Página 1 dos resultados de 1639 itens digitais encontrados em 0.003 segundos

A metafísica dos costumes: a autonomia para o ser humano; The Metaphysics of Morals: the Autonomy for Human Beings

Trevisan, Diego Kosbiau
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/08/2011 PT
Relevância na Pesquisa
37.38%
Esta dissertação tem por objetivo analisar o lugar sistemático ocupado pela Metafísica dos Costumes no interior da filosofia prática kantiana, interpretando-a como uma metafísica da moral aplicada a um elemento empírico mínimo: a natureza humana. Em suas duas partes, a Doutrina do Direito e a Doutrina da Virtude, o princípio supremo da moral, o princípio da autonomia, adquire o significado de uma autonomia jurídica e ética que guia as situações fundamentais da vida prática do homem. Na primeira parte da dissertação, o transcurso do projeto de uma Metafísica dos Costumes ao longo do desenvolvimento da filosofia kantiana será investigado como uma progressiva purificação do princípio supremo da moral condizente com o projeto crítico mais amplo de Kant e que culmina na formulação embrionária de uma comunidade de seres racionais sob leis autônomas. Numa segunda parte, a Metafísica da Natureza será analisada como uma metafísica aplicada que surge a partir da reformulação da metafísica tradicional empreendida por Kant e, de acordo com os novos parâmetros estipulados pela crítica, é composta por um momento transcendental e por outro metafísico-específico, onde os princípios do momento anterior são aplicados a um elemento mínimo empírico. Por fim...

Heidegger e a metafísica do Dasein (1927-1930) : uma interpretação à luz dos conceitos de liberdade, vínculo e jogo da vida; Heidegger and the metaphysics of Dasein (1927-1930) : an interpretation through the concepts of freedom, binding and play of life

Fernando Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2014 PT
Relevância na Pesquisa
37.41%
Em torno dos conceitos de liberdade, vínculo e jogo da vida, a presente tese de doutoramento pretende reunir os elementos necessários para uma interpretação produtiva da metafísica do Dasein, a ideia de filosofia defendida publicamente por Martin Heidegger no período imediatamente posterior à publicação de seu opus magnum Ser e tempo (1927). Orientando-se sobretudo pelas indicações do autor no curso universitário conferido em Marburg no verão de 1928, defende-se que a metafísica do Dasein visa a uma desformalização da fenomenologia da temporalidade extática que constitui o método da ontologia fundamental. A metafísica do Dasein, quando tomada na acepção própria do genitivo objetivo, deixa ver, ademais, um quadro de problemas especiais, circunscritos em torno da questão sobre o ente no todo, os quais não puderam ganhar, por diversos motivos, tematização explícita no interior da obra parcialmente publicada em 1927. De modo especial, ganha proeminência a questão do ser-lançado em meio ao ente no todo, do existir humano como vinculado ao ente. A necessidade de elaboração e desenvolvimento desse problema, uma consideração do existir humano em sua livre vinculação ao ente no todo, explica a requisição...

A tese da subdeterminação da metafísica pela física

Gradinar, Valéria
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
37.35%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2014.; A tese da subdeterminação da metafísica pela física se estabelece a partir da leitura da mecânica quântica não-relativística, relativamente aos pacotes metafísicos incompatíveis que a teoria permite (certamente, estende-se a outras teorias físicas, como as teorias quânticas de campos, que no entanto não serão tratadas aqui). Tanto uma ontologia de indivíduos como uma ontologia de não-indivíduos são admitidas pelo formalismo padrão, sem que a teoria decida por nenhum desses pacotes metafísicos. Isso significa que a opção de escolha acaba sendo de ordem metafísica, fomentando muito as discussões filosóficas no contexto da física quântica sobre a individualidade dos objetos quânticos. Um dos pontos cruciais desse debate é a discussão sobre conceitos, tais como identidade e indiscernibilidade, assim como sobre a validade do Princípio de Identidade dos Indiscerníveis, comumente usado como princípio auxiliar de uma das teorias de individuação (teoria de feixes de propriedades). Podemos dizer que há duas metodologias para abordar esse assunto: uma visão da metafísica tomada pelo seu sentido absoluto...

