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Estudo dos efeitos tóxicos da administração prolongada de Ipomea carnea em caprinos; Study of the toxic effects of long-term administration of Ipomoea carnea to goats

Henrique, Breno Schumaher
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/03/2002 PT
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67.8%
Ipomoea carnea, planta tóxica da família da Convolvulaceae, possui a suainsonina um alcalóide indolizidínico, o qual promove inibição da enzima α-manosidase ácida ou lisossômica levando ao acúmulo celular de oligossacarídeos não metabolizados adequadamente, causando vacuolização celular. A planta também possui outros alcalóides, as calisteginas que inibem as β-glicosidases, agravando o efeito causado pela suainsonina. O objetivo do presente estudo foi de avaliar as possíveis alterações clínicas, bioquímicas, hematológicas, neuroquímica e patológicas em caprinos tratados com diferentes doses de I. carnea. Foram usados 25 caprinos, divididos em 5 grupos iguais: 4 experimental e 1 controle. Os caprinos dos grupos experimentais receberam durante 4 meses diferentes doses de I. carnea: 2,5; 5,0; 10,0 e 30,0 g/kg/dia. Semanalmente, os animais foram pesados e avaliados clinicamente. Coletou-se sangue da veia jugular, quinzenalmente, para determinação da concentração de glicose, colesterol, alanina transferase (ALT), aspartato transaminase (AST), uréia e creatinina, e mensalmente para a determinação do hemograma. No final do período experimental, todos os caprinos foram submetidos à eutanásia e fragmentos de cérebro...

Efeitos tóxicos da "Ipomoea carnea" em caprinos. II - estudos de teratogenicidade; Toxic effects of the Ipomoea carnea in goats. 11- studies of teratogenicity

Henrique, Breno Schumaher
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 01/07/2005 PT
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67.73%
A Ipomoea carnea, pertencente à família das Convolvulaceae, é uma planta tóxica que tem ampla distribuição pelo país, tendo como principal princípio ativo a suainsonina. É uma das poucas plantas que se conserva verde durante a seca, podendo servir como fonte de matéria verde para bovinos, ovinos e caprinos, é nesse período, quando normalmente ocorrem os casos de intoxicação, sendo a espécie caprina a mais susceptível. Até o momento, não há relatos sobre efeitos tóxicos desta planta em conseqüência da possível passagem transplacentária da suainsonina. Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar os possíveis efeitos teratogênicos da I. carnea, em caprinos. Foram usados 20 cabras, divididas em 4 grupos iguais: 3 experimentais e 1 controle. As cabras dos grupos experimentais receberam a partir do 27° dia de prenhez até o final da gestação 1,0; 5,0 e 7,5 glkg/dia de I. carnea. Nas fêmeas gestantes foi feito o exame clínico periódico, colheita de sangue para avaliação do hemograma e bioquímica sanguínea, exames fetais ultra-sonográficos (US) e acompanhamento do parto. Ao nascimento, todos os filhotes foram avaliados para identificação de malformações, alguns foram submetidos à eutanásia, para a realização do estudo anatomopatológico e nos demais avaliou-se o ganho de peso...

Efeitos da exposição gestacional a fração aquosa da Ipomoea carnea no desenvolvimento físico e neurocomportamental da prole de ratos.; Ipomoea carnea aqueous fraction intake effects during gestation on physical and neurobehavior development of rats offspring.

