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Educação médica, medicina de família e humanismo: expectativas, dilemas e motivações do estudante de medicina analisadas a partir da discussão sobre produções cinematográficas; Medical education, family medicine and humanism: medical students' expectatives, dilemmas and motivations analysed through movies discussions

Blasco, Pablo Gonzalez
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/04/2002 PT
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85.94%
O presente trabalho é um estudo da utilidade que o Cinema oferece como recurso na Educação Médica inserido num contexto humanístico, na sistemática acadêmica da Medicina de Família. O autor desenvolve, na primeira parte da obra, uma extensa fundamentação da pesquisa através de uma reflexão sobre as diversas realidades que rodeiam o médico que, sendo também educador, propõe-se ensinar atitudes e valores humanísticos aos alunos. O itinerário reflexivo percorre as várias situações onde se descreve o encontro com o Paciente, com o Aluno, com a Medicina de Família e, finalmente, com o Humanismo, para chegar até o Cinema como manifestação particular das humanidades e possível recurso educacional. As extensas referências bibliográficas, às que se somam as experiências biográficas e motivações do autor, levantam questionamentos e interrogações que fundamentam e justificam ume pesquisa de ordem filosófico e humanísta, como a apresentada neste trabalho. Sublinha-se, neste ponto, que o Humanismo deve ser para o médico fonte de conhecimentos, uma verdadeira ferramenta de trabalho. O corpo da pesquisa segue uma abordagem de natureza qualitativa perspectiva que é também explicada e justificada na obra- e tem como objetivo avaliar a possível utilidade do Cinema como recurso educacional. O cenário da pesquisa instala-se em diversos contextos educacionais...

Cuidar de doentes em fim de vida : a percepção dos médicos de família

Oliveira, José Eduardo Marques Teixeira de, 1975-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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95.96%
Tese de mestrado, Cuidados Paliativos, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2011; Enquadramento A maioria dos doentes em fim de vida necessita de cuidados médicos domiciliários. A experiência dos médicos de família portugueses em cuidar destes doentes é pouco conhecida. Objectivo Compreender a forma como os médicos de família percepcionam a experiência de cuidar de doentes em fim de vida e dos seus familiares. Métodos Foi realizado um estudo qualitativo através de entrevistas semi-estruturadas a uma amostra de oito médicos de família com experiência no acompanhamento de doentes em fim de vida. As entrevistas foram gravadas em áudio, transcritas e analisadas de acordo com os procedimentos da grounded theory. Resultados Emergiram quatro domínios a partir dos relatos dos médicos de família. Os factores de influência intrínsecos ao próprio médico para lidar com doentes em fim de vida relacionam- se com a formação em cuidados paliativos, a motivação pessoal e a relação com o doente e a família. Os factores de influência extrínsecos ao médico relacionam-se com as condições organizacionais, atitudes dos outros profissionais e condições sociofamiliares. Os médicos caracterizam a sua experiência descrevendo a percepção do desempenho pessoal...

O médico de família e a dependência tabágica : uma oportunidade de ouro para intervir na qualidade de vida do paciente

Rebelo, Luís
Fonte: Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral Publicador: Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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106.03%
Hoje em dia três quartos das patologias são justificadas, directa ou indirectamente, pelos comportamentos humanos. Os profissionais de saúde, por dever de ofício, são responsáveis por intervir na história natural das doenças. Contudo, ao contrário do que pensam, o seu contributo para o resultado final é minoritário. Embora muito importante, não deixa de ser minoritário. Alguns dados parecem certos – é crescente a exigência dos pacientes quanto à qualidade da prestação de cuidados de saúde, cada vez mais o cidadão paga para não estar doente e é notória a sua maior autonomia para tratarem de si próprios, exigindo mesmo dar parecer quanto ao seu plano de cuidados médicos. O médico de família continua a ter bastante poder junto dos seus pacientes – é mesmo possível que sejam os profissionais com um maior potencial de influência. É neste contexto que se realça o possível papel do médico de família na área da prevenção e tratamento da dependência tabágica. O tabagismo, em paralelo com a sida, é actualmente o mais grave problema de saúde pública com que a nossa sociedade se confronta. O médico de família é no actual contexto organizacional o elemento chave para controlar a epidemia do tabaco em Portugal. Se for adequadamente formado e com um ambiente de trabalho facilitador pode multiplicar por oito a taxa de 3% que é a taxa de cessação tabágica habitual entre os fumadores que não procuram apoio. Trabalhar o comportamento em relação ao tabaco nos pacientes fumadores e nos não fumadores é hoje um imperativo ético e profissional. Ajudá-los a adoptarem um estilo de vida saudável...

