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Sobre o polimorfismo do grupo maxillaria madida (Orchidaceae, maxillariinae)

Eunice Onishi
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //1974 PT
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16.79%
Das observações realizadas julgamos poder concluir que: 1) O m. retococcígeo está presente em todos os casos. Ele é constituído por fibras musculares lisas e por tecido conjuntivo, no qual predominam fibras colágenas e elásticas. 2) O m. retococcígeo pode ser dividido em duas partes: uma pós-retal e outra justa-retal. A parte pós-retal é formada por duas digitações, uma de cada lado dos vasos sacrais medianos, as quais se unem e formam o corpo do m. retococcígeo, situado sobre os mm. pucoccígeos e sobre a lâmina tendínea comum aos mesmos. A parte justa-retal resulta da divisão, próximo à face posterior do reto, do corpo do m. retococcígeo em quatro porções terminais: descendente, ascendente, anterior e ântero-inferior. 3) As digitações são achatadas, triangulares, de ápice póstero-superior. Em 36/50 ou 72%das peças as digitações se unem inferiormente à arcada dos ligg. sacrococcígeos anteriores e em 14/50 ou 28% das peças, superiormente a essa arcada. Podemos considerá-la digitações longas no primeiro caso e curtas no segundo. 4) O corpo do m. retococcígeo se realizam, em todas as peças, nos ligg. sacrococcígeo anteriores por meio das digitações, que poderiam ser consideradas como inserções digitiformes. As digitações longas se inserem na lâmina tendínea dos mm. pubococcígeos em 31/36 ou 86...

Aspectos evolutivos em algumas maxilarias brasileiras (orchdaceae)

Rolf Dieter Illg
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //1975 PT
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16.79%
Neste trabalho é utilizado um método relativamente novo para analisar a variação intraespecífica em cinco espécies do gênero Maxillaria (Orchideceae), quatro das quais pertencentes à secção Heterotaxis (Lindl.) Brieg. e uma pertencente ao grupo da M. rufescens Lindl. A análise estatística mostrou três padrões de variação intraespecifia: a) BSpeciBs com ausência de variação genotípica, tanto dentro de populações quanto entre populações geograficamente separadas, o que e bastante raro; b) espécies que apresentam uma variação genotípica de acordo com o aumento da distancia geográfica, ate um máximo, caracteristico para cada espécie. É o comportamento típico para espécies não polimorfas; c) espécies com um aumento indefinido na variação, decorrente do aumento da separação geográfica, sem existir um limite máximo. Este comportamento é típico para as espécies polimorfas. O comportamento de espécies do grupo b corresponde ao esperado, o mesmo ocorrendo com as espécies do grupo c, como resultado do próprio polimorfismo. O comportamento do grupo a, todavia, foi inesperado e exigiu um a melhor análise do processo de formação de embriões. Com o objetivo de estudar a causa da ausência total de variabilidade encontrada no tipo a...

Contribuições a quimica das recompensas florais de Guttiferae (Clusia) e Orchidaceae (Maxillariinae); The chemical contribution to floral rewards of Guttiferae (Clusia) and Orchidaceae (Maxillariinae)

Mirele Sanches Fernandes Lapis
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/03/2005 PT
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17.46%
Este trabalho teve como objetivo elucidar algumas interações ecológicas de espécies de Orchidaceae e Guttiferae. No primeiro capítulo, é descrita a determinação da composição química das fragrâncias florais de cinco espécies de orquídeas pertencentes ao complexo Maxillaria madida (M. juergensii, M. madida, M. vernicosa, M. ferdinandiana e M. pachyphylla), através da técnica de headspace dinâmico e análise por CG/EM. Monoterpenóides e sesquiterpenóides não oxigenados são os principais compostos voláteis emitidos e provavelmente responsáveis pela atração dos insetos polinizadores. No segundo capítulo, demos continuidade ao estudo da composição química do látex dos frutos de C. grandiflora iniciado por Cláudio A. G. da Câmara. Este estudo resultou no isolamento de 3 compostos, sendo 2 inéditos e derivados do ácido cis-d-tocotrienólico. Estes compostos quando submetidos ao teste em CCD com b-caroteno, apresentaram propriedades antioxidantes. No último capítulo deste trabalho, é apresentada a análise da composição química das resinas florais do híbrido interespecífico de C. weddelliana X paralicola, comparada com a das resinas florais de seus parentais. Observou-se que todos os compostos isolados também estão presentes nas espécies genitoras...

