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Promoção da língua portuguesa no mundo : hipótese de modelo estratégico

Silva, Mário Filipe da
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2005 POR
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Tese de Doutoramento em Estudos Portugueses na especialidade Política de Língua apresentada à Universidade Aberta; Sucessivos Governos, Organizações Governamentais e responsáveis desses Governos e Organizações têm apresentado até ao presente e de forma veemente e repetida uma sistemática ligação da língua portuguesa não só à identidade nacional como também a uma forma de reconhecimento internacional ligada a uma visão mais ampla, geolinguística e geopolítica de uma Lusofonia, capaz de agir de forma concertada conforme ao exemplo de outros blocos político-linguísticos, como o Francófono, o Espanófono ou o Anglófono, por forma a promover o uso alargado da língua portuguesa como língua internacional e o desenvolvimento económico e social dos países membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Este trabalho é um estudo sobre a indissociável relação entre as reiteradas afirmações constantes no discurso oficial e nos documentos legais que as suportam no que respeita à promoção e difusão do uso da Língua Portuguesa quer como Língua Estrangeira (PLE), quer na promoção do seu uso nas Organizações Internacionais de que Portugal, os Países de Língua Portuguesa ou de Língua Oficial Portuguesa fazem parte. Este discurso oficial sobre a língua e a documentação legal que a suporta...

Estudo de caso : o uso da língua portuguesa por jovens provindos de outros países no domínio privado, público e educativo

Jesus, Maria do Céu Freitas Gomes da Silva de
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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Dissertação de Mestrado em Português Língua Não Materna apresentada à Universidade Aberta; A afluência de imigrantes a Portugal, nas últimas três décadas transformou radicalmente todo o tecido social português, caracterizando-se hoje pela sua heterogeneidade. Até ao início da década de 90 do século XX, os fluxos migratórios provinham essencialmente dos Países de Língua Oficial Portuguesa, com maior incidência de Cabo Verde, Brasil e Angola. É nessa década que se registam movimentos bastante significativos de imigrantes provenientes da Europa Central e Oriental, principalmente da Ucrânia, Rússia, Roménia e Moldávia, assim como da Ásia, destacando-se os naturais da China, Índia, Paquistão e das antigas repúblicas soviéticas. De acordo com a análise apresentada pelo Instituto Nacional de Estatística em Dezembro de 2006, residiam de forma legal em Portugal 329 898 cidadãos de nacionalidade estrangeira, sendo as maiores comunidades de Cabo Verde (57 349), Brasil (41 728) e Angola (28 854). A sociedade portuguesa do século XXI, distancia-se cada vez mais do conceito de monolinguismo, tal como se evidencia no Projecto Gulbenkian “Diversidade Linguística na Escola Portuguesa”, que, segundo o estudo feito...

Internacionalização da língua portuguesa : uma perspetiva sobre o global

Silva, Mário Filipe da
Fonte: SIMELP Publicador: SIMELP
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2009 POR
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Presentemente, Portugal preside à CPLP e escolheu para tema central da sua ação a Língua Portuguesa, o que faz acrescer à retórica tradicional uma atividade substantiva ao nível das decisões e das ações. Este é também o ano zero do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que foi usado na redação deste trabalho, o qual exige decisões a vários níveis para que a aplicação do acordo no terreno não seja protelada e para que a sua concretização seja fruto de um planeamento e gestão adequados. Este trabalho abordará todos os aspetos acima referidos numa perspetiva geolinguística e geoestratégica para a língua portuguesa, onde a necessidade de uma política de língua consistente, persistente e sustentável a médio e longo prazo impõe medidas no imediato.; A internacionalização da Língua portuguesa deve ser entendida como um processo fundamentalmente político, conscientemente de afirmação, de concretização e de diversificação dos usos e funções da língua portuguesa no plano internacional. Neste enquadramento devemos considerar que a Língua Portuguesa constitui um instrumento de afirmação estratégica que transcende a estrita dimensão da esfera linguística; que presentemente a projeção internacional da Língua Portuguesa carece de uma dinâmica que a coloque num patamar de projeção e de imagem internacional que seja condicente com o seu número de falantes e com o potencial destes em termos económicos e de desenvolvimento social e cultural no contexto internacional; uma política de língua deve...

