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Pressões respiratórias máximas em crianças portadoras de mielomeningocele

Ronchi, Carlos Fernando
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 63 f.
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37.85%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Fisiopatologia em Clínica Médica - FMB; A mielomeningocele é uma malformação freqüente do tubo neural, sendo suas conseqüências sobre a musculatura respiratória pouco estudadas. Objetivo: Avaliar a força dos músculos respiratórios em crianças portadoras de mielomeningocele por meio do estudo das pressões respiratórias máximas. No ano de 2006, foram avaliadas crianças portadoras de mielomeningocele, (GM; n=20), em acompanhamento fisioterapêutico no setor de reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de BotucatuUNESP e da Clínica de Fisioterapia da Universidade do Sagrado Coração (USC), e crianças sem doença provenientes de uma escola de nível primário (grupo controle; GC, n=20). Foi utilizado o manuvacuômetro para a mensuração da pressão inspiratória máxima (Pimax) e da pressão expiratória máxima (Pemax), sendo a Pimax aferida a partir do volume residual e a Pemax a partir da capacidade pulmonar total. As crianças foram posicionadas sentadas, as narinas obstruídas com pinça nasal e o manuvacuômetro conectado diretamente à boca com um adaptador. Os testes estatísticos utilizados foram o teste-t de Student...

Achados oculares em pacientes com mielomeningocele: 72 casos

Cronemberger,Mônica Fialho; Tabuse,Marcia Keiko Uyeno; Aguilar,Luis Tibiriça; Costa,Marcelo Fernandes da; Ferraretto,Ivan
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2000 PT
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37.95%
Objetivo: Estudar as alterações oculares em pacientes com mielomeningocele. Material e Método: Realizado estudo retrospectivo em 72 pacientes com mielomeningocele, descrevendo as alterações oculares presentes nessa população, além de correlacionar com a presença ou não de hidrocefalia. Resultados: Dos 72 pacientes com mielomeningocele, com idade variando de 5 meses a 18 anos, 64 (88,9%) pacientes tinham hidrocefalia. Destes 64 pacientes, 36 (56,3%) tinham estrabismo, sendo que 21 (58,3%) eram endotrópicos, 13 (36,1%) exotrópicos, 1 (2,8%) exofórico e 1 (2,8%) com estrabismo discinético. Do total dos 72 pacientes estudados 38 (52,8%) eram estrábicos. A anisotropia foi encontrada em 16 (22,2%) pacientes, sendo que em 14 (87,5%) em A e em 2 (12,5%) em V. Todos os 16 pacientes com anisotropia apresentavam hidrocefalia. O erro refrativo mais freqüente foi a hipermetropia encontrada em 64 (44,4%) olhos. Atrofia óptica foi encontrada em 9 (12,5%) pacientes. Conclusão: A mielomeningocele, associada a hidrocefalia, apresenta uma porcentagem de estrabismo maior do que o encontrado na população normal.

Acompanhamento ambulatorial de pacientes com mielomeningocele em um hospital pediátrico

Salomão,J. Francisco; Leibinger,Renê D.; Carvalho,João G.S.; Pinheiro,Jose Alvaro B.; Lucchesi,Gianne L.; Bomfim,Vera
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1995 PT
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37.53%
A mielomeningocele constitui a mais freqüente malformação congênita do sistema nervoso e, a despeito de sua complexidade e acometimento de múltiplos órgãos, é compatível a sobrevida prolongada. Por esses motivos, o acompanhamento de pacientes com essa malformação assume vital importância no que diz respeito à qualidade de sua sobrevida. Com o objetivo de avaliar a qualidade do acompanhamento de portadores de spina bifida cística tratados em um hospital pediátrico, 54 pacientes foram examinados e seus familiares entrevistados. A inexistência de um centro multidisciplinar de tratamento de portadores de defeito de fechamento do tubo neural na cidade do Rio de Janeiro obrigou os pacientes a se deslocarem para locais geograficamente distantes entre si em busca de tratamento complementar em várias especialidades correlatas, com reflexos negativos na qualidade de sobrevida. Desta maneira, apenas uma quarta parte dos pacientes era capaz de se locomover e a chamada deambulação comunitária era praticamente nenhuma. Apenas 2/3 se submetiam regularmente a fisioterapia e apenas a metade era regularmente acompanhada por ortopedistas. Quase 50% dos pacientes não foram orientados a procurar assistência urológica e 75% apresentavam incontinência urinária. A incidência de infecções urinárias de repetição foi 72...

