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Sistemas de apoio à decisão na medicina intensiva baseados na descoberta de conhecimento em base de dados

Portela, Filipe
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 23/12/2009 POR
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66.55%
Dissertação de mestrado em Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação; A dissertação do Mestrado intitulada “Sistemas de Apoio à Decisão para a Medicina Intensiva baseados na Descoberta de Conhecimento em Base de Dados” insere-se na área dos sistemas de informação inteligentes para a medicina intensiva e pretende demonstrar o estado da arte, apresentar a arquitectura de sistemas de informação e todo o trabalho desenvolvido com o objectivo de criar um Sistema de Apoio à Decisão Inteligente (SADI) para a Medicina Intensiva. O aparecimento da medicina intensiva veio possibilitar a recuperação de doentes em fase terminal ou em estado de falência orgânica. Esta recuperação depende, em muito das decisões que são tomadas nas Unidades de Cuidados Intensivos, pois estas podem influenciar mais o outcome de um doente do que qualquer intervenção inovadora que possa ser realizada. Nesse sentido, é importante que todas as informações necessárias para a decisão estejam num formato electrónico. Esta dissertação está enquadrada no projecto de Investigação INTCare e tem como base para a construção do SADI o trabalho desenvolvido no passado. De modo a obter toda informação necessária...

Qualidade e humanização do atendimento em Medicina Intensiva. Qual a visão dos familiares?

Wallau,Rodrigo Ambros; Guimarães,Hélio Penna; Falcão,Luiz Fernando dos Reis; Lopes,Renato Delascio; Leal,Patrícia Helena da Rocha; Senna,Ana Paula Resque; Alheira,Rosa Goldstein; Machado,Flávia Ribeiro; Amaral,José Luiz Gomes do
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 PT
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76.46%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Este estudo teve por objetivo descrever a avaliação pelos visitantes da qualidade de atendimento prestada em uma unidade de terapia intensiva geral de um hospital universitário de nível terciário. MÉTODO: Foi elaborado um questionário para avaliação da qualidade de atendimento da Unidade de Terapia Intensiva. Foram incluídos familiares de pacientes que se encontravam internados há mais de 48 horas, e que já haviam visitado o paciente uma vez ou mais durante o período. Os critérios de exclusão foram familiares de pacientes internados há menos de 48 h, familiares que não haviam visitado o paciente pelo menos uma vez ou que não desejavam responder ao questionário por quaisquer motivos de ordem pessoal. Os familiares foram entrevistados de maneira pessoal e os entrevistadores não faziam parte da equipe de atendimento do paciente. RESULTADOS: Foram entrevistados 100 familiares; a queixa mais freqüente e que, portanto gerou maior incômodo pela internação na UTI, referiu-se ao estado geral do paciente em 28% das entrevistas. Um total de 96% considerou a qualidade da equipe médica como ótima ou boa. No entanto, 15% declararam insatisfeitos com as informações médicas prestadas e outros 5%...

Iatrogenia em Medicina Intensiva

Canineu,Rafael; Guimarães,Hélio Penna; Lopes,Renato Delascio; Vendrame,Letícia Sandre; Fonseca Júnior,Max Artur da; Lopes,Antonio Carlos
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 PT
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86.51%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Define-se iatrogenia ou afecções iatrogênicas como decorrentes da intervenção médica, correta ou não e justificada ou não, da qual resultam conseqüências prejudiciais ao paciente. Os cuidados em Medicina Intensiva apresentam desafios substanciais com relação à segurança do paciente. O objetivo deste artigo foi apresentar uma breve revisão da literatura sobre a iatrogenia em seus conceitos e termos básicos e suas taxas de prevalência em Medicina Intensiva. CONTEÚDO: A Medicina Intensiva fornece subsídios que melhoram a morbidade e a mortalidade, mas que também se associam a riscos significativos de eventos adversos e erros graves; as iatrogenias podem ser diminuídos com monitoração adequada ou podem ser rotuladas como agravante esperado, idiopatia e se perpetuarem no anonimato CONCLUSÕES: É fundamental reconhecer a necessidade do constante aprendizado, reciclagem e consciência da susceptibilidade ao erro; neste contexto, o respeito pelo ser humano deve nortear a conduta profissional.

