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Deixar de ser mulher: conhecimento e significado cultural da menopausa; Leaving womanhood behind: knowledge and experience of menopause

Costa, Gabriela Maria Cavalcanti
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2007 PT
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37.52%
O objetivo deste estudo foi compreender o conhecimento e a vivência da menopausa para um grupo de mulheres. Buscamos nos referenciais teórico-metodológicos da Antropologia médica, e do método etnográfico, as bases para o estudo do evento. Os métodos utilizados para a coleta de dados com 12 colaboradoras que vivenciam a menopausa foram a observação participante, a entrevista semi-estruturada e o desenho de como elas visualizavam o corpo internamente, dentro de uma silhueta feminina, previamente reproduzida. Para aquelas que não entendiam essa formulação da proposta, foi solicitado que desenhassem aquilo que está envolvido com a menstruação e a menopausa. O objetivo foi o de complementar as entrevistas; motivar as mulheres a falarem a respeito da menopausa, verificar o quanto a representação que elas têm do corpo influencia, de fato, o significados que possuem sobre a menopausa e, por fim, favorecer a interpretação compartilhada à medida que, ao desenharem, comentavam sobre seus desenhos. Os dados foram apresentados na forma de narrativa e analisados à luz da teoria abordada. Nas narrativas, identificamos categorias que foram integradas em três temas: corpo, menstruação e menopausa. Dessas categorias, emergiram seis temas culturais: a menstruação caracteriza a mulher e define seu papel; o corpo emite os sinais; o poder de Deus determina as funções do corpo; a menopausa como evento natural do corpo e a menopausa e o deixar de ser mulher. Uma vez construídas as subcategorias / categorias / temas passou-se a analisar a natureza da experiência comum entre as mulheres. Dessa forma...

Avaliação do efeito da isoflavona sobre o epitélio cérvico-vaginal e sintomas da menopausa; Evaluation of the effect of isoflavona on the cervico-vaginal epithelium and symptoms of Menopause

Rodrigues, Edna Talarico
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/01/2007 PT
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37.42%
A menopausa é conseqüência da falência ovariana, caracterizada pela queda na produção de estrógenos, podendo causar na mulher vários sintomas e condições patológicas como vaginite atrófica, osteoporose e doençsa cardiovasculares. A terapia estroprogestiva é largamente prescrita na pós-menopausa, no entanto existem freqüentes efeitos colaterais e contra-indicações, inclusive possibilidade de aumento do câncer de mama. Devido a toda esta polêmica as terapias alternativas para combaterem os sintomas da menopausa estão largamente sendo exploradas, neste contexto cita-se os fitohormônios. A isoflavona é um deles obtido de várias plantas e mais usualmente da soja, que possui na sua molécula uma estrutura fenólica que se liga aos receptores de estrogênio e exerce um efeito estrogênico. Neste estudo enfocando a isoflavona, extraída da soja Glycine max, para o tratamento dos sintomas da menopausa, avaliou-se o efeito desse composto sobre a maturação do epitélio cérvico-vaginal e microbiota vaginal. Para isto propô-se um estudo randomizado, duplo cego, placebo controlado do qual participaram 49 voluntárias. Um grupo de 23 mulheres recebeu 1 cápsula/dia de 40 mg de caseína de leite, constituindo o grupo placebo e o outro grupo de 26 mulheres tratadas com 1 cápsula/dia de 40 mg de isoflavona. Amostras de urina e secreção vaginal para colpocitograma...

