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Morte por intoxicação medicamentosa : análise retrospectiva dos casos analisados na Delegação do Centro do Instituto Nacional de Medicina Legal, I.P., entre 1996 e 2007

Pereira, Cláudia de Sousa
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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37.37%
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, nos países ocidentais, as intoxicações com medicamentos estão entre a quarta e a sexta causa de morte. Em países cuja economia é avançada e com serviços de saúde sofisticados este tipo de intoxicação é relativamente comum, independentemente da etiologia, acidental ou suicida. A intoxicação, independentemente do agente causador, é considerada um problema significativo de saúde pública, sendo umas das principais razões de internamento em centros de emergência médica hospitalar. Segundo Jönsson et al, as intoxicações por agentes farmacêuticos abrangem aproximadamente 1% das visitas aos centros de emergência médica e destas, 0,4% resultam em morte. Dos indivíduos sujeitos a autópsia médico-legal, em 0,2% dos casos, a morte deveu-se a intoxicação por fármacos. O conhecimento dos fármacos implicados nos casos fatais deste tipo de intoxicação é de grande relevância, não só médico-legal, mas também regulamentar e epidemiológica. A informação obtida a partir da avaliação desses mesmos casos poderá não só permitir monitorizar o uso do tipo de fármacos implicados, como também avaliar a evolução do uso dessas mesmas substâncias e elaborar formas de prevenção do aparecimento de novos casos. Tendo em consideração todos os factos previamente expostos...

Intoxicação por amônia em bovinos e ratos: o desempenho renal na desintoxicação e o emprego de tratamentos alternativos; Ammonia poisoning in cattle and rats: the role of the kidneys for detoxifying ammonia and use of alternative treatments

Kitamura, Sandra Satiko
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/07/2002 PT
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37.26%
Para estudar o papel dos rins e o de tratamentos alternativos na desintoxicação da amônia quatro trabalhos foram realizados em ratos e bovinos. Ratos Wistar (n=367) foram utilizados para testar oito tratamentos (O= aminoácidos do ciclo da uréia; F= furosemida; H= solução hidratante, O+F; H+F, O+H; O+F+H, C= controle) no combate à intoxicação por amônia. Acetato de amônio foi injetado pela via intraperitoneal e 3min após os tratamentos eram injetados pela mesma via. Maiores sobrevivências e menores teores de amônia plasmática foram obtidos nos tratamentos O+F+H (62,5%) e O+H (57%). A medicação com O, H e F promoveu maior teor sérico de uréia e menor de creatinina e menos pronunciado edema pulmonar, respectivamente. No segundo trabalho, desenvolveu-se, em 15 garrotes, um modelo de intoxicação por amônia por meio de infusão de cloreto de amônio (NH4+Cl) [iv] até o surgimento de convulsão. O quadro clínico exibido foi idêntico à intoxicação natural e todos os animais sobreviveram. Durante a infusão elevaram-se os teores sangüíneos de amônia, uréia, lactato-L, glicose, potássio e hematócrito, e diminuíram o pH e o bicarbonato sangüíneos. A acidose metabólica ocorreu por aumento do teor de lactato-L; quanto menor o pH do sangue maior o teor de potássio. O modelo de indução foi seguro...

Efeitos hemodinâmicos e metabólicos sistêmicos e regionais da intoxicação aguda por etanol, em modelo experimental de choque hemorrágico; Hemodynamics and metabolics, systemics and regionals effects of acute ethanol intoxication in a experimental hemorrhagic shock mode