A presença da metafísica na ciência

Ribeiro, Cláudia de Nóbrega Moita Quelhas, 1964-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2014 POR
Relevância na Pesquisa
37.46%
Tese de doutoramento, História e Filosofia das Ciências, Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2014; Esta dissertação é acerca da relação entre a ciência e a metafísica. O meu objectivo principal é demonstrar que a metafísica está presente em todas as fases da actividade científica e que esta não seria possível sem aquela. Para tanto, é necessário indicar aquilo em que a metafísica consiste, qual o seu objecto e qual o seu propósito. Nesse sentido, faço o levantamento do mapa das diversas concepções de metafísica que estão em jogo na disciplina da filosofia das ciências. Argumento em defesa da concepção de metafísica como investigação da natureza e da estrutura fundamental da realidade, mostrando que as outras concepções, como a concepção kantiana e demais concepções não-realistas, não são satisfatórias. Numa primeira fase, detenho-me naqueles que considero ser os três grandes momentos-chave da história da metafísica na sua relação com a ciência: Aristóteles, Kant e Carnap. De seguida, dedico-me ao estado actual da questão, sobretudo ao debate contemporâneo entre metafísicos naturalistas e não naturalistas. Faço uma revisão crítica das acusações levantadas contra a metafísica nesse debate...

O estatuto transcendente das perfectiones simpliciter na metafísica de João Duns Scotus

Leite, Thiago Soares
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
37.32%
A presente tese de doutoramento tem por finalidade defender o estatuto transcendente das perfeições puras. A fim de confirmarmos nossa hipótese, o presente trabalho adota o seguinte percurso: na Introdução, apresentamos os principais elementos da metafísica pré-scotista que mais influenciaram o sistema do Doctor Subtilis. Três são os passos dados: a concepção de ciência e a de metafísica da substância apresentadas por Aristóteles; a discussão acerca do objeto de estudo da filosofia primeira ocorrida entre os árabes medievais, em especial, nas filosofias de Avicena e Averróis; os conceitos de ente e de ordem essencial em Henrique de Gand. De posse desses elementos, o capítulo primeiro contextualiza a concepção scotista de metafísica. Aborda-se os seguintes temas: o conceito e o objeto da metafísica de acordo com Duns Scotus; o conceito “ente” como primeiro objeto do intelecto humano; a univocidade do termo “ente”; o assim denominado “segundo começo da metafísica”. Visto ser o ente a primeira classe das noções transcendentes, a metafísica scotista se configura não apenas como ontologia, mas também como ciência dos transcendentes. Nesse sentido, torna-se necessário explicitar a noção de transcendente proposta por Duns Scotus...

Discurso da historicidade como crítica do discurso da metafísica: dominação do discurso da visão em relação à subordinação do discurso da miscigenação

Nienov, Christian Otto Muniz
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
37.35%
A arqueologia do saber é o livro reconhecidamente metodológico ou teórico de Foucault que procura estabelecer contato entre filosofia e história. Grosso modo, este livro pretende dar conta da relação entre análise das formações discursivas e descrição dos enunciados. Ora, independentemente da proposta explícita do autor, nosso estudo tem por escopo mostrar como a constituição do discurso da historicidade, como dominação do discurso da visão em relação à subordinação do discurso da miscigenação, que é eliminação do discurso da metafísica (ou discurso do invisível) devido à possibilidade de solidariedade do discurso da miscigenação com o discurso da metafísica, como dominação do discurso da metafísica em relação à subordinação do discurso da miscigenação, é a sustentação fundamental de A arqueologia do saber. O discurso da historicidade é discurso da visão como busca do ideal epistemológicoperceptivo da visão solitária e soberana (que descarta a audição e subordina o tato) e ideal pedagógico-argumentativo da visão absoluta ou total (que elimina o invisível). O discurso da visão é a indissociabilidade entre necessidade da presença e exigência do espaço (cuja função é a permanência no visível) que leva à descrição da especificidade (cuja função é a fixação da visão).O discurso da historicidade é o avesso do discurso da metafísica (ou o discurso da metafísica revela o avesso do discurso da historicidade)...

