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Comportamento ingestivo e consumo de forragem por cordeiras em pastagem de milheto recebendo ou não suplemento; Feeding behavior and forage intake of ewe lambs on pearl millet pasture with or without supplementation

JOCHIMS, Felipe; PIRES, Cleber Cassol; GRIEBLER, Letieri; BOLZAN, Anderson Michel Soares; DIAS, Felipe Dotto; GALVANI, Diego Barcelos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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96.29%
Avaliaram-se o comportamento ingestivo e o consumo de matéria seca de cordeiras recebendo diferentes tipos de suplemento em pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke). Foram utilizadas 24 cordeiras com peso inicial de 30,2 ± 2,6 kg, distribuídas em três estratégias alimentares: pastagem de milheto exclusivamente; pastagem de milheto e suplementação com farinha de mandioca; e pastagem de milheto e suplementação com glúten de milho. Os suplementos foram fornecidos na quantidade de 1% do PV. Foram avaliados, em três datas, os tempos diários (min/dia) de pastejo, ruminação e ócio e a taxa de bocados (boc/min) das cordeiras. O consumo de matéria seca (CMS) foi estimado pela relação entre a produção fecal e a indigestibilidade da matéria seca e a digestibilidade da MS, pelo método in vitro. A estimativa da excreção fecal foi realizada utilizando-se óxido de cromo como marcador externo. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com três estratégias alimentares, duas repetições de área e quatro animais-teste por repetição. O fornecimento de suplementos diminuiu o tempo de pastejo diário, a taxa de bocados e a massa de bocado. A ingestão de pasto foi menor entre as cordeiras que receberam glúten de milho que entre aquelas mantidas exclusivamente a pasto...

Estrutura do pasto e taxa de consumo de forragem de amendoim forrageiro (Arachis pintoi Krapovickas & Gregory cv. Belmonte) submetido a intensidades de pastejo; Sward structure and rate of herbage intake in forage peanut (Arachis pintoi Krapovickas & Gregory cv. Belmonte) subjected to intensities of grazing

Silva, Guilherme Portes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/02/2014 PT
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66.61%
A introdução de leguminosas em pastagens contribui para a produção animal sustentável, proporcionada pela fixação biológica do nitrogênio atmosférico e elevado valor nutritivo da forragem produzida. O conhecimento da estrutura do dossel forrageiro é fundamental para o manejo adequado de sistemas pastoris, uma vez que determina as respostas de plantas e de animais. Estudos com gramíneas tropicais evidenciaram a importância e a praticidade do uso da altura do pasto como guia de manejo eficiente para explicar variações em comportamento ingestivo de animais, permitindo a definição de metas ou alvos de manejo de pasto que maximizam a velocidade de ingestão de forragem. Entretanto, estudos dessa natureza são escassos com leguminosas tropicais. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar a estrutura do dossel forrageiro e a taxa de consumo de forragem em amendoim forrageiro (Arachis pintoi cv. Belmonte) submetido a intensidades de pastejo. O experimento foi conduzido na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Piracicaba, SP, de fevereiro a novembro de 2013. Os tratamentos corresponderam a quatro intensidades de pastejo representadas pelas alturas de 5, 10, 15 e 20 cm, e foram alocados às unidades experimentais (piquetes de 200 m²) segundo delineamento de blocos completos casualizados...

Influência da estrutura dos pastos de capim tanzânia (Panicum maximum Jacq.) sobre o comportamento ingestivo de cabras F1 Boer x Saanen