Riêra, Luciano Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/12/2006 PT
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O trauma é a maior causa de morte em todo o mundo. Apesar da notória associação entre intoxicação alcoólica e aumento do risco de traumatismos, ainda não existe consenso se esta intoxicação agravaria as lesões e se comprometeria a resposta ao tratamento. O objetivo deste estudo foi determinar os efeitos hemodinâmicos e metabólicos sistêmicos e regionais da intoxicação etílica aguda em um modelo experimental de choque hemorrágico controlado. Vinte e oito cães machos sem raça definida, anestesiados com isoflurano e mantidos sob ventilação mecânica, foram submetidos após procedimentos cirúrgicos de monitorização e esplenectomia a um período de estabilização de 30 min e randomizados em quatro grupos (SHAM n=7, CHOQUE n=7, ETANOL n=7, ETANOL+CHOQUE n=7). Os grupos ET e ET+CH receberam 2,4 g/kg de etanol I.V. em 30 minutos. Na seqüência, os grupos CH e ET+CH foram submetidos à hemorragia até à pressão arterial média de 40 mmHg, seguidos de 30 minutos de observação e tratamento com Ringer simples 3X o volume do sangramento. Os animais foram observados por mais 120 min., sem quaisquer outras intervenções. Resultados: Trinta minutos após a intoxicação nos grupos ET e ET+CH foram observados valores similares de etanol sérico. Após a hemorragia estes valores foram significativamente maiores no grupo ET+CH. O volume de sangramento necessário para atingir a pressão arterial média de 40 mmHg foi menor no grupo ET+CH (25...

Avaliação do estresse oxidativo sistêmico e órgão-específico na intoxicação crônica por cloreto de mercúrio

Gutierrez, Lucila Ludmila Paula
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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37.26%
Os dejetos de mercúrio utilizados industrialmente atingem a natureza e, por este motivo, isto se tornou um problema de Saúde Pública. O mercúrio pode agir como iniciador de lipoperoxidação (LPO) e promover formação de radicais livres. Estudos prévios demonstraram que o HgCl2, de forma aguda, diminui a atividade mecânica do coração e afeta a freqüência cardíaca. Foi objetivo deste estudo reproduzir um modelo de intoxicação crônica por cloreto de mercúrio através da administração subcutânea deste metal por 30 dias e verificar se muda a concentração sangüínea deste metal nos ratos tratados. Buscou-se também observar se o cloreto de mercúrio produz modificações temporais sistêmicas no estresse oxidativo e alterações na lipoperoxidação, na capacidade antioxidante total e na atividade das enzimas antioxidantes em homogeneizado cardíaco, hepático e renal entre os grupos, após 30 dias de intoxicação. Para isto, foram utilizados 20 ratos machos Wistar com peso aproximado de 250g, divididos em dois grupos: grupo Controle (C), que foram injetados subcutaneamente sem introdução de substâncias e grupo HgCl2 (H), os quais receberam injeção subcutânea deste composto na concentração de 5mg/Kg de peso...

Intoxicação por Trema micrantha em ovinos

Wouters, Flademir
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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37.26%
Trema micrantha é uma árvore nativa do Brasil que apresenta folhas palatáveis para herbívoros, é conhecida como natural e/ou experimentalmente tóxica para caprinos, equinos, coelhos e bovinos. Casos de intoxicação espontânea em ovinos indicaram mecanismos patogenéticos diferentes na intoxicação nessa espécie, com quadro clínico e patológico respiratório na maioria dos casos. Este estudo resultou em dois artigos científicos, o primeiro descreve os achados clinicopatológicos de dois casos de intoxicação espontânea e dois casos de intoxicação experimental. No segundo artigo é descrita a intoxicação experimental por Trema micrantha em cinco ovinos, dos quais quatro tiveram sinais clínicos respiratórios acentuados e morte após ingestão da terceira dose de folhas da planta, com verificação de dose tóxica de 20 a 50g/kg de folhas de T. micrantha. Na necropsia foram constatados mucosas cianóticas, pulmões não colabados, pesados, com impressão das costelas na superfície e conteúdo espumoso vermelho em traqueia e brônquios, além de múltiplas petéquias subpleurais, enfisema subcutâneo em região cervical ventral ou porção mediastinal dorsal. Os achados histológicos foram principalmente pulmonares...