Totalidade ontológica em Hegel: o problema da metafísica na Phänomenologie des geistes

Oliveira Neto, Pedro Adalberto Gomes de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
37.32%
Este trabalho propõe defender que a Phänomenologie des Geistes de 1807 de Hegel é obra metafísica e não gnosiológica. O saber que é o objeto da mesma não é o Princípio Lógico que a sustenta, e sim a substância que, apresentada pelas figuras-de-espírito, permite à consciência compreender que seu reconhecimento passa pela indissociabilidade entre externo e interno e que o saber deve se filiar a essa concepção monista estendida ao dualismo. Esse pressuposto teórico de Hegel é o que permite o surgimento de novo direcionamento ao saber contemporâneo. E isso só se torna sustentável uma vez elaborada uma concepção metafísica dialética, realizada por Hegel em sua Phänomenologie des Geistes. Trata-se de obra estrutural que tanto se lança à exterioridade do discurso válido quanto expressa a interioridade veraz da consciência enquanto consciência-de-si. De maneira que seu desdobramento se apresenta no objeto em si como essência espiritual, no espírito como universalidade do saber e como consciente de sua razão objetiva e efetiva até alcançar a totalidade ontológica. A metafísica dialética erigida por Hegel é apresentada na seção ‘Religião’, na qual ocorre a reunião da ‘Consciência’/’Razão’ com a ‘Consciência-de-si’/ ‘Espírito’...

A fundamentação metafísica do Direito na filosofia de Kant

Freire, Leonardo Oliveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
47.15%
A fundamentação metafísica do direito a que nos propomos a esclarecer na filosofia de Kant assume não somente uma análise de temas jurídicos. Temos uma questão filosófica de fundo a tratar: a justiça é possível? Tal indagação não é o tema do texto, mas o que está pressuposto. A análise kantiana, de certo modo, assume metafisicamente a possibilidade da justiça a partir do conceito de liberdade. Mas, com base na liberdade, demonstra a possibilidade da justiça na ética e no direito. A dissertação é composta por três capítulos. No primeiro capítulo, partindo da reconstrução inicial do conceito de liberdade na Crítica da Razão Pura, descrevemos a construção do conceito cosmológico de liberdade transcendental a partir do terceiro conflito antinômico e de sua solução na Dialética Transcendental. Feito isso, descrevemos o conceito de liberdade no capítulo do Cânon da Razão Pura e discutimos o problema de como compatibilizar liberdade transcendental e liberdade prática. No segundo capítulo, fazemos uma análise da distinção entre a legislação moral e a legislação jurídica das ações humanas partindo da análise da liberdade prática interna (moral) e distinguindo-a da liberdade prática externa (ou jurídica). Nesse contexto...

Nexus: da relacionalidade do princípio à metafísica do inominável em Nicolau de Cusa

