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Oxidação de melatonina de formação de N1-acetil-N2-formil-5-metoxiquinuramina: possíveis efeitos biológicos; Oxidation of melatonin and formation of N1-acetyl-N2-formyl-5-methoxykynuramine: possible biological effects

Silva, Sueli de Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/03/2005 PT
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37.81%
Em trabalho anterior verificamos que neutrófilos oxidam o hormônio melatonina a N1-acetil-N2-formil-5-metoxiquinuramina (AFMK), numa reação catalisada por mieloperoxidase e dependente de ânion superóxido. Neste trabalho acompanhamos a cinética de formação de AFMK e de seu produto de deformilação N1-acetil-5-metoxiquinuramina (AMK) quando neutrófilos foram ativados por diferentes estímulos. No sentido de obtermos informações sobre a relevância biológica destas reações, avaliamos o efeito de melatonina, AFMK e AMK sobre a formação de HOCl, sobre a liberação de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α e IL-8) e sobre a apoptose de neutrófilos. Uma forte inibição da liberação de HOCl foi observada em concentrações de melatonina igual ou superior a 0,05 mM. Embora menos efetivo, AMK também inibiu a formação de HOCl, enquanto AFMK não teve efeito. Adicionalmente mostramos que todos estes compostos inibiram a produção de TNF-α e IL-8 por neutrófilos ativados e que AFMK foi o mais potente deles. Por exemplo, enquanto 1µM de AFMK inibiu eficientemente a liberação de TNF-α, efeito similar foi obtido com melatonina apenas a partir de 1mM. O mesmo padrão de resposta foi observado na morte celular. AFMK e AMK (1mM)...

Efeito da melatonina sobre a produção endotelial de óxido nítrico in vitro e in vivo; Melatonin effect on the endothelial nitric oxide production in vitro and in vivo

Tamura, Eduardo Koji
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/03/2009 PT
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37.88%
A melatonina é produzida pela glândula pineal somente durante o escuro e atinge rapidamente a circulação, além disso, outros tecidos e células são capazes de produzir melatonina. As células endoteliais, devido a sua localização, são excelentes alvos para as ações da melatonina. O entendimento dos mecanismos de ação pelos quais a melatonina desenvolve seus efeitos sobre as células endoteliais, possibilitaria o uso desta indolamina e de seus análogos como uma importante ferramenta farmacológica. No presente trabalho, demonstramos que a melatonina em concentrações compatíveis com as encontradas na circulação durante o pico noturno de produção pela pineal, atua sobre as células endoteliais inibindo a produção de NO proveniente da enzima constitutiva (eNOS), enquanto altas concentrações de melatonina, que podem ser atingidas por exemplo pela produção por células imunocompetentes ativadas, inibem a produção induzida de NO mediada pela iNOS. A melatonina (1 nM) inibe a produção constitutiva de NO induzida por agonistas que atuam através da ativação de receptores acoplados à proteína G (histamina, carbacol e ATP/P2Y), e este efeito deve-se à inibição do aumento de [Ca2+]i por liberação de estoques intracelulares...

Vias de transdução envolvidas na síntese de melatonina por fagócitos do colostro humano; Transduction pathways involved in melatonin synthesis by human colostral phagocytes

Lapa, Marco Antonio Pires Camilo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/09/2010 PT
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A síntese de melatonina por fagócitos mononucleares do colostro humano é iniciada após a indução com a partícula zimosan, com ou sem opsonização por IgA. Esta produção é dependente da ativação da via NFKB, o que foi observado após o bloqueio farmacológico da via com PDTC ou ALLN levando a diminuição da concentração de melatonina nas culturas. A localização do NFKB varia temporalmente após o estímulo inicial e as subunidades do NFKB são diferentes no núcleo de células ativadas. A subunidade p50 está presente em todas as condições experimentais (controle, zimosan e zimosan opsonizado), mas as subunidades Rel A e c-Rel apenas nas células tratadas. A melatonina apresenta atividade sobre células imunocompetentes em diversos modelos experimentais, mas o modelo de fagocitose ainda não havia sido relatado na literatura. Observamos que a melatonina é capaz de potenciar a fagocitose de zimosan não opsonizado. A capacidade de síntese de melatonina apresentada por células imunocompetentes é um fenômeno conhecido e agora pudemos demonstrar que a via NFKB é responsável também pela síntese de melatonina em fagócitos mononucleares do colostro. Ao contrário do que ocorre na glândula pineal onde a ativação da via do NFKB bloqueia a síntese de melatonina...

