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Expressão gênica da prolactina e seus receptores na hipófise e no útero de camundongo fêmea tratado com metoclopramida; Gene expression of prolactin and its receptors in the pituitary and uterus of the metoclopramide-treated female mouse

Amaral, Vinícius Cestari do
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/07/2012 PT
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28.22%
INTRODUÇÃO: A prolactina é um hormônio polipeptídico, que possui reconhecida ação sistêmica, principalmente na fisiologia da reprodução, porém, seu desequilíbrio, em especial a hiperprolactinemia, é cada vez mais frequente na prática clínica. Apesar de ser um distúrbio relativamente comum, ainda existem dúvidas quanto aos efeitos moleculares da hiperprolactinemia no trato genital, particularmente no útero, e também na hipófise. O presente estudo teve por objetivo verificar os efeitos da hiperprolactinemia induzida pela metoclopramida na expressão gênica da prolactina e de seus receptores no útero e na hipófise de camundongo fêmea. MÉTODOS: Utilizaram-se 49 camundongos fêmeas (Wistar), randomicamente divididas em 7 grupos contendo 7 animais cada: 1) SS não ovariectomizadas que receberam solução salina (veículo); 2) M não ovariectomizadas tratadas com metoclopramida; 3) OSS ovariectomizadas tratadas com solução salina (veículo); 4) OM ovariectomizadas tratadas com metoclopramida; 5) OME ovariectomizadas tratadas com metoclopramida e 17-estradiol; 6) OMP ovariectomizadas tratadas com metoclopramida e progesterona micronizada; 7) OMEP ovariectomizadas tratadas com metoclopramida, 17-estradiol e progesterona micronizada. Após 50 dias os animais foram sacrificados sendo retirados o útero e a hipófise de cada animal para extração do ácido ribonucleico total...

Efeito da hiperprolactinemia induzida pela metoclopramida na córnea de camundongas

Verna,Carina; Soares Júnior,José Maria; Martins,Fernanda Watanabe; Teixeira,Regina Célia; Mosquette,Rejane; Simões,Ricardo Santos; Simões,Manuel de Jesus; Baracat,Edmund Chada
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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38.04%
OBJETIVO: Avaliar as alterações morfológicas promovidas pela hiperprolactinemia induzida pela metoclopramida na córnea de camundongas durante a fase de proestro e na gestação. MÉTODOS: Quarenta camundongas adultas foram divididas, aleatoriamente, em dois grupos, a saber: controle (CTR1) e metoclopramida (MET1). Após 50 dias metade dos animais de cada grupo foram sacrificados. O restante dos animais foi acasalado, constituindo dois grupos: controle prenhe (CTR2) e o metoclopramida prenhe (MET2), que foi sacrificado no 6º dia de gestação. Após decapitação dos animais coletou-se sangue para dosagens de estradiol, progesterona e prolactina, em seguida removidos os globos oculares para estudo histomorfométrico da córnea. RESULTADOS: As espessuras do epitélio, estroma, endotélio e a espessura total das córneas dos grupos experimentais: MET1 e MET2 mostraram-se mais espessados quando comparados com os grupos controles: CTR1 e CTR2, respectivamente. Houve redução dos níveis hormonais do estrogênio e da progesterona nos animais que receberam metoclopramida em comparação com os respectivos controles (CTR1: estradiol = 156,6±42,2 pg/ml; progesterona = 39,4±5,1 ng/ml; prolactina = 130,4±26,2 ng/ml; MET1: estradiol = 108...

