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Representações hierárquicas de vocábulos de línguas indígenas brasileiras: modelos baseados em mistura de Gaussianas; Hierarchical representations of words of brazilian indigenous languages: models based on Gaussian mixture

Sepúlveda Torres, Lianet
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/12/2010 PT
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Apesar da ampla diversidade de línguas indígenas no Brasil, poucas pesquisas estudam estas línguas e suas relações. Inúmeros esforços têm sido dedicados a procurar similaridades entre as palavras das línguas indígenas e classificá-las em famílias de línguas. Seguindo a classificação mais aceita das línguas indígenas do Brasil, esta pesquisa propõe comparar palavras de 10 línguas indígenas brasileiras. Para isso, considera-se que estas palavras são sinais de fala e estima-se a função de distribuição de probabilidade (PDF) de cada palavra, usando um modelo de mistura de gaussianas (GMM). A PDF foi considerada um modelo para representar as palavras. Os modelos foram comparados utilizando medidas de distância para construir estruturas hierárquicas que evidenciaram possíveis relações entre as palavras. Seguindo esta linha, a hipótese levantada nesta pesquisa é que as PDFs baseadas em GMM conseguem caracterizar as palavras das línguas indígenas, permitindo o emprego de medidas de distância entre elas para estabelecer relações entre as palavras, de forma que tais relações confirmem algumas das classificações. Os parâmetros do GMM foram calculados utilizando o algoritmo Maximização da Expectância (em inglês...

Acessibilidade semântica nas construções relativas em línguas indígenas brasileiras: um estudo tipológico-funcional

Oliveira, Gabriela Maria de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 220 f. : il. color.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Estudos Linguísticos - IBILCE; O objetivo deste trabalho é investigar a atuação de restrições de ordem semântica ao lado das de ordem sintática para a determinação do processo de formação de orações relativas, em busca de evidências que confirmem a revisão da Hierarquia de Acessibilidade (HA) de Keenan e Comrie (1977) proposta por Dik (1997). As críticas à HA de Keenan e Comrie (1977) dizem respeito tanto a razões empíricas – pelo fato de que em algumas línguas não há nenhuma forma de se construir orações relativas; quanto a razões teóricas – pelo fato de as funções sintáticas não serem relevantes para todas as línguas do mundo. O corpus deste trabalho é composto por 30 línguas indígenas brasileiras e conta com descrições previamente feitas, como gramáticas, teses e outros tipos de manuais descritivos. Os dados coletados por este trabalho confirmam a hipótese de que é necessária uma revisão da HA. As lacunas na HA dizem respeito, principalmente, à função de Objeto Indireto. Para várias das línguas investigadas, essa função sintática não está acessível à relativização, mas outras funções...

Estratégias de relativização e construções alternativas nas línguas indígenas do Brasil

Oliveira, Gabriela; Camacho, Roberto Gomes
Fonte: Cultura Acadêmica Publicador: Cultura Acadêmica
Tipo: Livro
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Este estudo tem como base o trabalho sobre a tipologia linguística desenvolvida pelos linguistas Edward L. Keenan e Bernard Comrie, formuladores de estratégias de formação da oração relativa e da Hierarquia de Acessibilidade. Em suas análises, os autores buscam evidências que confirmem a proposta de revisão feita pelo linguista Simon Cornelis Dik à Hierarquia de Acessibilidade. Na obra, eles salientam que uma pesquisa de base tipológico-funcional não se pode fiar em critérios puramente morfossintáticos e procuram determinar em que medida as funções semânticas têm influência na construção de orações relativas. Apesar de se dedicar ao estudo de línguas indígenas, esta obra não é voltada para a Linguística Indígena, uma vez que seu foco principal é a caracterização tipológico-funcional da oração relativa. No entanto, os autores optaram por tomar como base de dados da análise as línguas indígenas brasileiras pelo fato de haver poucos estudos tipológicos dedicados a elas. Dessa forma, acreditam poder contribuir também para o desenvolvimento da linguística aplicada às línguas nativas do país

O campo lexical da cosmologia em dicionários de línguas indígenas brasileiras

Fernandes, Dacyo Cavalcante
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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A presente monografia consiste em um estudo metalexicográfico realizado sobre dois dicionários bilíngues de línguas indígenas brasileiras, analisados através do filtro temático da cosmologia, isto é, com enfoque nos lexemas que exprimem os conhecimentos indígenas acerca do céu, dos fenômenos naturais e dos elementos sociológicos associados. O levantamento dos dados lexicais serviu como base para a elaboração de um banco de dados de valioso emprego para futuros estudos, tanto no campo da lexicografia como no da cosmologia e etnografia