Prevalência da aterosclerose subclínica em mulheres na pós-menopausa com risco cardiovascular baixo e intermediário estimado pelo escore de Framingham; Prevalence of subclinical atherosclerosis in postmenopausal women with low and intermediate cardiovascular risk estimated by Framingham score

Petisco, Ana Cláudia Gomes Pereira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/2014 PT
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37.42%
As doenças cardiovasculares permanecem como principal causa de mortalidade entre mulheres de vários países, entre eles, o Brasil. A doença arterial coronária ocorre duas a três vezes mais nas mulheres na pós-menopausa que na pré-menopausa, fato possivelmente explicado pela proteção estrogênica. A estratificação de risco pelos escores tradicionais, como o de Framingham, muitas vezes, apresenta-se falha, havendo constante busca por métodos auxiliares (clínicos, laboratoriais ou de imagem) que ajudem na identificação precoce das mulheres mais predispostas a apresentar um evento cardiovascular. O objetivo principal deste estudo foi determinar a prevalência da aterosclerose subclínica em mulheres na pós-menopausa com risco baixo e intermediário pelo escore de risco de Framingham (ERF), avaliando, nas artérias coronárias, o escore de cálcio, na aorta, a presença de calcificação e, nas artérias carótidas, a espessura mediointimal (EMI), a presença de placas ateroscleróticas e a rigidez arterial pela velocidade de onda de pulso (VOP). Os objetivos secundários foram: 1. Avaliar a EMI e presença de placas na artéria subclávia direita, identificando sua correlação com dados clínicos e laboratoriais; e 2. Avaliar associação entre a expressão do mRNA dos genes TNFA...

Efeitos do estradiol 17beta oral baixa dose e drospirenona ou não oral associado à progesterona sobre variáveis relacionadas com função endotelial, inflamação e perfil metabólico em pacientes pós-menopausa recente

Casanova, Gislaine Krolow
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.42%
A relação entre risco cardiovascular e terapia hormonal na pós-menopausa é controversa. Ainda que o estrogênio endógeno possa estar associado ao menor risco cardiovascular observado em mulheres na pré-menopausa em relação às pós-menopáusicas, grandes ensaios clínicos, como o WHI, falharam em demonstrar efeito benéfico da terapia hormonal. Estes resultados podem ter sido influenciados por uma série de fatores, sendo os mais importantes: idade média das pacientes e tempo de menopausa superiores às candidatas usuais de terapia hormonal, tipo e dose dos hormônios utilizados. Desenvolvemos ensaio clínico randomizado, cross-over, com objetivo de avaliar os efeitos de dois tipos de tratamento hormonal na menopausa: tratamento oral baixa dose, associação de estradiol 17 β nasal 300 μcg e drospirenona 2 mg, diário e tratamento nâo oral, estradiol 17 β nasal diário e progesterona micronizada vaginal, 200 mg, 14 dias por mês , sobre variáveis relacionadas com inflamação e função endotelial, perfil antropométrico, metabólico e hormonal em mulheres na pós-menopausa recente e sem doença clínica evidente. Quarenta mulheres na pós-menopausa foram alocadas aleatoriamente para iniciar o tratamento hormonal por um dos dois grupos de tratamento: via oral baixa dose (n=20): ou via não oral (n=20). Ao final dos primeiros 2 meses do estudo...

Tradução, adaptação cultural e validação da versão em português brasileiro da Escala Cervantes de qualidade de vida relacionada com a saúde da mulher durante a perimenopausa e na pós-menopausa

Lima, José Emilio Mendes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.49%
INTRODUÇÃO: A avaliação da Qualidade de Vida (QV) tem sido cada vez mais reconhecida e utilizada na área da saúde nos últimos anos. Existem inúmeras e complementares definições de QV, o Grupo de Estudo da Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde (OMS) (WHOQOL Group, 1994) definiu como "a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações", portanto, um conceito multidimensional. Foram desenvolvidos instrumentos de medida de QV, genéricos e específicos, estes últimos com a finalidade de avaliar grupos com determinados diagnósticos ou amostras específicas de pessoas; em nosso estudo, mulheres no climatério, que é um período em que ocorrem muitas mudanças biológicas, físicas, psicológicas e sociais na vida das mulheres. OBJETIVO: Traduzir, adaptar culturalmente e validar para o português brasileiro (PB) a Escala Cervantes (EC), instrumento de avaliação da qualidade de vida relacionada com a saúde da mulher durante a perimenopausa e na pós-menopausa, desenvolvida e validada na Espanha. MATERIAL E MÉTODOS: Estudo transversal, com seleção consecutiva composto por 180 mulheres entre 45 a 64 anos que compareceram à 3 ambulatórios da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo (UPF) e a 1 clínica privada desta cidade. Exclui-se mulheres analfabetas ou com déficit visual importante por ser um questionário tipo auto-administrado e também as portadoras de doenças graves e/ou descompensadas clinicamente e usuárias de antidepressivos. A tradução e a adaptação cultural da EC para o PB foi realizada por metodologia proposta pela OMS. Foram coletadas as características sociodemográficas...

