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Metodologia para avaliação da perda de massa óssea em Rattus norvegicus

Dias, Nélia Filipa Martins
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Dissertação de Mestrado
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66.59%
O objectivo deste trabalho é estudar qual a influência que poderá ter o stress, conjuntamente com o descontrole hormonal (glucocorticoides e hormona de crescimento) e descontrole imunitário, em Rattus norvegicus da linhagem Wistar de três faixas etárias, jovens, adultos e idosos, géneros feminino e masculino. Foram feitos testes mecânicos, recorrendo à utilização de uma máquina EMIC, exames de densitometria óssea (DEXA), no fémur, vértebra e tíbia, de cada um dos indivíduos, bem com uma análise histoquímica, desses mesmos tecidos. Foi efectuada uma análise comparativa entre os diferentes parâmetros e verificação da relevância na perda de massa óssea, com objectivo de verificar o risco de fractura. O estudo possibilitará extrapolar o conhecimento obtido em Rattus norvegicus para estruturas ósseas de humanos, utilizando metodologias simples e válidas sobre a perda da massa óssea.; The objective of this work is to study the influence of stress, combine with a hormonal disorder (glucocorticoids and growth hormone) and immunity disorder in Rattus norvegicus or Wistar specie, three age groups, youth, adults and senior female and male. Mechanical tests were made through the use of an EMIC machine tests densitometry (DEXA)...

Influência da suplementação de creatina sobre a massa óssea de ratos espontaneamente hipertensos; Influence of creatine supplementation on bone mass of spontaneously hypertensive rats

Alves, Christiano Robles Rodrigues; Murai, Igor Hisashi; Ramona, Pamella; Nicastro, Humberto; Takayama, Lilian; Guimarães, Fabiana; Lancha Junior, Antonio Herbert; Irigoyen, Maria Claudia; Pereira, Rosa Maria Rodrigues; Gualano, Bruno
Fonte: Elsevier Editora Ltda Publicador: Elsevier Editora Ltda
Tipo: Artigo de Revista Científica
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56.66%
INTRODUÇÃO: Recentes evidências indicam que a suplementação de creatina (Cr) é capaz de aumentar a densidade mineral óssea (DMO) no fêmur de ratos saudáveis em crescimento. Entretanto, há poucos estudos que testam a efetividade da suplementação desse nutriente em condições de perda óssea. OBJETIVO: Investigar o efeito da suplementação de Cr na DMO e no conteúdo mineral ósseo (CMO) de ratos espontaneamente hipertensos (SHR), um modelo experimental de baixa massa óssea. MATERIAIS E MÉTODOS: Dezesseis ratos SHR machos com 8 meses de idade foram randomizados em dois grupos experimentais pareados pelo peso corporal, a saber: 1) Pl: SHR tratados com placebo (água destilada; n = 8); e 2) Cr: SHR tratados com Cr (n = 8). Após nove semanas de suplementação os animais foram eutanasiados e o fêmur e a coluna vertebral (L1-L4) foram analisados por densitometria óssea (Dual Energy X-Ray Absorptiometry). RESULTADOS: Não houve diferença significativa na DMO (Pl = 0,249 ± 0,003 g/cm² vs. Cr = 0,249 ± 0,004 g/cm²; P = 0,95) e no CMO (Pl = 0,509 ± 0,150 g vs. Cr = 0,509 ± 0,017 g; P = 0,99) da coluna vertebral e na DMO (Pl = 0,210 ± 0,004 g/cm² vs. Cr = 0,206 ± 0,004 g/cm2;P = 0,49) e no CMO (Pl = 0,407 ± 0,021 g vs. Cr = 0...