Depressão : detecção, diagnóstico e tratamento. Estudo de prevalência e despite das perturbações depressivas e tratamento 

Gusmão, Ricardo Duarte Miranda de
Fonte: Universidade Nova de Lisboa Publicador: Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2005 POR
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105.96%
RESUMO:A depressão clínica é uma patologia do humor, dimensional e de natureza crónica, evoluindo por episódios heterogéneos remitentes e recorrentes, de gravidade variável, correspondendo a categorias nosológicas porventura artificiais mas clinicamente úteis, de elevada prevalência e responsável por morbilidade importante e custos sociais crescentes, calculando-se que em 2020 os episódios de depressão major constituirão, em todo o mundo, a segunda causa de anos de vida com saúde perdidos. Como desejável, na maioria dos países os cuidados de saúde primários são a porta de entrada para o acesso à recepção de cuidados de saúde. Cerca de 50% de todas as pessoas sofrendo de depressão acedem aos cuidados de saúde primários mas apenas uma pequena proporção é correctamente diagnosticada e tratada pelos médicos prestadores de cuidados primários apesar dos tratamentos disponíveis serem muito efectivos e de fácil aplicabilidade. A existência de dificuldades e barreiras a vários níveis – doença, doentes, médicos, organizações de saúde, cultura e sociedade – contribuem para esta generalizada ineficiência de que resulta uma manutenção do peso da depressão que não tem sido possível reduzir através das estratégias tradicionais de organização de serviços. A equipa comunitária de saúde mental e a psiquiatria de ligação são duas estratégias de intervenção com desenvolvimento conceptual e organizacional respectivamente na Psiquiatria Social e na Psicossomática. A primeira tem demonstrado sucesso na abordagem clínica das doenças mentais graves na comunidade e a segunda na abordagem das patologias não psicóticas no hospital geral. Todavia...

Proposta de um programa para a formação do Residente em Medicina de Família e Comunidade

Rodríguez,Carlos Arteaga; Cassias,André Lúcio de; Kolling,Marcelo Garcia
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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95.82%
É imperativa a formação de um Residente de Medicina de Família e Comunidade (RMFC) que responda às demandas da saúde pública, porém consideramos que ainda não existe uma concordância no programa para sua formação. Realizou-se uma pesquisa teórica para delinear a proposta de programa para a formação do RMFC embasada na revisão da literatura, nas recomendações da Comissão Nacional de Residência Médica e Sociedade de Medicina de Família e Comunidade do Brasil e na opinião dos RMFC da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), copilada pelo autor principal durante cinco anos como preceptor dos RMFC da PUC-PR. O programa inclui atividades práticas, teórico-práticas, investigativas e avaliativas desenvolvidas durante dois anos na Unidade de Saúde e no Hospital Regional, integrando o processo docente ao assistencial mediante a formação em serviço e no trabalho conjunto da faculdade com a Secretaria Municipal de Saúde e população, com uma visão preventivo-curativa e biopsicossocial do processo saúde-enfermidade, em função da problemática do indivíduo, da família e comunidade. Acreditamos que a proposta possa contribuir para o debate deste tema complexo e polêmico, e que, entre os acertos e desacertos dos programas...