Comparação de dipirona intravenosa com metoclopramida intravenosa no tratamento de crise aguda de enxaqueca: ensaio clínico randomizado

Fernandes Filho,Sérgio Murilo Maciel; Costa,Márcio Santos; Fernandes,Mariana Torres; Foerster,Miriam Vils
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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38.04%
INTRODUÇÃO: A enxaqueca é uma das doenças mais comuns da prática clínica. OBJETIVO: Comparar o efeito analgésico da dipirona com a metoclopramida no alívio da dor. MÉTODO: Conduzimos um estudo piloto randomizado comparando dipirona intravenosa com metoclopramida intravenosa em 27 pacientes apresentando crise de enxaqueca. O objetivo primário foi comparar a redução da intensidade da dor até 2 horas, assim como efeitos colaterais. RESULTADOS: Os grupos tinham faixas etárias semelhantes, mas diferença entre os sexos. Nos homens a metoclopramida reduziu a dor em 80,0% contra 55,0% da dipirona (p=0,052). Já nas mulheres houve uma redução de 65,0% com a metoclopramida e 71,2% com a dipirona (p=0,748). Esses resultados podem ter sido influenciados pelo reduzido número de pacientes no estudo. Não foram encontrados efeitos colaterais significativos. CONCLUSÃO: Não houve diferença quanto à redução da dor nem quanto ao surgimento de efeitos colaterais quando comparados dipirona com metoclopramida.

Injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo: relato de caso

Leão,Eduardo Barbosa; Barros,Guilherme Antônio Moreira de; Castiglia,Yara Marcondes Machado; Ganem,Eliana Marisa
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 PT
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37.74%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Injeção inadvertida de medicamentos de uso não espinhal nos espaços peridural e subaracnóideo é uma complicação anestésica passível de ocorrer. Este relato apresenta um caso de injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo. RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 17 anos, 69 kg, IMC de 26.2, estado físico ASA I, 36 semanas e 4 dias de gestação, com diagnóstico de sofrimento fetal agudo, e indicação de cesariana. Apresentava freqüência cardíaca de 82 bpm, pressão arterial de 130 x 70 mmHg, SpO2 de 97%, ritmo cardíaco sinusal regular. A anestesia foi por via subaracnóidea com a associação de anestésico local e opióide, 15 mg de bupivacaína hiperbárica a 0,5% e 25 µg de fentanil. Após 5 minutos da instalação do bloqueio, a paciente referiu "mal estar" inespecífico. Aferidas pressão arterial, 190 x 120 mmHg, freqüência cardíaca, 145 bpm, e SpO2, 95%. Verificando-se as ampolas cujos conteúdos foram administrados encontrou-se uma de bupivacaína e uma de metoclopramida. O quadro se apresentou com cefaléia frontal intensa, visão turva, náuseas, vômitos e agitação inicial, que evoluiu para sonolência e torpor, além de hipertensão arterial e taquicardia. Foram administrados tramadol...

Dexametasona comparada à metoclopramida na profilaxia de vômitos pós-operatórios em crianças submetidas a procedimentos cirúrgicos ambulatoriais

Bedin,Antonio; Pinho,Mauro de Souza Leite; Zanotelli,Cladir Terezinha; Caldart,Ângela Sílvia; Turazzi,Jurandir Coan; Castro,Renato Almeida Couto de
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 PT
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38.15%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O vômito pós-operatório é uma complicação comum e desagradável. Porém, atualmente modelos matemáticos tais como número necessário para tratar (NNT) e redução do risco relativo (RRR) têm sido úteis para a decisão de que medicação utilizar para a profilaxia. O objetivo deste estudo foi verificar se a dexametasona, comparada à metoclopramida, reduz a incidência de vômitos, quando administrada por via venosa em crianças anestesiadas com sevoflurano em cirurgias pediátricas ambulatoriais. MÉTODO: Participaram do estudo 237 crianças, do sexo masculino, com idade entre 11 meses e 12 anos, estado físico ASA I e II, submetidas à herniorrafia inguinal. Como medicação pré-anestésica foi utilizado midazolam por via oral. Para a indução e manutenção da anestesia foram utilizados sevoflurano, óxido nitroso e fentanil (1 µg.kg-1). Os pacientes foram divididos em grupo D (n = 118) dexametasona (150 µg.kg-1) por via venosa na indução e grupo M (n = 119) metoclopramida (150 µg.kg-1) na indução. Foram analisadas as incidências de vômitos nas primeiras 4 horas de pós-operatório (PO), entre 4 horas e 24 horas de PO, o NNT de ambas as medicações utilizadas e a RRR da dexametasona em relação à metoclopramida. RESULTADOS: A incidência de vômitos foi 9...

