Página 1 dos resultados de 354 itens digitais encontrados em 0.003 segundos

Macroalgas marinhas associadas a bancos de rodolitos do infralitoral do Espírito Santo, Brasil; Marine macroalgae associated to rodoliths beds from Espírito Santo state, Brazil

Pacheco, Mariana Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2011 PT
Relevância na Pesquisa
37.54%
Macroalgas têm sido descritas no Brasil desde a região entremarés até cerca de 120 metros de profundidade na plataforma continental. O objetivo deste trabalho foi a caracterização da flora marinha bêntica em bancos de rodolitos entre 20-30 metros de profundidade, do infralitoral sul do estado do Espírito Santo. Os métodos utilizados neste projeto incluíram a coleta meticulosa de material através de mergulho autônomo, que preserva o material mais frágil em contraste com a utilização de dragagem. Estudos no infralitoral do estado do Espírito Santo são muito escassos. Esta flora é conhecida principalmente pela análise de material arribado nas praias e proveniente de algumas dragagens e mergulhos. Este trabalho procura contribuir para o inventário da flora de algas marinhas brasileiras, assim como contribuir para o conhecimento da biodiversidade de macroalgas enfocando especialmente a flora do infralitoral através de um estudo sistemático, descrevendo e ilustrando os aspectos mais importantes das espécies encontradas. Foram identificados 138 táxons de algas marinhas, sendo 77,5% (107 táxons) representantes do Filo Rhodophyta, 11,6% (16 táxons) representantes do Filo Chlorophyta e 10,9% (15 táxons) representantes da Classe Phaeophyceae. Observou-se também que a riqueza de espécies de macroalgas no inverno decresce acentuadamente em relação ao período de verão. Esta redução na riqueza de espécies pode ser explicada pela instabilidade gerada nos bancos de rodolitos no período de inverno...

Diversidade de macroalgas da Baía do Almirantado, ilha Rei George, Península Antártica, baseada em 'DNA barcoding' e outros marcadores moleculares; Macroalgae diversity of admiralty bay, King George Island, Antarctic Peninsula based on DNA Barcoding and other molecular markers

Medeiros, Amanda da Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/10/2013 PT
Relevância na Pesquisa
37.63%
Baseado em estudos morfológicos, as macroalgas marinhas da Baía do Almirantado (Ilha Rei George, Península Antártica) estão representadas por 55 táxons, sendo 30 Rhodophyta, 16 Phaeophyceae e 9 Chlorophyta. Recentemente foi proposta a utilização de 'DNA barcode' para uma rápida e acurada identificação de espécies de macroalgas. Sendo a região 5' do gene mitocondrial cox 1utilizado para identificação de algas vermelhas e pardas; o gene plastidial tufA utilizado na identificação de algas verdes; e o domínio V do gene 23S rRNA - UPA, universal plastid amplicon, utilizado na identificação de organismos fotossintetizantes. O objetivo desse trabalho foi obter sequências do tipo 'DNA barcodes' e de outros marcadores filogenéticos para a formação do primeiro banco de dados moleculares para as macroalgas da Baía do Almirantado, Antártica. Cerca de 100 espécimes de macroalgas foram coletados, em diversos pontos da baía, durante as OPERANTARes XXV e XXIX, que ocorreram durante dezembro de 2006 a junho de 2007 e dezembro de 2010 a janeiro de 2011, respectivamente. No presente trabalho, foi obtido um total de 209 sequências, cobrindo 29 espécies das 55 citadas para o local, sendo que 157 sequências são para marcadores moleculares do tipo 'DNA barcode'...