Sedação em medicina intensiva: uso de remifentanil na prática clínica

Leal,Patrícia Helena da Rocha; Guimarães,Hélio Penna; Ivo,Ricardo
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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86.56%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os pacientes em terapia intensiva freqüentemente necessitam receber sedação e analgesia para diversos procedimentos como parte fundamental do tratamento. A Medicina intensiva tem como desafio escolher o melhor fármaco analgésico para o paciente, produzindo poucos efeitos colaterais. O objetivo deste estudo foi descrever os principais fundamentos para o uso do remifentanil na prática clínica das UTI. CONTEÚDO: O remifentanil é um opióide de curta duração, relativamente novo e ainda pouco utilizado em Medicina intensiva. Com o surgimento de novos fármacos anestésicos outros esquemas terapêuticos têm sido considerados. Vários estudos já demonstraram benefícios e segurança do remifentanil em relação ao seu uso em Medicina Intensiva, mas ainda se faz necessário maior número de estudos, particularmente em relação aos pacientes sépticos. CONCLUSÕES: Por se tratar de um fármaco relativamente novo, ele ainda não faz parte da rotina de fármacos mais utilizados para sedação em Medicina Intensiva, apesar de evidências sólidas que suportam a segurança e a eficácia de seu uso em UTI.

Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica em medicina intensiva

Bulisani,Ana Carolina Pedigoni; Sanches,Giselle Domingues; Guimarães,Helio Penna; Lopes,Renato Delascio; Vendrame,Letícia Sandre; Lopes,Antonio Carlos
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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86.43%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A Síndrome de Stevens Johnson (SSJ) e Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) são reações cutâneas graves, com potencial para morbidade e mortalidade elevadas acometendo a pele e a membrana mucosa necessitando de cuidados de medicina intensiva. O objetivo deste artigo foi apresentar revisão da literatura sobre SSJ e NET. CONTEÚDO: Este artigo revisa os conceitos básicos, diagnóstico, quadro clínico e o princípio de tratamento em Unidade de Terapia Intensiva da SSJ e NET. CONCLUSÕES: Estas doenças caracterizam emergências dermatológicas e seu adequado manuseio e cuidado deve fazer parte do conhecimento rotineiro do médico intensivista.

Polineuropatia no paciente crítico: um diagnóstico comum em medicina intensiva?

Canineu,Rafael Fernando Brandão; Cabral,Marcella M.; Guimarães,Hélio Penna; Lopes,Renato Delascio; Saes,Letícia Sandre Vendrame; Lopes,Antonio Carlos
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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86.43%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A polineuropatia axonal difusa, hoje mais conhecida como polineuropatia do paciente crítico (PPC), tem sido relatada por autores há décadas, porém, apenas nos últimos 30 anos, ocupa maior importância como causa de dependência prolongada de ventilação mecânica, em pacientes gravemente enfermos internados em Unidades de Terapia Intensiva. Esta revisão teve por objetivo apresentar os princípios tópicos que norteiam a fisiopatologia, diagnóstico e tratamento desta doença em Medicina intensiva. CONTEÚDO: A importância da PPC como complicação inicial do choque séptico e em pacientes com disfunção de múltiplos de órgãos e sistemas (DMOS) está claramente descrita como responsável pelo prolongamento da permanência na UTI e, também pela redução gradativa da probabilidade de sobrevida. Sugere-se que a polineuropatia esteja relacionada com as citocinas envolvidas na sepse, além de outros mediadores que aumentariam a permeabilidade dos vasos, resultando em edema endoneural e lesão axonal. Seu início é de difícil diagnóstico, geralmente sendo possível apenas quando as complicações da sepse ou falência de múltiplos órgãos tenham sido adequadamente controladas. O diagnóstico é feito através da eletroneuromiografia. Apesar de ainda não haver nenhum tratamento medicamentoso efetivo...

Mensuração da pressão intra-abdominal nas unidades de tratamento intensivo: a opinião dos médicos intensivistas