Impacto da terapia hormonal com baixa dose oral ou não oral sobre fatores de risco cardiovascular na menopausa

Casanova, Gislaine Krolow
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.42%
Durante a transição menopausal e a pós-menopausa cerca de 75% das mulheres apresentam sintomas de hipoestrogenismo, tais como fogachos. O emprego de terapia hormonal (TH) para alívio dos sintomas da menopausa está bem estabelecido, mas seus efeitos cardiovasculares (CV) permanecem controversos. Dados de estudos recentes indicam a presença de duas populações distintas quanto aos efeitos CV da TH. Essa diferenciação estaria relacionada principalmente com a idade e o tempo de pós-menopausa. Evidências sugerem também que a presença de fatores de risco cardiovascular antes do início do TH, ou de uma associação de fatores de risco, podem ser determinantes dos efeitos CV do TH. Dose de medicação, via de administração e o tipo de progestogênio utilizado em associação com estrogênio para TH também vem sendo estudados como possíveis fatores relacionados ao impacto CV do TH. O presente trabalho é composto por: 1) Ensaio clínico randomizado, comparando os efeitos da via oral baixa dose e via não oral sobre variáveis relacionadas com risco CV em uma população de mulheres saudáveis na pósmenopausa recente; 2) Ensaio clínico randomizado, onde foram avaliados os efeitos da adição de progesterona natural micronizada ao estrogênio não oral durante TH em mulheres na pós-menopausa recente; e 3) Revisão sistemática e meta-análise...

Fatores de risco para osteoporose em mulheres na pós-menopausa do sudeste brasileiro

Buttros, Davi de Araújo Brito; Nahas-Neto, Jorge; Nahas, Eliana Aguiar Petri; Cangussu, Luciana Mendes; Barral, Ana Beatriz Cesar Rodrigues; Kawakami, Márcia Suemy
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 295-302
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37.42%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); OBJETIVO: Avaliar a densidade mineral óssea (DMO) e os fatores de risco associados à osteoporose na pós-menopausa. MÉTODOS: Estudo clínico transversal com 431 mulheres (idade 40 - 75 anos). Foram incluídas mulheres com: amenorréia >12 meses e idade >45 anos ou, ooforectomia bilateral >40 anos, com DMO (escore T de coluna lombar/colo de fêmur) pelo DEXA dos últimos 12 meses. Fatores de risco avaliados: idade, idade e tempo de menopausa, tabagismo, atividade física (30 min/5 vezes/ semana), artrite reumatoide (AR), uso de corticoterapia e de terapia hormonal (TH), fratura prévia, fratura materna de quadril e índice de massa corpórea (IMC=peso/altura²). Foram empregodos teste do χ² e método de regressão logística no risco (Odds Ratio - OR) para osteoporose. RESULTADOS: Pelos critérios da Organização Mundial da Saúde, 106 (24,6%) mulheres apresentavam osteoporose (escore T <-2,5DP), 188 (43,6%) osteopenia (-1,0/-2,4DP) e 137 (31,8%) eram normais (>-1,0DP). Foi detectada osteoporose em 12% das mulheres com idade entre 40 e 49anos, em 21,8% no grupo de 50 a 59 anos e 45,7% nas mulheres com idade >60anos (p<0,001). Osteoporose ocorreu em 11,8% com tempo de menopausa <5 anos...