Fernandes Junior, Jalme de Souza
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: x, 74 f. : il.
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66.2%
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Zootecnia - FCAV; Neste estudo foi avaliado o comportamento ingestivo de cabras F1 Boer X Saanen, mantidas diurnamente em pastagens de capim Tanzânia (Panicum maximum Jacq.), em sistema de pastejo com lotação rotacionanada com o ciclo de pastejo de 36 dias, sendo 33 dias de período de descanso e 3 dias de período de ocupação. A área do estudo foi dividida em 12 piquetes de 990 m2 , distribuídos em 6 blocos. Cada piquete foi subdivido para obtenção de dois sistemas (tratamentos) com resíduo de forragem pós pastejo distintos (TBR = baixo resíduo – 1500 kg de M.S./ha e TAR alto resíduo – 3000 kg de M.S./ha ) controlados através da intensidade de pastejo aplicada. Cada piquete foi pastejado por três dias consecutivos (D1, D2 e D3) e constituíram os sub-sub-tratamentos. Foram efetuadas medidas na estrutura do pasto como massa, distribuição espacial dos componentes morfológicos, altura e densidade volumétrica e avaliadas as respostas animais (tempo de pastejo, taxa de bocado e tamanho de bocado) em cada dia de pastejo...

Características da ingestão de forragem por cordeiras nos estádios fenológicos da pastagem de azevém

Camargo,D.G.; Rocha,M.G.; Silva,J.H.S.; Glienke,C.L.; Confortin,A.C.C.; Machado,J. M.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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66.36%
Foram estudadas as características do processo de ingestão de forragem por cordeiras em azevém (Lolium multiflorum Lam.) nos estádios fenológicos vegetativo, pré-florescimento e florescimento, por meio de testes de pastejo e da técnica da dupla pesagem. O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, com três tratamentos e cinco repetições no estádio vegetativo e seis nos demais estádios. Os diferentes estádios fenológicos não influenciam a taxa de ingestão, a massa do bocado e a profundidade de bocado quando a oferta de forragem não é limitante ao consumo. O aumento na taxa de bocados é o mecanismo utilizado por cordeiras para manter a taxa de ingestão constante. Os modelos de regressão múltipla indicam que, dentre os atributos do pasto, sua altura é o de maior importância para determinar mudanças no comportamento ingestivo de cordeiras.

Ingestão de matéria seca por novilhas de corte em pastagem de milheto

Montagner,Denise Baptaglin; Rocha,Marta Gomes da; Genro,Teresa Cristina Moraes; Bremm,Carolina; Santos,Davi Teixeira dos; Roman,Juliano; Roso,Dalton
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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65.89%
Em pastagem de milheto (Pennisetum americanun (L.) Leeke), foram avaliadas a ingestão de matéria seca (MS) da forragem por novilhas de corte e a massa de bocado. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com medidas repetidas no tempo, com dois tratamentos de massas de lâmina foliar (600 e 1.000kg ha-1 de MS), mantidos por lotação contínua e com ajuste de carga, e três repetições de área. A ingestão de matéria seca foi estimada por meio do uso de óxido de cromo (Cr2O3) como indicador da produção fecal e da fibra em detergente ácido indigestível como indicador interno. Os parâmetros qualitativos avaliados na forragem foram a fibra em detergente neutro, a digestibilidade in vitro da matéria orgânica e o teor de proteína bruta. Bocados mais pesados foram observados quando o milheto foi manejado com 1.000kg ha-1 de MS de lâminas foliares, mesmo que as novilhas tenham ingerido a mesma quantidade de matéria seca, 1,8% do peso corporal, nas duas massas de lâminas foliares. A pastagem de milheto manejada com massas de lâminas foliares de 600 ou 1.000kg ha-1 de MS proporciona aos animais em pastejo oportunidade semelhante de consumo de forragem.

Consumo de forragem e desempenho de novilhas de corte recebendo suplementos em pastagem de azevém

