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Ironia e subjetividade em Kierkegaard

Aun, Fernando Santos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 118 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Filosofia - FFC; Esta dissertação procura esclarecer a singularidade da concepção kierkegaardiana do conceito de ironia e a relação estabelecida entre este conceito e a questão da subjetividade. Com essa finalidade priorizamos a análise da obra O conceito de ironia constantemente referido a Sócrates, na qual podemos investigar as distinções que Kierkegaard estabelece entre a ironia socrática, a ironia no romantismo alemão e a concepção hegeliana de ironia. Valorizamos a análise da definição de ironia como “negatividade” e também a noção de “personalidade” apresentada pelo autor. Tendo em vista que, como figura de transição, o lugar ocupado pela ironia na obra de Kierkegaard é configurado sempre no intervalo e na passagem entre várias dualidades, tais como, real e ideal; finito e infinito; interior e exterior; vida e forma ou, ainda, entre uma subjetividade e outra, defendemos ao longo da dissertação que um estudo detido da tese kierkegaardiana sobre a ironia é essencial para compreendermos alguns dos principais aspectos de sua filosofia; This dissertation aims at clarifying the singularity of Kierkegaard´s concept of irony and its relation to the subjectivity. Thus...

A critica de Kierkegaard a cristandade : o individuo e a comunidade

Marcio Gimenes de Paula
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/05/2005 PT
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O objetivo deste trabalho é analisar a questão do indivíduo e da comunidade no interior da crítica de Kierkegaard (1813-1855) à cristandade. Tal polêmica revela uma face religiosa ou teológica, mas antes reflete uma crítica filosófica, que pode ser melhor observada pela perspectiva da filosofia da religião. O autor dinamarquês caracteriza-se por ser essencialmente um pós-hegeliano, tanto em sua cronologia quanto em sua temática. Dessa forma, pretende-se abordá-lo aqui enquanto tal, ainda que guardando delimitações específicas. As considerações introdutórias fornecem, notadamente a partir da interpretação de Karl Löwith, o ambiente filosófico e histórico dos pós-hegelianos críticos da cristandade (e do cristianismo). Dentre esses pensadores, destaca-se a figura de Kierkegaard. O primeiro capítulo tem por meta analisar o problema da verdade objetiva no cristianismo. Para tanto, será especialmente analisada a primeira parte da obra kierkegaardiana Post-Scriptum às Migalhas Filosóficas, uma vez que nela tal problema é proposto. O segundo capítulo analisará a questão do indivíduo e do universal dentro da obra kierkegaardiana. A obra selecionada como principal foco de tal análise é o Livro sobre Adler. Como encadeamento orgânico dessa temática...

Ironia e negação : um estudo a partir de Kierkegaard e Freud

Bezerra Filha, Matildes Paz Landim
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2013.; Este trabalho tem por intuito principal um aprofundamento no entendimento acerca da ironia tendo por foco sua relação com a negação. Tal intuito é buscado por meio da investigação das obras de Kierkegaard e Freud. Em Kierkegaard a ironia é tomada (por meio de sua expressão em textos platônicos), a partir de seu papel histórico transformador, como vinculada ao surgimento da noção de subjetividade encaminhando para a noção de autorreflexividade e responsabilização. No contexto, a ironia socrática nos serve de exemplo para o entendimento da correlação entre ironia (considerada a partir de dois sentidos possíveis: figura de linguagem e vivência) e negação/negatividade no cerne da possibilidade de virada histórica e pessoal. Da obra freudiana, alguns aspectos concernentes aos entendimentos dos “Der Witz” conduzem à compreensão do papel dos processos psíquicos constitutivos tanto da produção irônica quanto de sua assimilação pelo interlocutor, levando ao entendimento de que a efetivação de tais processos na constituição de uma ironia fina (Witz) exige a participação de todo o psiquismo. Pela coadunação de conhecimentos propostos pelos dois autores...