Modulação da interação neutrófilo-endotélio in vitro por melatonina: ação sobre as células endoteliais; Modulation by melatonin of the neutrophils-endothelium interaction in vitro: action on endothelial cells

Lima, Kelly Dhayane Abrantes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/11/2011 PT
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37.83%
Melatonina, indolamina amplamente distribuída entre os seres vivos, é o hormônio da glândula pineal e também é produzida de forma parácrina por células imunocompetentes estimuladas. A produção de melatonina pela glândula pineal ocorre apenas no escuro e este hormônio serve para marcar a existência e a duração da noite. A monocamada de células endoteliais que reveste os vasos sanguíneos forma uma interface entre o sangue e os tecidos sendo, portanto, um sensor da presença de melatonina circulante. Essas células participam de diversos processos fisiológicos e fisiopatológicos, como na migração dos leucócitos durante a montagem de uma resposta inflamatória. Neste caso as células endoteliais são capazes de responder a padrões moleculares associados a patógenos tais como, lipopolissacarídeos (LPS) de bactérias Gram negativas. Melatonina circulante modula a interação leucócito endotélio em ratos e a expressão de moléculas de adesão em células endoteliais cultivadas. Este trabalho foi planejado com o objetivo de entender o efeito da melatonina sobre células endoteliais. Para tanto, todos os estudos foram feitos em células cultivadas ativadas ou não com LPS. Todos os ligantes foram administrados diretamente às culturas de células. Verificamos que LPS (1&um;g/mL...

O tratamento com melatonina, associado ou não à pioglitazona, melhora a resposta metabólica do tecido adiposo em ratos diabéticos.; Melatonin treatment and its association with pioglitazone improves metabolic response in subcutaneous, periepididymal and retroperitoneal adipose tissue in diabetic rats.

Oliveira, Ariclecio Cunha de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/05/2012 PT
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37.87%
Diabetes mellitus é uma doença resultante da baixa sensibilidade à insulina ou insuficiência da célula beta pancreática ou da associação dos dois fatores. Ratos com diabetes induzida por estreptozotocina durante o período neonatal no quinto dia de idade desenvolvem o quadro diabético clássico de hiperglicemia, hipoinsulinemia, poliúria, polidipsia agravada pela resistência à insulina na vida adulta. Neste estudo, foi investigado se o efeito de longo prazo do tratamento com melatonina e a sua associação com a pioglitazona pode melhorar a resistência à insulina e outras desordens metabólicas nesses animais. Após o desmame, os animais foram divididos nos seguintes grupos: grupo controle (C) - animais saudáveis controle; grupo diabético (D) - animais diabéticos sem tratamento adicional; grupo melatonina (M) - ratos diabéticos tratados com melatonina (1mg/kg); grupo melatonina mais pioglitazona (MP) - ratos diabéticos tratados com melatonina (1mg/kg) e pioglitazona (5mg/kg). Quando adultos (12ª semana de idade) animais foram sacrificados e os tecidos adiposos subcutâneos (SC), epididimal (EP) e retroperitoneal (RP) foram retirados, pesados e processados para isolamento dos adipócitos para avaliar a taxa de captação de glicose...

