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Análise dos lipídios biliares no cálculo e na bile em portadores brasileiros de litíase biliar; Analysis of gallstones and biliar lipids in gallbladder disease of Brazilians patients

Souza, Miriam Karine de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2010 PT
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67.63%
INTRODUÇÃO: A litíase biliar é uma doença do trato digestivo que apresenta prevalência variada em diferentes grupos étnicos e que gera altos gastos aos sistemas de saúde. A possibilidade de aplicação de tratamento não invasivo medicamentoso está direcionada a presença de cálculo de colesterol o que leva a necessidade de identificar corretamente os pacientes que podem beneficiar-se com o tratamento. No Brasil estima-se uma prevalência da doença em 9,3% da população em geral. Porém, ainda não há estudos que demonstrem a composição de cálculo de colesterol e pigmentos nos pacientes, bem como não há estudos de análise dos lipídios biliares e sua relação com os mecanismos fisiopatológicos da doença. Nossos objetivos foram analisar a composição do cálculo e da bile e compará-la com fatores pré-dispositivos da doença como tempo de nucleação e hiper saturação de colesterol em pacientes brasileiros. MÉTODOS: Foram analisadas 72 amostras de bile vesicular e cálculo biliar de pacientes com litíase biliar submetidos a procedimento cirúrgico laparoscópico em diferentes hospitais da grande São Paulo. Quatorze amostras de bile vesicular de pacientes que foram submetidos à laparoscopia por problemas gastrointestinais...

Litiase biliar na doença falciforme : descrição das caracteristicas clinicas em crianças; Cholelithiasis in sickle cell disease : clinical presentation and outcome in children

Ana Paula dos Santos Gumiero
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2008 PT
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46.92%
Introdução- A anemia falciforme (AF) causa hemólise crônica e acelerada que é reconhecida como um fator de risco para desenvolvimento de colelitíase. Esta complicação pode ocorrer em mais de 50% da população adulta com AF. A colecistectomia é a conduta consensual para pacientes sintomáticos, mas nos assintomáticos a sua indicação é controversa. Objetivos- Relatar a freqüência de colelitíase em pacientes com AF e descrever a opção de conduta médica em caso de diagnóstico desta complicação, numa coorte de pacientes seguidos num centro terciário de hematologia pediátrica. Pacientes e métodos- Estudo descritivo e retrospectivo, com revisão dos prontuários de 225 pacientes e registro dos dados relacionados à evolução clínica. Resultados- A freqüência cumulativa de colelitíase foi de 44,9%, sendo que metade dos pacientes eram assintomáticos. As idades médias no diagnóstico de colelitíase e no momento do tratamento cirúrgico foram, respectivamente, 12,5 anos (DP = 5 anos) e 14 anos (DP = 5,4 anos). A prevalência de colelitíase foi maior nos pacientes com fenótipos SS e S? Talassemia, comparada à prevalência nos pacientes com fenótipo SC (?2= 0,001). Entre os pacientes sintomáticos (50%)...

Ultra-som em litíase biliar: análise de 32 casos.

Stahke, Cícero Fernando
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 23 p.| grafs.,tabs.
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Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Clínica Cirúrgica, Curso de Medicina, Florianópolis, 1986

Polipose Múltipla da Vesícula. Dificuldades Diagnósticas a Propósito de um Caso

Cruz, I; Mendonça Lima, F; Silva, S; Galhordas, A; Monteiro Baptista, ML
Fonte: Centro Editor e Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor e Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1983 POR
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36.64%
Descreve-se um caso de uma doente de 52 anos de idade, submetida a colecistectomia com o diagnóstico de litiase biliar, baseado na colecistografia oral. No decurso do acto cirúrgico, em que não se palparam cálculos, o diagnóstico inicial foi posto em dúvida. A identificação da polipose múltipla só foi possível após colecistectomia. Com base na experiência colhida neste caso, faz-se uma revisão dos critérios diagnósticos e fundamenta-se a orientação terapêutica, dado o potencial de malignidade destas lesões.

