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Automedicação em adultos de baixa renda no município de São Paulo; Self-medication in low-income adults in Southeastern Brazil; Automedicación en adultos de baja renta en el municipio de Sao Paulo

SCHMID, Bianca; BERNAL, Regina; SILVA, Nilza Nunes
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR; ENG
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86.11%
OBJETIVO: Estimar a proporção de automedicação em adultos de baixa renda e identificar fatores associados. MÉTODOS: Foram utilizados dados de inquérito populacional realizado no município de São Paulo em 2005, cujo plano amostral incluiu dois domínios, favela e não favela, com amostragem por conglomerados em dois estágios, totalizando 3.226 indivíduos elegíveis. Além de características sociodemográficas e econômicas, foram analisados: uso de medicamentos nos 15 dias anteriores à entrevista, tipo de acesso (gratuito, comprado ou outra) aos medicamentos e os tipos de morbidades (crônicas ou agudas) tratadas, em análise de regressão logística múltipla. RESULTADOS: A proporção de automedicação foi de 27% a 32%. Automedicação esteve fortemente associada à morbidade aguda, ao acesso ao medicamento por compra, à idade menor que 47 anos e medicamentos do grupo terapêutico que atuam no sistema nervoso central. O grupo que atua no sistema nervoso central foi o mais utilizado na automedicação. CONCLUSÕES: O acesso gratuito aos medicamentos mostrou-se fator de proteção para a automedicação. A distribuição de medicamentos e o atendimento adequado devem ser considerados para orientação e redução dos riscos que o uso irracional de medicamentos pode gerar à saúde.; OBJECTIVE: To estimate the self-medication prevalence in low-income adults and identify associated factors. METHODS: Data from a population survey performed in São Paulo municipality...

Organizadores e cortadores de comprimidos: riscos e restrições ao uso; Pill organizers and pill cutters: risks and limitations

Oliveira, Caroline Ribeiro de Borja
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública; São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública; São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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95.98%
Com base em análise documental, foram discutidas e problematizadas as limitações associadas à utilização de organizadores e cortadores de comprimidos, como questão de saúde pública. Os organizadores destinados ao armazenamento e transporte de comprimidos e cápsulas expõem essas formas farmacêuticas a fatores ambientais dos quais estariam protegidos em suas embalagens originais, comprometendo sua estabilidade, eficácia e segurança. Os cortadores oferecem risco adicional quanto a perda da eficácia, reações adversas e intoxicação. Por outro lado, o transporte de medicamentos pelo usuário é reflexo da conciliação entre autonomia e autocuidado e a partição de comprimidos é necessária para cumprir certos regimes posológicos. Conclui-se que cabe aos profissionais observar e orientar pacientes e cuidadores, visando à adequação dessas condutas e à prevenção dos riscos envolvidos.; In this essay, based on documental analysis, the limitations associated with the use of pill organizers and cutters are discussed and analyzed as a matter of public health. The use of the organizers for storing and carrying tablets and capsules exposes these medications to environmental factors from which their original packaging protected them...

Acesso a medicamentos: experiência da população de baixa renda na Região do Butantã, São Paulo, 2009; Access to medicines: the experience of the population low-income families in the region of Butantan, City of St. Paul, 2009

Bello, Carmen Barata
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2009 PT
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85.94%
Introdução: O medicamento, imprescindível no tratamento e recuperação da saúde, cresce em importância, tanto para os profissionais de saúde como para a população. Objetivo: Incluir a experiência da população de baixa renda, na pesquisa em saúde pública, sobre necessidade de tomar medicamentos; apresentar dificuldades vivenciadas, em busca destes; relatar as estratégias adotadas, diante da impossibilidade de consegui-los gratuitamente; estudar a compreensão do valor monetário deste produto; identificar a possibilidade de aquisição de medicamentos de médio e alto custo. Método: Metodologia qualitativa, usando a técnica de grupo focal, com a construção de 3 grupos, com a participação de 31 sujeitos, no período de dezembro de 2008 a março de 2009. Os sujeitos são moradores da região do Butantã, SP/SP, com 40 anos ou mais, com renda mensal até 3 salários mínimos e usuários do SUS, fazendo uso de pelo menos um medicamento. Os três grupos foram formados por usuários de medicamentos de uso contínuo; usuários de medicamentos de médio e alto custo e por moradores de uma favela. As discussões foram conduzidas por 2 profissionais e, foram baseadas em 5 perguntas referentes aos objetivos. Para a análise das discussões...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo

Castro, Shamyr Sulyvan; Pelicioni, Americo Focesi; Cesar, Chester Luiz Galvão; Carandina, Luana; Barros, Marilisa Berti de Azevedo; Alves, Maria Cecilia Goi Porto; Goldbaum, Moisés
Fonte: Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 601-610
POR
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85.99%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo

CASTRO, Shamyr Sulyvan; PELICIONI, Americo Focesi; CESAR, Chester Luiz Galvão; CARANDINA, Luana; BARROS, Marilisa Berti de Azevedo; ALVES, Maria Cecilia Goi Porto; GOLDBAUM, Moisés
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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95.99%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

Inquérito sobre uso de medicamentos por idosos aposentados, Belo Horizonte,MG

Ribeiro,Andréia Queiroz; Rozenfeld,Suely; Klein,Carlos Henrique; César,Cibele Comini; Acurcio,Francisco de Assis
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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95.99%
OBJETIVO: Caracterizar o uso de medicamentos por aposentados e pensionistas idosos, com ênfase nas diferenças entre gêneros. MÉTODOS: Inquérito domiciliar conduzido com amostra aleatória simples de 667 indivíduos com 60 anos ou mais, residentes em Belo Horizonte, MG, em 2003. Os idosos foram entrevistados por farmacêuticos, utilizando questionário padronizado. Foram estimadas a prevalência de uso e a média de medicamentos usados nos últimos 15 dias anteriores à entrevista, as quais foram estratificadas de acordo com o gênero segundo variáveis sociodemográficas e de saúde. RESULTADOS: A prevalência de uso de medicamentos foi de 90,1%, significativamente maior entre as mulheres (93,4%) do que entre os homens (84,3%). Mulheres utilizaram em média 4,6±3,2 produtos e homens 3,3±2,6 (p<0,001). Os princípios ativos mais usados pelos idosos pertenciam aos sistemas cardiovascular, nervoso, e do trato alimentar e metabolismo. O consumo foi superior entre as mulheres nesses três grupos, assim como as médias de uso de medicamentos segundo variáveis sociodemográficas e de saúde selecionadas. CONCLUSÕES: O estudo identificou uso mais intenso de medicamentos pelas mulheres, fato que as torna mais vulneráveis aos prejuízos de polifarmácia...

Organizadores e cortadores de comprimidos: riscos e restrições ao uso

Borja-Oliveira,Caroline Ribeiro de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 PT
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85.94%
Com base em análise documental, foram discutidas e problematizadas as limitações associadas à utilização de organizadores e cortadores de comprimidos, como questão de saúde pública. Os organizadores destinados ao armazenamento e transporte de comprimidos e cápsulas expõem essas formas farmacêuticas a fatores ambientais dos quais estariam protegidos em suas embalagens originais, comprometendo sua estabilidade, eficácia e segurança. Os cortadores oferecem risco adicional quanto a perda da eficácia, reações adversas e intoxicação. Por outro lado, o transporte de medicamentos pelo usuário é reflexo da conciliação entre autonomia e autocuidado e a partição de comprimidos é necessária para cumprir certos regimes posológicos. Conclui-se que cabe aos profissionais observar e orientar pacientes e cuidadores, visando à adequação dessas condutas e à prevenção dos riscos envolvidos.

Acesso a medicamentos de uso contínuo em adultos e idosos nas regiões Sul e Nordeste do Brasil

