Página 1 dos resultados de 2 itens digitais encontrados em 0.050 segundos

Uma certa musicalidade nas esquinas de Minas (1960 – 1970)

Vitenti, Ada Dias Pinto
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
Relevância na Pesquisa
35.66%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de História, 2010.; A presente dissertação de mestrado tem como objeto a musicalidade de Minas Gerais a partir da experiência do Clube da Esquina. O Clube da Esquina é um grupo de músicos deBelo Horizonte, cuja produção remonta às décadas de 1960 e 1970. A princípio o Clube daEsquina pode ser definido como um grupo de músicos, composto por jovens estudantes,aspirantes a músicos e músicos experientes. Entre os membros do grupo houve uma maioria mineira, que teve contato com a música ainda na infância e vivenciou a sua juventude em Belo Horizonte durante a década de 1970.Nosso propósito é analisar possíveis interpretações que o Clube da Esquina construiu sobre a sua cidade, Belo Horizonte, de Minas Gerais, do cenário político, de seu cotidiano,presentes no seu repertório e em fragmentos discursivos por ele deixados. Contudo,considerando que o Clube da Esquina não se encaixa no perfil de um movimento musical formal, até porque nunca houve um número fixo de participantes e muitos deles consideram o Clube vivo até hoje, articulei falas antigas e atuais, reveladoras das manifestações culturais que engendram o espírito mineiro. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This Master’s Essay has as its object of study the musicality of Minas Gerais as experienced by Clube da Esquina. The Clube da Esquina is a group of musicians from Belo Horizonte...

Editorial 24.2

Geraldo Márcio dos Santos; UFV; Daisy Moreira Cunha; FaE/UFMG; Ailton Vitor Guimarães; CEFET-MG
Fonte: Trabalho & Educação Publicador: Trabalho & Educação
Formato: application/pdf
Publicado em 02/11/2015 PT
Relevância na Pesquisa
25.59%
"[...] Quero trabalhar em paz [...] quero trabalho honesto em vez de escravidão [...] [e] deve haver algum lugar onde o mais forte não consegue escravizar quem não tem chance...".Poderia ser só mais um trecho de uma das músicas da banda Legião Urbana, que tanto embalou a juventude dos anos 1980 e 1990 no Brasil. Tragicamente atual, essa música poderia ser cantada, também, pelos trabalhadores brasileiros em face das reiteradas tentativas de encurtar os direitos trabalhistas por parte dos setores que dominam, política, midiática e economicamente, os painéis eletrônicos de votação no Congresso Nacional, sendo a mais recente delas a ameaça da intensificação e do aviltamento das condições de trabalho no contexto do PL 4330/04 sobre a terceirização, aprovado na Câmara dos Deputados em abril de 2015. Esse Projeto de Lei abre caminho para maior desresponsabilização social com a qualidade de vida dos trabalhadores através da invisibilidade das penúrias, do adoecimento e/ou mortes vivenciados/construídos quotidianamente nas relações de trabalho.De antemão, temos motivos para criticar as diversas formas históricas de terceirização. Agora, mais que nunca, isso é necessário, pois o que era ruim pode piorar. Vejamos que...