Médico de família: ser ou não ser? Dilemas envolvidos na escolha desta carreira

Mello,Guilherme Arantes; Mattos,Augustus Tadeu Relo de; Souto,Bernardino Geraldo Alves; Fontanella,Bruno José Barcellos; Demarzo,Marcelo Marcos Piva
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 PT
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95.77%
A Estratégia Saúde da Família é responsável por reorganizar o Sistema Único de Saúde brasileiro por meio da Atenção Primária. O aumento substancial de programas e vagas para residência em Medicina de Família e Comunidade, ocorrido desde 2002, é uma das estratégias para suprir o crescente mercado de trabalho correspondente. Entretanto, menos da metade dessas vagas são ocupadas. A literatura brasileira apresenta poucas evidências sobre o motivo desta baixa procura. Alguns países que optaram pelo fortalecimento da Atenção Primária em seu sistema de saúde também experimentam uma crise aparente na escolha desta carreira pelos egressos médicos. Neste ensaio, revisamos algumas questões envolvidas nesta escolha, apontando sua complexidade e a necessidade de investigações sistematizadas sobre as motivações dos alunos de graduação em optarem ou não por esta especialidade médica, particularmente no Brasil.

Videoaula ou teleconsultoria no aprendizado em otorrinolaringologia do médico de família

Oliveira,Marcelo Henrique de; Gonçalves,Denise Utsch
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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85.85%
OBJETIVO: Comparar diferentes métodos de aprendizagem em Otorrinolaringologia para médicos de família. MÉTODOS: Os médicos foram distribuídos aleatoriamente em três grupos: 12 foram expostos a instruções verbais com uso de videoaulas, 12 a teleconsultoria com especialista, e 13 a ambas as técnicas. Antes e depois das intervenções nos grupos, foi aplicado um questionário com tarefas em Otorrinolaringologia. Comparou-se o número de acertos no questionário com os casos encaminhados da Atenção Primária à Secundária e a concordância entre diagnósticos da Atenção Primária e Secundária. RESULTADOS: Após as intervenções, houve melhora no conhecimento para os grupos exposição verbal com videoaulas (p = 0,002) e teleconsultoria/videoaula (p = 0,001), queda de 16% no número de encaminhamentos da Atenção Primária para a Secundária. Não foi observada em qualquer dos grupos concordância de diagnósticos entre a Atenção Primária e Secundária, com Kappa abaixo de 0,75. CONCLUSÃO: O médico de família aprendeu mais Otorrinolaringologia com instruções verbais em videoaulas do que com teleconsultoria com especialista. No entanto, ele não foi capaz de usar o conhecimento adquirido para fazer diagnósticos concordantes com os do especialista.

Rompendo o silêncio e suas barreiras: um inquérito domiciliar sobre a violência doméstica contra idosos em área de abrangência do Programa Médico de Família de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Moraes,Claudia Leite de; Apratto Júnior,Paulo Cavalcante; Reichenheim,Michael Eduardo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 PT
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105.9%
O objetivo do estudo é estimar a prevalência da violência física contra idosos no ambiente doméstico em população adstrita ao Programa Médico de Família de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Por meio de um inquérito de base populacional, foram entrevistados 322 indivíduos com 60 anos ou mais, selecionados através de amostragem aleatória simples a partir do censo de idosos adstritos a seis equipes de saúde da família. Para detecção de violência física contra idosos, utilizou-se a versão em português da Conflict Tactics Scales (CTS1). A violência física de qualquer gravidade foi relatada por 10,1% (IC95%: 6,7; 13,4) dos entrevistados, enquanto que 7,9% (IC95%: 4,9; 10,8) referiram ter sido vítimas de violência física grave no ano anterior à entrevista. A violência esteve mais presente entre os mais novos, os que moram com maior número de indivíduos, os com história de diabetes e/ou doença articular. A grande magnitude do evento, sua maior prevalência entre indivíduos que apresentam outras vulnerabilidades e suas conseqüências negativas à saúde impõem que a Estratégia Saúde da Família incorpore ações para o enfrentamento da violência física contra idosos às suas atividades de rotina.

