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Repercussão da substituição da infusão venosa de fentanil por metadona enteral sobre o tempo de desmame da ventilação mecânica em pacientes graves internados em unidades de terapia intensiva de adultos; Effect of substitution of intravenous infusion of fentanyl by enteral methadone on the time of weaning from mechanical ventilation in critically ill patients in intensive care units for adults

Wanzuita, Raquel
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/08/2011 PT
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37.85%
INTRODUÇÃO:Pacientes em ventilação mecânica (VM) são freqüentemente submetidos ao uso prolongado e/ou a doses elevadas de opióides, que durante a retirada podem causar abstinência dificultando o desmame da VM. Objetivo: testar a hipótese de que a introdução da metadona enteral na fase de desmame da sedação e analgesia em pacientes adultos graves sob VM diminui o tempo de desmame da VM. MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado, controlado e duplo-cego, realizado entre abril de 2005 e outubro de 2009, em quatro Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de adultos de Joinville, SC. Foram randomizados 75 pacientes que apresentavam critérios para desmame da VM e estavam em uso de fentanil por mais de cinco dias consecutivos ou infusão ³ 5 g/kg/h por 12 horas. Os pacientes foram randomizados em dois grupos: Grupo Metadona (GM) e Grupo Controle (GC). Nas primeiras 24 horas após a inclusão os dois grupos receberam 80% da dose original do fentanil. Ao GM administrou-se metadona via enteral (10 mg cada 6 horas), e ao GC administrou-se placebo via enteral. Após as primeiras 24 horas acrescentou-se infusão intravenosa de solução salina (placebo) no GM, enquanto o GC recebeu infusão de solução intravenosa de fentanil. Em ambos os grupos...

Avaliação da eficácia analgésica inflamatória em cães tratados com metadona ou tramadol e submetidos a oesteotomias corretivas; Evaluation of the analgesic efficacy and inflammatory response in dogs receiving methadone or tramadol and undergoing orthopedic surgery

Cardozo, Larissa Borges
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/06/2013 PT
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37.85%
A dor aguda pós-operatória tem suscitado grande interesse por seu potencial risco de cronicidade caso não seja adequadamente tratada, podendo piorar a recuperação e a qualidade de vida do paciente. Este estudo comparativo foi realizado de maneira prospectiva, aleatória e encoberta para se avaliar os efeitos sedativos, analgésicos e na resposta inflamatória da administração de metadona ou tramadol. Foram incluídos 28 cães com ruptura de ligamento cruzado e submetidos a osteotomias corretivas, distribuídos em três grupos: TRA - 4 mg/kg de tramadol; MET0,5 - 0,5 mg/kg de metadona e MET0,7 - 0,7 mg/kg de metadona, administrados por via intramuscular na medicação pré-anestésica (MPA). A indução da anestesia foi realizada com propofol e os animais foram intubados e mantidos com isofluorano em oxigênio a 100%. Parâmetros fisiológicos (frequências cardíaca, respiratória e pressão arterial) foram avaliados nos dados momentos: TBL (basal), T1 (uma hora após a MPA), T2 (duas horas após, transcirúrgico), T4 (quatro horas após, pós-cirúrgico), T6 (seis horas após) e T24 (24 horas após). Escores de sedação e dor foram avaliados por escalas em TBL, T1, T4, T6 e T24. Coletas de sangue para mensuração de IL-6 foram realizadas em TBL...