A letra e o gesto : estruturas linguísticas em Língua Gestual Portuguesa e Língua Portuguesa

Martins, Tânia Margarida Marques de Mendonça
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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A Língua Gestual Portuguesa (LGP) é desde 1997, ano em que foi reconhecida na Constituição da Republica Portuguesa, a língua oficial da comunidade surda em Portugal. Esta língua manifesta-se como língua natural da pessoa surda sendo utilizada como forma de expressão e comunicação e produzida através de um canal espácio-visual. O contato entre a LGP e a Língua Portuguesa (LP), duas línguas supõe, necessariamente influências e contaminações linguísticas. Apesar de a Língua Gestual Portuguesa ser um idioma de modalidade espácio-visual e a Língua Portuguesa se codificar na oralidade, é frequente encontrar-se em produções escritas de pessoas Surdas, utilizadora da LGP, erros que resultam da interferência linguística. O objetivo deste trabalho é reflectir e aprofundar o conhecimento explícito e reflexivo da LGP, através de uma abordagem comparatista, aprofundando e investigando as competências metalinguísticas que os utilizadores têm como ferramenta de acesso ao conhecimento da sociedade alargada. Para isso, vamos procurar aferir as competências literácitas da pessoa surda, através da interpretação de um texto escrito e, num segundo momento, reflectimos sobre a estrutura linguística da LGP, sobretudo...

Ensino de língua portuguesa para surdos

Silva, Simone Gonçalves de Lima da
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação; Este é um estudo qualitativo sobre as políticas educacionais para surdos e suas práticas pedagógicas no que se refere ao ensino de língua portuguesa. Trata-se deste assunto por haver considerável descompasso entre as práticas pedagógicas respaldadas pelas políticas educacionais vigentes e a realidade dos alunos surdos. Assim, na tentativa de verificar como os saberes surdos estão presentes nas aulas de língua portuguesa, a qual é uma segunda língua para os surdos, realizou-se a presente pesquisa numa Escola denominada como Pólo, pela Política de Educação de Surdos do Estado de Santa Catarina (2004), observando-se as aulas de língua portuguesa nos dois semestres de 2007. Sendo a língua portuguesa uma segunda língua para os surdos, observou-se que em nenhum momento foi levado em consideração tal fato, apesar já terem se passado três anos de implantação da Política de Educação de Surdos e das últimas mudanças não terem afetado o caráter de segunda língua da língua portuguesa para surdos, ainda não houve capacitações suficientes para os professores da rede regular de ensino e nem mesmo das Escolas escolhidas como Pólos em Educação de Surdos. Os saberes surdos que se esperava encontrar nas aulas de língua portuguesa não foram constatados...

Pontos e entrepontos : apontamentos cronológicos para uma narrativa histórica do ensino de língua portuguesa - L1 em ambiente escolar no Brasil

Batista, Marília Carvalho
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução, Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada, 2014; Um dos principais objetivos do estudo histórico sobre o ensino da Língua Portuguesa, aos professores dessa língua, é que a língua que se ensina é o resultado de complexa evolução histórica, a qualquer momento que se ensina uma língua, cumpre ter em mente as suas fases anteriores (SILVA NETO, 1987, p.13). O saber sobre a história do ensinar a Língua Portuguesa como L1, por parte dos professores, implica o aprofundar-se na percepção da formação e do conhecimento da língua que se ensina. Diante desse fato, o estudo que faço, acerca da história do ensino da Língua Portuguesa no Brasil (L1), justifica-se por estar relacionada à formação do professor e verificação dos métodos que acompanharam o ensino dessa língua. Esta pesquisa de natureza histórica (LE GOFF, 1990, RÜSEN, 2010), teve como objetivos(1) favorecer a compreensão da visão integradora do ensino de língua portuguesa como fruto de uma ordem posta pelo Estado para a inclusão (ou exclusão) de fins econômicos e políticos e, não educacionais, e (2) demonstrar que a história e a política são elementos nocionais ideológicos que influenciam diretamente a construção da forma de ensino da língua portuguesa que podem ou não incluir ou excluir o aluno. Com a intenção de alcançar os objetivos acima citados...