Comparação de aspectos da gramática em línguas indígenas brasileiras

MAIA,Marcus; FRANCHETTO,Bruna; LEITE,Yonne de Freitas; SOARES,Marília Facó; VIEIRA,Marcia Damaso
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP Publicador: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1998 PT
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Este artigo compara um conjunto de fenômenos interrelacionados cencernentes à interface sintexe/morfologia em quatro línguas indígenas brasileiras: Kuikúro (família Karib). Mbyá Guarani (família Tupi-guarani), Karajá (tronco Macro-Jê) e Tikuna (isolada). Discute-se, inicialmente a linearização da ordem SOV, predominante nessas línguas, com base em Chomsky (1993) e Kayne (1993). Examinam-se, em seguida, construções com clíticos e auxiliares e discute-se o conjunto de categorias funcionais componentes da estrutura frasal, a fim de fornecer um quadro comparativo da estrutura da oração nas quatro língüas.

A estrutura da oração em línguas indígenas brasileiras

MAIA,Marcus; FRANCHETTO,Bruna; LEITE,Yonne de Freitas; SOARES,Marília Facó; VIEIRA,Marcia Damaso
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP Publicador: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1999 PT
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Compara-se neste artigo um conjunto de fatos relacionados a interface sintaxe/morfologia em quatro línguas indígenas brasileiras, a saber, Kuikuro, Guarani, Karaja e Tikuna. Investiga-se o papel das categorias funcionais na derivação da estrutura básica da oração nessas línguas. Discutem-se os problemas que se colocam para a linearização da ordem SOV, propondo-se análises alternativas.

Para o conhecimento das línguas da Amazônia

Franchetto,Bruna; Gomez-Imbert,Elsa
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS-Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS-Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 PT
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O livro Amazonian Languages, organizado por R. M. W. Dixon e A. Y. Aikhenvald, publicado em 1999, já é uma obra de referência, de consulta quase obrigatória para todos os que se interessam por lingüística, línguas indígenas da Amazônia e etnologia das terras baixas da América do Sul. Não obstante, o livro contém partes e temas que têm suscitado reações na comunidade científica, fora e dentro do Brasil. Este ensaio apresenta não somente as contribuições do livro para o avanço dos conhecimentos sobre línguas amazônicas, mas também as críticas das quais são passíveis alguns de seus capítulos, por suas limitações empíricas e teóricas, bem como a Introdução, por suas colocações provocativas a respeito de certas políticas de pesquisa na América do Sul. A introdução do livro opõe categorias - lingüistas nacionais versus estrangeiros - e escamoteia identidades - lingüistas missionários e missionários lingüistas -, descrevendo um quadro discutível e equivocado do que são e significam a pesquisa e o estudo das línguas indígenas, sejam elas "amazônicas" ou não.

Diversidade linguística brasileira, as línguas páno e suas características ergativas

Abreu, Paulo Sérgio Reis de
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística (FL); Faculdade de Letras - FL (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística (FL); Faculdade de Letras - FL (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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This work focuses on Brazilian linguistic diversity and, within it, the Páno family, from which was pointed out, under the grammatical point of view, the operation of the case systems. The study consists of an introduction, three chapters, a conclusion, bibliography and three appendices. Chapter 1 brings historical information on the linguistic diversity in Brazil at the time of the Portuguese incursion, the present situation of our languages, the methods for linguistic classification and its application on the Brazilian indigenous languages, and also aims at pointing out the importance of the descriptive linguistic studies of our autochthonous languages. Chapter 2 deals specifically with the Páno family, with the history of how the region where it is situated in South-West Amazonia was populated, with the various Páno people situated in Brazil, with classificatory efforts, with studies already carried out by Brazilian researchers, and also searches for establishing a vision of the genetic relationships between those different languages. The chapter 3 brings theoretical information on the study of ergativity, based on Dixon (1994), as well as an analysis of this grammatical phenomenon carried out by Lyons (1968). Afterwards...