Schwarz, Aline
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/05/2002 PT
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A lpomoea carnea, planta amplamente distribuída no Brasil, quando ingerida pelos animais provoca efeitos neurotóxicos. Não há relatos a respeito de seus efeitos sobre a prole de animais expostos durante a gestação. Assim, no presente trabalho estudou-se os efeitos da exposição à planta durante a gestação de ratas. Os animais receberam, por gavage, a partir do 5° dia de gestação, diferentes concentrações da fração aquosa da planta (0,7; 3,0 ou 15,0 mg/kg/dia). Os filhotes foram analisados quanto ao desenvolvimento físico e reflexológico; quando adultos avaliou-se aspectos comportamentais e níveis de neurotransmissores cerebrais. Os resultados mostraram alta mortalidade dos filhotes expostos à maior dose, que nasceram com menor comprimento. Os sobreviventes apresentaram retardo na abertura dos ouvidos e na geotaxia negativa. Não foram observadas alterações nos vários comportamentos avaliados e nos níveis de neurotransmissores cerebrais destes animais quando adultos. Estes resultados mostram que a exposição de ratos durante a gestação à Ipomoea carnea produz alguns efeitos tóxicos nos recém-nascidos, porém não afeta o desenvolvimento e os parâmetros comportamentais avaliados nos animais já adultos.; Ipomoea carnea...

Avaliação da toxicidade da Ipomoea carnea em caprinos durante o período perinatal: estudos de neuroteratologia; Evaluation of the toxicity of Ipomoea carnea in goats during postnatal period

Gotardo, André Tadeu
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/07/2009 PT
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A Ipomea carnea é uma planta tóxica encontrada por todo Brasil e em outros países tropicais. Esta se conserva verde durante a seca, podendo servir como fonte de matéria verde para bovinos, ovinos e, particularmente, caprinos. Os animais intoxicados por esta planta desenvolvem sintomatologia de origem nervosa, imputada ao principal princípio ativo desta planta, a suainsonina. A suainsonina é um alcalóide indolizidinico, potente inibidor da αmanosidase lisossomal, sendo que a inibição desta enzima produz o acúmulo lisossômico de oligossacarídeos não processados completamente, perda de função celular e morte celular. Além desta alteração, a suainsonina também inibe a manosidase II do complexo de Golgi, levando a alterações na síntese, no processamento e no transporte de glicoproteínas. Os principais achados histológicos nesta intoxicação são células com vacúolos lisossomais no sistema nervoso central, tireóide, fígado, pâncreas e rins. Pesquisas anteriores mostraram que a ingestão de I. carnea por cabras gestantes produz malformações. O presente estudo propôs-se a estudar os efeitos teratogênicos da I. carnea em caprinos. Para tanto, acrescentou-se ao protocolo de avaliação de teratogenicidade em caprinos...

Estudo da toxicidade da Ipomoea carnea em ratas durante o período perinatal. Avaliação dos possíveis efeitos lesivos no tecido placentário; Ipomoea carnea toxicity study in rats during perinatal period. Evaluation of possible harmful effects on the placental tissue

Lippi, Luciana Lucinio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/09/2009 PT
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A Ipomoea carnea é uma planta tóxica amplamente distribuída no Brasil e em outros países tropicais. Durante os períodos de seca esta planta se mantém verde, podendo servir como fonte de alimento para os animais de produção. A intoxicação natural é de caráter crônico e ocorre quando ruminantes particularmente, caprinos ingerem a planta, estes animais desenvolvem, principalmente, sintomatologia de origem nervosa. Dois tipos de princípios ativos tóxicos foram isolados desta planta, um alcalóide nortropânico, as calisteginas B1, B2, B3 e C1 e principalmente o alcalóide indolizidínico, a suainsonina, cujo mecanismo de ação tóxico se estabelece por inibição de duas enzimas a α-manosidase lisossomal, levando ao acúmulo de oligossacarídeos não metabolizados no interior de lisossomos, promovendo a degeneração vacuolar intracitoplasmática, perda de função e até mesmo morte celular e a manosidase II do Complexo de Golgi, causando alterações na síntese, no processamento e no transporte de glicoproteínas. Histologicamente esta intoxicação é caracterizada pela presença de vacúolos lisossomais no sistema nervoso central (SNC), tireóide, fígado, pâncreas e rins. Recentemente, pesquisas, relativas à toxicidade perinatal desta planta...