QI em pacientes com hidrocefalia e mielomeningocele: implicações do tratamento cirúrgico

FOBE,JEAN-LUC; RIZZO,ANA MARIA PFEIFER PEREIRA; SILVA,INÊS MARQUES; SILVA,SIMONE PAIVA MARTINS DA; TEIXEIRA,CÁSSIA ELISA; SOUZA,ANGELA MARIA COSTA DE; FERNANDES,ANTONIO
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1999 PT
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37.53%
Mieloningocele ocorre em frequência aproximada de 0,4 por 1000 nascidos vivos e está associada a hidrocefalia em 85% a 90%, sendo as avaliações sobre cognição esparsas na literatura. Quarenta e cinco crianças com hidrocefalia derivada e mielomeningocele foram analisadas quanto ao QI, que foi estatisticamente correlacionado com o nível motor, idade da primeira derivação, número de revisões, infecção e perímetro cefálico. A idade média foi 7,5 anos (3 a 15 anos), 16 eram do sexo masculino e 29 eram do sexo feminino. Três (6,6%) obtiveram escore de QI >110, 11 (24,5%) entre 100-110, 8 (17,7%) entre 85-100, 16 (35,5%) entre 70-85 e 7 (15,5%) entre 50-70. O QI correlacionou-se diretamente com o nível motor, sendo o resultado cognitivo melhor, em ordem decrescente, nos níveis sacral (t 0,0055), lombar baixo (t 0,0119) e lombar alto (t 0,0226). Houve melhor desempenho cognitivo nas crianças operadas até 7 dias de vida (t 0,0099), decrescendo progressivamente o resultado a partir do primeiro mês, não existindo diferença significativa entre 7 a 31 dias (t 0,1013). Houve pior resultado no grupo que apresentou infecção do sistema de derivação (t 0,0146). O prognóstico foi progressivamente pior de acordo com o número de revisões. O melhor resultado foi encontrado nas crianças com perímetro cefálico na média (t 0...

Anestesia para correção intra-útero de mielomeningocele: relato de caso

Braga,Angélica de Fátima de Assunção; Rousselet,Monique Sampaio; Zambelli,Helder; Sbragia,Lourenço; Barini,Ricardo
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A cirurgia fetal constitui tratamento de malformações no período pré-natal, que não são adequadamente corrigidas após o nascimento e tem como objetivo tratar ou evitar a progressão das anomalias. O objetivo deste relato é apresentar um caso de anestesia para correção intra-útero de mielomeningocele. RELATO DO CASO: Paciente com 19 anos, 23 semanas de idade gestacional, sem antecedentes anestésicos, estado físico ASA I, submetida à cirurgia fetal intra-uterina, sob anestesia geral associada à peridural contínua. No pré-operatório utilizaram-se indometacina (50 mg por via retal), metoclopramida (10 mg por via venosa), cimetidina (50 mg por via venosa), e como medicação pré-anestésica midazolam (2 mg por via venosa). No espaço peridural injetou-se bupivacaína a 0,25% com adrenalina (25 mg) associada à fentanil (100 µg), seguida de passagem de cateter cefálico, para analgesia pós-operatória. O útero foi mantido deslocado para esquerda com auxílio da cunha de Crawford. Indução anestésica em seqüência rápida, com fentanil, propofol e rocurônio e manutenção com isoflurano em concentração de 2,5% a 3% veiculado em O2 e N2O (50%). Após histerotomia, realizada com staplin (grampeadores) para promover hemostasia...