Prevalencia e fatores associados a polipos endometriais pre-malignos e malignos em mulheres na pre e pos-menopausa

Armando Antunes Junior
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2006 PT
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37.47%
Os pólipos endometriais são achados freqüentes em mulheres na pós-menopausa e têm sido associados a lesões precursoras e neoplasia endometrial. Entretanto seu potencial de malignidade ainda está pouco esclarecido. Devido à alta prevalência dos pólipos uterinos na pós-menopausa e possível potencial de malignidade, torna-se importante a sua detecção e remoção. Objetivo: Avaliar a prevalência de lesões precursoras e malignas endometriais e associação com estado menopausal, uso de terapia hormonal e características clinicas em mulheres na pré e pós-menopausa submetidas à ressecção histeroscópica de pólipos endometriais. Sujeitos e métodos: Realizou-se um estudo de corte transversal através da identificação em base de dados de cirurgias histeroscópicas onde foram selecionadas as mulheres na pré e pós-menopausa submetidas à ressecção histeroscópica de pólipos endometriais no CAISM/Unicamp, no período de janeiro de 1998 a dezembro de 2005. Foram incluídas 475 mulheres com idade acima de 40 anos que apresentassem diagnóstico histológico do pólipo endometrial ressecado. Foram avaliadas as características clínicas como presença de hipertensão arterial, diabetes, obesidade, uso de terapia hormonal...

Desafios da menopausa : vivências de mulheres participantes de oficinas

Fernandes, Ana Paula Soares
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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37.42%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, 2010.; O estudo teve como objetivo investigar os desafios da menopausa, na perspectiva de mulheres na meia-idade, por meio de uma metodologia de atendimento breve e focal, denominada Oficina. Com base em revisão teórica acerca da meia-idade, menopausa, gênero, trabalhos grupais e epistemologia qualitativa, elaborou-se a metodologia das Oficinas. Ao todo, participaram sete mulheres em idade entre 45 e 59 anos. A análise de conteúdo temático dos encontros permitiu identificar os seguintes desafios que as mulheres enfrentam na menopausa: sexualidade, transformações físicas, diminuição do ritmo de vida, aposentadoria, envelhecimento e sentimento de solidão. O sentido subjetivo das mudanças que ocorrem na mulher na menopausa pode estar relacionado às expectativas do envelhecimento, à auto-percepção e à cultura. Os desafios apontados estão ligados à auto-imagem, à auto-estima, ao valor social da mulher idosa, e à relação com o corpo. As mudanças vividas atingem a identidade, o ser mulher, e a condição feminina, pois também são reflexo do conflito entre o corpo vivido e o corpo físico. Perceberam-se os efeitos positivos das Oficinas pela expressão dos sujeitos do estudo e na mobilização para mudanças. Concluiu-se que o envelhecimento é um dos aspectos que mais influenciam a vivência da menopausa. Sugere-se futuros estudos que desenvolvam instrumentos de avaliação de Oficinas como intervenção bem como pesquisas com companheiros de mulheres na menopausa. Neste sentido...

Problemas alimentares, exercício físico e bem-estar psicológico : um estudo com mulheres na menopausa

Silva, Elsa Marina da Costa e Silva
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2012 POR
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37.42%
Dissertação de mestrado integrado em Psicologia (área de especialização de Psicologia Clínica); A menopausa é uma fase de desenvolvimento da mulher que gera várias mudanças na sua vida, como alterações na alimentação, no peso, na sua imagem corporal e na sua qualidade de vida. Este trabalho tem por objetivo analisar as mulheres com peso normal e mulheres com excesso de peso/obesidade ao nível dos problemas alimentares, da prática de exercício físico e ao nível do bem-estar psicológico. O trabalho encontra-se dividido em duas partes: numa primeira parte aborda o estado atual dos conhecimentos e da investigação nesta temática e numa segunda parte são apresentados os resultados e a sua discussão relativamente a este estudo. Quanto ao estudo realizado, a amostra foi constituída por 294 mulheres na menopausa que se encontravam a frequentar uma Unidade Saúde Familiar da região Norte do país. Destas mulheres 225 tinham excesso de peso/obesidade e 68 tinham peso normal. Foram utilizados seis instrumentos: Questionário Demográfico, Questionário da Alimentação (EDE-Q), Avaliação do Estado físico e Desportivo (AEFD), Avaliação do Comportamento de Exercício Físico (ACEF), Questionário da Qualidade de Vida na Menopausa (QQVM) e a Escala de Satisfação com a Vida (ESV). Os principais resultados demonstraram que 62.9% das mulheres com excesso de peso/obesidade aumentaram de peso com a entrada na menopausa...