A transfiguração de Eros : a erótica em Soren Kierkegaard

Silva, Jadson Teles
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação do Departamento de Filosofia, 2013.; Desde a antiguidade clássica que Eros ou o amor tem sido objeto de investigação filosófica. Notadamente, foi com Platão que o amor ganhou contornos filosóficos e assim ele pode construir de forma paradigmática uma erótica que teve ressonâncias na história da filosofia. O começo deste trabalho faz um retorno à filosofia ‘erótica’ de Platão, com vista a demonstrar como Kierkegaard opera uma continuação, ainda que crítica, da erótica socrático-platônica. Atualiza o tema do amor e investiga como ele aparece na modernidade através do movimento romântico conduzindo-o a uma transfiguração. Na conclusão da erótica kierkegaardiana, impetrada em As Obras do Amor, o Eros não será mais uma idealização ou objeto de predileção, mas uma prática do indivíduo cristão. Kierkegaard se valerá do mandamento bíblico “tu deves amar ao próximo como a ti mesmo” para ensejar uma interpretação polissêmica e cheia de polêmica. O amor ao próximo será a nova face de Eros estabelecida por Kierkegaard. A alteridade e a igualdade são requeridas para se relacionar com o próximo...

A repetição do ponto de vista estético : uma análise a partir de Kierkegaard

Gomes, Arthur Bartholo
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2013.; Esta dissertação trata do problema da repetição em Kierkegaard do ponto de vista daquilo que ele concebe como sendo o estético. Tanto as articulações do significado deste conceito dentro da obra A Repetição, quanto o significado do estético nesta e em outras obras, serão trabalhados no sentido de aproximar aquilo que, no texto, aparece associado de maneira apenas indireta. A tarefa, portanto, exige uma exposição detalhada da ideia de repetição em toda a sua abrangência tal como Kierkegaard apresentou, bem como o significado do estético e como a repetição abre seus limites para o religioso enquanto uma postura existencial que a ultrapassa. A colisão entre o estético e o religioso, a partir da qual o poético aparece como uma forma de realização da repetição, consiste, portanto, na ideia central deste trabalho e no tema chave, em que seus elementos deverão ser desenvolvidos tanto em seus aspectos divergentes quanto convergentes. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This dissertation intents to see the problem of repetition in Kierkegaard from that point of view which he conceives to be aesthetical. Both the meaning of this concept inside the book Repetition...

O histórico e o eterno: do salafismo a Kierkegaard

Leite, Ana Pinto
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Tese de mestrado, Teoria da Literatura, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2013; “Salafismo” é um termo que designa uma pluralidade de correntes dentro do Islão, tanto historicamente como no presente. Identifica-se, contudo, um núcleo comum a estas correntes que consiste no desejo de restaurar um passado ideal, narrado num corpus de textos – a que se dá o nome de sunna ou ḥadīṭ. A fé salafista, ao contrário do que se observa em Abraão de Temor e Tremor de Kierkegaard, apresenta um carácter epistemológico, isto é, importa que esses textos sejam reconhecidos como históricos. Uma hermenêutica literalista, em que o contexto da revelação (contido no ḥadīṭ) é definido como parte do sentido literal do texto revelado (o Alcorão), é o mecanismo que pretende salvaguardar das contingências da razão humana a relação do salafismo com o passado. Kierkegaard afirma, em Migalhas Filosóficas, que o discípulo contemporâneo não possui vantagem em termos de fé em relação ao discípulo de segunda mão. Porém, dada a importância do histórico para o salafismo, o crente actual encontra-se numa posição desfavorável. Por isso, não existe a possibilidade de uma interpretação actual do Alcorão: o passado ideal não é meramente histórico; é projectado na eternidade...

A Consciência de Si e o Desespero Inconsciente, segundo Kierkegaard

Mendes, Luís Filipe Fernandes
Fonte: Universidade Nova de Lisboa Publicador: Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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A tradição cartesiana identificou um conjunto de condições para que se possa dizer que um sujeito está consciente de si. Simultaneamente, procurou a consciência de si num acompanhamento de si ao modo do pensamento. Ora, do ponto de vista de Kierkegaard, os requisitos cartesianos da consciência de si não são cumpridos na concepção de consciência da própria tradição cartesiana. É precisamente isso que se evidencia com a noção de desespero inconsciente. Neste estudo, procura-se determinar em que condições é possível falar de estar consciente de si, segundo Kierkegaard, o que conduzirá a uma multiplicidade paradoxal. Para se compreender o que está em causa estudar-se-á a estrutura sintética e heterogénea do humano. Em última análise, os requisitos da constituição da consciência de si, porque o são do si, só se cumprem numa certa forma de desconhecimento de si que corresponde a uma forma de consciência de si em que nunca se está certo e seguro de si, mas que passa pela decisão na interioridade.