Prevalência de sinais de sensibilidade ao látex em pacientes com mielomeningocele submetidos a múltiplos procedimentos cirúrgicos

Yeh,Wilson Shi Chia; Kiohara,Priscila Rivoli; Soares,Iracy Silvia Corrêa; Carmona,Maria José Carvalho; Rocha,Flavio Trigo; Galvão,Clovis Eduardo Santos
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 PT
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37.95%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O número de pacientes alérgicos ao látex vem aumentando significativamente. É essencial reconhecê-los para preve nir e aplicar o tratamento adequado. O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência de alergia ao látex em pacientes com mielomeningocele. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram avaliados, retrospectivamente, os prontuários médicos de pacientes com diagnóstico de mielomeningocele no período de janeiro de 2002 a dezembro de 2007. Os pacientes foram agrupados em alérgicos e não alérgicos. A comparação dos grupos em relação ao gênero foi feita pelo teste do Qui-quadrado, pelo teste t de Student em relação à idade, e o teste de Mann-Whitney para comparação entre os grupos em relação as manifestações clínicas de alergia, número de procedimentos sob anestesia, de internações hospitalares e de cateterizações vesicais. RESULTADOS: O número médio de procedimentos sob anestesia foi de 7 no grupo com alergia e 4 no grupo sem alergia, sendo esta diferença estatisticamente significante (p = 0,028). O número médio de internações hospitalares foi de 4,5 no grupo com alergia e 3,4 no grupo sem alergia e a média de cateterização vesical foi 24,5 nos alérgicos e 21,7 nos não alérgicos. CONCLUSÕES: Os pacientes portadores de mielomeningocele submetidos a múltiplos procedimentos sob anestesia apresentam alto risco de desenvolvimento de sinais clínicos de alergia ao látex. Há necessidade de que pacientes com diagnóstico de mielomeningocele sejam submetidos exclusivamente a procedimentos latex-free...

Efeitos no tornozelo da mielomeningocele pós-tenodese de Westin

Fucs,Patrícia Maria de Moraes Barros; Svartman,Celso; Assumpção,Rodrigo Montezuma César de; Savioli,Fellipe Pinheiro; Sereza,Henrique Cerávolo; Yamada,Helder Henzo
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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37.95%
OBJETIVO: Avaliar o aumento do crescimento fibular em pacientes portadores de seqüela da mielomeningocele com deformidades em pé calcâneo e valgismo do tornozelo submetidos à tenodese de Westin. MÉTODOS: O estudo avaliou seis pacientes (12 pés) portadores de seqüela de mielomeningocele, deambuladores comunitários, submetidos à tenodese do calcâneo na fíbula com pontos transósseos, seguindo a técnica originalmente descrita por Westin, no período de janeiro de 1996 a dezembro de 2000. RESULTADOS: A análise dos resultados da diferença de altura intermaleolar em pacientes com seqüela de mielomeningocele apresentando deformidade tipo pé calcâneo, submetidos ao tratamento cirúrgico com tenodese do calcâneo pela técnica de Westin, evidenciou crescimento do maléolo lateral importante quando comparado com as medidas pré-operatórias (p < 0,05). Os resultados mostram também que o crescimento do maléolo lateral não está relacionado com a idade em que o paciente foi submetido ao tratamento cirúrgico; todos os seis pacientes apresentaram padrões de crescimento diferentes no decorrer do seguimento pós-operatório. Quando se avaliou a correção do ângulo valgo do tornozelo, encontrou-se diminuição do mesmo com correção parcial ou total da deformidade (p < 0...