A busca de uma identidade para o médico de família

Romano,Valéria Ferreira
Fonte: IMS-UERJ Publicador: IMS-UERJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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96.01%
Este artigo reflete algumas preocupações em relação ao médico de família, no sentido de se perguntar quem é esse sujeito dentro de uma formação médica "biologizante", que não valoriza a atenção primária, deixando confuso seu ideal de profissão. Tem o objetivo de disponibilizar uma discussão que, na inter-relação entre educação e trabalho, invoca uma reflexão sobre a identidade profissional do médico de família. Realiza uma abordagem qualitativa sobre as práticas dos médicos de família do município do Rio de Janeiro enquanto objeto de análise. Resulta em considerações que refletem a reprodução de um modelo de atenção tradicional, fazendo crer que a educação permanente é uma estratégia importante na busca do acolhimento da população.

Prevenção da violência doméstica na perspectiva dos profissionais de saúde da família

Cavalcanti,Maria de Lourdes Tavares
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 PT
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95.85%
Este artigo apresenta as observações e dados de um estudo exploratório sobre as percepções e vivências de profissionais do Programa Médico de Família de Niterói em situações de violência doméstica contra crianças e adolescentes. A opinião expressa é de que a inserção do profissional na comunidade em que trabalha, facilitando o contato com os pacientes no local de moradia, favorece a identificação e subseqüente intervenção em situações de violência doméstica.

O papel do pediatra no PSF-Paidéia de Campinas (SP)

Almeida,Paulo Vicente Bonilha; Zanolli,Maria de Lurdes
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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95.97%
O Brasil vem implantando o Programa de Saúde da Família, em sua atenção básica à saúde. A composição das equipes do programa tem sido questionada como insuficiente, sendo uma das críticas a ausência do pediatra. Este trabalho analisou parte da experiência do município de Campinas (SP), que implantou o programa com adaptações, entre as quais a existência de pediatra em suas 140 equipes. Utilizando metodologia qualitativa e entrevistas semi-estruturadas, foram entrevistados pediatras e médicos de família de dez equipes, indicadas pelos gestores como as de melhores resultados. O objetivo foi conhecer a visão dos mesmos sobre a atenção à saúde da criança por eles praticada, o papel de cada um e a existência do pediatra no programa. Há uma quase unanimidade de defesa da importância do pediatra na atenção básica por aumentar a resolubilidade da equipe. Porém, são apontadas críticas à sua atuação, muito focada no referencial biomédico e no consultório médico, havendo necessidade de maior envolvimento com o trabalho em equipe, os aspectos psicossociais, a família e o território. É essencial uma melhor capacitação do médico de família e do pediatra frente à complexidade da missão da atenção básica atual.

Médico de família: ser ou não ser? Dilemas envolvidos na escolha desta carreira; The Family Physician: to be or not to be? Dilemmas related to career choice

MELLO, Guilherme Arantes; MATTOS, Augustus Tadeu Relo de; SOUTO, Bernardino Geraldo Alves; FONTANELLA, Bruno José Barcellos; DEMARZO, Marcelo Marcos Piva
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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105.77%
A Estratégia Saúde da Família é responsável por reorganizar o Sistema Único de Saúde brasileiro por meio da Atenção Primária. O aumento substancial de programas e vagas para residência em Medicina de Família e Comunidade, ocorrido desde 2002, é uma das estratégias para suprir o crescente mercado de trabalho correspondente. Entretanto, menos da metade dessas vagas são ocupadas. A literatura brasileira apresenta poucas evidências sobre o motivo desta baixa procura. Alguns países que optaram pelo fortalecimento da Atenção Primária em seu sistema de saúde também experimentam uma crise aparente na escolha desta carreira pelos egressos médicos. Neste ensaio, revisamos algumas questões envolvidas nesta escolha, apontando sua complexidade e a necessidade de investigações sistematizadas sobre as motivações dos alunos de graduação em optarem ou não por esta especialidade médica, particularmente no Brasil.; The Family Health Strategy is responsible for supporting the reorganization of Brazil's Unified National Health System (SUS) through primary care. A substantial increase in available residency positions in family and community medicine is one of the main strategies for supplying the growing professional demand related to this health policy. However...