Possíveis efeitos antineoplásicos e mieloprotetores da Ipomoea carnea e de seu princípio ativo, a suainsonina, em camundongos; Possible antineoplastic and mieloprotective effects of Ipomoea carnea and its active principle swainsonine in mice

Santos, Felipe Martins dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/09/2009 PT
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A Ipomoea carnea é uma planta tóxica de distribuição nacional e encontrada também em outros países de clima tropical. Possui entre seus princípios ativos um alcalóide indolizidínico chamado suainsonina que, devido à sua ação sobre enzimas intracelulares (a α-manosidase ácida e a manosidase II do Complexo de Golgi), altera receptores de membrana e moléculas de adesão. Acredita-se que a suainsonina possa ter atividades imunomodulatória, mieloprotetora, antineoplásica e antimetastática. Devido ao potencial terapêutico sugerido pela literatura, nesse estudo avaliou-se os possíveis efeitos antineoplásico e mieloprotetor da suainsonina empregada isoladamente ou em associação com um antineoplásico clássico, a cisplatina. Além disso, procurou-se avaliar se a administração do resíduo aquoso final da Ipomoea carnea (RAF), isoladamente ou também associado à cisplatina, possui atividade anitineoplásica. Foram utilizados camundongos C57Bl/6, que foram inoculados por via intraperitoneal (ip.) com 2x107 células do tumor ascítico de Ehrlich. Os animais foram divididos nos grupos: BRANCO, CONTROLE e tratados com: cisplatina (CIS); cisplatina e suainsonina (CISSW); suainsonina (SW); cisplatina e RAF (CISRAF); e RAF (RAF). A suainsonina foi administrada por via ip. 2x ao dia (1mg/kg de peso vivo). A cisplatina foi administrada por via ip. em dias alternados (0...

Avaliação dos efeitos imunotóxicos da Ipomoea carnea e de seu princípio ativo tóxico, a suainsonina, em ratos jovens e adultos; Evaluation of the immunotoxic effects of Ipomoea carnea and its toxic principle, the swainsonine in young and adult rats

Pípole, Fernando
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/08/2010 PT
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67.68%
O presente estudo visou avaliar os efeitos da administração do resíduo aquoso final (RAF) da Ipomoea carnea e da suainsonina, sobre o sistema imune de ratos jovens em idade pré-pubere (21 dias) e adultos (70 dias). Para isso, o RAF foi administrado nas doses de 1,0; 3,0 e 7,0 g/kg e a suainsonina na dose de 5,0 mg/kg, por gavage, durante 14 dias para avaliação histopatológica de diferentes órgãos, peso relativo de baço e timo, celularidade de medula óssea, fenotipagem de linfócitos T e B presentes no sangue, timo e baço, e atividade proliferativa de linfócitos T de animais tratados apenas com suainsonina. Além disto, foi realizada toxicocinética da suainsonina de animais jovens e adultos. Dentre os resultados obtidos com o tratamento com RAF, foi verificado que todos os animais apresentaram lesões, tais como: congestão hepática e esplênica e vacuolização renal. Em ratos adultos observou-se ainda diminuição do ganho de peso e do consumo de ração, além de involução tímica e diminuição da celularidade da medula óssea. Já nos jovens, as principais alterações observadas foram quanto à alteração fenotípica das populações de linfócitos T CD8+ no timo, sangue e baço e de linfócitos B no sangue e baço. Entretanto...