Microcristais biliares na pancreatite aguda idiopática: indício para etiologia biliar oculta subjacente

CHEBLI,Júlio Maria Fonseca; FERRARI Jr.,Ângelo Paulo; SILVA,Maria Regina Regis; BORGES,Durval Rosa; ATALLAH,Álvaro Nagib; NEVES,Manoel Martins das
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 PT
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47.02%
As principais causas de inflamação pancreática no mundo são a litíase biliar e o alcoolismo crônico. Admite-se que 10 a 30% das pancreatites agudas sejam idiopáticas. Sugere-se que parte destas são causadas por microlitíase ou barro biliar, identificados pela presença de microcristais no sedimento biliar. Neste estudo, realizou-se análise microscópica da bile obtida por colangiopancreatografia endoscópica, em pacientes com pancreatite aguda idiopática, pancreatite aguda biliar e pancreatite crônica alcoólica - 20 em cada grupo. Pacientes com pancreatite aguda idiopática e microcristais na bile foram submetidos a colecistectomia. Naqueles inaptos à cirurgia efetuou-se esfincterotomia endoscópica ou tratamento com ácido ursodesoxicólico. Pacientes com pancreatite aguda idiopática sem cristais não receberam tratamento específico. A prevalência de microcristais biliares em pacientes com pancreatite aguda idiopática (75%) e pancreatite aguda biliar (90%) foi significativamente maior que naqueles com pancreatite crônica alcoólica (15%). A detecção de microcristais apresentou sensibilidade de 90%, especificidade de 85%, valor preditivo positivo de 85,7%, valor preditivo negativo de 89,4% e acurácia de 87,5% em identificar pancreatite de origem biliar. Nos pacientes com pancreatite aguda idiopática recurrente...

Fatores de risco clínicos e ultra-sonográficos relacionados à litíase vesicular assintomática em mulheres

Ferreira,Adilson Cunha; Mauad Filho,Francisco; Mauad,Fernando Marum; Gadelha,Antônio; Spara,Patrícia; Jorge Filho,Isac
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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37.65%
OBJETIVO: Analisar variáveis clínicas e ultra-sonográficas, como presença ou ausência de barro biliar, espessura da parede e medida transversal da vesícula biliar, idade, paridade, presença ou ausência de diabetes mellitus associadas a litíase vesicular assintomática, bem como determinar a sua prevalência em pacientes submetidas ao exame ultra-sonográfico. MATERAIS E MÉTODOS: Foram analisadas, em estudo prospectivo, 265 pacientes do sexo feminino, atendidas na Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Médica de Ribeirão Preto, durante o período de janeiro a setembro de 2001. RESULTADOS: Evidenciou-se diferença estatisticamente significativa relacionada à litíase da vesícula biliar e espessura da parede da vesícula biliar, barro biliar, diâmetro transverso da vesícula biliar, faixa etária, paridade, passando de 4,1% nas nulíparas para 39,1% nas multíparas e diabéticas. A prevalência de litíase na vesícula biliar em pacientes assintomáticas foi de 14,7%. CONCLUSÃO: A litíase vesicular assintomática em mulheres ocorre principalmente com o decorrer da idade e da paridade. Os achados ultra-sonográficos mais freqüentemente encontrados foram presença de barro biliar e de espessamento da parede da vesícula biliar.

Tratamento cirúrgico da litíase biliar em idosos experiência em hospital de ensino

Bromberg,Sanson Henrique; Waisberg,Jaques; Gonçalves,José Eduardo; Zanoto,Arnaldo; Godoy,Antônio Cláudio de; Goffi,Fábio Schmidt
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 PT
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47.2%
O receio de graves complicações pós-operatórias tem inibido muitas das indicações cirúrgicas da litíase biliar no paciente idoso sintomático. A finalidade principal deste trabalho foi averiguar a extensão real desse problema no Serviço de Gastroenterologia Cirúrgica do HSPE-FMO. Foram estudados 185 idosos portadores de litíase biliar com idade média de 73,0 ± 6,2 anos, no período de seis anos (1990-1995). Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a idade: I - com 118 (63,8%) pacientes de 60 a 74 anos e o II - com 67 (36,2%) pacientes entre 75 e 90 anos. O número de doentes do sexo masculino foi proporcionalmente maior no grupo II (p<0,02). Os sintomas foram similares nos dois grupos de enfermos. A maioria dos doentes foi submetida à operação eletiva-163 (88,1 %) sendo 22 (11,9%) operados de urgência por colecistite aguda. Maior número de cirurgias de urgência incidiu no grupo 11 (19,4% contra 7,6%). A colecistectomia foi realizada em todos os doentes. Cirurgia complementar indicada pela presença de coledocolitíase (15,1 %) e estenose papilar (2,7%) foi necessária em 38 (20,5%) deles, sendo maior no grupo II. A coledocolitotomia foi realizada em 28 (15,1%) doentes, a anastomose biliodigestiva em sete (3...