Teixeira Neto, José
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
47.05%
We indicate the idea of nexus or conexio, thought of as intelligible connection with the intelligent, the foundation on which the reason why you can understand and name, even if inadequately, what the intellect sees incomprehensible and unnameably. Thus, it opens a way for our research: we will take the idea of nexus as fundamental to the interpretation of the divine names and the "metaphysics of the unnameably" and we show how the divine names, mainly in possest, mirrored in the Trinity, relatedness of the principle and therefore also the nexus. For that you need to think some preliminary questions: we will place Nicholas of Cusa in the tradition of medieval Christian Neoplatonism, we resume some discussions on the problem of naming and the philosophy of language in his thinking, we will reflect such thinking is molded from active dialogue with the tradition and how it is your speculation is founded upon the dynamic and dialectical relationship between philosophy and theology to be thought of in our text using the relationship between faith and understandig (intellectus). After introductory clarify these issues we will come to consider introductory understanding of the Trinitarian Beginning and speculation about the nexus taking as its starting point from where the De venatione sapientiae nexus or conexio is designed as a hunting field of wisdom and the First Book of De docta ignorantia where the maximum is now thought of as one and triune. From the Second Book of the same work and the Idiota. De mente we will show in what sense the universe and men...

Metafísica e moralidade na filosofia de Schopenhauer

Rochamonte, Catarina
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
47.35%
This work posits a mutual implication between metaphysics and morality in the philosophy of Schopenhauer and seeks to clarify the many nuances that take place in this relation. Each chapter offers a perspective in which the relation between metaphysics and morality can be addressed. Thus, by exposing some important aspects of representation theory of Schopenhauer, we try, in the first chapter, explain the relationship between his idealism and his conception of morality; in the second chapter, the determinism present both in nature and in moral actions, determinism that establishes the relationship between morality and metaphysics through the very notion of a metaphysical nature; in the third chapter, relationship between metaphysics and morality that takes place through the notion of freedom as denial of the previous determinism, freedom possible to the genius, to the saint and to the ascetic. All of these perspectives, however, presuppose the distinction between phenomenon and thing-initself, figuring this distinction as crucial in building of this metaphysic that seeks to protect the moral significance of the world while denying the existence of God; Este trabalho afirma uma mútua implicação entre metafísica e moralidade na filosofia de Schopenhauer e busca explicitar as diversas nuanças na qual se dá essa relação. Cada capítulo apresenta uma perspectiva na qual a relação entre metafísica e moralidade pode ser abordada. Desse modo...

A metafísica de Isaac Newton

Oliveira, Bruno Camilo de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
47.15%
The general objective of this dissertation is to analyze the metaphysical aspects of "rational mechanics" of Isaac Newton, clarifying, by scientific and philosophical discourse, their main elements, with emphasis to the presence of one entity infinitely rational behind all the phenomena of nature, and to the Newton's insight as certain empiricist which, however, accepts deductions metaphysics; a philosopher-scientist. The specific objectives are detailed below: a) brief presentation of the development of modern science, since the Pre-Socratics, seeking to understand the historical conjecture that enabled the rise of Newtonian mechanics; b) presentation of the elements of scientific methodology and philosophical, aimed at comprehension of certain "Newtonian methodology", understanding how this specific methodology able to present empirical aspects, mathematics, philosophic and religious in communion; c) to understand, from the Newtonian concepts, both concerning man's role in the world as the "notional notions" of mass, space, time and movement, necessary for analysis and understanding of certain metaphysical aspects in the Newtonian physics; d) to present the Newtonian concepts related to the ether, to understand why it necessarily assumes metaphysics characteristics and mediation between the bodies; e) to present and understand the factors that lead the empiricist Newton to assume the religion in his mechanics...

La metafísica como la ciencia de la esencia: E. J. Lowe y Tomás de Aquino

Pérez, Alejandro
Fonte: Universidad Sergio Arboleda Publicador: Universidad Sergio Arboleda
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; Artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf; application/pdf; documentos
SPA
Relevância na Pesquisa
37.35%
La metafísica después de ser ignorada por años ha regresado al centro de la escena en la filosofía contemporánea. Tomás de Aquino ha vivido una historia muy parecida; lo que dio nacimiento al tomismo analítico. A pesar de los trabajos desarrollados en esta línea de investigación; la metafísica del Aquinate ha sido fuertemente ignorada. Sin embargo; la metafísica de Tomás de Aquino tiene una ventaja; poco discutida entre los tomistas y tomasinos; y es la de ser una metafísica esencialista. Así; en armonía con el trabajo del metafísico E. J. Lowe; quien presenta su metafísica como esencialista seria ; se quiere mostrar que la metafísica del Aquinate tiene las mismas virtudes del esencialismo serio ; lo que permite postularla como una posición válida y plausible para la metafísica contemporánea