Estudo farmacocinético da metadona por via oral em cães

Outeda, Nadia Crosignani
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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38.13%
Esta dissertação teve como objetivo determinar parâmetros farmacocinéticos da metadona utilizada por via oral em diferentes formas farmacêuticas. A metadona foi administrada i.v. e v.o. (líquido e comprimido) (0,5 mg/kg) em cães da raça Cocker Spaniel Inglês. Foi também utilizada metadona comprimido (0,5 mg/kg) associada a cetoconazol (10 mg/kg, duas doses). As concentrações séricas resultantes foram determinadas por LC-MS/MS, empregando-se metodologia validada. Os perfis plasmáticos individuais foram avaliados por abordagem não compartimental e compartimental, utilizando os softwares Excel® 2003 e Scientist® 2.01, respectivamente, para a determinação dos parâmetros farmacocinéticos, que foram comparados estatisticamente pelo teste Wilcoxon Rank-Sum e Kruskal-Wallis (α = 0,05). Os perfis plasmáticos da metadona i.v. foram descritos pelo modelo de dois compartimentos e o da metadona oral, pelo modelo de um compartimento. Após a administração da metadona oral, todos os grupos apresentaram concentrações séricas, com exceção do grupo que utilizou o comprimido de metadona isoladamente. O grupo que utilizou solução de metadona apresentou concentrações significativamente superiores ao grupo que recebeu comprimido de metadona isolado...

Efeitos cardiorrespiratórios e perfil analgésico da metadona, pela via intramuscular e intravenosa, em cadelas submetidas à ovariossalpingohisterectomia

Pereira, Daniele Amaro
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: xxiii, 104 f. : il.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Cirurgia Veterinária - FCAV; A metadona é um opioide pouco utilizado na prática veterinária, sendo que existem ainda, questionamentos quanto ao seu uso. Dessa maneira, objetivou-se comparar o emprego da metadona, administrada por via intramuscular e intravenosa e seus efeitos sobre os parâmetros cardiorrespiratórios e profundidade anestésica em cadelas submetidas à ovariossalpingohisterectomia. Utilizaram-se 16 cadelas (103 kg), pré-medicadas com levomepromazina (0,5 mg/kg, IM). Transcorridos 20 minutos, a indução anestésica foi realizada com propofol (5 mg/kg, IV) e a manutenção com isofluorano. Após 10 minutos, os animais receberam metadona pelas vias IM (GIM) e IV (GIV), na dose de 0,3 mg/kg, diluídos em solução fisiológica (volume total=1ml/5kg). As mensurações das variáveis frequências cardíaca (FC) e respiratória (f), pressões arteriais (PAS, PAD e PAM), eletrocardiografia (ECG), temperatura esofágica (TE), pressão parcial de dióxido de carbono no final da expiração (EtCO2), saturação da oxihemoglobina (SpO2) e índice biespectral (BIS) iniciaram-se antes da administração do opioide (M0), 20 minutos após M0 (M1) e a cada 10 minutos (M2 a M5). As mensurações do cortisol foram obtidas em M0 (antes do opioide)...

Ritmos sociais e volume de atividade social de pessoas em programa de substituição com metadona; Ritmos sociales y volumen de la actividad social de las personas en programa de sustitución con metadona; Social rhythms and volume of social activity of people on methadone substitution program

Macedo, Ermelinda; Silva, Carlos Fernandes da
Fonte: Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental Publicador: Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 POR
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37.92%
CONTEXTO: Os ritmos circadianos no ser humano, para além de serem alinhados ou sincronizados por zeitgebers de natureza física, também são sincronizados por zeitgebers de natureza social. A alteração do zeitgebers expõe a pessoa a grandes possibilidades de adoecer. Diversas opiniões sugerem que pessoas dependentes de substâncias psicoativas ilícitas têm ritmos próprios que não se sincronizam com os ritmos da sociedade, nem com os ritmos biológicos. OBJETIVO: Descrever os ritmos sociais (MRS) e o nível de atividade social (INA) de pessoas em programa de substituição com metadona. METODOLOGIA: Participaram 47 sujeitos com dependência opiácea a frequentar um programa de substituição com metadona. Instrumentos: Métrica dos Ritmos Sociais; Índice de Graffar e Questionário de Dados Sociodemográficos e Clínicos. Todos os procedimentos éticos foram respeitados. Para a análise estatística recorreu-se ao IBM SPSS Statistics, versão 19.0. Foi considerado estatisticamente significativo um valor de p <.05. RESULTADOS: Os separados/divorciados possuíam maior INA, seguidos dos solteiros e casados. Os desempregados possuíam maior lNA que os empregados. Os empregados revelaram valores inferiores de MRS. Os sujeitos com "lhos apresentaram menor INA e MRS. Os sujeitos revelaram regularidade dos ritmos sociais...