Eficácia do ondansetron, metoclopramida, droperidol e dexametasona na prevenção de náusea e vômito após laparoscopia ginecológica em regime ambulatorial. Estudo comparativo

Abreu,Múcio Paranhos de; Vieira,João Lopes; Silva,Iara Ferreira da; Miziara,Luiz Eduardo Paula G; Fófano,Renata
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 PT
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37.74%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Embora o ondansetron seja apontado como uma das drogas mais eficientes no controle das náuseas e vômitos pós-operatório (NVPO), seu alto custo o torna inviável para uso rotineiro. Este estudo teve como finalidade verificar entre o droperidol, a metoclopramida e a dexametasona qual se aproxima mais da eficácia do ondansetron na prevenção de NVPO em laparoscopias ginecológicas. MÉTODO: Participaram do estudo 100 pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica sob anestesia geral venosa e inalatória, divididas aleatoriamente em cinco grupos de acordo com a medicação antiemética recebida. O grupo GO (n = 20) recebeu ondansetron (4 mg); o grupo GM (n = 20): metoclopramida (10 mg); grupo GD (n = 20): droperidol (1,25 mg), o grupo GX (n = 20): dexametasona (8 mg) e o grupo GC - grupo controle (n = 20) não recebeu medicação antiemética. Foram verificadas as incidências de náusea e/ou vômito no pós-operatório, os parâmetros hemodinâmicos, o tempo na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) e o tempo da anestesia. RESULTADOS: Não houve diferença estatística entre os grupos quanto aos dados antropométricos, hemodinâmicos, tempo de recuperação e tempo de anestesia. Houve diferença estatística entre os grupos quanto à incidência de náusea (GO < GD < GX < GM < GC) e de vômitos (GO < GD < GX < GM < GC). CONCLUSÕES: Neste estudo...

Profilaxia antiemética em cirurgia de abdome agudo: estudo comparativo entre droperidol, metoclopramida, tropisetron, granisetron e dexametasona

Contreras-Domínguez,Víctor; Carbonell-Bellolio,Paulina
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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37.74%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A incidência de náuseas e vômitos pós-operatórios (NVPO) gira em torno de 30%. A profilaxia de NVPO foi objeto de múltiplos estudos, tanto para tentar diminuir esse problema como para comparar o índice custo-benefício do tratamento utilizado. Esse estudo comparou a eficácia de cinco fármacos antieméticos em apendicectomia. MÉTODO: Estudo clínico prospectivo controlado, duplamente encoberto de 150 pacientes ASA I e II com IMC < 30, submetidos a apendicectomia. Os pacientes foram divididos em seis grupos: Grupo 1 (n = 25): 5 mL solução fisiológica a 0,9%; Grupo 2 (n = 25): droperidol 0,625 mg; Grupo 3 (n = 25): metoclopramida 20 mg; Grupo 4 (n = 25): tropisetron 5 mg; Grupo 5 (n = 25): granisetron 1 mg; Grupo 6 (n = 25): dexametasona 4 mg. A monitoração foi realizada com ECG, PANI, SpO2, P ET CO2, analisador de gases anestésicos e estimulador de nervo periférico. Foi avaliada a presença de NVPO, complicações e o grau de satisfação nas primeiras 48 horas. RESULTADOS: O droperidol apresentou incidência 4% de NVPO, os grupos de granisetron, tropisetron e metoclopramida apresentaram 12% de NVPO (p < 0,05). O grupo de dexametasona apresentou 24% e o controle 28% de NVPO. CONCLUSÕES: Na profilaxia de NVPO em apendicectomia de urgência o uso de baixas doses de droperidol foi mais efetivo que o dos outros fármacos.