Tipo, número e tamanho de cálculos da vesícula biliar: estudo prospectivo de 300 casos de colelitíase

Coelho,Júlio Cezar Uili; Vianna,Rodrigo; Aranha,Ayrton; Sobreiro,Bernardo Passos; Borges,Alessandra M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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47.27%
O nosso objetivo é determinar prospectivamente o número, tamanho e tipo de cálculos da vesícula biliar de trezentos pacientes consecutivos submetidos à colecistectomia. O tipo de cálculo foi correlacionado com o sexo e idade dos pacientes, o tamanho e o número de cálculos e a presença de colecistite aguda e de displasia da vesícula biliar. Cálculo de colesterol foi encontrado em 262 pacientes (87,3%), pigmentar negro em 33 (11 %) e pigmentar marrom em cinco (1,7%). Todos os tipos de cálculos foram mais comuns no sexo feminino e aumentaram com a idade. O cálculo de colesterol foi mais comum em todas as faixas etárias. O número de cálculos variou de um a 465, sendo que a metade dos pacientes apresentou menos do que cinco cálculos. Cálculo único foi encontrado em 65 dos 262 pacientes (24,8%) com cálculo de colesterol, em um dos cinco pacientes (20%) com cálculo pigmentar marrom e em nenhum paciente com cálculo pigmentar negro. A incidência de colecistite aguda foi similar para os três tipos de cálculos. Não houve diferença na incidência de displasia da vesícula biliar em relação ao número, tipo e tamanho de cálculo. Conclui-se deste estudo que os cálculos de colesterol são os mais comuns da vesícula biliar...

Prevalência ultra-sonográfica de litíase biliar em pacientes ambulatoriais

Torres,Orlando Jorge Martins; Barbosa,Érica Sampaio; Pantoja,Patrícia Brandão; Diniz,Maria Carlete Silva; Silva,José Ribamar Sousa da; Czeczko,Nicolau Gregori
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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OBJETIVO: Este estudo tem por objetivo determinar a prevalência ultra-sonográfica de litíase biliar em pacientes ambulatoriais. MÉTODO: No período de julho de 2001 a março de 2002, 500 pacientes que procuraram o Hospital Universitário Presidente Dutra e que foram submetidos a exame ultra-sonográfico para doença não biliar foram avaliados. Havia 250 pacientes do sexo masculino e 250 do sexo feminino com idade variando de 19 a 72 anos. RESULTADOS: A prevalência de colelitíase ou de pacientes que haviam sido previamente submetidos à colecistectomia por colelitíase foi de 18,4%. A colelitíase foi mais frequentemente observada naqueles pacientes com idade superior a 60 anos, sexo feminino, multípara e com um índice de massa corporal superior a 30. CONCLUSÕES: A prevalência de colelitíase está aumentada na presença de fatores de risco.