A presença de Kierkegaard na “Luz de Inverno” de Bergman

Ferreira, Leonardo Carrijo
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Um olhar para os medos e as angústias concernentes ao filme “Luz de Inverno” do cineasta Ingmar Bergman direcionaram a pesquisa por campos inexplorados do universo subjetivo. Para tanto, escolheu-se Kierkegaard, não apenas enquanto fundamentação filosófica, mas essencialmente devido às suas particularidades vivenciais, os seus conflitos religiosos, e, principalmente, suas intensas angústias. A vida de Bergman intrinsecamente relacionada à de Kierkegaard foi também interesse de análise deste campo existencial que é a angústia como condição humana, ao mesmo tempo conjugando-se com a sua possível superação. Em “Luz de Inverno”, verificou-se a presença dos conceitos e pensamentos de Kierkegaard entrelaçados em cada palavra e em cada cena tão bem expressos nos riquíssimos diálogos elaborados por Bergman. A obra de Kierkegaard sustenta o encontro do indivíduo consigo mesmo, onde o desespero é a condição única para que se possa ultrapassar a angústia. O silêncio do mundo, de si mesmo e de Deus são fatores significativos para que o indivíduo possa alcançar a existência na eternidade. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT; An examination of the fears and anxieties concerning the film “Winter Light” by filmmaker...

La dialectique paradoxale chez Kierkegaard : étude du paradoxe dans les sphères existentielles

Hébert, David
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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L’œuvre philosophique de Kierkegaard s’apparente à une dialectique du paradoxe. De fait, dans son cheminement existentiel, l’individu parcourt trois sphères d’existence – l’esthétique, l’éthique et le religieux –, chacune d’elle étant une modalité de l’activité humaine qui comporte un paradoxe particulier. Il s’agit d’un itinéraire de l’intériorité qui vise, dans l’existence, le télos qu’est le devenir soi-même. Ainsi l’esthéticien est-il déchiré entre les idées et la réalité dans la réalité immédiate, tandis que l’éthicien, par la médiation du langage, préfère s’affirmer comme individu dans l’immanence concrète, ignorant toutefois qu’il intériorise des règles sociales qui lui sont impersonnelles. Quant au religieux, non seulement découvre-t-il que la vérité vers laquelle il tend ne se trouve pas en son sein, mais il fait face au plus élevé des paradoxes, fondé sur la transcendance – à savoir le paradoxe absolu, où l’éternité se temporalise sous la forme de l’Homme-Dieu. Du reste, le présent mémoire se penche spécifiquement sur le concept du paradoxe, mis de l’avant par Kierkegaard afin de brosser un portrait du devenir individuel de chaque existant.; The philosophical work of Kierkegaard deals with a dialectic of the paradox. Actually...

La ironía, el humor y la seriedad : la búsqueda de la posición del individuo frente a su propia existencia en el proyecto de Sören Kierkegaard

Rodríguez Merchán, Juan David
Fonte: Pontifícia Universidade Javeriana Publicador: Pontifícia Universidade Javeriana
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de Grado Formato: application/pdf
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Para Kierkegaard, su labor como escritor tiene la misión de devolverle a su propia época el pathos que la filosofía hegeliana le había arrebatado. Esta misión se traduce en hacer entrar en posición, es decir, que se alcance la categoría de individuo que a su juicio se había difuminado en la abstracción de una filosofía omniabarcante. Así pues, la ironía es la primera determinación de la subjetividad que brotó a través de la figura histórica de Sócrates, y en cuanto categoría intermedia entre lo estético y lo ético, será determinante para el proyecto kierkegaardiano. Por otra parte, el humor es una categoría intermedia entre lo ético y lo religioso también inscrita dentro de su proyecto, pero caracterizada como la religiosidad oculta y gracias a la cual el hombre puede igualarse a los demás sin atreverse a dar el salto a lo religioso. Por último, la seriedad como posición está caracterizada por la figura de Abraham, el caballero de la fe, y en este sentido, Kierkegaard, a través de la boca del poeta pretenderá exaltar a Abraham por atreverse a permanecer en la fe como un salto en virtud del absurdo que el individuo debe dar para ponerse delante de Dios, y al mismo tiempo, ser cada vez más individuo frente a Él.