Intoxicação espontânea por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (Convolvulaceae) em bovinos no Pantanal Matogrossense

Antoniassi,Nadia A.B.; Ferreira,Eduardo V.; Santos,Carlos E.P. dos; Arruda,Laura P. de; Campos,João Losano E.; Nakazato,Luciano; Colodel,Edson M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
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67.37%
Relata-se a intoxicação espontânea por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (canudo, algodoeiro) em bovinos no Pantanal Matogrossense. As investigações iniciaram após a morte de 12 bovinos, de um rebanho de 500 animais, criados em uma extensa área intensamente infestada por I. carnea subsp. fistulosa com escassa disponibilidade de outra forragem. As mortes ocorreram entres os meses de junho e setembro de 2006. O quadro clínico foi caracterizado por emagrecimento e sinais neurológicos com dificuldade locomotora. Um bovino foi necropsiado sem que se observassem alterações macroscópicas significativas. Histologicamente havia tumefação e vacuolização celular, em neurônios, células acinares pancreáticas, tubulares renais e foliculares da tireóide. Bovinos com quadro clínico similar foram retirados da área invadida por I. carnea subsp. fistulosa e colocadas em áreas com pastagem nativa e de Brachiaria sp. e apresentaram melhora clínica após período de 15 dias.

Intoxicação por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (Convolvulaceae) em caprinos na Ilha do Marajó, Pará

Oliveira,Carlos Alberto; Barbosa,José Diomedes; Duarte,Marcos Dutra; Cerqueira,Valíria Duarte; Riet-Correa,Franklin; Tortelli,Fábio Py; Riet-Correa,Gabriela
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2009 PT
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67.37%
Ipomoea carnea subsp. fistulosa é uma planta que contém swainsonina causando doença de depósito lisossomal em ruminantes, principalmente em caprinos na região Nordeste do Brasil. Para o estudo das plantas tóxicas da Ilha de Marajó, foram visitadas sete propriedades rurais na Ilha de Marajó, seis localizadas no município de Cachoeira do Arari e uma no município de Soure. Em todas as propriedades visitadas as pastagens eram constituídas de campo nativo, tinham pouca disponibilidade de forragem e I. carnea subsp. fistulosa encontrava-se em grande quantidade. Nas três propriedades onde eram criados caprinos foram observados animais com sinais nervosos, incluindo tremores de intenção, aumento da base de sustentação quando em estação, ataxia, hipermetria, nistagmo, paresia espástica ou debilidade, alterações posturais, perda de equilíbrio e quedas. Em duas fazendas a prevalência foi de 32% (23/71) e 100% (32/32) e em outra havia um animal com sinais acentuados e o resto do rebanho, de 19 caprinos, não foi examinado clinicamente. Bovinos, ovinos e bubalinos não foram afetados. Foram eutanasiados e necropsiados seis caprinos que apresentavam sinais clínicos acentuados. Macroscopicamente não foram observadas alterações. Na histologia observou-se vacuolização do pericário de neurônios e do citoplasma de células epiteliais da tireóide...

Sinais clínicos, lesões e alterações produtivas e reprodutivas em caprinos intoxicados por Ipomoea carnea subsp. fistulosa (Convolvulaceae) que deixaram de ingerir a planta

Oliveira Júnior,Carlos Alberto de; Riet-Correa,Franklin; Duarte,Marcos Dutra; Cerqueira,Valíria D.; Araújo,Cláudio Vieira; Riet-Correa,Gabriela
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2011 PT
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67.31%
O objetivo deste trabalho foi acompanhar a evolução clínica, o desempenho produtivo e reprodutivo e descrever as lesões de caprinos intoxicados por Ipomoea carnea subsp. fistulosa após a retirada dos locais onde ocorre a planta. Para isso foram utilizados 37 caprinos, divididos em 4 grupos. O Grupo 1 era composto por 14 caprinos adquiridos em uma propriedade onde ocorria a planta e que apresentavam condição corporal ruim e sinais clínicos nervosos da intoxicação, que variavam de discretos a acentuados. O Grupo 2 era composto por 10 cabras adquiridas em uma propriedade onde não ocorria a planta e também apresentavam condição corporal ruim. O Grupo 3 era composto por dois caprinos com sinais clínicos da intoxicação, que foram abatidos na fazendo onde tinham se intoxicado. O Grupo 4 era composto por 11 caprinos que serviram como controle para o estudo das lesões macroscópicas e histológicas. Os animais dos Grupos 1 e 2 foram avaliados por um período de 12 meses em uma propriedade localizada no município de Castanhal, onde não ocorre a planta. Durante esse período os animais recebiam o mesmo manejo. Seis meses após, os animais do Grupo 1 continuavam com condição corporal ruim, pelo áspero, maior susceptibilidade à infestações por parasitas gastrintestinais e permaneciam com sinais nervosos. Nos animais que apresentavam sinais nervosos discretos houve diminuição desses sinais...