Metoclopramida e ondansetrona alteram o bloqueio neuromuscular induzido por mivacúrio? - um estudo randomizado

Tercan,Mehmet; Efe,Esra Mercanoglu; Turker,Gurkan; Kaya,Fatma Nur; Yavascaoglu,Belgin; Ozarda,Yesim; Mogol,Elif Basagan
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2014 PT
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37.88%
Experiência: Objetivamos investigar os efeitos de metoclopramida e ondansetrona no bloqueio neuromuscular por mivacúrio. Métodos: Foram incluídos no estudo 75 pacientes ASA I-II, com idades entre 18 e 65 anos e agendados para cirurgia eletiva necessitando de intubação traqueal. Os pacientes receberam metoclopramida 10 mg, ondansetrona 4 mg ou salina normal 5 mL; grupo M, grupo O e grupo SN (n = 25) respectivamente. Antes da anestesia, os medicamentos em estudo foram administrados em um volume de 5 mL. O nível de colinesterase plasmática foram obtidos antes e 5 minutos depois da administração dos medicamentos em estudo e 5 minutos depois da administração de mivacúrio. Os tempos até o início e os níveis T25, T75, T25-75 e T90 foram comparados entre si, tendo sido investigadas as diferenças entre cada paciente. Depois de registrar T90, o estudo foi terminado, tendo início a cirurgia. Resultados: O tempo até o início foi significativamente mais breve no Grupo M versus os outros dois grupos. O tempo até o início no Grupo O foi significativamente mais breve versus grupo SN. No grupo M, T25, T75, T90 e os índices de recuperação foram significativamente maiores versus Grupo NS (p < 0...

Efeito da hiperprolactinemia induzida pela metoclopramida na glândula lacrimal: estudo experimental

Verna,Carina; Martins,Fernanda Watanabe; Mosquette,Rejane; Simões,Ricardo Santos; Simões,Manuel de Jesus; Soares Júnior,José Maria; Baracat,Edmund Chada
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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38.04%
OBJETIVO: avaliar as alterações morfológicas promovidas pela hiperprolactinemia induzida pela metoclopramida na glândula lacrimal de camundongas durante a fase de proestro e gestação. MÉTODOS: 40 camundongas adultas foram divididas em dois grupos: CTR1 (controle) e MET1 (tratadas com metoclopramida). Após 50 dias, metade dos animais de cada grupo foram sacrificados por decapitação. Os restantes foram acasalados, constituindo os grupos controle prenhe (CTR2) e metoclopramida prenhe (MET2), que foram sacrificadas no 6º dia de gestação. O sangue foi coletado e submetido à dosagem hormonal dos níveis de estradiol e de progesterona por quimioluminescência. Em seguida as glândulas lacrimais foram removidas, fixadas em formol a 10% e processadas segundo metodologia histológica para inclusão em parafina, sendo as lâminas coradas pelo HE. A análise morfométrica foi realizada com o programa AxionVision (Carl Zeiss), medindo-se os volumes celulares e nucleares das células acinares. RESULTADOS: os volumes nuclear e celular das glândulas lacrimais dos grupos experimentais MET1 (152,2±8,7; 6,3±1,6 µm³) e MET2 (278,3±7,9; 27,5±0,9 µm³) mostraram-se reduzidos em relação aos grupos controles CTR1 (204...

Avaliação de xaropes contendo cloridrato de metoclopramida, pelo método de Bratton-Marshall

