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Amizade e comunicação : aproximações entre Karl Jaspers e Aristóteles; Friendship and communication : approaching between Karl Jaspers and Aristotle

Brea, Gerson
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
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37.57%
Esse pequeno ensaio pretende promover uma aproximação entre alguns aspectos centrais da ideia de comunicação da filosofia da existência de Karl Jaspers e alguns momentos da exposição da philia que Aristóteles realiza em sua Ética a Nicômacos. Não se trata de uma exegese acurada e minuciosa, mas de uma arriscada tentativa de pensar um possível diálogo entre esses dois pensadores sobre diversas facetas desse fenônemo: a amizade. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This compact essay aims at promoting an approaching of some core aspects related to the Idea of communication of existence philosophy of Karl Jaspers and some extracts of the exposition of the philia that Aristotle presents in his Nicomachean Ethics. It does not convey an accurate and detailed exegesis, but a daring attempt of conceiving a possible dialog between mentioned philosophers comprising various facets of this phenomenon: friendship.

O fracasso no pensamento de Karl Jaspers

Benetti, Larissa Garrido
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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37.78%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2011.; A presente dissertação possui o objetivo principal de apresentar o “fracasso” como um tema dentro da obra de Karl Jaspers, especialmente no tocante aos textos que se inscrevem em sua Filosofia da Existência. Para tanto, investigamos, também, alguns dos temas mais importantes do pensamento de Jaspers, como situações-limite, existência e transcendência. Inicialmente, apresentamos uma síntese da descrição que Jaspers propõe a respeito do ser que eu mesmo sou, das dimensões humanas que se referem ao mundo ou, em outras palavras, dos modos de ser “existência empírica”, “consciência em geral” e “espírito”. A partir do esclarecimento da situação fundamental do homem Ŕ ser-em-situação - destacamos a necessidade que referidas estruturas têm de estarem referidas a um sentido, de terem apoio, limites e imagens de mundo. Tratamos, então, das situações-limite, que subtraem de nossos pés o chão em que vivemos, os apoios e os abrigos que tínhamos para manter nossa existência empírica, para pensar e criar e, nas quais, fracassam os modos de ser que se referem ao mundo. Ainda no primeiro capítulo...

Tempos sombrios : Karl Jaspers, Norbert Elias e a culpa alemã

Medeiros, Débora de Araújo
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação, 2011.; O período de dominação do Nacional-Socialismo inaugurou um mal sem precedentes na História. As barbaridades cometidas pelo regime, destacadamente contra o povo judeu, provocaram uma ruptura com os todos os padrões morais, pairam no ar questões fundamentais que nos atormentam a todos, velhas e novas gerações: como a nação alemã civilizada fora capaz de deixar-se seduzir por uma crença tão delirante e criminosa como a de Hitler? Como foi possível o Holocausto ser perpetrado em uma sociedade desenvolvida, entre pessoas civilizadas? Com o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, os alemães, derrotados, eram acusados de terem sido cúmplices dos representantes nazistas, responsáveis pelo extermínio de milhões de seres humanos indefesos. Diante da possibilidade de autoextermínio dos homens aberta pelo ideário nazista, a culpa alemã surge como uma marca aparentemente indelével de toda uma nação. Uma herança passada de geração para geração. Tão importante quanto entender como as pessoas mergulharam nos horrores do nazismo e da guerra é compreender como emergiram, como conseguiram superar o passado e lidar com a própria culpa. Para auxiliar-nos nesta investigação sobre a culpa alemã...

A filosofia existencial de Karl Jaspers

Perdigão, Antónia; ISPA-IU
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/2012 POR
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O estatuto da filosofia é o de Filosofia da Existência (Existenzphilosophie). É, por isso, imprescindível manter numa abertura constante e em permanente tensão os seus dois extremos: a Razão e a sua universalidade, e a Existência e a sua singularidade incomunicável. Quanto ao espaço da filosofia, ele é o da verdade mais universal, do acolhimento mais amplo e da decisão mais ousada, no sentido de tudo compreender e transcender, ou tudo compreender transcendendo.Por último, o sentido da filosofia é o de servir de base à vida. Revela-se a todo e a cada homem que nasceu para o descobrir e para se decidir livremente a procurá-lo com um coração puro e consciente de que esta é a única forma de o poder encontrar, uma vez que ele não é constringente nem pode, ao contrário da verdade, seruniversal. Fiel à Existência e ao seu pensamento, Karl Jaspers nunca aceitou a denominação de «existencialista» porque nunca defendeu um «existencialismo», o que equivaleria a reduzir tudo à existência, transformando-a num valor absoluto e aniquilando desse modo o seu sentido.A Existência não é absoluta, é a Existência possível. Uma superação constante de si mesma feita de luta, fracasso e fé filosófica. A Existência não é um valor nem um conceito. É liberdade...