Caracterização da intoxicação natural por brachiaria spp. em ovinos no Brasil Central

Mustafa, Vanessa da Silva
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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37.26%
Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2009.; O presente trabalho objetivou caracterizar surtos de intoxicação natural por Brachiaria spp. em ovinos ocorridos no Brasil Central no período de 2002 a 2008. Brachiaria spp. é a principal forrageira dessa região, mas devido seu potencial tóxico tem causado severas perdas na ovinocultura. Foram avaliados dados de 24 surtos de intoxicação natural por braquiária em animais atendidos no Hospital Veterinário da Universidade de Brasília. Em onze surtos ocorridos entre 2006 e 2008 as propriedades foram visitadas para observação das características clínicas e epidemiológicas da intoxicação. Dezoito (51,4%) surtos avaliados ocorreram no Distrito Federal, 9 (27,7%) ocorreram no estado do Goiás e 2 (5,7%) ocorreram em Minas Gerais. Os surtos ocorreram durante todo o ano, 51,7% durante a época da seca e 48,3% durante a época da chuva. As taxas de morbidade, mortalidade e letalidade foram de 23,2%, 20% e 86,7% respectivamente. Em 10 das 11 propriedades visitadas somente animais com menos de 1 ano de idade foram afetados. Os principais sinais clínicos observados foram edema da face (42,8%), hiperemia e/ou descarga ocular (40%) e dermatite (37...

Investigação dos mecanismos de resistência à intoxicação por Brachiaria spp. em ovinos

Gracindo, Cristiane Vinhaes
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2014.; Brachiaria spp. é a planta tóxica mais importante no Brasil Central devido a presença de saponina esteroidal que promove intoxicação hepatógena em animais, que leva a ineficiência produtiva, fotossensibilização e morte. A toxicidade da Brachiaria spp. depende de fatores relacionados à susceptibilidade/resistência dos animais e de fatores intrínsecos da planta, conferindo diferenças significativas na manifestação clínica e mortalidade dos rebanhos mantidos em pastagens de Brachiaria spp. O presente trabalho investigou as formas de resistência à intoxicação por Brachiaria spp. em ovinos por meio de três experimentos concomitantes. No primeiro experimento foi realizado o manejo adaptativo através da exposição controlada de ovinos em pastagens de Brachiaria spp. Foi demonstrada que a exposição dos animais à B. decumbens por 2 horas por dia ou em dias alternados foi capaz de proteger os animais da intoxicação durante o desafio. No experimento 2, a utilização da transfaunação ruminal foi demonstrada como uma possibilidade para transferir a resistência à intoxicação pela gramínea para animais susceptíveis. No terceiro experimento...

Mortes por intoxicação autopsiadas na Cova da Beira entre 2001 e 2012

Abreu, Ana Rute Mourão de
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
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Introdução: As intoxicações agudas permanecem um problema sério a nível global e são, ainda, uma das causas mais importantes de morbilidade e mortalidade do mundo (1), acarretando um enorme consumo de recursos (2). Neste sentido, as consequências adversas que resultam da poluição ambiental, das intoxicações por drogas, das exposições ocupacionais, dos produtos domésticos, dos químicos, do abuso de substâncias, das overdoses intencionais ou do uso indevido de produtos, bem como outros tipos de exposição (2), permitem considerar a prevenção da intoxicação aguda como uma das grandes prioridades no âmbito da saúde pública. Objetivo: Refletir sobre a incidência das intoxicações e das mortes delas decorrentes na região da Cova da Beira e, a partir dessa análise, permitir também o conhecimento por parte das estruturas de saúde, de quais as situações graves de intoxicação com que mais frequentemente se poderão confrontar. Material e métodos: O estudo é de carácter descritivo e retrospetivo e pretende estudar, recolhendo os dados através dos respectivos processos, os casos de mortes por intoxicação ocorridos na região da Cova da Beira e autopsiados no Gabinete Médico-Legal da Covilhã, desde o ano da sua abertura...