Alteração espirométrica em crianças com mielomeningocele é dependente do nível de lesão funcional

Moura,Renata Calhes Franco de; Miranda,Flavia; Souza,Leandra Marques de; Corso,Simone Dal; Malaguti,Carla
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Paraná Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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OBJETIVO: Avaliar a função pulmonar de crianças com mielomeningocele (MMC) de diferentes níveis de lesão funcional comparados a controles saudáveis pareados por idade e sexo. MATERIAL E MÉTODO: Este foi um estudo caso-controle, no qual foi selecionada apenas uma criança por nível funcional de lesão e com função cognitiva preservada, e controles de crianças saudáveis pareados por idade e gênero ao grupo de MMC. Medidas antropométricas e espirométricas de função pulmonar foram obtidas de ambos os casos e controles de MMC. RESULTADOS: Todas as crianças com MMC apresentaram reduzido estado nutricional segundo os índices recomendados pela OMS. Foi observada presença de distúrbio ventilatório restritivo leve nas crianças com nível de lesão torácica (CVF = 0,65 %prev) e lombar-alta (CVF = 0,69 %prev), e apesar de dentro dos limites da normalidade, as crianças com MMC com níveis inferiores de lesão apresentaram valores espirométricos menores do que seus respectivos controles. Houve correlação negativa perfeita entre a capacidade vital forçada e o nível de lesão funcional das crianças com MMC. CONCLUSÃO: Crianças com MMC apresentam reduzidos valores de função pulmonar quando comparados aos controles saudáveis...

Análise laboratorial de marcha na mielomeningocele de nível lombar baixo e instabilidade unilateral do quadril

Gabrieli,Ana Paula T.; Vankoski,Steve; Dias,Luciano S.; Milani,Carlo; Lourenço,Alexandre; Laredo Filho,José
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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37.53%
Este estudo examina a influência da instabilidade unilateral do quadril sobre a marcha de pacientes portadores de mielomeningocele, nível lombar baixo e instabilidade unilateral do quadril. Foram estudados através da análise laboratorial de marcha, 20 pacientes deambuladores comunitários utilizando goteiras e muletas, com luxação ou subluxação unilateral do quadril. , Os pacientes foram sub divididos em dois grupos. Grupo 1 (10 pacientes) , que não apresentavam contraturas do quadril (flexão e/ou adução) ou as apresentavam de forma simétrica entre os lados; e Grupo 2 (10 pacientes), que apresentavam contraturas assimétricas de quadril A cinemática do quadril e da pelve foi analisada no sentido de se avaliar a simetria entre o lado envolvido e o oposto. Sete pacientes do Grupo 1 e 2 do Grupo 2 apresentaram marcha simétrica. Marcha assimétrica foi encontrada em 3 pacientes do Grupo 1 e 7 pacientes do Grupo 2. A assimetria na marcha relacionou-se principalmente com a presença de contraturas de quadril unilaterais ou bilaterais mas assimétricas. Demonstrou-se que a assimetria da marcha não pode ser atribuída somente à instabilidade do quadril, mas parece estar mais relacionada com presença de contraturas unilaterais ou assimétricas e cujo tratamento deveria ser o objetivo em detrimento de reduções cirúrgicas do quadril.

Resultados clínicos e radiográficos do tratamento cirúrgico da escoliose paralítica na mielomeningocele

Martins,Marcos Gassen; Rocha,Luís Eduardo Munhoz da; Aguiar,Carlos Abreu de; Pudles,Edson; Sanzovo,Nadio
Fonte: Sociedade Brasileira de Coluna Publicador: Sociedade Brasileira de Coluna
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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37.72%
OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos e radiográficos do tratamento cirúrgico da escoliose paralítica na mielomeningocele. MÉTODOS: Estudo retrospectivo mediante revisão de prontuários e radiografias dos pacientes portadores de mielomeningocele, tratados cirurgicamente entre os anos de 1999 e 2009. RESULTADOS: Foram analisados os prontuários e radiografias de 29 pacientes. A média de idade no momento da cirurgia foi de 12,2 anos, com um acompanhamento médio de 3,8 anos. O ângulo pré-operatório médio da escoliose de 77º foi inicialmente corrigido para 29º e, no final do seguimento deteriorou para 34º. A média da obliquidade pélvica foi de 16º, corrigida no pós-operatório imediato para 10º e, no pós-operatório tardio para 13º. A descompensação média do tronco foi de 117mm, inicialmente corrigida para 67mm e, no final do seguimento, deteriorou para 98 mm. CONCLUSÕES: Os pacientes no qual a instrumentação estendeu-se até a pelve, obtiveram melhores resultados em todas as mudanças relativas ao longo do tempo, quais sejam, escoliose, obliquidade pélvica e descompensação do tronco, com exceção da perda de correção da escoliose, que foi menor nos pacientes que não tiveram fixação da pelve.