Freitas,Beatriz Resende; Magalhães,João Fernandes
Fonte: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo Publicador: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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38.04%
Atualmente, a maioria dos fármacos apresenta grupamento amínico. Estes quando associados a açúcares redutores ou a outros adjuvantes farmacêuticos contendo carbonila, freqüentemente produzem problemas de estabilidade, comprometendo a idoneidade do produto. A Reação de Maillard pode explicar tal ocorrência. Neste trabalho estudou-se o comportamento de xarope contendo amina aromática, tendo em vista a associação de açúcares e aminas, a Reação de Maillard e problemas de estabilidade. O protótipo escolhido foi o cloridrato de metoclopramida, benzamida com atividade farmacológica antiemética. Amostras dos xaropes de cloridrato de metoclopramida foram mantidas em estufa a 40 °C por seis meses. Em intervalos regulares de tempo alíquotas foram retiradas e submetidas à análise pelo método de Bratton-Marshall, seguida de leitura espectrofotométrica. Não houve grande variação no teor do cloridrato de metoclopramida em relação ao teor de açúcar, sendo que foram preparadas amostras padronizadas dos xaropes de cloridrato de metoclopramida em diferentes concentrações de açúcar. Houve diminuição do teor do cloridrato de metoclopramida, da ordem de 50%, tanto para amostras padronizadas como para amostra comercial.

Ensaio clínico randomizado, controlado, comparando os resultados da bromoprida, metoclopramida e ondansetron aplicados intramuscular em dose única para o tratamento de vômitos em um pronto socorro pediátrico

Portela, Janete de Lourdes
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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28.22%
Objetivo: Avaliar os resultados dos antieméticos aplicados via intramuscular, bromoprida, metoclopramida e ondansetron em dose única para o tratamento de vômitos em um pronto socorro pediátrico.Métodos: Ensaio clínico randomizado e controlado, envolvendo crianças que consultaram por vômitos, devido à gastroenterite, no serviço de Emergência Pediátrica no Hospital Universitário de Santa Maria, no período de agosto de 2013 a junho de 2014. Foram randomizadas crianças com idades entre 1 a 12 anos, para receber dose única de bromoprida via intramuscular ou metoclopramida via intramuscular (máximo 10mg); ou ondansetron (máximo 8mg) na dose de 0,15mg/kg via intramuscular. A criança após receber o antiemético permanecia em observação por no mímimo 1 hora. Após a reavaliacão clínica as crianças que recebiam alta eram monitorizadas pelo familiar no domicílio durante 24 horas, e contactados por via telefônica para avaliar o resultado do tratamento antiemético recebido. Os grupos foram comparados em relação a tempo para cessar os vômitos dentro de 1, 6 e 24 horas; aceitação de líquidos orais; reidratação endovenosa; retorno ao hospital e efeitos colaterais relacionados aos antieméticos. Os familiares após devidamente informados sobre o tratamento antiemético que a criança seria submetida...

Efeito da metoclopramida sobre a produção leiteira de porcas no puerpério e o ganho de peso dos leitões; Effect of metoclopramide on sow's milk production and the performance of piglets

Cotrim Junior, Irineu; Porto, Fernanda Branco Lyra; Muniz, Adriana; Moretti, Aníbal de Sant'Anna; Santos, Sidney Franklin Araújo dos; Martins, Simone Maria Massami Kitamura
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2006 POR
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38.15%
A metoclopramida vem sendo utilizada em mulheres como terapia para incremento lactogênico não havendo na literatura informações sobre a utilização desta droga em suínos. O estudo objetivou, avaliar os efeitos da metoclopramida na produção de leite e desempenho da leitegada. Foram utilizadas 12 fêmeas suínas, as quais foram homogeneizadas de acordo com a ordem de parto. A padronização das leitegadas foi estabelecida em 10 leitões por fêmea, totalizando 120 leitões. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado caracterizado por medidas repetidas no tempo, sendo definidos dois tratamentos com seis respectivos cada. No tratamento controle (T1) foi feita a aplicação intra-muscular de soro fisiológico nos três primeiros dias pós-parto e no tratamento 2 (T2) foi aplicado metoclopramida. A metoclopramida influenciou significativamente (p < 0,05) na produção de leite, nos três primeiros dias, havendo maior produção em relação ao controle. Não houve diferenças significativas quanto ao ganho de peso dos leitões nas faixas etárias avaliadas, havendo diferença significativa (p < 0,05) no peso dos leitões no 7º dia de vida. Destacou-se no estudo maior homogeneidade e menor dispersão da leitegada proveniente das fêmeas tratadas com metoclopramida...