Uso da metadona no tratamento da dor neuropática não-oncológica: relato de casos

Juver,Jeane Pereira da Silva; Figueiredo,Nubia Verçosa; Barrucand,Louis; Tostes,Mauricio de Assis
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O relato inclui sete casos de pacientes com dor neuropática crônica não-oncológica que não haviam obtido resultados satisfatórios com os tratamentos clássicos com antidepressivos tricíclicos e anticonvulsivantes. O uso da metadona, opióide sintético, semelhante à morfina, por via oral, é referido como alternativa no tratamento da dor neuropática pela sua ação antagonista não-competitiva sobre os receptores NMDA. Este estudo tem como objetivo avaliar o uso da metadona no tratamento de pacientes portadores de dores crônicas de origem neuropática não-oncológica que não melhoraram com os tratamentos clássicos. RELATO DOS CASOS: São apresentados sete casos nos quais a dose de metadona foi titulada em consultas subseqüentes e as variáveis escore da intensidade álgica segundo a escala de faces, efeitos colaterais e melhora da capacidade funcional foram analisados no 1º, 7º, 14º, 30º e 180º dias após o início do uso da medicação. Houve redução do escore da intensidade álgica e a ocorrência de efeitos colaterais como constipação, sedação, náuseas, cefaléia e insônia. Não foram observados efeitos colaterais do tipo euforia, sudorese, mioclonias, retenção urinária, redução de libido e depressão respiratória. CONCLUSÕES: Os pacientes apresentaram resposta que foi considerada satisfatória ao uso da medicação...

Eficácia do emprego da metadona ou da clonidina no intraoperatório para controle da dor pós-operatória imediata após uso de remifentanil

Simoni,Ricardo Francisco; Cangiani,Luiz Marciano; Pereira,Antônio Márcio Sanfim Arantes; Abreu,Múcio Paranhos; Cangiani,Luis Henrique; Zemi,Guilherme
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 PT
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37.92%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Por suas características farmacocinéticas, o remifentanil não promove efeito analgésico residual no pós-operatório imediato. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia da metadona e da clonidina no controle da dor pós-operatória de intervenções cirúrgicas videolaparoscópicas sob anestesia venosa total com infusão alvo-controlada de remifentanil. MÉTODO: Participaram deste estudo aleatório, duplamente encoberto e placebo-controlado, 126 pacientes com idade entre 18 e 65 anos, ASA PS 1 e 2 de ambos os sexos, que estavam previamente programados para a realização de intervenções cirúrgicas laparoscópicas. Após venopunção, os pacientes receberam por via venosa cetoprofeno e dipirona. A indução e manutenção da anestesia foram realizadas com infusão alvo-controlada de remifentanil e propofol. Antes do início da operação, os pacientes recebiam por via venosa a solução contendo metadona 0,1 mg.kg-1 (grupo metadona), clonidina 2,0 ¼g.kg-1 (grupo clonidina) ou solução fisiológica a 0,9% (grupo placebo). Na sala de recuperação pós-anestésica, a dor pós-operatória foi avaliada através da escala numérica verbal (ENV). Foi considerado paciente sem dor quando a ENV < 2 e paciente com dor quando > 3. RESULTADOS: A incidência de dor no grupo metadona foi significativamente menor em relação ao grupo clonidina e grupo placebo (11...