Funções cognitivas na hidrocefalia congênita associada à mielomeningocele lombar na criança

de Siqueira Guerra, Aurilene; Moraes Valença, Marcelo (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O objetivo do estudo foi avaliar aspectos cognitivos de crianças com hidrocefalia congênita (HC) associada com mielomeningocele. Foram avaliadas 42 crianças com HC e 42 crianças saudáveis. Todos os sujeitos foram submetidos a uma avaliação neuropsicológica com o teste da figura complexa de Rey, para avaliar a memória visual, e as escalas de inteligência para crianças de Weschsler, para avaliar os índices de processamento da memória, e os quocientes intelectuais (QI). As crianças com HC apresentaram menor número de anos de escolaridade e os escores foram também significativamente menores nos testes que avaliaram memória visual, velocidade de processamento, organização perceptiva, resistência à distração e compreensão verbal. Os QI verbais e executivos, bem como o QI total, estavam também significativamente diminuídos no grupo com HC. Concluímos que existe como característica freqüente um comprometimento das funções cognitivas nas crianças com HC. Algumas destas crianças apresentam um desempenho cognitivo próximo do padrão normal

Qualidade de vida relacionada à saúde em mães de crianças e adolescentes com mielomeningocele; Health-related quality of life of mothers of children and adolescents with myelomeningocele

Morais, Danielle Moretti
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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37.53%
A Mielomeningocele (MM) ocasiona dificuldades motoras e sensitivas. Os diversos problemas de saúde associados a essa condição podem gerar na mãe, principal cuidador, estresse, ansiedade, preocupação excessiva, depressão e impactar sua qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS). Diante disso, este estudo teve como objetivo avaliar a QVRS de mães de crianças/adolescentes com MM em relação às mães de crianças/adolescentes saudáveis, e verificar a sua associação com variáveis clínicas e demográficas dos pacientes e das mães. Participaram do estudo 50 mães de crianças e adolescentes até 18 anos de idade e diagnóstico de MM, em acompanhamento na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD-MG) e mães de crianças e adolescentes saudáveis, pareadas por sexo e idade dos pacientes na proporção de 2:1. Os pacientes foram classificados em grupos segundo o nível de lesão neurológica e padrão de deambulação. Os dados demográficos e clínicos foram obtidos por entrevista e completados com informações contidas no prontuário médico. A QVRS das mães foi avaliada por meio de entrevista pelo Medical Outcomes Study 36-Item Short Form Health Survey (SF-36) e a confiabilidade foi verificada pelo coeficiente de alfa Cronbach. O Inventário de Depressão de Beck (IDB) foi respondido de maneira auto-aplicada para verificar os sintomas depressivos. Os escores do SF-36 foram comparados entre os grupos de mães de pacientes com MM e controle (teste de Mann-Whitney)...

Qualidade de vida relacionada à saúde em crianças e adolescentes com mielomeningocele; Health-related quality of life of children and adolescents with meylomeningocele

Santos, Eliane Medeiros dos
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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37.53%
A mielomeningocele (MM) é a forma mais freqüente e incapacitante dos defeitos de fechamento do tubo neural. As limitações motoras e sensitivas e os diversos problemas de saúde associados a essa condição podem comprometer a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) dos portadores. Todavia, não esta claro como os diferentes níveis de lesão e de comprometimento motor influenciam na QVRS. O objetivo deste estudo foi avaliar a QVRS de crianças e adolescente com MM em comparação com indivíduos saudáveis da mesma faixa etária, e segundo o nível de lesão medular e o padrão de deambulação. Participaram do estudo portadores de MM entre 5 e 18 anos de idade, acompanhados na AACD-MG e indivíduos saudáveis pareados por idade e sexo. Os pacientes foram classificados segundo o nível neurológico da lesão medular (torácico, lombar alto, lombar baixo ou sacral) e o padrão de deambulação (comunitário, domiciliar, não funcional ou não deambulador). Os dados demográficos e clínicos foram obtidos por entrevista com o cuidador e completados com informações contidas no prontuário médico. O Child Health Questionnaire (CHQ-PF50) foi respondido pelos pais/responsáveis pela técnica de auto-aplicação. As propriedades psicométricas foram avaliadas pela qualidade dos dados (proporção de dados perdidos...