O papel do pediatra no programa de saude da familia-Paideia de Campinas (São Paulo-Brasil); The pediatrician's role in the Paideia-family health program in Campinas (SP-Brazil)

Paulo Vicente Bonilha Almeida
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2008 PT
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86.09%
Os sistemas de saúde orientados pelos princípios da Atenção Primária à Saúde alcançam melhores indicadores de saúde, têm menores custos e maior satisfação dos usuários. Entretanto há muitas divergências sobre as formas de estruturá-los, para obtenção destes princípios. Em muitos países a Atenção Primária é prestada por médicos de família, que funcionam como porta de entrada do sistema de saúde, acompanhados ou não por outros profissionais de saúde. Médicos de outras especialidades também podem estar disponíveis, como pediatra, ginecologista, clínico geral, e outros. No Brasil, desde 1994, o Ministério da Saúde vem implantando o Programa de Saúde da Família (PSF), como estratégia central da Atenção Primária do Sistema Único de Saúde. O PSF baseia-se no trabalho de uma equipe composta por um médico de família generalista, uma enfermeira, um ou mais auxiliares de enfermagem e de quatro a seis agentes comunitários de saúde. Esta composição das equipes de saúde da família tem sido criticada como insuficiente, principalmente nos grandes centros urbanos, para dar conta das diversas e complexas realidades de saúde do país. Uma das críticas é em relação à ausência do médico pediatra na equipe. Este trabalho analisou parte da experiência do programa no município de Campinas (SP-Brasil)...

¿En qué ocasiones el médico de familia solicita un tratamiento psicológico para sus pacientes? : análisis descriptivo y de concordancia entre diagnósticos

Sánchez González, David; Vega Moreno, Daniel; Soto Lumbreras, Angel; Andreu i Gràcia, Alexis; Castells Rovira, Mireia; Navarro Martín, David; Alpàñez Abanades, Silvia; Caballero Humet, Isabel; Allepuz Pérez, Daniel; Garriga Badia, Aurora; Ribas i S
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2011 SPA
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85.97%
Los trastornos mentales son una de las causas más importantes de morbilidad en el mundo, y suponen elevados costes económicos y sociales. La atención primaria de salud juega un papel importante en su detección y tratamiento. Los tratamientos psicológicos, que han sido a menudo mal difundidos, son una opción de tratamiento eficaz para una gran parte de los trastornos mentales. El presente estudio pretende investigar en qué casos el médico de familia solicitó un tratamiento psicológico para sus pacientes. Se analizaron las solicitudes escritas que había realizado el médico de familia (n=322). Los principales resultados sugieren una discrepancia en cuanto a la necesidad de realizar un tratamiento psicológico, así como una ausencia de concordancia entre diagnósticos (médico de familia vs psicólogo). Los datos obtenidos podrían sugerir la necesidad de mejorar la difusión de los tratamientos psicológicos basados en la evidencia, especialmente en la atención primaria de salud; The mental health problems are one of the most important causes of morbidity in the World, and suppose a source of high economic and societal costs. The primary health care plays an important role in their detection and treatment. The psychological treatments have been often poorly disseminated; nevertheless...