Japiassú,André M.; Falcão,Haroldo; Freitas,Fernando; Freitas,Sandra; Souza,Paulo César P.; Lannes,Roberto; Sato,Ricardo I.; Dias,Analucia M.; Almeida,Gustavo F.; Soares,Márcio; Salluh,Jorge I.
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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66.48%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os efeitos adversos da hipertensão intra-abdominal (PIA) são conhecidos há muitos anos, mas apenas recentemente deu-se importância à sua monitorização. Há evidências que cerca de um quarto dos centros de tratamento intensivo (CTI) não medem a PIA por falta de conhecimento da sua importância ou dificuldade na interpretação dos resultados. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento dos médicos sobre a síndrome de compartimento abdominal (SCA) e as características do seu manuseio. MÉTODO: Para a realização deste estudo foi enviado um questionário, contendo 12 perguntas sobre o assunto, para médicos que trabalham em CTI. RESULTADOS: O conhecimento das definições internacionais de SCA não parece estar influenciado pelo tempo de exercício da Medicina, mas sim pelo tempo de atividade dedicada à Medicina Intensiva. Embora a maioria esteja ciente da existência da SCA, menos da metade dos médicos que responderam ao questionário conhece as definições internacionais de 2004. A medida da PIA é realizada em pacientes com predisposição para SCA, por via intravesical, com injeção de 25 a 100 mL de líquido, com intervalos de 4 a 8 horas. Não parece existir valor de PIA (associado ou não a disfunções orgânicas) de consenso entre médicos desta pesquisa em relação ao tratamento clínico ou cirúrgico. CONCLUSÕES: O conhecimento sobre SCA é satisfatório quando considerados apenas os médicos que atuam majoritariamente em Medicina Intensiva. Contudo...

Medicina intensiva na graduação médica: perspectiva do estudante

Almeida,Alessandro de Moura; Albuquerque,Ligia Carvalho; Bitencourt,Almir Galvão Vieira; Rolim,Carlos Eduardo Cerqueira; Godinho,Tiana Mascarenhas; Liberato,Maurício Valverde; Oliveira Filho,Fernando Cezar Cabral; Azevedo,Ana Bárbara Galvão de; Neves,
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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76.49%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Acredita-se que existe uma deficiência no ensino de Medicina Intensiva (MI) na graduação da maioria das escolas médicas, levando a um prejuízo na formação acadêmica de futuros médicos. O objetivo deste estudo foi analisar o ensino e o grau de interesse em MI por estudantes de Medicina de Salvador-BA. MÉTODO: Estudo transversal realizado em 2005 entre estudantes do 6º ao 12º semestres de duas escolas médicas baianas. Utilizou-se um questionário auto-aplicável composto de questões objetivas sobre interesse, habilidades e conhecimentos dos estudantes sobre MI, bem como a sua opinião sobre o ensino dessa especialidade em sua faculdade. RESULTADOS: Foram entrevistados 570 estudantes. A maioria (57,5%) nunca realizou estágio em unidades de terapia intensiva (UTI). Contudo, a utilidade deste para o futuro profissional de um médico foi classificada como alta (média de 4,14 ± 1,05, numa escala de 1 a 5) pelos entrevistados. O interesse em MI foi considerado alto ou muito alto por 53,7% da amostra. Quase todos os alunos (97%) acreditam que tópicos de MI devam ser mais explorados em seus currículos. Apenas 42,1% sentiam-se seguros em avaliar um paciente gravemente enfermo, sendo essa segurança maior entre aqueles que já realizaram estágios em UTI (p < 0...

Inquérito nacional sobre as ligas acadêmicas de Medicina Intensiva

Neves,Flávia Branco Cerqueira Serra; Vieira,Patrícia Sena; Cravo,Elaine Andrade; Dias,Maria; Bitencourt,Almir; Guimarães,Hélio Penna; Feitosa-Filho,Gilson Soares; Orlando,José Maria da Costa
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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86.56%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) tem estimulado a criação de ligas acadêmicas de Medicina Intensiva (MI), considerando-as instrumento útil no preenchimento de lacunas na formação profissional. O objetivo deste trabalho foi avaliar as atividades desenvolvidas pelas ligas acadêmicas de MI de todo o Brasil. MÉTODO: Foi realizada análise das informações obtidas pela resposta a um questionário padrão. O contato foi feito por e-mail ou telefone com os representantes das Ligas constantes de lista fornecida pelo Comitê das Ligas Acadêmicas (LIGAMI-AMIB) em setembro de 2007. Na época existiam 33 ligas associadas ao LIGAMI, das quais quatro não mais estão ativas, 17 responderam ao questionário enviado. As 12 restantes não responderam ao questionário ou não foi obtido contato. RESULTADOS: A maioria das ligas foi fundada a partir de 2005, coincidindo com a criação do Comitê LIGAMI-AMIB, e são vinculadas a uma ou mais faculdades de Medicina. Dentre as atividades realizadas destaca-se a realização de aulas teóricas (100%), geralmente ministradas pelos professores orientadores ou médicos convidados (69%). Outras atividades incluem práticas em unidade de terapia intensiva (UTI) (88%)...