Avaliação de xaropes contendo cloridrato de metoclopramida, pelo método de Bratton-Marshall; Evaluation of metoclopramide syrups by Bratton-Marshall method

Freitas, Beatriz Resende; Magalhães, João Fernandes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2005 POR
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38.04%
Atualmente, a maioria dos fármacos apresenta grupamento amínico. Estes quando associados a açúcares redutores ou a outros adjuvantes farmacêuticos contendo carbonila, freqüentemente produzem problemas de estabilidade, comprometendo a idoneidade do produto. A Reação de Maillard pode explicar tal ocorrência. Neste trabalho estudou-se o comportamento de xarope contendo amina aromática, tendo em vista a associação de açúcares e aminas, a Reação de Maillard e problemas de estabilidade. O protótipo escolhido foi o cloridrato de metoclopramida, benzamida com atividade farmacológica antiemética. Amostras dos xaropes de cloridrato de metoclopramida foram mantidas em estufa a 40 °C por seis meses. Em intervalos regulares de tempo alíquotas foram retiradas e submetidas à análise pelo método de Bratton-Marshall, seguida de leitura espectrofotométrica. Não houve grande variação no teor do cloridrato de metoclopramida em relação ao teor de açúcar, sendo que foram preparadas amostras padronizadas dos xaropes de cloridrato de metoclopramida em diferentes concentrações de açúcar. Houve diminuição do teor do cloridrato de metoclopramida, da ordem de 50%, tanto para amostras padronizadas como para amostra comercial.; Nowadays...

Feocromocitoma y metoclopramida: Presentación de 1 caso

Hernández Beguiristaín,Juan de Dios; Zapata Martínez,Alicia; Perdomo López,Idalmys; Tamayo Oliver,Luis Ángel; Salazar Domínguez,Luis E
Fonte: Revista Cubana de Medicina Publicador: Revista Cubana de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 ES
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37.55%
Se presentó un caso que generó una consulta terapéutica y revisión de la literatura en equipo multidisciplinario, en el Hospital General "Enrique Cabrera", de Ciudad de La Habana. Se trató de una paciente con un feocromocitoma extrasuprarrenal, en la cual se sospechó que la administración de metoclopramida fuera causa de crisis hipertensiva. Se evidenció cómo la participación de los médicos en la farmacovigilancia contribuye al desarrollo del pensamiento médico y a un uso más racional de los medicamentos

Metoclopramida, factor de riesgo para hiperglucemia postprandial en diabetes tipo 2

Gutiérrez-Hermosillo,H.; Díaz de León-González,E.; Beltrán Santiago,D.; Armando Cedillo-Rodríguez,J.; Gutiérrez Hermosillo,V.; Taméz-Pérez,H. E.
Fonte: Nutrición Hospitalaria Publicador: Nutrición Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2012 SPA
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38.04%
La diabetes mellitus (DM) es una patología que ha crecido ampliamente a nivel mundial en las ultimas décadas. La hiperglucemia postprandial (HP) ha tomado importancia en los últimos años, ya que se ha visto se relaciona de manera directa con un aumento en el riesgo de eventos cardiovasculares. A la fecha, no se ha determinado la asociación entre el empleo de metoclopramida y los niveles de glucemia postprandial. Material y métodos: Se realizó un estudio de tipo cohorte, con objeto de determinar si la metoclopramida es factor de riesgo para hiperglucemia postprandial. Se incluyeron pacientes diabéticos tipo 2, se catalogó a los pacientes en expuestos, aquellos manejados con metoclopramida preprandial 10 mg intravenosa (IV) y no expuestos, se determinó glucemia preprandial y 30, 60, 90 y 120 minutos postprandiales. Resultados: 80 pacientes por grupo se incluyeron siendo sus características basales similares. Las glucemia postprandial fue más elevada en aquellos tratados con metoclopramida que sin esta (p = < 0,001)). Conclusiones: La metoclopramida IV es un factor de riesgo para hiperglucemia postprandial en pacientes con diabetes mellitus tipo 2.

