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Perspectivísmo e verdade em Nietzsche. Da apropriação de Kant ao confronto com o relativismo; Perspectivism and truth in Nietzsche. From the appropriation of Kant to the confrontation with relativism

Lima, Márcio José Silveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/07/2010 PT
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Esta tese de doutorado estuda o perspectivismo na obra de Nietzsche, bem como o confronto com a verdade que ele representa. Para tanto, procuramos mostrar que esse confronto atravessa toda a obra de Nietzsche, pois já os seus escritos iniciais investigam as condições para o surgimento da crença na verdade, além dos interesses a que ela atendia. Expondo que Nietzsche, apropriando-se do legado crítico de Kant em suas primeiras obras, ensaia uma destruição completa da verdade, pretendemos demonstrar que ele falha em seus objetivos porque a radicalidade de seus argumentos destruiria os próprios pressupostos em que estão baseados, ou seja, os do idealismo transcendental kantiano. Nesse momento em que circunscrevemos nossa análise aos escritos inicias, tentamos demonstrar que Nietzsche limita-se a refutar a noção de verdade como adequação com a coisa-em-si, mas falha ao querer ampliar esse refutação além desses limites. Por isso, analisando a maneira pela qual o combate à verdade se posiciona a partir dos escritos da década de 80, defendemos que neles o perspectivismo se torna decisivo para os problemas enfrentados inicialmente por Nietzsche. Interpretando o perspectivismo como um fenomenalismo da consciência e um interpretacionismo...

Método, erro e realidade em Friedrich Nietzsche

Olsen, Michelle Christie
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia.; A seguinte dissertação inicia com uma apresentação dos métodos utilizados por Friedrich Nietzsche ao longo de sua obra publicada, a saber, o método histórico-genealógico, o perspectivismo, o interpretacionismo e o método fisio-psicológico; depois passa para uma discussão a respeito das críticas que o autor faz da história da filosofia, baseadas no que este entende por erro, ilusão, movimento, devir, linguagem e o modo como ele estabelece a relação entre os sentidos e a consciência humana; e por fim, propõe uma visão ontológica da filosofia nietzschiana, a partir da maneira com que o autor trata o conceito de realidade, rompendo com o dualismo clássico entre um "mundo verdadeiro" e um "mundo aparente" e defendendo um imanentismo com base na noção de atividade, fundamentado nos seus métodos e em concordância com suas críticas. The following essay begins with a presentation of the methods used by Friedrich Nietzsche throughout his published work, as in, the historic-genealogical method, the perspectivism, the interpretationism, and the physio-psychological method; then it goes to a discussion concerning the criticism the author makes regarding the history of Philosophy...

Cognitive architecture and the limits of interpretationism

Gerrans, P.
Fonte: Journals Publishing Division, John Hopkins University Press Publicador: Journals Publishing Division, John Hopkins University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 EN
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Philip Gerrans; © 2004 by The Johns Hopkins University Press

Aliens, dreams and strange machines: an investigation into thought, interpretation and rationality

Cameron, Christina
Fonte: University of Cambridge; Faculty of Philosophy Publicador: University of Cambridge; Faculty of Philosophy
Tipo: Thesis; doctoral; PhD
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Interpretationism about the mind claims that we can gain a philosophical understanding of the nature of thought by considering how we interpret the thoughts of others. My thesis aims to develop a version of this theory which is plausible in the sense that: (1) it has the potential to retain certain advantages attaching to theories of mind which focus on the behaviour, rather than the internal make-up of candidate thinkers; (2) it can fend off certain apparent counterexamples. The thesis is split into four parts. Part I explains why one might want to answer ?No? to the question ?Are there particular sorts of internal organisation which a being must have in order to count as a thinker?? It then introduces interpretationism as a position which will allow us to answer ?No? to this question. My version of interpretationism claims that a being has a thought iff it is interpretable as having that thought, and that all thinkers are rational. Both claims face several apparently obvious counter-examples. Parts II and III address these counterexamples by developing the crucial notions of interpretability and rationality. Part II starts by considering the problem of seemingly hidden thoughts which occur during dreams, and uses this to develop an account according to which a subject is interpretable as having a thought if either a) there is sufficient evidence concerning the thought in the subject?s actual situation and actions...