O desenvolvimento histórico da interpretação de línguas indígenas brasileiras e o seu papel no contexto atual; Historical Development of the Interpretation of Brazilian Indigenous Languages and its Role in the Current Context

Pinheiro, Maíra Monteiro
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 15/10/2014 POR
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Este artigo investiga o desenvolvimento histórico da interpretação de línguas indígenas brasileiras por meio das relações interculturais no país e o seu papel no contexto atual. A metodologia usada é a revisão da literatura, com um estudo de caso de abordagem instrumental incluído como exemplo. Diferentes dimensões do problema são investigadas, com base na história da tradução oral no Brasil (WYLER 2003), na trajetória das línguas na Amazônia brasileira (FREIRE 2003), nos modelos de interpretação na dimensão antropológica (PÖCHHAKER 2002 e CRONIN 2002) e, finalmente, em tradução, globalização e línguas minoritárias (CRONIN 2003). De acordo com a análise dos dados, ainda hoje a interpretação é relevante para essas comunidades. Este estudo, portanto, teoriza sobre as especificidades da interpretação comunitária para línguas indígenas minoritárias e sua necessidade no mundo globalizado.; This article investigates the historical development of the interpretation of Brazilian indigenous languages through the intercultural relations in the country and its role in the current context. The methodology used is literature review, and one case study with an instrumental approach was included as an example. Different aspects of the problem are investigated...

Os núcleos aplicativos e as línguas indígenas brasileiras

Vieira, Marcia Maria Damaso
Fonte: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais Publicador: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2010 POR
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Neste trabalho, investigamos a ocorrência de construções aplicativasem três línguas indígenas brasileiras: Paumari (família Arawá),Guarani e Tupinambá (família Tupi-Guarani). À luz da tipologia dePylkkänen (2000, 2002) para os núcleos aplicativos, identificamosdois tipos de estruturas aplicativas nas línguas observadas: (i) aquelasque só ocorrem com verbos intransitivos e que liberam objetos compapéis temáticos variados (fonte, comitativo, instrumento, etc.)(Aplicativas Altas); e (ii) as que só se manifestam com verbostransitivos e introduzem objetos com papéis temáticos específicos:fonte ou alvo / benefactivo (Aplicativas Baixas). Através dessatipologia, foi possível identificar dois tipos de construções aplicativasem Tupi-Guarani, ainda não reconhecidos por outros investigadoresdessas línguas, a saber: as causativas comitativas e as estruturascom ascensão do possuidor (Possessor Stranding).

Johann Natterer and the Amazonian languages

Adelaar, Willem F. H.; Brijnen, Hélène B.
Fonte: Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas Publicador: Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Peer-reviewed Article; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 10/07/2015 POR
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Johann Natterer (1787-1843) foi membro da expedição científica austríaca enviada para o Brasil em 1817. Como zoólogo, Natterer praticou a taxidermia in situ e forneceu à corte austríaca uma vasta coleção de animais empalhados e de objetos etnográficos. Menos conhecida e a sua dedicação a coletar dados linguísticos. Depois da expedição ter sido chamada de volta, em 1822, Natterer obteve a autorização para prolongar a sua estadia. Permaneceu no Brasil até 1835 e coletou amostras linguísticas (Sprachproben) de 72 línguas indígenas. Para muitas das línguas contidas nessa coleta, os dados manuscritos de Natterer representam os primeiros o inclusive os únicos registros existentes. Esses materiais estão acompanhados de observações etnográficas, com indicação do local de procedência dos grupos em questão. Com o passar do tempo, em muitos casos, os falantes dos grupos linguísticos documentados por Natterer foram forçados a abandonar as suas terras e as suas línguas com frequência foram extintas. Depois de uma história turbulenta, os dados linguísticos originais de Natterer, que por muito tempo tinham ficado perdidos, são conservadas atualmente na Biblioteca Universitária da Universidade de Basel, na Suíça...