Efecto de la metoclopramida sobre la tolerancia enteral y la neumonía asociada a ventilación mecánica en pacientes neurocríticos

Acosta-Escribano,Jose; Almanza López,Susana; Plumed Martín,Lidia; García Martinez,Miguel Angel; Tajadura Manjarín,Nuria
Fonte: Nutrición Hospitalaria Publicador: Nutrición Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2014 SPA
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37.74%
Introducción: El uso de procinéticos en el paciente crítico con nutrición enteral, tienen como objetivo el reducir el aumento del residuo gástrico (RG). Analizamos su eficacia en la mejoría del aporte enteral y sobre la reducción en la incidencia complicaciones gastrointestinales (CGI) y neumonía, en pacientes críticos, con lesión neurológica Objetivos: Medir los efectos en la administración metoclopramida (MCG) durante los primeros cinco días con nutrición enteral, versus control (GC), sobre el volumen de dieta enteral administrada, el número de complicaciones gastrointestinales y la incidencia de neumonía asociada a ventilación mecánica (NAVM); en enfermos neuro-críticos de etiología traumática y vascular. Métodos: De los 150 pacientes NC ingresados de forma consecutiva, 109 fueron aleatorizados en dos grupos: 58 MCG y 51 GC. Los objetivos primarios fueron: nutridonales: el volumen de dieta administrada (VDA), el volumen eficaz (VEM), el número de complicaciones gastrointestinales (CGI) y la tasa de suspensión temporal y definitiva de la dieta. Infecciosos: incidencia de neumonía asociada a ventilación mecánica (NAVM). Fueron objetivos secundarios: la duración de la ventilación mecánica, la estancia en UCI y hospitalaria...

Eficacia y efectos adversos de la metoclopramida endovenosa en el tratamiento de las crisis de migraña

Lira,David; Custodio,Nilton; Herrera-Pérez,Eder; Núñez del Prado,Liza; Guevara-Silva,Erik; Castro-Suárez,Sheila; Montesinos,Rosa
Fonte: Revista de Neuro-Psiquiatría Publicador: Revista de Neuro-Psiquiatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 ES
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37.97%
Objetivos: Determinar los efectos adversos de la metoclopramida endovenosa en el tratamiento agudo de las crisis de migraña. Pacientes y métodos: Se evaluaron pacientes con diagnóstico confirmado de migraña según los criterios de la International Headache Society, que acudieron refiriendo crisis de migraña por emergencia o consultorio externo de neurología. Se recogieron los datos demográficos y se determinó la intensidad del dolor mediante la escala visual análoga (EVA) de 0 a 10. A cada paciente se le administró metoclopramida diluida vía endovenosa. Se determinaron la eficacia en la disminución de la intensidad del dolor y los efectos adversos. Resultados: Se evaluaron 76 pacientes de 18 a 56 años de edad, 77,6% fueron mujeres. La EVA basal promedio de ingreso fue de 8,6, después de recibir metoclopramida EV 80,2% presentaron reducción en la EVA ≥ 50%. 92,1% de los pacientes mostraron algún efecto adverso siendo los más frecuentes inquietud psicomotora, somnolencia, insomnio y mareos. Conclusiones: La metoclopramida endovenosa es un tratamiento efectivo en el control de las crisis de migraña y produce muy frecuentes efectos adversos como inquietud psicomotora, somnolencia, insomnio y mareos; lo que debe advertirse antes de su administración.