Aminoácidos tipo micosporina: novas metodologias e distribuição em macroalgas da costa brasileira; Mycosporine-like amino acids: new methodologies and distribution among macroalgae from the brazilian coast

Marques, Luiza Grecco e
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/2015 PT
Relevância na Pesquisa
37.54%
A radiação ultravioleta (RUV) causa efeitos deletérios em ecossistemas aquáticos e terrestres. Um dos mecanismos de defesa criados pelos organismos para evitar estes danos é o acúmulo de compostos que absorvem RUV, dentre os quais os aminoácidos tipo micosporina (MAAs, do inglês mycosporine-like amino acids) representam uma classe importante. As MAAs são substâncias solúveis em água caracterizadas pela presença de uma unidade ciclo-hexenona ou ciclo-hexenimina conjugada com nitrogênio substituído por um aminoácido, aminoálcool ou grupo amino, apresentando absorção máxima entre 308 e 362 nm e altos coeficientes de absortividade molar. Dado o importante papel desempenhado pelas MAAs na fisiologia e bioquímica celular de algas, seja atuando como protetoras de RUV ou como antioxidantes, o objetivo desta tese foi expandir o corpo de conhecimentos disponíveis sobre a ocorrência e distribuição destes compostos em macroalgas brasileiras. Para atingir tal meta, foi necessário desenvolver procedimentos analíticos de isolamento por cromatografia líquida de alta eficiência (high procedure liquid chromatography, HPLC), de modo a gerar padrões que pudessem ser utilizados para a qualificação e quantificação de MAAs em extratos de algas. Foi necessário também desenvolver dois novos métodos de análise por HPLC acoplada a espectrometria de massas (HPLC-MS) - sendo um utilizado como método diagnóstico...

Macroalgas de riachos da Serra da Prata, leste do Estado do Paraná, Sul do Brasil

Peres, Cleto Kaveski; Branco, Ciro Cesar Zanini; Krupek, Rogério Antonio
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 333-344
POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Estudos florísticos das comunidades de macroalgas lóticas no Brasil são quase que exclusivamente baseadas em material do Estado de São Paulo. Informações sobre macroalgas de riachos são escassos no Estado do Paraná. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento florístico das comunidades de macroalgas de riachos da Serra da Prata, uma área bem preservada e protegida de Floresta Ombrófila Densa. As amostras foram realizadas em 14 segmentos de riachos. O levantamento resultou na identificação de 19 táxons (15 infragenéricos, três genéricos e uma fase do ciclo de vida de Batrachospermum spp.), distribuídos em quatro divisões. Cyanophyta foi a divisão com maior número de representantes (58% das espécies) e Microcoleus subtorulosus Gomont ex Gomont foi a espécie mais bem distribuída. A maioria dos táxons encontrados (53%) são primeiros registros no Estado do Paraná, ao passo que alguns outros são considerados de ocorrência rara em riachos brasileiros. Estes resultados reforçam a importância e a necessidade de mais estudos florísticos e taxonômicos para que se amplie o conhecimento sobre a biodiversidade das comunidades de macroalgas de riacho no Brasil.; Studies of stream macroalgal communities in Brazil are almost exclusively based on data from São Paulo state. There are no extensive studies concerning stream macroalgae in Paraná state. In this context...

Macroalgas de ambientes lóticos da região centro-oeste do Paraná, região sul do Brasil

Branco, Ciro Cesar Zanini; Peres, Cleto Kaveski; Krupek, Rogério Antônio; Bertusso, Fernando Rodrigo
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade (BIOTA/FAPESP) Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade (BIOTA/FAPESP)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 227-235
POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Estudos taxonômicos enfocando o inventário de macroalgas de ambientes lóticos em diferentes regiões são considerados importantes contribuições para o conhecimento básico destas comunidades algais. Neste contexto, o principal objetivo desta investigação foi realizar um levantamento florístico das comunidades de macroalgas da região centro-oeste do estado do Paraná, região Sul do Brasil, uma área de clima subtropical pouco investigada. Vinte e dois segmentos de rios/riachos foram amostrados através da técnica da transeção. Vinte e quatro táxons de macroalgas foram encontrados, incluindo 18 táxons subgenéricos e 6 grupos vegetativos. Chlorophyta foi a divisão com maior número de espécies (13 táxons = 54%), seguida por Cyanophyta (cinco táxons = 21%) e Rhodophyta e Heterokontophyta (3 táxons = 12,5% cada uma). Phormidium retzii (C. Agardh) Gomont (Cyanophyta) foi a espécie melhor distribuída, e emaranhados de filamentos o tipo morfológico predominante. Apesar de todos os táxons já tenham sido previamente descritos para ambientes lóticos brasileiros, 5 espécies são novos registros para o estado do Paraná. Embora sem nenhuma espécie nova registrada...