Contribuição das forças musculares isocinéticas de joelho e tronco para aquisição da massa óssea em atletas de futebol feminino; Contributions of knee and trunk isokinetic muscular strength to bone mass acquisition in female soccer players

Saccol, Michele Forgiarini
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2007 PT
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56.75%
OBJETIVO: Analisar a contribuição da força muscular isocinética de flexores e extensores do joelho dominante e tronco na aquisição da massa óssea das regiões correspondentes a aplicação dessas forças em atletas de futebol feminino (GAF). MÉTODOS: vinte e duas atletas de futebol feminino foram comparadas com 20 controles pareados (GC). O conteúdo mineral ósseo (CMO) e a densidade mineral óssea (DMO) foram avaliados em corpo total, coluna lombar e quadril dominante (fêmur total e colo femoral) pelo software pediátrico do densitômetro Hologic QDR (modelo Discovery, Bedford, MA, USA). Pela análise de corpo total, foram determinadas as variáveis de composição corporal e a massa óssea do membro inferior dominante, tronco e cabeça. A força muscular no movimento de flexão e extensão do joelho e do tronco foi avaliada pelo dinamômetro isocinético Biodex Multi-joint System 3 (Shirley, NY, USA) na velocidade de 60°/s, com 5 repetições do modo concêntrico/excêntrico. As variáveis concêntricas de pico de torque, trabalho na repetição máxima e trabalho total dos flexores e extensores foram considerados. Foram utilizados o teste t de Student para análise entre grupos e os coeficientes de correlação de Pearson e de regressão linear simples para o GAF. RESULTADOS: Os grupos foram semelhantes para idade...

Efeitos da perda de peso na massa óssea e alterações metabólicas em adolescentes obesos pós-púberes; Weight loss metabolic effects on bone mass in post-pubertal adolescents

Santos, Luana Caroline dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/10/2007 PT
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56.68%
A obesidade encontra-se associada a uma série de alterações metabólicas que podem elevar o risco de doenças crônicas não-transmissíveis. Em contraste, o excesso de peso apresenta-se como um fator protetor para a ocorrência de fraturas e baixa densidade óssea. Considerando que a adolescência é um período crucial para aquisição da massa óssea e minimização do risco de osteoporose na maturidade e os efeitos da perda de peso sobre a massa óssea, neste estágio de vida, não são completamente elucidados, o presente estudo foi desenvolvido. Objetivou-se investigar os efeitos da perda de peso sobre a massa óssea e as alterações metabólicas em adolescentes obesos pós-púberes. Realizou-se a revisão bibliográfica sobre o tema e um estudo longitudinal contemplando um período de 9 meses de intervenção baseada em dieta hipocalórica e orientações nutricionais. Foram incluídos 55 adolescentes pós-púberes, 43 meninas, com média de idade de 16,6 (1,4) anos, com índice de massa corporal por idade superior ao percentil 95. Os participantes foram monitorados a cada três semanas por meio de avaliação antropométrica (aferição do peso, estatura e circunferência) e do consumo alimentar (recordatório alimentar de 24 horas). Realizaram-se avaliações da composição corporal e da densidade mineral óssea de corpo total por meio da DXA (dual energy X-ray absorptiometry)...

Baixo valor sérico de P1NP: preditor de perda de massa óssea em mulheres na pré-menopausa com Lúpus Eritematoso Sistêmico; Lower P1NP serum levels: a predictive marker of bone loss in premenopausal SLE patients

Seguro, Luciana Parente Costa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/10/2013 PT
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56.81%
Objetivos: Determinar a incidência de perda de massa óssea em um ano em pacientes com lúpus na pré-menopausa e o valor preditor dos marcadores do metabolismo ósseo para essa complicação. Métodos: Sessenta e três pacientes foram avaliadas à entrada no estudo e após um ano de seguimento. Variações na densidade mineral óssea (DXA) acima da mínima variação significativa (MVS) foram consideradas significativas, como recomendado pela Sociedade Internacional de Densitometria Clínica (International Society for Clinical Densitometry). Os níveis séricos dos marcadores do metabolismo ósseo foram determinados no início do estudo: propeptídeo N-terminal do pro-colágeno tipo 1 (P1NP) e telopeptídeo C-terminal do colágeno tipo 1 (CTX) por eletroquimioluminescência; osteoprotegerina (OPG) e ligante do receptor ativador do fator nuclear kB (RANKL) por ELISA. Resultados: 36,5% dos pacientes apresentaram perda de massa óssea e 17,5% ganho de massa óssea na coluna lombar e/ou fêmur. Os pacientes foram divididos em três grupos: perda de massa óssea (P), massa óssea estável (E) e ganho de massa óssea (G). Pacientes com P e E tomaram doses cumulativa, média e máxima de glicocorticoide semelhantes durante o estudo, mas pacientes com G receberam doses menores (G vs. P e G vs. E...