Quine y el intento neopositivista de superación de la metafísica

Peña, Lorenzo
Fonte: Sociedad Castellano-Leonesa de Filosofía Publicador: Sociedad Castellano-Leonesa de Filosofía
Tipo: Capítulo de libro Formato: 116411 bytes; application/pdf
SPA
Relevância na Pesquisa
37.35%
En: Reexamen del neopositivismo. Salamanca: Sociedad Castellano-Leonesa de Filosofía, 1992, pp. 39-64.; La particularidad del ataque neopositivista contra la metafísica estribó en que lo que se iba a reprochar ahora a la metafísica no sería la inconocibilidad de la verdad o falsedad de las tesis de una u otra teoría metafísica, sino la falta de sentido. De hecho el plan destructivo del neopositivismo no se limitó únicamente a la metafísica propiamente dicha, sino que se extendió también a la teoría del conocimiento. Los neopositivistas y empiristas lógicos pusieron empeño en sostener que carecían de sentido las grandes opciones gnoseológicas, realismo o idealismo, con lo cual debatir sobre ellas sería una pura logomaquia. Sin embargo no parece nada implausible la sospecha de que, por debajo de la neutralidad superficial que conllevaría esa denegación de sentido tanto a una tesis gnoseológica cuanto a la negación de la misma, los neopositivistas en el fondo estaban defendiendo una de las dos posturas, el idealismo. Porque si, como aserto «metafísico», carecía de significado decir que no existe mundo exterior al cúmulo de datos sensoriales u otras representaciones mentales que se quiera aceptar...

El Lenguaje de la metafísica una lectura de la obra de Nietzsche /

Gamper, Daniel
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
Publicado em //2008 SPA; SPA
Relevância na Pesquisa
37.32%
Consultable des del TDX; Títol obtingut de la portada digitalitzada; La metafísica y el lenguaje constituyen los dos conceptos rectores de la lectura de la obra de Nietzsche propuesta en esta tesis. Las primeras secciones se centran en los textos del joven Nietzsche sobre retórica con la intención de presentar unas alternativa en términos retóricos a la epistemología tradicional. Metáfora y metonimia se ofrece como modelos explicativos alternativos mediante los cuales se evitan los presupuestos homogeneizantes de la tradición metafísica. Asimismo, la conceptualidad retórica permite enfrentarse a los lugares comunes de la tradición evitando la lógica antitética de exclusiones del pensamiento que se presupone literal y objetivo. Al poner el acento sobre los elementos retóricos de la obra de Nietzsche se dibuja una imagen de lo que sólo con reservas puede calificarse como su filosofía del lenguaje, al hilo de la cual se desarrolla el enfrentamiento de Nietzsche con la metafísica. Tras el capítulo cuarto, en el cual se propone una lectura de "Sobre verdad y mentira" desde una perspectiva literaria que no obstante no se entiende en oposición a la prosa filosófica, el último capítulo se enfrenta al Nietzsche de Heidegger y a la condena metafísica de éste. El lugar ocupado por la obra de Nietzsche en el marco de la metafísica es matizado hasta configurar un pensamiento que tanto a nivel argumental como estilístico se sustrae radicalmente a las coerciones impuestas por la metafísica.