La verdad como interioridad y ejercitación en la obra de S²ren Kierkegaard

Bonilla Morales, Jaime Laurence
Fonte: Pontifícia Universidade Javeriana Publicador: Pontifícia Universidade Javeriana
Tipo: masterThesis; Trabajo de Grado Maestría Formato: application/pdf
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En este texto se hace un recorrido por algunas de las obras filosóficas y edificantes de S²ren Kierkegaard, para escudriñar el tratamiento de la verdad, en relación con el conjunto de las categorías generalmente asociadas a él, tales como la existencia, la angustia, la desesperación, el pecado, entre otras. Esencialmente, Kierkegaard identifica la verdad como interioridad y ejercitación. Así, en confrontación con el pensamiento objetivo, abstracto y especulativo que identifica en la filosofía predominante de su época, su propuesta, presente de manera implícita y explícita a lo largo de las etapas de su vida (estética, ética y religiosa), se hace efectiva en el marco del replanteamiento de lo que significa ser cristiano, en la recuperación de la pregunta por la existencia y en el instante de la decisión. Desde allí es posible tomar conciencia de las posibilidades de la libertad, retrocediendo en el ámbito de la interioridad, hasta identifica.

Kierkegaard-Derrida y la reconstrucción del sujeto

Binetti, María J.
Fonte: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones Publicador: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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En Temor y temblor, Søren Kierkegaard evoca la bíblica figura de Abraham, con motivo de ilustrar su concepción del individuo. Del mismo modo Jacques Derrida, en Dar la muerte, retoma el texto kierkegaardiano, a fin de descubrir el sentido de la subjetividad singular y subrayar su afinidad con el pensamiento de Kierkegaard. Los puntos de contacto entre ambos autores abundan, y entre ellos se destacan la oposición al sistema hegeliano y la reivindicación del individuo existente como eje de la realidad y de la reflexión filosófica. La intención del artículo es entonces mostrar el esfuerzo de Kierkegaard y Derrida por reconstruir un sujeto fuerte, luego de haber deconstruido la impotencia de una subjetividad inmediata o abstractamente universal.

Kierkegaard y la cuestión del lenguaje

Llevadot, Laura
Fonte: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones Publicador: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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Este trabajo trata de llevar a cabo una lectura del pensamiento kierkegaardiano que privilegia el aspecto lingüístico de la obra frente a su aspecto antropológico o existencial. En este sentido esta lectura se desmarca de la recepción clásica que convirtió a Kierkegaard en el padre del existencialismo y de su humanismo consiguiente. La primera parte del artículo desarrolla la concepción del lenguaje de Kierkegaard en oposición a la hegeliana; la segunda analiza la exigencia kierkegaardiana de elaborar un lenguaje del «interesse» frente al lenguaje del ser caro a la metafísica clásica. Finalmente, la última parte analiza la estrategia kierkegaardiana, cercana a la tesis del primer Wittgenstein, que consiste en «hablar sin decir» y que determina la construcción del estilo en la obra de Kierkegaard.