Massa óssea, composição corporal e aptidão física em adolescentes; Bone mass, body composition and physical fitness in adolescents

Anderson Marques de Moraes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2013 PT
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56.81%
Estrutura da tese: No presente estudo optou-se pelo "Modelo Escandinavo", o qual é chamado de "Modelo Alternativo" no Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM - UNICAMP). Sendo assim, a tese foi composta por introdução geral, objetivos, capítulos (1 e 2) e conclusão geral. A introdução geral abordou aspectos sobre massa óssea, composição corporal e aptidão física, assim como os respectivos e principais estudos na área. Nos capítulos 1 e 2 encontram-se os artigos. Na conclusão geral foram apresentadas as principais conclusões dos dois artigos. As referências bibliográficas foram apresentadas no final de cada capítulo e da tese. A seguir, foram apresentadas as principais informações que se referem à estruturação dos dois capítulos da tese. Objetivo: Os objetivos do presente estudo foram: (1) analisar a associação da massa óssea com a composição corporal e a aptidão física em adolescentes e (2) verificar o comportamento da massa óssea com a evolução do crescimento, da composição corporal e da aptidão física em adolescentes. Casuística e Métodos: Foram realizados dois estudos, um transversal com 300 estudantes saudáveis de ambos os sexos (148 meninos e 152 meninas) entre 11 e 16 anos e um longitudinal com quinze meses de intervalo com 170 adolescentes entre 10 e 18 anos. Peso...

Comportamento alimentar, massa óssea e composição corporal em atletas de ginástica rítmica em relação à idade cronológica e à maturação somática; Eating behavior, bone mass and body composition in rhythmic gymnastics athletes relative to the chronological age and to the somatic maturation

Cristiane Teixeira Amaral Camargo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/07/2013 PT
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56.84%
Estrutura da tese: No presente estudo optou-se pelo “Modelo Escandinavo”, o qual é chamado de “Modelo Alternativo” no Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. Dessa forma, a tese foi composta por introdução geral, objetivos, capítulos (1, 2 e 3) e conclusão geral. A introdução apresentou considerações sobre a ginástica rítmica, abordou aspectos sobre o comportamento alimentar, a massa óssea e técnica de sua avaliação por meio da ultrassonografia das falanges. Os capítulos 1 a 3 apresentam os artigos de acordo com as normas específicas de periódicos de circulação internacional. As principais conclusões dos artigos foram apresentadas na conclusão geral. As referências bibliográficas foram apresentadas no final de cada capítulo e da tese. Objetivo: O estudo teve como objetivos: (1) avaliar a composição corporal e a massa óssea com o comportamento alimentar em atletas de elite de ginástica rítmica. (2) analisar o crescimento físico e a composição corporal de atletas de ginástica rítmica em relação à maturação somática e (3) avaliar a massa óssea de atletas de ginástica rítmica em relação à idade cronológica e à maturação somática. Materiais e Métodos: Foram incluídas no estudo 136 atletas do sexo feminino de 23 equipes de ginástica rítmica de 10 estados do Brasil...