Estudo químico e atividades antiproliferativa, tripanocida e leishmanicida de Maxillaria picta

Almeida,Thiago L. de; Monteiro,Josiane A.; Lopes,Greice K. P.; Chiavelli,Lucas U. R.; Santin,Silvana M. de O.; Silva,Cleuza C. da; Kaplum,Vanessa; Scariot,Débora B.; Nakamura,Celso V.; Ruiz,Ana L. T. G.; Carvalho,João E.; Faria,Ricardo T. de; Pomini,Arm
Fonte: Sociedade Brasileira de Química Publicador: Sociedade Brasileira de Química
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 PT
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37.81%
The chemical study of the orchid Maxillaria picta resulted in the isolation of the bioactive stilbenes phoyunbene B and phoyunbene C, in addition to four phenolic acids, one xanthone, steroidal compounds and two triterpenes. Crude extract, fractions, subfractions and the isolated xanthone were evaluated for anticancer activity against human tumor cell lines and against evolutionary forms of T. cruzi and L. amazonensis. The structures of the compounds were determined by GC-MS, and ¹H NMR, 13C NMR spectral methods as well as bidimensional techniques.

Composição florística e estrutura do componente epifítico vascular em floresta da planície litorânea na Ilha do Mel, Paraná, Brasil

KERSTEN,RODRIGO DE ANDRADE; SILVA,SANDRO MENEZES
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 PT
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16.79%
O estudo das epífitas vasculares foi realizado em uma área de 3.000 m² de floresta na planície litorânea na Ilha do Mel (25°30’ S 48°23’ W); o levantamento qualitativo foi realizado em toda a área; para o estudo quantitativo, foram sorteados 100 forófitos, divididos em intervalos de 2 m a partir do solo. Em cada intervalo, registraram-se todas as espécies epifíticas ocorrentes, sendo estimado o valor de importância epifítico a partir das freqüências nos estratos, nos forófitos e nas espécies forofíticas. No levantamento total, foram encontradas 77 espécies (16 de Pteridophyta, 53 de Liliopsida e 8 de Magnoliopsida), das quais 70 foram amostradas nos forófitos analisados. As famílias mais ricas foram Orchidaceae, Bromeliaceae e Polypodiaceae e os gêneros foram Vriesea, Encyclia e Maxillaria. A área com maior similaridade florística com este estudo localiza-se no Município de Torres (RS). As espécies mais importantes quantitativamente foram Microgramma vaccinifolia, Codonanthe gracilis, Epidendrum latilabre e E. rigidum. As espécies amostradas foram agrupadas em três categorias quanto à preferência por intervalos de altura: exclusivas, preferenciais e indiferentes. O número de ocorrências de epífitos em um mesmo forófito variou de 1 a 35...

Morphometric analysis of the Brasiliorchis picta complex (Orchidaceae)