Qualidade de vida sexual na menopausa

Baltazar, Carla Alexandra Ferrão
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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37.42%
A Qualidade de Vida Sexual é um termo habitualmente usado, para abranger aspectos relacionados com a ausência ou presença de problemas sexuais, satisfação e bem-estar sexual, sendo esta bastante subjectiva. Neste sentido, é fundamental rememorar que a presença de problemas sexuais não é, de todo sinónimo de má qualidade de vida sexual. Na verdade, a sexualidade na menopausa inclui, igualmente, sexo, relaxamento, comunicação e intimidade partilhada entre o casal, como em qualquer outra etapa da vida. Deste modo, A vida sexual existe e persiste “viva”, até alcançar níveis de idade mais avançados. Aqui, o que se altera é somente a frequência dos desejos e a actividade sexual. Sendo assim, a Menopausa amá-la ou detestá-la? Esta afecta todas as mulheres em todo o mundo, apesar das atitudes em relação à menopausa variarem entre dissemelhantes culturas, em algumas a menopausa tem uma conotação negativa, ou seja, marca o fim da fertilidade e o início de uma condição debilitante, quando comparada com as jovens, férteis, mulheres bonitas. Todavia, noutras culturas a menopausa é celebrada como o fim das impurezas mensais e delimitações de tabus, com início de uma era de maturidade, sabedoria e liberdade. Relativamente ao tema central da investigação e...

Prevalência de isquemia miocárdica na cintilografia em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa

Santos,Daniel Augusto Message dos; Navarro,Wendy Yasdin Sierraalta; Alexandre,Leonardo Machado; Cestari,Priscila Feitosa; Smanio,Paola Emanuela Poggio
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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37.49%
FUNDAMENTO: No período pós-menopausa, a presença dos fatores de risco para doença arterial coronária (DAC) aumentam. Entretanto, não é bem estabelecida a diferença de prevalência de isquemia miocárdica em mulheres pré/pós-menopausa com múltiplos fatores de risco para DAC. OBJETIVO: Comparar a prevalência de isquemia na cintilografia de perfusão miocárdica com sestamibi-99mTc (CPM) em mulheres nos períodos pré/pós-menopausa e avaliar se a menopausa pode ser considerada fator preditor de risco independente para isquemia em mulheres com múltiplos fatores de risco para DAC. MÉTODOS: Analisamos, retrospectivamente, 500 CPM de mulheres pré/pós-menopausa, com múltiplos fatores de risco cardiovascular. A análise estatística foi realizada por teste exato de Fisher e pelas análises univariada e multivariada, sendo considerado significativo o valor de p < 0,05. RESULTADOS: Do total, 55,9% das mulheres estavam no período pós-menopausa, 83,3% eram hipertensas, 28,9% diabéticas, 61,2% dislipidêmicas, 32,1% tabagistas, 25% obesas e 34,3% já apresentavam DAC conhecida. No grupo pós-menopausa, as mulheres eram mais hipertensas, diabéticas e dislipidêmicas, e tiveram menor capacidade funcional no teste ergométrico (p = < 0...