The Phenomenology and Neurobiology of Delusion Formation During Psychosis Onset: Jaspers, Truman Symptoms, and Aberrant Salience

Mishara, Aaron L.; Fusar-Poli, Paolo
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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27.46%
Following the publication of Karl Jaspers’ General Psychopathology (1913), delusions have been characterized as being nonunderstandable in terms of the person’s biography, motivations, and historical-cultural context. According to Jaspers, this loss of understandability is due to an underlying neurobiological process, which has interrupted the normal development of the individual’s personality. Inheriting the 19th-century division between the natural- and human-historical sciences, Jaspers emphasizes the psychological understanding of mental disorders as narrative-based, holistic, and contextual. By doing so, he embraces cultural, ethnic, and individual differences and anticipates a person-centered medicine. However, he also affirms the value of explanatory neurobiological approaches, especially in the research and diagnosis of delusions. The phenomenological approach leads to neurobiological hypotheses, which can be tested experimentally. The present article addresses these issues by illustrating Jaspers’ fundamental contribution to current neurobiological research concerning the formation of delusions during early phases of psychosis. Specifically, we present delusional mood and Truman symptoms as core phenomenological features at the origin of psychosis onset...

Descriptive psychopathology, phenomenology, and the legacy of Karl Jaspers

Häfner, Heinz
Fonte: Les Laboratoires Servier Publicador: Les Laboratoires Servier
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /03/2015 EN
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With his early publications (1910-1913), Karl Jaspers created a comprehensive methodological arsenal for psychiatry, thus laying the foundation for descriptive psychopathology. Following Edmund Husserl, the founder of philosophical phenomenology, Jaspers introduced phenomenology into psychopathology as “static understanding,” ie, the unprejudiced intuitive reproduction (Vergegenwärtigung) and description of conscious phenomena. In a longitudinal perspective, “genetic understanding” based on empathy reveals how mental phenomena arise from mental phenomena. Severance in understanding of, or alienation from, meaningful connections is seen as indicating illness or transition of a natural development into a somatic process. Jaspers opted for philosophy early. After three terms of law, he switched to studying medicine, came to psychopathology after very little training in psychiatry; to psychology without ever studying psychology; and to a chair in philosophy without ever studying philosophy. In the fourth and subsequent editions of his General Psychopathology, imbued by his existential philosophy, Jaspers partly abandoned the descriptive method.

Reflexões em torno da questão da Meta Educacional no pensamento Filosófico e Pedagógico de Karl Jaspers

Gulart dos Santos, Roberta; Rörh, Ferndinand (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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As teorias educacionais são elaboradas a partir de alguns fundamentos básicos, tais como: visão de mundo, sociedade e as projeções que temos dela, bem como a concepção do ser humano. As formas diversas como esses fundamentos são interpretados resultam num múltiplo e complexo conjunto de teorias educacionais que, em sua maioria, disputam entre si a legitimidade de suas finalidades. Röhr (2003) vai mais além e sinaliza que a meta da educação, bem como os fundamentos que a norteiam, estão ligados, em última instância, a um fator comum: o sentido da vida. Diante dessa problemática, podemos notar que todos os pensamentos filosóficos fazem, direta ou indiretamente, uma reflexão sobre essa questão. Essas reflexões resultam em diferentes compreensões e essas posições, numa análise inicial do autor, caminham em direções opostas, a princípio, baseadas em dois conceitos fundamentais: destino e liberdade. O sentido da vida pode ser visto de duas formas distintas: ele pré-existe e o ser humano tem que corresponder a ele; ou esse sentido é resultado da livre criação do homem. Levando o reflexo dessa problemática para o âmbito educacional, denominam-se duas formas de teorizar sobre a educação bem como definir a sua meta...