Macroalgas de riachos da Floresta Nacional de Irati, região centro-sul do Estado do Paraná, Sul do Brasil

Branco, Ciro Cesar Zanini; Emed, Rafael Guilherme; Branco, Luis Henrique Zanini; Necchi Júnior, Orlando
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 437-451
POR
Relevância na Pesquisa
37.78%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Estudos florísticos das comunidades de macroalgas lóticas no Brasil são quase que exclusivamente baseadas em material do Estado de São Paulo. Informações sobre macroalgas de riachos são virtualmente ausentes no Estado do Paraná. Considerando a carência de trabalhos sobre estes importantes produtores primários de ambientes lóticos, foi realizado um estudo mais amplo, a fim de conhecer melhor a biodiversidade das comunidades de macroalgas no Paraná. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento florístico das comunidades de macroalgas da Floresta Nacional de Irati (Flona de Irati), uma unidade de conservação que protege uma área de Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária). Os estudos foram desenvolvidos em 11 riachos, através de duas coletas realizadas durante os períodos de 19-21 de julho/2005 e 2-4 de fevereiro/2006. em cada riacho foi estabelecido um segmento de 10 metros de extensão, no qual foi realizado o exame visual detalhado do substrato a fim de determinar a presença de macroalgas. Além da presença das macroalgas, as seguintes variáveis ambientais foram medidas em cada data de amostragem: temperatura...

Flora e distribuição ecológica de comunidades de macroalgas lóticas de fragmentos florestais da região noroeste do estado de São Paulo

Almeida, Fernanda Vital Ramos de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 80 f : il., tabs.
POR
Relevância na Pesquisa
37.69%
Pós-graduação em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) - IBRC; Vários estudos envolvendo flora e distribuição de comunidades de macroalgas lóticas já foram desenvolvidos na região noroeste do estado de São Paulo; entretanto, nunca foi realizada qualquer abordagem sobre macroalgas lóticas em fragmentos florestais remanescentes, aspecto mais relevante deste estudo. Foram testadas as seguintes hipóteses: (1) entre as regiões/biomas estudados no estado de São Paulo, o atual trabalho deve apresentar maior similaridade florística com Floresta Tropical, por ser mais próxima e composta também por Floresta Estacional Semidecidual; (2) características intrínsecas de cada corpo d’água devem exercer maior influência na riqueza e abundância das comunidades de macroalgas do que parâmetros mais gerais de cada fragmento, como forma, tamanho e matriz adjacente, e da ordem de grandeza do riacho e sua respectiva bacia de drenagem. Este trabalho teve como objetivo geral realizar o levantamento florístico e analisar a distribuição ecológica das comunidades de macroalgas lóticas de fragmentos florestais remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual da região noroeste do estado de São Paulo (20o00’13”-21o37’14”S...

Comunidades de macroalgas dos Portos de recreio de Sines e Oeiras (Portugal): análise das ocorrências em diferentes substratos e novos registos de espécies não-indígenas