Metadona e morfina na indução da anestesia em cirurgia cardíaca: repercussão na analgesia pós-operatória e prevalência de náuseas e vômitos

Udelsmann,Artur; Maciel,Fernanda Gardini; Servian,Derli Conceição Munhoz; Reis,Eder; Azevedo,Teresinha Maria de; Melo,Marcos De Simone
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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37.97%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor é fator agravante da morbimortalidade pós-operatória, principalmente nas intervenções de grande porte. Métodos para combatê-la eficazmente esbarram em custo elevado e por isso não são acessíveis em todos os serviços. A opção seria a utilização de um opioide com meia-vida longa como a metadona. O objetivo deste trabalho foi comparar a demanda de analgesia pós-operatória em pacientes que receberam, na indução de anestesia, metadona ou morfina, ou ainda placebo, além da prevalência de náuseas e vômitos no pós-operatório. MÉTODO: 55 pacientes programados para cirurgia cardíaca foram divididos em três grupos que receberam, na indução da anestesia, 20 mg de metadona, ou 20 mg de morfina, ou ainda placebo. Ao término, eram encaminhados à UTI, onde foram avaliados os seguintes fatores: duração da anestesia, tempo até a extubação, tempo até a necessidade do primeiro analgésico, número de doses necessárias em 24 horas, avaliação da analgesia pelo paciente e prevalência de náuseas/vômitos. RESULTADOS: Não houve diferença na duração da anestesia e no prazo até a extubação. A primeira dose de analgésico naqueles que receberam metadona foi administrada mais tarde que nos outros dois grupos. A necessidade de analgésicos no grupo metadona foi menor...

Efeitos cardiorrespiratórios da metadona, pelas vias intramuscular e intravenosa, em cadelas submetidas à ovariossalpingo-histerectomia

Pereira,D.A.; Marques,J.A.; Borges,P.A.; Batista,P.A.C.S.; Oliveira,C.A.; Nunes,N.; Lopes,P.C.F.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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37.85%
A metadona é um opioide pouco utilizado na medicina veterinária, e há, ainda, questionamentos quanto ao seu uso. Desse modo, comparou-se o emprego da metadona, administrada pelas vias IM e IV, e avaliaram-se seus efeitos sobre as características cardiorrespiratórias e os tempos de extubação e recuperação em cadelas submetidas à ovariossalpingo-histerectomia. Utilizaram-se 16 cadelas, pré-medicadas com levomepromazina, 0.6mg/kg, IM. Após 20 minutos, a indução anestésica foi feita com propofol, 5mg/kg, IV, e a manutenção com isoflurano. Transcorridos 10 minutos, os animais receberam metadona, 0.3mg/kg, pelas vias IM - grupo GIM - e IV - grupo GIV. As mensurações das frequências cardíaca (FC) e respiratória (FR), pressão arterial média (PAM), temperatura esofágica (TE), pressão parcial de dióxido de carbono (EtCO2) e saturação de oxi-hemoglobina (SpO2) foram registradas antes da administração do opioide (T0), após 20 minutos (T1) e a cada 10 minutos da administração até 60 minutos (T2 a T5). Usou-se a análise de perfil (5%). Com relação à FC, PAM, FR, EtCO2, TE e SpO2, não foram observadas diferenças significativas entre grupos e momentos. Observaram-se tempos de extubação e recuperação maiores no GIV. É possível concluir que a administração IV e a IM da metadona não produzem alterações nas características cardiorrespiratórias em cadelas.

Avaliação da analgesia pós-operatória da metadona, da cetamina ou da sua associação em gatas submetidas a ovariossalpingo-histerectomia

Padilha,V.S.; Tocheto,R.; Beier,S. L.; Volpato,J.; Oleskovicz,N.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2015 PT
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37.85%
A prevenção e o controle da dor são componentes básicos para um procedimento anestésico adequado. Objetivou-se com este estudo avaliar a analgesia pós-operatória da cetamina, em dose subanestésica, da metadona e da associação de ambas pela via intramuscular em felinos. Foram utilizadas 24 gatas, hígidas, submetidas à ovariossalpingo-histerectomia eletiva. No dia anterior ao início do estudo, os animais foram anestesiados para colocação de cateter na veia jugular, para posterior coleta de sangue para mensuração da concentração sérica do cortisol. No dia do experimento, os animais foram alocados aleatoriamente em três grupos (n=oito), os quais receberam cetamina (GC), na dose de 0,5mg/kg; ou metadona (GM), na dose de 0,3mg/kg; ou cetamina e metadona (GCM), nas doses de 0,5mg/kg e 0,3mg/kg, respectivamente, todos pela via intramuscular. Todos os grupos receberam os fármacos 20 minutos antes da indução anestésica, a qual foi realizada com propofol, e a manutenção com isoflurano. Os parâmetros avaliados foram a mensuração do cortisol nos momentos M0 (basal - antes da cirurgia), M1(transoperatório)...