Rosa,Aline Tatiane Nunes da; Rocha,Marta Gomes da; Pötter,Luciana; Kosloski,Gilberto Vilmar; Roso,Dalton; Oliveira Neto,Renato Alves de
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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75.89%
Foram estudados o desempenho, comportamento e a ingestão de forragem por novilhas de corte em dois estádios de desenvolvimento do azevém (Lolium multiflorum Lam.): pré-florescimento e florescimento. As novilhas permaneceram exclusivamente em pastejo ou em pastejo e recebendo grão de milho ou suplemento extrusado com gordura. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 3x2 (três sistemas alimentares x dois estádios fenológicos do azevém). A ingestão de forragem foi estimada usando o óxido de cromo como indicador da produção fecal. Os valores médios de massa de forragem e oferta de lâminas foliares foram de 1636kg ha-1 de matéria seca (MS) e 2,3kg de MS 100kg-1 de peso corporal (PC), respectivamente. Novilhas que não receberam suplemento consumiram mais pasto sem diferir das que receberam gordura. Animais exclusivamente a pasto realizaram maior número de bocados diários. As ingestões de MS do pasto e total, que foram de 2,74 e 3,01% do PC, respectivamente, são similares no pré-florescimento e florescimento do azevém. A ingestão de matéria seca total e os tempos de pastejo, ruminação e ócio de bezerras de corte recebendo suplementos são semelhantes ao uso exclusivo da pastagem de azevém...

Distribuição horizontal e taxas de crescimento, senescência e desfolhação de azevém perene e festuca, puros e em associação

Groff,Andréa Machado; Soussana,Jean-François; Louault,Frédérique; Moraes,Anibal de; Groff,Edson Cristiano
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 PT
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76.46%
O experimento foi realizado no INRA (Institut National de la Recherche Agronomique) em Theix, França. Duas gramíneas (azevém perene e festuca)foram semeadas em caixas (0,13 m²) usando-se três distribuições horizontais do pasto (pura, linhas alternadas e faixas alternadas) e três intervalos de desfolhações (3,5, 7 e 14 dias), com quatro repetições por tratamento. Quatro meses após a semeadura, a cada data de desfolhação, as caixas foram oferecidas, individualmente, a quatro ovelhas secas e retiradas após a realização de 340 bocados.m-2. Para cada gramínea estudaram-se a densidade populacional e a massa de perfilhos, a altura e a produção de matéria seca, a profundidade e a massa do bocado e as taxas de crescimento, senescência e desfolhação. A maior altura do pasto, gerada por desfolhações menos freqüentes, promoveu a realização de bocados mais profundos e de maior massa. Por outro lado, em desfolhações mais freqüentes a altura do pasto foi mantida mais baixa, e a profundidade e massa do bocado foram menores. A distribuição horizontal das plantas promoveu respostas diferenciadas em relação as taxas de crescimento, senescência e desfolhação. Quando em linhas alternadas a festuca teve a taxa de crescimento limitada...

Intervalo e intensidade de desfolhação nas taxas de crescimento, senescência e desfolhação e no equilíbrio de gramíneas em associação

Groff,Andréa Machado; Moraes,Anibal de; Soussana,Jean-François; Carvalho,Paulo César de Faccio; Louault,Frédérique
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 PT
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66.19%
O experimento foi realizado no INRA (Institut National de la Recherche Agronomique) em Theix, França. Duas gramíneas (azevém perene e festuca)foram semeadas em caixas (0,13 m²) e submetidas a três intervalos (3,5, 7 e 14 dias) e três intensidades (160, 320 e 640 bocados.m-2 a cada desfolhação) de desfolhação, com quatro repetições por tratamento. Quatro meses após a semeadura, a cada data de desfolhação, as caixas foram oferecidas, individualmente, a quatro ovelhas secas e retiradas após a realização de um determinado número de bocados. Para cada gramínea foram estudadas as taxas de crescimento, senescência e desfolhação. Os resultados mostraram que o intervalo e a intensidade de desfolhação tiveram efeitos diferenciados nas taxas de crescimento, senescência e desfolhação e no equilíbrio da associação.