Pinheiro,Fábio; Barros,Fábio de
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 EN
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17.46%
One of the largest genera of Orchidaceae in the Neotropics with about 450 species, Maxillaria presents several taxonomic uncertainties about its generic circumscription and the delimitation of species groups, mainly due to the large variability of some species. The present study aims at verifying the morphological variation and species delimitation in the Brasiliorchis picta complex, a recent new genus derived from Maxillaria, using morphometric multivariate analysis. A total of 340 specimens belonging to six species (B. chrysantha (Barb. Rodr.) R.B. Singer, S. Koehler & Carnevali, B. gracilis (Lodd.) R.B. Singer, S. Koehler & Carnevali, B. marginata (Lindl.) R.B. Singer, S. Koehler & Carnevali, B. picta (Hook.) R. Singer, S. Koehler & Carnevali, B. porphyrostele (Rchb. f.) R.B. Singer, S. Koehler & Carnevali and B. ubatubana (Hoehne) R.B. Singer, S. Koehler & Carnevali) were analyzed using multivariate methods (PCA, CVA, DA, and Cluster Analysis with UPGMA). B. gracilis shows the largest morphological discontinuity, mainly due to its smaller size. The other species tend to form distinct groups, but intermediate characteristics between pairs of species induce overlaps among the individuals of different species and thus confuse the distinction of each one. Hybridization and geographic distribution can be involved in the differentiation of the species and lineages in this complex. Because the species classified a priori in this work cannot be recognized by the quantitative characters measured here...

Novas combinações, novas ocorrências e notas sobre espécies pouco conhecidas, para as orquídeas do Brasil

Barros,Fábio de
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/1994 PT
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27.46%
Duas novas combinações são propostas para orquídeas brasileiras: Cyrtopodium polyphyllum (Veil.) Pabst ex F. Barros e Pseudolaelia canaanensis (Ruschi) F. Barros. Maxillciria perpai-va Garay & Dunsterv. é citada pela primeira vez para o Brasil. São apresentadas ilustrações de Maxillaria friedrichsthalii Rchb. f. e Platystele ovalifolia (Focke) Garay & Dunsterv., duas espécies coletadas raramente no Brasil.

Lista atualizada das Orchidaceae do Distrito Federal

Batista,João Aguiar Nogueira; Bianchetti,Luciano de Bem
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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16.79%
É apresentada a relação atualizada de Orchidaceae para o Distrito Federal (DF), a unidade da federação onde se situa a capital brasileira, localizada no centro do país. São reconhecidos 72 gêneros e 254 táxons (246 espécies e oito táxons subespecíficos), dos quais 17 (6,7%) são conhecidos apenas localmente. Os gêneros mais significativos no DF são Habenaria (74 espécies e três táxons subespecíficos), Cyrtopodium (17 espécies), Cleistes (13 espécies) e a subtribo Spiranthinae (11 gêneros com 34 espécies e dois táxons subespecíficos). Gêneros como Epidendrum (oito espécies), Pleurothallis (sete espécies), Oncidium (seis espécies) e Maxillaria (três espécies) são abundantes na Mata Atlântica no sudeste brasileiro, mas pouco representados na região. Cerca de 73% das Orchidaceae do DF apresentam hábito terrestre, o que contrasta marcadamente com a Mata Atlântica e a região Amazônica, onde predominam espécies epifíticas. Dentro do Cerrado, o DF representa o local mais bem amostrado e com o maior número de espécies conhecidas, compreendendo cerca de 51% das orquídeas listadas para todo o bioma. Esta relação tem como objetivo subsidiar a monografia desta família para a flora do Distrito Federal.

Fungos micorrízicos associados a orquídeas em campos rupestres na região do Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil

Nogueira,Ricardo Eustáquio; Pereira,Olinto Liparini; Kasuya,Maria Catarina Megumi; Lanna,Maria Célia da Silva; Mendonça,Míriam Pimentel
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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16.79%
Oito isolados de fungos micorrízicos rizoctonióides foram obtidos do sistema radicular de orquídeas neotropicais, a saber: Bulbophyllum weddelii (Lindl.) Rchb. f., Epidendrum dendrobioides Thunb., Maxillaria acicularis Herb. ex Lindl., Oncidium gracile Lindl., Pleurothallis teres Lindl., Prosthechea vespa (Vell.) W.E. Higgins, Sophronitis milleri (Blumensch. ex Pabst) C. Berg & M.W. Chase e Sarcoglottis sp., que ocorrem em campos rupestres da região do Quadrilátero Ferrífero, no Estado de Minas Gerais, Brasil. Três gêneros anamórficos foram identificados: Epulorhiza, isolados do sistema radicular de E. dendrobioides e S. milleri; Ceratorhiza, isolados de B. weddelii, O. gracile, P. teres e P. vespa e Rhizoctonia, isolados de M. acicularis e Sarcoglottis sp. O trabalho constitui-se no primeiro relato taxonômico e de caracterização morfológica de fungos micorrízicos rizoctonióides associados a espécies de orquídeas que ocorrem em campos rupestres no Brasil.