Correlação entre as queixas de incontinência urinária de esforço e o pad test de uma hora em mulheres na pós-menopausa

Albuquerque,Maria Thereza; Micussi,Barbosa Cabral; Soares,Elvira Maria Mafaldo; Lemos,Telma Maria Araújo Moura; Brito,Tereza Neuma de Souza; Silva,João Batista da; Maranhão,Técia Maria de Oliveira
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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37.47%
OBJETIVO: correlacionar as queixas de incontinência urinária de esforço e os resultados da aplicação do pad test de uma hora em mulheres na pré e pós-menopausa. MÉTODOS: estudo transversal, composto por 60 voluntárias na pós-menopausa, divididas em dois grupos: um com 34 mulheres com queixa de perda involuntária de urina aos esforços, outro com 26 mulheres sem queixas de perda de urina aos esforços. Há também a presença de um Grupo Controle composto por 15 mulheres na pré-menopausa, com ciclo menstrual normal e sem queixas urinárias. Todas as mulheres foram avaliadas quanto à clínica e laboratorialmente, e submetidas ao pad test por uma hora. A paciente foi considerada incontinente quando o peso do absorvente após o teste foi maior do que 1 g. Os resultados obtidos foram submetidos à estatística descritiva, ao teste paramétrico ANOVA, ao pós-teste de Turkey e à correlação de Pearson. RESULTADOS: todas as mulheres na pós-menopausa apresentaram incontinência urinária de esforço durante o pad test, tanto as que referiram perda urinária (4 g), como as sem perda urinária prévia (3,5 g). Nessas mulheres, observou-se uma forte correlação das perdas de urina com o tempo de menopausa (r=0,8; p<0,01) e com o índice de massa corpórea (IMC) (r=0...

Fatores de risco para osteoporose em mulheres na pós-menopausa do sudeste brasileiro

Buttros,Davi de Araújo Brito; Nahas-Neto,Jorge; Nahas,Eliana Aguiar Petri; Cangussu,Luciana Mendes; Barral,Ana Beatriz Cesar Rodrigues; Kawakami,Márcia Suemy
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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37.42%
OBJETIVO: Avaliar a densidade mineral óssea (DMO) e os fatores de risco associados à osteoporose na pós-menopausa. MÉTODOS: Estudo clínico transversal com 431 mulheres (idade 40 - 75 anos). Foram incluídas mulheres com: amenorréia >12 meses e idade >45 anos ou, ooforectomia bilateral >40 anos, com DMO (escore T de coluna lombar/colo de fêmur) pelo DEXA dos últimos 12 meses. Fatores de risco avaliados: idade, idade e tempo de menopausa, tabagismo, atividade física (30 min/5 vezes/ semana), artrite reumatoide (AR), uso de corticoterapia e de terapia hormonal (TH), fratura prévia, fratura materna de quadril e índice de massa corpórea (IMC=peso/altura²). Foram empregodos teste do χ² e método de regressão logística no risco (Odds Ratio - OR) para osteoporose. RESULTADOS: Pelos critérios da Organização Mundial da Saúde, 106 (24,6%) mulheres apresentavam osteoporose (escore T <-2,5DP), 188 (43,6%) osteopenia (-1,0/-2,4DP) e 137 (31,8%) eram normais (>-1,0DP). Foi detectada osteoporose em 12% das mulheres com idade entre 40 e 49anos, em 21,8% no grupo de 50 a 59 anos e 45,7% nas mulheres com idade >60anos (p<0,001). Osteoporose ocorreu em 11,8% com tempo de menopausa <5 anos, 29,4% de 6 - 10 anos, e 41% >10anos (p<0...

Cefaleia e qualidade de vida em mulheres em pós-menopausa recente e tardia

Melo Filho, Sidraiton Sálvio Alves de; Valença, Marcelo Moraes (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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37.52%
Analisar mulheres no climatério quanto à qualidade de vida (QV), avaliar se esta é influenciada pelo tempo de pós-menopausa e avaliar a presença de cefaleia. Métodos: Foi conduzido estudo descritivo, comparativo e transversal, com 110 mulheres na pós-menopausa, de idades entre 45 a 65 anos, atendidas em um ambulatório especializado em climatério. As participantes foram divididas em dois grupos: pós-menopausa recente (n=49 – com tempo de pós-menopausa menor que 5 anos) e pós-menopausa tardia (n=61 – com tempo de pós-menopausa maior ou igual a 5 anos e menor que 15 anos). Foram avaliadas as variáveis clínicas e sociodemográficas. Aplicou-se Questionário de Saúde da Mulher (QSM) para avaliação da QV e o questionário MIDAS para avaliar o grau de incapacidade provocado pela cefaleia. A análise estatística foi realizada pelos testes t de Student, ANOVA ou teste do qui-quadrado de Pearson, com nível de significância de 5% (p < 0,05). Resultados: Os grupos apresentaram semelhanças quanto às características clínicas e sociodemográficas. Avaliando-se o QSM, encontrou-se um nível intermediário de QV, não havendo diferença entre os dois grupos (p = 0,330). Diferenças significativas foram observadas quando analisados os domínios memória/concentração (p = 0...