Litíase vesicular assintomática em mulheres: aspectos epidemiológicos e clínicos

Ferreira,Adilson Cunha; Mauad Filho,Francisco; Mauad,Fernando Marum; Barra,Daniela de Abreu; Mattos,Rogério Lino; Jorge Filho,Isac
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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37.65%
OBJETIVO: Analisar variáveis clínicas e ultra-sonográficas como presença ou ausência de barro biliar, espessura da parede e medida transversal da vesícula biliar, idade, paridade, presença ou ausência de diabetes melitus associadas à litíase vesicular assintomática, bem como determinar a sua prevalência em pacientes submetidas ao exame ultra-sonográfico. MÉTODO: Foram analisadas, em estudo prospectivo, 265 pacientes do sexo feminino, atendidas na Escola de Ultra-sonografia e Reciclagem Médica de Ribeirão Preto - EURP, durante o período de janeiro a setembro de 2001. RESULTADOS: Evidenciou-se diferença estatisticamente significativa relacionada à litíase da vesícula biliar e: espessura da parede da vesícula biliar, barro biliar, diâmetro transverso da vesícula biliar, faixa etária, paridade, passando de 4,1% na nulíparas, para 39,1% nas multíparas e diabéticas. A prevalência de litíase na vesícula biliar, em pacientes assintomáticas, foi de 14.7%. CONCLUSÕES: A litíase vesicular assintomática em mulheres ocorre principalmente com o decorrer da idade e da paridade. Os achados ultra-sonográficos mais freqüentemente encontrados foram: presença de barro biliar e de espessamento da parede da vesícula biliar.

Correlação entre hipomotilidade da vesícula biliar e desenvolvimento de colecistolitíase após operação bariátrica

Lehmann,Ana Lúcia Fürstenberger; Valezi,Antônio Carlos; Brito,Edivaldo Macedo de; Marson,Antônio César; Souza,José Carlos Lacerda de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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47.57%
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi determinar se existe associação entre a hipomotilidade da vesícula biliar em obesos, antes da cirurgia bariátrica e o desenvolvimento da litíase biliar após perda de peso. MÉTODO: No período de setembro de 2002 a janeiro de 2005, utilizando ultra-sonografia em tempo real, com medidas do volume em jejum e 60 minutos após ingestão de dieta, avaliamos a vesícula biliar de noventa e seis pacientes obesos com indicação de cirurgia bariátrica. Estes pacientes foram reavaliados um ano após a cirurgia com ultra-sonografia para detecção de litíase biliar. RESULTADOS: Vinte e sete (28,12%) apresentaram hipomotilidade da vesícula, destes, sete (29,62%) apresentaram litíase. Dezoito (18,75%) da amostra total, desenvolveram litíase biliar no período pós-operatório. CONCLUSÕES: Não foi encontrada diferença estatisticamente significante no desenvolvimento de litíase no grupo de pacientes com hipomotilidade e naqueles com motilidade normal da vesícula biliar.

Câncer de vesícula biliar: experiência de 10 anos em um hospital de referência da Amazônia

Ishak,Geraldo; Ribeiro,Felipe Soares; Costa,Daniel Souza da; Bahia,Leandro Augusto Costa; Dias,Everton Mesquita; Assumpção,Paulo Pimentel de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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47.18%
OBJETIVO: Analisar os aspectos epidemiológicos-cirúrgicos dos pacientes com câncer de vesícula biliar (CAVB) atendidos em um Hospital Universitário de Belém/PA, no período de 1999-2009. MÉTODOS: estudo observacional, retrospectivo, descritivo-analítico de fonte secundária dos pacientes com diagnóstico de CAVB, no período de 1999-2009. Foram analisados 75 prontuários, sendo 34 pacientes estudados. As informações coletadas foram utilizadas para o estadiamento tumoral TNM do CAVB e para a caracterização clínico-cirúrgica da população estudada. RESULTADOS: 79% eram do sexo feminino, com média de idade de 66,2±11 anos e tempo de sintomatologia de 10,8±17,2 meses, não obtendo relação estatística com o estadio da doença. Dor no hipocôndrio direito, náuseas e icterícia predominaram como sinais/sintomas. A litíase biliar esteve presente em 91% dos casos, sendo positiva em 100% dos pacientes com estadios I/II. A sensibilidade ultrassonográfica para sugestionar o CAVB no pré-operatório foi 14,28%. A operação mais executada foi a colecistectomia simples, tendo como achado intra-operatório predominante, invasão hepática. O adenocarcinoma foi o tipo histológico preponderante, com destaque para os estadios III e IV. CONCLUSÃO: A série estudada apresentou alta incidência de litíase biliar...

