas. Nesse contexto, este trabalho apresenta a caracterização mineralógica das frações cascalho, areia grossa e areia fina (sob lupa binocular e microscópio petrográfico) e das frações silte e argila (difratometria de raios X) de todos os horizontes do solo, e o estudo petrográfico da rocha matriz, a partir dos quais estabelece considerações sobre a evolução mineralógica de um Argissolo Vermelho-Amarelo, típico da Zona Úmida Costeira do Estado de Pernambuco. As frações grossas ao longo de todo o Argissolo estudado são constituídas, essencialmente, por quartzo (> 95 %) anguloso a muito anguloso, o que denota a ausência de transporte de material na formação desse tipo de solo. Foram observados fragmentos de rocha (constituídos por quartzo, feldspatos e minerais opacos), feldspatos e biotita que apresentam alteração intempérica mais evidente nos horizontes mais superficiais...

Mineralogia de um latossolo vermelho distrófico submetido a diferentes manejos por 24 anos

Gonçalves,Daniele; Leite,Wellington Claiton; Brinatti,André Maurício; Saab,Sérgio da Costa; Iarosz,Kelly Cristiane; Mascarenhas,Yvone Primerano; Carneiro,Paulo Irajara Borba; Rosa,Jadir Aparecido
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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Atualmente, procuram-se sistemas de manejo que preservem ou melhorem as qualidades do solo, tanto mineralógicas como orgânicas, priorizando maior produtividade. Este trabalho teve como objetivo verificar qualitativamente, por meio das técnicas de fluorescência de raios X, difração de raios X e infravermelho com transformada de Fourier, os efeitos provocados pela utilização dos manejos: plantio convencional, preparo mínimo e plantio direto, por 24 anos, na mineralogia de um Latossolo Vermelho distrófico de Ponta Grossa, PR. Não foram observadas mudanças significativas na mineralogia do Latossolo estudado, por meio das técnicas utilizadas, quanto aos diferentes manejos durante os anos de sua aplicação. Pôde-se verificar, qualitativamente, a presença dos minerais gibbsita, caulinita, haloisita, montmorilonita, hematita, rutilo, anatásio, goethita e quartzo.

Caracterização química e mineralogia de solos antrópicos (terras pretas de índio) na amazônia central

Silva,Francisco Weliton Rocha; Lima,Hedinaldo Narciso; Teixeira,Wenceslau Geraldes; Motta,Marcelo Batista; Santana,Rodrigo Macedo
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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Na Amazônia brasileira é comum a ocorrência de sítios arqueológicos. Frequentemente, observa-se que as ações humanas nesses sítios promoveram modificações significativas em muitas das características físicas, morfológicas e químicas dos solos desses ambientes, tornando-os muito diferentes dos solos adjacentes, especialmente nas áreas de terra firme da região. Embora muitos estudos tenham sido conduzidos visando compreender a magnitude dessas modificações e seus reflexos na gênese dos solos influenciados, muitas questões precisam ser mais bem compreendidas, sobretudo as relacionadas com a mineralogia desses solos. Este estudo teve como objetivo avaliar as características químicas, a composição mineralógica das frações argila e areia e o grau de pedogênese de cinco perfis de solos com horizonte A antrópico (Au), em ambientes de terra firme e várzea, localizados na Bacia Sedimentar do Amazonas, entre Coari e Manaus-AM. Amostras de solos foram coletadas, preparadas e submetidas às análises químicas de rotina e caracterizadas quanto aos teores de carbono oxidável e aos teores de Si, Fe, Al e P; adicionalmente, efetuou-se a identificação dos minerais presentes nas frações argila e areia, por meio de difratometria de raios X. Os resultados mostraram que as modificações promovidas pela atividade humana levaram à melhoria da fertilidade do solo...