Soares, Clarissa Grazziotin, 1982-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
Relevância na Pesquisa
37.74%
Tese de mestrado. Biologia (Ecologia Marinha). Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2010; As macroalgas não‐indígenas (N‐I) têm as navegações como um dos seus mais importantes vectores de introduções. As marinas de recreio podem funcionar como ambiente de refúgio para espécies N‐I, seja como ponto‐chave para o estabelecimento ou como corredores para sua posterior dispersão, facilitando assim, as invasões biológicas. Em Portugal, os conhecimentos sobre macroalgas introduzidas ainda são insuficientes. Na tentativa de evidenciar a influência do tipo de substrato na ocorrência de macroalgas N‐I foram inspeccionadas duas marinas de recreio localizadas nas proximidades de dois importantes portos de navegação de Portugal, nomeadamente, Sines e Lisboa. Além disso, foram investigadas áreas naturais nas proximidades destas marinas. Neste manuscrito são apresentadas novas ocorrências de espécies N‐I para ambas as regiões. Os substratos artificiais analisados mostraram comportar uma composição de espécies totalmente distinta daquela encontrada no ambiente natural sendo o substrato do tipo polímero o mais distante do natural. Contudo, as diferenças encontradas na composição de espécies entre os diferentes tipos de substratos artificiais não foram significativas segundo o teste SIMPROF...

Pesquisa de péptidos em Macroalgas dos Açores com potencial atividade inibitória da Enzima Conversora da Angiotensina I (ECA): Extração, purificação, caracterização e avaliação da sua atividade anti-hipertensiva

Paiva, Lisete S.; Lima, Elisabete; Neto, Ana I.; Baptista, José
Fonte: Governo dos Açores - Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura Publicador: Governo dos Açores - Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Jornadas "Ciência nos Açores – que futuro? Tema Ciências Naturais e Ambiente", Ponta Delgada, 7-8 de Junho de 2013.; A descoberta de inibidores naturais da ECA como alternativa às drogas sintéticas tem-se tornado de suma importância na prevenção da hipertensão. O sistema Renina-Angiotensina desempenha um papel importante na regulação da pressão arterial, em particular na ativação da enzima conversora da angiotensina I (ECA), que converte esta na angiotensina II, um ente vasoconstritor, sendo portanto, a inibição da atividade da ECA importante na prevenção da hipertensão. O presente estudo visa contribuir para: (i)a investigação in vitro das propriedades inibitórias da ECA pelos péptidos obtidos das macroalgas mais abundantes dos Açores; (ii) a extração e purificação dos péptidos inibidores da ECA, bem como a determinação do seu perfil de aminoácidos; (iii) a valorização das macroalgas açorianas, com possível impacto na saúde públi - ca, tendo em conta o potencial dos derivados proteicos destas para a produção de alimentos funcionais e/ou produtos farmacêuticos que previnam a hipertensão; (iv) a comparação da atividade inibitória da ECA dos novos produtos biológicos marinhos (péptidos) com os anti-hipertensivos comer - ciais (sintéticos) prescritos aos pacientes e (v) a determinação da composição bioquímica das macroalgas selecionadas. A descoberta no final deste projeto...

Oportunidades para o desenvolvimento da aquacultura de macroalgas nos Açores

Patarra, Rita F.; Buschmann, Alejandro H.; Neto, Ana I.
Fonte: Governo dos Açores - Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura Publicador: Governo dos Açores - Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.69%
Jornadas "Ciência nos Açores – que futuro? Tema Ciências Naturais e Ambiente", Ponta Delgada, 7-8 de Junho de 2013.; As macroalgas marinhas têm sido largamente usadas para diversos fins. Nos Açores, várias espécies têm sido usadas tradicionalmente na alimentação humana (e.g. Fucus spiralis, Porphyra spp., Laurencia spp. e Osmundea spp.) e para extracção de compostos com interesse na indústria dos ficocolóides (Pterocladiella capilacea e Gelidium spp.). As exigências no controlo da qualidade e as práticas actuais de colheita de macroalgas marinhas selvagens na Europa levantam preocupações ambientais sérias que tornam premente a necessidade se implementarem métodos de produção de biomassa controlados, como é o caso da aquacultura de macroalgas marinhas. Apesar da importância da exploração sustentável dos recursos marinhos existentes nos Açores, não existe informação sobre a viabilidade do cultivo de macroalgas marinhas no Arquipélago. O conhecimento sobre os requisitos básicos para o cultivo em grande escala das espécies nativas seleccionadas e os locais mais apropriados para a sua implementação está em falta. O objectivo principal do presente projecto é avaliar o potencial de cultivo de espécies de macroalgas marinhas seleccionadas...