Médicos plantonistas de unidade de terapia intensiva: perfil sócio-demográfico, condições de trabalho e fatores associados à síndrome de burnout

Barros,Dalton de Souza; Tironi,Márcia Oliveira Staffa; Nascimento Sobrinho,Carlito Lopes; Neves,Flávia Serra; Bitencourt,Almir Galvão Vieira; Almeida,Alessandro de Moura; Souza,Ygor Gomes de; Teles,Marcelo Santos; Feitosa,Ana Isabela Ramos; Mota,Igor C
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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66.48%
OBJETIVOS: A síndrome de Burnout é uma reação de estresse excessivo relacionada ao trabalho que se apresenta em três dimensões: exaustão emocional, despersonalização e ineficácia. O objetivo deste estudo foi descrever o perfil de médicos plantonistas de unidades de terapia intensiva e avaliar os fatores associados à presença de síndrome de Burnout nessa população. MÉTODOS: Estudo descritivo de corte transversal, avaliando os médicos que trabalham em unidades de terapia intensiva adulto de Salvador-BA com carga mínima de 12 horas de plantão semanal. Foi distribuído um questionário auto-aplicável dividido em duas partes: a primeira referente a características sóciodemográficas e a segunda composta da avaliação da síndrome de Burnout através do Maslach Burnout Inventory. RESULTADOS: Foram avaliados 297 plantonistas, sendo 70% homens. A média de idade e de tempo de formado foi de 34,2 e 9 anos, respectivamente. Níveis elevados de exaustão emocional, despersonalização e ineficácia foram encontrados em 47,5%, 24,6% e 28,3%, respectivamente. A prevalência da síndrome de Burnout, considerada como nível elevado em pelo menos uma dimensão, foi de 63,3%. Esta prevalência foi significativamente menor nos médicos que possuíam título de especialista em medicina intensiva...

Avaliação dos estágios extracurriculares de medicina em unidade de terapia intensiva adulto

Nascimento,Diego Teixeira; Dias,Maria Almeida; Mota,Rodrigo de Sousa; Barberino,Luciana; Durães,Larissa; Santos,Paulo André Jesuino dos
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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66.56%
OBJETIVOS: A formação em medicina intensiva pelos estudantes de Salvador (BA) tem acontecido através de estágios extracurriculares. Este estudo visou detectar mudanças na postura e no interesse dos acadêmicos que concluíram estes estágios e os tipos mais comuns de atividades desenvolvidas. MÉTODOS: Estudo transversal descritivo realizado com estudantes que fizeram estágios extracurriculares em unidades de terapia intensiva adulto no segundo semestre de 2006. Utilizou-se um questionário auto-aplicável com questões objetivas. RESULTADOS: Foram entrevistados 49 estudantes. O interesse em se tornar intensivista foi classificado como alto/muito alto por 32,7% antes do estágio, ao final 61,2% referiram aumento do interesse. A média de 1 a 5, sobre a importância da medicina intensiva para o acadêmico atualmente foi de 4,55±0,70. Após o estágio 98% sentem-se mais seguros em indicar um paciente para unidades de terapia intensiva e 95,9% em avaliar, sob supervisão, os pacientes internados em unidades de terapia intensiva e 89,8% em atender pacientes nas emergências. Os procedimentos mais observados foram: acesso venoso central (100%), acesso venoso periférico (91,8%) e a intubação orotraqueal (91,8%). Numa escala de 1 a 5...

Motivos relacionados à escolha da medicina intensiva como especialidade por médicos residentes