Cirugía mayor ambulatoria maxilofacial: Apoyo del médico de familia

Quintana Díaz,Juan Carlos; Ceja Amate,Caridad
Fonte: Revista Cubana de Estomatología Publicador: Revista Cubana de Estomatología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1998 ES
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95.85%
Se realiza un estudio en el Servicio de Cirugía Maxilofacial de Artemisa en los años 1995-1996, a partir de la experiencia planteada por diferentes autores que han incursionado en la cirugía mayor ambulatoria y mediante nuestra experiencia. Se contó con el apoyo del médico de familia de cada paciente. Se demostró la eficacia de este método en un total de 646 intervenciones quirúrgicas donde se operaron variadas afecciones con anestesia local y general. Todos los pacientes fueron dados de alta antes de las 24 horas y sólo se encontró algún tipo de complicación en el 1,8 % de los casos, lo que asegura un buen futuro a este método, el cual recomendamos a otros cirujanos.

¿Qué cualidades valoran más los Pacientes de su Médico de Familia?

Motilla Fraile,Miriam; Sánchez-Oro Gómez,Raquel; Curiel Sainz,Olga; Rodríguez Macías,Belén; López Gil,Mª Jesús; López de Castro,Francisco
Fonte: Revista Clínica de Medicina de Familia Publicador: Revista Clínica de Medicina de Familia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2009 SPA
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95.97%
Objetivo. Conocer qué cualidades del Médico de Familia son más valoradas por los pacientes y en qué medida son cumplidas. Diseño. Estudio descriptivo transversal. Emplazamiento. Atención Primaria. Área de Toledo. Participantes. Mayores de 14 años del Área, seleccionados por muestreo aleatorio sistemático. Mediciones principales. Encuesta telefónica diseñada ad hoc con ítems sobre las características relevantes del médico y el cumplimiento de las mismas, en escala de 0 a 10. Se recogieron también variables sociodemográficas, enfermedades crónicas y utilización de consultas. Resultados. Fueron entrevistados 161 pacientes, con edad media de 42,6 años. El 55,7% mujeres. El 69,7% tenía alguna enfermedad crónica. El 38,6% de ellos había acudido a su médico en el último mes, mientras que el 90,4% lo había hecho en el último año. Las características más valoradas fueron la ‘confiabilidad’ y el ‘trato respetuoso’; las menos valoradas fueron la ‘participación en la toma de decisiones’ y la ‘aceptación de pruebas demandadas por el paciente’. Respecto al grado de cumplimiento de dichas cualidades, destacan el ‘trato respetuoso’ y la ‘confiabilidad’. Conclusiones. La utilización de consulta es muy elevada en nuestro medio. Los pacientes valoran más cualidades de "índole personal" del médico que las de tipo técnico u organizativo. La participación en la toma de decisiones es de las menos valoradas. En general...

Del lado de allá y del lado de acá: ¿qué pueden aprender mutuamente los países emergentes latinoamericanos y España para mejorar sus perfiles del médico de familia?

Báez-Montiel,Brenda Beatriz; Gutiérrez-Islas,Elizabeth; Bolaños-Maldonado,Margarita; Samarín-Ocampos,Elena; Turabián Fernández,José Luis
Fonte: Revista Clínica de Medicina de Familia Publicador: Revista Clínica de Medicina de Familia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2014 SPA
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Objetivo: Se realizó un estudio cualitativo con el objetivo de encontrar factores estratégicos en medicina de familia que impliquen oportunidades de aprendizaje que los países del Norte desarrollado puedan utilizar de los países del Sur emergentes, y viceversa. Diseño, emplazamiento y participantes: A partir de un muestreo no aleatorio, intencionado, seguido de muestra en bola de nieve, hasta la saturación de los datos, se realizaron por parte médicos de familia de atención primaria de Toledo y Tenerife en España, y Paraguay, México, y Perú, diarios de campo de un día habitual y su contexto socio-sanitario, y se evaluaron mediante análisis del contenido y un estudio DAFO (Debilidades, Amenazas, Fortalezas y Oportunidades). Mediciones principales y resultados: Se obtuvieron 24 diarios de un día normal (9 médicos en España, 7 en México, 4 en Paraguay, y 4 en Perú). Se encontraron "fortalezas" del Sur en la coexistencia de trabajo ambulatorio y hospitalario, en el amplio rango de tareas asistenciales, en el mayor peso de actividades de promoción y educación para la salud dirigidas a la población, en la presencia de actividades comunitarias de campo, en la integración de la medicina tradicional, en la mejor relación médico-paciente...