Comparação da sensibilidade de bovinos e búfalos à intoxicação por Palicourea marcgravii (Rubiaceae)

Barbosa,José Diomedes; Oliveira,Carlos Magno Chaves de; Tokarnia,Carlos Hubinger; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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O presente estudo foi realizado para verificar se búfalos são mais resistentes do que bovinos à ação tóxica de Palicourea marcgravii, mediante a administração da planta por via oral, simultaneamente, a bovinos e a búfalos. Foram usados sete búfalos e três bovinos. Verificou-se que em búfalos doses de 0,5 g/kg, 1,0 g/kg e 2,0 g/kg não causaram sintomas de intoxicação. As doses de 3,0 g/kg, 4,0 g/kge 6,0 g/kg causaram a morte dos búfalos. Em bovinos, a dose de 0,25g/kg não causou sinais clínicos de intoxicação, enquanto que doses de 0,5 g/kg e 2,0 g/kg causaram a morte. A influência do exercício sobre o aparecimento dos sintomas, o prazo decorrido desde o começo da administração da planta até o início de sintomas, e os próprios sintomas, foram semelhantes nas duas espécies animais. O curso clínico foi mais longo nos búfalos. Enquanto nos bovinos o período entre o aparecimento dos sintomas graves e a morte foi de 9 a 17 minutos, nos búfalos variou de 10 minutos a 1 hora e 28 minutos. Pode se concluir que os bubalinos são aproximadamente seis vezes mais resistentes do que os bovinos à ação tóxica de P. marcgravii. O menor índice de mortes pela ação de plantas tóxicas na Amazônia em búfalos é...

Intoxicação espontânea e experimental por Eupatorium tremulum (Asteraceae) em bovinos

Lucioli,Joelma; Furlan,Fernando Henrique; Mezaroba,Sara; Traverso,Sandra Davi; Gava,Aldo
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
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37.34%
Descreve-se a intoxicação natural e experimental por Eupatorium tremulum em bovinos. Um surto de intoxicação espontânea por esta planta foi diagnosticado no município de Lages, Santa Catarina. Em um lote de 19 bovinos, três morreram após a transferência para uma invernada aonde havia grande quantidade de E. tremulum. Os animais foram encontrados mortos, e dois foram necropsiados e coletado amostras de vísceras para exame histológico. Experimentalmente, folhas verdes de E. tremulum foram administradas a cinco bovinos, em doses únicas de 23 a 32g/kg de peso animal. Destes, três adoeceram e dois morreram. Os principais sinais clínicos observados foram anorexia, apatia, atonia ruminal, micção freqüente e em pequenos jatos, fezes pastosas e ventre flácido. As lesões macroscópicas restringiram-se aos pré-estômagos e foram idênticas, tanto para intoxicação natural como para a experimental. O rúmen e retículo externamente mostravam tonalidade levemente avermelhada, a camada córnea da mucosa estava frouxamente aderida e a mucosa tinha coloração vermelha acentuada. Ao exame histológico observou-se no rúmen e retículo, tanto na intoxicação espontânea, como experimental, necrose do epitélio da mucosa com formações de pequenas vesículas e em alguns segmentos...

Intoxicação por Stryphnodendron fissuratum (Mimosoideae) em bovinos

Ferreira,Eduardo V.; Boabaid,Fabiana M.; Arruda,Laura P.; Lemos,Ricardo A.A.; Souza,Marcos A.; Nakazato,Luciano; Colodel,Edson M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 PT
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Descrevem-se aspectos epidemiológicos, clínicos e patológicos da intoxicação natural por Stryphnodendron fissuratum em bovinos na região Centro-Oeste do Brasil. Esta planta possui favas retorcidas, conhecidas popularmente por "rosquinha", que amadurecem entre julho e setembro, caem ao solo e são consumidas por bovinos, sendo relacionadas com mortalidades. Foram investigados surtos de intoxicação espontânea que ocorreram nos municípios de Aruanã, GO, Guiratinga e Rondonópolis, MT e Rio Verde de Mato Grosso, MS. Em geral, a intoxicação ocorreu em propriedades de pecuária extensiva, com rebanhos da raça Nelore e em pastagens de Brachiaria spp. Nos casos naturais, a evolução clínica variou em média de 24 horas até 10 dias e a morbidade e a letalidade variaram de 0,9 a 25% e de 15 a 100%, respectivamente. Os principais sinais clínicos na intoxicação natural foram depressão, anorexia, agressividade, icterícia, sialorréia, incoordenação motora, dismetria, retração abdominal, inquietação, fezes pastosas enegrecidas ou ressequidas com muco e estrias de sangue, diarréia, edema de barbela e fotossensibilização. À necropsia havia icterícia, edema do tecido subcutâneo, principalmente na região cervical, petéquias e equimoses de serosas abdominais e torácicas...