Orchidaceae no Parque Natural Municipal da Prainha, RJ, Brasil

Cunha,Melissa Faust Bocayuva; Forzza,Rafaela Campostrini
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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16.79%
As espécies de Orchidaceae ocorrentes no Parque Natural Municipal da Prainha são apresentadas. O Parque está localizado no município do Rio de Janeiro e abrange uma área total de 126 hectares. A cobertura vegetal predominantemente é floresta pluvial atlântica, com uma pequena faixa de restinga e diversos afloramentos rochosos. Foram encontrados na área 18 gêneros e 26 espécies: Bifrenaria (1 sp.), Brassavola (1 sp.), Catasetum (1 sp.), Cattleya (2 sp.), Cyclopogon (1 sp.), Cyrtopodium (2 sp.), Eltroplectris (1 sp.), Epidendrum (4 sp.), Gomesa (1 sp.), Isochilus (1 sp.), Maxillaria (2 sp.), Oeceoclades (1 sp.), Oncidium (1 sp.), Pleurothallis (3 sp.), Polystachya (1 sp.), Prescottia (1 sp.), Sarcoglottis (1 sp.) e Sophronitis (1 sp.). Várias as espécies de Orchidaceae registradas na área apresentam ampla distribuição geográfica, porém 14 têm sua ocorrência associada ao domínio atlântico. São apresentadas chave de identificação, descrições, ilustrações e comentários sobre forma de vida, floração e frutificação, distribuição geográfica e habitat.

Performance of Differents Genotyps of Brazilian Orchid Cultivation in Alternatives Substrates

Faria,Ricardo Tadeu de; Rego,Luciana do Valle; Bernardi,Anderson; Molinari,Hugo
Fonte: Instituto de Tecnologia do Paraná - Tecpar Publicador: Instituto de Tecnologia do Paraná - Tecpar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 EN
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27.46%
Two native Brazilian orchid especies, Oncidium baueri and Maxillaria picta, were grown in different substrate mixtures. The plants were cultivated in ceramic pots in a greenhouse with 50% of shadind light and watered three times a week. The following substrates were used: 1) de-fibered xaxim; 2)xaxim cubes; 3) vermiculite; 4) carbonized rice husk; 5) charcoal; 6) charcoal + carbonized rice husk; 7) crocks; 8) vermiculite and charcoal; 9) vermiculite + carbonized rice husks; 10) extruded polystyrene + charcoal; 11) pine bark + charcoal + extruded polystyrene; 12) vermiculite + carbonized rice husks + extruded polystyrene + charcoal; 13) pine bark. The substrate ratio was 1:1 in the mixture. NPK 10-10-10 leaf fertilizer was applied every thirty days and castor bean cake and bone powder organic fertilizer were applied every ninety days. A randomized complete block design was used with 10 replications. Growth and rooting were assessed after eight months. The best alternative substrate to O. baueri was vermiculie and the best alternatives substrates to M. picta were vermiculite and charcoal and vermiculite + carbonized rice husks.