Desenvolvimento de tecnologias de extração e de quantificação dos principais componentes nutricionais de macroalgas do litoral dos Açores tendo em vista o seu aproveitamento como suplemento alimentar

Paiva, Lisete S. (Sousa)
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 25/06/2014 POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Dissertação de Mestrado em Tecnologia e Segurança Alimentar; As macroalgas destacam-se pelo seu importante papel no ecossistema marinho, fazendo parte do primeiro nível da cadeia alimentar dos oceanos. Devido à sua diversidade de constituintes, as algas têm sido amplamente utilizadas, em muitas partes do mundo, como fonte de compostos essenciais para a nutrição humana. São fonte de: proteínas de excelente qualidade, pois contêm todos os aminoácidos essenciais; ácidos gordos poliinsaturados, em especial da família ómega-3 e outros ácidos gordos essenciais; hidratos de carbono; vitaminas; minerais (magnésio e cálcio); fibras dietéticas (como alginatos e carraginatos) e metabolitos secundários bioativos (como fitoesteróis e polifenóis). Assim, o consumo de algas poderá constituir uma das melhores formas de corrigir as carências nutricionais da alimentação das sociedades industrializadas ocidentais, cuja elevada incidência de doenças relacionadas com a nutrição está a conduzir a grandes mudanças nos padrões do consumo alimentar, com a preocupação da procura de alimentos funcionais que possam promover a saúde. Sobretudo durante a última década, as algas têm-se tornado uma fonte natural muito interessante para a investigação de novas estruturas moleculares bioativas que tenham potencial para estar na base de futuros medicamentos e/ou como novos ingredientes alimentares com diferentes propriedades funcionais. Para a pesquisa destas novas estruturas foi importante o desenvolvimento de novas metodologias analíticas capazes de fornecer uma caracterização química mais sistemática dos compostos existentes nas algas. No Arquipélago dos Açores...

Distribuição de macroalgas nativas e exóticas no substrato duro subtidal do porto de Sines

Celestino, Susana de Fátima Preciso
Fonte: Faculdade de Ciências e Tecnologia Publicador: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Ecologia, gestão e modelação de recursos marinhos; Tendo em conta o potencial impacte de espécies introduzidas em ambientes marinhos, observações de algas exóticas realizadas em estudos anteriores sobre o substrato duro subtidal do Porto de Sines e o facto de este porto ter um intenso tráfego marítimo que inclui navios e outras embarcações provenientes de diversas regiões longínquas, foi estudada a abundância e distribuição de macroalgas exóticas em substratos duros subtidais do porto de Sines, dando especial atenção à macroalga exótica Asparagopsis taxiformis e incluindo o estudo da distribuição de macroalgas nativas. A amostragem deste estudo foi realizada em mergulho com escafandro autónomo e decorreu no Verão de 2004. Com o objectivo de estudar a abundância e a distribuição espacial de A. taxiformis, foi feita uma procura exaustiva desta espécie a uma profundidade de 3 a 10 m em 9 áreas dentro do porto de Sines. Esta espécie foi encontrada com maior abundância no porto de recreio, onde foi estimada quantitativamente a sua percentagem de cobertura, sem recurso a amostragem destrutiva. Com vista ao estudo da distribuição espacial de algas exóticas e nativas no porto de Sines...