Kierkegaard : the temporality of becoming a self

Fonte: Brock University Publicador: Brock University
Tipo: Electronic Thesis or Dissertation
ENG
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Introduction In Difference and Repetition, Deleuze compares and contrasts Kierkegaard's and Nietzsche's ideas of repetition. He argues that neither of them really give a representation of repetition. Repetition for them is a sort of selective task: the way in which they determine what is ethical and eternal. With Nietzsche, it is a theater of un belie f. ..... Nietzsche's leading idea is to found the repetition in the etemal return at once on the death of God and the dissolution of the self But it is a quite different alliance in the theater of faith: Kierkegaard dreams of alliance between a God and a self rediscovered. I Repetition plays a theatrical role in their thinking. It allows them to dramatically stage the interplay of various personnae. Deleuze does give a positive account ofKierkegaard's "repetition"; however, he does not think that Kierkegaard works out a philosophical model, or a representation of what repetition is. It is true that in the book Repetition, Constantin Constantius does not clearly and fully work out the concept of repetition, but in Sickness Unto Death, Kierkegaard gives a full explanation of the self and its temporality which can be connected with repetition. When Sickness Unto Death is interpreted according to key passages from Repetition and The Concept of Anxiety...

Implicações éticas da filosofia de liberdade em “O conceito de angústia” de Sören Kierkegaard

Rocha, Juvenal Dias da
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Esta é uma investigação na qual se descrevem as implicações éticas da filosofia da liberdade em Kierkegaard como liberdade de crer, pensar, agir e se expressar livremente de acordo com sua consciência, em sua cosmovisão ético-filosófica. Reflete sobre a condição humana e como a angústia do existir afeta ou explica o ser livre, que vive em comunidade, compartilhando espaços comuns, mas tendo que divergir em crenças, princípios, interesses, política, filosofia e objetivos de vida. A finalidade (τελοs) desta inquietação é evitar o radicalismo expressado, principalmente, no atual mau uso do termo “discriminação” (δοκικαζω) e contribuir para o estabelecimento de uma liberdade de expressão plena. Kierkegaard é considerado o pai do existencialismo e, em todas as suas obras, proferiu a angústia do ser humano face à conquista da liberdade. O trabalho tem como ponto de partida a obra O Conceito de Angústia e, como fundamento filosófico, o existencialismo cristão, em que se trabalha a queda do homem e a angústia gerada pela constante busca de reconciliação, que Kierkegaard chama de “salto da fé”. Sua filosofia de liberdade parte da ideia de que a existência de um homem se desenvolve ao longo de sua vida e baseia-se no conceito de desespero implicado pelo pecado mortal implícito nas Escrituras...

Queda e elevação : Hegel, Schelling e Kierkegaard

Pinzetta, Inácio
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Esta tese objetiva investigar a questão do mal a partir da visão hegeliana, schellinguiana e kierkegaardiana, tomando como referência principal o tema da queda a qual pressupõe um estado original de felicidade e perfeição do ser humano no paraíso (Gn 3) e que foi perdido em vista da transgressão à norma estabelecida por Deus de não se poder comer do fruto da árvore do bem e do mal. Para Hegel, nunca houve esse estado originário de felicidade, e por isso, tanto o bem quanto o mal devem ser estudados a partir da visão no qual o homem está inserido, a história universal. O homem, segundo Hegel, é espírito e como tal, na sua origem ainda não é o que deve ser, não tem consciência de si, não se sabe como espírito, assim, nesse registro, é mau, e deve fazer o seu percurso na história para efetivar esse seu dever ser, na dualidade bem e mal, e chegar ao estado de reconciliação. Para Hegel, se se quiser ficar no âmbito da metáfora do paraíso, este é uma conquista alcançada pelo próprio homem que se alça de seu estado de animalidade para efetivar-se como espírito. Hegel não tem uma obra especifica sobre o tema do mal e da conciliação, mas ele é tratado em diversas de suas obras, principalmente na “Fenomenologia do espírito”...

El silencio como marca de la autenticidad del individuo en Kierkegaard

Tapia Wende, Matías
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
ES
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Tesis para optar al grado de Magíster en Filosofía, mención en Metafísica; No autorizada temporalmente su publicación a texto completo, según petición de su autor. Disponible en 2016.; Esta tesis trata la categoría existencial del silencio en el pensamiento de Søren Kierkegaard (1813 – 1855) como garantía, sostén y potenciación de la interioridad del individuo espiritualmente constituido, a la vez que valida una comunicación entre singulares ordenada a pensar la palabra como nacida del silencio y de la idealidad que éste contiene. Para abordar estas cuestiones, el trabajo adopta una lectura predominantemente filosófica de la obra kierkegaardiana, supeditando cualquier referencia al cristianismo o a la dogmática a un paradigma metafísico-existencial propio de un cierto idealismo romántico. Su estructura está delimitada en cuatro capítulos, cada uno de ellos divido a su vez en tres secciones. El primer capítulo tiene como objetivo replantear la relación de Kierkegaard con el pensamiento hegeliano y romántico, y derivar desde ahí ciertas influencias que son innegables y que servirán de directriz para la lectura adoptada en esta investigación. El segundo capítulo revisa esta recepción conceptual a partir de la estructura dialéctica...