Paniz,Vera Maria Vieira; Fassa,Anaclaudia Gastal; Facchini,Luiz Augusto; Bertoldi,Andréa Dâmaso; Piccini,Roberto Xavier; Tomasi,Elaine; Thumé,Elaine; Silveira,Denise Silva da; Siqueira,Fernando Vinholes; Rodrigues,Maria Aparecida
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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136.11%
O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de acesso a medicamentos de uso contínuo para tratar hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e/ou problemas de saúde mental e fatores associados. Foi desenvolvido estudo transversal no âmbito do Projeto de Expansão e Consolidação Saúde da Família (PROESF) em 41 municípios do Sul e Nordeste do Brasil. A amostra incluiu 4.060 adultos e 4.003 idosos residentes na área das unidades básicas de saúde (UBS). A prevalência de acesso a medicamentos de uso contínuo em adultos foi de 81% e em idosos, 87%. O maior acesso entre os adultos da Região Sul esteve associado com maior idade, melhor nível econômico, tipo de morbidade crônica e participação em grupos na UBS; entre os adultos do Nordeste, com hipertensão arterial sistêmica exclusiva ou combinada com diabetes mellitus; entre os idosos do Sul, com maior escolaridade; entre os idosos do Nordeste, com maior idade, maior escolaridade, não fumantes, vínculo com a UBS e modelo de atenção Programa Saúde da Família (PSF). Os resultados revelam importante iniqüidade em saúde, reforçando a necessidade de políticas para ampliar o acesso principalmente para populações de menor poder aquisitivo.

Hipertensão arterial referida e utilização de medicamentos de uso contínuo no Brasil: um estudo de base populacional

Ferreira,Reginara Alves; Barreto,Sandhi Maria; Giatti,Luana
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 PT
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126.02%
O objetivo do presente estudo foi estimar a prevalência e fatores associados à não utilização de algum medicamento de uso contínuo nos indivíduos de 30-79 anos que referiram hipertensão arterial na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2008), Brasil. Razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%) foram obtidos por meio de regressão de Poisson. A proporção de indivíduos que não utilizava medicamentos de uso contínuo foi de 17%. Características positivamente associadas à não utilização foram: sexo masculino, residência nas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste e hábito de fumar. O não uso desses medicamentos diminuiu com a idade, renda domiciliar per capita, número de doenças crônicas e de consulta médica nos últimos 12 meses; foi menor entre os que tinham 11 anos e mais de estudo (RP = 0,92; IC95%: 0,86-0,98), nos que não trabalhavam nem estavam desempregados e nos que não realizavam atividade física. A adesão à terapia medicamentosa no controle de hipertensão arterial é necessária e requer investimento na atenção primária...

Farmácia: a porta de entrada para o acesso a medicamentos para idosos residentes em Santos

Moura,Beatriz Vieira de; Cohn,Amélia; Pinto,Rosa Maria Ferreiro
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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86.1%
Este estudo teve como objetivos conhecer o perfil dos medicamentos utilizados pelos idosos, com ênfase na associação entre aqueles de uso contínuo mais utilizados e outros fármacos sem indicação médica e avaliar a função social do farmacêutico nas farmácias privadas. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa de natureza compreensiva e explicativa, realizada no município de Santos, em 2008, em bairros com maior concentração de idosos (IBGE,2000). Nesses bairros, foram identificadas três farmácias privadas, que autorizaram a realização da pesquisa por um período de uma semana, quando foram realizadas as entrevistas, a partir de um roteiro estruturado.Os resultados evidenciaram um maior consumo dos idosos para as classes farmacológicas dos medicamentos de uso contínuo (os anti-hipertensivos, antidiabéticos, diuréticos e o antiagregante plaquetário). Dentre os medicamentos adquiridos sem prescrição médica, destacaram-se a compra de: analgésicos/antitérmicos, antigripais, antiinflamatórios e fitoterápicos. Alguns dos que compõem esse conjunto são tarjados e exigiriam a apresentação do receituário. As evidências obtidas apontam para o fato de que o consumo autoindicado, associado ao uso de medicamentos de uso contínuo...

Acesso a medicamentos de uso contínuo entre idosos, Brasil; Access to continued-use medication among older adults, Brazil