Avaliação da massa óssea de adolescentes atletas do sexo feminino utilizando o ultrassom quantitativo de falanges; Bone mass evaluation in female adolescent athletes using quantitative ultrasound of phalanges

Tathyane Krahenbühl
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/02/2014 PT
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56.78%
Objetivos: Analisar quais os principais fatores que influenciam a massa óssea de crianças e adolescentes avaliada pelo ultrassom quantitativo de falanges, e avaliar a massa óssea de adolescentes do sexo feminino, envolvidas em esportes com e sem sobrecarga corporal, utilizando o ultrassom quantitativo de falanges para verificar a influência da prática esportiva no tecido ósseo. Métodos: Este trabalho foi escrito no método alternativo, onde consiste de uma introdução, um artigo de revisão sobre o tema e um artigo original com os dados da pesquisa. No primeiro capítulo foi realizada uma revisão sistemática da literatura utilizando como referência as normas propostas pelo PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses). No segundo capítulo foi realizado um estudo transversal, no qual 192 adolescentes do sexo feminino divididas em três grupos: atletas de handebol (n=67), atletas de natação (n=62) e grupo controle (n=63) foram avaliadas pelo ultrassom quantitativo de falanges para avaliar a massa óssea através dos parâmetros AD-SoS e BTT, além de avaliados as variáveis de peso, altura, IMC e estádios de Tanner. Resultados: No primeiro capítulo foram incluídos 21 artigos na revisão sistemática...

Massa óssea em relação aos dados antropométricos e capacidade cardiorrespiratória em estudantes de 8 a 15 anos de idade; Bone mass relative to anthropometric data and cardiorespiratory fitness of students aged from 8 to 15 years old

Vinícius Justino de Oliveira Barbeta
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/10/2014 PT
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56.71%
Objetivo: avaliar a relação da massa óssea com a capacidade cardiorrespiratória e dados antropométricos em estudantes. Casuística e Métodos: Foram incluídos 1.3921 estudantes de ambos os sexos (17,76% meninos e 82,34% meninas) com idades de oito e 15 anos do município de Cascavel (PR). Foram avaliados peso (kg), estatura (m), IMC (kg/m2), além de AD-SoS e BTT pela ultrassonografia quantitativa de falanges. A capacidade cardiorrespiratória foi avaliada pelo teste "multistage 20m shuttle run test" para estimar o VO2 máx (em ml/kg-1/min-1). A maturação sexual foi obtida por meio da auto-avaliação. A avaliação da composição corporal foi realizada por dobras cutâneas, com cálculos de percentual de gordura (%G), massa livre de gordura (MLG) e massa gorda (MG). Resultados: Com o avanço da idade e dos estadios maturacionais foram observados aumentos significativos nas variáveis antropométricas, na massa óssea e diminuição do VO2 máx, principalmente para as meninas. AD-SoS e BTT apresentaram correlações positivas com idade, peso, estatura e MLG para ambos os sexos. Para o sexo feminino, idade, maturação, MLG e IMC explicam 4448% da variabilidade do AD-SoS, já idade, e estatura e maturação explicam 4547% da variabilidade do BTT. Para o sexo masculino...

Fatores envolvidos no pico de massa óssea

Brandão,Cynthia M.A.; Vieira,José Gilberto H.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1999 PT
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66.7%
A massa óssea de um indivíduo adulto, que está estreitamente relacionada ao risco de fraturas osteoporóticas, depende da diferença entre o pico de massa óssea alcançado no final do período de maturação sexual e esquelética, e as perdas acumuladas durante a vida. A enorme variabilidade observada no pico de massa óssea da adolescência está relacionada, principalmente, a fatores genéticos, mas também a parâmetros antropométricos, como peso e altura, hábitos dietéticas, influências hormonais diversas, atividade física, uso de medicamentos e doenças intercorrentes. A identificação dos fatores envolvidos na aquisição do pico de massa óssea na infância e adolescência e a compreensão deste longo período de maturação esquelética, permitirão a criação de estratégias para prevenção da osteoporose.