Wissen und Glauben bei Kant und Jaspers; Knowledge and belief according to Kant and Jaspers

Lee, Jin Oh
Fonte: Universidade de Tubinga Publicador: Universidade de Tubinga
Tipo: Dissertação
DE_DE
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37.88%
Kant hat durch den moralisch-praktischen Weg die Metaphysik des Vernunftglaubens begründet. Jaspers hat durch die existentielle Beleuchtung der Transzendenz die Metaphysik des philosophischen Glaubens entwickelt. Durch seine existentielle Denkweise, die Anwendung der deskriptiven Phänomenologie und Hermeneutik und zudem durch seine Praxiserfahrung als Psychiater unterscheidet Jaspers sich von Kant. Trotz all seiner Originalität ist Jaspers aber ohne Kant schlechthin nicht zu verstehen. Jaspers hält sich selber für Kants Nachfolger. Im Hinblick auf die Frage nach dem Verhältnis von Wissen und Glauben bzw. auf die Gewissheitsreflexion zeigt die Nähe beider sich noch deutlicher. Wenn man also fragt, wo innerhalb der Philosophie des 20. Jahrhunderts die methodisch- systematische Relevanz der Gewissheitsreflexion Kants am deutlichsten vergegenwärtigt wurde, so ist in erster Linie, ja in gewisser Weise als einziger, Karl Jaspers zu nennen. Trotzdem gibt es wenige Abhandlungen, die Jaspers` Verhältnis zu Kant ausführlich behandeln. In dieser Studie möchte ich Konvergenz und Divergenz zwischen Kant und Jaspers am Leitfaden der Problematik des Verhältnisses von Wissen und Glauben darlegen, und zwar speziell vor dem Horizont der Lebenswirklichkeit.; In this work...

Empathy, Situations, and an Enlarged Mentality: Iterations between Jaspers and Arendt

GATTA, Giunia
Fonte: Instituto Universitário Europeu Publicador: Instituto Universitário Europeu
Tipo: Trabalho em Andamento Formato: application/pdf
EN
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This paper has the broad goal of inquiring into the role of empathy in contemporary interpretations of judgment as enlarged mentality. Specifically, it puts Hannah Arendt in dialogue with Karl Jaspers, her mentor and friend, on this question. While a disagreement (or even a conversation) on this issue never seemed to emerge between the two, I argue that they offer differing interpretations of enlarged mentality and specifically of the role of empathy within it. Arendt is skeptical of empathy and unfavorably contrasts it with imagination when it comes to their role in enlarged mentality. Jaspers, on the other hand, offers an understanding of empathy as fundamental for communication and understanding of the other. It is, for him, a dialectic process of bracketing and drawing from one’s own experience. While Hannah Arendt did consider Jaspers' thought as a bright example of enlarged mentality, I argue that she underplayed the role of empathy, and of idiosyncratic, non-necessarily cognitive elements in Jaspers' own formulation of it.

La necesidad de la actitud entusiástica para la realización de la comunicación existencial en Jaspers

Ponce Pérez, Jessica
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
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37.28%
La Psicología de las Concepciones del Mundo, la primera obra de Jaspers, fue presentada en un primer momento por él, como un intento por descubrir y comprender aquellas fuerzas que impulsan el alma. Casi dos decenios después, ya con una madurez filosófica, se refiere a ella más que como a su primera obra, como a su primer impulso hacia la Filosofía. Filosofía que desde ese momento se incorporó en su vida como suya y verdadera, a pesar de no contar con la claridad que posee ya en su madurez. En esta obra primera, puede hallarse una disciplina filosófica descuidada, como lo dice nuestro autor, pero lo que en ella se halla, es quizás el germen más genuino de la filosofía, la intuición del hombre y la experiencia de la pasión con la que se vive la propia vida.

Las imágenes de mundo en el contexto de la psicología de las concepciones de mundo de Karl Jaspers

Aravena Stange, Jorge
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
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37.28%
Con este trabajo intentamos introducirnos en el contenido de la obra de 1919 del filósofo alemán Karl Jaspers, titulada Psychologie der Weltanschauungen, Psicología de las concepciones del mundo . En particular, nos centramos en su segunda parte, dedi-cada al examen de uno de los elementos clave en lo que el autor entiende por Welt-anschauung, «visión» o «concepción del mundo», a saber: las denominadas «imáge-nes del mundo» (Weltbilder), las cuales, junto con las «actitudes» (Einstellungen), pa-san a formar, como si dijéramos, las dos caras de una misma moneda: la vida del alma, la «corriente» o, mejor, el «torrente vivencial» (Erlebnisstrom) que somos.