Martius e as línguas indígenas do Brasil

Diener, Pablo
Fonte: Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas Publicador: Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Peer-reviewed Article; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 10/08/2015 POR
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A experiência da expedição de três anos, que C.F.Ph. von Martius realizou no Brasil entre 1817 e 1820, rendeu ao cientista materiais e inspiração para meio século de investigações e publicações em diversas áreas do saber. Na sua especialidade, a botânica, Martius desenvolveu pesquisas de dimensões e relevância ímpar; porém também as tarefas que se impôs nos campos da história, da etnografia e, sobretudo, da linguística dos povos indígenas do Brasil evidenciam uma competência notável, e seus trabalhos podem ser colocados em paralelo com os mais avançados estudos realizados à época. De fato, foi particularmente às observações da língua que o cientista atribuiu um papel nodal na sua tentativa por explicar o devir histórico dos povos indígenas. Nesse empenho Martius se aproximou dos principais linguistas de tradição germânica, nomeadamente de Wilhelm von Humboldt e Jacob Grimm. O artigo faz uma revisão da produção de Martius no campo das Ciências Sociais, com especial atenção nos estudos linguísticos, e analisa os caminhos que o pesquisador percorreu para se apropriar das ferramentas que lhe permitiram conduzir esses trabalhos.

A Case of Affinity Among Tupí, Karíb, and Macro-Jê

Rodrigues, Aryon Dall'Igna; Universidade de Brasília
Fonte: Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas Publicador: Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Peer-reviewed Article; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2012 POR
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Com base em dados morfossintáticos de línguas Tupí, Macro-Jê e Karíb, apresento evidências linguísticas fundamentais para a hipótese de um nexo genético de três agrupamentos de línguas nativas sul-americanas, cada um deles representado por línguas cuja localização reflete a diáspora de seus falantes em tempos pré-históricos. A hipótese beneficiou-se de estudos anteriores sobre as relações genéticas entre Tupí e Karíb (Rodrigues 1985), assim como entre Kaingáng e Tupí (Rodrigues 1978, ms.). Neste estudo apresento também fundamentação substancial para o tronco Macro-Jê (Rodrigues 1986).Palavras-chave: Morfossintaxe, relações genéticas, línguas indígenas sul-americanas, Macro-Jê-Tupí-Karíb.

O PARÂMETRO "AGREGAÇÃO DE VOICE" E AS FUNÇÕES DE V-ZINHO EM QUATRO LÍNGUAS INDÍGENAS BRASILEIRAS

Camargos,Quesler Fagundes
Fonte: Lingüística Publicador: Lingüística
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2015 PT
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O objetivo deste artigo é apresentar e discutir, com base em algumas línguas indígenas brasileiras, as principais funções gramaticais atribuídas ao vP. A partir da cisão de v-zinho em outras duas projeções independentes, VoiceP e vPcause (cf. Pylkkänen 2002, 2008), as funções originalmente atribuídas ao vP foram divididas entre essas duas novas projeções. Com base principalmente no japonês e no finlandês, essa autora propôs o parâmetro "Agregação de Voice", segundo o qual (i) algumas línguas projetam VoiceP e vPcause de forma sincrética e (ii) outras línguas projetam VoiceP e vPcause de forma cindida. Neste trabalho, pretendo investigar quais implicações que as línguas Kuikuro (Karib), Wari’ (Txapakura), Paresi-Haliti (Arawak) e Tenetehára (Tupí-Guaraní) trazem para a hipótese de Pylkkänen (2002, 2008). Para isso, serão discutidas construções que envolvem passivização, aplicativização, causativização, intransitivização, anticausativização, nominalização e marcação de Caso abstrato

As Políticas Lingüísticas e as Línguas Ameríndias

Alfaro, Consuelo
Fonte: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas Publicador: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 15/03/2012 POR
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LIAMES - LÍNGUAS INDÍGENAS AMERICANAS é uma revistaespecializada em línguas ameríndias, editada sob os auspícios do Departamento deLingüística, no Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual deCampinas - UNICAMP.Esta publicação agrega, a um só tempo, o interesse científico no conhecimento,análise e estudo comparativo de um grande conjunto de línguas naturais, faladaspelas sociedades indígenas das Américas, e um compromisso de respeito e defesadessas sociedades, suas culturas e seus direitos.LIAMES é um periódico voltado às línguas indígenas faladas nas três Américas,com especial interesse em contribuir para uma maior integração dos pesquisadoresda América do Sul.Esta revista está aberta à colaboração de pesquisadores de línguas indígenasamericanas, franqueando seu espaço à divulgação de artigos, resenhas, entrevistas enotas relacionados a pesquisas e eventos sobre línguas indígenas.