Eletroquímica das partículas coloidais e sua relação com a mineralogia de solos altamente intemperizados

Fontes,Maurício Paulo F.; Camargo,Otávio Antônio de; Sposito,Garrison
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2001 PT
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O conhecimento das propriedades eletroquímicas das partículas minerais dos solos altamente intemperizados é imprescindível para o avanço dos estudos em diferente áreas da Ciência do Solo, como, Física, Manejo e Conservação, Fertilidade e Poluição do Solo. Nesse contexto, o comportamento das cargas superficiais e seu relacionamento com a mineralogia dos solos de carga variável é de importância fundamental para o entendimento e a melhoria da capacidade preditiva de diversos fenômenos, tais como dispersão e floculação de colóides, troca catiônica, adsorção de ânions, especialmente os fosfatos, adsorção de metais pesados, etc. Assim, essa revisão de literatura faz uma abordagem científica do tema "Eletroquímica das partículas coloidais e sua relação com a mineralogia de solos altamente intemperizados", na qual é contemplado o histórico da evolução do conhecimento nesse campo e os desafios para o aprofundamento das pesquisas futuras na área. As diferentes tendências e posicionamentos existentes na literatura sobre Pontos de Carga Zero (PCZs), Caracterização e Medição de Cargas, Nomenclatura e Simbologia de PCZs e Relacionamento entre Cargas e Minerais de solos altamente intemperizados são também apresentados. Conceituações básicas são revisitadas e conceitos novos ou pouco utilizados na Ciência do Solo são apresentados e discutidos...

Relação entre atributos físicos, mineralogia da fração argila e formas de alumínio no solo

Pedrotti, Alceu; Ferreira, Mozart Martins; Curi, Nilton; Silva, Marx Leandro Naves; Lima, Jose Maria de; Carvalho, Ruy
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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O alumínio (Al) é um dos elementos mais abundantes em massa nos solos brasileiros, estando presente em diferentes minerais e formas. Considerando a carência de informações sobre a sua participação no comportamento físico do solo, buscou-se, no presente estudo, avaliar a relação entre a mineralogia da fração argila, formas de Al e atributos físicos de diferentes solos. Para tanto, foram coletadas amostras deformadas e indeformadas dos horizontes A e B de solos representativos das Zonas Fisiográficas Sul e Campos das Vertentes do estado de Minas Gerais. As amostras foram submetidas às caracterizações física, química e mineralógica. Estudos de correlação mostraram que os atributos físicos dos solos estudados estavam associados às diferentes formas de Al presentes e à mineralogia da fração argila: as formas de Al amorfas e menos cristalinas associaram-se mais aos atributos físicos relacionados com a agregação das partículas do solo, podendo esta associação ser atribuída à afinidade deste elemento com a matéria orgânica, enquanto os componentes cristalinos associaram-se mais aos atributos físicos relacionados com a organização estrutural dos solos._________________________________________________________________________________ ABSTRACT: Aluminum (Al) is one of the most abundant elements in weight in Brazilian soils...

Geoquímica, mineralogia e luminescência de um mundo pré-histórico em negativo: do neolítico à idade do bronze região do Alentejo

Santos, Ana Luísa Sebastião Rodrigues dos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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Os trabalhos de investigação arqueológica realizados nos últimos anos no Sul de Portugal têm revelado a existência de estruturas arqueológicas negativas com arquiteturas e funcionalidades inéditas, que levantaram questões quanto à sua dinâmica de preenchimento e cronologia. Estas estruturas (fossos, fossas e hipogeus) estão associadas a sociedades Pré-Históricas, do Neolítico à Idade do Bronze, e foram escavadas em formações carbonatadas e materiais de alteração de granitos, e de dioritos e gabros associados. Neste trabalho estudaram-se diferentes fracções granulométricas de materiais de preenchimento das estruturas negativas e contexto geológico com uma nova abordagem: (i) composição química (ativação neutrónica e fluorescência de raios-X), (ii) composição mineralógica (difração de raios-X), (iii) estudos de luminescência estimulada oticamente e termicamente, e (iv) datação por luminescência dos materiais de preenchimento. As diferenças encontradas na granulometria, composição química e mineralógica, nomeadamente da fração argilosa das diferentes formações estudadas, permitiram definir condições paleoambientais para os materiais de preenchimento das estruturas negativas, bem como diferenciar as formações carbonatadas: (i) calcretos freáticos...