Os significados construídos por mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) a respeito das marcas da menopausa inscrita em seus corpos e suas vidas

Paiva, Luciana Laureano
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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37.45%
O presente estudo buscou compreender a menopausa como um acontecimento determinado tanto por aspectos biológicos como sócio-culturais, que imprimem marcas e demarcam a vida feminina, capturando a mulher em uma rede complexa de sentimentos e percepções que envolvem seu corpo, sua sexualidade, sua saúde e os cuidados consigo. Objetivos: Conhecer os significados construídos por mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) a respeito das marcas da menopausa inscritas em seus corpos e suas vidas. Verificou-se também o conhecimento que as mulheres tinham a respeito da menopausa, a vivência de cada uma sobre os ciclos menstruais, como elas elaboraram a interrupção da menstruação, os principais sinais corporais associados à menopausa, os sentimentos que emergiram com a chegada da menopausa e as práticas de autocuidado realizados nesta fase da vida. Metodologia: Esta pesquisa apresenta um delineamento qualitativo, descritivo e exploratório. Participaram do estudo dezesseis mulheres usuárias do SUS, na faixa etária dos 50 aos 89 anos de idade, que realizavam tratamento nos Grupos de Reabilitação do Assoalho Pélvico. As informações foram coletadas no período de novembro de 2007 a agosto de 2008, por meio de um questionário contendo questões abertas e da entrevista semi-estruturada. Os dados obtidos foram analisados...

Menopausa em (re)vista : os discursos praticados pela Revista Maria em torno da menopausa (1978-1988)

Anjo, Marília Regina de Azevedo Sousa
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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Dissertação de Mestrado em Estudo sobre as Mulheres apresentada à Universidade Aberta; A construção social da menopausa através dos media, problemática desta dissertação, centra-se na análise do discurso de artigos da Revista Maria acerca da menopausa, no período compreendido entre 1978 e 1988. Ancoradas metodologicamente numa epistemologia feminista, analisamos 32 artigos, seleccionados por conterem a palavra pré, peri (e/ou climatério), e pós-menopausa de forma explícita, inserida(s) em qualquer parte do texto, mesmo que uma única vez, consubstanciada pela opção teórico-metodológica da análise crítica do discurso (Fairclough, 2004; Nogueira, 2001). O enquadramento teórico cruza vários conceitos de menopausa, sexualidade/feminilidade e representações dos media. Neste sentido, discorremos sobre a sexualidade como dimensão bio-psico-social (Pacheco, 2000; Bee, 1997), onde a construção da feminilidade centrada no mito da beleza (Wolf, 1994) e na produtividade biológica (Laznik, 2004), interfere na estrutura da relação feminino/sexualidade. Mais ainda, é a presença de um discurso médico normalizador para as mulheres e menopausa (Barbre, 2003) que reforça os estereótipos da feminilidade, complexificando o processo de exclusão versus aceitação do processo de envelhecimento natural e activo de qualquer ser humano (Bee...