Comparação preliminar entre ultrassonografia quantitativa de falanges e densitometria óssea na avaliação da massa óssea em adolescentes

Duarte,Stênio Bruno Leal; Carvalho,Wellington Roberto Gomes de; Gonçalves,Ezequiel Moreira; Ribeiro,Roberto Regis; Farias,Edson Santos; Magro,Daniela de Oliveira; Oliveira,Laís Mariana Ribeiro de; Guerra-Júnior,Gil
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 PT
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66.68%
OBJETIVO: Avaliar associação entre ultrassonografia quantitativa de falanges da mão (QUS) e a densitometria por absorção de raio-X de dupla energia (DXA) e desses com os históricos alimentar e de fraturas. SUJEITOS E MÉTODOS: Após dois anos de acompanhamento de 270 escolares, 10 com massa óssea por QUS abaixo de -2 DP foram incluídos no estudo e avaliados com DXA. RESULTADOS: A massa óssea por DXA de L1-L4 variou de -2,8 a -1,1 DP e de corpo inteiro -2,9 e -1,2. Três estudantes apresentaram fraturas. Baixa ingestão de cálcio foi observada nos 10 casos, de fósforo em 6 e de vitamina D em 8. Não houve diferença entre os casos com massa abaixo de -2 DP nos três métodos de avaliação. Não foi observada associação entre as fraturas e o histórico alimentar, nem com os valores de massa óssea. CONCLUSÃO: Neste pequeno grupo de adolescentes houve associação entre QUS e DXA, porém sem associação entre essas avaliações e as fraturas e a ingestão de cálcio, fósforo e vitamina D.

Mineralização óssea em adolescentes do sexo masculino: anos críticos para a aquisição da massa óssea

Silva,Carla C.; Goldberg,Tamara B. L.; Teixeira,Altamir S.; Dalmas,José C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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66.75%
OBJETIVO: Verificar o comportamento do conteúdo mineral ósseo e da densidade mineral óssea em adolescentes do sexo masculino em função da faixa etária e do nível maturacional dos caracteres sexuais secundários. MÉTODOS: 47 adolescentes saudáveis na faixa etária de 10 a 19 anos foram avaliados quanto a ingestão de cálcio, peso, estatura, índice de massa corporal, estágio puberal, densidade mineral óssea e conteúdo mineral ósseo na coluna e no fêmur proximal. A massa óssea foi mensurada através de densitometria óssea. A ingestão de cálcio foi calculada através de registro dietético de 3 dias. O índice de massa corporal foi calculado pelo Índice de Quetelet, e o estágio puberal foi definido segundo os critérios de Tanner. Foi utilizada estatística descritiva, média e desvio padrão, análise de variância para comparação entre os grupos etários e teste de Tukey para localizar as diferenças significativas. RESULTADOS: A ingestão de cálcio não alcançou o valor mínimo de 800 mg em várias faixas etárias estudadas. A densidade mineral óssea e o conteúdo mineral ósseo demonstraram incrementos com o avançar da idade, indicando diferenças significativas a partir dos 14 anos, bem como quando os adolescentes atingiam os estágios de maturação sexual G4. Os parâmetros de mineralização revelaram aumento pronunciado quando os adolescentes atingiam G3...

Massa óssea em crianças e adolescentes que vivem com vírus da imunodeficiência humana

Lima,Luiz R. A. de; Silva,Rosane C.R. da; Giuliano,Isabela de C.B.; Sakuno,Telma; Brincas,Sérgio M.; Carvalho,Aroldo P. de
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 PT
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56.68%
OBJETIVO: Descrever a densidade mineral óssea (DMO) e conteúdo mineral ósseo (CMO) de crianças e adolescentes que vivem com o vírus da imunodeficiência humana e comparar com os dados do National Health and Nutrition Examination Survey IV (NHANES IV). MÉTODO: Participaram do estudo48 crianças e adolescentes (sete a 17 anos de idade) com infecção pelo vírus da imunodeficiência humana adquirida por transmissão vertical. A DMO e o CMO foram mensurados pela absorciometria por dupla emissão de raios-X, calculando-se escores-z com base nos dados do NHANES IV. Nos prontuários médicos foram obtidas as informações dos parâmetros clínicos e laboratoriais da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana. Foram ainda avaliada a atividade física, a ingestão de cálcio e a maturação esquelética. Utilizaram-se procedimentos da estatística descritiva e inferencial, estabelecendo níveis de significância de 5%. RESULTADOS :Os pacientes soropositivos demonstraram valores inferiores comparados aos dados do NHANES IV em todos os escores-z da massa óssea (média = -0,52 a -1,22, dp = 0,91 e 0,84, respectivamente). Com base no z-DMOsubtotal, há uma prevalência de 16,7% de crianças e adolescentes com massa óssea reduzida para a idade. Indivíduos que utilizaram inibidores de protease apresentaram um z-DMOtotal inferior...