Efeito da melatonina sobre a viabilidade de células granulares de cerebelo em cultura depende do contexto celular; The cellular context determines the effect of melatonin on the survival of cerebellar granule cells

Franco, Daiane Gil
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/05/2014 PT
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37.85%
Diversos neurônios apresentam uma atividade constitutiva de NF-?B, o qual desempenha múltiplas funções fisiológicas, além da modulação de respostas patológicas. A melatonina, hormônio produzido ritmicamente pela glândula pineal na fase de escuro, é também um fator autócrino e parácrino envolvido em múltiplos processos biológicos, sendo que a citoproteção é uma ação de destaque dessa molécula. A melatonina inibe a translocação nuclear do NF-?B e a expressão do seu produto iNOS em modelos de danos celular. No presente trabalho avaliamos se o efeito citoprotetor da melatonina depende do estado de ativação do NF-?B em cultura de células granulares de cerebelo, tendo em vista que essas células apresentam uma atividade basal deste fator de transcrição fundamental para a sobrevivência das células. Além disso, questionamos se essas células em cultura produziriam melatonina e se esta teria algum papel citoprotetor. Testamos a viabilidade da cultura de células granulares de cerebelo de rato (Wistar 7-8 dias de idade) após 24 horas de incubação com melatonina na presença ou ausência de LPS. Em condição basal a melatonina diminuiu a sobrevivência das células e inibiu a morte celular induzida pelo LPS. Este efeito foi compatível com os resultados da ativação do NF-?B e da expressão da iNOS. Na presença do LPS a melatonina bloqueia a indução da translocação nuclear do NF-?B...

Desenvolvimento tecnológico e avaliação da atividade antioxidante de sistemas nano e microparticulados contendo melatonina; Technological development and evaluation of the antioxidant activity of melatonin-loaded nano- and microparticulated systems

Schaffazick, Scheila Rezende
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.9%
Este trabalho centrou-se no desenvolvimento tecnológico e na caracterização de nanopartículas poliméricas (nanocápsulas ou nanoesferas) contendo melatonina, empregando diferentes composições, métodos de preparação e concentrações de melatonina. De uma maneira geral, as diferentes suspensões nanoparticuladas foram caracterizadas segundo a determinação dos teores totais de melatonina, a determinação das taxas de associação da melatonina aos nanocarreadores, a análise morfológica, a determinação dos diâmetros médios de partículas e polidispersões, além da determinação dos valores de potenciais zeta. As suspensões de nanocápsulas ou de nanoesferas foram preparadas pelos métodos de deposição interfacial ou de nanoprecipitação, respectivamente. Foram avaliadas as influências do tipo de polímero [Eudragit® S100, Eudragit® RS100, poli(ε-caprolactona) ou poli(lactideo)], de óleo (triglicerídeos dos ácidos cáprico e caprílico, óleo mineral ou Eutanol G®) e de tensoativos (polissorbato 80, poloxamer 188, monooleato de sorbitano, monoestearato de sorbitano ou lecitina) sobre as características físico-químicas das suspensões. Os resultados demonstraram que as nanopartículas apresentaram diâmetros inferiores a 350 nm...

Avaliação da proteção renal de doses altas de melatonina em modelo de experimentação de isquemia e reperfusão renal em ratos submetidos à hiperglicemia

Souza, Aparecida Vitória Gonçalves de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 53 f.
POR
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37.81%
Pós-graduação em Anestesiologia - FMB; A melatonina é um varredor de radicais livres com importantes ações no estudo da isquemia e reperfusão renal. O objetivo deste estudo é avaliar possível proteção renal de altas doses de melatonina em modelo experimental de I/R submetidos à hiperglicemia aguda em ratos anestesiados com isoflurano. Método: utilizou-se 44 ratos Wistar, machos, com peso superior a 300g, distribuídos de modo aleatório em cinco grupos, designados: sham (n=10); melatonina, (n=10, 50 mg.kg- 1);hiperglicemia (n=9, glicose 2,5 g.kg-1); hiperglicemia/melatonina (n=10, glicose 2,5 g.kg-1 + melatonina 50 mg.kg-1); isquemia e reperfusão (n=5,). Todos os grupos receberam indução da anestesia com isoflurano a 4% e a manutenção com isoflurano de 1,5 a 2,0%. A pressão arterial média (PAM) foi medida para controle da anestesia. A injeção intraperitoneal da melatonina (melatonina e hiperglicemia/melatonina) ou glicose (hiperglicemia, hiperglicemia/melatonina) ou solução salina (isquemia e reperfusão) foi feita 40 minutos antes da isquemia renal esquerda. Nos três grupos a isquemia durou 25 minutos. Todos os animais foram submetidos à nefrectomia direita. Os valores plasmáticos da creatinina e glicose foram determinados no início (M1)...