Tratamiento concomitante de litio y metadona en un paciente bipolar: a propósito de un caso

Roncero Alonso, Carlos; López Ortiz, Cristina; Barral, Carmen; Sáez Francàs, Naia; Rovira, Marc; Casas, Miquel
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2009 SPA
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37.85%
La patología dual requiere aproximaciones terapéuticas complejas para adecuar el tratamiento a la doble naturaleza del problema. Es importante conocer los efectos e interacciones medicamentosas que puedan acontecer para evaluar la sintomatología que refiere el paciente. Dados los escasos datos sobre los efectos del tratamiento con litio y metadona, el objetivo de la exposición de este caso clínico es explicar las interacciones producidas entre metadona y carbonato de litio, en una paciente tratada con ambos fármacos, afecta de pluripatología médica y con dependencia de opiáceos y trastorno bipolar. Se exponen los diferentes efectos adversos más frecuentes de cada fármaco. Se describe de forma retrospectiva y prospectiva el manejo del tratamiento y las interacciones entre estos dos fármacos mediante la revisión de la historia clínica de la paciente y se detalla la correspondencia temporal entre las dosis de cada uno de ellos y la evolución. Tras un año de seguimiento, la paciente no ha sufrido interacciones en el tratamiento concomitante de litio y metadona. El tratamiento en pacientes bipolares duales es complejo y debe ser realizado por equipos expertos; Dual diagnosis requires complex therapeutic approaches to adapt treatment to the dual nature of the problem. It is important to understand the drug effects and the drug interactions that may be observed during the integral treatment of these pathologies. Given the scarcity of data on the effects of lithium and methadone treatment...

Sedative and cardiorespiratory effects of methadone, alone or in combination with acepromazine or xylazine, in cats; Efeitos sedativo e cardiorrespiratório da administração da metadona, isoladamente ou em associação à acepromazina ou xilazina, em gatos

Monteiro, Eduardo Raposo; Picoli, Fabricia Mateus; Queiroz, Marisa Guizeline de Oliveira; Campagnol, Daniela; Quitzan, Juliany Gomes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2008 POR
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38.05%
Seis felinos com peso médio de 3,3±0,3 kg foram aleatoriamente submetidos a 6 tratamentos, com intervalo mínimo de 1 semana. Os animais receberam a administração intramuscular de solução fisiológica (controle), metadona (0,3 mg/kg), acepromazina (0,1 mg/kg), xilazina (1,0 mg/kg), acepromazina (0,05 mg/kg) + metadona (0,3 mg/kg) ou xilazina (0,5 mg/kg) + metadona (0,3 mg/kg). As freqüências cardíaca (FC) e respiratória (FR), a pressão arterial sistólica (PAS), a temperatura retal, o grau de sedação e o reflexo interdigital foram avaliados antes (basal) e após a administração dos tratamentos em intervalos específicos por 90 minutos. Nos animais tratados com xilazina ou xilazina/metadona, houve diminuição em FR, FC e na temperatura retal. Nos mesmos tratamentos, 1/6 e 2/6 animais não apresentaram reflexo interdigital em pelo menos um dos momentos avaliados. Nos animais que receberam a administração de 0,1 mg/kg de acepromazina, houve diminuição em PAS. Os escores de sedação foram mais elevados nos animais que receberam a administração de xilazina ou xilazina associada à metadona. A administração da metadona isolada ou associada à acepromazina resultou em sedação considerada insatisfatória e sinais de excitação em alguns animais. O uso da metadona isolado ou em associação à acepromazina foi considerado ineficaz quando se objetiva sedação moderada à intensa. A associação da metadona à xilazina produz sedação moderada à intensa...