A resilencia e a imagem corporal de adolescentes e adultos com mielomeningocele; The resilience and the body image of adolescents and adults with mielomeningocele

Renata Lobo Catusso
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/11/2007 PT
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37.72%
O contato com o próprio corpo e com o mundo, experimentado por crianças com mielomeningocele (MM) apresenta características bem diferentes do habitual em decorrência principalmente dos déficits motores e sensitivos e do estigma de sua deficiência física. A resiliência é uma capacidade universal que permite a uma pessoa, grupo ou comunidade prevenir, minimizar ou ajustar-se aos efeitos das adversidades. O objetivo dessa pesquisa foi refletir sobre a resiliência e a imagem corporal de adolescentes e adultos com MM de uma instituição especializada no atendimento da área da deficiência física, Associação Campineira de Recuperação da Criança Paralítica, na cidade de Campinas - SP. A pesquisa foi de natureza qualitativa, descritiva exploratória, incluindo uma pesquisa de campo, na qual se aplicou a Escala de Resiliência adaptada por Pesce e colaboradores (2005). Os escores da escala oscilam de 25 a 175 pontos, com valores altos indicando elevada resiliência. Há seis questões relacionadas à Imagem Corporal, elaboradas especialmente para esse trabalho e um questionário de identificação. Participaram 12 sujeitos, dentre eles 04 são do sexo masculino e 08 do sexo feminino, com idade entre 15 a 34 anos. A maioria tem religião. Dos 12 sujeitos...

Fatores associados à ocorrência de baixa estatura em crianças com mielomeningocele; Associated factors to the occurrence of short stature in children with myelomeningocele

Joyce Mara de Abreu Simões Brandão
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/11/2013 PT
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37.95%
Os pacientes com mielomeningocele apresentam baixa estatura com frequência bem mais elevada do que a população geral. Duas questões se destacam: as variáveis que influenciam o processo de crescimento e as medidas antropométricas, visto que as deformidades ortopédicas comuns a essa população limitam a obtenção de dados fidedignos. Objetivo: Analisar as variáveis relacionadas à ocorrência de baixa estatura em crianças com mielomeningocele. Avaliar se existe equivalência entre a altura e métodos antropométricos alternativos, que seriam utilizados quando o ortostatismo não for viável. Método: Estudo analítico transversal com 260 crianças, entre 3 e 9 anos, sendo 125 com mielomeningocele (grupo MMC) e 135 sem deficiências físicas (grupo controle). Em ambos os grupos foram avaliados: peso, altura, comprimento, envergadura, medida do braço, peso ao nascimento, história pregressa de patologias, condição socioeconômica e hospitalizações anteriores. No grupo MMC foram investigadas: infecções de repetição, presença de hidrocefalia e malformação de Chiari, nível neurológico da lesão medular e classificação funcional, ocorrência de deformidades ortopédicas, desenvolvimento puberal, idade óssea, malformações e desvios da coluna...