Menopausa e sexualidade : o (des)prazer de envelhecer

Azevedo, Irene Conceição Silva Cerejeira
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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Dissertação de Mestrado em Estudos sobre as Mulheres apresentada à Universidade Aberta; A menopausa, enquanto última fase do ciclo reprodutivo da mulher, marca a transição para uma fase com mudanças físicas e psicológicas que podem ser influenciadas pelo contexto social e histórico-cultural em que a mulher está inserida. O objecto de estudo desta dissertação incide nas vivências da sexualidade das mulheres em menopausa fisiológica, tendo como finalidade conseguir, com o contributo das mulheres, conhecer as necessidades que emergem dessas vivências, centrando-nos nas dificuldades referidas pelas próprias. Com base numa problemática teórica, esta investigação assenta nas perspectivas de género, no campo dos estudos sobre as mulheres, na compreensão do lugar das mulheres no contexto social, histórico e familiar (Gorjão, 2002; Pimentel, 2000) na construção social do feminino e do ser mulher (Joaquim, 1983; Barbre, 2003; Emily Martin, 2006) e do papel dos movimentos feministas no desafio a esses constrangimentos (Tavares, 2000; Magalhães, 1998). Relacionando o lugar da mulher na sociedade e o papel dos profissionais de saúde, aborda-se igualmente o cuidar em enfermagem (Lenninger, 1991; Meleis, 1996) entre outros com especial destaque para a importância da responsabilidade profissional e do agir profissional...

Efeitos do treinamento de força de baixa intensidade em mulheres com sobrepeso/obesidade e pré-menopausa/menopausa; Effects of a low intensity resistance training program in overweight/obese and pre menopausal/menopausal women

Álvarez Lepín, Cristian; Centro de Salud Familiar de Los Lagos, Programa de Promoción de la Salud, Región de Los Ríos, Chile; Ramirez Campillo, Rodrigo; Universidad de Los Lagos. Departamento de Ciencias de la Actividad Física. Región de Los Lagos,
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares",; Experimental; Avaliado por Pares; Experimental Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2013 ENG
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DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1980-0037.2013v15n4p427 Obesity-related complications may be compounded by the detrimental consequences of menopause. Strength training programs may have an impact on this relationship. Our objective was to examine strength (1RM) and kinanthropometric alterations for overweight/obese pre- and menopausal women who participated in a strength program. Methods: 35 women were separated into: overweight premenopausal (n=8),obese premenopausal (n=9), overweight menopausal (n=8) and obese menopausal (n=10)categories. Participants attended a strength program for 8 weeks. Kinanthropometric characteristics and 1RM were determined at baseline, week 4 (except 1RM) and week 8. Results: All groups reduced (p< 0.05) body weight, body mass index (BMI), skinfolds and waist circumference. Furthermore, all groups achieved an increase (p< 0.05) in 1RM. When grouped per menopausal state or BMI, a more significant increase in strength was seen in menopausal and obese subjects. A significant correlation was observed for menopausal state, BMI and strength. The strength changes were significantly superior vs. kinanthropometric changes. Within kinanthropometric changes, skinfolds exhibit amore significant reduction vs. body weight...

Menopausa, sintomas de menopausa e depressão: Influência do nível educacional e de outras variáveis sociodemográficas

Fagulha,Teresa; Gonçalves,Bruno
Fonte: Associação Portuguesa de Psicologia (APP); Edições Colibri Publicador: Associação Portuguesa de Psicologia (APP); Edições Colibri
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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Este estudo descreve a sintomatologia relacionada com a menopausa nos períodos pré­‑menopausa, menopausa e pós­‑menopausa, em relação com a sintomatologia depressiva, nível educacional, estatuto conjugal e outras variáveis socio­demográficas, numa amostra de 127 mulheres com idades compreendidas entre os 35 e os 65 anos, que compareceram a uma consulta com o médico de família num Centro de Saúde dos arredores de Lisboa. As mulheres responderam a um questionário com questões relativas ao estatuto percebido de menopausa e à presença de sintomas com ela relacionados, e participaram numa entrevista clínica estruturada adaptada do módulo de avaliação das perturbações do humor da Structured Clinical Interwiew for DSM­‑IV Axis I Disorders (SCID­‑I). Descreve­‑se a frequência da sintomatologia relacionada com a menopausa e analisa­‑se a sua variação em relação com o nível educacional e outras variáveis sociodemográficas. A relação entre o estatuto percebido de menopausa e a sintomatologia depressiva é também analisada, tomando em consideração o nível educacional.