Ação da melatonina sobre os receptores esteróides sexuais no ovário, oviduto e útero e o estresse oxidativo nos ovários de ratas adultas UChB (consumidoras voluntárias de etanol a 10%) durante a ovulação; Effects of exogenous melatonin on sex steroid receptors in the ovary, oviduct and uterus and the ovarian oxidative stress in adult UChB rats (10% (v/v) ethanol voluntary intake) during ovulation

Luiz Gustavo de Almeida Chuffa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/10/2011 PT
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37.94%
O alcoolismo crônico está associado a distúrbios no sistema reprodutor feminino como disfunção hormonal, alteração na expressão dos receptores esteróides, produção de espécies reativas de oxigênio (ERO), entre outros. A melatonina, hormônio secretado pela glândula pineal, possui função moduladora no ciclo reprodutivo e têm papel importante no combate as ERO. Os estudos envolvendo o alcoolismo crônico e sua interação com a melatonina, em fêmeas, são ainda inconclusivos. O presente trabalho tem como objetivo investigar os efeitos da administração exógena da melatonina sobre os hormônios sexuais, os receptores esteróides sexuais (AR, ER-?, ER-?, PRA e PRB) no ovário, oviduto e útero, além do perfil nutricional e o estresse oxidativo nos ovários de ratas adultas UChB (consumidoras voluntárias de etanol a 10%). Foram utilizadas 60 ratas UChB, distribuídas nos seguintes grupos: UChB Co: sem acesso ao etanol; UChB EtOH: consumo diário de 4 - 5 g etanol/100g de peso corpóreo (PC), ambos recebendo solução veículo. Concomitantemente, os grupos UChB Co+M e UChB EtOH+M receberam injeções diárias de melatonina (100?g/100g PC) via i.p, a partir dos 90 dias de idade, durante 60 dias consecutivos. Aos 150 dias de idade...

Baixas doses de melatonina exógena no diabetes experimental : implicações para a estrutura, função e defesa antioxidante do testículo e epidídimo de ratos = Low doses of exogen melatonin under experimental diabetes: implications for rat testicular and epididimal structure, function and antioxidant defense; Low doses of exogen melatonin under experimental diabetes : implications for rat testicular and epididimal structure, function and antioxidant defense

Carolina Frandsen Pereira da Costa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/07/2014 PT
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37.91%
Existem inúmeras evidências de que o diabetes afeta a função reprodutiva masculina, provocando danos aos parâmetros espermáticos, e portanto, influenciando a fertilidade dos indivíduos afetados. A melatonina é um hormônio secretado pela glândula pineal que apresenta uma extensa gama de atuações, dentre elas um papel fundamental no controle da esteroidogênese e na proteção contra radicais livres. O objetivo deste estudo foi avaliar se a melatonina oferecida oralmente, em baixas doses, concomitante à maturação sexual, afeta os parâmetros reprodutivos de ratos saudáveis na idade adulta, e se interfere nos danos reprodutivos induzidos pelo diabetes experimental. Ratos Wistar machos com 4 semanas de idade foram divididos em oito grupos (n=15/grupo): os quatro primeiros foram eutanaziados com 14 semanas de idade, sendo respectivamente - controle (CS), tratados com melatonina (MS), diabéticos (DS) e tratados com melatonina submetidos ao diabetes (MDS); por sua vez, os quatro últimos foram eutanasiados na 21ª semana de vida- controle (CL), tratados com melatonina (ML), diabéticos não tratados (DL) e diabéticos tratados com melatonina (MDL). A melatonina foi disponibilizada na água de beber (10 µg/Kg p.c. em 0,001% etanol/dia) diariamente à partir da 5ª semana de idade...