Experimental poisoning of goats by Ipomoea carnea subsp. fistulosa in Argentina: a clinic and pathological correlation with special consideration on the central nervous system

Ríos,Elvio E.; Cholich,Luciana A.; Gimeno,Eduardo J.; Guidi,María G.; Acosta de Pérez,Ofelia C.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 EN
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67.47%
Ipomoea carnea subsp. fistulosa, aguapei or mandiyura, is responsible for lysosomal storage in goats. The shrub contains several alkaloids, mainly swansonine which inhibits lysosomal α-mannosidase and Golgi mannosidase II. Poisoning occurs by inhibition of these hydrolases. There is neuronal vacuolation, endocrine dysfunction, cardiovascular and gastrointestinal injury, and immune disorders. Clinical signs and pathology of the experimental poisoning of goats by Ipomoea carnea in Argentina are here described. Five goats received fresh leaves and stems of Ipomoea. At the beginning, the goats did not consume the plant, but later, it was preferred over any other forage. High dose induced rapid intoxication, whereas with low doses, the course of the toxicosis was more protracted. The goats were euthanized when they were recumbent. Cerebrum, cerebellum, medulla oblongata, pons and colliculi, were routinely processed for histology. In nine days, the following clinical signs developed: abnormal fascies, dilated nostrils and abnormal postures of the head, cephalic tremors and nystagmus, difficulty in standing. Subsequently, the goats had a tendency to fall, always to the left, with spastic convulsions. There was lack in coordination of voluntary movements due to Purkinje and deep nuclei neurons damage. The cochlear reflex originated hyperreflexia...

Aversão alimentar condicionada no controle de surtos de intoxicações por Ipomoea carnea subsp. fistulosa e Turbina cordata em caprinos

Pimentel,Luciano A.; Maia,Lisanka A.; Campos,Édipo M.; Dantas,Antônio F.M.; Medeiros,Rosane M.T.; Pfister,James A.; Cook,Daniel; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 PT
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67.42%
A aversão alimentar condicionada é uma técnica que pode ser utilizada em animais para evitar a ingestão de plantas tóxicas. A técnica foi utilizada em uma fazenda para controlar a intoxicação por Turbina cordata e em outra para Ipomoea carnea subsp. fistulosa. Os caprinos eram presos à noite, e na manhã do dia seguinte lhes era ofertada a planta verde, recém-colhida, por dez minutos. Os caprinos que ingerissem qualquer quantidade da planta eram identificados, pesados e tratados com LiCl na dose de 175mg/kg peso vivo através de sonda esofágica. No rebanho da fazenda na que havia T. cordata a técnica foi aplicada a cada dois meses durante o período em que a planta é encontrada. Durante todo o experimento, de dezembro de 2009 a abril de 2011 não ocorreu nenhum novo caso de intoxicação no rebanho e diminuiu gradualmente o número de animais avertidos e a quantidade de planta que ingeriam os mesmos durante o processo de aversão. Na fazenda na que ocorria intoxicação por I. carnea a maioria de rebanho foi avertido em dezembro de 2010, 15-20 dias antes do início das chuvas, e os animais não ingeriram a planta espontaneamente no campo até setembro-outubro de 2011, durante o período da seca, quando havia extrema carência de forragem e iniciaram a ingerir a planta no campo. Posteriormente...