La influencia de Pistorius en la definición kantiana de la metafísica a partir de 1787; La influencia de Pistorius en la definición kantiana de la metafísica a partir de 1787; Pistorius' influence on Kant's definition of metaphysics since 1787

Rivero, Gabriel
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2014 SPA
Relevância na Pesquisa
37.38%
El presente artículo trata acerca del concepto de metafísica de Kant a partir de 1787, año en el cual se introduce en la definición kantiana el término suprasensible. El artículo parte de la concepción, según la cual las críticas de Pistorius al sistema transcendental llevan a Kant a presentar una nueva definición de metafísica, que se caracteriza por la asimilación y resignificación del concepto suprasensible en términos de una filosofía crítica. Una comparación con los Progresos indicará que la definición kantiana de metafísica en los años noventa se ha de interpretar de acuerdo a la ya esbozada en 1787. ; The present article deals with Kant's concept of metaphysics from 1787 onwards, the year in which the term supersensible has been introduced to Kant’s definition of metaphysics. The article assumes that Pistorius' criticism of the transcendental system caused Kant to present a new definition of metaphysics, which is characterized by an assimilation and reconception of the term supersensible in the sense of a critical philosophy. A comparison with the Progresses will prove that the Kantian definition of metaphysics in the 1790s must be interpreted according to the draft of 1787.; El presente artículo trata acerca del concepto de metafísica de Kant a partir de 1787...

Commentaries on my Swedish translation of the short story “O Cónego ou metafísica do estilo” by Machado de Assis; Comentários sobre minha tradução sueca do conto “O cônego ou metafísica do estilo” de Machado de Assis

de Assis, Machado; Berggren, Hans; Tradutor Profissional
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.32%
Translation should, as much as possible, give the impression of an original text, written in the reader's language. In the case of our short story, it should also have touches of a text written a long time ago. The following is my translation into Swedish of the short story “O cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis, accompanied by some commentaries on the translation.; http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2013n14p402Na medida do possível, a tradução deve dar a impressão de um conto original, escrito na língua do leitor. No caso de nosso conto, também deve ter um leve toque de ter sido escrito há bastante tempo. O que segue é minha tradução ao sueco do conto “O cônego ou Metafísica do Estilo”, de Machado de Assis, e alguns comentários. ABSTRACTTranslation should, as much as possible, give the impression of an original text, written in the reader's language. In the case of our short story, it should also have touches of a text written a long time ago. The following is my translation into Swedish of the short story “O cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis, accompanied by some commentaries on the translation. Keywords: “O cônego ou metafísica do estilo”; Machado de Assis; Translation with commentary

Vast and incognito world - a translation with commentary of “O Cônego ou Metafísica do Estilo”; Vasto mundo incógnito – Uma tradução comentada de “O Cônego ou Metafísica do Estilo”

de Assis, Machado; Leal, Alice; Universidade de Viena; Strasser, Melanie; Universidade de Viena
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.32%
In this translation with commentary of the short story “O Cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis, we reveal the project that guided our translation, give information about the context of our project, provide a brief analysis of some aspects of the story that caught our attention, and discuss some translation problems and strategies.; http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2013n14p290Nesta tradução comentada do conto “O Cônego ou Metafísica do Estilo”, de Machado de Assis, apresentamos o projeto que guiou nossa tradução, informações quanto ao contexto de realização do projeto, uma breve análise de alguns aspectos do conto que chamaram a atenção das tradutoras, e algumas dificuldades e estratégias de tradução.ABSTRACTIn this translation with commentary of the short story “O Cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis, we reveal the project that guided our translation, give information about the context of our project, provide a brief analysis of some aspects of the story that caught our attention, and discuss some translation problems and strategies.Keywords: “O cônego ou metafísica do estilo”; Machado de Assis; Translation with commentary; Translation project; Übersetzung