Efectos de la aplicación tópica de melatonina y apigenina en la aceleración de la formación ósea en procesos de osteointegración implantológica

Abdal Latef Ali Abu Taha, Tareq
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
SPA
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37.88%
Objectivos: el objetivo principal de este estudio fue evaluar los efectos de la aplicación de melatonina y de un nuevo flavonoide (apigenina) sobre la neoformación y maduración ósea en un periodo de 30, 60 y 90 días mediante estudio histológico e histomorfométrico. Materiales y Metodos: En este estudio se han utilizado nueve perros de raza Beagle procedentes del Animalario de la Universidad de Murcia, con una edad comprendida entre los 14 y los 16 meses y con un peso aproximado de entre 16 y 18 kg. Los perros presentan mandíbulas intactas, dentición permanente totalmente erupcionada sin ningún tipo de trauma oclusal. Los especímenes mostraron buenas condiciones de salud general y oral. Resultados : Los resultados ponen de manifiesto, A los 30 dias. El hueso inmaduro en el grupo tratado con melatonina es inferior al del grupo control y la diferencia entre las medias es estadísticamente significativa (t(8)=16,222). El hueso inmaduro en el grupo tratado con apigenina es inferior al del grupo sin tratamiento y la diferencia de medias también ha resultado significativa (t(8)=19,167). Respecto a los grupos con tratamiento, el hueso inmaduro en el grupo tratado con melatonina es inferior al del grupo tratado con flavonoides y esta diferencia es estadísticamente significativa (t(8)=10...

La melatonina: ¿Una alternativa saludable para combatir el insomnio?

Pérez Collado, Elisa María; Quesada Martínez, María Inmaculada; Parra Parra, Yolanda
Fonte: Universidade Carlos III de Madrid Publicador: Universidade Carlos III de Madrid
Tipo: info:eu-repo/semantics/publishedVersion; info:eu-repo/semantics/conferenceObject
Publicado em 23/10/2015 SPA
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37.83%
Introducción: la melatonina es una hormona que se encuentra de forma natural en el cuerpo, producida por la glándula pineal. Participa en procesos celulares, neuroendocrinos y neurofisiológicos. La melatonina determina el ciclo sueño-vigilia. La cantidad de melatonina producida por nuestro cuerpo disminuye a medida que envejecemos. Objetivos: conocer los beneficios de la melatonina relacionados con el insomnio; promover alternativas saludables relacionados con el sueño. Metodología: se ha llevado a cabo una revisión bibliográfica entre los años 2007 y 2015. Consultando las principales bases de datos COCHRANE, PUBMED, MEDLINE. Encontrando 10 publicaciones relacionados con el insomnio y la melatonina. Resultados: entre un 30-40% de la población padece algún tipo de Insomnio.  El no descansar impide la recuperación que el cuerpo necesita durante el sueño nocturno pudiendo ocasionar somnolencia diurna, baja concentración etc. Tradicionalmente los trastornos del sueño se han tratado con benzodiacepinas y sedantes cuyos efectos secundarios (dependencia y síndrome de abstinencia) generan una controversia Se ha comprobado que la melatonina tarda solo una hora en hacer efecto (en el 90% de las personas). El sueño facilitado por la Melatonina es natural...