Macroalgas de riachos da Serra da Prata, leste do Estado do Paraná, Sul do Brasil

Peres,Cleto Kaveski; Branco,Ciro Cesar Zanini; Krupek,Rogério Antonio
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
Relevância na Pesquisa
37.63%
Estudos florísticos das comunidades de macroalgas lóticas no Brasil são quase que exclusivamente baseadas em material do Estado de São Paulo. Informações sobre macroalgas de riachos são escassos no Estado do Paraná. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento florístico das comunidades de macroalgas de riachos da Serra da Prata, uma área bem preservada e protegida de Floresta Ombrófila Densa. As amostras foram realizadas em 14 segmentos de riachos. O levantamento resultou na identificação de 19 táxons (15 infragenéricos, três genéricos e uma fase do ciclo de vida de Batrachospermum spp.), distribuídos em quatro divisões. Cyanophyta foi a divisão com maior número de representantes (58% das espécies) e Microcoleus subtorulosus Gomont ex Gomont foi a espécie mais bem distribuída. A maioria dos táxons encontrados (53%) são primeiros registros no Estado do Paraná, ao passo que alguns outros são considerados de ocorrência rara em riachos brasileiros. Estes resultados reforçam a importância e a necessidade de mais estudos florísticos e taxonômicos para que se amplie o conhecimento sobre a biodiversidade das comunidades de macroalgas de riacho no Brasil.

Macroalgas de riachos da Floresta Nacional de Irati, região centro-sul do Estado do Paraná, Sul do Brasil

Branco,Ciro Cesar Zanini; Emed,Rafael Guilherme; Branco,Luis Henrique Zanini; Necchi Júnior,Orlando
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
Relevância na Pesquisa
37.78%
Estudos florísticos das comunidades de macroalgas lóticas no Brasil são quase que exclusivamente baseadas em material do Estado de São Paulo. Informações sobre macroalgas de riachos são virtualmente ausentes no Estado do Paraná. Considerando a carência de trabalhos sobre estes importantes produtores primários de ambientes lóticos, foi realizado um estudo mais amplo, a fim de conhecer melhor a biodiversidade das comunidades de macroalgas no Paraná. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento florístico das comunidades de macroalgas da Floresta Nacional de Irati (Flona de Irati), uma unidade de conservação que protege uma área de Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária). Os estudos foram desenvolvidos em 11 riachos, através de duas coletas realizadas durante os períodos de 19-21 de julho/2005 e 2-4 de fevereiro/2006. Em cada riacho foi estabelecido um segmento de 10 metros de extensão, no qual foi realizado o exame visual detalhado do substrato a fim de determinar a presença de macroalgas. Além da presença das macroalgas, as seguintes variáveis ambientais foram medidas em cada data de amostragem: temperatura, turbidez, condutividade específica, pH, oxigênio dissolvido...

Macroalgas de ambientes lóticos da região centro-oeste do Paraná, região sul do Brasil

Branco,Ciro Cesar Zanini; Peres,Cleto Kaveski; Krupek,Rogério Antônio; Bertusso,Fernando Rodrigo
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
Relevância na Pesquisa
37.63%
Estudos taxonômicos enfocando o inventário de macroalgas de ambientes lóticos em diferentes regiões são considerados importantes contribuições para o conhecimento básico destas comunidades algais. Neste contexto, o principal objetivo desta investigação foi realizar um levantamento florístico das comunidades de macroalgas da região centro-oeste do estado do Paraná, região Sul do Brasil, uma área de clima subtropical pouco investigada. Vinte e dois segmentos de rios/riachos foram amostrados através da técnica da transeção. Vinte e quatro táxons de macroalgas foram encontrados, incluindo 18 táxons subgenéricos e 6 grupos vegetativos. Chlorophyta foi a divisão com maior número de espécies (13 táxons = 54%), seguida por Cyanophyta (cinco táxons = 21%) e Rhodophyta e Heterokontophyta (3 táxons = 12,5% cada uma). Phormidium retzii (C. Agardh) Gomont (Cyanophyta) foi a espécie melhor distribuída, e emaranhados de filamentos o tipo morfológico predominante. Apesar de todos os táxons já tenham sido previamente descritos para ambientes lóticos brasileiros, 5 espécies são novos registros para o estado do Paraná. Embora sem nenhuma espécie nova registrada, o levantamento taxonômico da região centro-oeste do estado do Paraná é extremamente relevante...