Intoxicação por monofluoroacetato em animais

Nogueira,Vivian Assunção; Peixoto,Tiago Cunha; França,Ticiana Nascimento; Caldas,Saulo Andrade; Peixoto,Paulo Vargas
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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O monofluoroacetato (MF) ou ácido monofluoroacético é utilizado na Austrália e Nova Zelândia no controle populacional de mamíferos nativos ou exóticos. O uso desse composto é proibido no Brasil, devido ao risco de intoxicação de seres humanos e de animais, uma vez que a substância permanece estável por décadas. No Brasil casos recentes de intoxicação criminosa ou acidental têm sido registrados. MF foi identificado em diversas plantas tóxicas, cuja ingestão determina "morte súbita"; de bovinos na África do Sul, Austrália e no Brasil. O modo de ação dessa substância baseia-se na formação do fluorocitrato, seu metabólito ativo, que bloqueia competitivamente a aconitase e o ciclo de Krebs, o que reduz produção de ATP. As espécies animais têm sido classificadas nas quatro Categorias em função do efeito provocado por MF: (I) no coração, (II) no sistema nervoso central (III) sobre o coração e sistema nervoso central ou (IV) com sintomatologia atípica. Neste trabalho, apresenta-se uma revisão crítica atualizada sobre essa substância. O diagnóstico da intoxicação por MF é realizado pelo histórico de ingestão do tóxico, pelos achados clínicos e confirmado por exame toxicológico. Uma forma peculiar de degeneração hidrópico-vacuolar das células epiteliais dos túbulos uriníferos contorcidos distais tem sido considerada como característica dessa intoxicação em algumas espécies. O tratamento da intoxicação por MF é um desafio...

Intoxicação experimental por Metternichia princeps (Solanaceae) em coelhos

Maran,Naiara B.; Caldas,Saulo A.; Prado,Juliana S.; Gomes,Aline D.; Tokarnia,Carlos Hubinger; Brito,Marilene de Farias
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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37.3%
Metternichia princeps, árvore que pertence à família Solanaceae, ocorre na Mata Atlântica desde o estado do Rio de Janeiro até a Bahia. É conhecida popularmente com os nomes de "café-do-mato", "trombeteira" e "jasmin-do-morro". Em um estabelecimento no município de Itaguaí, RJ, suspeitou-se que M. princeps era responsável por doença renal letal em caprinos. A intoxicação foi reproduzida experimentalmente nessa espécie, confirmando a suspeita. Foram então realizados experimentos em coelhos. Folhas de M. princeps foram coletadas no município de Itaguaí/RJ, local onde foi diagnosticada a intoxicação em caprinos. Onze coelhos receberam a planta dessecada, dez receberam a planta fresca e um coelho serviu como controle. As folhas dessecadas de M. princeps foram trituradas e misturadas com água. Inicialmente, a suspensão foi administrada por via intragástrica através de sonda a nove coelhos e causou a morte de sete coelhos nas doses a partir de 0,125g/kg. Dois coelhos que adoeceram mas sobreviveram às doses de 0,0625 e de 0,125g/kg, dois meses mais tarde receberam doses de 0,5 e 0,25g/kg, respectivamente, e morreram, o que indica que não houve desenvolvimento de tolerância à toxidez da planta. Adicionalmente, a planta dessecada...