Prevalência e fisiopatologia da litíase biliar em pacientes submetidos a transplante de órgãos

Coelho,Júlio Cesar Uili; Contieri,Fabiana Loss de; Matias,Jorge Eduardo Fouto; Parolin,Mônica Beatriz; Godoy,Jose Luiz de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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57.55%
INTRODUÇÃO: O objetivo do presente estudo é apresentar revisão da prevalência e dos principais mecanismos fisiopatológicos que levam a formação da litíase biliar em pacientes submetidos a transplante de órgãos. MÉTODOS: Revisão da literatura abrangendo 29 publicações obtidas das bases Medline/Pubmed, Scielo e Lilacs com cruzamento dos unitermos "transplante, transplante renal, transplante hepático, cálculo biliar, colecistite.". Vários estudos que utilizaram a ultrassonografia demonstraram aumento na prevalência da litíase biliar em pacientes submetidos a transplante de órgãos. A taxa de formação de cálculos novos após o transplante variou de 10 a 55% e a total (cálculos formados antes e após o transplante) de 17 a 68%. Tanto o ganho como a perda de peso rápida, que podem ocorrer após o transplante, predispõem à formação de cálculos biliares. O uso do imunossupressor ciclosporina é considerado como o principal fator que aumenta a incidência de litíase biliar após o transplante. CONCLUSÃO: A prevalência de litíase biliar é maior nos pacientes submetidos a transplante de órgãos do que na população geral. As principais alterações que ocorrem no paciente transplantado que predispõem a formação dos cálculos são as alterações do peso corporal...

Nova opção técnica para colangiografia transoperatória

Silva,Alcino Lázaro da; Portela,André Rossetti
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 PT
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36.76%
RACIONAL: Descrita há mais de 70 anos, a colangiografia transoperatória é método eficaz de estudo da via biliar. Existem diversas formas de sua realização. OBJETIVO: Acrescentar uma nova forma de colangiografia em relação à técnica clássica usando somente duas radiografias para interpretação estática e dinâmica. MÉTODOS: A colangiografia é feita com duas radiografias, a primeira em hiperpressão e a segunda três minutos após, em esvaziamento. Ela foi realizada em 39 pacientes portadores de colecistolitíase, submetidos à colecistectomia por laparotomia. A avaliação dos radiogramas foi feita com base em uma classificação radiográfica, criada pelos autores em graus que variam na hiperpressão de 0 a 3 e no esvaziamento de 1 a 3. RESULTADOS: O enchimento total ou quase total da árvore biliar foi encontrado em 66,7% dos pacientes na fase de hiperpressão. Na fase de esvaziamento, 59% dos pacientes estavam com um terço ou menos de contraste. Houve a necessidade de acrescentar radiografia adicional em 5% dos pacientes após sete minutos, com esvaziamento completo. CONCLUSÃO: A proposta técnica mostrou-se exequível, simples, rápida e eficaz.

Pólipos da vesícula biliar. Como e quando tratar?

Matos,Ana Sofia Bento de; Baptista,Hamilton Neves; Pinheiro,Carlos; Martinho,Fernando
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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36.84%
OBJETIVO: O objetivo do estudo é saber qual a orientação terapêutica para os doentes com pólipos vesiculares (PVs), que tipo de vigilância realizar, saber diferenciar entre um pólipo benigno e um pólipo maligno e proporcionar uma tranquilização em relação à "cancrofobia". Tipo de estudo: Realizou-se um estudo retrospectivo de cinco anos. Local: O estudo foi realizado nos Hospitais da Universidade de Coimbra, num Serviço de Cirurgia. População: Foram estudados todos os doentes operados no Serviço de Cirurgia II com o diagnóstico pré-operatório de PV, entre janeiro de 2003 e dezembro 2007. MÉTODOS: Foi feita correlação clínico-patológica de todos os doentes. Feita avaliação: de dados demográficos, da apresentação clínica, dos principais sintomas, das patologias associadas e exames complementares de diagnóstico realizados. RESULTADOS: Foram estudados 93 doentes, sendo que em 91 doentes tratava-se de pólipos benignos e em dois doentes de pólipos malignos. Dos 91 pólipos benignos, 73 (78,5%) eram pólipos de colesterol, 14 (15%) hiperplasias e dois (2,2%) adenomas. Em dois (2,2%) doentes tratava-se de pólipos malignos, adenocarcinoma da vesícula biliar. O diâmetro médio dos pólipos benignos é de 6 mm...