Estudos in vitro sobre a atividade antioxidante, antimutagenica e potencial de risco da melatonina

Simone Fanan
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/04/1999 PT
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37.91%
A melatonina, honnônio produzido pela glândula pineal, apresenta um gr-ande interesse na atualidade, devido à demonstração de sua ação antioxidante tanto in vitro como in vivo. Neste trabalho, foi investigado o potencial de risco genético e toxicológico da melatonina em culturas de células, e sua atividade antimutagênica. A mutagenicidade da melatonina foi determinada pelo teste de Ames, na presença e na ausência de ativação metabólica (fração S9), nas linhagens de Salmonella typhimurium TA97, Tal00 e TA102. A exposição das culturas por 30 minutos, à diferentes concentrações de melatonina (29-1160 _g/placa) não induziu nenhum aumento significativo do número de colônias revertentes, tanto na presença como na ausência de ativação metabólica. A melatonina mostrou, também, uma reversão dose-dependente (29 ? 232 _g/placa) dos efeitos mutagênicos causados pelo H2O2 (0,5 mM), na linhagem T A1O2. A atividade citotóxica da melatonina para fibroblastos de hamster chinês (linhagem V79) foi determinada pela medida de seus efeitos sobre a viabilidade e proliferação celular. A melatonina não alterou a viabilidade celular, medida pela redução do MTT, na faixa de concentração entre 0,0001 a 1 mM. A exposição das células por 30 minutos a diferentes concentrações de melatonina (0...

Efeito da melatonina sobre parametros cardiovasculares em ratos portadores de hipertensão arterial pulmonar induzida por monocrotalina; Melatonin effect on cardiovascular parameters in disabled pulmonary arterial hypertension monocrotaline induced rats

Luiz Alberto Ferreira Ramos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/2010 PT
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37.81%
A Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) é uma patologia caracterizada pelo aumento da resistência dos vasos pulmonares, aumento na pressão Arterial pulmonar e hipertrofia do ventrículo direito, prejudicando as trocas gasosas alveolares e a função cardíaca. Por outro lado, a melatonina (N-Acetil-5- metoxitriptamina), o principal hormônio produzido pela glândula pineal, pode reduzir o tônus do músculo liso vascular promovendo redução da resistência periférica e, consequentemente, diminuição da pressão arterial em ratos hipertensos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da melatonina sobre parâmetros cardiovasculares de ratos portadores de HAP induzida por monocrotalina. Ratos Wistar adultos pesando com 250g foram distribuídos em quatro grupos experimentais (n=5): CO (controle); CML (controle melatonina); MT (monocrotalina); MTML (monocrotalina+melatonina). A HAP foi induzida pela administração de dose única de monocrotalina (60 mg/kg i.p.) no primeiro dia de experimento. Melatonina (15 mg/kg i.p.) foi administrada diariamente, durante os 28 dias do período experimental. Os animais foram anestesiados (ketamina 100 mg/kg + xilazina 7 mg/kg de peso corpóreo i.m.) para a obtenção de parâmetros eletrocardiográficos e avaliação da pressão arterial e...

Resposta ergogênica da melatonina no nadir e acrofase da atividade espontânea e suas consequências na atividade da via IKK/NF-kB e dano tecidual muscular; Ergogenic response of melatonin ar nadir and acrophase of spontaneous activity and its consequences on IKK/NF-kB pathway activity and muscle tissue damage

Wladimir Rafael Beck
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/02/2015 PT
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37.81%
Sintetizada principalmente na glândula pineal de mamíferos, a melatonina é uma indoleamina responsável classicamente por sincronizar o ritmo circadiano prioritariamente por meio do ciclo geofísico terrestre de luminosidade. A identificação de diversas outras propriedades a tornou alvo recente de estudos que buscam conhecer seus efeitos sobre o exercício físico. Otimizar o uso de substratos energéticos durante o esforço, inibir inflamação e lesões teciduais exacerbadas são propriedades documentadas na literatura e consideradas como potencialmente ergogênicas, fato que compreende um capítulo controverso da atual literatura científica esportiva. Diante disso, o objetivo da tese foi determinar a capacidade ergogênica da melatonina em exercício exaustivo sob intensidade de máxima capacidade aeróbia (tlim) iniciados no nadir e acrofase da atividade espontânea (AE), identificando os efeitos dessas condições sobre a atividade da via inflamatória IKK/NF-'capa'B em músculo esquelético oxidativo, marcadores metabólicos, hematológicos e de lesão tecidual de ratos nadadores. Para isso, dois procedimentos foram originalmente padronizados: i) construção de aparato e confecção de rotina de cálculos para a determinação do ritmo circadiano da AE e ii) teste incremental (TI) para estimativa da intensidade de máxima capacidade aeróbia de ratos nadadores. Os animais foram mantidos sob condições ambientais adequadas e sob ciclo claro/escuro de 12 horas iniciando às 06:00h com luz clara (560nm; 60lux). A determinação da AE ao longo do dia foi utilizada para definição dos horários em que seriam iniciados todos os procedimentos...