O papel do pediatra no PSF-Paidéia de Campinas (SP)

Almeida,Paulo Vicente Bonilha; Zanolli,Maria de Lurdes
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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95.97%
O Brasil vem implantando o Programa de Saúde da Família, em sua atenção básica à saúde. A composição das equipes do programa tem sido questionada como insuficiente, sendo uma das críticas a ausência do pediatra. Este trabalho analisou parte da experiência do município de Campinas (SP), que implantou o programa com adaptações, entre as quais a existência de pediatra em suas 140 equipes. Utilizando metodologia qualitativa e entrevistas semi-estruturadas, foram entrevistados pediatras e médicos de família de dez equipes, indicadas pelos gestores como as de melhores resultados. O objetivo foi conhecer a visão dos mesmos sobre a atenção à saúde da criança por eles praticada, o papel de cada um e a existência do pediatra no programa. Há uma quase unanimidade de defesa da importância do pediatra na atenção básica por aumentar a resolubilidade da equipe. Porém, são apontadas críticas à sua atuação, muito focada no referencial biomédico e no consultório médico, havendo necessidade de maior envolvimento com o trabalho em equipe, os aspectos psicossociais, a família e o território. É essencial uma melhor capacitação do médico de família e do pediatra frente à complexidade da missão da atenção básica atual.

Prevenção da violência doméstica na perspectiva dos profissionais de saúde da família

Cavalcanti,Maria de Lourdes Tavares
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 PT
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95.85%
Este artigo apresenta as observações e dados de um estudo exploratório sobre as percepções e vivências de profissionais do Programa Médico de Família de Niterói em situações de violência doméstica contra crianças e adolescentes. A opinião expressa é de que a inserção do profissional na comunidade em que trabalha, facilitando o contato com os pacientes no local de moradia, favorece a identificação e subseqüente intervenção em situações de violência doméstica.

Rompendo o silêncio e suas barreiras: um inquérito domiciliar sobre a violência doméstica contra idosos em área de abrangência do Programa Médico de Família de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Moraes,Claudia Leite de; Apratto Júnior,Paulo Cavalcante; Reichenheim,Michael Eduardo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 PT
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105.9%
O objetivo do estudo é estimar a prevalência da violência física contra idosos no ambiente doméstico em população adstrita ao Programa Médico de Família de Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Por meio de um inquérito de base populacional, foram entrevistados 322 indivíduos com 60 anos ou mais, selecionados através de amostragem aleatória simples a partir do censo de idosos adstritos a seis equipes de saúde da família. Para detecção de violência física contra idosos, utilizou-se a versão em português da Conflict Tactics Scales (CTS1). A violência física de qualquer gravidade foi relatada por 10,1% (IC95%: 6,7; 13,4) dos entrevistados, enquanto que 7,9% (IC95%: 4,9; 10,8) referiram ter sido vítimas de violência física grave no ano anterior à entrevista. A violência esteve mais presente entre os mais novos, os que moram com maior número de indivíduos, os com história de diabetes e/ou doença articular. A grande magnitude do evento, sua maior prevalência entre indivíduos que apresentam outras vulnerabilidades e suas conseqüências negativas à saúde impõem que a Estratégia Saúde da Família incorpore ações para o enfrentamento da violência física contra idosos às suas atividades de rotina.