A língua portuguesa na formação inicial de educadores de infância e professores do 1º ciclo do ensino básico : formação actual e áreas de investigação em perspectiva

Pereira, Iris Susana Pires
Fonte: Universidade do Minho. Departamento de Ciências Integradas e Língua Materna Publicador: Universidade do Minho. Departamento de Ciências Integradas e Língua Materna
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2003 POR
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Em primeiro lugar, caracteriza-se a formação que é actualmente realizada na área curricular da Língua Portuguesa no Departamento de Ciências Integradas e Língua Materna do Instituto de Estudos da Criança, que forma Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo. Reflecte-se ainda sobre a(s) finalidade(s) que norteiam este trabalho, descrevendo-se alguns exemplos ilustrativos do tipo de trabalho produzido pelos alunos no âmbito da formação recebida. Por fim, algumas das linhas de trabalho futuro que presentemente se perspectivam para o domínio da Língua Portuguesa são apresentadas e sumariamente discutidas.

Madureira Feijó, ortografista do século XVIII. Para uma história da ortografia portuguesa

Gonçalves, Maria Filomena
Fonte: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa / Ministério da Educação Publicador: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa / Ministério da Educação
Tipo: Livro
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Trata-se do primeiro estudo sistemático sobre a obra ortográfica de Madureira Feijó, um dos mais famosos ortógrafos da língua portuguesa.

Nótulas para uma Historiografia Linguística de Setecentos: a língua portuguesa segundo João Baptista de Castro

Gonçalves, Maria Filomena
Fonte: Universidade Católica Portuguesa/Faculdade de Filosofia Publicador: Universidade Católica Portuguesa/Faculdade de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Neste artigo são analisadas as ideias de João Baptista de Castro, polígrafo setecentista, em torno da língua portuguesa.

Newsletter nº 7 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Tal como publicámos no último número, no passado mês de Março realizou-se o XV Encontro Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa (REALP), em Luanda, Angola, com a Universidade Agostinho Neto como anfitriã. Incluímos neste número a ata geral do Encontro da autoria do nosso colega Prof. João Serôdio, onde são descritas os objetivos do Encontro e as atividades desenvolvidas, com destaque para os principais pontos do discurso da Secretária de Estado do Ensino Superior, Prof.ª Doutora Augusta Martins Silva, na sessão solene de abertura. Neste Encontro foi também aprovado o local do XVI Encontro, que a convite da Universidade da Amazónia terá lugar em Manaus, em 2014. De entre as várias propostas para o tema geral do próximo Encontro, as questões relacionadas com “Interculturalidade e Sustentabilidade Ambiental” são do agrado da maioria dos membros. Assim, antecedendo a discussão à volta do tema, incluímos neste número um artigo de opinião intitulado “Competência Intercultural e Sustentabili-dade: duas faces da mesma moeda” da autoria do Prof. Paulo Alves Pereira, do Dept. de Artes Cénicas da Universidade de Évora. No mesmo sentido, convidámos a Prof. Laura Duarte da UnB, presentemen-te no Egito...

Newsletter nº 8 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Neste número, abrimos caminho para o XVI Encontro da Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa (REALP), que se vai realizar no próximo ano em Manaus no Brasil, sobre o tema global da Interdisciplinaridade e da Interculturalidade. Assim, decidimos começar com a publicação de artigos que nos ajudem a refletir sobre a complexidade do tema. Convidámos o sociólogo Alfredo Pena Veja a escrever um artigo sobre interdisciplinaridade a partir do contexto universitário. Os seus trabalhos desenvolvemse em torno do paradigma denominado epistemologia da complexidade, e na sua interpretação da realidade propõe uma mudança radical de cultura universitária que nos conduza até à responsabilidade. Nascido no Chile e atualmente a viver em Paris, é investigador do Centre Edgar Morin e docente na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, ambos em Paris. Publicamos igualmente dois artigos de reflexão sobre sustentabilidade. O primeiro que nos ajuda a refletir sobre “A nova Economia Política do Desenvolvimento Sustentável”; o segundo apresenta -nos uma análise crítica do texto da Presidente Dilma Roussef na abertura da Plenária de Chefes de Estado e de Governo, da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20. Concluem as autora que “a preponderância do discurso econômico e o protagonismo dos chefes de Estado e Governo no texto da Rio+20 apontam para o fato de que ainda há um longo caminho a ser percorrido para a construção de um modelo de desenvolvimento equitativo...