Aversão alimentar condicionada para o controle da intoxicação por Ipomoea carnea subsp. fistulosa em caprinos

Pimentel,Luciano A.; Maia,Lisanka A.; Carvalho,Fabricio K. de L.; Campos,Edipo M.; Pfister,James A.; Cook,Daniel; Medeiros,Rosane M.T.; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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67.5%
A aversão alimentar condicionada é uma técnica que pode ser utilizada em animais para evitar a ingestão de plantas tóxicas. O presente estudo teve como objetivo testar a eficiência e durabilidade da aversão alimentar condicionada em caprinos para evitar o consumo de Ipomoea carnea subsp. fistulosa. Foram utilizados 14 caprinos jovens da raça Moxotó, que foram adaptados ao consumo da planta. Inicialmente foi administrada I. carnea subsp. fistulosa dessecada e triturada misturada à ração concentrada por 30 dias e, posteriormente, foi fornecida a planta verde por mais 10 dias. Para constatação da adaptação ao consumo da planta os caprinos foram colocados a pastar em um piquete de 510 m² onde tinha sido plantada I. carnea subsp. fistulosa em uma área de 30m² (10 plantas/m²). No 42º dia de experimento, após a constatação do consumo espontâneo os animais receberam a planta verde individualmente na baia por alguns minutos, e todos os animais que consumiam qualquer quantidade da planta foram tratados com uma solução de LiCl na dose 175mg por kg de peso vivo. Este procedimento repetiu-se por mais dois dias. Posteriormente, os caprinos foram divididos em dois grupos: Grupo 1 com seis animais, quatro deles avertidos e dois não avertidos (facilitadores); e o Grupo 2...

Conditioned food aversion to Ipomoea carnea var. fistulosa induced by Baccharis coridifolia in goats

Adrien,Maria de Lourdes; Riet-Correa,Gabriela; Oliveira,Carlos Alberto de; Pfister,James A.; Cook,Daniel; Souza,Elda G.; Riet-Correa,Franklin; Schild,Ana Lucia
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 EN
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67.45%
Baccharis coridifolia is a plant that induces strong conditioned food aversion in ruminants. This research aimed to induce a conditioned food aversion to Ipomoea carnea var. fistulosa in goats, using B. coridifolia as an aversive agent, and to compare the aversion induced by this plant with the aversion induced by lithium chloride (LiCl). Thirteen goats were allotted into two groups: Group 1 with six goats was averted with 175mg/kg of body weight of LiCl and Group 2 with seven goats was averted with 0,25g/kg of bw of dried B. coridifolia. All goats were averted on day 1 after the ingestion of I. carnea. The aversion procedure with LiCl or B. coridifolia in goats from Groups 1 and 2, respectively, was repeated in those goats that again consumed the plant during tests on days 2, 3, and 7. The goats of both groups were challenged in pens on 23 and 38 days after the last day of aversion and challenged in the pasture on days 11, 15, 18, 20, 22, 25, 27 and 29 after the last day of aversion. After this period goats were challenged every 15 days on pasture until the 330º day after the last day of aversion (7th day). Two goats from Group 1 ingested I. carnea on the first day of the pasture challenge, 4 days after the last day of aversive conditioning in the pen. In addition...