Massa óssea em pacientes com anorexia nervosa

Santos,Evaldo dos; Ribeiro,Rosane Pilot Pena; Santos,José Ernesto dos; Silva,Ana Carolina Japur de Sá Rosa e; Sá,Marcos Felipe Silva de
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
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66.71%
OBJETIVO: avaliar a ingestão diária de cálcio e estabelecer sua correlação com a densidade óssea de pacientes com anorexia nervos. PACIENTES E MÉTODOS: quatorze mulheres com anorexia nervosa registraram, em diário alimentar padronizado, sua ingestão em 24 horas e foram submetidas ao exame de densitometria óssea. A análise estatística foi feita pelos testes do c² e correlação de Pearson, adotando-se como significância estatística p<0,05. RESULTADOS: a média da densidade óssea na coluna lombar foi de 0,95 ± 0,15 e no colo do fêmur foi de 0,88 ± 0,26. Houve correlação significativa entre o tempo de amenorréia e a perda de massa óssea, tanto na coluna lombar (r=-0,65; p=0,01) como no fêmur (r=-0,71; (p=0,0068). Com exceção de uma paciente, todas apresentavam ingestão de cálcio inferior ao recomendado pelo RDA, com média de 554,5 mg/dia (variando de 120 a 840 mg/dia). Observou-se que 64% das pacientes apresentavam algum grau de perda de massa óssea (osteopenia ou osteoporose) na coluna e 57% no fêmur. Das seis pacientes com déficit na ingestão de cálcio inferior a 60%, nenhuma apresentou osteoporose, ao passo que das oito pacientes com déficit superior a 60% na ingestão de cálcio, três tinham osteoporose. CONCLUSÃO: Pacientes com anorexia nervosa têm baixa ingestão de cálcio e perda significativa de massa óssea...

Influência da composição corporal sobre a massa óssea em crianças e adolescentes

Carvalho,Wellington Roberto Gomes de; Gonçalves,Ezequiel Moreíra; Ríbeiro,Roberto Regís; Farias,Edson Santos; Carvalho,Sara Silveira Penido de; Guerra-Júnior,Gil
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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56.83%
OBJETIVO: Avaliar a influência da composição corporal sobre a massa óssea em crianças e adolescentes. MÉTODOS: Estudo transversal com 267 estudantes saudáveis de ambos os sexos (141 meninos e 126 meninas) com idades entre 8 e 18 anos. Peso, altura, índice de massa corporal, massa magra, massa gorda, índice de massa gorda, percentual de gordura corporal, circunferência da cintura e do quadril e relação cintura-quadril foram avaliados. A massa óssea foi avaliada por ultrassonografia das falanges da mão (DBM Sonic BPI GEA, Carpi, Italy). RESULTADOS: As meninas apresentaram maior massa óssea em relação aos meninos, com o avanço da idade e estádio puberal. Em ambos os sexos, a massa óssea apresentou correlações significativas e positivas com idade, peso, altura, índice de massa corporal, massa magra, e circunferências da cintura e do quadril; e negativa com a relação cintura-quadril. Nas meninas, houve também correlação positiva com massa gorda, índice de massa gorda e percentual de gordura corporal. A idade e a massa magra foram preditoras para a massa óssea nos meninos e a idade, o estádio púbere e o índice de massa gorda preditores nas meninas. CONCLUSÃO: A correlação entre massa óssea e composição corporal ocorreu em ambos os sexos...