Newsletter nº 9 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Neste final de ano de 2013 publicamos a última parte do artigo de Paulo Alves Pereira sobre Interculturalidade, “Eu e o Outro: O processo de aprendizagem intercultutal”, onde se reflete sobre “O etnocentrismo - as barreiras no contacto com o Outro”, tema do XVI Encontro da Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa (REALP), que se vai realizar no próximo ano em Manaus no Brasil, sobre o tema global da Interdisciplinaridade e da Interculturalidade. Divulgamos igualmente dois artigos que promovem a sustentabilidade. O primeiro da autoria de José Carlos Ferreira e de mais três colegas, apresentam-nos o "Centro para a Sustentabilidade Metropolitana (CSM)", uma iniciativa da Área Metropolitana de Lisboa (AML) em parceria com o Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. O segundo artigo de Maria Ilheu, define o conceito de “produção agro-aquícola” na perspetiva do seu contributo para a sustentabilidade em meio rural. Os restantes textos abrem-nos as portas para projetos a decorrerem em diferentes países que falam português, nos quais participam membros da REALP. Completamos este número com diversas informações que demonstram a abrangência do trabalho em Rede que tem vindo a ser desenvolvido por nós. Como não poderia deixar de ser...

Newsletter nº 10 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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De 5 a 10 de Maio vai realizar-se em Manaus, o XVI Encontro da Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa (REALP), dedi-cado ao tema global “Interculturalidade e In-terdisciplinaridade”. Neste Encontro pretendemos retomar a discussão sobre a importância do trabalho em Rede na valorização do ambiente como forma de contribuir para a construção de comunidades sustentáveis. Pretendemos igualmente discutir assuntos relacionados com uma educação intercultural, baseada no convívio e relação entre culturas numa postura de interligação com a natureza. Esta postura implica uma educação que promova o respeito individual pelo outro, numa mudança de atitude que pense o desenvolvimento na sua relação com o ambiente. Ou seja, que conceba a interligação natureza e sociedade em verdadeira articulação, hoje imprescindível para lidar com os problemas decorrente do processo civilizacional global. Antecedendo esta discussão, publicamos neste número um artigo da autoria de Luiz Oosterbeek intitulado “Direito ambiental ou direito ao ambiente? Uma perspectiva de Gestão Integrada do Território”. Neste artigo, segundo o autor “discute-se a influência da legislação e tratados internacionais de proteção do meio ambiente nas limitações e insucessos das estratégias internacionais que visam essa proteção. Argumenta-se que a legislação isolou a dimensão ambiental...

Newsletter nº 10 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Nos primeiros dias do mês de maio de 2014, na cidade de Manaus, Brasil ocorreu um “Dabacuri” (grande festa) de conhecimentos. A sede foi o Centro de Ciências do Ambiente da Universidade Federal do Amazonas e o acontecimento integrou o XVI Encontro da REALP. Participaram neste evento o relator da Organização das Nações Unidas (ONU), Doudou Diéne que proferiu a primeira conferência “A Interculturalidade frente à crise civilizacional do século XXI”. Para o diplomata senegalês é preciso questionar a invisibilidade e o silêncio quanto à marginalização dos grupos socialmente dominados nas sociedades. A segunda conferência foi proferida pelo presidente da “Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira” - COIAB, Maximiliano Correa Menezes, da etnia Tukano, mais conhecido por Max, com o tema “Educação Intercultural Autóctone”. Max falou do seu sonho de construção de uma “universidade indígena” no Alto Rio Negro, e explicou “ não falo de uma universidade só para indígenas, falo de uma universidade indígena que vocês também possam participar e aprender connosco sobre as culturas e a ciências indígenas”. Ainda no âmbito deste “Dabacuri”, publicamos um artigo de Henrique dos Santos Pereira e de Katia Viana Cavalcanti...