Neves,Flávia Branco Cerqueira Serra; Vieira,Patrícia Sena Pinheiro de Gouvêa; Cravo,Elaine Andrade; Portugal,Talita da Silva; Almeida,Míli Freire; Brasil,Israel Soares Pompeu de Sousa; Bitencourt,Almir Galvão Vieira; Feitosa-Filho,Gilson Soares
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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66.63%
OBJETIVOS: A medicina intensiva é especialidade relativamente nova que apresentou grande desenvolvimento no Brasil nos últimos anos. No entanto, existe pouca procura por parte dos médicos em realizar este tipo de especialização. O objetivo deste estudo foi descrever os motivos pelos quais os médicos residentes de Salvador-BA pretendem ou não realizar residência médica em medicina intensiva. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal e descritivo, em que foi aplicado um questionário, durante o período de outubro a dezembro de 2007, a todos os médicos residentes das especialidades pré-requisito para medicina intensiva (clínica médica, cirurgia geral e anestesiologia). RESULTADOS: Foram incluídos no estudo 165 médicos residentes (89,7% do total), sendo 51,5% residentes de clínica médica, 25,5% de cirurgia geral e 23% de anestesiologia. Dos entrevistados, 14 (9,1%) pretendem fazer residência de medicina intensiva, embora 90 (54,5%) pretendam ser plantonistas de unidades de terapia intensiva após a residência. O principal motivo destacado para se especializar em medicina intensiva foi gostar de trabalhar com pacientes graves (92,9%). Já os principais motivos para não se especializar em medicina intensiva estão relacionados à pior qualidade de vida ou de trabalho. Os médicos residentes que fizeram algum estágio em unidade de terapia intensiva durante a graduação são mais propensos a serem plantonistas de unidades de terapia intensiva após a residência. CONCLUSÕES: A população avaliada demonstrou baixo interesse em se especializar em medicina intensiva. Os principais motivos apontados foram os fatores relacionados à qualidade de vida dos intensivistas e ao ambiente de trabalho. Um levantamento nacional se faz necessário para identificar quais as intervenções são adequadas para incentivar esta especialização.

Endocarditis infecciosa en la Unidad de Medicina Intensiva

Miranda-Montero,S.; Rodríguez-Esteban,M.; Álvarez-Acosta,L.; Lubillo-Montenegro,S.; Pérez-Hernández,H.; Llorens-León,R.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2012 SPA
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66.46%
Objetivo: Conocer las características, evolución y pronóstico de los pacientes con endocarditis infecciosa que requieren tratamiento en la Unidad de Medicina Intensiva. Diseño: Estudio observacional de cohortes prospectivo en pacientes ingresados por endocarditis infecciosa. Ámbito: Hospital Universitario Nuestra Señora de Candelaria, centro con 824 camas y población asignada de 493.145 personas. Pacientes: Todos los pacientes diagnosticados de endocarditis siguiendo los criterios de Duke entre el 1 de enero de 2005 y el 31 de julio de 2011. Variables de interés: Variables demográficas, clínicas, scores de gravedad, hallazgos microbiológicos y ecocardiográficos, mortalidad intrahospitalaria y complicaciones. Resultados: De 102 pacientes diagnosticados de endocarditis, 38 (37%) ingresaron en Medicina Intensiva. Comparándolos con los que no lo hicieron, sufrieron con más frecuencia afectación mitral (OR= 7,13; IC del 95%, 2,12-24; p= 0,002) y embolia cerebral (OR= 3,89; IC del 95%, 1,06-14,3; p= 0,041). La mortalidad fue mayor (42,1 vs 18,8%, p= 0,011), así como la proporción de cirugías urgentes (45,8 vs 5,9%, p<0,001). Resultaron predictores de mortalidad la infección por Estafilococo aureus (OR= 3,49; IC 95%: 1...

Situación actual de la realización de fibrobroncoscopias en los Servicios de Medicina Intensiva

Martin-Loeches,I.; Artigas,A.; Gordo,F.; Añón,J.M.; Rodríguez,A.; Blanch,LL.; Cuñat,J.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2012 SPA
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66.51%
La fibrobroncoscopia (FBC) flexible en el campo de la Medicina Intensiva ha supuesto la introducción de una técnica de gran ayuda para el manejo de pacientes críticamente enfermos. Su seguridad y utilidad, en manos de un profesional adecuadamente entrenado y con las debidas precauciones, ha derivado en un uso cada vez más extendido, incluso en pacientes críticos inestables ventilados mecánicamente y con requerimientos elevados de oxígeno. La Sociedad Española de Medicina Intensiva, Crítica y Unidades Coronarias (SEMICYUC), mediante el Grupo de Trabajo de Insuficiencia Respiratoria Aguda (GT-IRA) y Enfermedades Infecciosas (GTEI), tiene como objetivo promover el conocimiento y los estándares de calidad de la práctica de la FBC en todos los especialistas de Medicina Intensiva. La SEMICYUC se ha propuesto como objetivo, a través de un comité de expertos, acreditar la formación aportando para ello un currículum, así como las unidades con capacidad para formar en las distintas técnicas y niveles. El proceso de acreditación busca estimular las buenas prácticas de aprendizaje y de calidad en la formación. Tanto el especialista en Medicina Intensiva como otros especialistas médicos y los pacientes se beneficiarán del nivel de compromiso y de control que la acreditación conlleva y del aprendizaje y el entrenamiento que involucra este proceso.