Intoxicação experimental aguda por Senecio brasiliensis em ovinos e indução de resistência à intoxicação

Grecco,Fabiane B.; Estima-Silva,Pablo; Marcolongo-Pereira,Clairton; Soares,Mauro P.; Raffi,Margarida B.; Sallis,Eliza S.V.; Schild,Ana Lucia
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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37.34%
Ovinos são mais resistentes à intoxicação por Senecio spp. que bovinos e equinos. Para determinar se essa resistência é induzida pela ingestão de pequenas e repetidas doses da planta e se essa resistência é duradoura, foram realizados três experimentos com folhas e talos verdes de Senecio brasilienses. Para determinar a dose mínima que causa intoxicação aguda (experimento 1), foram administradas doses únicas de 60, 80, 90, 100 e 100g/kg de peso corporal (pc) a cinco ovinos, respectivamente. Os animais que receberam 60 e 80 g/kg de pc de S. brasiliensis não adoeceram, porém o ovino que recebeu 80g/kg de pc apresentava fibrose e megalocitose discretas nas biópsias realizadas aos 90, 120 e 150 dias do término da administração da planta. Os ovinos que receberam 90 e 100g/kg de pc apresentaram anorexia, prostração, movimentos de pedalagem, dor abdominal e morte 12-48 horas após o aparecimento dos sinais clínicos. Na necropsia havia ascite, petéquias disseminadas e acentuação do padrão lobular hepático. Histologicamente havia necrose hemorrágica centro-lobular. No Experimento 2 a dose capaz de causar a intoxicação aguda foi fracionada e administrada em duas, cinco e 10 doses diárias para 3 ovinos, respectivamente. A dose tóxica fracionada não provocou sinais clínicos de intoxicação em nenhum dos ovinos...

Indução de resistência à intoxicação por Palicourea aeneofusca (Rubiaceae) mediante administração de doses sucessivas não tóxicas

Oliveira,Murilo Duarte de; Riet-Correa,Franklin; Carvalho,Fabrício K.L.; Silva,Genilson B.; Pereira,Walkleber S.; Medeiros,Rosane M.T.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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Com o objetivo de comprovar se doses não tóxicas repetidas de Palicourea aeneofusca (Müll. Arg.) Standl. criam resistência à intoxicação, 12 caprinos foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos experimentais de seis animais cada. No Grupo 1 foi induzida resistência mediante a administração, durante quatro períodos alternados, de 0,02g/kg das folhas dessecadas de P. aeneofusca durante 5 dias, 0,02g/kg durante 5 dias, 0,03g/kg durante 5 dias e 0,03g/kg por mais 5 dias. Entre o primeiro e o segundo período de administração e entre o segundo e o terceiro período os animais não receberam planta por 10 dias consecutivos e entre o terceiro e quarto período de administração os animais permaneceram 15 dias sem ingerir a planta. Um caprino morreu subitamente quando estava recebendo 0,03 g/kg da planta, no terceiro período de administração. O Grupo 2 não foi adaptado ao consumo de P. aeneofusca. Quinze dias após a adaptação ao consumo de P. aeneofusca do Grupo 1, os dois grupos receberam P. aeneofusca na dose diária de 0,03g/kg durante 19 dias. A partir do 20º dia de administração continuada a dose diária de P. aeneofusca foi aumentada para 0,04g/kg. Esta dose foi administrada por mais 12 dias. Os animais que mostraram sinais clínicos foram retirados do experimento imediatamente após a observação dos primeiros sinais. Um caprino do Grupo 2 apresentou sinais clínicos de intoxicação e morreu no 12º dia de administração e dois apresentaram sinais clínicos no 24º dia; um se recuperou e outro morreu. Após finalizada esta fase do experimento e para comprovar se os caprinos que não tinham adoecido no Grupo 2 tinham também adquirido resistência...