Evaluación del programa de mantenimiento con metadona del Hospital Mental de Risaralda

Isaza,Carlos; Henao,Julieta; Velez,Juan; Rodríguez,Miguel A; Sierra,Juan; Beltrán,Leonardo; Sepúlveda,Ana
Fonte: Revista Colombiana de Psiquiatría Publicador: Revista Colombiana de Psiquiatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 ES
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38.17%
Introducción: La atención psicosocial y el tratamiento de mantenimiento con metadona (TMM) son las estrategias preferidas para el manejo de adictos a heroína, pero los resultados siguen siendo insatisfactorios, lo que justifica la búsqueda e intervención sobre los factores que influyen en la respuesta al tratamiento. Métodos: Con el propósito de determinar la contribución de una serie de variables demográficas, clínicas y genéticas en las concentraciones séricas y la respuesta a la metadona, estudiamos a pacientes del TMM que estuvieran recibiendo metadona con supervisión y sin cambios en las dosis por lo menos durante las últimas 2 semanas. Se les registró edad, sexo, índice de masa corporal (IMC), tiempo de abuso de heroína, adicción a otras drogas, antecedentes delictivos, dosis diaria actual de metadona, tiempo de permanencia en el TMM, comorbilidad y comedicación. Se les tomaron muestras de sangre para determinar concentraciones séricas de metadona racémica y sus enantiómeros R-y S-, y para la tipificación de alelos candidatos de los genes POR, CYP2B6, ABCB1, GRIN1, OPRM1, SLC6A3, DßH y ARRB2, todos ellos asociados con el metabolismo, la distribución tisular y el mecanismo de acción de la metadona. La cuantificación de metadona se hizo mediante HPLC-DAD y la detección de los marcadores genéticos por los métodos de PCR en tiempo real y VNTR. Resultados: Se incluyó a 80 personas de 23...

Análisis de costes del programa de metadona en la Comunidad Autónoma de La Rioja

Pozo Iribarría,Juan Del; Soldevilla Iñiguez,David; Murga García,José Andrés; Antoñanzas Villar,Fernando
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2012 SPA
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37.85%
Fundamento: Los programas de dispensación de metadona se han organizado en cada Comunidad Autónoma de una forma específica, desconociéndose sus costes derivados a pesar del interés que puede conllevar una gestión más eficiente. Nuestro estudio tiene por objetivo calcular los costes del programa de metadona en la Comunidad Autónoma de La Rioja. Métodos: El estudio se realizó en 2010. Los datos fueron recogidos a partir de los registros existentes en diferentes instituciones sanitarias, según las diferentes fases del programa. Los costes se clasificaron en función de las diferentes etapas y de los diferentes centros de dispensación. Resultados: El análisis de los datos muestra un coste total anual aproximado de 165.759 € para una concentración de 2 mg/ml de metadona, que significa un coste anual de 412,34 € por paciente. Conclusiones: La fase de dispensación de la metadona es la que mayor coste supone, el centro cuyos pacientes en términos relativos cuestan más al programa es el que cuenta con menor número de pacientes atendidos, debido a los costes fijos que han de repartirse entre menos personas, si bien el centro de Logroño tiene el mayor coste total por atender al mayor número de personas pero su coste medio por paciente es menor.

Revisión de la evidencia científica sobre las alternativas a la metadona en el tratamiento psicofarmacológico de la dependencia a opiáceos