Acatisia inducida por fármacos no psicotrópicos: a propósito de un caso asociado a metoclopramida

Vásquez-Dextre,Edgar R.; Limache-Tueros,Marco A.
Fonte: Revista de Neuro-Psiquiatría Publicador: Revista de Neuro-Psiquiatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2015 ES
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La metoclopramida es un fármaco antiemético usado en diversas áreas de la práctica médica pero uno de sus efectos adversos más frecuentes y severos es la acatisia. La acatisia es un trastorno del movimiento caracterizado por sensación de intranquilidad y malestar internos acompañados de inquietud motora. Presentamos el caso de un varón de 19 años que desarrolló acatisia aguda luego de la administración de metoclopramida por vía endovenosa. Es importante tener siempre presente en la práctica clínica la posible presentación de acatisia como efecto adverso de la metoclopramida y de otros fármacos no psicotrópicos debido a la frecuencia de su aparición y a su severidad. Realizar un diagnóstico rápido y preciso es necesario para manejar adecuadamente este efecto secundario, además de tomar medidas preventivas para evitar su aparición.

Metoclopramida mejora la calidad de la endoscopia digestiva superior en paciente con hemorragia digestiva superior activa

Pino,Hugo; Velázquez,Karem; Zuramay,Carmen; Villalobos,Jaireline; Clavo,María Luisa; Matos,César; Romero,Ana; Cárdenas,Karla
Fonte: Sociedad Venezolana de Gastroentereología Publicador: Sociedad Venezolana de Gastroentereología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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La hemorragia digestiva superior aguda (HDSA), es una causa frecuente de hospitalización, se ha estimado una incidencia de 50 a 150 episodios por 100.000 habitantes por año y está asociada a una morbimortalidad significativa. Datos recientes sugieren que algunas medidas terapéuticas, como el uso endovenoso de la eritromicina y la metoclopramida mejoran la visualización endoscópica en pacientes con HDSA; sin embargo, los estudios al respecto no son concluyentes. Objetivo: Determinar la utili-dad de la metoclopramida endovenosa (EV) en mejorar la calidad de la EDS en pacientes con HDSA, a fin de reducir en los pacientes con sangrado agudo la necesidad de cirugía, el uso de transfusiones sanguíneas, el tiempo de hospitalización y la morbimortalidad. Materiales y métodos: Estudio prospectivo, transversal, aleatorizado, llevado a cabo desde Enero-Mayo 2010 en la unidad de gastroenterología del Hospital Dr. Miguel Pérez Carreño. Fueron incluidos todos los pacientes con evidencia clínica de HDSA, con signos y síntomas de menos de 12 horas de evolución, edad ≥18 años. La población a estudiar se dividió en dos grupos: grupo A pacientes que recibieron 10 mg de metoclopramida EV 30-40 minutos previos al estudio; grupo B no recibió metoclopramida EV y fueron elegidos aleatoriamente. La EDS fue realizada en las primeras 6 horas de la admisión. Los criterios de exclusión fueron: sensibilidad conocida a la metoclopramida...

Efecto de Metoclopramida en Mujeres Hipertensas en Puerperio Inmediato

Blanco,Mario; Vasquez,Manuel; Trías,Yalitze; Serrano,Leafar; Blanco,Gabriela; Velasco,Manuel
Fonte: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas Publicador: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 ES
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La metoclopramida reduce la presión arterial en sujetos normotensos e hipertensos durante estímulos presores y en hipertensos moderados a severos pretratados con Labetalol, igualmente tiene efecto hipotensor en hipertensos durante urgencia hiptertensiva, mujeres en preclampsia y en anillos de aorta de rata ha mostrado un efecto antidrenérgico alfa 1. En el presente trabajo se demuestra el efecto hipotensor de metoclopramida sin provocar cambios en la frecuencia cardíaca en mujeres hipertensas en puerperio inmediato donde 15 de 20 de las pacientes eran ortadoras del diagnóstico de preeclampsia para el momento del trabajo de parto. En vista de que el efecto hipotensor ocurre a muy bajas dosis comparadas con las utilizadas en la mujer embarazada con otros fines, la metoclopramida constituye una alternativa a ser evaluada en el reducido arsenal terapéutico de la hipertensión arterial en la mujer embarazada, en la mujer con preclampsia y en el puerperio inmediato, adicionalmente es importante resaltar los efectos que sobre la secreción de prolactina tiene MTC.