Investigação do efeito neuroprotetor da melatonina em modelo in vitro de toxicidade do peptídeo ß-amilóide

Hoppe, Juliana Bender
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.85%
O aumento da longevidade da população mundial tem como conseqüência uma maior prevalência de doenças neurodegenerativas. A Doença de Alzheimer (DA) é a desordem neurodegenerativa mais prevalente e a principal causa de demência após os 60 anos. A DA caracteriza-se por um crescente declínio na função mental e memória do paciente. Esses sintomas são explicados por uma marcante perda neuronal e pela presença de alterações estruturais no tecido cerebral: os emaranhados neurofibrilares (NFTs) intracelulares constituídos pela proteína tau hiperfosforilada e as placas senis extracelulares constituídas pela proteína beta-amilóide (Aß). Estudos recentes têm evidenciado que um processo inflamatório crônico, desencadeado pelo acúmulo de Aß, possui um papel central no processo neurodegenerativo da DA. Alguns dos componentes característicos da neuroinflamação na DA são astrogliose, microgliose e elevação dos níveis de citocinas. Estratégias terapêuticas para o tratamento de doenças do SNC têm sido amplamente pesquisadas. Dentre essas moléculas a melatonina tem demonstrado potencial atividade neuroprotetora, porém os mecanismos celulares e moleculares para esta atividade permanecem pouco conhecidos. Diante disso...

Estudio de la participación de la melatonina en la fisiología de la retina de Hámster Dorado; Participation of melatonin in the physiology of the golden hamster retina

Faillace, María Paula
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; tesis doctoral; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //1996 SPA
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37.95%
La melatonina caracterizada originalmente en la glándula pineal fue más tarde identificada en la retina de diversas especies, así como las enzimas involucradas en su síntesis, la serotonina-N-acetiltransferasa (NAT) y la hidroxiindol-O-metiltransferasa (HIOMT). El hámster dorado ha sido considerado frecuentemente el modelo clásico para el estudio de la melatonina pineal, sin embargo, la melatonina retiniana en esta especie ha recibido relativamente poca atención. El objetivo de este trabajo de tesis consistió en examinar la biosíntesis del metoxiindol en la retina del hámster, así como elucidar algunos de los mecanismos involucrados en la regulación de su síntesis y su posible rol fisiológico a nivel local. En este sentido, se describe por primera vez la presencia de un ritmo en el contenido retiniano de melatonina en el hámster dorado, con valores máximos en la segunda mitad de la noche. La síntesis de melatonina en la retina del hámster es independiente de la actividad pineal. Asimismo, se demuestra la capacidad de las retinas aisladas de sintetizar melatonina. La síntesis de melatonina es regulada directamente por la señal fótica ambiental, sin indicación de la existencia de un ritmo de naturaleza endógena en los experimentos realizados en este trabajo. El GABA...