Viana, Karynna Pimentel; Brito, Alexandre dos Santos; Rodrigues, Claudia Soares; Luiz, Ronir Raggio
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/01/2015 ENG; POR
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96.15%
OBJECTIVE To determine the prevalence and associated access factors for all continued-use prescription drugs and the ways in which they can be obtained. METHODS Data was obtained from the 2008 Household National Survey. The sample comprised 27,333 individuals above 60 years who reported that they used continued-use prescription drugs. A descriptive analysis and binary and multiple multinomial logistic regressions were performed. RESULTS 86.0% of the older adults had access to all the medication they needed, and among them, 50.7% purchased said medication. Those who obtained medication from the public health system were younger (60-64 years), did not have health insurance plans, and belonged to the lower income groups. It is remarkable that 14.0% of the subjects still had no access to any continued-use medication, and for those with more than four chronic diseases, this amount reached 22.0%. Those with a greater number of chronic diseases ran a higher risk of not having access to all the medication they needed. CONCLUSIONS There are some groups of older adults with an increased risk of not obtaining all the medication they need and of purchasing it. The results of this study are expected to contribute to guide programs and plans for access to medication in Brazil.; OBJETIVO Analisar a prevalência e fatores associados com o acesso a medicamentos de uso contínuo e formas de sua obtenção. MÉTODOS Foram obtidos dados da Pesquisa Nacional por Amostras em Domicílio de 2008. A amostra foi composta por 27.333 indivíduos com idade acima de 60 anos que reportaram utilizar medicamentos de uso contínuo. Foram utilizados modelos de regressão logística multinomial binário e múltipla para análise dos dados. RESULTADOS Tiveram acesso a todos os medicamentos 86...

Implementação da estratégia Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância no Nordeste, Brasil; Investigación sobre uso de medicamentos por ancianos jubilados, Belo Horizonte,MG; Implementation of the Integrated Management of Childhood Illnesses strategy in Northeastern Brazil

Amaral, João Joaquim Freitas do; Victora, Cesar Gomes; Leite, Álvaro Jorge Madeiro; Cunha, Antonio José Ledo Alves da
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2008 POR; ENG
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85.95%
OBJETIVO: A maioria das mortes em crianças é evitável. A estratégia Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde e Fundo das Nações Unidas para a Infância, pretende reduzir a mortalidade infantil por meio de ações para melhorar o desempenho dos profissionais de saúde, a organização do sistema de saúde e as práticas da família e da comunidade. O artigo teve por objetivo descrever fatores associados à implementação dessa estratégia em três estados do Nordeste do Brasil. MÉTODOS: Estudo ecológico realizado em 443 municípios do Ceará, Paraíba e Pernambuco, em 2006. A distribuição de variáveis independentes econômicas, geográficas, ambientais, nutricionais, organização do serviço de saúde e mortalidade infantil foram comparadas entre os municípios com e sem a estratégia. Esses fatores foram avaliados por meio de modelo hierárquico utilizando regressão de Poisson para o cálculo de razões de prevalências após ajuste para fatores de confusão. RESULTADOS: Dos municípios estudados, 54% possuíam a estratégia: Ceará (65 com e 43 sem), Paraíba (27 com e 21 sem) e Pernambuco (147 com e 140 sem). Após controle para fatores de confusão...

Inquérito sobre uso de medicamentos por idosos aposentados, Belo Horizonte,MG; Survey on medicine use by elderly retirees in Belo Horizonte, Southeastern Brazil

Ribeiro, Andréia Queiroz; Rozenfeld, Suely; Klein, Carlos Henrique; César, Cibele Comini; Acurcio, Francisco de Assis
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2008 POR; ENG
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95.95%
OBJETIVO: Caracterizar o uso de medicamentos por aposentados e pensionistas idosos, com ênfase nas diferenças entre gêneros. MÉTODOS: Inquérito domiciliar conduzido com amostra aleatória simples de 667 indivíduos com 60 anos ou mais, residentes em Belo Horizonte, MG, em 2003. Os idosos foram entrevistados por farmacêuticos, utilizando questionário padronizado. Foram estimadas a prevalência de uso e a média de medicamentos usados nos últimos 15 dias anteriores à entrevista, as quais foram estratificadas de acordo com o gênero segundo variáveis sociodemográficas e de saúde. RESULTADOS: A prevalência de uso de medicamentos foi de 90,1%, significativamente maior entre as mulheres (93,4%) do que entre os homens (84,3%). Mulheres utilizaram em média 4,6±3,2 produtos e homens 3,3±2,6 (p; OBJECTIVE: To describe self-reported use of medicines by Brazilian elderly retirees focusing on gender differences. METHODS: Household survey conducted in a random sample comprising 667 subjects aged 60 years or more who were living in Belo Horizonte, Southeastern Brazil, in 2003. The elderly were interviewed by pharmacists, using a standardized questionnaire. The prevalence of medicine use and mean use in the 15 days previous to the interview were estimated and then stratified by gender according to sociodemographic and health variables. RESULTS: The prevalence of medicine use was 90.1%...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo; Uso de medicamentos por personas con deficiencias en áreas del Estado de Sao Paulo, Sureste de Brasil; Use of medicines by persons with disabilities in São Paulo state areas, Southeastern Brazil