Comportamento ingestivo de novilhos mestiços em pastagens tropicais manejadas em diferentes alturas

Rego,Fabíola Cristine de Almeida; Damasceno,Júlio César; Fukumoto,Nelson Massaru; Côrtes,Cristiano; Hoeshi,Lauri; Martins,Elias Nunes; Cecato,Ulysses
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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76.4%
Foi avaliado o comportamento ingestivo de novilhos mestiços em pastagens exclusivas de capim-marandu (Brachiaria brizantha Stapf Hoesch cv. Marandu), capim-tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia) e amendoim forrageiro (Arachis pintoi cv. Amarillo) e em pastagem consorciada de capim-marandu e amendoim forrageiro, em resposta à altura do relvado. As parcelas foram reguladas em seis alturas nas pastagens de gramíneas e, naquelas de amendoim forrageiro e consorciada, foram rebaixadas simulando o pastejo intermitente. A quantidade de forragem ingerida pelo animal foi determinada pela técnica de dupla pesagem. A taxa de ingestão (TI, g MS/minuto) foi estudada em função da altura da pastagem (A) e da massa de folhas (MFV), denominadas variável Z no modelo: TI = TImax (1 - e(-K x Z)); em que: TImax é o parâmetro que representa a taxa de ingestão potencial máxima (g MS/min); k é o parâmetro que representa a variação em TI para cada unidade de variação em Z. A TI variou conforme a altura da pastagem para todas as espécies, mas, para a MFV, variou apenas nas pastagens de amendoim forrageiro e capim-marandu. A TI potencial em função da altura da pastagem foi de 66,49 g MS/minuto, independentemente da pastagem avaliada...

Comportamento ingestivo e desempenho de ovinos em pastagem de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.) com diferentes massas de forragem

Roman,Juliano; Rocha,Marta Gomes da; Pires,Cleber Cassol; Elejalde,Denise Adelaide Gomes; Kloss,Mircon Giovani; Oliveira Neto,Renato Alves de
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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96.3%
Objetivou-se avaliar o comportamento ingestivo e o desempenho de ovinos em pastagem de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.) sob pastejo contínuo e com diferentes massas de forragem: baixa: 1.000 a 1.200 kg/ha MS; intermediária: 1.400 a 1.600 kg/ha MS; alta = 1.800 a 2.000 kg/ha MS. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com três tratamentos e duas repetições de área. Os dados foram submetidos à análise de regressão polinomial em função das massas de forragem observadas nas unidades experimentais: 1.136,8; 1.190,9; 1.359,2; 1.375; 1.556 e 1.739,1 kg/ha MS. Os valores de massa de lâminas foliares e de pseudocolmo, de oferta de forragem e de lâminas foliares, de altura de dossel e de pseudocolmo, de profundidade de lâminas foliares e de ganho médio diário ajustaram-se ao modelo linear de regressão, relacionando-se positivamente com a massa de forragem. Os valores de taxa de lotação e de taxa de bocados diminuíram linearmente com o aumento da massa de forragem. O consumo de forragem, os tempos de pastejo, de ruminação e de ócio, o número diário de bocados, a massa de bocado, o ganho de escore de condição corporal, o ganho de peso vivo por área e a eficiência de conversão de forragem em peso vivo foram similares entre as massas de forragem avaliadas. As amplitudes de massas de forragem avaliadas não promovem diferenças no ganho de peso vivo por hectare...

Características do processo de ingestão de forragem por novilhas holandesas em pastagens de capim-mombaça

Palhano,Ana Luisa; Carvalho,Paulo César de Faccio; Dittrich,João Ricardo; Moraes,Aníbal de; Silva,Sila Carneiro da; Monteiro,Alda Lúcia Gomes
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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96.51%
Para avaliação da influência da estrutura do dossel de pastagens tropicais sobre o processo de ingestão de forragem por bovinos, cinco alturas de dossel (60, 80, 100, 120 e 140 cm) de uma pastagem de capim-mombaça (Panicum maximum, Jacq.) foram estabelecidas, em um delineamento inteiramente casualizado, com duas repetições. Quatro novilhas da raça Holandês Preto e Branco com coletores de fezes e urina foram utilizadas em testes de pastejo de 45 minutos. O número de bocados e o tempo de alimentação foram registrados com o uso de contadores e cronômetros. A massa de forragem total consumida foi obtida pela técnica de dupla pesagem. Com o aumento na altura do dossel, observou-se aumento linear na massa de bocado. O aumento do comprimento das lâminas foliares expandidas e em expansão resultou em consumo quase que individual de folhas, refletindo em aumento linear no tempo por bocado e em redução linear na taxa de bocados. Uma vez que o aumento no tempo por bocado foi proporcionalmente maior que o aumento da massa de bocado, a massa de forragem total consumida e a taxa de ingestão estabilizaram-se nas maiores alturas da pastagem. As limitações físicas impostas pela estrutura do dossel levaram a menor eficiência de captura de forragem pelos animais nas maiores alturas do dossel. O consumo de forragem foi maximizado à altura de 109...