Newsletter nº 11 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Nos primeiros dias do mês de maio de 2014, na cidade de Manaus, Brasil ocorreu um “Dabacuri” (grande festa) de conhecimentos. A sede foi o Centro de Ciências do Ambiente da Universidade Federal do Amazonas e o acontecimento integrou o XVI Encontro da REALP. Participaram neste evento o relator da Organização das Nações Unidas (ONU), Doudou Diéne que proferiu a primeira conferência “A Intercultura-lidade frente à crise civilizacional do século XXI”. Para o diplomata senegalês é preciso questionar a invisibilidade e o silêncio quanto à marginalização dos grupos socialmente dominados nas sociedades. A segunda conferência foi proferida pelo presidente da “Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira” - COIAB, Maximiliano Correa Menezes, da etnia Tukano, mais conhecido por Max, com o tema “Educação Intercultural Autóctone”. Max falou do seu sonho de construção de uma “universidade indígena” no Alto Rio Negro, e explicou “ não falo de uma universidade só para indígenas, falo de uma universidade indígena que vocês também possam participar e aprender conosco sobre as culturas e a ciências indígenas”. Ainda no âmbito deste “Dabacuri”, publicamos um artigo de Henrique dos Santos Pereira e de Katia Viana Cavalcanti...

Newsletter nº 12 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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É sempre bom e muito enriquecedor abrirmo-nos para o Mundo. Partilhar as nossas ideias, opiniões, discutir assuntos de carácter social, político, ambiental, mas sobretudo mudar alguma coisa em nós. Ou seja, crescermos como seres humanos através de influências colhidas em diferentes culturas. É isto que a REALP nos permite! Com os seus cursos de Mestrado e dentro em breve, também, com o seu Doutoramento, com os seus projetos, com as suas colaborações académicas e científicas, fomenta-se a interdisciplinaridade em contexto inter-regional e internacional. Neste número atribuímos especial destaque às iniciativas que promovem a cooperação no Mundo Lusófono, razão de ser da Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa (REALP). Noticiamos assim, a abertura do Mestrado em Gestão e Políticas Ambientais (MGPA) na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, no dia 17 de Outubro com 20 alunos inscritos. Mestrado da responsabilidade da REALP que teve início em 1999/2000. Noticiamos igualmente a próxima reuniam da FORGES (Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa) que vai decorrer em Angola, de 19 a 21 de Novembro, em 2 cidades (Luanda e Lobango)...

Newsletter nº 13 - Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa - REALP

Morais, Manuela
Fonte: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa Publicador: Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Final do ano! Tempo de paragem, de reflecção sobre o passado com os olhos postos no futuro. Olhámos para o ano que termina, fixando momentos que caracterizaram a REALP. É assim que começamos este último número de 2014. Escolhemos 7 momentos. O projeto de desenvolvimento “Sustentabilidade das Cadeias Produtivas de Biodiesel na África e no Brasil”; o ensino de pós-graduação; a cooperação dentro da REALP; a cooperação com os outros; projetando o futuro; uma nota sobre o XV Encontro; o ano que vem chegando. Sintetizamos o que fizemos em 2014, abrindo caminho em tempo de incertezas. É nesse caminho que projetamos o futuro criando espaço a um percurso de esperança. Assim, convidámos 3 jovens investigadores a escrever sobre os temas que quisessem. Como resultado publicamos os artigos “O Olhar e a Semente: Evolução de um Conceito”; “O Céu de Pipiripau: da tragédia dos comuns à sustentabilidade hídrica”; “A compreensão das funções das plantas na promoção da sustentabilidade dos cultivos”. Homenageamos o poeta Manoel de Barros que morreu neste ano que termina. Como disse alguém “ele fazia poesia com cacos de vidro, com feixes de rio, com tudo que era desprezado, com tudo que era um lixo. Poeta dos andarilhos...