Administração repetida de doses não tóxicas de monofluoroacetato de sódio não protege contra a intoxicação por este composto em ovinos

Santos,Ariany C.; Riet-Correa,Franklin; Heckler,Rubiane F.; Lima,Stephanie C.; Silva,Mariana L.; Rezende,Renato; Carvalho,Nilton M.; Lemos,Ricardo A.A.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2014 PT
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Com o objetivo de avaliar se repetidas doses não tóxicas de monofluoroacetato de sódio (MFA) induzem resistência à intoxicação por essa substância, 18 ovinos foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos experimentais de nove animais cada. Os ovinos do Grupo 1 ingeriram doses crescentes não letais de MFA por seis períodos: 0,05mg/kg por 5 dias; 0,08mg/kg por 4 dias; 0,08mg/kg por 4 dias; 0,1mg/kg por 3 dias; 0,1mg/kg por 3 dias e 0,25mg/kg por 3 dias. Entre o primeiro e o segundo período de administração e entre o segundo e o terceiro período os animais não receberam o MFA por 10 dias consecutivos; entre o terceiro e o quarto período e dentre os demais períodos de administração, os ovinos permaneceram 15 dias sem ingerir o MFA. Quinze dias após o último período de administração os ovinos foram desafiados com a dose única de 1mg/kg de MFA. O Grupo 2 não foi adaptado a ingestão de MFA, estes ovinos receberam dose única de 1mg/kg de MFA no mesmo período em que o G1 foi desafiado. No desafio sete ovinos do Grupo 1 apresentaram sinais clínicos da intoxicação e um ovino se recuperou. No Grupo 2 todos os animais manifestaram quadro clínico da intoxicação por MFA, no entanto, dois ovinos se recuperaram. Os coeficientes de mortalidade foram de 66...

Intoxicação por exposição à rapadura em três municípios do Rio Grande do Norte, Brasil: uma investigação de epidemiologia de campo

Mota,Daniel Marques; Porto,Eucilene Alves Santana; Costa,Jalma Araújo; França,Rosecler Fernandes Santos de; Cerroni,Matheus de Paula; Nóbrega,Aglaêr Alves da; Sobel,Jeremy
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 PT
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O estudo objetivou descrever dois surtos de intoxicação por exposição à rapadura, ocorridos em três municípios do estado do Rio Grande do Norte, entre janeiro e fevereiro de 2008. Foi conduzida uma investigação epidemiológica com a realização de estudo de caso. Outras investigações, laboratorial e ambiental, complementaram o quadro de informações sobre os surtos. Foram oito casos prováveis por exposição à rapadura, dos quais cinco por consumo do produto (um evoluiu para óbito) e três por proximidade física. As manifestações clínicas foram compatíveis com intoxicação por organofosforados. Outros sintomas apresentados podem estar relacionados com a presença de SO2, como rouquidão, lacrimejamento, dor nos olhos e ulceração corneana. A acetilcolinesterase eritrocitária resultou alterada para um dos pacientes que consumiu rapadura. Ocorreram dois surtos de intoxicação exógena: um por circunstância acidental e o outro, em decorrência do primeiro, por intoxicação ocupacional, cujo alimento implicado foi a rapadura contaminada com metamidofós e sulfito (SO2). A quantidade de metamidofós presente na rapadura consumida por dois casos foi 3.000 vezes maior que a ingestão diária aceitável para essa substância em humanos. Recomendam-se a adoção de medidas de saúde pública com a finalidade de minimizar a incidência de casos de intoxicação exógena e problemas decorrentes e prevenir surtos ocasionados por substâncias químicas...