Castro, Shamyr Sulyvan; Pelicioni, Americo Focesi; Cesar, Chester Luiz Galvão; Carandina, Luana; Barros, Marilisa Berti de Azevedo; Alves, Maria Cecilia Goi Porto; Goldbaum, Moisés
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2010 POR; ENG
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86.01%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

Farmácia: a porta de entrada para o acesso a medicamentos para idosos residentes em Santos; Pharmacy: a gateway to access to medicines for elderly individuals living in the city of Santos

Moura, Beatriz Vieira de; Cohn, Amélia; Pinto, Rosa Maria Ferreiro
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2012 POR
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86.1%
Este estudo teve como objetivos conhecer o perfil dos medicamentos utilizados pelos idosos, com ênfase na associação entre aqueles de uso contínuo mais utilizados e outros fármacos sem indicação médica e avaliar a função social do farmacêutico nas farmácias privadas. O método utilizado foi a pesquisa qualitativa de natureza compreensiva e explicativa, realizada no município de Santos, em 2008, em bairros com maior concentração de idosos (IBGE,2000). Nesses bairros, foram identificadas três farmácias privadas, que autorizaram a realização da pesquisa por um período de uma semana, quando foram realizadas as entrevistas, a partir de um roteiro estruturado.Os resultados evidenciaram um maior consumo dos idosos para as classes farmacológicas dos medicamentos de uso contínuo (os anti-hipertensivos, antidiabéticos, diuréticos e o antiagregante plaquetário). Dentre os medicamentos adquiridos sem prescrição médica, destacaram-se a compra de: analgésicos/antitérmicos, antigripais, antiinflamatórios e fitoterápicos. Alguns dos que compõem esse conjunto são tarjados e exigiriam a apresentação do receituário. As evidências obtidas apontam para o fato de que o consumo autoindicado, associado ao uso de medicamentos de uso contínuo...

Farmacología en la tercera edad: medicamentos de uso continuo y peligros de la interacción medicamentosa

Filié Haddad,Marcela; Satie Takamiya,Aline; Martins da Silva,Eulália Maria; Barros Barbosa,Débora
Fonte: Gerokomos Publicador: Gerokomos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2009 SPA
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106.04%
Introducción: Se observó un considerable crecimiento del contingente poblacional de ancianos. Ellos son los mayores usuarios de medicamentos. Los cambios fisiológicos relacionados con el envejecimiento pueden alterar la propiedad farmacocinética y la farmacodinamia. El cuadro de declinación cognitiva, las limitaciones físicas y las enfermedades crónicas asociadas afectan la habilidad de usar adecuadamente los medicamentos. Objetivo: Indicar las principales clases farmacológicas administradas a pacientes geriátricos y los riesgos de la interacción medicamentosa en base a una revisión de literatura. Conclusión: La mayor parte de los ancianos hacen uso continuo de por lo menos tres fármacos, los más prescritos son aquellos destinados a problemas cardiovasculares y trastornos psíquicos.

Hipertensão arterial referida e utilização de medicamentos de uso contínuo no Brasil: um estudo de base populacional

Ferreira,Reginara Alves; Barreto,Sandhi Maria; Giatti,Luana
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 PT
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126.02%
O objetivo do presente estudo foi estimar a prevalência e fatores associados à não utilização de algum medicamento de uso contínuo nos indivíduos de 30-79 anos que referiram hipertensão arterial na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2008), Brasil. Razões de prevalência (RP) e respectivos intervalos de 95% de confiança (IC95%) foram obtidos por meio de regressão de Poisson. A proporção de indivíduos que não utilizava medicamentos de uso contínuo foi de 17%. Características positivamente associadas à não utilização foram: sexo masculino, residência nas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste e hábito de fumar. O não uso desses medicamentos diminuiu com a idade, renda domiciliar per capita, número de doenças crônicas e de consulta médica nos últimos 12 meses; foi menor entre os que tinham 11 anos e mais de estudo (RP = 0,92; IC95%: 0,86-0,98), nos que não trabalhavam nem estavam desempregados e nos que não realizavam atividade física. A adesão à terapia medicamentosa no controle de hipertensão arterial é necessária e requer investimento na atenção primária...