Iruín,Álvaro; Aizpurua,Íñigo; Ruiz de Apodaka,Joseba; Zapiraín,Edurne; Aizpuru,Antón
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2001 SPA
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37.92%
Fundamento: El establecimiento de los programas de mantenimiento con metadona supuso un auténtico hito en el tratamiento de aquellos pacientes dependientes a opiáceos que habían fracasado con las diferentes alternativas terapéuticas existentes en su momento. En este trabajo se hace una revisión de la evidencia científica sobre las ventajas e inconvenientes de las diferentes alternativas farmacológicas de sustitución a la metadona en personas dependientes de opiáceos. Para identificar los ensayos clínicos realizados se llevaron a cabo búsquedas en Medline (1966-1999), el sistema IDIS (Iowa Drug Information System)(1985-1999) y la base de datos de ensayos clínicos de la Cochrane Library 1999 (3er trimestre). Selección y síntesis de la literatura. De la revisión realizada se concluye que metadona es el fármaco de elección en el tratamiento sustitutivo de pacientes dependientes a opiáceos. LAAM aparece como una alternativa a la metadona en pacientes estables que no requieran un seguimiento estrecho, si bien desde marzo de 2001 ha sido suspendida la autorización de comercialización por recomendación del Comité Científico de la Agencia Europea de Evaluación de Medicamentos. Buprenorfina puede ser una alternativa a la metadona...

Características de la intoxicación por metadona: a propósito de un caso de homicidio

Garamendi,P.M.; Segura-Abad,L.J.; López-Alcaraz,M.; Rodríguez,J.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2009 SPA
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37.97%
En nuestro medio el uso de la metadona se halla restringido al entorno hospitalario y en el ámbito extrahospitalario en pacientes afectos de dolor crónico y sujetos afectos de trastorno por dependencia de opiáceos en el curso de terapias de sustitución. En ambos casos, el control sanitario ha de ser estricto. A pesar de ello, los casos de intoxicación por metadona no son extraños y del mismo modo la muerte por reacción adversa a esta sustancia no es desconocida en los servicios de patología forense. Se presenta un caso en el que las circunstancias del hecho sugieren que el origen de una muerte por metadona fue de tipo homicida. El fallecido, que no era consumidor habitual de metadona, presentaba signos clínicos antemortem y hallazgos de autopsia compatibles con una muerte por intoxicación por opiáceos con resultados analíticos positivos a metadona (concentración en sangre de 0,75 mg/L) en ausencia de otros opiáceos. Se acompaña una revisión bibliográfica sobre las características generales de la intoxicación por metadona y en la misma se hace hincapié en lo excepcional de la forma homicida en las diversas series analizadas.

Rotación de morfina a metadona en domicilio: Descripción de 4 Casos

Mejía,G.E.; Infante,G.; Delgado,E.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2007 SPA
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37.97%
Introducción: La metadona es un opioide eficaz para el control del dolor por cáncer, posee características que lo hacen indispensable en la terapia opioide como su potencia, vida media larga, efecto NMDA, bajo costo, aunque es un fármaco de segunda línea en el manejo del dolor oncológico debido a su larga e imprevisible vida media, situación que la hace susceptible de acumulación en dosis repetidas, por tal motivo su rotación se realiza en el medio hospitalario. Describimos cuatro casos en los que se roto de morfina a metadona en el domicilio. Presentación de Casos: Describimos la rotación de morfina a metadona en cuatro pacientes oncológicos que presentaban dolor por actividad tumoral y en los cuales se llevo a cabo la rotación debido a que presentaban efectos adversos intensos. Dicha rotación se llevo a cabo en el domicilio del paciente previo consentimiento informado del paciente y familiares y dando capacitación a los familiares para detectar efectos adversos graves como somnolencia, bradipnea además de un seguimiento estrecho, en todos los pacientes la rotación fue exitosa y no se presentaron efectos adversos graves. Discusión: En todos los pacientes se logro realizar la rotación de morfina a metadona con un adecuado control el dolor y de los efectos adversos...