Comportamento ingestivo de novilhas de corte submetidas a estratégias de suplementação em pastagens de aveia e azevém

Bremm,Carolina; Rocha,Marta Gomes da; Freitas,Fabiana Kellermann de; Macari,Stefani; Elejalde,Denise Adelaide Gomes; Roso,Dalton
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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76.24%
Avaliou-se o comportamento ingestivo de novilhas de corte recebendo suplemento em pastagem de aveia preta (Avena strigosa Schreb.) e azevém (Lolium multiflorum Lam.) sob lotação contínua. Como tratamentos, foram avaliadas quatro estratégias de suplementação: sem suplemento - animais em pastagem de aveia (AV) e azevém (AZ); crescente - animais em pastagem de AV e AZ recebendo níveis crescentes de suplemento (0,3; 0,6 e 0,9% do peso vivo -PV); fixo - animais em pastagem de AV e AZ recebendo nível fixo de suplemento (0,9% PV); e decrescente - animais em pastagem de AV e AZ recebendo níveis decrescentes (1,5; 1,2 e 0,9% do PV) de suplemento. As características estruturais (massa de forragem, massa de forragem verde, oferta de forragem, oferta de lâminas foliares verdes, relação folha:colmo, proporção de lâminas foliares e colmos + bainhas de aveia e proporção de lâminas foliares e colmos + bainhas de azevém) e bromatológicas (proteína bruta, digestibilidade in vitro da matéria orgânica, nutrientes digestíveis totais e fibra em detergente neutro) do pasto foram semelhantes entre as estratégias de suplementação, mas variaram conforme os períodos de utilização do pasto. Os tempos diários de pastejo, ruminação e ócio e de permanência no cocho (min/dia) e a massa de bocado (g MO/boc) diferiram entre as estratégias de suplementação e as características do pasto no decorrer do ciclo. A taxa de bocado/minuto foi influenciada apenas pelo ciclo do pasto.

Comportamento ingestivo de ovelhas e cordeiras em pastagem de azevém-anual sob níveis crescentes de suplementação

Bremm,Carolina; Silva,José Henrique Souza da; Rocha,Marta Gomes da; Elejalde,Denise Adelaide Gomes; Oliveira Neto,Renato Alves de; Confortin,Anna Carolina Cerato
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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86.36%
Avaliou-se o comportamento ingestivo de ovelhas em lactação e cordeiras nos períodos pré e pós-desmama recebendo quatro níveis de suplemento (0; 0,5; 1,0 ou 1,5% do peso vivo), mantidas em pastagem de azevém (Lolium multiflorum Lam.) sob pastejo contínuo, em delineamento inteiramente casualizado, com medidas repetidas no tempo, com quatro tratamentos e duas repetições. O suplemento utilizado foi uma ração comercial fornecida diariamente às 14 h. Avaliaram-se os tempos diários de pastejo, ruminação, ócio e permanência no cocho (min/dia) e a taxa de bocados (boc/min) no período das 8h30 às 17h30, em quatro datas, duas por categoria (ovelhas/cordeiras ao pé e cordeiras desmamadas). A massa de bocado (g MO/bocado) foi obtida pela divisão do consumo diário de forragem pelo total de bocados diários. O aumento nos níveis de suplemento para ovelhas e cordeiras reduziu o tempo diurno de pastejo e aumentou o tempo de permanência no cocho. Os padrões de comportamento ingestivo de ovelhas e cordeiras variaram de acordo com as características estruturais e bromatológicas da pastagem. As diferenças no processo de pastejo de ovelhas em lactação e de cordeiras desmamadas são ocasionadas principalmente pela estrutura e qualidade da pastagem.