Gradientes de salinidade e frequ??ncia de alagamento como determinantes da distribui????o e biomassa de macroalgas associadas a troncos de manguezais na ba??a de Babitonga, SC

Cunha, Simone Rabelo da; Costa, C??sar Serra Bonif??cio
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Este trabalho teve como objetivo avaliar a influ??ncia dos gradientes de salinidade e freq????ncia de alagamento sobre a distribui????o e biomassa das comunidades de macroalgas associadas a troncos de manguezais na Ba??a de Babitonga, SC (26??15???S, 48??35???W). Para tanto as algas foram coletadas ao longo dos troncos em faixas de 10 cm desde o substrato at?? o limite superior de distribui????o das algas, em manguezais pr??ximos ?? margem, desde a por????o mais oligohalina at?? a por????o euhalina da Baia da Babitonga. Este material foi separado por esp??cie, seco em estufa at?? a obten????o de peso constante, e representado como biomassa de algas por ??rea de tronco (gms m-2). Para avaliar a varia????o das comunidades, foram utilizadas an??lises de agrupamento e PCA, considerando a biomassa por esp??cie em cada freq????ncia de alagamento e em cada esta????o amostral. A biomassa m??dia de macroalgas na por????o euhalina (195,9 ?? 58,8 g ms (massa seca) m-2 por ??rea de tronco) foi significativamente superior ?? da por????o oligohalina da Ba??a (36,9 ?? 13,5 g ms m-2) e, embora n??o tenha sido observada diferen??a significativa da biomassa das esta????es mesohalinas com as esta????es oligo e euhalinas, houve uma correla????o positiva entre biomassa de macroalgas e salinidade (r2=0...

Índice de distúrbio ambiental (IDA) através das macroalgas marinhas bentônicas dos recifes areníticos de Pernambuco

Régis Tavares Pessoa Pinho de Vasconcelos, Edson; Toyota Fujii, Mutue (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
Relevância na Pesquisa
37.78%
Evidências dos efeitos ambientais sobre as macroalgas marinhas foram bem estudados durante as últimas três décadas, tornando as macroalgas uma ferramenta para avaliação da qualidade e mensuração dos impactos em um ecossistema. O presente trabalho objetivou a formulação quali-quantitativo da qualidade ambiental, através do uso das macroalgas nas praias da zona costeira metropolitana (Praia de Boa viagem e Piedade) e sul (Enseada dos Corais e Tamandaré) do estado de Pernambuco, seguindo um gradiente de impacto urbano. Os dados foram obtidos através de transecções perpendiculares à linha de costa replicadas espacialmente (14 unidades) e temporalmente (seis campanhas amostrais em um ciclo seco/chuvoso do ano de 2010 a 2011). Notou-se um padrão de agrupamento na comunidade de macroalgas, seguindo um gradiente de exposição ao ar. A praia de Enseada dos Corais apresentou um padrão de distribuição dividindo o ambiente em duas zonas de 0,0 a 5,0 metros e de 5,1 a 10 metros no verão e uma perda dessa zonação no período chuvoso. O índice de qualidade ambiental proposto é formado pela frequência de ocorrência das macroalgas que indicam um ambiente de pouco impacto e as macroalgas que indicam impacto ambiental. As classes de macroalgas indicadoras foram escolhidas segundo a frequência de ocorrência em todas as praias estudadas (frequência maior que 5%) e também pelo histórico de vida relatado em bibliografias. De acordo com a literatura e as abundâncias médias encontradas...