Inquérito sobre uso de medicamentos por idosos aposentados, Belo Horizonte,MG

Ribeiro,Andréia Queiroz; Rozenfeld,Suely; Klein,Carlos Henrique; César,Cibele Comini; Acurcio,Francisco de Assis
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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95.99%
OBJETIVO: Caracterizar o uso de medicamentos por aposentados e pensionistas idosos, com ênfase nas diferenças entre gêneros. MÉTODOS: Inquérito domiciliar conduzido com amostra aleatória simples de 667 indivíduos com 60 anos ou mais, residentes em Belo Horizonte, MG, em 2003. Os idosos foram entrevistados por farmacêuticos, utilizando questionário padronizado. Foram estimadas a prevalência de uso e a média de medicamentos usados nos últimos 15 dias anteriores à entrevista, as quais foram estratificadas de acordo com o gênero segundo variáveis sociodemográficas e de saúde. RESULTADOS: A prevalência de uso de medicamentos foi de 90,1%, significativamente maior entre as mulheres (93,4%) do que entre os homens (84,3%). Mulheres utilizaram em média 4,6±3,2 produtos e homens 3,3±2,6 (p<0,001). Os princípios ativos mais usados pelos idosos pertenciam aos sistemas cardiovascular, nervoso, e do trato alimentar e metabolismo. O consumo foi superior entre as mulheres nesses três grupos, assim como as médias de uso de medicamentos segundo variáveis sociodemográficas e de saúde selecionadas. CONCLUSÕES: O estudo identificou uso mais intenso de medicamentos pelas mulheres, fato que as torna mais vulneráveis aos prejuízos de polifarmácia...

Acesso a medicamentos de uso contínuo em adultos e idosos nas regiões Sul e Nordeste do Brasil

Paniz,Vera Maria Vieira; Fassa,Anaclaudia Gastal; Facchini,Luiz Augusto; Bertoldi,Andréa Dâmaso; Piccini,Roberto Xavier; Tomasi,Elaine; Thumé,Elaine; Silveira,Denise Silva da; Siqueira,Fernando Vinholes; Rodrigues,Maria Aparecida
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de acesso a medicamentos de uso contínuo para tratar hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e/ou problemas de saúde mental e fatores associados. Foi desenvolvido estudo transversal no âmbito do Projeto de Expansão e Consolidação Saúde da Família (PROESF) em 41 municípios do Sul e Nordeste do Brasil. A amostra incluiu 4.060 adultos e 4.003 idosos residentes na área das unidades básicas de saúde (UBS). A prevalência de acesso a medicamentos de uso contínuo em adultos foi de 81% e em idosos, 87%. O maior acesso entre os adultos da Região Sul esteve associado com maior idade, melhor nível econômico, tipo de morbidade crônica e participação em grupos na UBS; entre os adultos do Nordeste, com hipertensão arterial sistêmica exclusiva ou combinada com diabetes mellitus; entre os idosos do Sul, com maior escolaridade; entre os idosos do Nordeste, com maior idade, maior escolaridade, não fumantes, vínculo com a UBS e modelo de atenção Programa Saúde da Família (PSF). Os resultados revelam importante iniqüidade em saúde, reforçando a necessidade de políticas para ampliar o acesso principalmente para populações de menor poder aquisitivo.

Organizadores e cortadores de comprimidos: riscos e restrições ao uso

Borja-Oliveira,Caroline Ribeiro de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 PT
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Com base em análise documental, foram discutidas e problematizadas as limitações associadas à utilização de organizadores e cortadores de comprimidos, como questão de saúde pública. Os organizadores destinados ao armazenamento e transporte de comprimidos e cápsulas expõem essas formas farmacêuticas a fatores ambientais dos quais estariam protegidos em suas embalagens originais, comprometendo sua estabilidade, eficácia e segurança. Os cortadores oferecem risco adicional quanto a perda da eficácia, reações adversas e intoxicação. Por outro lado, o transporte de medicamentos pelo usuário é reflexo da conciliação entre autonomia e autocuidado e a partição de comprimidos é necessária para cumprir certos regimes posológicos. Conclui-se que cabe aos profissionais observar e orientar pacientes e cuidadores, visando à adequação dessas condutas e à prevenção dos riscos envolvidos.