Padrões de deslocamento e captura de forragem por novilhos em pastagem de azevém-anual e aveia-preta manejada sob diferentes alturas em sistema de integração lavoura-pecuária

Baggio,Carolina; Carvalho,Paulo César de Faccio; Silva,Jamir Luís Silva da; Anghinoni,Ibanor; Lopes,Marília Lazzarotto Terra; Thurow,Juliana Muliterno
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
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66.19%
Neste estudo avaliaram-se estratégias alimentares de novilhos em pastagem de azevém-anual (Lolium multiflorum Lam.) e aveia-preta (Avena strigosa Schreb.) em quatro alturas de manejo (10, 20, 30 e 40 cm) para investigar se as alturas do pasto podem influenciar os padrões de deslocamento e captura da forragem por animais em pastejo e seus impactos em sistemas de integração lavoura-pecuária. As alturas de manejo foram avaliadas em delineamento de blocos completos casualisados com três repetições. Procedeu-se a três avaliações diurnas, por observação visual direta: duas avaliações de acordo com o estádio vegetativo e a terceira com o estádio reprodutivo. A redução da altura de manejo do pasto esteve relacionada a maior carga animal e resultou em menor massa de forragem e massa de lâminas foliares. Nessa condição de limitação, os animais aumentaram a taxa de bocados, o número de bocado por estação alimentar, o número total de bocados, o número de estação alimentar visitada e reduziram o tempo de permanência na estação alimentar. Esse padrão de resposta resultou em menor deslocamento entre estações alimentares, no entanto, a quantidade de deslocamento total foi maior. Os animais modificam seus padrões de deslocamento e captura de forragem em resposta à altura de manejo do pasto. A limitação de forragem pode ter impacto no sistema de integração lavoura-pecuária.

Relações planta-animal em ambiente pastoril heterogêneo: processo de ingestão de forragem

Gonçalves,Edna Nunes; Carvalho,Paulo César de Faccio; Kunrath,Taise Robinson; Carassai,Igor Justin; Bremm,Carolina; Fischer,Vivian
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 PT
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76.56%
Com o objetivo de avaliar o efeito da estrutura de uma pastagem nativa nos parâmetros que compõem o processo de ingestão de forragem de ovelhas e bezerras em pastejo, foram estabelecidas quatro alturas de pasto (4, 8, 12 e 16 cm), em delineamento estatístico inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e duas repetições no tempo e no espaço. A massa do bocado e a taxa de ingestão foram estimados por diferença de peso vivo corrigido para a perda de peso metabólico, durante 45 minutos. Os movimentos mandibulares de apreensão e mastigação foram registrados pelo aparelho IGER Behaviour Recorder. A profundidade do bocado foi obtida em 40 perfilhos marcados por unidade experimental, em medições realizadas antes e após o pastejo. Observou-se correlação positiva entre a altura do pasto e a massa de forragem, e negativa com a densidade de forragem. A profundidade de bocados apresentou relação linear e positiva com o aumento da altura do pasto e não diferiu entre espécies animais. Acima de 9,5 cm de altura do pasto, a profundidade do bocado das ovelhas não compensou a pouca densidade de forragem nos estratos mais superiores, o que reduziu a massa do bocado. A mesma resposta foi observada a partir da altura do pasto de 11...