Limitación del esfuerzo terapéutico tras el ingreso en una Unidad de Medicina Intensiva: Análisis de factores asociados

Iribarren-Diarasarri,S.; Latorre-García,K.; Muñoz-Martínez,T.; Poveda-Hernández,Y.; Dudagoitia-Otaolea,J.L.; Martínez-Alutiz,S.; Castillo-Arenal,C.; Ruiz-Zorrilla,J.M.; Hernández-López,M.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2007 SPA
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86.39%
Objetivo. Analizar la limitación del esfuerzo terapéutico (LET) en una Unidad de Medicina Intensiva (UMI) y las variables consideradas en la toma de decisiones. Diseño. Estudio de cohortes prospectivo con seguimiento durante un año tras el alta. Ámbito. UMI de un Hospital de Nivel II. Pacientes. Cuatrocientos nueve pacientes ingresados durante un período de dos años. Variables de interés. APACHE II, Nine Equivalents of Nursing Manpower Use Score (NEMS), Sequential Organ Failure Assessment Score (SOFA), calidad de vida (PAEEC) y mortalidad. Resultados. Se realizó LET en 49 (12%) pacientes. Hubo consenso del equipo asistencial en el 88% de los casos y en el 73,5% con la familia. La decisión se tomó el día 8 (4-20) de estancia y con un SOFA de 9 (4-13) puntos. Entre los pacientes con LET la mortalidad en la UMI fue del 69,4%, la hospitalaria del 92% y a 6 y 12 meses del 96%. Un modelo de regresión logística mostró que las variables asociadas a la decisión de LET fueron las siguientes: NEMS ≥ 30,7 (odds ratio [OR] 12; intervalo de confianza [IC] 95% 3,7-39, p < 0,001), NEMS 26,6-30,6 (OR 8; IC 95% 2,5-25,6, p = 0,001), APACHE II > 30 (OR 7,6; IC 95% 2-29, p = 0,003), la calidad de vida previa ≥ 7 (OR 4,2; IC 95% 1...

Convalidación del título de Medicina Intensiva en el Reino Unido

Cerda,G. de la; Mateo,D.; Tan,A.; Quintano,A.; Kovacs,N.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2011 SPA
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86.46%
La especialidad de Medicina Intensiva vía MIR se estableció en España hace más de 20 años. La Unión Europea permite la libre circulación de trabajadores y el reconocimiento multilateral de sus estudios universitarios de posgrado. Desgraciadamente, eso no ocurre en nuestra especialidad, hecho que dificulta el ejercicio de este derecho europeo y la movilidad de los intensivistas formados en nuestro país. El objetivo de este artículo es ofrecer una guía práctica de cómo convalidar el título de especialista en Medicina Intensiva en el Reino Unido. Esta revisión ha sido realizada por varios intensivistas españoles con amplia experiencia laboral en Reino Unido.

Medicina intensiva en España

Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2011 SPA
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86.62%
La medicina intensiva es una especialidad médica creada oficialmente en nuestro país en 1978, con un programa formativo de 5 años, dos troncales y tres de formación, en una unidad de cuidados intensivos, acreditada para la docencia, habiendo desarrollado durante este tiempo, 32 años, una actividad intensa y variada, lo que ha permitido posicionarse como una especialidad atractiva y con futuro en el mundo hospitalario. Este documento resume la historia de la especialidad, su situación actual, su papel determinante y clave en los programas de donación y trasplante de la ONT (tras más de 20 años de colaboración mutua), su actividad formativa con el desarrollo del Plan Nacional de Reanimación Cardiopulmonar, con más de 25 años de trayectoria, su interés por proporcionar una asistencia basada en programas de calidad y seguridad del paciente grave, y describe también el desarrollo de registros de referencia, ante la necesidad de conocer datos en procesos asistenciales prevalentes, como la cardiopatía isquémica, o en las infecciones en las UCI de largo recorrido (más de 15 años), que han permitido disponer de información epidemiológica y de características asistenciales, que pueden incidir en la práctica asistencial. Además...