Visitação de orquídea por Melipona capixaba Moure & Camargo (Hymenoptera: Apidae), abelha ameaçada de extinção

Resende,Helder C.; Barros,Fábio de; Campos,Lúcio A.O.; Fernandes-Salomão,Tânia M.
Fonte: Sociedade Entomológica do Brasil Publicador: Sociedade Entomológica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 PT
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16.79%
A abelha sem ferrão Melipona capixaba Moure & Camargo é uma espécie restrita à Mata Atlântica nos municípios de Domingos Martins, Conceição do Castelo, Venda Nova do Imigrante e Afonso Cláudio, ES. Apesar de sua importância ecológica como polinizador, poucos estudos têm investigado a biologia e ecologia dessa abelha, popularmente conhecida como uruçu-negra, pé-de-pau, ou uruçu-capixaba. Esta nota relata uma observação de operárias de M. capixaba carregando polinário preso ao escutelo. Os polinários foram identificados como pertencentes a uma espécie da subtribo Maxillariinae e, possivelmente, a um dos gêneros Maxillaria sensu lato ou Xylobium.

Lipoidal Labellar Secretions in Maxillaria Ruiz & Pav. (Orchidaceae)

DAVIES, K. L.; TURNER, M. P.; GREGG, A.
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /03/2003 EN
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27.46%
The labella of Maxillaria acuminata Lindl., M. cerifera Barb. Rodr. and M. notylioglossa Rchb.f., all members of the M. acuminata alliance, produce a viscid wax‐like secretion. Histochemical analysis revealed that the chemical composition of the secretion is similar in all three species, consisting largely of lipid and protein. Light microscopy and low‐vacuum scanning electron microscopy were used to investigate the secretory process. In a fourth taxon, M. cf. notylioglossa, transmission electron microscopy showed that lipid bodies are associated with smooth endoplasmic reticulum or occur as plastoglobuli within plastids. Lipid bodies vary in appearance and this may reflect differences in chemical composition. They become associated with the plasmalemma and eventually accumulate between the latter and the cell wall. The wall contains no pits or ectodesmata, and it is speculated that lipid passes through the wall as small lipid moieties before eventually reassembling to form lipid globules on the external surface of the cuticle. These globules are able to coalesce forming extensive viscid areas on the labellum. The possible significance of this process to pollination is discussed.

Morphology of Floral Papillae in Maxillaria Ruiz & Pav. (Orchidaceae)

DAVIES, K. L.; TURNER, M. P.
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /01/2004 EN
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28.03%
• Background and Aims The labellar papillae and trichomes of Maxillaria Ruiz & Pav. show great diversity. Although papillae also occur upon other parts of the flower (e.g. column and anther cap), these have not yet been studied. Labellar trichomes of Maxillaria are useful in taxonomy, but hitherto the taxonomic value of floral papillae has not been assessed. The aim of this paper is to describe the range of floral papillae found in Maxillaria and to determine whether papillae are useful as taxonomic characters.

Nectary Structure and Nectar Secretion in Maxillaria coccinea (Jacq.) L.O. Williams ex Hodge (Orchidaceae)

STPICZYŃSKA, M.; DAVIES, K. L.; GREGG, A.
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /01/2004 EN
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27.81%
• Background and Aims It had previously been assumed that Maxillaria spp. produce no nectar. However, nectar has recently been observed in Maxillaria coccinea (Jacq.) L.O. Williams ex Hodge amongst other species. Furthermore, it is speculated that M. coccinea may be pollinated by hummingbirds. The aim of this paper is to investigate these claims further.

Comparative Account of Nectary Structure in Hexisea imbricata (Lindl.) Rchb.f. (Orchidaceae)

STPICZYŃSKA, M.; DAVIES, K. L.; GREGG, A.
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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17.46%
• Background and Aims Despite the number of orchid species that are thought to be pollinated by hummingbirds, our knowledge of the nectaries of these orchids is based solely on a single species, Maxillaria coccinea (Jacq.) L.O. Williams ex Hodge. Nevertheless, it is predicted that such nectaries are likely to be very diverse and the purpose of this paper is to compare the nectary and the process of nectar secretion in Hexisea imbricata (Lindl.) Rchb.f. with that of Maxillaria coccinea so as to begin to characterize the nectaries of presumed ornithophilous Neotropical orchids.