Geologia e Mineralogia do Diamante da Serra do Espinhaço em Minas Gerais; not available

Chaves, Mario Luiz de Sá Carneiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/1997 PT
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A Serra do Espinhaço é conhecida como a região mais clássica em termos de produção de diamantes no Brasil, embora seja atualmente responsável por somente 20% dessa produção. O Supergrupo Espinhaço, de idade mesoproterozóica, é a seqüência geológica que sustenta a serra, e na qual ocorrem intercalados em sua porção basal conglomerados diamantíferos (o \"Conglomerado Sopa\", da Formação Sopa Brumadinho) que constituem a virtual fonte espalhadora do mineral na região. Para o conhecimento da geologia e da mineralogia do diamante do Espinhaço, desenvolveram-se estudos nos três principais distritos: Diamantina, Grão Mogol e Serra do Cabral, objetivando o mapeamento geológico em escalas adequadas, os minerais pesados por meio de amostragem dos conglomerados pré-cambrianos e dos aluviões recentes, e ainda a caracterização da mineralogia do próprio diamante através de populações representativas. No Distrito de Diamantina, o Conglomerado Sopa foi estudado nos quatro campos diamantíferos onde ocorrem: Sopa-Guinda, São João da Chapada, Datas e Extração. Os conglomerados foram depositados em diversos sistemas de leques aluviais, progradantes de oeste para leste, os quais trouxeram os diamantes de uma fonte próxima. A existência de possíveis rochas primárias na região foi testada de duas maneiras. Inicialmente a matriz dos conglomerados foi analisada em vários locais onde se apresentava pelítica...

Mineralogia: Disciplina Básica e Profissionalizante

Andrade, Fábio Ramos Dias de; Del Lama, Eliane Aparecida
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/05/2007 POR
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37.28%
O presente artigo discute a importância da Mineralogia no currículo de graduação (bacharelado) em Geologia, analisando em particular a situação no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Esta discussão foi desencadeada por possíveis mudanças que podem ocorrer nos campos tradicionais de atuação do geólogo, com base em nova resolução do Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) R1010. A Mineralogia é uma disciplina do segundo ano do curso de graduação em Geologia e é tradicionalmente considerada como uma disciplina básica. Entretanto, além de servir de base para Petrologia, Mapeamento Geológico, Geologia Econômica, entre outras disciplinas, a Mineralogia abre possibilidades concretas no campo profissional. Uma formação sólida em Mineralogia dá ao geólogo condições de aceitar desafios profissionais surpreendentes.; This article discusses the importance of Mineralogy for the graduate Geology degree course at the University of São Paulo. The discussion started due to possible changes that may occur in the fields of occupation of geologists in the professional market, as new regulations have been proposed by the regulatory councils (Confea...

Eletroquímica das partículas coloidais e sua relação com a mineralogia de solos altamente intemperizados; Electrochemistry of colloidal particles and its relationship with the mineralogy of highly weathered soils

Fontes, Maurício Paulo F.; Camargo, Otávio Antônio de; Sposito, Garrison
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2001 POR
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37.2%
The knowledge of the electrochemical properties of the mineral particles of highly weathered soils is indispensable for the advance of the studies in different Soil Science areas, like as, Soils Physics, Conservation and Management, Fertility and Pollution. In this context, the surface charge behavior and its relationship with the mineralogy of variable charge soils is of fundamental importance to the understanding and the improvement of the predictive capability of several phenomena, such as, floculation and dispersion of colloids, cations exchange, anion adsorption, specially phosphates, heavy metals adsorption, etc. Therefore, this literature review aims at to make a scientific approach of the topic "Electrochemistry of colloidal particles and its relationship with the mineralogy of highly weathered soils", in which, the historical evolution of the knowledge in this field is covered and the challenges to the development of the research in this area are raised. Different tendencies and views existing in the literature about Zero Points of Charge (ZPC), Charge Characterization and Measurement, ZPCs Terminology and Simbology and Relationship between Charge and Minerals of the highly weathered soils are also presented. Basic concepts are revisited and new or seldom used concepts in Soil Science are presented and discussed with the objective of improving the understanding and refining the interpretation of such important branch of the Soil Chemistry and Mineralogy field.; O conhecimento das propriedades eletroquímicas das partículas minerais dos solos altamente intemperizados é imprescindível para o avanço dos estudos em diferente áreas da Ciência do Solo...