Influência da suplementação de creatina sobre a massa óssea de ratos espontaneamente hipertensos

Alves,Christiano Robles Rodrigues; Murai,Igor Hisashi; Ramona,Pamella; Nicastro,Humberto; Takayama,Lilian; Guimarães,Fabiana; Lancha Junior,Antonio Herbert; Irigoyen,Maria Claudia; Pereira,Rosa Maria Rodrigues; Gualano,Bruno
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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56.66%
INTRODUÇÃO: Recentes evidências indicam que a suplementação de creatina (Cr) é capaz de aumentar a densidade mineral óssea (DMO) no fêmur de ratos saudáveis em crescimento. Entretanto, há poucos estudos que testam a efetividade da suplementação desse nutriente em condições de perda óssea. OBJETIVO: Investigar o efeito da suplementação de Cr na DMO e no conteúdo mineral ósseo (CMO) de ratos espontaneamente hipertensos (SHR), um modelo experimental de baixa massa óssea. MATERIAIS E MÉTODOS: Dezesseis ratos SHR machos com 8 meses de idade foram randomizados em dois grupos experimentais pareados pelo peso corporal, a saber: 1) Pl: SHR tratados com placebo (água destilada; n = 8); e 2) Cr: SHR tratados com Cr (n = 8). Após nove semanas de suplementação os animais foram eutanasiados e o fêmur e a coluna vertebral (L1-L4) foram analisados por densitometria óssea (Dual Energy X-Ray Absorptiometry). RESULTADOS: Não houve diferença significativa na DMO (Pl = 0,249 ± 0,003 g/cm² vs. Cr = 0,249 ± 0,004 g/cm²; P = 0,95) e no CMO (Pl = 0,509 ± 0,150 g vs. Cr = 0,509 ± 0,017 g; P = 0,99) da coluna vertebral e na DMO (Pl = 0,210 ± 0,004 g/cm² vs. Cr = 0,206 ± 0,004 g/cm2;P = 0,49) e no CMO (Pl = 0,407 ± 0,021 g vs. Cr = 0...

Esporte como prevenção de osteoporose: um estudo da massa óssea de mulheres pós-menopáusicas que foram atletas de voleibol

Karam,Francisco Consoli; Meyer,Flávia; Souza,Antônio Carlos Araújo de
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1999 PT
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66.62%
Para examinar se o voleibol exerce efeito positivo na massa óssea de mulheres pós-menopáusicas, mediu-se a densidade mineral óssea (DMO), usando absorção de dupla energia de raios X (DEXA) na coluna lombar (L1, L2, L3, L4 e L2-L4) e no fêmur proximal (colo, trocanter, intertrocantérica, total e triângulo de Ward) em dois grupos de mulheres saudáveis, brasileiras e brancas. Um grupo constituiu-se de 21 atletas veteranas, que jogaram voleibol competitivamente na 2ª década de vida e continuaram jogando pelo menos nos últimos 12 meses. O grupo controle consistiu de 21 mulheres que nunca foram atletas. Os grupos foram similares na idade, índice de massa corporal, tempo de menopausa e reposição hormonal. O grupo de atletas apresentou DMO significativamente superior na coluna lombar e em todas as regiões do fêmur proximal, conforme alguns valores em g/cm² (média ± dp) da tabela a seguir: Esses resultados indicam que a prática do voleibol contribui na manutenção da massa óssea de mulheres pós-menopáusicas e conseqüente prevenção de osteoporose, incluindo as regiões que são mais suscetíveis a fraturas.