Aversão alimentar condicionada a Ipomoea carnea var. fistulosa em ovinos

Adrien,Maria de Lourdes; Gardner,Dale; Pfister,James; Pereira,Clairton Marcolongo; Correa,Franklin Riet; Schild,Ana Lucia
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2014 PT
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67.52%
Quinze ovinos foram adaptados ao consumo de Ipomoea carnea por 36 dias. Posteriormente, foram divididos ao acaso em três grupos de cinco ovinos cada e avertidos com cloreto de lítio (LiCl) (Grupo 1) e Baccharis coridifolia (Grupo 2). O Grupo 3 permaneceu como controle. Os ovinos foram desafiados ao consumo da planta na pastagem e em baias individuais até o 74° dia após o primeiro dia da aversão. Nos dias 14 e 19, o número de ovinos que consumiu I. carnea no Grupo 3 foi significativamente maior que o número de ovinos que consumiu a planta nos Grupos 1 e 2 (P=0,004 e P=0,0004, respectivamente). No dia 24, o número de ovinos que consumiu I. carnea foi significativamente maior no Grupo 3 do que no Grupo 1 (P=0,004). A partir do desafio do dia 29, não houve diferença significativa (P>0,05) no consumo da planta entre os três grupos. A quantidade de I. carnea consumida pelos ovinos do Grupo 3 durante o período do experimento no dia 7 após o primeiro dia da aversão foi significativamente maior do que o consumo das ovelhas dos Grupos 1 e 2 (P=0,0002 e P=0,01, respectivamente). Nos desafios seguintes, não houve diferença na quantidade de I. carnea ingerida pelos ovinos. Na avaliação do comportamento dos ovinos na pastagem infestada por I. carnea...

Endophytic fungi occurring in Ipomoea carnea tissues and their antimicrobial potentials

Tayung,Kumanand; Sarkar,Meenakshi; Baruah,Paran
Fonte: Instituto de Tecnologia do Paraná - Tecpar Publicador: Instituto de Tecnologia do Paraná - Tecpar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 EN
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67.31%
The aim of this work was to study the endophytic fungi associated with the tissues of Ipomoea carnea, a common invasive plant of India. A total of 69 isolates belonging to ten taxa comprising 1.45% Zygomycetes, 10.14% Coelomycetes, 62.32% Hypomycetes, 18.84% sterile mycelia and 7.25% unidentified species were obtained. Species of Curvularia, Aspergillus, Fusarium, Colletotrichum and sterile fungus were isolated as dominant endophytes. Colonization frequency of Curvularia (7.25%) was highest which was isolated from all the tissues. The samples collected during the monsoon harbored more endophytes and showed higher species richness than the samples obtained in summer season. Of the total isolates, 15 isolates (21.74%) displayed antimicrobial activity, inhibiting at least one of the test microorganisms that comprised of pathogenic bacteria (Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis, Escherichia coli, Salmonella typhi, Pseudomonas fluorescens, Shigella dysentriae) and fungi (Trichophyton rubrum, Aspergillus fumigatus, Trichophyton sp). The results provided promising baseline information on the endophytic fungal diversity associated with I. carnea tissues and their potential exploitation as antimicrobial agents.

Identificação de princípios ativos presentes na Ipomoea carnea brasileira

Schwarz,Aline; Hosomi,Rosana Zoriki; Henrique,Breno Schumaher; Hueza,Isis; Gardner,Dale; Haraguchi,Mitsue; Górniak,Silvana Lima; Bernardi,Maria Martha; Spinosa,Helenice de Souza
Fonte: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo Publicador: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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67.21%
Dentre as espécies pertencentes à família das Convolvulaceae destacam-se as Ipomoeas, amplamente distribuídas por todo o mundo, bastante conhecidas e cultivadas devido ao aspecto ornamental que suas flores campanuladas e de cores vibrantes oferecem. É sabido porém que espécies de Ipomoeas são tóxicas. A Ipomoea carnea, espécie de nosso estudo, provoca emagrecimento, apatia, incoordenção motora, fraqueza progressiva e até mesmo a morte em animais de produção, se ingerida por período prolongado. Os alcalóides suainsonina e calisteginas presentes nesta planta são certamente responsáveis por tais efeitos tóxicos, já que inibem a ação das manosidases e glicosidases, enzimas fundamentais para um adequado metabolismo de carboidratos pelo organismo. O presente trabalho teve como objetivo verificar e caracterizar os constituintes químicos da I. carneabrasileira. Assim, empregando-se as cromatografias de camada delgada e líquida acoplada a detector de massas, além da ressonância nuclear de prótons e carbono, foram detectados no extrato aquoso obtido das folhas da planta, 0,09% de suainsonina, 0,11% de calistegina B2, 0,14% de calistegina B1, 0,06% de calistegina C1 e o aminoácido não protéico N-metil-trans-4-hidroxi-L-prolina.