Litíase Biliar na Criança

Costa, Ricardo; Carvalho, Carmen; Silva, Ermelinda; Almerinda, Rosa; Rodrigues, Cidade
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2014 PT
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67.2%
Foram revistos 17 casos de litíase biliar em crianças, diagnosticadas no nosso hospital entre 1989 e 1995. Em 5 crianças (28%) foram encontradosfactores de risco. O sintoma mais frequente foi a dor abdominal (59%). O diagnóstico foi efectuado por ultra-sonografia em 16 crianças (94%).A indicação ciúrgica foi a criança sintomática, tendo-se efectuado colecistectomia em 10 crianças (59%). As crianças assintomáticas (5 casos)encontram-se em seguimento na consulta externa. Propõe-se uma norma de actuação para o estudo e seguimento das crianças com esta patologia.

Um caso clínico de paniculite mesentérica associada a gastrite crónica e litíase biliar – diagnóstico, terapêutica e morbilidade; A clinical case of mesenteric panniculitis associated with chronic gastritis and biliary lithiasis – diagnosis, treatment and morbidity

Ribeiro, R; Bargiela, I; Duarte, C
Fonte: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E. Publicador: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 POR
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46.92%
A paniculite mesentérica é uma doença inflamatória crónica fibrosante, rara, que afecta o tecido adiposo do mesentério. A sua etiologia é desconhecida e a apresentação clínica variável, o que torna o diagnóstico particularmente difícil, sendo habitual- mente sugerido por tomografia computorizada e confirmado por biópsia. O tratamento é essencialmente empírico, médico (in- cluindo corticóides) ou cirúrgico. Apesar de ter, geralmente, um curso benigno, pode estar associada a morbilidade significativa. Apresentamos o caso de uma doente de 84 anos, internada por estado confusional agudo, dor abdominal difusa, recusa alimentar e vómitos pós-prandiais. Ao exame objectivo, sem alterações valorizáveis, além da dor à palpação abdominal. A investigação subsequente revelou a existência de anemia perniciosa, gastrite crónica, angiodisplasia duodenal e também paniculite mesentérica, Após 2 meses medicada com prednisolona 40 mg/dia, verificou-se resolução sintomática e imagiológica. Infelizmente, a doente veio a falecer na sequência de pneumonia associada aos cuidados de saúde.

COLECISTECTOMIA: ASPECTOS TÉCNICOS E INDICAÇÕES PARA O TRATAMENTO DA LITÍASE BILIAR E DAS NEOPLASIAS; CHOLECYSTECTOMY: TECHNICAL ASPECTS AND INDICATIONS FOR THE TREATMENT OF BILIARY CALCULI AND NEOPLASMS

Santos, José Sebastião; Sankarankutty, Ajith Kumar; Salgado Júnior, Wilson; kemp, Rafael; Módena, José Luís Pimenta; Elias Júnior, Jorge; Silva Júnior, Orlando Castro e
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2008 POR
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57.53%
A remoção cirúrgica da vesícula biliar é uma operação realizada há mais de um século e nos últimos 25 anos foi objeto de inovação nos seus fundamentos técnicos, especialmente, em relação ao acesso e a exploração da via biliar principal. As indicações mais freqüentes de colecistectomia são a litíase biliar e suas complicações (colecistite aguda, coledocolitíase, colangite , pancreatite aguda biliar) e o câncer da vesícula biliar. Inicialmente, as colecistectomias para tratamento da litíase biliar eram realizadas por meio de laparotomia. No fim do século vinte, a colecistectomia passou a ser feita por meio de acessos menores como a minilaparotomia e em seguida pela videolaparoscopia, que é o acesso considerado como padrão na atualidade. Mais recentemente, a colecistectomia tem sido realizada, em caráter experimental ou excepcional, por meio do acesso transgástrico e transvaginal. Os benefícios do acesso videolaparoscópico são incontestáveis, mas o emprego desse acesso requer cautela e capacitação para minimizar a incidência de lesões traumáticas da via biliar e de outras estruturas.; The surgical removal of the gallbladder has been practiced for more than a century and in the last 25 years has undergone fundamental changes in its technique...