El futuro de la Medicina Intensiva

Palencia Herrejón,E.; González Díaz,G.; Mancebo Cortés,J.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2011 SPA
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86.51%
Aunque una especialidad joven en comparación con otras disciplinas médicas, la Medicina Intensiva ocupa en la actualidad un papel clave en el proceso asistencial de muchos pacientes. La experiencia ha demostrado que, para ofrecer una asistencia de calidad a los pacientes críticos, es necesario disponer de profesionales con una formación específica en Medicina Intensiva. En Europa se han dado pasos importantes hacia la homogeneización de los programas formativos de los distintos Estados miembros, pero es necesario dar un paso más, que es la creación de una especialidad primaria de Medicina Intensiva. La atención al enfermo crítico debe ser liderada por especialistas que hayan recibido una formación específica y completa, y posean las competencias profesionales necesarias para prestar una asistencia de la máxima calidad a sus pacientes. El futuro de la especialidad presenta retos que habrá que afrontar con determinación, teniendo como objetivo principal satisfacer las necesidades de la población.

Actitudes y percepciones del personal médico del hospital acerca de los Cuidados Intensivos y de la especialidad de Medicina Intensiva

Santana Cabrera,L.; Sánchez-Palacios,M.; Rodríguez González,F.; Hernández Medina,E.; Casamitjana Ortega,A.; Fernández Arroyo,M.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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66.55%
Objetivo. Evaluar las actitudes y percepciones de los médicos de un hospital respecto a la labor asistencial del Servicio de Medicina Intensiva en su hospital y a la especialidad de Medicina Intensiva. Diseño. Se trata de un estudio prospectivo, descriptivo, de 3 meses de duración. Ámbito. Hospital Universitario Insular de Gran Canaria, Canarias, España. Pacientes. Médicos no intensivistas, adjuntos y residentes del hospital. Intervención. Se llevó a cabo una encuesta anónima. Variables de interés principales. Se recogieron datos demográficos de los médicos entrevistados, se les preguntó acerca de su relación laboral o personal previa con la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI), las actitudes de los médicos intensivistas de su hospital y su percepción de la especialidad de Medicina Intensiva. Resultados. Se entrevistaron 116 médicos, 75 adjuntos y 41 residentes. Menos de la tercera parte creía que la UCI era una sala para enfermos potencialmente críticos. Un porcentaje elevado de los médicos a los que se les había denegado algún ingreso no estaba conforme con los argumentos que se les dieron. Más del 40% de los entrevistados afirmó no haber solicitado cama en la UCI para algún paciente que probablemente se hubiese beneficiado de ella...

Encuesta del conocimiento de la especialidad de Medicina Intensiva y el funcionamiento de una unidad de cuidados intensivos por los estudiantes de medicina

Quintana Díaz,M.; Sánchez Casado,M.; López de Toro,I.; Hermoso Alarza,F.; García de Lorenzo,A.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/11/2009 SPA
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76.41%
Objetivos: Determinar el grado de conocimiento y de aceptación que existe sobre la especialidad de Medicina Intensiva (MI) entre los estudiantes de medicina. Diseño: Encuesta con preguntas cerradas. Ámbito: Universidades Autónoma de Madrid, de Salamanca, Autónoma de Barcelona, de Granada y de Alcalá de Henares. Participantes: Estudiantes de medicina de estas universidades. Resultados: Se incluyen 377 estudiantes de medicina. La edad media es de 21,3±1,9 años. El 75,3% son mujeres. El 37,7% son de tercer año y el resto se distribuye de forma similar (salvo el primer año: 1,6%). El 85,1% estudia medicina por vocación y el 7,7% por influencia familiar. El 16,7% tiene asignaturas pendientes. Conocen las unidades de cuidados intensivos (UCI) por diferentes medios: televisión (35%), vivencia personal (25,2%) y referencia de conocidos (35%); un 16,4% no tiene conocimiento. Las UCI se asocian en un 86,5% con los intensivistas. La mayoría cree que en la UCI se tratan pacientes politraumatizados (85,4%), postoperatorios (68,4%), coronarios (62,3%), respiratorios (61,5%) y neurológicos (50,7%). En las técnicas empleadas en la UCI, consideran frecuente la ventilación mecánica (89,4%), la intubación orotraqueal (83,8%), la sedación i.v. (71...