Língua portuguesa em Timor-Leste: ensino e cidadania

Almeida, Nuno Carlos Henriques de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 POR
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Tese de mestrado, Língua e Cultura Portuguesa, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2009; Este trabalho pretende apresentar um quadro geral da situação da língua portuguesa e do seu ensino em Timor-Leste, associando-o ao desenvolvimento de valores de cidadania. Para tal, começa-se por contextualizar a presença da língua portuguesa naquele país, através da apresentação de dados históricos, analisando o papel desta língua na formação de uma identidade cultural timorense e apresentando muito brevemente o panorama linguístico actual, onde a língua portuguesa está inserida. Observando conceitos da área da Didáctica das Línguas, é construído um quadro teórico que olha para o estatuto da língua portuguesa em Timor-Leste e para o seu contexto de aprendizagem. O trabalho também se debruça sobre a relação entre língua e cultura, apontando possíveis efeitos negativos de uma reintrodução da língua portuguesa em Timor-Leste por agentes de cooperação portugueses, veiculadores de parâmetros culturais diferentes. Ao mesmo tempo, associa-se o ensino da língua portuguesa ao desenvolvimento de valores de cidadania democrática nos jovens aprendentes. Pretende-se ainda dar a conhecer o modo como os jovens do nível de ensino pré-secundário perspectivam a língua portuguesa através da apresentação e interpretação dos resultados da aplicação de um inquérito. Ao longo de todo o seu percurso...

A língua do Museu da Língua Portuguesa

Mendes, Heloisa Mara
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Tese de Doutorado
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Neste trabalho, analisam-se os espaços permanentes de exposição do Museu da Língua Portuguesa, localizado na cidade de São Paulo - Brasil, e as instalações de uma de suas mostras temporárias, Menas: o certo do errado, o errado do certo, a partir da perspectiva teórica da Análise do Discurso francesa. Mais especificamente, este trabalho fundamenta-se sobre a noção de formação discursiva proposta por Dominique Maingueneau, bem como em seus pressupostos teórico-metodológicos em torno das noções de semântica global e ethos. Parte-se, de um lado, de uma evidência mais histórica (a emergência de polêmicas em torno da língua portuguesa que, frequentemente, ocupam os mais diversos campos discursivos) e, de outro lado, da análise de um conjunto de textos, para se formular as hipóteses de que há, no Brasil, um discurso dominante sobre a língua portuguesa, que pode ser descrito como uma formação discursiva do bom uso da língua portuguesa, e de que o Museu da Língua Portuguesa pode ser considerado uma prática a mais dentre todas as práticas pertencentes a essa formação discursiva. Os objetivos a que nos propomos são descrever/analisar o funcionamento da formação discursiva em questão, bem como da instituição museológica...

Motivação para a língua portuguesa: Relação com o género, ano de escolaridade, clima de sala de aula, autoconceito e auto-estima

Victória, Nélia Guerreiro
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Este estudo incorre sobre as relações entre a motivação para a Língua Portuguesa, género, ano de escolaridade, clima de sala de aula, autoconceito e auto-estima. A investigação foi desenvolvida com 290 alunos que frequentavam o 3º ciclo da escolaridade obrigatória, sendo que 101 alunos frequentavam o 7º ano, 98 alunos frequentavam o 8º ano e 91 alunos pertenciam ao 9º ano de escolaridade. Neste estudo, foram utilizados três instrumentos: uma escala para avaliar a motivação para a disciplina de Língua Portuguesa (“Eu e a Língua Portuguesa”, Mata et., al, 2008); uma segunda escala para avaliar a percepção de clima de sala de aula na disciplina de Língua Portuguesa (“Na sala de aula de Língua Portuguesa”, Mata, Monteiro & Peixoto 2008) e finalmente a Escala de Autoconceito e Auto-estima (“Como é que eu sou?” Peixoto & Almeida, 2003). Foram verificadas relações entre a motivação e o género, e entre o ano de escolaridade, em particular nas dimensões Valor/Importância e Esforço/Importância, as raparigas registaram valores médios superiores aos dos rapazes. No que se refere à variável ano de escolaridade, evidenciou-se a dimensão Valor/Importância, em que os alunos do 7º ano de escolaridade apresentaram valores mais elevados. No que concerne à percepção do clima de sala de aula em Língua Portuguesa...