Intoxicação por Brachiaria brizantha em rebanhos de ovinos naive e experiente

Faccin, Tatiane Cargnin
Fonte: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Publicador: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito da ingestão de protodioscina em dois diferentes rebanhos de ovinos: um rebanho de 23 ovinos cruzados nativos de Mato Grosso do Sul criados em pastagem de Brachiaria spp. desde o nascimento (rebanho experiente); e outro rebanho (rebanho naive) de 18 ovinos cruzados Dorper x Santa Inês criados no Estado do Paraná em pastagens de Paspalum notatum e Lolium multiflorum. Os dois rebanhos foram colocados juntos em uma pastagem de Brachiaria brizantha, durante o período de 140 dias, na estação chuvosa. No início do experimento e depois a cada 14 dias, amostras de sangue foram coletadas para determinação da atividade sérica de gama-glutamil transferase (GGT) e aspartato aminotransferase (AST), e para a determinação do índice ictérico. Nos mesmos dias, amostras de folhas novas, maduras e senescentes de B. brizantha foram coletadas para quantificação de protodioscina. Os ovinos naive foram mais susceptíveis à intoxicação por B. brizantha que os ovinos experientes. Seis ovelhas do grupo naive se intoxicaram e, destas, duas morreram. Duas ovelhas do rebanho experiente se intoxicaram e uma morreu. As médias das atividades séricas de GGT e AST foram significativamente maiores no rebanho naive...

Mortes por intoxicação autopsiadas na Cova da Beira entre 2001 e 2012

Abreu, Ana Rute Mourão de
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
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Introdução: As intoxicações agudas permanecem um problema sério a nível global e são, ainda, uma das causas mais importantes de morbilidade e mortalidade do mundo (1), acarretando um enorme consumo de recursos (2). Neste sentido, as consequências adversas que resultam da poluição ambiental, das intoxicações por drogas, das exposições ocupacionais, dos produtos domésticos, dos químicos, do abuso de substâncias, das overdoses intencionais ou do uso indevido de produtos, bem como outros tipos de exposição (2), permitem considerar a prevenção da intoxicação aguda como uma das grandes prioridades no âmbito da saúde pública. Objetivo: Refletir sobre a incidência das intoxicações e das mortes delas decorrentes na região da Cova da Beira e, a partir dessa análise, permitir também o conhecimento por parte das estruturas de saúde, de quais as situações graves de intoxicação com que mais frequentemente se poderão confrontar. Material e métodos: O estudo é de carácter descritivo e retrospetivo e pretende estudar, recolhendo os dados através dos respectivos processos, os casos de mortes por intoxicação ocorridos na região da Cova da Beira e autopsiados no Gabinete Médico-Legal da Covilhã, desde o ano da sua abertura...

Impacto das fases de intoxicação e de abstinência de álcool sobre a fobia social e o transtorno de pânico em pacientes alcoolistas hospitalizados; Impact of alcohol intoxication and withdrawal syndrome on social phobia and panic disorder in alcoholic inpatients

Terra, Mauro Barbosa; Figueira, Ivan; Barros, Helena Maria Tannhauser
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2004 ENG
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OBJETIVO: Estudar o impacto das fases de intoxicação e de abstinência do uso de álcool sobre o curso da fobia social e do transtorno de pânico. MÉTODO: Um grupo de 41 pacientes hospitalizados por dependência de álcool foi entrevistado com o SCID-I (DSM-IV), adicionado de perguntas para detectar as flutuações no curso da fobia social e do transtorno do pânico em função das diferentes fases do uso da droga (intoxicação, abstinência e intervalo lúcido). RESULTADOS: Apenas um (2,4%) paciente, apresentou transtorno de pânico ao longo da vida e nove (21.9%) tiveram ataques de pânico na intoxicação ou na síndrome de abstinência. Dezesseis (39%) pacientes dependentes de álcool apresentavam fobia social, que iniciava-se antes de começar o uso de bebidas alcoólicas. No entanto, com o tempo, o álcool perdeu o efeito de aliviar os sintomas da fobia social ou piorou estes sintomas em 31.2% dos pacientes fóbicos sociais. Enquanto os pacientes com fobia social relataram uma melhora significativa dos sintomas psiquiátricos na fase de intoxicação, os pacientes com pânico pioraram significativamente na fase de intoxicação. Na fase de abstinência, os pacientes com fobia social tenderam a piorar com maior freqüência. CONCLUSÃO: Nossos achados indicam que o impacto do álcool...