MINERALOGIA DA FRAÇÃO ARGILA DO REGISTRO ESTRATIGRÁFICO DO PLANALTO DE ÁGUA DOCE/ PALMAS (SUL DO BRASIL): Primeira aproximação

Guerra, Simone; Unioeste; Paisani, Julio Cesar; Unioeste
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 31/03/2014 POR
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O presente artigo traz resultados referentes a mineralogia da fração argila do registro estratigráfico de três seções estratigráficas inseridas em ambiente de fundo de vale de canais de 1ª (seção HS6) e 2ª (HS2) ordens hierárquica e ambiente de encosta (HS5) no Planalto de Água Doce/Palmas, sul do Brasil. A mineralogia da fração argila das unidades estratigráficas foram levantadas por meio da técnica de difratogrametria de raio X, onde identificou-se a presença das seguintes fases de minerais: caulinita (1:1), esmectita (2:1), vermiculita (2:1), gibbsita (1:1), quartzo, em menor proporção clorita (2:1), goethita, cristobalita e feldspatos cálcico e sódico. Esta composição sugere uma evolução pedogeoquímica em estágio inicial à intermediária de alteração, referente à hidrólise parcial. Correlacionando os materiais dos três ambientes, observa-se uma alteração pedogeoquímica mais elevada nos materiais dos ambientes de fundos de vale de 2ª ordem e encosta, comparados ao ambiente de fundo de vale de 1ª ordem, possivelmente relacionada a renovação dos materiais nos fundos de vales e a unidades mais superficiais. De modo geral, os materiais dos ambientes da área de estudo revelaram uma fase de alteração da monossialitização para bissialitização...

Mineralogía magnética de suelos volcánicos en una toposecuencia del valle de Teotihuacán

Rivas Ortiz,Jorge F.; Ortega Guerrero,Beatriz; Solleiro Rebolledo,Elizabeth; Sedov,Sergey; Sánchez Pérez,Serafín
Fonte: Sociedad Geológica Mexicana, A.C. Publicador: Sociedad Geológica Mexicana, A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 ES
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Numerosos trabajos han demostrado la relación existente entre la mineralogía magnética de suelos y paleosuelos y las variaciones climáticas y ambientales, o el efecto de la contaminación en los mismos. Con el propósito de analizar esta relación en una toposecuencia del valle de Teotihuacán, se llevó a cabo un estudio de las propiedades magnéticas en cinco suelos y un paleosuelo desarrollados en depósitos volcanoclásticos distribuidos en diferentes posiciones del relieve entre 2250 y 3060 msnm, que incluyen: dos Cambisoles, un Calcisol, dos Fluvisoles y un Vertisol. La mineralogía magnética fue caracterizada a través de técnicas de magnetismo de rocas que determinan la composición, concentración y distribución de tamaños de dominio de los minerales magnéticos, y esta caracterización fue comparada y validada con parámetros no magnéticos. Los resultados de la investigación muestran que existe una marcada diferenciación de las propiedades magnéticas en función de las condiciones ambientales de cada suelo y su grado de pedogénesis. Las características magnéticas varían entre dos extremos: 1) los Cambisoles contienen mayor concentración de minerales magnéticos de mayor tamaño; y 2) los Fluvisoles presentan bajas concentraciones de minerales magnéticos dominados por partículas finas. El Calcisol presenta variaciones entre estos dos extremos...