Endocrine disrupter action in ruminants: a study of the effects of Ipomoea carnea in adult male goats

Gotardo, André Tadeu; Pavanelli, Evellyn Liss; Carvalho, H. F.; Lemes, Kléber Menegon; Arruda, Rubens Paes de; Kempinas, W. G.; Gorniak, Silvana Lima
Fonte: Elsevier; Amsterdã Publicador: Elsevier; Amsterdã
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Ipomoea carnea is a toxic plant in Brazil and other tropical countries that often poisons livestock; its primary toxin is swainsonine. Some substances that interact with the endocrine system have been called endocrine disruptors (EDs). Considering swainsonine's mode of action, it is feasible to hypothesize that this compound could act as an ED. Bisphenol A (BPA), an estrogen-mimic, is considered a classical ED in rodents. This study aimed to evaluate the possible ED actions of I. carnea and BPA in male goats. Seventeen adult male goats were divided into three homogeneous groups: control (C, n = 5); IC (n = 6, received 5.0 g/kg body weight of freshly harvested I. carnea per day), and BPA (n = 6, received 25.0 mg/kg body weight of BPA per day). The experimental period was 120 days. During the experiment, blood samples were collected at 0, 30, 60, 90 and 120 days for biochemical and hormonal evaluations. On the same days, semen samples were collected for andrological evaluation, and scrotal circumference and testicular consistency were determined. The males were castrated on day 121, and fragments of testicle and epididymis were collected for histopathological evaluation. A decrease in serum T3 and T4 was observed in the IC group as well as an increase in the number of sperm with morphological alterations. In the BPA group...

Ipomoea carnea

Oswaldo Tellez
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Tipo: imagen
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Planta en flor de Ipomoea carnea Jacq. (Colector: Oswaldo Tellez-1836)

Identificação de princípios ativos presentes na Ipomoea carnea brasileira; Identification of Brazilian Ipomoea carnea toxic compounds

Schwarz, Aline; Hosomi, Rosana Zoriki; Henrique, Breno Schumaher; Hueza, Isis; Gardner, Dale; Haraguchi, Mitsue; Górniak, Silvana Lima; Bernardi, Maria Martha; Spinosa, Helenice de Souza
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Ciências Farmacêuticas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2004 POR
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Dentre as espécies pertencentes à família das Convolvulaceae destacam-se as Ipomoeas, amplamente distribuídas por todo o mundo, bastante conhecidas e cultivadas devido ao aspecto ornamental que suas flores campanuladas e de cores vibrantes oferecem. É sabido porém que espécies de Ipomoeas são tóxicas. A Ipomoea carnea, espécie de nosso estudo, provoca emagrecimento, apatia, incoordenção motora, fraqueza progressiva e até mesmo a morte em animais de produção, se ingerida por período prolongado. Os alcalóides suainsonina e calisteginas presentes nesta planta são certamente responsáveis por tais efeitos tóxicos, já que inibem a ação das manosidases e glicosidases, enzimas fundamentais para um adequado metabolismo de carboidratos pelo organismo. O presente trabalho teve como objetivo verificar e caracterizar os constituintes químicos da I. carneabrasileira. Assim, empregando-se as cromatografias de camada delgada e líquida acoplada a detector de massas, além da ressonância nuclear de prótons e carbono, foram detectados no extrato aquoso obtido das folhas da planta, 0,09% de suainsonina, 0,11% de calistegina B2, 0,14% de calistegina B1, 0,06% de calistegina C1 e o aminoácido não protéico N-metil-trans-4-hidroxi-L-prolina.; In the Convolvulaceae family...