Dilatação Papilar com Balão de Grande Diâmetro Precedida de Esfincterotomia para Remoção de Cálculos da Via Biliar Principal: Casuística de Um Ano

Rego,Ana Catarina; Nunes,Nuno; Pereira,José Renato; Paz,Nuno; Duarte,Maria Antónia
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2011 PT
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36.76%
INTRODUÇÃO: A associação de dilatação da papila de Vater com balão TTS-CRE (through the scope-controlled radial expansion) com esfincterotomia (ETE) tem sido usada para remoção de cálculos de grandes dimensões da via biliar principal (VBP). OBJECTIVOS: Apresentação da casuística do nosso Serviço durante doze meses, em que se procedeu a ETE seguida de dilatação papilar com balão para remoção de cálculos da VBP. Pretendeu-se avaliar a eficácia na remoção dos cálculos, a necessidade de litotrí­cia mecânica e a ocorrência de complicações. MÉTODOS: Entre Outubro de 2009 e Setembro de 2010 foi realizada dilatação papilar com balão precedida de ETE em 25 doentes. Os doentes incluídos apresentavam no colangiograma por colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) cálculos na VBP com dimensão superior ou igual a 10mm. Usaram-se balões TTS-CRE de 12 a 20mm de diâmetro. RESULTADOS: Dos 25 doentes, 12 (48%) eram do sexo feminino. A média de idades foi de 73 anos e 65% dos doentes apresentavam dois ou mais cálculos. O tamanho médio dos cálculos foi de 15mm. Seis doentes apresentavam litíase residual do colé­doco com ETE prévia. Em 100% dos casos foi conseguida remoção completa dos cálculos numa única sessão. Não houve necessidade de litotrícia mecânica. Não se registaram complicações. CONCLUSÃO: A associação dos dois métodos mostrou-se eficaz...

Fístulas biliodigestivas litiásicas: (a propósito de 3 casos clínicos)

Jorge,João Xavier; Sousa,Luís António de; Panão,Edgard Augusto; Campos,Mário Júlio; Gonçalves,António; Vale,Abel Cardoso do; Pontes,Fausto Afonso
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 PT
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As fístulas biliodigestivas espontâneas são pouco frequentes. Reportamos 3 casos. Caso 1: Homem de 59 anos, com história de coledocolitíase, recorreu ao serviço de urgência, por dor abdominal, hematoquézias e palidez. Tinha Hb de 8,4 g/dl. A colonoscopia e a endoscopia digestiva alta foram normais. Foi feita hemotransfusão e teve alta. Passados 18 dias voltou ao Serviço de Urgência com quadro semelhante. Repetiu-se a colonoscopia que foi normal. Após hemotransfusão e estabilização, teve alta. Seis dias depois voltou novamente à Urgência. A colonoscopia revelou coágulo aderente ao ângulo hepático. Ainda internado, teve 2 episódios de hematoquézias volumosas. Foi operado de urgência. No intra-operatório, verificou-se que o doente tinha uma fístula colecistocólica, litíase vesicular e hemobilia. Caso 2: Homem de 74 anos, internado por hemorragia digestiva, com melenas e anemia com Hb de 9,7 g/dl. A endoscopia digestiva alta revelou sufusões hemorrágicas gástricas e bulbares com sangue no estômago e no duodeno. Na colonoscopia observaram-se apenas pregas edemaciadas no ângulo esplénico, tendo o doente tido alta hospitalar. Cerca de 45 dias depois da alta, recorre ao Serviço de Urgência com sensação de obstrução reto-anal. O toque retal evidenciou a presença de um objeto pétreo no reto...