Koropó, puri, kamakã e outras línguas do Leste Brasileiro

Ramirez, Henri; Vegini, Valdir; França, Maria Cristina Victorino de
Fonte: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas Publicador: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2015 POR
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In this study, we carry out a thorough examination of extinct languages located in Eastern Brazil (from São Paulo to Salvador). There is a tradition in placing Koropó with Puri (Coroado), and both of them in a Macro-Jê superfamily. Firstly we argue against any affinity between Koropó and Puri languages. Secondly we give a set of reasons which leads us to the exclusion of Puri-Coroado from Macro-Jê languages. Going then in a northerly direction, we detail the Maxakali family in order to get a tentative classification of its members and to carefully compare this family with its linguistic neighbours (Kamakã, Jê and Krenak families). In doing such a comparison, we finally conclude that Maxakali shows a very close relationship with Kamakã, which most likely suggests a genetic connection between these two groups. However, there is no proof of genetic relationship between all these four families (Maxakali, Kamakã, Jê, Krenak), since we are in an area where a long history of interethnic contacts suggests that languages also share a large number of linguistic loans.Keywords: Indigenous languages of Eastern Brazil; Comparison of extinct languages; Koropó and Puri; Maxakali, Kamakã, Krenak and Jê families.Neste estudo, realizamos uma análise aprofundada de línguas extintas localizadas no Leste do Brasil (de São Paulo a Salvador). Tradicionalmente...

Línguas Indígenas Brasileiras: O novo campo de provas dos universais linguísticos

Gomes, Ana Quadros
Fonte: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas Publicador: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 07/01/2015 POR
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The aim of this paper is to point out the new centrality of Brazilian languages. Formal studies of Indigenous languages are moving forward linguistics theories. The insertion of those languages in universal models is changing the view of natural languages. Three Brazilian cases stand out: (i) Pirahã, which is the star of a debate about recursivity; (ii) Karajá, which has been subject of sophisticated psycholinguistics experiments; and (iii) Karitiana, which has received semantics analysis, the ulitmate level of grammar anlysis a laanguage may receive.O objetivo deste artigo é apontar a centralidade que as línguas indígenas brasileiras estão alcançando. O estudo científico das línguas indígenas está impulsionando a linguística teórica. A integração dessas línguas aos modelos universais tem levado a revisões nas teorias sobre as línguas naturais. No Brasil, três casos sobressaem: Pirahã, pelo debate sobre a recursividade; Karajá, por ser alvo de sofisticados experimentos psicolinguísticos; e Karitiana, por ter chegado à análise semântica, o último nível de análise gramatical que se pode obter.

Numerals in Juruna

Fargetti, Cristina Martins; Sumaio, Priscilla Alyne
Fonte: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas Publicador: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 07/09/2015 POR
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Apresentamos uma reanálise dos numerais da língua juruna, trazendo dados novos em relação ao trabalho anterior (Fargetti 2007), também comparados a dados de registros escritos anteriores da língua. Discutimos brevemente o conhecimento atual sobre sistemas numéricos de línguas indígenas brasileiras, os fatores que levariam a sua grande diferenciação, e as possibilidades conhecidas de expansões.Palavras-Chave: Sistemas numéricos; Juruna; Línguas indígenas brasileiras.We present a reanalysis of Juruna numerals, bringing new data on the previous work (Fargetti, 2007), also compared to data from previous written records of the language. We briefly discuss the current knowledge of numeral systems of Brazilian indigenous languages, the factors that lead to their great differentiation, and the known possibilities for expansion.Keywords: Numeral systems; Juruna; Brazilian indigenous languages.

FARGETTI, Cristina Martins (Org.) (2012). Abordagens sobre o léxico em línguas indígenas. Campinas, SP. Pp. 399. ISBN 9788599944363.

Oliveira, Caroline Pereira de; Corbera Mori, Angel Humberto
Fonte: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas Publicador: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 21/05/2014 POR
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 Resenha do livro organizado e publicado pela professora Cristina Martins Fargetti (2012) intitulado "Abordagens sobre o léxico em línguas indígenas". A maioria dos artigos incluídos nesse livro focalizam estudos do léxico das linguas indígenas, mas também outros aspectos das culturas indígenas.

À guisa de introdução: nas trilhas da produção científica sobre línguas ameríndias - contribuições do III Simpósio Internacional de Linguística Ameríndia da ALFAL

Soares, Marília Lopes da Costa Facó
Fonte: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas Publicador: LIAMES: Línguas Indígenas Americanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 17/05/2015 POR
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Apresentação e reflexões sobre os rumos que vem tomando a investigação científica em uma amostra representativa de línguas ameríndias na atualidade.