Impacto do tratamento urológico conservador na qualidade de vida de crianças com mielomeningocele e na sobrecarga de seus cuidadores = : Impact of the conservative urological treatment on quality of life of children with myelomeningocele and on the burden in their caregivers; Impact of the conservative urological treatment on quality of life of children with myelomeningocele and on the burden in their caregivers

Rodolfo Silva Kós
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2015 PT
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37.53%
Mielomeningocele (MMC) é a principal causa de bexiga neurogênica na infância, descrita por disfunção na inervação vésico-esfincteriana e da musculatura perineal, interferindo no funcionamento correto do trato urinário inferior e alterando o processo de micção normal. O tratamento urológico conservador é orientado com base nos resultados de todos os exames relacionados à função vesical e deve-se levar em consideração os sintomas apresentados pelo paciente. A disfunção vesical sem o adequado tratamento pode inibir o indivíduo socialmente e contribuir para influências negativas sobre a qualidade de vida de seus portadores, definida por sensação subjetiva de felicidade e satisfação pessoal do indivíduo. Pela imaturidade da criança com MMC as responsabilidades relacionadas ao tratamento urológico são atribuídas ao cuidador, sendo possível observar aumento da sobrecarga global neste. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do tratamento urológico conservador na qualidade de vida de crianças com MMC e na sobrecarga de seus cuidadores. Foram estudadas 24 crianças com MMC, divididos em grupos de acordo o tratamento urológico em que a criança estava atualmente de cateterismo intermitente limpo ou uso contínuo de fraldas. Os procedimentos da avaliação contaram com ficha para caracterização da amostra...

Alergia ao látex e à banana em crianças com mielomeningocele na cidade do Rio de Janeiro

Machado,Marta; Sant'Anna,Clemax; Aires,Vera; Rodrigues,Pedro Paulo; Pinheiro,Maria Fernanda; Teixeira,Marisa
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 PT
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37.53%
Recentemente, reações de hipersensibilidade do tipo I ao látex foram relatadas com freqüência, principalmente nos indivíduos cujo contato com produtos de látex é íntimo e freqüente. Crianças com mielomeningocele (MMC) são as que mais se sensibilizam ao látex, pelo contato freqüente e precoce com este material. Reações alérgicas cruzadas entre alimentos são conhecidas há anos. Atualmente, a alergia ao látex é freqüentemente associada à alergia a frutas como abacate, banana, kiwi, grapefruit, pêssego, papaia e castanha. OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho consistiu em identificar o número de pacientes com MMC e sensibilização clínico-laboratorial à banana e ao látex. MÉTODOS: Questionários foram aplicados a 33 crianças com MMC, e sangue foi colhido de 30 para ser efetuada a dosagem de imunoglobulina E (IgE) específica (RAST Pharmacia) para látex, e de 29 para banana. Foi considerada positiva a IgE específica igual ou superior à classe I. RESULTADOS: Quatro crianças relataram histórias de urticária com látex, e uma criança descreveu urticária e diarréia com banana. 14/30 (46,6%) apresentavam IgE específica para látex positiva, e 4/29 (13,7%) para banana. Nenhum cruzamento de variáveis foi estatisticamente significativo com a sensibilização clínico laboratorial ao látex e à banana. CONCLUSÕES: Identificou-se elevada prevalência de alergia ao látex e à banana no grupo de pacientes com MMC. No Brasil necessitamos de mais estudos para analisar a prevalência de reações alérgicas cruzadas entre alimentos e látex em crianças com MMC.

Reanclaje medular en pacientes con mielomeningocele y lipomeningocele: la segunda operación

Martínez-Lage,J.F.; Ruiz-Espejo Vilar,A.; Almagro,M.J.; Sánchez del Rincón,I.; Ros de San Pedro,J.; Felipe-Murcia,M.; Murcia-García,F.J.
Fonte: Neurocirugía Publicador: Neurocirugía
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2007 SPA
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Antecedentes. La médula espinal puede fijarse tras la reparación inicial en pacientes operados de mielomeningocele (MMC) y lipomeningocele (LMC), produciendo graves lesiones físicas y psicológicas. Asimismo, la introducción accidental de restos cutáneos durante la reparación de estas lesiones puede dar lugar al desarrollo de tumores intraespinales de estirpe cutánea. Objetivos. Averiguar la incidencia del anclaje medular tras la cirugía de MMC y LMC y analizar los factores que puedan explicar su aparición. También, investigamos las maniobras técnicas durante la operación primaria susceptibles de evitar la aparición del síndrome de médula fijada. Pacientes y métodos. Revisión retrospectiva de las historias de los pacientes operados de MMC (n=162) y de espina bífida oculta (n=54) en el período 1975-2005 que desarrollaron cuadros de anclaje medular sintomático. Resultados. Once pacientes con MMC (6,79%) y dos con LMC (3,7%) presentaron manifestaciones de anclaje medular tras intervalos de 2 a 37 años después de la reparación primaria. Las indicaciones de reintervención se basaron fundamentalmente en criterios clínicos. Un hallazgo constante fue la fibrosis cicatricial que estuvo presente en todos los casos. Otros hallazgos operatorios causantes de la fijación medular consistieron en tumores cutáneos de inclusión (n=3)...