Avaliação da massa óssea e sua relação com a síndrome metabólica no envelhecimento indígena

Rocha, Ana Karina Silva da
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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56.79%
A prevalência da síndrome metabólica (SM) tem ampla variação dependendo da população e do critério de diagnóstico utilizado. A SM é caracterizada por alterações no metabolismo glicídico, obesidade, hipertensão e dislipidemia. Em relação à massa óssea, quanto maior o pico atingido pelo indivíduo, maior será a sua reserva de cálcio para o período do envelhecimento e menor será a sua suscetibilidade a fraturas. A presente pesquisa teve por objetivo descrever a massa óssea e a avaliar sua relação com a Síndrome Metabólica e níveis de vitamina D em indígenas de meia idade e idosos do meio rural do sul do Brasil. Este é um estudo transversal, descritivo e analítico. Participaram do estudo, 73 indígenas com 40 anos de idade ou mais do município de Nonoai, RS, Brasil. A prevalência da SM foi estimada aplicando-se os critérios diagnósticos preconizados pelo National Cholesterol Education Program - Adult Treatment Panel III. Foram realizados testes bioquímicos para determinação dos níveis de colesterol total, colesterol HDL, glicemia e triglicerídeos e vitamina D. Foram também obtidos dados antropométricos e dados da dieta por meio da aplicação de um questionário de freqüência de ingestão de alimentos.A avaliação da massa óssea foi realizada por densitometria das regiões da coluna e fêmur. A prevalência da SM foi em 56 (76...

Avaliação dos fatores de risco para baixa massa óssea em mulheres pós-menopáusicas de um serviço de diagnóstico

Schuchmann, Rejane Tetelbom
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Alterações na massa óssea são relevantes e influenciadas por fatores genéticos e ambientais. Nas mulheres, o período de maior perda ocorre ao redor da menopausa.Objetivos: Avaliar a prevalência de baixa massa óssea em mulheres pós-menopáusicas e os fatores de risco associados. Métodos: Revisão de prontuários de mulheres pós-menopáusicas usuárias do Centro de Diagnóstico da Unimed Porto Alegre que realizassem densitometria óssea de coluna lombar e fêmur proximal. Foram avaliados os valores de densidade mineral óssea, dados antropométricos, dados clínicos e fatores de risco para baixa massa óssea investigados em questionário, de junho a novembro de 2011.Resultados: Foram incluídas 716 mulheres pós-menopáusicas. A maioria foi de etnia branca, com 676 (97,5%) mulheres, média etária de 61,45 anos, IMC de 26,25 kg/m², com menarca aos 12,9 anos e menopausa aos 48,4 anos. A faixa etária predominante foi de 55 a 64 anos com 304 (42,6%) mulheres. Quanto ao IMC, 293(41%), apresentaram peso adequado. A osteopenia predominou em 388 (54,2%) dos sujeitos e entre os sítios, a coluna lombar apresentou predominância de osteopenia em 401 (56,6%) e osteoporose em 154 (21,7%) mulheres. 254(46,3%) mulheres eram eutróficas e com baixa massa óssea. Conclusão: O estudo mostrou um número acima do esperado de mulheres com baixa massa óssea e com fatores de risco definidos presentes no momento da avaliação da densitometria óssea e...

Relação entre periodontite e massa óssea sistêmica: estudo experimental em ratos

Pillon, Flávio de Lecue
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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A ocorrência de alterações inflamatórias crônicas no organismo humano vem sendo relacionada a desfechos patológicos de ordem complexa, resultando em eventos responsáveis pela abreviação da longevidade ou diminuição da qualidade de vida em indivíduos idosos. O objetivo do presente estudo foi analisar a relação existente entre a atividade de periodontite e alterações na massa óssea sistêmica, após indução de doença periodontal em ratos. A avaliação da massa óssea sistêmica foi determinada através do emprego de raio-x de dupla energia (densitometria óssea), bem como análise do conteúdo trabecular das tíbias dos animais experimentais. Doença periodontal foi induzida através da colocação de ligaduras de fio de seda envolvendo o segundo molar superior esquerdo de cada animal do grupo teste (n=14). Os animais do grupo controle não receberam ligaduras. Após 30 e 60 dias da indução de periodontite, a análise por densitometria óssea não revelou diferenças significativas na densidade mineral óssea e no conteúdo mineral ósseo entre os grupos teste e controle. No entanto, o parâmetro área de tecido ósseo apresentou-se, aos 30 dias, maior nos animais do grupo teste do que nos animais do grupo controle. Aos 60 dias...