Comportamento ingestivo e consumo de forragem por cordeiras em pastagem de milheto recebendo ou não suplemento

Jochims,Felipe; Pires,Cleber Cassol; Griebler,Letieri; Bolzan,Anderson Michel Soares; Dias,Felipe Dotto; Galvani,Diego Barcelos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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86.29%
Avaliaram-se o comportamento ingestivo e o consumo de matéria seca de cordeiras recebendo diferentes tipos de suplemento em pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke). Foram utilizadas 24 cordeiras com peso inicial de 30,2 ± 2,6 kg, distribuídas em três estratégias alimentares: pastagem de milheto exclusivamente; pastagem de milheto e suplementação com farinha de mandioca; e pastagem de milheto e suplementação com glúten de milho. Os suplementos foram fornecidos na quantidade de 1% do PV. Foram avaliados, em três datas, os tempos diários (min/dia) de pastejo, ruminação e ócio e a taxa de bocados (boc/min) das cordeiras. O consumo de matéria seca (CMS) foi estimado pela relação entre a produção fecal e a indigestibilidade da matéria seca e a digestibilidade da MS, pelo método in vitro. A estimativa da excreção fecal foi realizada utilizando-se óxido de cromo como marcador externo. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com três estratégias alimentares, duas repetições de área e quatro animais-teste por repetição. O fornecimento de suplementos diminuiu o tempo de pastejo diário, a taxa de bocados e a massa de bocado. A ingestão de pasto foi menor entre as cordeiras que receberam glúten de milho que entre aquelas mantidas exclusivamente a pasto...

Comportamento de pastejo e ingestão de forragem por novilhas de corte em pastagens de milheto e papuã

Costa,Vagner Guasso da; Rocha,Marta Gomes da; Pötter,Luciana; Roso,Dalton; Rosa,Aline Tatiane Nunes da; Reis,Jonatas dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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75.99%
Foram estudados o desempenho, o comportamento e a ingestão de forragem por novilhas de corte em pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke) e papuã (Urochloa plantaginea) no período de janeiro a abril de 2008. Foi utilizado o método de pastejo contínuo com número variável de animais. A ingestão de forragem foi estimada nos estádios vegetativo e reprodutivo das forrageiras usando o óxido de cromo como indicador da produção fecal. As avaliações de comportamento foram feitas por meio de observação visual, em quatro períodos contínuos de 24 horas. Os valores médios de massa de forragem, oferta de forragem e oferta de lâminas foliares foram de 3.927 kg/ha de MS, 14,6 kg de MS/100 kg de peso corporal (PC) e 3,36 kg de MS/100 kg de PC, respectivamente. As variáveis do pasto, o desempenho animal, o comportamento ingestivo e a ingestão de forragem foram semelhantes entre milheto e papuã. As variáveis da forragem, desempenho animal e tempos de pastejo, ócio e ruminação e número de bocados por dia apresentaram variação ao longo dos dias de utilização da pastagem. A ingestão de forragem foi de 2,49% do peso corporal e não variou conforme o estádio fenológico. Em áreas infestadas com papuã, sua utilização em pastejo proporciona desempenho semelhante ao obtido com milheto.

Comportamento ingestivo de novilhas de corte em pastagem de gramíneas anuais de estação quente

Souza,Alexandre Nunes Motta de; Rocha,Marta Gomes da; Pötter,Luciana; Roso,Dalton; Glienke,Carine Lisete; Oliveira Neto,Renato Alves de
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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O experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar os atributos das pastagens de milheto (Pennisetum americanum) e papuã (Urochloa plantaginea) e relacioná-los ao comportamento ingestivo de novilhas de corte. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com medidas repetidas no tempo, com dois tratamentos e duas repetições de área. O método de pastejo foi de lotação contínua e número variável de animais para manter a altura do dossel em 40 cm. As massas de lâmina foliar, colmo e material morto, a taxa de acúmulo de forragem, a relação folha/colmo, oferta de forragem e de lâmina foliar, teor de fibra em detergente neutro foram semelhantes em milheto e papuã. O papuã apresentou maior densidade de colmo no estrato de 0-15 cm de altura. A densidade de material morto no estrato de 0-15 cm e as densidades de lâmina foliar, de colmo e de material morto nos estratos de 15-30 cm, de 30-45 cm e mais de 45 cm de altura foram semelhantes em milheto e papuã. O comportamento ingestivo das novilhas, medido pelos tempos de pastejo, de ruminação e de ócio, taxa de bocado, massa do bocado, bocados por estação alimentar, estações alimentares por minuto e taxa de deslocamento, foi semelhante quando mantidas em milheto ou papuã. As equações de regressão múltipla...