Evaluación del uso de metadona en el tratamiento del dolor neuropático

Cardona Aristizabal,E.Y.; Kassian Rank,A.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/07/2009 SPA
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Introducción: El dolor neuropático resulta de una lesión o disfunción del sistema nervioso. Su tratamiento es básicamente farmacológico e incluye el uso de antidepresivos y anticonvulsivantes, entre otros. Existe controversia en relación con la utilidad de los opioides en el manejo del dolor neuropático. La metadona es un opioide agonista mu, que además actúa bloqueando la recaptación de norepinefrina y serotonina en el asta dorsal, y es un antagonista del receptor de N-metil-D-Aspartato (NMDA). Objetivo: Valorar la respuesta analgésica obtenida en pacientes con dolor neuropático no oncológico tratados con metadona. Material y métodos: Se realizó un estudio retrospectivo, transversal. Se revisaron expedientes clínicos y se realizó una entrevista directa a los pacientes con dolor neuropático en tratamiento con metadona, durante el período comprendido entre el 1 de enero y 31 de julio de 2006, para valorar mejoría en la intensidad del dolor, la dosis del fármaco y los efectos adversos. Resultados: Se incluyó a 31 pacientes con dolor neuropático en tratamiento con metadona. La dosis diaria varió entre 2,5 y 60 mg (moda 10 mg/día). La intensidad del dolor medida por escala analógica visual fue de 8,7 ± 1...

Rotación a metadona para el dolor por cáncer: estudio prospectivo

Papa de la Rosa,Patricia
Fonte: Anestesia Analgesia Reanimación Publicador: Anestesia Analgesia Reanimación
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 ES
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RESUMEN El objetivo de este estudio fue evaluar los beneficios de la rotación de morfina a metadona oral en pacientes con poca respuesta analgésica o efectos adversos derivados de la morfina. Diecisiete pacientes con cáncer avanzado que recibían morfina por dolor no controlado o efectos adversos severos fueron rotados a metadona cada ocho o doce horas, según un esquema de rotación rápida utilizando diferentes dosis ratios. La intensidad del dolor y efectos adversos fueron evaluados diariamente y comparados antes y después del cambio. Se documentó la dosis de morfina prerrotación, la dosis media inicial de metadona, dosis al séptimo día así como la dosis media final. Antes de la rotación la dosis media equivalente de morfina oral fue 118.71 mg/día, luego de la misma la dosis media inicial de metadona fue de 17.94 mg/día, al séptimo día fue 27.06 mg/día y la dosis media final de metadona fue 34.12 mg/día. Los motivos de la rotación fueron: dolor no controlado, efectos adversos limitantes o la suma de ambos. Se encontraron mejorías significativas en la analgesia (p<0.05) así como alivio sintomático relevante en los efectos adversos. Se registraron efectos colaterales debidos a la utilización de metadona en ocho pacientes que revirtieron con el tratamiento sintomático. La metadona demostró ser una opción terapéutica válida para el grupo de pacientes estudiados. Se recomienda precaución en la rotación a metadona en pacientes tolerantes a altas dosis de opioides.

Revisión de la evidencia científica sobre las alternativas a la metadona en el tratamiento psicofarmacológico de la dependencia a opiáceos

Iruín,Álvaro; Aizpurua,Íñigo; Ruiz de Apodaka,Joseba; Zapiraín,Edurne; Aizpuru,Antón
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 ES
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Fundamento: El establecimiento de los programas de mantenimiento con metadona supuso un auténtico hito en el tratamiento de aquellos pacientes dependientes a opiáceos que habían fracasado con las diferentes alternativas terapéuticas existentes en su momento. En este trabajo se hace una revisión de la evidencia científica sobre las ventajas e inconvenientes de las diferentes alternativas farmacológicas de sustitución a la metadona en personas dependientes de opiáceos. Para identificar los ensayos clínicos realizados se llevaron a cabo búsquedas en Medline (1966-1999), el sistema IDIS (Iowa Drug Information System)(1985-1999) y la base de datos de ensayos clínicos de la Cochrane Library 1999 (3er trimestre). Selección y síntesis de la literatura. De la revisión realizada se concluye que metadona es el fármaco de elección en el tratamiento sustitutivo de pacientes dependientes a opiáceos. LAAM aparece como una alternativa a la metadona en pacientes estables que no requieran un seguimiento estrecho, si bien desde marzo de 2001 ha sido suspendida la autorización de comercialización por recomendación del Comité Científico de la Agencia Europea de Evaluación de Medicamentos. Buprenorfina puede ser una alternativa a la metadona...