Vértigo y ambigüedad como plataformas del proyecto en la existencia

Obilinovic Guerra, Vanessa
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
ES
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Informe de Seminario para optar al grado de Licenciada de Filosofía; El siguiente trabajo se introducirá en la filosofía existencialista de Simone de Beauvoir y Karl Jaspers de una manera descriptiva. El énfasis que se rescatará de ambos autores es la ligazón que establecen entre existencia y filosofía. Desde esta ligazón, aparece la Trascendencia como posibilidad humana, que desde los planos de la ambigüedad para Simone de Beauvoir y desde el vértigo para Jaspers, es posibilidad. El proyecto se nos propone como la esencia de cada individuo, que ejecuta su libertad. Somos proyecto, y éste es posible desde estas dos plataformas, que vertiginosas, permiten una certidumbre finalmente del ser. El proyecto esencial, independiente del contenido nos permite el acceso a la libertad y al ser-sí-mismos; trayendo consigo la posibilidad de trascender; más allá de la propia muerte.

100 anos da 'psicopatologia geral' de Karl Jaspers : Actas do Colóquio 100 Anos da 'Psicopatologia Geral' de Karl Jaspers

Teixeira, José A. Carvalho
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Livro
Publicado em //2014 POR
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Publicam-se agora as Actas do Colóquio 100 ANOS DA ‘PSICOPATOLOGIA GERAL’ DE KARL JASPERS, realizado em 19 de Fevereiro de 2014 e organizado pelo Departamento de Psicologia Clínica e da Saúde do ISPA – Instituto Universitário.

100 anos da 'psicopatologia geral' de Karl Jaspers : Actas do Colóquio 100 anos da 'psicopatologia geral' de Karl Jaspers : Nota de abertura

Cláudio, Victor
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2014 POR
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27.46%
Karl Jaspers deve, na minha perspectiva, ser olhado como um caleidoscópio. Assim, embora a estrutura seja constante – o ser humano – cada movimento desse caleidoscópio permite observar uma nova e diferente forma sempre em relação com a anterior, seriam estas a Filosofia, a Psiquiatria, a Psicopatologia e a Psicologia. Foi este multifacetado Jaspers que foi abordado neste Colóquio.

Contributos do pensamento de Karl Jaspers para a psicoterapia

Gabriel, Guiomar Almeida
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2014 POR
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27.46%
A psicopatologia, como entendemos e descrevemos o sofrimento mental, é hoje em dia algo que se recebe, como um produto acabado. Nem sempre foi assim. Karl Jaspers viveu num período histórico semelhante ao nosso. Davam-se grandes avanços a nível das neurociências, com a descoberta de fundamentos biológicos para a doença de Alzheimer e a paralisia geral, por exemplo, e vivia-se um espírito de confiança de se poderem finalmente mapear, controlar e sobretudo curar as tão fugidias doenças psíquicas (Mundt, 2014). Uma época, tal como a nossa, plena de notáveis mudanças a nível cultural e social em que se chegou a afirmar “a doença mental é a doença do cérebro”, algo que ainda hoje, e cada vez com maior frequência, muitos advogam. Em resposta aos problemas conceptuais e empíricos que a psiquiatria atravessava na época, nomeadamente a cisão entre quem via esta área como fundamentalmente pertencente à ciência física/biológica, e quem rejeitava qualquer aplicação positivista ao ser humano, Jaspers propôs uma psicopatologia integrando dois caminhos, o dos significados e o das causas, ou seja, baseada nos métodos empíricos e na fenomenologia (Fulford, Thorton, Graham, & Walker, 2006). Jaspers quis trazer a psiquiatria de volta ao âmbito das ciências humanas.