Macroalgas bentónicas como sustrato y refugio de invertebrados marinos; Benthic macroalgae as substrate and refuge for marine invertebrates

Liuzzi, María Gabriela
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; tesis doctoral; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2010 SPA
Relevância na Pesquisa
37.63%
Las macroalgas constituyen un sustrato favorable para el asentamiento de epibiontes y forman matrices tridimensionales que facilitan la supervivencia de macroinvertebrados en ambientes de elevao estrés. En esta tesis se abordaron cuatro líneas de trabajo tendientes a dilucidar las interacciones producidas entre las macroalgas bentónicas y los invertebrados marinos. Se estudió la composición y biogeografía de briozoos epibionts de macroalgas a lo largo de 29 grados de latitud a partir de muestras depositadas en el herbario del Museo Argentino de Ciencias Naturales. Aunque los patrones hallados están influenciados por la distribución desigual del esfuerzo de muestreo, puede concluirse que la biodiversidad de los briozoos y macroalgas es mayor en la Patagonia austral que en el litoral bonaerense y rionegrino. Se describe una nueva especie de briozoo antártico (Osthimosia chaotica) y se identifican otras dos nuevas especies, aún no descriptas. También se amplía la distribución geográfica para cuatro taxones. Se analizó el recambio taxonómico y las variaciones en la estructura del ensamble de macroinvertebrados asociado a coralináceas intermareales o diferentes escalas espaciales. Los resultados muestran que los cambios observados entre provincias son los más marcados...

Macroalgas bentónicas como sustrato y refugio de invertebrados marinos; Benthic macroalgae as substrate and refuge for marine invertebrates

Liuzzi, María Gabriela
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: Tesis Doctoral Formato: text; pdf
Publicado em //2010 ESPAñOL
Relevância na Pesquisa
37.63%
Las macroalgas constituyen un sustrato favorable para el asentamiento de epibiontes y forman matrices tridimensionales que facilitan la supervivencia de macroinvertebrados en ambientes de elevao estrés. En esta tesis se abordaron cuatro líneas de trabajo tendientes a dilucidar las interacciones producidas entre las macroalgas bentónicas y los invertebrados marinos. Se estudió la composición y biogeografía de briozoos epibionts de macroalgas a lo largo de 29 grados de latitud a partir de muestras depositadas en el herbario del Museo Argentino de Ciencias Naturales. Aunque los patrones hallados están influenciados por la distribución desigual del esfuerzo de muestreo, puede concluirse que la biodiversidad de los briozoos y macroalgas es mayor en la Patagonia austral que en el litoral bonaerense y rionegrino. Se describe una nueva especie de briozoo antártico (Osthimosia chaotica) y se identifican otras dos nuevas especies, aún no descriptas. También se amplía la distribución geográfica para cuatro taxones. Se analizó el recambio taxonómico y las variaciones en la estructura del ensamble de macroinvertebrados asociado a coralináceas intermareales o diferentes escalas espaciales. Los resultados muestran que los cambios observados entre provincias son los más marcados...

Processos ecológicos que controlam a dinâmica das macroalgas Ulvales (Chlorophyta) na Ria Formosa

Aníbal, Jaime Miguel Costa
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2004 POR
Relevância na Pesquisa
37.63%
Tese de Doutoramentos, Ecologia de Comunidades, Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente, Universidade do Algarve, 2004; Desde 1988, que em todos os Invernos foram observados mantos exuberantes de macroalgas Ulvales {Uiva spp. e Enteromorpha spp.), numa área de estudo na zona intertidal Oeste da Ria Formosa (sistema lagunar costeiro no Sul de Portugal). Esta proliferação macroalgal ("bloom") surge a seguir às primeiras chuvas de Outono, e as suas elevadas biomassas perduram durante todo o Inverno, começando a diminuir na Primavera, acabando as macroalgas por desaparecer quase totalmente no Verão. Dada a relação entre os "blooms" de macroalgas e a progressiva eutrofização dos sistemas lagunares, o principal objectivo deste trabalho foi determinar quais são os processos ecológicos responsáveis pelo controlo da dinâmica das macroalgas Ulvales na Ria Formosa.; Macroalgae blooms ol Ulvales {Uiva spp. e Enteromorpha spp.) have been observed during winter, every year since 1988, on the Weslern intertidal region of the Ria Formosa (coastal lagoon system in the South of Portugal). The blooms appear after the first rain falls in autumn, their high biomass last all winter, begins to decrease in spring, and vanishes during summer. Given the relationship between macroalgae blooms and the eutrophication of coastal lagoons...