Litiasis urinaria en adultos con mielomeningocele

Verdú Tartajo,F.; Salinas Casado,J.; Herranz Amo,F.; Díez Cordero,J.M.; Durán Merino,R.; Hernández Fernández,C.
Fonte: Actas Urológicas Españolas Publicador: Actas Urológicas Españolas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2006 SPA
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Introducción y objetivos: Los avances en el tratamiento de los nacidos con mielomeningocele (MMC) han logrado un gran aumento en su supervivencia, permitiéndoles una longevidad nunca antes alcanzada, pero todavía son escasos los datos concernientes a los problemas urológicos que estos enfermos plantean durante su vida adulta. Hemos evaluado las características de la litiasis urinaria en adultos nacidos con MMC así como los tratamientos empleados en la misma. Material y métodos: Revisamos 52 pacientes nacidos con MMC de entre 18 y 40 años, atendidos durante los últimos 14 años en nuestro hospital, con una media de seguimiento de 6,7 años. Resultados: Se diagnosticaron de litiasis urinaria 10 pacientes (19,2%). Tres formaron cálculos renales (5,7%), y uno de ellos, junto con 7 pacientes más, desarrollaron cálculos vesicales (15,3%). El nivel neurológico fue < L2 en 3 casos, L2-S1 en 5, y > S1 en otros dos. El tipo de disfunción neurógena del tracto urinario inferior fue de lesión múltiple pura de neurona motora inferior en 6 casos, de neurona motora superior en 1, lesión múltiple mixta en otro, no pudiéndose valorar en el restante. Dos pacientes tenían una ampliación vesical y uno de estos junto con otros 3 pacientes era portador de AMS-800 no funcionantes. La litiasis vesical se trató endoscopicamente en 14 ocasiones y mediante cistolitotomía suprapúbica en 4...

Caracterización neurourológica del mielomeningocele en el paciente adulto

Verdú Tartajo,Fernando; Salinas Casado,Jesús; Herranz Amo,Felipe; Adot Zurbano,José María; Cabello Benavente,Ramiro
Fonte: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa) Publicador: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2006 SPA
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Objetivos: Caracterizar desde el punto de vista neurourológico, la disfunción vesicouretral que presentan los pacientes nacidos con mielomeningocele (MMC), cuando alcanzan la edad adulta. Métodos: Presentamos los resultados de la exploración física neurourológica y del estudio videourodinámico de 52 pacientes adultos nacidos con MMC, de edades comprendidas entre los 18 y 40 años (media de 20.7), controlados durante los últimos 14 años en la Unidad de Urodinámica del Hospital General Universitario "Gregorio Marañón" de Madrid. En todos ellos se determinó también el nivel neurológico de su lesión. Según estos resultados, establecemos el diagnóstico de la lesión de los tres elementos constitutivos de la inervación vesicouretral (simpático, parasimpático y pudendo), para posteriormente clasificar la disfunción neurógena del tracto urinario inferior de los pacientes, en base al nivel de la lesión y al tipo de inervación lesionada. Resultados: La alteración en la sensibilidad perineal y la disminución del tono del esfínter anal, junto con la ausencia del control voluntario anal y del re.ejo bulbocavernoso, fueron los hallazgos más frecuentes en la exploración neurourológica. El comportamiento del detrusor fue predominantemente arre.éxico (88.4%)...