Nectar-secreting Floral Stomata in Maxillaria anceps Ames & C. Schweinf. (Orchidaceae)

DAVIES, K. L.; STPICZYŃSKA, M.; GREGG, A.
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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28.03%
• Background and Aims Although it was generally assumed that Maxillaria spp. do not produce nectar, in recent years, nectar has been reported for a number of these orchids. Nevertheless, our current understanding of nectary structure and nectar secretion in Maxillaria is based solely on M. coccinea (Jacq.) L.O. Williams ex Hodge, which, since it shows many features characteristic of ornithophilous flowers, is atypical of this largely entomophilous genus. The aim of the present paper is to describe, for the first time, nectar secretion in a presumed entomophilous species of Maxillaria.

Heterochromatin diversity and its co-localization with 5S and 45S rDNA sites in chromosomes of four Maxillaria species (Orchidaceae)

Cabral,Juliano S.; Felix,Leonardo P.; Guerra,Marcelo
Fonte: Sociedade Brasileira de Genética Publicador: Sociedade Brasileira de Genética
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 EN
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37.81%
We investigated four orchids of the genus Maxillaria (M. discolor, M. acicularis, M. notylioglossa and M. desvauxiana) in regard to the position of heterochromatin blocks as revealed using chromomycin A3 (CMA) and 4'-6-diamidino-2-phenylindole (DAPI) fluorochrome staining and 5S and 45S rDNA sites using fluorescence in situ hybridization (FISH). The species showed differences in chromosome number and a diversified pattern of CMA+ and DAPI+ bands, including heteromorphism for CMA+ bands. The 5S and 45S rDNA sites also varied in number and most of them were co-localized with CMA+ bands. The relationship between 5S rDNA sites and CMA+ bands was more evident in M. notylioglossa, in which the brighter CMA+ bands were associated with large 5S rDNA sites. However, not all 5S and 45S rDNA sites were co-localized with CMA+ bands, probably due to technical constraints. We compare these results to banding data from other species and suggest that not all blocks of tandemly repetitive sequences, such as 5S rDNA sites, can be observed as heterochromatin blocks.

Maxillaria cucullata Lindl.

G. B. Hinton
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Tipo: imagen
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27.46%

Estudio morfo-anatómico de dos orquídeas de una selva nublada tropical

Ely,Francisca; Torres,Fresia; Rada,Fermín; León,Yelitza
Fonte: ASOCIACIÓN INTERCIENCIA Publicador: ASOCIACIÓN INTERCIENCIA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 ES
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27.46%
Se describen por primera vez la estructura morfo-anatómica y estrategias hídricas de dos orquídeas de las selvas nubladas andinas de Venezuela, Maxillaria miniata y Pleurothallis cardiantha. El estudio se efectuó en una selva nublada poco intervenida y en el bosque secundario del Jardín Botánico de la Universidad de los Andes, Venezuela. Las muestras recolectadas fueron fijadas en FAA y sometidas a métodos tradicionales de anatomía vegetal y de MEB. Se determinaron sus potenciales hídricos foliares durante el año 2004-2005, para determinar si presentan un comportamiento CAM típico, CAM facultativo o C3. Ambas especies exhiben caracteres xeromórficos en sus órganos vegetativos. M. miniata presenta seudobulbos como principales reservorios hídricos, hojas delgadas cartáceas, células epidérmicas de paredes engrosadas, hipodermis adaxial biestratificada y abaxial uniestratificada, clorénquima homogéneo con haces bien desarrollados, abundante esclerénquima, y cristales silíceos asociados a tejidos epidérmicos y esclerenquimáticos. En contraste, P. cardiantha presenta hojas suculentas a coriáceas, epidermis adaxial papilosa, mesófilo heterogéneo, haces pequeños, poco desarrollados e hipodermis acuífera pluriestratificada en ambas caras...