A translation with commentary of the short story “O Cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis; Tradução comentada do conto “O cônego ou Metafísica do Estilo”, de Machado de Assis

de Assis, Machado; Frenkel Barreto, Eleonora; UNIOESTE
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.32%
What follows is a translation (into Spanish) with commentary of the short story “O cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis. My path starts at the intersection between the process of translation in itself and topics in literary theory that move the reading of the text to be translated.; http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2013n14p323Apresenta-se aqui uma tradução comentada ao espanhol do conto “O cônego ou Metafísica do Estilo” de Machado de Assis. Meu percurso se abre na intersecção entre o exercício da tradução e questões de teoria literária que dinamizam a leitura do texto a ser traduzido.ABSTRACTWhat follows is a translation (into Spanish) with commentary of the short story “O cônego ou Metafísica do Estilo” by Machado de Assis. My path starts at the intersection between the process of translation in itself and topics in literary theory that move the reading of the text to be translated.Keywords: “O cônego ou metafísica do estilo”; Machado de Assis; Translation with commentary

“O cônego ou metafísica do estilo” by Machado de Assis in Italian: a translation with commentary in three tempos; O cônego ou metafísica do estilo di Machado de Assis in italiano: una traduzione commentata in tre tempi / O cônego ou metafísica do estilo de Machado de Assis em italiano: uma tradução comentada em três tempos

de Assis, Machado; Mulinacci, Roberto; Università di Bologna; Dornelles dos Santos, Roseli; Universidade de São Paulo
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 15/12/2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.35%
First published in Gazeta de Notícias on November 22, 1885 and then included among the sixteen stories that make up the volume Várias Histórias eleven years later, “O cônego ou metafísica do estilo”  is certainly not one of the better known stories (and perhaps not even among the best ones) by Machado de Assis. It surely is not one of the most known in Italy, and this case of the canon and his tormented creative process had not found a translator, so far.; http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2013n14p376Publicado pela primeira vez na Gazeta de Notícias em 22 de novembro de 1885 e então incluído, onze anos depois, entre os dezesseis textos que compõem o volume Várias Histórias, “O cônego ou metafísica do estilo” não está, certamente, entre os contos mais conhecidos (e talvez nem mesmo entre os melhores) de Machado de Assis. Seguramente não é um dos mais conhecidos na Itália, e o caso do cônego e de seu atormentado processo criativo, até agora, não havia encontrado um tradutor.ABSTRACTFirst published in Gazeta de Notícias on November 22, 1885 and then included among the sixteen stories that make up the volume Várias Histórias eleven years later, “O cônego ou metafísica do estilo”  is certainly not one of the better known stories (and perhaps not even among the best ones) by Machado de Assis. It surely is not one of the most known in Italy...

A metafísica na ciência moderna: uma discussão heideggeriana

Silva, Flávio Oliveira
Fonte: Aufklärung: revista de filosofia; Aufklärung Publicador: Aufklärung: revista de filosofia; Aufklärung
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/xml; application/pdf
Publicado em 19/07/2015 POR
Relevância na Pesquisa
37.44%
O artigo apresenta duas teses de Heidegger: a interpretação da Crítica da Razão Pura como metafísica e a afirmação da permanência da metafísica na ciência moderna. Em seguida analisa as objeções que Loparic apresenta a essas teses no artigo A metafísica e o processo de objetificação,para enfim argumentar que suas contestações não se sustentam. Loparic afirma que  a Crítica da Razão Pura não se destina a investigar a quididade dos entes, mas as condições nas quais os juízos sintéticos a priori podem ser verdadeiros ou falsos, de modo que o problema tratado por Kant não seria ontológico, mas semântico. Loparic afirma ainda que a ciência moderna deixou o quadro ontológico da metafísica aristotélica, na medida em que não mais se destina a estudar os entes como tais, isto é, como uma coisa em si, mas tão somente investigar a resposta da natureza, mediante intervenção técnica no curso dos processos naturais e, portanto não há sequer resquício da metafísica na ciência moderna. Essas objeções apresentam dificuldades na medida em que o autor se utiliza do conceito tradicional de metafísica para tratar da filosofia de Heidegger. Argumenta-se que o sentido de metafísica para Heidegger não se restringe à concepção de metafísica da tradição...