Estudio de la participación de la melatonina en la fisiología de la retina de Hámster Dorado; Participation of melatonin in the physiology of the golden hamster retina

Faillace, María Paula
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: Tesis Doctoral Formato: text; pdf
Publicado em //1996 ESPAñOL
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37.95%
La melatonina caracterizada originalmente en la glándula pineal fue más tarde identificada en la retina de diversas especies, así como las enzimas involucradas en su síntesis, la serotonina-N-acetiltransferasa (NAT) y la hidroxiindol-O-metiltransferasa (HIOMT). El hámster dorado ha sido considerado frecuentemente el modelo clásico para el estudio de la melatonina pineal, sin embargo, la melatonina retiniana en esta especie ha recibido relativamente poca atención. El objetivo de este trabajo de tesis consistió en examinar la biosíntesis del metoxiindol en la retina del hámster, así como elucidar algunos de los mecanismos involucrados en la regulación de su síntesis y su posible rol fisiológico a nivel local. En este sentido, se describe por primera vez la presencia de un ritmo en el contenido retiniano de melatonina en el hámster dorado, con valores máximos en la segunda mitad de la noche. La síntesis de melatonina en la retina del hámster es independiente de la actividad pineal. Asimismo, se demuestra la capacidad de las retinas aisladas de sintetizar melatonina. La síntesis de melatonina es regulada directamente por la señal fótica ambiental, sin indicación de la existencia de un ritmo de naturaleza endógena en los experimentos realizados en este trabajo. El GABA...

Alteraciones del ciclo circadiano en las enfermedades psiquiátricas: papel sincronizador de la melatonina en el ciclo sueño-vigilia y la polaridad neuronal

Jiménez-Rubio,Graciela; Solís-Chagoyán,Héctor; Domínguez-Alonso,Aline; Benítez-King,Gloria
Fonte: Instituto Mexicano de Psiquiatría Ramón de la Fuente Publicador: Instituto Mexicano de Psiquiatría Ramón de la Fuente
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 ES
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Los ritmos circadianos son patrones de oscilación con un periodo cercano a 24h que se observan en los procesos fisiológicos. En los mamíferos se han descrito funciones biológicas con regulación circádica tal como el ciclo sueño-vigilia. La administración de la melatonina, una indolamina secretada por la glándula pineal, sincroniza los ritmos circadianos. En los humanos, este efecto se ha estudiado en sujetos con síndrome de <

La melatonina: un coadyuvante potencial en el tratamiento de las demencias

Jiménez-Rubio,Graciela; Ugalde,Oscar; Ortiz-López,Leonardo; Ramírez-Rodríguez,Gerardo; Benítez-King,Gloria
Fonte: Instituto Mexicano de Psiquiatría Ramón de la Fuente Publicador: Instituto Mexicano de Psiquiatría Ramón de la Fuente
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 ES
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La enfermedad de Alzheimer es una enfermedad neurodegenerativa progresiva que cursa con una deficiencia en las capacidades cognitivas, así como con la presencia de síntomas psiquiátricos y alteraciones conductuales. Las características histopatológicas más importantes en la enfermedad de Alzheimer son la formación de placas seniles, los ovillos neurofibrilares y un incremento en el estrés oxidativo. La polaridad estructural y la morfología neuronal se pierden en la enfermedad de Alzheimer. La proteína tau se encuentra anormalmente fosforilada, los microtúbulos se despolimerizan, se pierden la forma asimétrica de las neuronas y la conectividad sináptica, y se interrumpe el transporte axoplasmático. Asimismo, se ha sugerido que la inhibición o la pérdida en el balance de la formación de neuronas en el hipocampo puede participar en la fisiopatología de la enfermedad de Alzheimer debido a que el cerebro no puede reparar el daño neuronal y consecuentemente induce la pérdida de la cognición. Los agentes colinérgicos son los medicamentos más aceptados en el tratamiento de la enfermedad de Alzheimer en una etapa en que los síntomas se clasifican de medios a moderados. Sin embargo, el tratamiento de pacientes con enfermedad de Alzheimer grave es limitado. Por lo anterior se requiere la búsqueda de nuevas alternativas para el tratamiento de esta enfermedad. La melatonina es una indolamina que actúa como un potente antioxidante...