El dudoso eticista. O lo uno, o lo otro II, de Kierkegaard

Wilfried Greve
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //1998 SPA
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Conforme a la teoría de Kierkegaard de lo «ético» como un «estadio», como actitud fre nte a la existencia, el pseudónimo de la segunda parte de O lo uno, o lo otro (1843) es considerado a menudo su firme defensor. Climacus, el autor ficticio de la Apostilla (1846), c o m p a rte esta opinión en su revisión de las obras anteriores de Kierkegaard. Sin embargo, un análisis más detallado del temprano pseudónimo ético mostrará que tal posición no está justificada. Él, el ciudadano idealista autolegitimado, está falto de credibilidad . Los resultados de este análisis se confirman al seguir el desarrollo de la teoría kierkegaardiana de los estadios que concluye en el mismo Climacus. Es justamente en este desar rollo donde el concepto de lo «ético» padece una importante transformación. Paralelamente, este desarrollo puede ser leído como divergencia respecto al idealismo alemán.; According to Kierkegaard's theory of the «ethical» as a «stage», as an attitude tow a rds existence, the pseudonym of the second part of Either / Or (1843) is often considered to be its decisive deputee. Climacus, the fictional author of the Postscript (1846), shares this opinion in his review of the preceding works by Kierkegaard. However...

Kierkegaard antimodern, or towards an alternative typology for the kierkegaardian sociopolitical position; Kierkegaard antimoderno, ou para uma tipologia (alternativa) da posição sociopolítica kierkegaardiana

Rossatti, Gabriel Guedes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 05/06/2015 POR
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Kierkegaard, notwithstanding his reputation as a major nineteenth century thinker, up to this day suffers in the hands of his interpreters, particularly the ones interested in his sociopolitical thought. Indeed, many of them still seem to cling to the view according to which he would have been a conservative, if not a downright reactionary writer. In this sense, taking as a cue the label “antimodern” as developed by Compagnon, I intend to both discern different topoi in his production, as well as more fundamentally propose a different label for his sociopolitical position, viz, antimodern. ; Kierkegaard, não obstante ser geralmente reconhecido como um dos mais importantes pensadores do século XIX, ainda hoje sofre de interpretações muitas vezes distorcidas, tanto é que seu pensamento sociopolítico, mais especificamente, parece padecer bastante nas mãos de seus intérpretes, os quais muitas vezes o têm como conservador, quando não como reacionário. Neste sentido, pretendo neste artigo tanto reavaliar precisamente a posição sociopolítica de Kierkegaard quanto explicitar diferentes topoi ou temas presentes na produção kierkegaardiana, sendo que ambas estas coisas serão feitas a partir de uma chave de leitura bastante específica...

Kierkegaard como crítico da imprensa: O caso Corsário

Paula, Márcio Gimenes de; Universidade de Brasília - UnB
Fonte: Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea Publicador: Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 06/03/2014 POR
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A proposta do meu trabalho é apresentar, a partir de uma interpretação do caso Corsário, a crítica de Kierkegaard a um dado tipo de jornalismo que ocorria na Dinamarca de sua época. O intuito é compreender a polêmica do pensador para além de uma mera querela dinamarquesa e paroquial, situando-a num contexto maior de crítica à imprensa e, nessa mesma direção, almeja compreender o quanto o autor dinamarquês se enquadraria no modelo do típico intelectual do século XIX. Desse modo, o artigo divide-se em três partes: a) O caso Corsário - uma primeira explicação, b) Kierkegaard como intelectual do século XIX; c) Kierkegaard e outros autores da crise da modernidade: Balzac e Bernanos; d) Considerações finais.