K. Jaspers e a miséria da psiquiatria do século XXI

Teixeira, José A. Carvalho
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2014 POR
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O tempo no qual K. Jaspers (1883-1969) publicou a 1ª edição da sua ‘Psicopatologia Geral’ em 1913, que foi precedida pela publicação um ano antes do seu não menos importante artigo seminal sobre a ‘Abordagem Fenomenológica em Psicopatologia’ (1912), foi uma época histórica na qual a Psicopatologia era dominada hegemonicamente pelos continuadores de Griesinger (‘As doenças mentais são doenças do cérebro’, 1845), particularmente a ‘escola’ psiquiátrica de Kleist e Leonhard que o próprio Jaspers designou por mitologistas do cérebro.

AMIZADE E COMUNICAÇÃO: APROXIMAÇÕES ENTRE KARL JASPERS E ARISTÓTELES

Brea, Gerson
Fonte: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental Publicador: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 14/04/2010 POR
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37.28%
Esse pequeno ensaio pretende promover uma aproximação entre alguns aspectos centrais da ideia de comunicação da filosofia da existência de Karl Jaspers e alguns momentos da exposição da philia que Aristóteles realiza em sua Ética a Nicômacos. Não se trata de uma exegese acurada e minuciosa, mas de uma arriscada tentativa de pensar um possível diálogo entre esses dois pensadores sobre diversas facetas desse fenônemo: a amizade.

Tempos sombrios: Karl Jaspers e a culpa alemã

Medeiros, Débora de Araujo; UnB
Fonte: Pólemos Publicador: Pólemos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 20/02/2013 POR
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O século XX deve a Karl Jaspers um empreendimento notável: o de uma reflexão corajosa sobre uma nação em crise, abalada em suas bases mais sólidas. Com o fim da guerra, os alemães tornaram-se alvo de hostilidades, pois as atrocidades cometidas pelo regime nazista, enfim, vieram a público. As acusações de culpa pelos horrores cometidos pelos nazistas chegavam-lhes de toda parte. Para os alemães sobreviventes e para as gerações seguintes, aqueles tempos sombrios tornaram-se a chaga de toda uma nação. Jaspers foi um dos que escolheram encarar a situação. Diante do caos, ele não se calou e conclamou os demais a refletir com ele aqueles tempos sombrios e enfrentar o problema da culpa alemã.

A defesa dos direitos dos animais e seu papel na efetivação de uma sociedade igualitária: Karl Jaspers, Michel Foucault e Peter Singer em diálogo por novos paradigmas sociais

Estivalet de Mello, 1Lawrence; Universidade Federal de Pelotas
Fonte: Revista Direito & Sensibilidade Publicador: Revista Direito & Sensibilidade
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 29/08/2011 POR
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O presente artigo tem por escopo contribuir à teoria dos direitos dos animais, destacando, para além de seu aspecto ecológico, seu às vezes ignorado aspecto social. Para tanto, retomará pressupostos teóricos de Peter Singer, a fim de problematizá-los enquanto novos paradigmas de análise e práxis contra-hegemônica, em complemento a outros autores, como Michel Foucault e Karl Jaspers.

A filosofia existencial de Karl Jaspers

Perdigão,Antónia Cristina
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2001 PT
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O estatuto da filosofia é o de Filosofia da Existência (Existenzphilosophie). É, por isso, imprescindível manter numa abertura constante e em permanente tensão os seus dois extremos: a Razão e a sua universalidade, e a Existência e a sua singularidade incomunicável. Quanto ao espaço da filosofia, ele é o da verdade mais universal, do acolhimento mais amplo e da decisão mais ousada, no sentido de tudo compreender e transcender, ou tudo compreender transcendendo. Por último, o sentido da filosofia é o de servir de base à vida. Revela-se a todo e a cada homem que nasceu para o descobrir e para se decidir livremente a procurá-lo com um coração puro e consciente de que esta é a única forma de o poder encontrar, uma vez que ele não é constringente nem pode, ao contrário da verdade, ser universal. Fiel à Existência e ao seu pensamento, Karl Jaspers nunca aceitou a denominação de «existencialista» porque nunca defendeu um «existencialismo», o que equivaleria a reduzir tudo à existência, transformandoa num valor absoluto e aniquilando desse modo o seu sentido. A Existência não é absoluta, é a Existência possível. Uma superação constante de si mesma feita de luta, fracasso e fé filosófica. A Existência não é um valor nem um conceito. É liberdade...