Comportamento de ovinos em sistema silvipastoril com cajueiro.

RODRIGUES, M. M.; SANTOS, M. S. dos; LEAL, T. M.; OLIVEIRA, M. E. de; MOURA, R. L. de; ARAÚJO, D. L. da C.; RODRIGUES, F. N.; VASCONCELOS, J. I. de.
Fonte: Revista Científica de Produção Animal, Fortaleza, v. 14, n. 1, p. 1-4, 2012. Publicador: Revista Científica de Produção Animal, Fortaleza, v. 14, n. 1, p. 1-4, 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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Avaliou-se o comportamento de ovinos Santa Inês na fase de terminação em sistema silvipastoril de capim-massai com cajueiro com ou sem estilosantes Campo Grande. Foi avaliada a massa de forragem, estrutura do pasto e os tempos de pastejo, ruminação, ócio, deslocamento, taxa de bocado dos animais e a frequência com que cada espécie foi pastejada. Apesar da maior massa de forragem total no pasto com estilosantes, massa de folhas verdes, incluindo a leguminosa, não diferiu entre os tratamentos. A presença da leguminosa modificou a estrutura do dossel, com elevação da altura e da proporção de colmo. O tempo de pastejo e a taxa de bocado não diferiram entre os tratamentos, uma vez que a oferta de folhas verdes foi semelhante entre os tratamentos (6,32% do PV). Apesar de no pasto com estilosantes a leguminosa contribuir com 23,43% da composição botânica, a reduzida relação folha:haste (0,37) não foi suficiente para influenciar no comportamento dos animais. Em sistema silvipastortil com cajueiro, apesar de provocar modificações na estrutura do capim-massai, a presença de estilosantes Campo Grande em 23% do pasto não é suficiente para modificar o comportamento de pastejo de ovinos em terminação.; 2012

Comportamento ingestivo de novilhos suplementados a pasto no período seco: Aspectos do bocado

Pezenti, Estela; Pereira, Maria Magna Silva; Lisboa, Mateus de Melo; Santos, Marceliana da Conceição; Machado, Silvia Layse Mendes; Silva, Robério Rodrigues
Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS- CAMPUS MONTES CLAROS. Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS- CAMPUS MONTES CLAROS.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 02/12/2015 POR
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Objetivou-se avaliar os aspectos de bocados no comportamento ingestivo de novilhos mestiços suplementados com diferentes níveis de suplementação, 0,3 ou 0,6% do peso corporal, em pastagens de Brachiaria brizantha cv. Marandu no período das secas. O experimento foi conduzido na fazenda Princesa do Mateiro, município de Ribeirão do Largo, Bahia. Foram utilizados 20 novilhos mestiços castrados ¹/2 Holandes-Zebu, com média de 24 me­ses de idade e peso corporal médio inicial de 371 ± 13,02 kg. Distribuídos pelo delineamento inteiramente casualizado, dez repetições nos tratamen­tos que consistem em dois níveis de suplementações protéico/energéticas 0,3% e 0,6% do peso corporal por dia. A taxa e a massa de bocado (P>0,05) não foram influenciadas pelo nível de suplementação utilizada. O número de bocados por deglutição e o tempo gasto para deglutir não foram afetados (P>0,05) pelos diferentes níveis de suplementação. Assim como não foi verifi­cada diferença (P>0,05) no número de bocados por dia entre os tratamentos. Isso pode ser explicado pela ausência de diferenças no tempo de pastejo. As variáveis comportamentais de taxa, massa, número e tempo de bocado não apresentaram influências causadas pelos diferentes níveis de suplementa­ção testados.